Is ‘The Amazing Digital Circus: The Last Act’ Movie Streaming? Where to Watch ‘The Amazing Digital Circus’ Episode 9
Once again, YouTubers are taking over the Hollywood box office.
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Once again, YouTubers are taking over the Hollywood box office.
“New Girl” alums Jake Johnson and Damon Wayans Jr. are reuniting for a Hulu comedy pilot that is directly inspired by the cult classic Jim Carrey movie “The Cable Guy,” Variety has confirmed with sources. The logline for the untitled project states, “In a world of endless streaming, binging, and algorithms, old-school cable technician Chip […]
The man behind "SNL" is the subject of a new behind-the-scenes doc.
David Ellison has been moving pieces around the board in reshaping the new Paramount Skydance over the past year. But one key division remained out of play in his master media plan — until now. On Friday, Paramount Skydance unveiled Paramount Games Studio, a unified gaming studio that combines Skydance’s two existing game studios, Skydance […]
These titles and many more are new this week on demand.
There was once a time when “straight-to-VHS” was a slur, code for largely terrible bargain bucket movies made for next to nothing yet sporting wildly-overpromising covers. Today, it’s not even a thing. VHS tapes were replaced by DVDs and eventually streaming. The last VCR player was made in 2016. Most machines lie broken, covered in […]
Two Justin Bieber smashes — "Daisies" and "Beauty and a Beat" with Nicki Minaj — find their way back to Billboard's Streaming Songs chart as Drake tracks slip away.
KUALA LUMPUR, June 5 — South Korea’s Colony continues its dominant run at the Malaysian box office after a s...
(Atlantic) After scrapping an album and starting anew, Lizzo still sounds lost amid these weak genre-hopping songs. Perhaps the zeitgeist has simply left her behind Just over a year ago, Lizzo appeared on Saturday Night Live, announcing a new album called Love in Real Life in grandstanding style. Wielding an electric guitar, clad in a Trump-baiting T-shirt that read Tariffied, she performed its title track and two other new songs, Still Bad and Don’t Make Me Love U. As with her appearance earlier the same week on a late night talkshow – during which she ran into the audience to high-five fans who were yelling “we love you Lizzo!” – it looked very much like a defiant comeback, fit to drag her out of the controversy that erupted at the end of her hugely successful 2023 world tour. Three former backing dancers and a costume designer filed lawsuits against the singer alleging harassment and discrimination: damaging claims given how Lizzo’s songs have preached a message of inclusivity, body positivity and self-confidence. Some of the allegations were dismissed by a judge but others are ongoing; Lizzo has refused to settle out of court, saying: “I’m fighting the case because I know that it’s not true.” But the Love in Real Life single, a pivot towards rock that owed a little to Tom Petty’s American Girls – or the Strokes’ American Girls-indebted Last Nite if you prefer – failed to make the charts, a far cry from the period between 2018 and 2022 when Lizzo’s singles seemed to go multi-platinum as a matter of course. The same fate befell Still Bad, a track much more in the vein of her big hits, prompting a rethink. The album was pulled, Lizzo apparently taking control of her own destiny – “I need to do shit my way”. A mixtape that returned her more-or-less to where she started, before pop stardom came calling – punchy hip-hop, albeit tricked out with guest appearances from Doja Cat and SZA – appeared in its place: My Face Hurts from Smiling received mixed reviews and underwhelming streaming figures. Continue reading...
The latest season of "Love Island UK" is now streaming. Here's when new Season 13 episodes drop and how U.S. viewers can keep up from across the pond.
The South Asian diaspora is one of the highest-yield demographics for streaming platforms. Deli Boys didn’t treat that as a niche. It built toward it as a foundation.
'The Boys' crosses the billion-minute threshold for the first time in its final season.
Zelle foi criado por bancos nos EUA Getty Images Em meio às críticas do governo de Donald Trump ao Pix, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sugeriu na quarta-feira (3) que o Brasil pode "ir para a mesa de negociação" ao mencionar o uso do Zelle, que ele chamou "o Pix americano". Ao canal TMC News, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro disse que os "EUA têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como por exemplo o Zelle". "Então dá pra você ir para uma mesa de negociação com os americanos com bons argumentos", seguiu o ex-deputado cassado que vive nos EUA há mais de um ano fazendo articulações políticas que buscam favorecer o campo bolsonarista. Governo Trump diz que PIX prejudica competição de empresas americanas A declaração de Eduardo foi dada em meio à pressão americana sobre o Pix, que foi um dos alvos do documento em que governo Trump propõe uma nova taxação de 25% sobre produtos brasileiros. "O Brasil tem prejudicado injustamente as empresas americanas que atuam em serviços concorrentes de pagamento eletrônico, inclusive por meio de políticas que favorecem seu campeão nacional, o Pix", afirma o documento da investigação comercial iniciada contra o Brasil em julho do ano passado. O governo americano acusou o Banco Central brasileiro de exercer papel duplo no Pix — "como regulador e proprietário/operador" do Pix — criando um "conflito de interesses, na ausência de salvaguardas processuais adequadas". As críticas americanas seguem citando a exigência do uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas e a de que o sistema de pagamentos seja exibido na tela principal do aplicativo dos bancos no Brasil. Em pré-campanha à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem usando o argumento de que os Estados Unidos e a família Bolsonaro seriam contra o Pix. Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueredo com Donald Trump Divulgação O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por sua vez, tem citado que o Pix foi lançado em 2020, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) — apesar de o projeto ter sido iniciado ainda no governo Michel Temer (MDB), em 2018. As declarações de Eduardo Bolsonaro já repercutiram no campo governista, com o deputados do PT acusando os filhos do ex-presidente de agir contra o Brasil. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) os chamou de "entreguistas": "Eduardo Bolsonaro confessa que quer entregar nosso Pix público e gratuito, operado pelo nosso Banco Central, aos americanos. Nós não vamos permitir". Já a ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR), disse que Eduardo "quer trocar o nosso Pix pelo sistema americano chamado Zelle, como ponto de negociação pra retirar a taxação americana, que eles ajudaram articular". Pix foi lançado em 2020 e entrou na mira de uma investigação do governo americano Getty Images via BBC O que é o Zelle e como se compara ao Pix Diferentemente do Pix — um sistema de pagamentos público, criado e operado pelo Banco Central brasileiro —, o Zelle é um sistema privado de pagamentos e transferências, operado por bancos americanos. O serviço é operado desde 2017 pela Early Warning Services, empresa que é copropriedade de sete dos maiores bancos americanos: Bank of America, Capital One, JPMorgan Chase, PNC Bank, Truist, U.S. Bank e Wells Fargo. Segundo a empresa, o Zelle está disponível em mais de 2,4 mil aplicativos bancários no país. Ou seja, depende de cada banco a decisão de usar ou não. Já no Brasil, a participação no Pix é obrigatória para todas as instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central com mais de 500 mil contas ativas. O serviço americano anunciou que alcançou 151 milhões de usuários cadastrados em 2024, entre consumidores e pequenos negócios, fazendo mais de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5 trilhões) em transferências naquele ano. O Pix, por sua vez, é usado por mais de 170 milhões de pessoas físicas no Brasil, ou 80% da população do país, movimentando R$ 35,4 trilhões em transferências somente em 2025. A CBS News, parceira da BBC nos Estados Unidos, classifica o Zelle como uma "resposta da indústria bancária ao crescente sucesso de serviços de pagamento entre pessoas, como PayPal", uma plataforma global de pagamentos online separada dos bancos. Uma limitação de serviços como PayPal, Venmo e Cash App é que os usuários precisam usar o mesmo serviço para transferir dinheiro. Já com o Zelle, qualquer pessoa com uma conta bancária em uma instituição financeira participante pode enviar dinheiro. Assim como o Pix, o serviço americano permite que um cliente bancário envie recursos rapidamente para outra pessoa usando apenas seu endereço de e-mail ou número de telefone. No Brasil, os clientes podem usar ainda o CPF ou uma "chave aleatória" para as transferências. De acordo com a Early Warning Services, o dinheiro é depositado diretamente na conta bancária "em poucos minutos". Já o Pix é um serviços instantâneo, que realizar pagamentos em segundos, estando disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive em fins de semana e feriados. O Bank of America ressalta também em seu site que, "em algumas situações, a instituição financeira do destinatário pode causar um atraso no processamento da transferência" via Zelle. Ainda segundo a Early Warning Services, "normalmente não há tarifas para consumidores enviarem ou receberem dinheiro por meio do Zelle", mas essa não é uma regra. É possível que bancos cobrem taxas para transações, por isso é preciso verificar com as instituições financeiras. No Brasil, o Pix é gratuito para pessoas físicas, microempreendedores individuais (MEIs) e empresários individuais, e cobra taxas baixas de pessoas jurídicas, que variam de 0,89% a 1,45% por transação, dependendo do banco, do volume de recebimentos e do canal utilizado. Os limites de envio e recebimento de dinheiro pelo Zelle são definidos por cada banco ou cooperativa de crédito participante. No Pix, os limites para pessoas físicas são definido pelas instituições financeiras, com base no perfil de risco e de comportamento do usuário. Em um artigo publicado em 2025 em que elogiou o Pix, o economista americano Paul Krugman, vencedor do prêmio Nobel, disse que "o Pix é uma espécie de versão pública do Zelle". "Mas o Pix é muito mais fácil de usar. E, embora o Zelle seja grande, o Pix se tornou simplesmente enorme, sendo usado por 93% dos adultos brasileiros. Parece estar rapidamente substituindo dinheiro em espécie e cartões", escreveu Krugman. Após a citação do Pix no relatório produzido pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) nesta semana, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) defendeu o meio de pagamento e disse que a conclusão da investigação dos EUA decorre de "informações incompletas" acerca dos objetivos e funcionamento do sistema financeiro. "O Pix é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica. Trata-se de um modelo aberto e não discriminatório, com participação de bancos, fintechs, instituições financeiras nacionais e estrangeiras", afirmou a entidade. A Febraban pontuou ainda que "não há qualquer restrição à entrada de novos participantes, de qualquer porte ou segmento da indústria financeira, desde que operem no mercado nacional". Post do governo federal de julho de 2025: gestão Lula tem procurado usar episódios para tentar melhorar imagem Governo Federal Por que PIX incomoda tanto o governo Trump? A menção ao Pix no relatório publicado pelo USTR nesta semana não foi o primeiro ataque dos EUA ao sistema de pagamentos. O Pix foi mencionado em outro relatório do USTR de 31 de março em que os EUA listam o que consideram barreiras comerciais de mais de 60 países contra empresas americanas. Na ocasião, o governo brasileiro reagiu e o presidente Lula afirmou que "o Pix é do Brasil". No relatório de março do ano passado, no entanto, o sistema de pagamentos não foi mencionado diretamente, ao contrário do que aconteceu no deste ano. Uma fonte ouvida pela BBC News Brasil que tem proximidade com as negociações entre Brasil e EUA comenta que uma das hipóteses para o endurecimento no tom agora foi o desfecho de uma reunião recente da Organização Mundial do Comércio (OMC) em que o Brasil bloqueou uma proposta dos EUA e outros países para estender a moratória de tarifas aduaneiras sobre transmissões eletrônicas, que inclui serviços digitais como streamings, softwares e jogos. Há ainda a grande derrota que o tarifaço de Trump sofreu no judiciário americano em fevereiro deste ano, quando a Suprema Corte considerou que o instrumento que vinha sendo usado para embasar as medidas (a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, ou IEEPA, na sigla em inglês), na verdade não autorizava o governo americano a instituir as tarifas. Em um artigo de março deste ano, duas analistas do centro de pesquisas americano Brookings Institute pontuaram que, diante desse revés, a Seção 301, usada na investigação contra o Brasil, poderia entrar no cardápio do governo americano como opção para voltar a taxar seus parceiros comerciais. Do lado do setor financeiro, a jurista Camila Villard Duran chama atenção para a expansão do Pix no Brasil, "que altera diretamente o equilíbrio competitivo para empresas americanas, como Visa e Mastercard", mas especialmente para o fenômeno mais amplo no qual ele está inserido, de transformação estrutural e reorganização da ordem monetária e financeira internacional. "O Pix já não é apenas um sistema de pagamentos eficiente. Ele representa um modelo de infraestrutura pública, que reduz a dependência de redes privadas estrangeiras e concentra, no âmbito doméstico, o controle jurisdicional sobre dados e fluxos financeiros", destaca Duran. A professora aponta que, no relatório do USTR, os EUA fazem críticas semelhantes às feitas ao Brasil a países como Índia, Tailândia e Paquistão, "onde políticas públicas nacionais promovem sistemas domésticos de pagamento, impõem requisitos de localização de dados ou criam barreiras regulatórias à atuação de empresas estrangeiras". "Em todos esses casos, o argumento dos EUA é semelhante: tais medidas seriam discriminatórias e restringiriam o acesso de empresas americanas a mercados nacionais", completa. Da economia à política Diante desse panorama, Duran avalia que a pressão sobre o Pix e sobre sistemas de pagamentos de outros países também está ligada a uma questão ainda mais ampla, de soberania. O que está em jogo, diz ela, já não é apenas a concorrência entre empresas, "mas o controle sobre infraestruturas consideradas como críticas". "Nas minhas pesquisas, tanto sobre a criação do euro digital como sobre os projetos de plataformas alternativas para transações financeiras transfronteiriças, noto que a ideia de 'soberania monetária' está se deslocando muito rapidamente da autonomia da política monetária para o controle jurisdicional sobre as infraestruturas de pagamento e dos dados monetários que elas geram", afirma Duran. "A moeda, na economia digital, torna-se cada vez mais informação e, nesse contexto, o controle jurisdicional sobre esses dados passa a ser um elemento central do poder monetário estatal." Com informações de Vitor Tavares, Thais Carrança, Daniel Gallas e Camilla Veras Motta, da BBC News Brasil em São Paulo e em Londres.
He-Man is forging a new legend.
Netflix’s stock has dropped 24% since its last earnings report, with investors worried that competitive pressures may be weighing on growth.
In April, five streaming subscribers filed a federal lawsuit seeking to block Paramount Skydance’s $111 billion deal to swallow up Warner Bros. Discovery on antitrust grounds. Paramount on Thursday (June 3) filed a motion with the court seeking to have the case dismissed, arguing that the plaintiffs’ allegations that the merger violates antitrust laws “do […]
[Daba Finance] Canal+ rose in its Johannesburg Stock Exchange debut after the French media group completed its acquisition of MultiChoice, giving South African investors exposure to the enlarged pay-TV and streaming company.
48 teams... one goal.
The surprise-released album was quickly taken off streaming, leaving fans of the country-and-western singer wondering what happened behind the scenes
Depois de Anavitória e Lagum, Festa Junina de Votorantim segue com show da Gloria Groove O palco da Festa Junina de Votorantim (SP) abriu a sua terceira semana de programação com uma mistura de ritmos que atraiu um público romântico e intenso na Praça de Eventos "Lecy de Campos". Os repertórios do duo Anavitória e da banda Lagum contemplam várias fases da vida e atingem no peito pessoas de diferentes idades. Conhecida como a maior Festa Junina do estado de São Paulo, o evento centenário é organizado pela Viva+ Entretenimento em parceria com o Fundo Social de Solidariedade de Votorantim, com apoio da Prefeitura de Votorantim e promoção da TV TEM. A estrutura conta com o lema "Resgatando Tradições", mas também traz muitos artistas inéditos, como os que marcaram as apresentações desta quarta-feira (3). 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Quem abriu a noite foi Anavitória, que subiu ao palco às 21h02. Foi a primeira vez delas na região de Sorocaba, o que gerou muita expectativa e mobilizou fãs que não acreditavam que elas viriam "nem com reza braba", incluindo pessoas que aguardavam a oportunidade de ir ao show delas há mais de 10 anos, desde que começaram a carreira. Às vésperas de iniciar a tradicional “Turnê dos Namorados”, o duo emocionou os apaixonados. Elas abriram a apresentação com a música “Tenta Acreditar”, emendando com “Minto Pra Quem Perguntar” e “Doce futuro”, canção marcada pelo verso: “Eu quero amar quem eu quiser, quero amar quem eu quiser amar. Quero amar quem eu puder, eu quero amar quem eu puder amar”. Durante o show, elas embalaram o público com “Te amar é massa demais”, “Ter o Coração no Chão”, "Explodir" e hits que arrastaram coro, como ”Porque Eu Te Amo” e “Trevo”. A performance contou ainda com a música "No escuro", tocada pela primeira vez com a banda. O encerramento ocorreu às 22h35 com a música “Quero contar para São Paulo”. Duo Anavitória se apresentou na Festa Junina de Votorantim (SP) Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Às 23h30, a banda Lagum assumiu o palco com a faixa “Bem Melhor”. Embora já tenham tocado na região de Sorocaba em outras oportunidades, esta foi a primeira apresentação do grupo em Votorantim e principalmente, a estreia em uma festa junina. Como não possuíam músicas "juninas" na discografia, os músicos prepararam uma setlist mista entre seus discos, com os sucessos que amam tocar. A escolha funcionou, embalando o público com “Hoje Eu Quero Me Perder”, “Reggae Bom”, “É seu”, “Deixa”, ”Oi”, “Melhor Sozinho” e o feat “o universo de coisas que eu desconheço”, gravado com Anavitória. Banda Lagum se apresentou na Festa Junina de Votorantim (SP) Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Histórias de superação com trilha sonora Duo Anavitória se apresentou na Festa Junina de Votorantim (SP) Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Antes das músicas dos artistas ecoarem pelo recinto, as histórias de quem esperava na grade já traduziam o sentimento da noite. O estudante Raul Lorenzo Guarnieri, de 15 anos, compartilhou a importância das cantoras Ana Caetano e Vitória Falcão em sua vida. “Eu sempre fui apaixonado por Anavitória. Quando eu era pequeno, ouvia com a minha mãe, minhas tias, mas quando virei adolescente comecei a ouvir mais. Elas me ajudaram e me fizeram superar tanta coisa que eu passei! Todos os álbuns delas sempre tem uma parte de mim! Na Pandemia foi devastador, porque eu ficava longe dos meus amigos, de todo mundo. A Pandemia foi isso, uma coisa triste e avassaladora. Mas quando passei a ouvir as músicas, eu pensei: 'Caraca, sinto elas aqui comigo.' Para mim isso é algo inexplicável." Amiga de Raul, Bianca Lilith, também de 15 anos, detalhou como as canções se transformaram em trilha para sua rotina. “Eu tenho umas sete playlists delas, separadas para cada coisa. Tem música delas que me inspira a pintar, estudar, sofrer, relaxar… Parece que elas me viram passar por algumas situações e escreveram a letra para mim. Tiveram amizades que eu perdi e consegui encontrar consolo nos álbuns delas, gente que eu fiquei com raiva e consegui superar, é muita coincidência da mesma situação!” Raul Lorenzo Guarnieri junto das amigas e também fãs da dupla Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal A conexão com as letras também une as irmãs Gabriela Rubinato (19) e Isabela Rubinato (16), que relataram assistir ao filme Ana e Vitória pelo menos três vezes por mês. Colada com a grade, Letícia da Silva, de 26 anos, veio de Salto e fez questão de chegar às 12h para garantir o melhor lugar, movida por uma memória afetiva profunda. “Eu acompanho Anavitória desde 2017, quando minha irmãzinha nasceu. Elas me marcaram muito, porque minha irmã só se acalmava com as músicas delas. A Isabela nasceu surda, então só conseguia sentir as batidas das músicas. Viver isso me marcou tanto que virou um conforto e eu sigo elas desde então. Hoje minha irmã tem 9 anos e escuta, porque fez um implante. Ela também virou fã, por causa de mim. Um dia ela vem ao show comigo!” Letícia da Silva fez questão de chegar às 12h para garantir o melhor lugar e conseguiu assistir ao show 'colada' na grade Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal A admiração mútua entre os grupos de fãs ficou evidente no relato de Audria Soares (32), que veio dirigindo de Cotia e celebrou o encontro. “Lagum é maravilhoso, Anavitória também! Essa noite juntou todos eles e eu tive a sorte de estar aqui, no show da minha banda favorita e do meu duo favorito.” Audria, Pamela e amigos que fizeram durante shows de Anavitória e Lagum na Festa Junina de Votorantim (SP) Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Audria compartilhou que, mesmo quando vai desacompanhada, nunca fica solitária em um show das meninas do Tocantins ou dos meninos de Minas Gerais. “A gente nunca está sozinho. Sempre conversamos com outros fãs e fazemos amizade primeiro, é uma família super top. Além dos artistas serem incríveis, os fãs também são! Não tem como ser fã de Lagum sem ser fã de Anavitória e não tem como ser fã de Anavitória sem ser fã de Lagum.” Pamela Silva, de 31 anos, de Capão Bonito, resumiu o sentimento de ouvir o grupo diariamente desde 2019: “Lagum é algo que me dá forças para viver!” Banda Lagum se apresentou na Festa Junina de Votorantim (SP) Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Teve até quem veio de Belo Horizonte (MG) especialmente para a ocasião. Rafaela Campos, de 23 anos, administradora do fã-clube @ninhosquad, contou como virou fã em 2016 com a música “Agora Eu Quero Ir”, trilha sonora da novela Malhação: Pro Dia Nascer Feliz. Em Votorantim, ela atingiu a marca de seu 77° show do duo. “Já decorei todo o repertório e consegui conhecer as meninas várias vezes, mas cada show é diferente, então estou muito animada para este! Hoje também vou curtir meus conterrâneos, Lagum.” A noite também foi de comemoração para Júlia Martini, que celebrou seu aniversário de 21 anos ao lado da namorada, Natália Oliveira, de 24 anos, que a presenteou com o ingresso. Para o casal, as faixas “Lisboa” e “Cor de Marte” são as trilhas oficiais do relacionamento. “Eu fiquei louca quando vi que elas viriam”, conta Júlia. "Quando vimos que seria justo no dia do aniversário dela, soubemos que não dava para perder!”, emendou Natália. A felicidade das jovens também se deu pela representatividade do show, pois as cantoras encaram os relacionamentos com fluidez, focando principalmente na música e na liberdade de amar quem quer que seja. As jovens destacaram ainda o papel da representatividade no evento: “No Mês Orgulho, o público foi reconhecido. Para nós, significa muito”, concluíram. Júlia Martini, celebrou seu aniversário de 21 anos ao lado da namorada, Natália Oliveira, de 24 anos, que a presenteou com o ingresso Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Planos e bastidores Há um ano, no dia 27 de Maio de 2025, a banda Lagum lançou o álbum “As Cores, As Curvas e as Dores do Mundo”. Coincidentemente, há uma semana, no dia 27 de maio de 2026, a música "Seu e Só" chegava às plataformas de streaming. Ao serem questionados pelo g1 se possuíam alguma história ou marco com a data, o vocalista Pedro Calais contou que foi uma coincidência "muito legal". "As pessoas já estavam perguntando se teria alguma comemoração ao aniversário do álbum, então nada melhor que uma música nova. Mas também tem o lance de 2026, ano em que estamos. Para os nossos fãs, é um ano de celebração, então eles já estão querendo saber o que vem por aí.” Essa expectativa se deve porque em maio, a banda Lagum completou uma década. Desde 2016, já foram gravados cinco álbuns de estúdio. “No nosso primeiro álbum tem uma música chamada ‘2026’, em que fazemos planos para o futuro. Então quem nos acompanha desde essa época, quer saber o que vai acontecer. E a última música que lançamos, dá início a muita coisa que idealizamos, é o primeiro passo da celebração de 2026. Está para sair uma Live Session nossa em um lugar super inusitado, que é o bondinho do Rio de Janeiro. Então estamos planejando vários lançamentos de singles e outras gravações tocando ao vivo também.” completa Pedro. O trecho “Penso em não pensar e daí já pensei. Faço planos pra Agosto de 2026” é instigante para os fãs do grupo, que durante o show seguravam cartazes procurando por pistas do que poderiam esperar. O grupo foi generoso e deu um spoiler, interagindo com a plateia e pedindo que o ajudassem com a letra, ao cantar “Seu e Só” pela primeira vez em um show. Durante a apresentação, Pedro Calais brincou com o ambiente junino e pediu uma “canjiquinha” no palco. Mas logo após terminar uma das canções, ele se corrigiu no microfone: “acabei de perceber enquanto eu cantava essa música, que eu cometi uma gafe. ‘Canjiquinha’ é doce e ‘canjica’ é salgada. Eu quero a salgada!” O prato típico foi entregue ao vocalista, que provou no palco e deu nota 10 para a culinária do evento. Claro que os fãs mais ousados quiseram provar também. Pedro entregou a cumbuca à plateia, que não deixou um bocado sequer. O show seguiu até às 00h50, encerrando a noite com “Ninguém me Ensinou”, hit que discute a “pressa de existir”, citando fazer vinte e tantos planos a serem realizados antes dos 30 anos. A letra é digna de um público destemido: Não tenho medo de errar, só medo de desistir”, e a energia de Votorantim na noite de ontem,provou estar à altura. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM