UK Greens head Polanski calls to free convicted Palestinian terrorist Marwan Barghouti
"Free Marwan," read a shirt with the colors of the Palestinian flag worn by Polanski, the slogan referring to the former leader of the al-Aqsa Martyrs' Brigades.
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"Free Marwan," read a shirt with the colors of the Palestinian flag worn by Polanski, the slogan referring to the former leader of the al-Aqsa Martyrs' Brigades.
Riot police fired tear gas to disperse scores of protesters rallying on Monday against plans to build on part of a national park in Kenya’s capital. Officers moved in and arrested at least nine people, including former Chief Justice David Maraga, outside the main entrance of Nairobi National Park, Reuters reporters said. Protesters - who waved placards marked with “Nature is not vacant land” and other slogans - say the plans, including a parking area for more than 1,000 vehicles, will...
Niedersachsen wächst, zumindest werbetechnisch. Ein neuer Slogan, NBA-Star Dennis Schröder als Botschafter und ein Logo zum Mitpfeifen soll das Image des Bundeslandes aufpolieren. Kostenpunkt: Zehn Millionen Euro.
Zehn Millionen Euro, ein NBA-Star und ein neuer Slogan: Niedersachsen verabschiedet sich vom Understatement und startet eine großangelegte Standortkampagne. Kritik gibt es vor allem an den Kosten.
Landesregierungen geben viel Geld für Werbung aus. Niedersachsen zahlt für seinen neuen Slogan eine Million Euro je Buchstabe. Warum?
The hard-left four-time presidential candidate held his first campaign rally in Saint-Denis on Sunday.
"Ceux qui considèrent qu'ils appartiennent à la République ont le droit de le dire", a lancé l'élu, invité des "4 Vérités" le 8 juin, au lendemain du premier meeting de campagne de Jean-Luc Mélenchon, qui s'est tenu la veille, dans sa ville.
President Lee Jae Myung was set to hold a press conference Monday to unveil his administration's vision and policy goals for the second year of his presidency. The press conference at Cheong Wa Dae will be attended by around 160 journalists from local and foreign news outlets, according to Lee's office. The slogan for the event has been set as "The Irreplaceable Republic of Korea," reflecting the president's commitment to transform South Korea into a country that is indispensable to the world, i
Copa do Mundo 2026 será realizada em meio a um período turbulento nas relações diplomáticas entre Estados Unidos, México e Canadá AFP via Getty Images/BBC É como chegar para um jantar no exato momento em que os anfitriões estão em meio a uma acalorada discussão. Os torcedores que viajarem para a América do Norte, para acompanhar a Copa do Mundo 2026, irão encontrar três países-sede que passam por momentos de tensão. O torneio será disputado em 16 cidades espalhadas pelos Estados Unidos, México e Canadá, que enfrentam um período turbulento em suas relações diplomáticas. Os problemas atuais pareciam distantes quando os líderes dos três países se reuniram para o sorteio dos grupos da Copa do Mundo na capital americana, Washington DC, em dezembro. Eles chegaram a posar para uma selfie com o presidente da Fifa, Gianni Infantino. Mas manter a mesma coesão ao longo de um torneio que irá durar 39 dias, provavelmente, será bem diferente. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem destacando sem rodeios que o seu país é a potência dominante no continente. Isso fez com que viessem à tona as tensões bastante concretas existentes entre as três nações, em setores como o comércio, migração e tráfico de drogas, que entraram em ebulição desde que Trump voltou à Casa Branca, em janeiro de 2025. Por outro lado, se tudo der certo, a Copa poderá estabelecer laços mais fortes entre os três países. Tensões relativas ao comércio, ao turismo — e a Trump O México e o Canadá são os principais parceiros comerciais dos Estados Unidos. Mas eles não se esqueceram de que estavam entre os primeiros países a serem atingidos pelas tarifas de importação de Donald Trump. O Canadá já havia se indignado com os repetidos comentários do presidente americano sobre transformar o país no "51° Estado" americano e respondeu com suas próprias medidas contrárias. Províncias canadenses retiraram bebidas americanas das prateleiras e seus cidadãos reduziram consideravelmente suas viagens para o vizinho do sul, o que também acabou irritando os Estados Unidos. Os problemas com os Estados Unidos também prejudicaram as relações entre o Canadá e o México, indica o diretor de política internacional da Universidade de Calgary, no Canadá, Carlo Dade. O Canadá foi acusado de "trair" os mexicanos ainda antes do segundo mandato de Trump, quando autoridades americanas e canadenses acusaram o México de servir de porta de entrada para os investimentos chineses na América do Norte. "Foi um completo desrespeito", comenta Dade. O episódio levou o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, a também procurar remediar a situação com o México, enquanto tenta diversificar o comércio do país, se afastando dos Estados Unidos. Três é demais Esta é a primeira vez que a Copa do Mundo é realizada em três países. E, como o torneio de 2026 envolve um continente inteiro, existe um enorme número de autoridades envolvidas. Com os torcedores viajando entre as três nações para acompanhar as partidas, o reforço dos controles de imigração dos Estados Unidos pode criar dificuldades logísticas e inflamar os nervos já fragilizados das pessoas envolvidas. E os receios americanos com a segurança, amplificados pela guerra em andamento contra o Irã, poderão trazer ainda mais frustrações e criar o potencial de que incidentes aparentemente inócuos possam escalar de forma inesperada. Wesley é cortado da Seleção por lesão na perna esquerda; volante Éderson é convocado "Promover conjuntamente eventos esportivos globais não é necessariamente uma receita para um relacionamento agradável entre os países-sede", afirma Lindsay Sarah Krasnoff, escritora e professora de esporte global da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos. Krasnoff relembra que a Copa do Mundo Feminina de 2023, realizada na Austrália e na Nova Zelândia, teve resultados positivos. Mas o torneio masculino de 2002, no Japão e na Coreia do Sul, foi considerado um "saco de gatos" entre duas nações com um histórico longo e irregular. "O evento não prejudicou as relações bilaterais, mas é considerado historicamente como uma espécie de empate", explica a professora. A própria Fifa expressou grandes esperanças para este modelo. "É um momento em que três países e todo um continente afirmam em conjunto: 'Estamos unidos para receber o mundo e oferecer a maior, melhor e mais inclusiva Copa do Mundo da Fifa já realizada", afirmou a organização dirigente do futebol mundial. Tapando o sol com a peneira? Os líderes de cada uma das nações podem desejar fazer uso do torneio não só para mostrar que eles conseguem se dar bem com seus vizinhos, mas para desmentir os críticos sobre questões domésticas. Este, com certeza, é o caso do México, onde reina uma certa apreensão sobre a Copa do Mundo. Existem dúvidas sistemáticas sobre a capacidade do principal aeroporto da capital mexicana, seu saturado sistema de transporte público e o próprio Estádio Azteca, na Cidade do México, agora renovado. Isso sem falar na presença de membros de cartéis nas ruas, poucos meses atrás, em uma exibição de violência curta, mas generalizada. Agora, o principal sindicato dos professores promove uma greve nacional, reivindicando melhores condições de trabalho e aumento das aposentadorias. Protestos em massa ameaçam fechar as principais vias que levam aos jogos. Seu slogan é "sem solução [para suas exigências], a bola não rola". México e África do Sul abrem a Copa do Mundo 2026 no Estádio Azteca, na Cidade do México, no dia 11 de junho AFP via Getty Images/BBC Mas, apesar de todas as dificuldades, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, permanece resoluta e confiante. "Este é o momento de presenciar o melhor futebol do mundo e mostrar a todos quem somos", declarou ela no ano passado, "não só um país com imenso patrimônio cultural, mas de pessoas empoderadas." Seria errado tapar o sol com a peneira, encobrindo os problemas enfrentados pelo México durante a preparação para a Copa, defende o jornalista esportivo mexicano Rafael Puente. "Espero, realmente, que os torcedores mostrem paciência e bom comportamento, frente a alguns desses problemas que não podemos esconder", destaca ele. "Só o que podemos esperar é a animação, ilusão e expectativa que o povo mexicano demonstrou no passado, particularmente sobre a participação da seleção nacional." Os objetivos do trio além do torneio Analistas indicam que os três vizinhos da América do Norte poderão atingir outras conquistas, se conseguirem sucesso no esporte nas semanas que se aproximam. O trio está em meio a uma difícil revisão do histórico acordo norte-americano de livre comércio, conhecido como USMCA, na sigla em inglês. Esta revisão trouxe incertezas sobre a parceria comercial do continente, mantida, de alguma forma, desde 1994. O México já iniciou negociações formais com os Estados Unidos, o que deverá ser seguido pelo Canadá. Os canadenses buscam fortalecer seus laços comerciais com a China, enquanto o México aumentou suas tarifas de importação sobre o país asiático. Ambos se movimentam em direções diferentes em relação ao "aumento da importância da China como preocupação primária" no governo Trump, segundo Dade. Trump, Sheinbaum e Carney posaram para uma selfie com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, durante o sorteio dos grupos da Copa do Mundo, em dezembro Getty Images via BBC A Copa do Mundo oferece uma oportunidade para a diplomacia, como pudemos observar quando Trump, Carney e Sheinbaum se reuniram, sorrindo, durante o sorteio dos grupos em dezembro. "Quando você reúne os líderes, geralmente sai algo bom", comenta Dade. Trump se vangloria frequentemente do seu país como o "mais atraente" do mundo. Ele certamente considera a Copa do Mundo como uma oportunidade de colocar os Estados Unidos sob os holofotes mundiais. Seu desejo de dominar os acontecimentos, seja comparecendo a eventos ou disparando postagens na rede Truth Social, pode alimentar ressentimentos entre os dois países vizinhos — e prejudicar as relações diplomáticas no continente a longo prazo. Por outro lado, ele investiu pesadamente no sucesso do torneio e pode se esforçar ainda mais para evitar os incidentes diplomáticos que poderiam prejudicar os eventos. O futebol é uma caixinha de surpresas, diz o velho ditado. E tão imprevisíveis quanto o próprio esporte são os possíveis resultados deste novo experimento, de reunir três países para promover uma Copa do Mundo. "Já se sabia desde o princípio que seria muito complicado, desde a definição dos países-sede", conclui Krarsnoff. A Copa do Mundo será decidida nestes gramados - como cientistas o aperfeiçoaram por décadas A revolta de torcedores com preços de ingressos da Copa do Mundo: 'Traição monumental' Portal americano aponta favorito para a Copa e coloca Brasil no top 5; veja o ranking A preocupação dos proprietários de hotéis nos EUA frente ao baixo nível de reservas antes da Copa do Mundo O que 'guru' da Copa prevê para o Brasil — e qual seleção será campeã
Pais (ao fundo) aguardam do lado de fora de uma escola enquanto alunos fazem fila para entrar no primeiro dia do Exame Nacional de Admissão ao Ensino Superior da China (NCEE), conhecido como "gaokao", em Pequim WANG ZHAO/AFP Mais de 12,9 milhões de estudantes participam do gaokao, o temido exame nacional que define o ingresso no ensino superior na China. A edição de 2026 tem como destaque um reforço nas medidas de segurança, com sistemas inteligentes de monitoramento, vigilância por vídeo e restrições ao uso de dispositivos eletrônicos, enquanto milhões de jovens enfrentam uma prova que continua sendo decisiva para o futuro acadêmico e profissional no país. A aplicação das provas começou no domingo (7) e ocorre ao longo de vários dias, dependendo da província e das disciplinas escolhidas pelos candidatos. 🔎 O Exame Nacional para Ingresso no Ensino Superior é considerado um dos processos seletivos mais concorridos do mundo e, para a maioria dos estudantes chineses, segue sendo o principal critério para admissão nas universidades. Veja os vídeos em alta no g1 Agora no g1 Abaixo, confira algumas curiosidades sobre o exame e detalhes sobre a aplicação deste ano: Datas e duração do exame O gaokao é aplicado ao final do ano letivo chinês, geralmente no início de junho. As provas costumam começar em 7 de junho e podem se estender por mais de um dia, dependendo da região e das matérias avaliadas. O cronograma varia de acordo com as disciplinas escolhidas pelos estudantes e os modelos adotados pelas diferentes províncias chinesas. Estrutura da prova e disciplinas Participantes do gaokao de 2024 deixando um local de provas em Lengshuijiang, na China. Xinhua/Governo Chinês As provas têm uma parte comum, igual para todos os candidatos, e outra variável, de acordo com as escolhas acadêmicas dos estudantes. O modelo mais difundido é conhecido como "3+1+2". Na parte comum, os alunos realizam exames de língua e literatura chinesa, matemática e língua estrangeira, que pode ser inglês, japonês, francês, alemão, russo ou espanhol. Além disso, os estudantes escolhem uma área principal de conhecimento e duas disciplinas complementares. Entre as opções estão matérias das áreas de humanidades e ciências da natureza, como história, geografia, política, física, química e biologia. As provas avaliam conhecimentos acumulados ao longo de toda a trajetória escolar e incluem questões objetivas e discursivas, além de redações. Avaliação e pontuação O resultado do gaokao inclui notas das disciplinas avaliadas e geralmente varia entre 700 e 750 pontos, dependendo do sistema adotado por cada província. As notas determinam a posição dos candidatos em um processo altamente competitivo, servindo de base para a distribuição das vagas nas universidades e cursos superiores. Após a divulgação dos resultados, normalmente realizada ainda em junho, os estudantes podem indicar suas preferências de instituições e cursos. A admissão depende da nota obtida, da concorrência e dos critérios definidos por cada universidade. Perfil dos participantes Os participantes do gaokao geralmente têm entre 17 e 19 anos e estão concluindo o ensino médio. Em 2026, cerca de 12,9 milhões de estudantes se inscreveram para o exame, segundo o Ministério da Educação da China. O número representa uma queda de aproximadamente 450 mil candidatos em relação ao ano anterior e marca o segundo ano consecutivo de redução nas inscrições. A diminuição ocorre em meio a uma redução da população de adolescentes em idade universitária e também a uma mudança de comportamento entre os jovens chineses. Um número crescente de estudantes tem optado por cursos técnicos e profissionalizantes, que costumam oferecer inserção mais rápida no mercado de trabalho. O cenário também reflete as dificuldades enfrentadas pela economia chinesa. O desemprego entre jovens de 16 a 24 anos permanece acima de 16%, enquanto cerca de 12,7 milhões de novos graduados universitários devem ingressar no mercado de trabalho neste ano. Uso de tecnologia e combate a fraudes Desde o ano passado, as autoridades educacionais ampliaram o uso de tecnologias de monitoramento e sistemas inteligentes para prevenir fraudes. Os locais de prova contam com vigilância por vídeo, inspeções rigorosas e sistemas de triagem capazes de identificar o uso de dispositivos eletrônicos proibidos. O Ministério da Educação informou que está utilizando ferramentas inteligentes para detectar tentativas de cola com equipamentos de alta tecnologia, incluindo celulares, relógios inteligentes e óculos inteligentes. Além disso, o governo afirmou que intensificará o combate a atividades ilegais relacionadas ao exame, como esquemas de fraude, golpes e publicidade enganosa de serviços educacionais. A inteligência artificial também apareceu entre os temas abordados nas provas deste ano. Em Pequim, uma das questões pedia que os candidatos criassem um slogan para uma atividade sobre inteligência artificial voltada a idosos. Já em Xangai, os estudantes tiveram que escrever uma redação de 800 palavras sobre o impacto da tecnologia na transformação do mundo e da imaginação humana. Mudança na percepção sobre o gaokao Embora o exame continue sendo considerado um dos momentos mais importantes da vida acadêmica dos estudantes chineses, especialistas observam uma mudança gradual na forma como famílias e candidatos encaram a prova. Nas últimas décadas, o rápido crescimento econômico da China ampliou a valorização do ensino superior e aumentou as expectativas em torno do desempenho dos jovens. Porém, diante de um mercado de trabalho mais competitivo, muitos pais passaram a dar maior importância ao equilíbrio entre desempenho acadêmico, saúde física e bem-estar emocional. Apesar dessas mudanças, para milhões de estudantes o gaokao continua sendo uma etapa decisiva para o ingresso na universidade e para a construção de suas perspectivas profissionais. *Com informações da AFP, Reuters e RFI
A candidata de direita à presidência do Peru, Keiko Fujimori, e o candidato de esquerda, Roberto Sánchez REUTERS/Alessandro Cinque O Peru vai eleger neste domingo (7/6) o seu nono presidente em apenas uma década. Após um primeiro turno conturbado e uma contagem de votos que se prolongou por um mês, o país volta às urnas em um clima de incerteza política. A direitista Keiko Fujimori, herdeira do movimento fujimorista e que obteve 17,92% no primeiro turno, disputa a Presidência contra o esquerdista Roberto Sánchez, que alcançou 12,03% dos votos. Esta eleição repete um padrão que tem caracterizado a política peruana nas últimas décadas: um confronto entre o fujimorismo e outro candidato, no qual o antifujimorismo costuma desempenhar um papel determinante. Justiça do Peru decide levar candidato de esquerda à julgamento Keiko Fujimori, filha e herdeira política do polêmico ex-presidente Alberto Fujimori, tem se destacado por sua persistência. Esta é a quarta vez que Keiko se candidata à Presidência e ela não reconheceu os resultados das duas últimas eleições — nas quais foi derrotada pelo direitista Pedro Pablo Kuczynski em 2016 e pelo esquerdista Pedro Castillo em 2021. O cientista político Alonso Cárdenas, professor de Ciência Política da Universidade Antonio Ruiz de Montoya, em Lima, afirma que o não reconhecimento dos resultados eleitorais causou danos à democracia peruana. "Isso foi um dos principais catalisadores do processo de convulsão e instabilidade política que o país vem enfrentando nos últimos dez anos, com oito presidentes, um Congresso profundamente desprestigiado e uma implosão institucional que hoje marca a vida política", disse à BBC News Mundo. "Essa situação também resultou na ascensão do crime organizado, expressa em fenômenos como o 'sicariato' (prática de homicídio por encomenda) e a extorsão, e deteriorou de maneira significativa a qualidade de vida da população". Na cédula também estará Roberto Sánchez, que concorre à Presidência do Peru pela primeira vez. Ele foi ministro do Comércio Exterior e Turismo durante o governo do ex-presidente Pedro Castillo, de quem se considera herdeiro político. Castillo foi condenado no ano passado a 11 anos e meio de prisão pelos crimes de rebelião e conspiração, após tentar sem êxito dissolver o Congresso e concentrar poderes quando estava à frente do Executivo em 2022. Os fatores que vão influenciar a eleição Um dos fatores determinantes nesta eleição será o voto indeciso, que representa cerca de 25% do eleitorado, segundo uma pesquisa do instituto IEP publicada na semana passada. "Essa porcentagem pode pender para qualquer lado. Nos últimos dias, sobretudo nas redes sociais, muitas pessoas têm se mobilizado para relembrar tudo o que ocorreu com o fujimorismo — os casos de corrupção, a violação dos direitos humanos, o autoritarismo, a cleptocracia", afirma Cárdenas. "De acordo com a informação que tenho, a diferença que existia nas pesquisas entre Keiko e Sánchez tem diminuído cada vez mais." Também será fundamental a participação em diferentes regiões. "A Keiko Fujimori não lhe convém que haja abstenção em Lima, o seu principal reduto urbano, enquanto a Roberto Sánchez não lhe convém a abstenção no meio rural e no sul do país, onde conta com grande popularidade." Nesse sentido, a mobilização eleitoral em áreas urbanas versus rurais pode ser decisiva no que se prevê que será um resultado eleitoral muito apertado. Outro elemento determinante é a rejeição histórica a ambos os candidatos, que funciona como uma força política de dinâmica própria. No caso de Keiko Fujimori, o chamado antifujimorismo traz memórias de autoritarismo e corrupção; no caso de Sánchez, pesa sua associação com a gestão de Pedro Castillo, que "é lembrada como uma gestão muito desordenada, marcada por corrupção e improvisação", segundo o analista Alonso Cárdenas. Além do vencedor nas urnas, outra grande incógnita é a governabilidade do país, em um contexto em que o Congresso peruano se tornou um agente-chave na estabilidade política, com capacidade de condicionar a ação do Executivo. Nos últimos anos, a combinação de um sistema partidário fragmentado e a ausência de maiorias sólidas desencadeou uma persistente instabilidade. A destituição de presidentes e os constantes confrontos entre Poderes reforçaram a percepção de que a governabilidade depende menos do resultado eleitoral e mais da capacidade do presidente de construir alianças em um Congresso altamente volátil. Confira abaixo o perfil dos dois candidatos que disputam a eleição neste domingo. Keiko Fujimori, a herdeira do fujimorismo que concorre pela 4ª vez A Keiko Fujimori podem ser atribuídas muitas coisas, mas não a falta de perseverança: após três derrotas, a candidata da Fuerza Popular passou pela quarta vez consecutiva ao segundo turno. Keiko se tornou uma das poucas figuras duradouras na política peruana, que nos últimos anos tem devorado seus líderes no ritmo frenético dos sucessivos escândalos de corrupção. Ela também teve o seu próprio escândalo: um caso de lavagem de ativos no âmbito da construtora brasileira Odebrecht. Mas mesmo depois de passar pela prisão, o Tribunal Constitucional acabou arquivando o processo. A decisão lhe permitiu voltar a ser candidata a tempo para estas eleições. Para conquistar os eleitores cansados da corrupção e da insegurança, Fujimori não hesitou em reivindicar o legado de seu pai, que faleceu em 2024 e passou cerca de 16 anos na prisão após ser condenado por crimes contra a humanidade. Com o slogan eleitoral de "volta à ordem", tentou associar sua imagem àquela que os admiradores têm de Alberto Fujimori: um líder firme que estabilizou um país abalado pela crise econômica e pela violência do Sendero Luminoso na década de 1990. No entanto, seu pai continua sendo uma figura que gera divisões no Peru, e muitos também lembram as violações dos direitos humanos ocorridas sob seu comando, assim como os severos cortes decorrentes de suas reformas econômicas. Seu sobrenome é seu grande ativo político, mas também seu principal fardo. De fato, a figura de Keiko sempre esteve ligada à de seu pai. Nascida em 1975 e a mais velha de quatro irmãos, coube a ela assumir o papel institucional de primeira-dama do Peru quando o casamento de seus pais se desfez. Foi então que os peruanos conheceram uma jovem Keiko como acompanhante de seu pai em atos públicos e viagens de Estado. Após estudar Administração de Empresas nos Estados Unidos, regressou ao Peru e dedicou-se plenamente à política. Em 2006, com seu pai já detido no Chile, foi eleita congressista pela primeira vez. Cinco anos depois candidatou-se à presidência. Voltou a tentar em 2016 e 2021, perdendo em cada ocasião para políticos que não chegaram ao fim de seus mandatos. Keiko manteve o controle do fujimorismo, mas isso teve um custo: conflitos familiares e decisões controversas, inclusive envolvendo seu próprio pai e irmão. Em 2022 separou-se do empresário norte-americano Mark Vito, com quem teve duas filhas e que agora faz parte do mundo da televisão e do entretenimento peruano. Esta é a primeira vez que Keiko Fujimori é candidata à presidência após a morte de seu pai. Durante a campanha, tentou aproveitar ainda mais esse capital político e a sensação de muitos peruanos de que o país vive uma situação excepcional que requer medidas firmes. Entre suas propostas está a construção de megaprisões de segurança máxima e a retirada do Peru da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Após as eleições deste domingo, saberemos se novamente vai apenas chegar perto do cargo — ou se finalmente vai conseguir realizar seu sonho de se tornar presidente. Roberto Sánchez, o sobrevivente da era Castillo Sobreviver ao naufrágio político que foi o governo do ex-presidente Pedro Castillo, preso e processado por vários crimes, parecia uma tarefa difícil — mas Roberto Sánchez Palomino conseguiu. Embora poucos dias antes da votação o candidato do Juntos por el Perú aparecesse muito atrás nas pesquisas, ele conseguiu conquistar votos em pouco tempo e, beneficiando-se do fragmentado cenário eleitoral peruano, agora é o candidato que disputará o segundo turno presidencial com Keiko Fujimori. Nascido em 1969 em Huaral, uma localidade predominantemente agrícola a cerca de 80 km de Lima, e psicólogo de formação, Sánchez conseguiu transformar sua proximidade com Castillo como o responsável por Turismo e Comércio Exterior (foi o único ministro que sobreviveu às constantes mudanças de gabinete) em um ativo político quando, para todos os especialistas, isso parecia um fardo. O candidato não hesitou em reivindicar sua ligação com o governo de Castillo e chegou a aparecer nos debates com o mesmo chapéu de camponês com o qual o ex-presidente se apresentava aos peruanos, que se tornou um símbolo do Peru rural e andino. Graças a isso, conseguiu angariar o apoio de alguns dos setores que levaram Castillo à Presidência, sobretudo no sul do país, o mais afetado pela violência na repressão dos protestos que se seguiram à queda do ex-presidente e onde está muito difundido o ressentimento em relação aos políticos de Lima. Com seu estilo moderado e seu tom sereno em meio à permanente tensão política no país, Sánchez soube manobrar com habilidade e, ao contrário de outros membros do gabinete, não teve de responder judicialmente pela tentativa fracassada de Castillo de dissolver o Congresso, que acabou provocando sua destituição e prisão em dezembro de 2022. O então ministro Sánchez renunciou pouco depois de Castillo aparecer na televisão anunciando, com a mão trêmula, suas medidas de exceção, e se absteve na votação no Congresso que acabou destituindo o presidente, o que muitos interpretaram como uma tentativa de não afundar junto com ele. Castillo não parece guardar rancor. Em uma de suas últimas audiências judiciais, pediu voto para ele. E o candidato soube explorar o descontentamento de amplos setores do Peru rural com o destino do ex-presidente. Ramiro Escobar, analista político da Pontifícia Universidade Católica do Peru, disse à BBC Mundo que a ida de Sánchez para o segundo turno "mostra que os círculos políticos de Lima continuam sem entender a magnitude do descontentamento em algumas regiões".
La formule sera au centre du grand meeting organisé dimanche à Saint-Denis par le leader insoumis. Un concept vivement critiqué par l’extrême droite et dont le contenu, mouvant, se décline différemment en fonction des publics et des moments.
Oficina de teatro em Roraima Divulgação Amantes do setor cultural terão acesso a 100 vagas de oficina em teatro pelo Programa de Formação Teatral Petrobras Cena Roraima. As inscrições são feitas de modo on-line, até o dia 12 de junho. A capacitação ocorrerá presencialmente de 17 a 19 de junho. Clique aqui para se inscrever 👩🎓👨🎓A iniciativa gratuita, promovida pelo Usina Cultura e pela Cia. Arteatro, será lançada no dia 16 de junho, às 19h, no Auditório do Instituto Federal de Roraima (IFRR), localizado na avenida Via das Flores, Pricumã, Boa Vista-RR. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp A ação integra o projeto Usina Cultura Plano Anual 2026, realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, sob o slogan “Nosso teatro ganha novo impulso”. O programa nasce com a proposta de ampliar o acesso à qualificação profissional no estado. 🧏♀️🧏♂️A iniciativa oferece uma formação continuada gratuita voltada para atores, atrizes, produtores, gestores culturais, técnicos e demais agentes que atuam no fazer cultural roraimense. O evento de lançamento contará com audiodescrição e tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais). “O Espaço Usina Cultura e a Companhia. Arteatro sempre buscaram como legado conseguir um curso de formação aqui em Roraima, uma vez que nós já lutamos bastante para que fosse criado um curso acadêmico de teatro e artes cênicas, e ainda não aconteceu”, destaca Marcio Sergino, gestor do Usina Cultura. 📚🎭O Programa Formação Teatral Petrobras Cena Roraima oferecerá uma programação extensa de oficinas gratuitas com professores residentes e convidados de destaque nacional. As atividades irão abordar áreas como interpretação, preparação vocal, dramaturgia, direção de arte, fotografia nas artes cênicas, produção cultural, gestão e empreendedorismo cultural. Oficina de Empreendedorismo Cultural – A primeira oficina do Programa será ministrada pelo administrador e gestor cultural Romulo Avelar, de Belo Horizonte (MG), um dos principais nomes do país na área de produção e gestão cultural. Ele também participará do evento oficial de lançamento do Programa no IFRR. Serviço: Evento: Lançamento do Programa Formação Teatral Petrobras Cena Roraima; Data: 16 de junho de 2026; Horário: 19h; Local: Auditório do IFRR (Avenida Via das Flores, Pricumã, Boa Vista); Entrada: Gratuita; Público-alvo: Fazedores de cultura de Roraima (gestores, produtores, atores, atrizes, técnicos e demais interessados). Veja vídeos em alta no G1: Agora no g1 Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
Delhi Police on Saturday issued a clarification on X, dismissing claims circulating on social media that an FIR had been registered against protesters who participated in the Cockroach Janta Party's (CJP) demonstration at Jantar Mantar.In its post, Delhi Police stated: "Certain social media posts and news reports are claiming that Delhi Police has registered an FIR against the protesters at Jantar Mantar."The police further clarified: "It is clarified that no such FIR has been registered."Urging people not to spread misinformation, the post added: "Citizens are advised not to believe or circulate unverified information. Please rely only on official updates issued by Delhi Police."The clarification came amid widespread discussion online following the protest organised by the youth-led movement.— DelhiPolice (@DelhiPolice) Delhi Police denies reports of FIR against CJP protestersThe statement was issued after reports and social media posts suggested that legal action had been initiated against individuals who attended the protest at Jantar Mantar.However, Delhi Police made it clear that no FIR had been registered in connection with the demonstration.The department urged citizens to verify information through official channels before sharing it online, highlighting the importance of preventing the spread of false or misleading claims.Six people detained as precaution during Jantar Mantar protestEarlier in the day, Delhi Police confirmed that six individuals had been detained as a preventive measure to avoid any possible confrontation between rival groups near the protest venue.According to officials, police received inputs indicating the possibility of tensions between supporters and opponents of the online movement.The detentions were carried out to maintain law and order and ensure that the protest concluded peacefully.Officials said the individuals were taken into preventive custody after allegedly attempting to create a disturbance near the demonstration site.No major incidents were reported during the gathering.Heavy security deployed across Delhi for CJP demonstrationDelhi Police implemented extensive security arrangements ahead of the protest.More than 1,000 police personnel were deployed across New Delhi district and other sensitive locations in the national capital.Additional security measures were also put in place at Indira Gandhi International Airport and major border entry points.Senior officers closely monitored the situation, while barricades were installed around Jantar Mantar to regulate movement and maintain separation between groups.The security arrangements were aimed at ensuring public safety and preventing any disruption during the event.Hundreds gather at Jantar Mantar for Cockroach Janta Party protestThe protest was led by Cockroach Janta Party founder Abhijeet Dipke and attracted hundreds of participants, including students and young professionals.Many attendees wore cockroach masks and carried flowers as symbols associated with the movement.Several school students were also seen attending the gathering along with their parents.Participants raised slogans demanding accountability over alleged irregularities in examinations and recruitment processes.The protest focused on calls for the resignation of Union Education Minister Dharmendra Pradhan over concerns related to examination and recruitment systems.Why students joined the CJP protestThe Cockroach Janta Party emerged as a youth-driven online movement following allegations of irregularities in various examinations and recruitment tests.Supporters have raised concerns regarding examinations such as NEET, CUET, CBSE-linked tests and Staff Selection Commission (SSC) recruitment processes.Over the past several weeks, the group has expanded its reach through social media campaigns advocating greater transparency, accountability and reforms in examination systems.The Jantar Mantar gathering marked one of the movement's largest public demonstrations so far.Delhi Police urges public to rely on official informationFollowing the protest, Delhi Police reiterated the importance of relying on verified information from official sources.The department's clarification on X sought to counter rumours about an FIR and prevent misinformation from spreading online.While preventive detentions were carried out to maintain order, police confirmed that no FIR had been registered against protesters participating in the demonstration.Authorities continue to monitor the situation and have urged citizens to exercise caution before sharing unverified claims on social media.Inputs from agencies
Activists of radical Sikh outfit Dal Khalsa, along with hardliners owing allegiance to Shiromani Akali Dal (Amritsar) chief Simranjit Singh Mann, raised slogans in support of Khalistan during a congregation of Sikh devotees
Young students gathered in New Delhi on Saturday for the first street protest by the satirical “Cockroach Janta Party” (CJP) over alleged irregularities in recent major examinations. Carrying paper cockroach masks and pamphlets, the protesters called for the resignation of Education Minister Dharmendra Pradhan who has faced criticism over the irregularities, including question paper leaks and technical glitches. The CJP has garnered millions of followers on social media since its launch last month. Modi’s government has blocked the movement’s X account in the country, a move the CJP has challenged in a Delhi court. Political analysts say the group’s popularity has begun to dent Modi’s image despite his party’s recent victories in key state elections, even as wider frustration grows over rising fuel prices and gas shortages brought by the Iran war. Abhijeet Dipke, head of the Cockroach Janta Party (CJP), holds a copy of “My Autobiography” by Dr. B. R. Ambedkar as he gestures towards his supporters upon his arrival at an airport in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters Abhijeet Dipke, head of the Cockroach Janta Party (CJP), holds a copy of “My Autobiography” by Dr. B. R. Ambedkar upon his arrival at an airport in New Delhi, India, June 6, 2026. —Reuters Supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) gather during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters A person wearing a mask holds a poster which reads “I am a Cockroach”, as supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) await the arrival of Abhijeet Dipke, head of the CJP, on the day of a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters Supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) gather during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters Abhijeet Dipke, head of the Cockroach Janta Party (CJP), speaks to supporters of the CJP during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters Cockroach Janta Party (CJP) founder Abhijeet Dipke (C, right) shouts slogans during a protest over alleged irregularities in the country’s major examinations, in New Delhi on June 6, 2026. —AFP Abhijeet Dipke, head of the Cockroach Janta Party (CJP), requests supporters to maintain peace during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters A person wears a cockroach themed mask, as supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) await the arrival of Abhijeet Dipke, head of the CJP, on the day of a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters Abhijeet Dipke, head of the Cockroach Janta Party (CJP), speaks to supporters of the CJP during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters A person wears a cockroach themed mask, as supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) await the arrival of Abhijeet Dipke, head of the CJP, on the day of a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India, June 6, 2026. — Reuters Cockroach Janta Party (CJP) founder Abhijeet Dipke (C) takes part in a protest over alleged irregularities in the country’s major examinations, in New Delhi on June 6, 2026. —AFP Cockroach Janta Party (CJP) supporters shout slogans during a protest over alleged irregularities in the country’s major examinations, in New Delhi on June 6, 2026. —AFP Supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) gather during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters A person holds a cockroach themed mask, as supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) await the arrival of Abhijeet Dipke, head of the CJP, on the day of a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India, June 6, 2026. — Reuters Header image: A girl wears a cockroach themed mask, as supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) listens to Abhijeet Dipke, head of the CJP, during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India, June 6, 2026. — Reuters
On June 6, 1984, the Indian Army stormed into Golden Temple, where Bhindranwale was said to have been hiding and stashing huge quantities of arms
The protest attracted hundreds of participants, most of them students and young professionals. Many attendees wore cockroach masks and carried flowers, while schoolchildren were also seen at the venue accompanied by their parents. Protesters raised slogans and called for the resignation of Union education minister Dharmendra Pradhan over issues linked to examinations such as NEET, CBSE, CUET and SSC.
The boy child is not a problem to be fixed with slogans or sympathy. He is a reflection of what we have decided to tolerate The post An autopsy of the silent son, by Stephanie Shaakaa appeared first on Vanguard News.
The founder of India’s viral Cockroach Janta Party arrived in New Delhi on Saturday to lead a protest against Prime Minister Narendra Modi’s government, taking the country’s largest online youth movement to the streets for the first time. Abhijeet Dipke, 30, who has lived in the United States for the past two years, had said his family and friends feared he could be arrested on his return to India. Dozens of police officers gathered near Jantar Mantar in central New Delhi on Saturday, barricading some of the surrounding roads as protesters shouted slogans demanding the resignation of Education Minister Dharmendra Pradhan. Modi’s government has blocked the movement’s X account in the country, a move the Cockroach Janta Party has challenged in a Delhi court. Senior cabinet minister Kiren Rijiju has accused the group of seeking followers from arch-enemy Pakistan and the “anti-India gang”. The group, which has amassed roughly 22 million Instagram followers since launching in mid-May, is the largest online expression of dissent against the Hindu nationalist Modi’s 12-year-old rule, fuelled by persistently high youth unemployment and recurring leaks of examination papers that threaten to derail the careers of millions of students. Political analysts say the group’s popularity has begun to dent Modi’s image despite his party’s recent victories in key state elections, even as wider frustration grows over rising fuel prices and gas shortages brought by the Middle East war. Police used loudspeakers to direct people to Saturday’s designated protest site. “This is a peaceful movement for the youth of the nation,” said movement spokesperson Ashutosh Ranka. Dipke is “ready for a long and big day in India’s politics”, Ranka said. India has nearly 400 million people aged 15 to 29, and generating non-farm jobs for them remains one of its biggest challenges despite rapid growth. The urban youth jobless rate was nearly 14 per cent in April. Many educated young people are also stuck in low-paid or insecure jobs that do not match their skills, economists say.