"STADE" · 총 134건
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L’équipe de France masculine de rugby à 7 a remporté la troisième et dernière étape du championnat du monde, en dominant les Néo-Zélandais (14-5), ce dimanche au Stade Atlantique.
On ignore à ce stade si des victimes sont à déplorer.
Ram Chandra, funcionário ferroviário, afirma que o calor deste verão é o pior que enfrentou em anos de trabalho. Ankit Srinivas via BBC Às 6h, o sol sobre o distrito de Banda parecia ter esquecido que o meio-dia ainda não havia chegado. A luz tinha o brilho intenso de uma tarde de verão. As sombras já encurtavam antes do café da manhã. Em maio, esse distrito poeirento do estado indiano de Uttar Pradesh passou dias no topo de um ranking nacional nada invejável: o lugar mais quente do país. As temperaturas ficaram entre 47ºC e 48ºC por mais de uma semana, algo extraordinário até mesmo para os padrões locais. O que chamou atenção, porém, foi a forma como as pessoas se adaptaram. Os mais de 2 milhões de habitantes de Banda, que dependem da agricultura, da construção, do transporte e de outros trabalhos ao ar livre, não tinham alternativa senão suportar o calor. Então, reorganizaram a vida em torno disso. A 30 quilômetros do centro do distrito, o mercado de hortaliças de Atarra fechava as portas antes que a maioria das cidades sequer despertasse por completo. Os agricultores chegavam ao amanhecer com tomates, abóboras, pimentas, limões e melões. Queriam vender rápido e voltar para casa antes que o calor se intensificasse. "Olhem o sol", disse Himanshu, comerciante em pé ao lado das caixas de tomates. "São apenas 6h15, mas parece que são 8h ou 9h." O calor encurtava a vida útil dos produtos tanto quanto encurtava o expediente do mercado. "Uma caixa de tomates precisa ser vendida hoje ou amanhã. Com esse clima, eles não duram." Onde antes a movimentação se estendia até o fim da manhã, agora começava a esvaziar às 8h. Às 10h, o mercado estava quase deserto. Banda, lar de mais de 2 milhões de pessoas, fica perto do Trópico de Câncer. Ankit Srinivas via BBC O mesmo horário reduzido rege quase tudo em Banda. Entre o céu incandescente e o solo escaldante, as pessoas fazem o que o jornalista polonês Ryszard Kapuściński observou certa vez em outra paisagem ardente da África: dedicar a energia à busca por "sombra e brisa". Pappu Verma é pedreiro e agora trabalha das 7h ao meio-dia e depois das 16h às 19h. As quatro horas no meio do dia são para esperar o pior do calor passar. "Ainda assim você tem que cumprir oito horas", afirma. "Trabalhe sem parar no sol ou pare e recomece, o pagamento é o mesmo." O descanso o livra de dores de cabeça e tontura provocadas pelo calor, mas estica o dia dele para 12 ou 13 horas. Se não fizesse assim, comenta dando de ombros, 'o que eu ganho seria gasto com remédio". Círculo vicioso Em um dia da semana passada, por volta das 14h, quando a temperatura em Banda chegou a 46ºC, três trabalhadoras se abrigaram embaixo de um caminhão-pipa em uma rodovia sobre a ponte do rio Ken para almoçar à sombra do chassi do veículo. Uma delas, Shanti Devi, caminha seis quilômetros até o trabalho todas as manhãs e mais seis na volta. O almoço dela era pão com cebola, sal e picles. "Se a gente levar legumes, estragam antes do meio-dia", explicou. Em seguida, soltou uma frase que poderia ser o lema da onda de calor de Banda. "Os pobres não podem se dar ao luxo de se preocupar com o calor." Shanti Devi (à esq.) e suas colegas de trabalho se abrigaram embaixo de um caminhão-pipa na ponte de uma rodovia sobre o rio Ken. Ankit Srinivas via BBC O abrigo delas sobre o Ken era apropriado. O rio está no coração da luta de Banda contra o calor. Pesquisadores afirmam que a extração de areia e o esgotamento das águas subterrâneas enfraqueceram a capacidade do rio de refrescar a paisagem ao redor, criando um círculo vicioso no qual a escassez de água e as temperaturas extremas se reforçam mutuamente. Os efeitos econômicos do calor são visíveis por toda parte. Os motoristas de tuk-tuk elétrico enfrentam tardes sem passageiros. Os comerciantes abrem antes do nascer do sol e fecham entre o meio-dia e as 16h. O número de clientes caiu pela metade. Vilarejos inteiros se refugiam em casa nas horas mais intensas, e só voltam a sair à noite. Os celulares vibram repetidamente com alertas do governo sobre uma forte onda de calor. "Fique alerta, seja cauteloso", advertem as mensagens. Os hospitais locais recebem um fluxo constante de pacientes vítimas do calor. "Desde que a temperatura se intensificou, recebemos entre 15 e 20 casos por dia, em sua maioria crianças e idosos", afirma K. Kumar, superintendente médico-chefe do Hospital Distrital da Mulher. "Os sintomas mais comuns são diarreia, vômito e febre." Yash, de 6 anos, passou dois dias internado depois de adoecer durante a onda de calor que atingiu Banda. Ankit Srinivas via BBC Calor úmido Essa experiência difícil em Banda é a expressão local de uma tendência mais ampla. Em toda a Índia, o calor vem chegando cada vez mais não apenas em forma de altas temperaturas, mas também como uma combinação de calor e umidade que pressiona ainda mais o corpo humano. Pesquisadores do clima consideram a planície indo-gangética — que se estende por boa parte do norte da Índia e inclui Uttar Pradesh — um dos pontos críticos emergentes do mundo para esse tipo de calor perigoso que combina temperatura alta e umidade. A densidade populacional, a umidade abundante e o grande número de trabalhadores ao ar livre se combinam para criar condições em que até o trabalho rotineiro pode ser arriscado. Uttar Pradesh é especialmente vulnerável devido à enorme população exposta às condições climáticas adversas, à dependência do trabalho ao ar livre e ao acesso limitado a sistemas de refrigeração para milhões de domicílios, segundo o centro de estudos Climate Trends. Cientistas dizem que as escolhas geográficas e de desenvolvimento da região se combinaram para piorar o quadro. A extração de areia e o esgotamento das águas subterrâneas enfraqueceram a capacidade do rio Ken de refrescar a paisagem ao redor. Ankit Srinivas via BBC Banda fica perto do Trópico de Câncer, latitude associada a alguns dos verões mais intensos do mundo. Os rios correm em níveis baixos e expõem leitos de areia, pedra e cascalho, que absorvem e irradiam calor. O concreto substituiu a vegetação. A cobertura de árvores caiu muito abaixo dos níveis recomendados. Um estudo da Universidade de Agricultura e Tecnologia de Banda concluiu que quase um sexto da densa cobertura florestal do distrito desapareceu entre 1991 e 2022, em grande parte por causa da expansão da mineração e da agricultura. Juntos, esses fatores tornaram Banda cada vez mais vulnerável ao calor extremo. Segundo Dinesh Sah, meteorologista da universidade, o distrito já registrou temperaturas entre 48ºC e 49ºC. Em 2024, o termômetro chegou a 49ºC em dois dias consecutivos. Mas o que tornou o episódio deste verão incomum foi sua persistência. "Por oito ou nove dias, as temperaturas de 47ºC a 48ºC se mantiveram sem interrupção", destaca o especialista. "Essa é a novidade." Prem Singh, agricultor da região, afirma que a onda anual de calor extremo não é nenhuma novidade e é essencial para as plantações. O que o preocupa é a intensidade crescente. Ele culpa a diminuição da cobertura de árvores, a mineração em larga escala, o aumento do uso de combustíveis fósseis e o uso crescente do ar-condicionado. "Isso tornou a vida mais difícil para os pobres, enquanto os ricos não foram tão afetados." O calor persiste muito depois do pôr do sol. "Parece que as manhãs e as noites não existem mais", afirma Sah. Às 7h ou 8h da manhã, já parece que é tarde. As temperaturas durante a noite ficam em torno de 30ºC. O resultado é uma população que nunca se refresca por completo. "Não sei se conseguirei suportar isso" No vilarejo de Achharaund, a 20 km da cidade de Banda, a luta não é tanto contra a temperatura, mas contra a falta de água. Um único poço fornece grande parte da água potável do vilarejo. Todos os dias, as mulheres formam fila com baldes sob um céu em chamas. Kranti Vishwakarma, de 18 anos, passa quatro ou cinco horas em busca de água para casa. Quando há cortes de energia à tarde, o alívio vem da sombra de uma árvore de nim. "Não temos geladeira nem ar-condicionado", relata. "Para nós, as árvores de nim fazem esse papel." Perto dali, uma senhora de 80 anos, chamada Chunubadi, estava sentada ao lado de um ventilador de mesa improvisado remendado com cordas. Funcionava com dificuldade, soprando ar seco e quente. "O suor seca", observa, enquanto vê as pás girarem, "mas, para um corpo velho, essas rajadas de calor são difíceis de suportar." Em seguida, faz uma reflexão mais sombria. "Nos meus 80 anos, nunca vi um calor como este. As pessoas mais velhas morrem em situações de frio ou calor extremos. Não sei se conseguirei suportar isso." Pelo vilarejo, os animais se viravam à sua maneira. Por volta do meio-dia, dezenas de búfalos estavam parados em um açude. Alguns pastores esperavam que eles saíssem da água. Ali conhecemos Rameshwar Yadav, de 60 anos, antigo professor de escola particular que hoje vive da criação de búfalos. Curiosamente, estava com roupas pesadas, mais adequadas para o inverno do que para um dia de verão a 46ºC, e tinha um xale enrolado na cabeça. "Usamos roupa grossa porque ela não deixa o calor do sol chegar ao corpo", explica. "O tecido grosso nos protege do sol e dos ventos quentes. Sim, faz suar, mas também evita que a gente adoeça." Como todos os outros moradores em Banda, Yadav se adaptou. Mas adaptação e alívio não são a mesma coisa. Uma mudança no tempo vinda do oeste finalmente trouxe tempestades de poeira e chuva. As temperaturas caíram entre 8 e 9 graus. O distrito voltou a respirar. Mas o alívio foi temporário. As rotinas que os moradores de Banda desenvolveram — começar a trabalhar antes do amanhecer, recolher-se em casa ao meio-dia, buscar sombra onde for possível — estão deixando de ser adaptações para se tornar uma necessidade. Risco de morte Um estudo de Piyush Narang e Ashok Gadgil, da Universidade da Califórnia em Berkeley, estima que Uttar Pradesh pode registrar mais de 8 mil mortes adicionais durante uma onda de calor intensa de cinco dias — mais do que muitos outros estados da Índia. O impacto recai de forma desproporcional sobre idosos, trabalhadores expostos ao calor ao ar livre e famílias sem acesso confiável à refrigeração. Os moradores de Banda, porém, parecem menos alarmados do que muitos cientistas do clima. Eles convivem com o calor há gerações. O que preocupa os pesquisadores não é o fato de o distrito ser quente, mas de estar ficando cada vez mais quente, por períodos mais longos, em uma paisagem que perde as árvores e a água que antes ajudavam a manter as temperaturas sob controle. As trabalhadoras que haviam se abrigado sob um caminhão-pipa na estrada pareciam ignorar o perigo. "Estamos acostumadas", disseram.
Nuvem enorme avança sobre Porto Alegre antes de temporal Giúlia Valduga/Arquivo pessoal A chuva retorna ao Rio Grande do Sul neste domingo (7) e ganha força na segunda-feira (8). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um alerta amarelo, de perigo potencial, para tempestades, com previsão de ventos intensos e queda de granizo em diversas regiões do estado. Na segunda-feira, a formação de uma área de baixa pressão e um processo de ciclogênese provocam chuva generalizada. Segundo a Climatempo Meteorologia, os temporais se concentram inicialmente no Oeste, Sudoeste, Sul, Campanha, Costa Doce, Vales, Centro-Sul e Litoral gaúcho. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp 🔎 Ciclogênese é o processo que cria um novo sistema de baixa pressão, ou ciclone, ou intensifica um sistema preexistente. Cidades como Porto Alegre, Santa Maria, Pelotas e Uruguaiana têm risco de chuva forte. O aviso do Inmet, válido das 3h às 23h59 de segunda-feira, prevê acumulados de até 50 milímetros por dia e rajadas de vento entre 40 e 60 km/h. Há baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações e alagamentos. Agora no g1 Antes disso, neste domingo, as pancadas começam pelo Sudoeste, Sul e interior, e avançam para a região Central e pontos do Norte entre a tarde e a noite. As temperaturas no estado variam entre 9°C e 26°C. No Litoral Norte, a previsão é de chuva fraca e passageira. A instabilidade continua na terça-feira (9), com muitas nuvens e temperaturas mais baixas, especialmente na metade Norte, Serra e Vales. Durante a noite, o tempo começa a firmar, o que deve provocar queda drástica de temperatura e geadas isoladas nos pontos mais altos da Serra Gaúcha no amanhecer de quarta-feira (10). ⚠️Em caso de rajadas de vento, o Inmet orienta que a população não se abrigue debaixo de árvores e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. O uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada deve ser evitado. Informações adicionais podem ser obtidas com a Defesa Civil (199) e o Corpo de Bombeiros (193). VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Primeiro fim de semana de junho promete ser gelado Após um "feriadão" ensolarado na maior parte do estado, o Paraná deve voltar a ter chuvas e registrar queda nas temperaturas ao longo desta segunda semana de junho. As informações são do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental (Simepar). Segundo o órgão, este domingo (7) - que amanheceu com temperaturas abaixo de 5ºC nos Campos Gerais e região central do estado - ainda deve ter o predomínio do sol em praticamente todas as regiões. No entanto, para o sul do Paraná há a possibilidade de pancadas de chuva isoladas e passageiras e, para o litoral, probabilidade de chuviscos ocasionais. Veja a previsão do tempo por região mais abaixo. ✅Siga o canal do g1 PR no WhatsApp "Durante a tarde, o sol deverá predominar na maior parte das regiões, contribuindo para a elevação das temperaturas, com máximas em torno de 25°C no Noroeste. Na metade sul do estado, porém, haverá variação de nuvens, com possibilidade de pancadas de chuva isoladas e passageiras. A partir da noite, a nebulosidade baixa volta a aumentar no Leste do Paraná, com possibilidade de chuviscos ocasionais entre a Serra do Mar e o Litoral", aponta o Simepar. Os meteorologistas explicam que na segunda-feira (8) o amanhecer será marcado por temperaturas baixas - entre 6°C e 7°C - e céu encoberto por nuvens baixas e nevoeiros, principalmente entre o Leste, Campos Gerais, Norte, Centro-Sul e Sudeste. "Porém, ainda pela manhã, essa nebulosidade se dissipa e o sol aparece, favorecendo a elevação das temperaturas. Já nas regiões Sudoeste, Oeste, Centro-Sul e Sudeste, há previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas, principalmente a partir da tarde. Não há riscos para o desenvolvimento de tempestades". Na terça-feira (9) as chuvas seguem ocorrendo de forma irregular sobre o estado, sem indicativos para a formação de temporais. Entre quarta (10) e quinta-feira (11), as instabilidades se tornam mais abrangentes e intensas, inclusive com potencial para o desenvolvimento de tempestades. "Na sexta-feira (12) as instabilidades enfraquecem temporariamente. Contudo, no fim de semana, a instabilidade volta a aumentar e a precipitação retoma ao estado. A partir de segunda-feira (15), o avanço de uma massa de ar polar favorece o retorno de tempo firme em todas as regiões paranaenses". Leia também: Geada: O que é e quais as condições necessárias para a formação do fenômeno? Ursinho de pelúcia recheado com drogas: Traficante é flagrada escondendo crack dentro de brinquedo Veja vídeo: Adulto filmado observando nove cães atacando criança sem intervir é o tutor dos animais, diz polícia 🥶Temperaturas no Paraná Guarapuava registrou a menor temperatura do estado e ainda tinha nevoeiros por volta das 9h30 deste domingo (7) RPC Guarapuava Na manhã deste domingo (7), o Simepar divulgou a lista das temperaturas mínimas registradas nas 62 estações meteorológicas que o próprio órgão e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém no Paraná. De acordo com o levantamento, pelo menos cinco cidades registraram temperaturas abaixo de 6ºC neste domingo (7). Veja: Guarapuava (região central): 4,8ºC Ponta Grossa (Campos Gerais): 4,9ºC General Carneiro (sul): 5,6ºC Pinhão (região central): 5,8ºC Telêmaco Borba (Campos Gerais): 5,9ºC Irati chegou a 7,1ºC e permanecia com muita névoa por volta das 9h30 deste domingo (7) RPC Guarapuava 📅Previsão do tempo para o Paraná Veja, abaixo, a previsão do tempo divulgada neste domingo (7) pelo Paraná: Domingo, 7 de junho Domingo, 7 de junho Reprodução/Simepar Segunda-feira, 8 de junho Segunda-feira, 8 de junho Reprodução/Simepar Terça-feira, 9 de junho Terça-feira, 9 de junho Reprodução/Simepar Quarta-feira, 10 de junho Quarta-feira, 10 de junho Reprodução/Simepar Quinta-feira, 11 de junho Quinta-feira, 11 de junho Reprodução/Simepar Sexta-feira, 12 de junho Sexta-feira, 12 de junho Reprodução/Simepar Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná
Quelque 2 000 personnes refusent que la police de l’immigration soit présente dans l’enceinte pendant les matchs.
DÉCRYPTAGE - Au terme d’un multiplex haletant, qui a notamment vu l’élimination de l’Union Bordeaux-Bègles, découvrez ce qui a retenu l’attention de la rédaction du Figaro.
The Canadian women’s rugby sevens team has advanced to the semifinals of the third and final leg of the world championship series. Canada beat Fiji 29-14 in a quarterfinal Saturday and meets New Zealand in Sunday’s semifinal. The final is later Sunday at Stade de Bordeaux. Australia faces the United States in the other semifinal. […]
Ce samedi 6 juin, pour acclamer Maja Chwalinska et Mirra Andreeva, le stade Roland-Garros était plein à craquer. Parmi les spectateurs, Brad Pitt et sa compagne, Ines de Ramon ne sont pas passés inaperçus.
Chuva em Manaus Gato Junior/Rede Amazônica O mês de junho marca o início da transição climática no Amazonas. Tradicionalmente, é o começo do período "menos chuvoso", que vai até outubro. Neste ano, porém, a previsão é de chuvas intercaladas e volumes um pouco levemente acima da média em algumas regiões, segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). De acordo com o órgão, as chuvas devem ficar entre 5 mm e 60 mm acima do esperado no sudoeste e centro-leste do estado. Em Manaus, a previsão é de pancadas rápidas e isoladas à tarde, com trovoadas e rajadas de vento. Especialistas explicam que, ao contrário de outras regiões do Brasil, o inverno amazônico é marcado pela alternância entre períodos de mais e menos chuva. Em 2026, o início da fase menos chuvosa não significa ausência de precipitação, mas sim dias secos intercalados com pancadas isoladas. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Calor e sensação de abafamento em Manaus 🌇 Em Manaus, o calor deve ser mais intenso. Mapas do CPTEC indicam temperaturas entre 1°C e 2°C acima da média para esta época do ano. A meteorologista Andrea Ramos explica que, por causa da umidade da floresta, o aumento da temperatura intensifica a sensação de abafamento. Até as noites devem permanecer quentes, especialmente em Manaus. Conforme a especialista, por causa desse mormaço e do ar pesado, os médicos alertam que é preciso beber bastante água para evitar complicações. LEIA TAMBÉM Cheia no Amazonas já dá sinais de fim e rios monitorados devem ficar abaixo da cota severa, diz SGB Enquanto Sul enfrenta frio, Norte inicia período mais quente do ano; entenda fenômeno Manaus deve continuar a registrar altas temperaturas até fim do ano g1 AM Impacto nos rios e 'repiquetes' As chuvas devem ficar entre 5 mm e 60 mm acima do esperado no sudoeste e centro-leste do estado. Em Manaus, a previsão é de pancadas rápidas e isoladas à tarde, com trovoadas e rajadas de vento. Esse volume de chuva deve trazer reflexos diretos no ciclo hidrológico do estado, conforme explica a meteorologista Andrea Mendes. "A presença de anomalias positivas de precipitação no sudoeste e centro-leste do Amazonas indica manutenção de aportes hídricos nas bacias. Esse padrão favorece estabilização ou elevação mais lenta da vazante, podendo inclusive atrasar seu início em trechos mais sensíveis. Em rios de grande porte como o Negro e o Solimões, há sim sinal para repiquetes pontuais, especialmente se ocorrerem episódios organizados de chuva persistente a montante" destaca a especialista. Influência dos oceanos 🌊 Segundo Andrea, o cenário atual é influenciado pelo aquecimento do Oceano Atlântico e pela chegada do El Niño. Instituições internacionais afirmam que o fenômeno deve se intensificar a partir de agosto. Geralmente, o El Niño traz muita seca e calorão para o Norte. Em junho, os efeitos ainda são graduais. Por isso, essas chuvas que estão caindo agora ajudam a dar uma segurada no nível dos rios por um tempo, mas não resolvem o problema. . Em junho, os efeitos ainda são graduais. Fim da 'tempestade perfeita': por que o agro já prevê dificuldades com El Niño e fertilizantes mais caros Ações de prevenção contra "Super El Niño": fenômeno pode gerar seca na região amazônica
Sa première journée s'achèvera par une veillée de prière près du stade Santiago Bernabéu du Real Madrid, où 400 000 personnes sont attendues.
PORTRAIT - À 23 ans, l’arrière international se révèle sous les couleurs toulousaines et pourrait bien être amené à jouer les premiers rôles dans les prochaines années.
O juiz distrital John McConnell afirmou que as restrições impostas a pedidos de asilo, permissões de trabalho e cidadania de cidadãos de 39 países eram ilegais. "Desde então, as pessoas destes países foram categoricamente impedidas de obter decisões definitivas relativas, entre outras, a seus pedidos de asilo, permissões de trabalho, cartão de residência permanente ou naturalização", ressaltou o juiz. Ele citou uma publicação da ex-secretária de Segurança Interna, Kristi Noem. Em dezembro, Noem afirmou no X ter recomendado ao presidente Donald Trump "uma proibição total de viagens para cada maldito país que inundou" os Estados Unidos "com assassinos, sanguessugas e viciados que acham que têm direito a tudo". A recomendação foi aplicada em caráter imediato, e os pedidos de cartões de residência, o famoso green card ou de naturalização ficaram suspensos para pessoas de 19 dos países mais pobres do mundo. Doze destas nações já enfrentavam uma proibição de entrada no território americano desde junho de 2025: Afeganistão Mianmar Chade República Democrática do Congo Guiné Equatorial Eritreia Haiti Irã Líbia Somália Sudão Iêmen A eles somavam-se outros sete (Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela), submetidos desde a mesma data a restrições na concessão de vistos. Vinte países foram posteriormente adicionados à lista em dezembro de 2025. Veja também Trump diz que órgão de inteligência dos EUA é 'grande demais' e pede demissões Trump 'rompe trégua com Lula' e causa 'tempestade' no Brasil: o que disse a imprensa internacional sobre tarifas Irã pede aos EUA liberação de US$ 24 bilhões congelados como 'teste de confiança', diz conselheiro de líder supremo a TV O juiz reprova, em particular, o Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS) por "justificar seus atos por preocupações de 'segurança nacional' que, na realidade, são pretextos para dissimular preconceitos anti-imigrantes". Trump transformou a luta contra a imigração irregular em uma prioridade absoluta, aludindo a uma "invasão" do país por parte de "criminosos vindos do exterior". Mas seu programa de deportações em massa foi frustrado ou freado por múltiplas decisões judiciais. EUA oficializam classificação de PCC e CV como organizações terroristas
75 cidades do Maranhão estão sob alerta de chuvas intensas e ventos de até 60 km/h neste fim de semana Maurício Araya/G1 O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo de chuvas intensas para São Luís e outros 74 municípios do Maranhão. O aviso, classificado como de perigo potencial, é válido até as 10h deste domingo (7) e abrange cidades das regiões Norte, Oeste e Leste do estado. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Segundo o Inmet, são esperadas chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 milímetros por dia, acompanhadas de ventos com velocidade entre 40 e 60 km/h. A previsão é de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade, com possibilidade de raios e rajadas ocasionais de vento. Apesar de o alerta ser o primeiro nível da escala do instituto, há risco de ocorrências associadas ao mau tempo. Entre os possíveis impactos estão alagamentos, queda de galhos de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica e descargas elétricas. A orientação é que a população redobre os cuidados, principalmente em áreas com histórico de alagamentos durante períodos de chuva intensa. Veja as orientações do Inmet Em caso de rajadas de vento, a recomendação é não se abrigar debaixo de árvores, devido ao risco de queda e de descargas elétricas. Também é aconselhável evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Durante as tempestades, o instituto orienta ainda que aparelhos eletrônicos ligados à tomada não sejam utilizados. Em situações de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo número 193. Municípios em alerta Água Doce do Maranhão Alcântara Amapá do Maranhão Anajatuba Apicum-Açu Araguanã Araioses Axixá Bacabeira Bacuri Bacurituba Barreirinhas Belágua Bequimão Boa Vista do Gurupi Cachoeira Grande Cajapió Cândido Mendes Carutapera Cedral Central do Maranhão Centro do Guilherme Centro Novo do Maranhão Cururupu Godofredo Viana Governador Nunes Freire Guimarães Humberto de Campos Icatu Itapecuru Mirim Junco do Maranhão Luís Domingues Maracaçumé Maranhãozinho Matinha Mirinzal Morros Nova Olinda do Maranhão Olinda Nova do Maranhão Paço do Lumiar Palmeirândia Paulino Neves Pedro do Rosário Peri Mirim Pinheiro Porto Rico do Maranhão Presidente Juscelino Presidente Médici Presidente Sarney Presidente Vargas Primeira Cruz Raposa Rosário Santa Helena Santa Luzia do Paruá Santana do Maranhão Santa Quitéria do Maranhão Santa Rita Santo Amaro do Maranhão São Benedito do Rio Preto São Bento São Bernardo São João Batista São João do Carú São José de Ribamar São Luís São Vicente Ferrer Serrano do Maranhão Turiaçu Turilândia Tutóia Urbano Santos Viana Zé Doca Agora no g1