Casualty Of Punjab BJP's Kewal Singh Dhillion Move: Internal Cohesion
Kewal Singh Dhillion became the chief of BJP's Punjab unit last month.
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Kewal Singh Dhillion became the chief of BJP's Punjab unit last month.
Ram Chandra, funcionário ferroviário, afirma que o calor deste verão é o pior que enfrentou em anos de trabalho. Ankit Srinivas via BBC Às 6h, o sol sobre o distrito de Banda parecia ter esquecido que o meio-dia ainda não havia chegado. A luz tinha o brilho intenso de uma tarde de verão. As sombras já encurtavam antes do café da manhã. Em maio, esse distrito poeirento do estado indiano de Uttar Pradesh passou dias no topo de um ranking nacional nada invejável: o lugar mais quente do país. As temperaturas ficaram entre 47ºC e 48ºC por mais de uma semana, algo extraordinário até mesmo para os padrões locais. O que chamou atenção, porém, foi a forma como as pessoas se adaptaram. Os mais de 2 milhões de habitantes de Banda, que dependem da agricultura, da construção, do transporte e de outros trabalhos ao ar livre, não tinham alternativa senão suportar o calor. Então, reorganizaram a vida em torno disso. A 30 quilômetros do centro do distrito, o mercado de hortaliças de Atarra fechava as portas antes que a maioria das cidades sequer despertasse por completo. Os agricultores chegavam ao amanhecer com tomates, abóboras, pimentas, limões e melões. Queriam vender rápido e voltar para casa antes que o calor se intensificasse. "Olhem o sol", disse Himanshu, comerciante em pé ao lado das caixas de tomates. "São apenas 6h15, mas parece que são 8h ou 9h." O calor encurtava a vida útil dos produtos tanto quanto encurtava o expediente do mercado. "Uma caixa de tomates precisa ser vendida hoje ou amanhã. Com esse clima, eles não duram." Onde antes a movimentação se estendia até o fim da manhã, agora começava a esvaziar às 8h. Às 10h, o mercado estava quase deserto. Banda, lar de mais de 2 milhões de pessoas, fica perto do Trópico de Câncer. Ankit Srinivas via BBC O mesmo horário reduzido rege quase tudo em Banda. Entre o céu incandescente e o solo escaldante, as pessoas fazem o que o jornalista polonês Ryszard Kapuściński observou certa vez em outra paisagem ardente da África: dedicar a energia à busca por "sombra e brisa". Pappu Verma é pedreiro e agora trabalha das 7h ao meio-dia e depois das 16h às 19h. As quatro horas no meio do dia são para esperar o pior do calor passar. "Ainda assim você tem que cumprir oito horas", afirma. "Trabalhe sem parar no sol ou pare e recomece, o pagamento é o mesmo." O descanso o livra de dores de cabeça e tontura provocadas pelo calor, mas estica o dia dele para 12 ou 13 horas. Se não fizesse assim, comenta dando de ombros, 'o que eu ganho seria gasto com remédio". Círculo vicioso Em um dia da semana passada, por volta das 14h, quando a temperatura em Banda chegou a 46ºC, três trabalhadoras se abrigaram embaixo de um caminhão-pipa em uma rodovia sobre a ponte do rio Ken para almoçar à sombra do chassi do veículo. Uma delas, Shanti Devi, caminha seis quilômetros até o trabalho todas as manhãs e mais seis na volta. O almoço dela era pão com cebola, sal e picles. "Se a gente levar legumes, estragam antes do meio-dia", explicou. Em seguida, soltou uma frase que poderia ser o lema da onda de calor de Banda. "Os pobres não podem se dar ao luxo de se preocupar com o calor." Shanti Devi (à esq.) e suas colegas de trabalho se abrigaram embaixo de um caminhão-pipa na ponte de uma rodovia sobre o rio Ken. Ankit Srinivas via BBC O abrigo delas sobre o Ken era apropriado. O rio está no coração da luta de Banda contra o calor. Pesquisadores afirmam que a extração de areia e o esgotamento das águas subterrâneas enfraqueceram a capacidade do rio de refrescar a paisagem ao redor, criando um círculo vicioso no qual a escassez de água e as temperaturas extremas se reforçam mutuamente. Os efeitos econômicos do calor são visíveis por toda parte. Os motoristas de tuk-tuk elétrico enfrentam tardes sem passageiros. Os comerciantes abrem antes do nascer do sol e fecham entre o meio-dia e as 16h. O número de clientes caiu pela metade. Vilarejos inteiros se refugiam em casa nas horas mais intensas, e só voltam a sair à noite. Os celulares vibram repetidamente com alertas do governo sobre uma forte onda de calor. "Fique alerta, seja cauteloso", advertem as mensagens. Os hospitais locais recebem um fluxo constante de pacientes vítimas do calor. "Desde que a temperatura se intensificou, recebemos entre 15 e 20 casos por dia, em sua maioria crianças e idosos", afirma K. Kumar, superintendente médico-chefe do Hospital Distrital da Mulher. "Os sintomas mais comuns são diarreia, vômito e febre." Yash, de 6 anos, passou dois dias internado depois de adoecer durante a onda de calor que atingiu Banda. Ankit Srinivas via BBC Calor úmido Essa experiência difícil em Banda é a expressão local de uma tendência mais ampla. Em toda a Índia, o calor vem chegando cada vez mais não apenas em forma de altas temperaturas, mas também como uma combinação de calor e umidade que pressiona ainda mais o corpo humano. Pesquisadores do clima consideram a planície indo-gangética — que se estende por boa parte do norte da Índia e inclui Uttar Pradesh — um dos pontos críticos emergentes do mundo para esse tipo de calor perigoso que combina temperatura alta e umidade. A densidade populacional, a umidade abundante e o grande número de trabalhadores ao ar livre se combinam para criar condições em que até o trabalho rotineiro pode ser arriscado. Uttar Pradesh é especialmente vulnerável devido à enorme população exposta às condições climáticas adversas, à dependência do trabalho ao ar livre e ao acesso limitado a sistemas de refrigeração para milhões de domicílios, segundo o centro de estudos Climate Trends. Cientistas dizem que as escolhas geográficas e de desenvolvimento da região se combinaram para piorar o quadro. A extração de areia e o esgotamento das águas subterrâneas enfraqueceram a capacidade do rio Ken de refrescar a paisagem ao redor. Ankit Srinivas via BBC Banda fica perto do Trópico de Câncer, latitude associada a alguns dos verões mais intensos do mundo. Os rios correm em níveis baixos e expõem leitos de areia, pedra e cascalho, que absorvem e irradiam calor. O concreto substituiu a vegetação. A cobertura de árvores caiu muito abaixo dos níveis recomendados. Um estudo da Universidade de Agricultura e Tecnologia de Banda concluiu que quase um sexto da densa cobertura florestal do distrito desapareceu entre 1991 e 2022, em grande parte por causa da expansão da mineração e da agricultura. Juntos, esses fatores tornaram Banda cada vez mais vulnerável ao calor extremo. Segundo Dinesh Sah, meteorologista da universidade, o distrito já registrou temperaturas entre 48ºC e 49ºC. Em 2024, o termômetro chegou a 49ºC em dois dias consecutivos. Mas o que tornou o episódio deste verão incomum foi sua persistência. "Por oito ou nove dias, as temperaturas de 47ºC a 48ºC se mantiveram sem interrupção", destaca o especialista. "Essa é a novidade." Prem Singh, agricultor da região, afirma que a onda anual de calor extremo não é nenhuma novidade e é essencial para as plantações. O que o preocupa é a intensidade crescente. Ele culpa a diminuição da cobertura de árvores, a mineração em larga escala, o aumento do uso de combustíveis fósseis e o uso crescente do ar-condicionado. "Isso tornou a vida mais difícil para os pobres, enquanto os ricos não foram tão afetados." O calor persiste muito depois do pôr do sol. "Parece que as manhãs e as noites não existem mais", afirma Sah. Às 7h ou 8h da manhã, já parece que é tarde. As temperaturas durante a noite ficam em torno de 30ºC. O resultado é uma população que nunca se refresca por completo. "Não sei se conseguirei suportar isso" No vilarejo de Achharaund, a 20 km da cidade de Banda, a luta não é tanto contra a temperatura, mas contra a falta de água. Um único poço fornece grande parte da água potável do vilarejo. Todos os dias, as mulheres formam fila com baldes sob um céu em chamas. Kranti Vishwakarma, de 18 anos, passa quatro ou cinco horas em busca de água para casa. Quando há cortes de energia à tarde, o alívio vem da sombra de uma árvore de nim. "Não temos geladeira nem ar-condicionado", relata. "Para nós, as árvores de nim fazem esse papel." Perto dali, uma senhora de 80 anos, chamada Chunubadi, estava sentada ao lado de um ventilador de mesa improvisado remendado com cordas. Funcionava com dificuldade, soprando ar seco e quente. "O suor seca", observa, enquanto vê as pás girarem, "mas, para um corpo velho, essas rajadas de calor são difíceis de suportar." Em seguida, faz uma reflexão mais sombria. "Nos meus 80 anos, nunca vi um calor como este. As pessoas mais velhas morrem em situações de frio ou calor extremos. Não sei se conseguirei suportar isso." Pelo vilarejo, os animais se viravam à sua maneira. Por volta do meio-dia, dezenas de búfalos estavam parados em um açude. Alguns pastores esperavam que eles saíssem da água. Ali conhecemos Rameshwar Yadav, de 60 anos, antigo professor de escola particular que hoje vive da criação de búfalos. Curiosamente, estava com roupas pesadas, mais adequadas para o inverno do que para um dia de verão a 46ºC, e tinha um xale enrolado na cabeça. "Usamos roupa grossa porque ela não deixa o calor do sol chegar ao corpo", explica. "O tecido grosso nos protege do sol e dos ventos quentes. Sim, faz suar, mas também evita que a gente adoeça." Como todos os outros moradores em Banda, Yadav se adaptou. Mas adaptação e alívio não são a mesma coisa. Uma mudança no tempo vinda do oeste finalmente trouxe tempestades de poeira e chuva. As temperaturas caíram entre 8 e 9 graus. O distrito voltou a respirar. Mas o alívio foi temporário. As rotinas que os moradores de Banda desenvolveram — começar a trabalhar antes do amanhecer, recolher-se em casa ao meio-dia, buscar sombra onde for possível — estão deixando de ser adaptações para se tornar uma necessidade. Risco de morte Um estudo de Piyush Narang e Ashok Gadgil, da Universidade da Califórnia em Berkeley, estima que Uttar Pradesh pode registrar mais de 8 mil mortes adicionais durante uma onda de calor intensa de cinco dias — mais do que muitos outros estados da Índia. O impacto recai de forma desproporcional sobre idosos, trabalhadores expostos ao calor ao ar livre e famílias sem acesso confiável à refrigeração. Os moradores de Banda, porém, parecem menos alarmados do que muitos cientistas do clima. Eles convivem com o calor há gerações. O que preocupa os pesquisadores não é o fato de o distrito ser quente, mas de estar ficando cada vez mais quente, por períodos mais longos, em uma paisagem que perde as árvores e a água que antes ajudavam a manter as temperaturas sob controle. As trabalhadoras que haviam se abrigado sob um caminhão-pipa na estrada pareciam ignorar o perigo. "Estamos acostumadas", disseram.
Fachada Universidade Federal de Uberlândia UFU 2024 Reprodução/TV Integração A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) ocupa a 1.283ª posição entre mais de 21 mil instituições de ensino superior avaliadas em todo o mundo pelo Center for World University Rankings (CWUR). O resultado representa um avanço de 11 colocações em relação ao ano passado e coloca a UFU como a 28ª melhor universidade do Brasil e a 46ª da América Latina. Segundo Maíra Sueco Maegava Córdula, presidente da Comissão para Acompanhamento de Lançamento de Dados Institucionais da UFU em Rankings Universitários, o compromisso com a excelência acadêmica, o desenvolvimento científico e a internacionalização da universidade podem ter contribuído para o desempenho da instituição. “A UFU vem, ao longo dos anos, empreendendo esforços institucionais na participação em editais para fomentar a internacionalização e a pesquisa em nossa instituição. Esse tipo de participação promove o desenvolvimento de atividades que podem gerar resultados positivos nos indicadores dos rankings internacionais”, detalhou a docente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo a universidade, o principal destaque foi o desempenho na produção científica. No indicador de Pesquisa, a UFU alcançou a 1.237ª colocação mundial. O critério considera o volume total de publicações, a presença de pesquisadores em periódicos de prestígio internacional, a influência dos artigos nos debates globais e o número de citações recebidas pela comunidade acadêmica. “O reconhecimento internacional é um estímulo para que a comunidade acadêmica continue desenvolvendo suas ações. Além disso, os rankings podem tornar visível o trabalho diário realizado na pesquisa, no ensino e na sociedade, demonstrando, por meio de uma avaliação global, o impacto local e internacional da nossa universidade.” Além do desempenho da UFU, o ranking revelou que, entre as 52 universidades brasileiras classificadas no levantamento, 45 perderam posições. Outras duas mantiveram suas colocações, e apenas cinco avançaram — entre elas, a instituição mineira. Apesar de não ser possível apontar uma causa específica para a queda de desempenho observada em grande parte das instituições brasileiras, Maíra avalia que a questão dos investimentos pode ser um fator relevante. “É importante salientar que o ensino, a pesquisa e a extensão de alto nível, como os realizados pelas universidades brasileiras, requerem investimento. Assim, podemos considerar que futuras oscilações podem ser prevenidas com apoio financeiro contínuo e investimentos nas instituições de ensino superior”, finalizou a docente. Confira o desempenho da UFU em números: Pontuação geral: 69,1 pontos; Percentil global: entre as 6,1% melhores universidades do mundo, entre 21.291 instituições avaliadas; Classificação mundial: 1.283ª posição; Classificação regional (América Latina e Caribe): 46ª posição; Classificação nacional: 28ª posição; Classificação no eixo Pesquisa: 1.237ª posição. Ranking global O Center for World University Rankings (CWUR) é uma organização que oferece assessoria e consultoria estratégica a governos e universidades com o objetivo de aprimorar resultados educacionais e de pesquisa. Desde 2012, a entidade publica um ranking global de universidades com base nos seguintes critérios: Educação (25%): baseado no sucesso acadêmico de ex-alunos. Empregabilidade (25%): baseado no sucesso profissional de ex-alunos em grandes empresas. Corpo docente (10%): medido por distinções acadêmicas de alto nível. Pesquisa (40%): inclui produção total, publicações em jornais de elite, influência e citações. Universidades brasileiras no ranking de 2026 Universidades Brasileiras na Lista Global 2000 LEIA TAMBÉM: 'Um Pé no Parque': UFU projeta centro pioneiro de Formação em Educação Climática de Minas Gerais Integração na Universidade: MG2 apresenta projeto da UFU que ajuda mulheres a empreender através da costura Levantamento mundial Internacionalmente, a Universidade Harvard lidera o ranking pelo 15º ano consecutivo, seguida pelo MIT e Stanford. Embora os EUA dominem o topo da lista, o país enfrenta forte concorrência: 252 instituições americanas caíram de posição nesta edição. Cerca de 98% das universidades chinesas melhoraram suas posições, lideradas pela Universidade Tsinghua (36ª). A China é agora o país mais representado no Global 2000, com 360 instituições, superando as 313 dos Estados Unidos. Na Europa, o quadro é de dificuldades, com quedas generalizadas no Reino Unido, França e Alemanha devido à competição global intensificada. Veja também: Projeto da UFU desafia estudantes a pensar soluções para a economia Projeto da UFU desafia estudantes a pensar soluções para a economia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
India and Australia have reaffirmed their commitment to strengthening defence and strategic cooperation, with a renewed focus on maritime security, defence industry collaboration and regional stability in the Indo-Pacific. The commitment was made during the second India-Australia Defence Ministers’ Dialogue in New Delhi, co-chaired by India’s Defence Minister Rajnath Singh and Australian Deputy Prime Minister […]
Union Minister Jitendra Singh at the Lavender Festival in Jammu and Kashmir's Bhaderwah
Manav Suthar's dream materialized with his maiden India Test call-up against Afghanistan, a moment his sister first shared. The left-arm spinner, who debuted receiving his cap from Kuldeep Yadav, spoke of years of hard work and family emotions. Inspired by Yuvraj Singh and R Ashwin, Suthar's journey from street cricket to the international stage is a testament to his perseverance.
Singh forwarded a signed representation from a group of concerned parents to the PM, calling the Three-Language Policy rollout mid-session “sudden”
Digvijaya Singh urges PM Modi to halt CBSE three language policy for Class IX, citing mid year disruption, lack of books and teachers.
The NCERT has not yet released graded textbooks of language, and the CBSE has, therefore, recommended the use of the NCERT's Grade 6 textbooks, he said.
CINTAA president Poonam Dhillon defended Ranveer Singh amid the 'Don 3' dispute, praising his professionalism and offering compensation after his exit. Dhillon emphasized actors' right to creative input, stating their intelligence and projection warrant a say in scripts for a project's betterment. The Producers Guild is now mediating the issue. Read on to know more in detail.
“I am forwarding herewith a representation received from a group of concerned parents of CBSE Class IX students, opposing the mandatory implementation of the three-language policy in the current mid-session,” Mr. Singh said
Sulkhan Singh, a former Uttar Pradesh Director General of Police (DGP) said through encounters the State is normalizing violence, ultimately creating a climate of vigilantism
Former India spinner Harbhajan Singh questioned selectors after Rajat Patidar's omission from the T20I squad. Patidar had a stellar IPL 2026 season, scoring 501 runs at a strike rate of nearly 200, and previously led RCB to back-to-back titles. Harbhajan believes Patidar is the best middle-order batter in India.
Can the search for a hotel room lead to a business idea? It did, for Alok Mishra.In 2014, during a trip with his wife, Mishra needed a hotel room for six hours as he did not want to drive late at night. But he was asked to pay for a full day and subjected to a series of intrusive questions despite being married—and was finally refused a room. “That got me thinking that there might be travellers like me who need rooms only for a few hours but have to pay for an entire day. Later, while working in the US, I came across pay-for-use concepts and felt that India needed a more flexible, customer-friendly model,” he says.That experience led to the launch of Bag2Bag in 2019, an online platform for booking hotels, service apartments, homestays and other accommodations, with a focus on hourly stays.The business started gaining momentum around 2021. Bag2Bag’s hourly-stay revenue has risen from roughly Rs 50 lakh in 2021 to Rs 5-6 crore today. The company has served more than 1 lakh customers, lists over 10,000 properties across India and offers hourly stays at 6,000-7,000 of them. The service is available in more than 50 cities, though Bengaluru and Mumbai remain its strongest markets.Also read | The safe keepers: Inside India's booming locker economy“People now understand that this is a practical solution rather than a niche service. One of our biggest achievements has been to help normalise the category. Earlier, hourly stays were often associated with couples seeking privacy,” he says. “We deliberately broadened the use case by allowing family bookings, including travellers with children. We wanted people to see hourly stays for what they really are— a convenient accommodation option.”HOUR OF NEED That convenience is growing as online hotel booking platforms that allow short stays are on the rise. Alongside Bag2Bag, there is Noida-based Brevistay, Bengaluruheadquartered MiStay, Mumbai’s Hourly Rooms and Qwiksta, all specialising in micro stays. Larger travel platforms like MakeMyTrip, Agoda and Goibibo have also introduced hourly booking options.Like Bag2Bag, Brevistay was born out of a travel inconvenience. In 2016, cofounders Prateek Singh, Aditya Naithani, Shubham Agarwal, Avnish Kumar and Nikhil Pathak arrived in Manali at 5 am only to find that hotels would not allow early check-ins without charging for an extra night. The friends went on to cofound the travel tech startup Brevistay, which raised Rs 3 crore in 2023 and today reports revenue of about Rs 18 crore. It has 15 lakh registered users, 4 lakh monthly active users and around 11,000 listed hotels, including brands such as Ginger, Ramada and Blue Motel.LONG JOURNEY Getting there, however, was not easy.Pathak, cofounder and chief technology officer of Brevistay, says, “The challenge in this segment is not customers but hotels. In 2016, many hoteliers would simply bang the phone on us. Some agreed in principle but didn’t want their properties listed publicly and preferred bookings to come through offline calls. It took us nearly two years before we started seeing meaningful traction and recurring bookings,” says Pathak.The same resistance greeted MiStay when it launched in 2016. Starting with a pilot in Delhi, MiStay has since expanded to more than 100 cities. Shwetha Sameernath, general manager, business and growth, MiStay, says, “When we launched, scepticism was high. Most hotels were uncomfortable with the model, concerned about guest quality and operational challenges. Over time, that changed as hotels began seeing it as a revenue opportunity.”MiStay tackled resistance through education and curation. The company worked to show hoteliers that short stays served a broad and legitimate market of business travellers, transit passengers and day-use guests. It also selectively onboarded premium hotel brands, helping build credibility for the category. “When hotels see actual customer segments across varied, legitimate use cases, it builds their confidence that the model won’t compromise their brand,” says Sameernath, adding that the concept is now largely normalised.Also read | Major change in buyer behaviour as e-scooters race deeper into BharatPathak says the customer has evolved as well. Brevistay continues to market actively to couples, but he argues that the category should no longer be viewed through that lens. “There’s nothing illegal happening. In fact, there’s no law that prevents consenting adults from booking a hotel room. The issue was perception, not legality. What eventually changed minds was revenue,” he says. “Once hotels realised they could sell the same room multiple times in a day and generate seven or eight bookings instead of one, the business case became impossible to ignore.”The use cases have expanded too. Back in 2017, couples accounted for nearly 90% of Brevistay’s bookings. Today, that figure is down to 50-60%. Business travellers, transit passengers, tourists looking to freshen up between journeys, students travelling for exams and people attending interviews or meetings have all emerged as important customer segments.Hotels, meanwhile, have had to adapt operationally. Mishra says the biggest challenge is that traditional hotel system was never designed for flexible check-ins and check-outs. Bag2Bag addressed this by developing its own software platform for partner hotels. “Once they realised they could monetise idle inventory and generate additional revenue from rooms that would otherwise remain empty, adoption became much easier,” he says.REVENUE CHECKS IN For Sameernath, the turning point was the entry of premium hotel brands. “Today, acceptance has grown across the ecosystem. Channel managers and property management systems are evolving to support slot-based bookings, and customers increasingly treat hourly booking as the natural way to reserve a room for less than a day,” she says.Also read | Indian tourists go viral for all wrong reasons. Here's how not to become the next horror storyMishra has observed another interesting shift. Reliability and brand trust are becoming increasingly important. “Whether it’s a three-star or a five-star property, even if a branded hotel costs 20-25% more, customers prefer it because they know what they’re getting,” he says. The economics are compelling for hotels too. Sameernath points out that average hotel occupancy in India is under 65%, while daytime occupancy can fall to as low as 30% as guests check out in the morning and new arrivals come in much later. Platforms like MiStay help hotels monetise those idle hours by attracting guests who would never have booked a full-day room. “For hotels near airports or railway stations, the upside is even greater. A room priced at Rs 8,000 for a full night could earn Rs 3,500-4,000 for a daytime slot and another Rs 6,000 for the night—generating `10,000-plus from the same room in a single day,” she says.CHANGING PERCEPTION MiStay today works with brands like IHG, Pride, Ramada, The Park, Radisson and Novotel IHG, while Brevistay is in discussions with Hyatt. Sameernath says that on the demand side, once customers experience flexible booking, they don’t go back. Their repeat rate reflects this, as 48% of MiStay’s monthly business comes from repeat guests “The pay-per-use model in hospitality is the same transformation that happened in transport. You no longer book a cab for a full day; you pay for the distance. Hotels are heading the same way,” she says.Pathak believes the next wave of growth will be driven by younger travellers. “They’re vocal about spending time with their partners and don’t carry the hesitation earlier generations did. In metros, the industry has largely moved beyond the old perceptions, and hourly stays are increasingly viewed as a convenience product rather than something unusual.”The customer, it seems, has reached the destination. The hospitality industry needs to arrive.ChallengesPersistent social stigmaTrust and safety concernsBranded hotels worried about perceptionComplexities in managing multiple check-ins and check-outsLack of awareness among travellersOpportunitiesRise in domestic travel and frequent short tripsGrowth of bleisure (business + leisure) travelYounger consumers demanding flexibilityTech platforms making discovery and booking seamlessHotels looking to monetise vacant rooms
Shaktimaan co-star Lalit Parimoo suggests Mukesh Khanna's rejection of Ranveer Singh for the iconic role might be a publicity stunt. While praising Ranveer's acting prowess, Parimoo expressed doubts about the film capturing the original show's magic, emphasizing the need for high-tech production to meet modern superhero expectations. Official casting remains unconfirmed. Read on to know more in detail.
A Delhi court convicted BJP MLA Raju Kumar Singh for culpable homicide in a New Year's Eve shooting that killed a woman in 2018.
Dismissing reports of a rift, BJP’s senior spokesperson Pritpal Singh Baliawal had said, “He is not going anywhere. He is with the BJP.”
The court directed that Raju Kumar Singh be taken into custody and scheduled arguments on sentencing for June 9
Senior BJP leader Capt Amarinder Singh met Union Home Minister Amit Shah and party chief JP Nadda amid speculation about his future. Singh had publicly criticized the appointment of Kewal Singh Dhillon as Punjab BJP chief, questioning his capability and expressing a lack of consultation. Rumors of a potential return to Congress persist, though BJP leaders dismiss them.
Punjab CM Bhagwant Singh Mann launches free mass registration drive for 10 lakh construction workers with Punjab BOCW Welfare Board.