Donald Trump publica un vídeo con IA donde dice que “todos lo aman” e incluye a Sheinbaum
El mandatario comparte un clip en el que muestra a la presidenta de México y personas de otras regiones del mundo
"SHEINBAUM" · 총 89건
필터 보기현재 지수
50.2
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 73,947건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 3,647건(4.9%)·중립 68,542건(92.7%)·부정 1,758건(2.4%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 15.1(중도 균형)입니다.
El mandatario comparte un clip en el que muestra a la presidenta de México y personas de otras regiones del mundo
Copa do Mundo 2026 será realizada em meio a um período turbulento nas relações diplomáticas entre Estados Unidos, México e Canadá AFP via Getty Images/BBC É como chegar para um jantar no exato momento em que os anfitriões estão em meio a uma acalorada discussão. Os torcedores que viajarem para a América do Norte, para acompanhar a Copa do Mundo 2026, irão encontrar três países-sede que passam por momentos de tensão. O torneio será disputado em 16 cidades espalhadas pelos Estados Unidos, México e Canadá, que enfrentam um período turbulento em suas relações diplomáticas. Os problemas atuais pareciam distantes quando os líderes dos três países se reuniram para o sorteio dos grupos da Copa do Mundo na capital americana, Washington DC, em dezembro. Eles chegaram a posar para uma selfie com o presidente da Fifa, Gianni Infantino. Mas manter a mesma coesão ao longo de um torneio que irá durar 39 dias, provavelmente, será bem diferente. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem destacando sem rodeios que o seu país é a potência dominante no continente. Isso fez com que viessem à tona as tensões bastante concretas existentes entre as três nações, em setores como o comércio, migração e tráfico de drogas, que entraram em ebulição desde que Trump voltou à Casa Branca, em janeiro de 2025. Por outro lado, se tudo der certo, a Copa poderá estabelecer laços mais fortes entre os três países. Tensões relativas ao comércio, ao turismo — e a Trump O México e o Canadá são os principais parceiros comerciais dos Estados Unidos. Mas eles não se esqueceram de que estavam entre os primeiros países a serem atingidos pelas tarifas de importação de Donald Trump. O Canadá já havia se indignado com os repetidos comentários do presidente americano sobre transformar o país no "51° Estado" americano e respondeu com suas próprias medidas contrárias. Províncias canadenses retiraram bebidas americanas das prateleiras e seus cidadãos reduziram consideravelmente suas viagens para o vizinho do sul, o que também acabou irritando os Estados Unidos. Os problemas com os Estados Unidos também prejudicaram as relações entre o Canadá e o México, indica o diretor de política internacional da Universidade de Calgary, no Canadá, Carlo Dade. O Canadá foi acusado de "trair" os mexicanos ainda antes do segundo mandato de Trump, quando autoridades americanas e canadenses acusaram o México de servir de porta de entrada para os investimentos chineses na América do Norte. "Foi um completo desrespeito", comenta Dade. O episódio levou o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, a também procurar remediar a situação com o México, enquanto tenta diversificar o comércio do país, se afastando dos Estados Unidos. Três é demais Esta é a primeira vez que a Copa do Mundo é realizada em três países. E, como o torneio de 2026 envolve um continente inteiro, existe um enorme número de autoridades envolvidas. Com os torcedores viajando entre as três nações para acompanhar as partidas, o reforço dos controles de imigração dos Estados Unidos pode criar dificuldades logísticas e inflamar os nervos já fragilizados das pessoas envolvidas. E os receios americanos com a segurança, amplificados pela guerra em andamento contra o Irã, poderão trazer ainda mais frustrações e criar o potencial de que incidentes aparentemente inócuos possam escalar de forma inesperada. Wesley é cortado da Seleção por lesão na perna esquerda; volante Éderson é convocado "Promover conjuntamente eventos esportivos globais não é necessariamente uma receita para um relacionamento agradável entre os países-sede", afirma Lindsay Sarah Krasnoff, escritora e professora de esporte global da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos. Krasnoff relembra que a Copa do Mundo Feminina de 2023, realizada na Austrália e na Nova Zelândia, teve resultados positivos. Mas o torneio masculino de 2002, no Japão e na Coreia do Sul, foi considerado um "saco de gatos" entre duas nações com um histórico longo e irregular. "O evento não prejudicou as relações bilaterais, mas é considerado historicamente como uma espécie de empate", explica a professora. A própria Fifa expressou grandes esperanças para este modelo. "É um momento em que três países e todo um continente afirmam em conjunto: 'Estamos unidos para receber o mundo e oferecer a maior, melhor e mais inclusiva Copa do Mundo da Fifa já realizada", afirmou a organização dirigente do futebol mundial. Tapando o sol com a peneira? Os líderes de cada uma das nações podem desejar fazer uso do torneio não só para mostrar que eles conseguem se dar bem com seus vizinhos, mas para desmentir os críticos sobre questões domésticas. Este, com certeza, é o caso do México, onde reina uma certa apreensão sobre a Copa do Mundo. Existem dúvidas sistemáticas sobre a capacidade do principal aeroporto da capital mexicana, seu saturado sistema de transporte público e o próprio Estádio Azteca, na Cidade do México, agora renovado. Isso sem falar na presença de membros de cartéis nas ruas, poucos meses atrás, em uma exibição de violência curta, mas generalizada. Agora, o principal sindicato dos professores promove uma greve nacional, reivindicando melhores condições de trabalho e aumento das aposentadorias. Protestos em massa ameaçam fechar as principais vias que levam aos jogos. Seu slogan é "sem solução [para suas exigências], a bola não rola". México e África do Sul abrem a Copa do Mundo 2026 no Estádio Azteca, na Cidade do México, no dia 11 de junho AFP via Getty Images/BBC Mas, apesar de todas as dificuldades, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, permanece resoluta e confiante. "Este é o momento de presenciar o melhor futebol do mundo e mostrar a todos quem somos", declarou ela no ano passado, "não só um país com imenso patrimônio cultural, mas de pessoas empoderadas." Seria errado tapar o sol com a peneira, encobrindo os problemas enfrentados pelo México durante a preparação para a Copa, defende o jornalista esportivo mexicano Rafael Puente. "Espero, realmente, que os torcedores mostrem paciência e bom comportamento, frente a alguns desses problemas que não podemos esconder", destaca ele. "Só o que podemos esperar é a animação, ilusão e expectativa que o povo mexicano demonstrou no passado, particularmente sobre a participação da seleção nacional." Os objetivos do trio além do torneio Analistas indicam que os três vizinhos da América do Norte poderão atingir outras conquistas, se conseguirem sucesso no esporte nas semanas que se aproximam. O trio está em meio a uma difícil revisão do histórico acordo norte-americano de livre comércio, conhecido como USMCA, na sigla em inglês. Esta revisão trouxe incertezas sobre a parceria comercial do continente, mantida, de alguma forma, desde 1994. O México já iniciou negociações formais com os Estados Unidos, o que deverá ser seguido pelo Canadá. Os canadenses buscam fortalecer seus laços comerciais com a China, enquanto o México aumentou suas tarifas de importação sobre o país asiático. Ambos se movimentam em direções diferentes em relação ao "aumento da importância da China como preocupação primária" no governo Trump, segundo Dade. Trump, Sheinbaum e Carney posaram para uma selfie com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, durante o sorteio dos grupos da Copa do Mundo, em dezembro Getty Images via BBC A Copa do Mundo oferece uma oportunidade para a diplomacia, como pudemos observar quando Trump, Carney e Sheinbaum se reuniram, sorrindo, durante o sorteio dos grupos em dezembro. "Quando você reúne os líderes, geralmente sai algo bom", comenta Dade. Trump se vangloria frequentemente do seu país como o "mais atraente" do mundo. Ele certamente considera a Copa do Mundo como uma oportunidade de colocar os Estados Unidos sob os holofotes mundiais. Seu desejo de dominar os acontecimentos, seja comparecendo a eventos ou disparando postagens na rede Truth Social, pode alimentar ressentimentos entre os dois países vizinhos — e prejudicar as relações diplomáticas no continente a longo prazo. Por outro lado, ele investiu pesadamente no sucesso do torneio e pode se esforçar ainda mais para evitar os incidentes diplomáticos que poderiam prejudicar os eventos. O futebol é uma caixinha de surpresas, diz o velho ditado. E tão imprevisíveis quanto o próprio esporte são os possíveis resultados deste novo experimento, de reunir três países para promover uma Copa do Mundo. "Já se sabia desde o princípio que seria muito complicado, desde a definição dos países-sede", conclui Krarsnoff. A Copa do Mundo será decidida nestes gramados - como cientistas o aperfeiçoaram por décadas A revolta de torcedores com preços de ingressos da Copa do Mundo: 'Traição monumental' Portal americano aponta favorito para a Copa e coloca Brasil no top 5; veja o ranking A preocupação dos proprietários de hotéis nos EUA frente ao baixo nível de reservas antes da Copa do Mundo O que 'guru' da Copa prevê para o Brasil — e qual seleção será campeã
Against the backdrop of festive preparations for the 2026 FIFA World Cup, the first week of June proved to be one of the most charged of Claudia Sheinbaum's presidency. Here's what happened in Mexico from June 1 to June 5. The post Mexico’s week in review: Sheinbaum pushes back on US pressure as World Cup nears appeared first on Mexico News Daily
Professores da Coordenação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) do México escalam uma cerca enquanto tentam invadir a Secretaria de Educação Pública (SEP) durante um protesto para exigir melhores salários e aposentadorias, sob o lema "Se não houver solução, a bola não rola", às vésperas da Copa do Mundo da FIFA de 2026, na Cidade do México REUTERS/Paola Garcia Uma semana antes da partida de abertura da Copa do Mundo da Fifa na América do Norte, em 11 de junho, no lendário Estádio Azteca, na Cidade do México, manifestantes ocuparam a fan zone, a área oficial destinada aos torcedores. Já em 1º de junho, o poderoso sindicato dos professores do México, a Coordenadoria Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), convocou uma greve nacional por tempo indeterminado exigindo aumento salarial de 100% para a categoria. Milhares de pessoas participaram de uma passeata pelo centro histórico da capital mexicana esta semana como parte dos protestos organizados pela CNTE, bloqueando ruas e promovendo tumultos. Confrontos violentos com as forças de segurança ocorreram no distrito governamental. Segundo relatos da imprensa, um grupo de manifestantes invadiu o Ministério da Educação, onde um incêndio precisou ser controlado no hall de entrada. As forças de segurança usaram gás lacrimogêneo. Ao longo do imponente Paseo de la Reforma, manifestantes derrubaram estátuas de plástico de jogadores de futebol, com vários metros de altura, que haviam sido erguidas para a Copa do Mundo. Eles rasgaram as camisas gigantes e as queimaram em público. Nas esculturas derrubadas, os ativistas deixaram sua inconfundível mensagem: "sem solução, a bola não rola". Agora no g1 Para chamar atenção às suas reivindicações, os professores ocuparam a área oficial de torcedores no Zócalo, a praça central da capital. As raízes do conflito A indignação dos professores é direcionada às políticas de educação e previdência do governo da presidente Claudia Sheinbaum. O aumento salarial de 10% prometido em maio de 2025, com previsão de entrar em vigor em setembro de 2026, foi rejeitado pela direção do sindicato por ser considerado insuficiente. Professores efetivos do ensino fundamental no México podem ganhar quase R$ 6 mil por mês. Isso os coloca um pouco acima da média salarial nacional. O salário inicial bruto para um cargo de professor em tempo integral em uma escola primária pública no México varia atualmente entre aproximadamente R$ 2,4 mil e R$ 4,2 mil por mês, dependendo da região e da formação acadêmica. Na realidade, muitos professores ganham consideravelmente menos devido ao trabalho em tempo parcial. Segundo o jornal El Heraldo, citando o Instituto Nacional de Estatística do México, o salário inicial médio de um professor é de apenas cerca de R$ 2 mil. Outro sindicato de professores, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Educação (SNTE), impõe reivindicações salariais mais moderadas. Diante da alta da inflação, especialmente nas áreas metropolitanas, a entidade exige um aumento salarial de 13% para 2026. Copa do Mundo como alavanca estratégica O fato de a greve estar ocorrendo na semana que antecede a Copa do Mundo não é coincidência. O SNTE explora deliberadamente a atenção internacional como forma de pressão. O México espera cerca de cinco milhões de turistas internacionais durante o torneio, que organiza juntamente com os Estados Unidos e o Canadá. Segundo o boletim informativo Sports Business Today, espera-se que até 100 mil pessoas compareçam ao evento público no Zócalo nos dias dos jogos da seleção mexicana. No entanto, a festa está ameaçada pelo acampamento dos professores grevistas instalado no local. A Fifa inclusive já cancelou um curso de treinamento para voluntários que seria realizado na praça. Em suas coletivas de imprensa diárias, as chamadas mañaneras, Sheinbaum acusou os grupos radicais de tentarem provocar o Estado sob os holofotes internacionais. Ao mesmo tempo, ela rejeitou impor uma repressão severa, dizendo que seu governo não "cairá na armadilha" de reprimir os protestos diante do mundo inteiro. Em vez disso, negociações estão em andamento. O governo já rejeitou as reivindicações máximas por considerá-las "incompatíveis com o orçamento federal". Um acordo que inclua novos aumentos salariais e maiores benefícios previdenciários é considerado provável. Enquanto isso, aumenta o descontentamento público. Empresários locais e empresas de logística já sofreram perdas econômicas estimadas em R$ 119 milhões devido a vandalismo, bloqueio de vias principais e fechamento de aeroportos. Reportagens da imprensa local e relatos nas redes sociais indicam que cidadãos comuns também se sentem cada vez mais reféns do sindicato. Alguns veículos de comunicação, principalmente de regiões do país não diretamente afetadas, relatam mais compreensão. "A pedagogia da violência" O governo considera os distúrbios como obra de alguns grupos radicais. "Houve muitas provocações. Na verdade, não acredito que tenham sido os professores", disse Sheinbaum. A imprensa mexicana concorda parcialmente com essa interpretação e defende as manifestações como uma expressão legítima de reivindicações sociais. A imprensa conservadora tende a ver as coisas de forma diferente. Em sua coluna no jornal Milenio, o escritor e jornalista mexicano Héctor Aguilar Camín critica a "pedagogia da violência", com a qual justamente os professores do país dariam um exemplo vergonhoso. Ele também culpa o partido governista Morena, que teria fortalecido deliberadamente a CNTE desde a campanha eleitoral de 2018 para garantir o apoio eleitoral de seus membros.
Sheinbaum also touched on the government's plans to manage protesting teachers in downtown CDMX, a development in the Ayotzinapa case and a new bridge planned for Coatzacoalcos. The post Sheinbaum promises ban on large-scale tourism developments in Mahahual: Friday’s mañanera recapped appeared first on Mexico News Daily
Former Mexican President Andrés Manuel López Obrador has come out of retirement by publishing a letter in which he defends his successor, Claudia Sheinbaum, and the cartel-connected politicians singled out by the U.S. government in recent days. In his letter, he calls for the return of the Donald Trump of his first term and claims that the allegations against the members of his MORENA party are all politically motivated and aimed at supporting opposition parties. The post Mexico’s Ex-President AMLO Wants ‘Old Trump’ Back; Claims U.S. Pressure on Cartels is Political appeared first on Breitbart.
Grupos designados terroristas foram incluídos na lista do Tesouro americano, que aplica sanções econômicas e comerciais, e seus bens nos EUA foram bloqueados AFP via Getty Images/BBC A designação pelos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas entrou em vigor oficialmente nesta sexta-feira (05/06). 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A decisão confere às facções brasileiras o mesmo status jurídico de grupos que são alvo, há mais de um ano, de duras intervenções de Washington na América Latina, como os cartéis de Sinaloa e Jalisco Nova Geração, no México, o Trem de Arágua, na Venezuela, e o Clã do Golfo, na Colômbia. Segundo especialistas consultados pela BBC News Brasil, com exceção do caso venezuelano, a designação como terrorista não levou, pelo menos até o momento, ao enfraquecimento dessas organizações ou a uma diminuição da criminalidade. PCC e CV são classificados como terroristas pelos EUA a partir desta sexta (5) Mas a classificação significou, em alguns casos, penas mais duras para criminosos capturados e extraditados para os Estados Unidos e, principalmente, sanções econômicas específicas e um monitoramento muito mais rigoroso das transações financeiras dos grupos nos EUA e com empresas que possuem laços em território americano. No México, onde seis facções criminosas receberam a designação em fevereiro de 2025, a pressão diplomática sobre o governo da presidente Claudia Sheinbaum vem se intensificando nos últimos meses, com o indiciamento de dez oficiais do governo do Estado de Sinaloa, incluindo o próprio governador, Rubén Rocha Moya, por supostos vínculos com o poderoso Cartel de Sinaloa. O governo Sheinbaum denunciou ainda uma suposta operação não autorizada da CIA, o serviço de inteligência americano, em solo mexicano. Segundo o governo, dois oficiais que estariam investigando laboratórios de drogas no norte do país foram identificados após morrerem em um acidente de carro. Já na Venezuela, a pressão sobre o crime organizado chegou ao seu auge na invasão armada com a captura do então presidente, Nicolás Maduro, em janeiro deste ano. Ainda que a designação de organizações como terroristas não seja um requisito legal para a autorização de operações da inteligência americana no exterior, especialistas afirmam que as recentes ações dos EUA no México e na Venezuela fazem parte da campanha do governo de Donald Trump contra o narcoterrorismo. "A designação muda definitivamente o tom [dos EUA] em relação a esses grupos e como qualificam a ameaça que eles representam", diz Cecilia Farfán-Méndez, chefe do Observatório Norte-Americano da Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional (GI-TOC). Ainda segundo Farfán-Méndez, a ação americana não provocou grandes mudanças no comportamento das organizações criminosas atingidas, mas teve um impacto significativo nos negócios do setor privado dos países envolvidos. Sanções e monitoramento financeiro No primeiro dia de seu segundo mandato, em 2025, Trump assinou uma ordem executiva solicitando ao Departamento de Estado que designasse os principais cartéis e outras organizações criminosas latino-americanas como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês). A classificação foi confirmada cerca de um mês depois pelo secretário de Estado, Marco Rubio. Na lista das organizações atingidas estavam os cartéis de Sinaloa, de Jalisco Nova Geração (CJNG), do Nordeste, do Golfo, Unidos e Nova Família Michoacana, do México, e o Trem de Arágua, da Venezuela. Posteriormente, também foram designados como terroristas o Clã do Golfo, da Colômbia; o Cartel dos Sóis, da Venezuela; e os grupos Los Choneros e Los Lobos, do Equador. Os grupos Bairro 18 e Mara Salvatrucha (MS-13), que têm braços em vários países da América Central e nos EUA, também foram atingidos. Com as designações, todas essas organizações foram incluídas na lista do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac) do Departamento do Tesouro americano, que administra e aplica sanções econômicas e comerciais, e seus bens nos EUA foram bloqueados. Isso também significa que qualquer empresa ou indivíduo que forneça apoio material para membros ou instituições ligadas a essas organizações pode enfrentar penalidades nos EUA. Isso inclui envio de dinheiro, prestação de serviço, consultoria, fornecimento de transporte ou qualquer outra ajuda econômica direta ou indireta. Pistoleiros do Cartel de Sinaloa entraram em confronto com forças de segurança durante tentativa de fuga em massa da Prisão de Aguaruto, no México Anadolu via Getty Images/BBC Até o momento, os cartéis mexicanos foram os que mais estiveram na mira das sanções americanas. No sistema da Ofac, a BBC News Brasil identificou que pelo menos 40 indivíduos ligados às organizações enquadradas como terroristas no México foram listados pessoalmente desde a designação no ano passado. Desses, 23 pertencem ao Cartel de Sinaloa. Mais de 50 empresas ligadas ao cartel ou a esses indivíduos foram sancionadas, assim como 31 negócios indicados como tendo conexão com o CJNG e seus membros. Pelo menos 14 indivíduos e 4 empresas que teriam algum tipo de conexão direta com o Trem de Arágua, da Venezuela, também entraram na lista de sanções ligadas ao terrorismo desde fevereiro de 2025. O economista Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior do Brasil e sócio da consultoria BMJ, explica que, além do efeito pessoal para os indivíduos e firmas sancionados, a inclusão das organizações nas listas da Ofac significou um aumento significativo nos custos de operação das empresas que atuam nos países atingidos e têm também presença nos EUA. Muitas dessas facções estão bastante infiltradas nas sociedades locais e possuem braços em diferentes setores da economia, diz o especialista. Como a definição adotada pela lei americana de apoio material é bastante ampla, empresas que fazem negócios nos países atingidos podem acabar penalizadas por algum tipo de ligação com as facções, mesmo sem intenção. "Um banco nos EUA que tenha contas de pessoas envolvidas com uma das organizações ou um investidor americano que investe numa empresa que tem como fornecedor alguém ligado a um desses grupos pode ser sancionado criminalmente e civilmente nos Estados Unidos se não demonstrar que fez uma diligência devida", exemplifica Barral. Tudo isso, aponta o especialista, tem aumentado significativamente os gastos das empresas com exigências de compliance e diligências prévias para evitar problemas ao investir e atuar em países como México e Colômbia. Departamento do Tesouro americano tem aumentado pressão sobre bancos para fiscalização de clientes Bloomberg via Getty Images/BBC Niko Passas, professor de Criminologia e Justiça Criminal da Universidade Northeastern, nos Estados Unidos, afirma ainda que entidades processadas por apoio material a uma organização classificada como terrorista pelos Estados Unidos têm sofrido, além do impacto econômico, implicações em relação à sua reputação. "Na prática, de acordo com a lei, não ter a intenção de apoiar uma organização terrorista não é necessariamente suficiente [para provar a inocência]. Portanto, mesmo sem intenção, alguém pode acabar envolvido", diz o especialista, que colaborou para a implementação das convenções das Nações Unidas contra a corrupção e crime organizado transnacional. Ainda não existem pesquisas amplas sobre o impacto real disso tudo nas economias locais, mas um relatório da empresa de pesquisa de mercado Mordor Intelligence, citado pela consultoria Control Risks, apontou que, um ano após a designação de seis organizações criminosas mexicanas como terroristas, houve um aumento significativo nos custos das empresas no México. O levantamento aponta um acréscimo de 8% a 12% nas despesas logísticas e uma elevação de 30% nos preços dos seguros para caminhões de transporte de mercadorias nas regiões afetadas. Firmas de advocacia e consultorias especializadas também reportaram um aumento significativo do escrutínio no setor agroindustrial nos Estados mexicanos de Jalisco e Michoacán, onde membros dos cartéis se infiltraram nas cadeias de suprimentos nas últimas décadas. Além disso, o Tesouro americano emitiu ordens exigindo que todos os bancos que operam em cidades que fazem fronteira com o México nos Estados da Califórnia e do Texas peçam identificação dos clientes que fazem transações em dinheiro acima de US$ 200 e reportem as movimentações ao órgão. Em junho de 2025, três bancos mexicanos foram sancionados sob acusação de lavar dinheiro do narcotráfico. Dois deles foram bloqueados pela Visa e pela Mastercard de acessarem suas redes de pagamento, o que tornou os cartões de débito e crédito dos bancos praticamente inúteis, já que as duas empresas americanas dominam o setor de pagamentos em quase todo o mundo. Outro caso que marcou a discussão no último ano envolveu uma escola particular na Flórida, que teve que pagar uma multa de mais de US$ 1,7 milhão por receber o pagamento de mensalidade e outras taxas de dois alunos cujos pais têm ligação com um cartel mexicano, segundo o Tesouro americano. De acordo com o órgão, as violações do internato IMG Academy não foram voluntárias, mas destacam a importância de instituições de diversos setores "implementarem controles eficazes e baseados em risco para evitar violações de sanções". Todo esse cenário, aponta Barral, pode estar afastando potenciais investidores dos países onde as organizações estão estabelecidas. "Os bancos aumentam as exigências para abertura de contas e dificultam operações com o exterior, o acesso a crédito fica mais difícil", detalha. "E, claro, o investidor estrangeiro vai olhar com lupa qual o investimento que ele está fazendo e se vale a pena." Até o momento, não foram registrados sinais claros de diminuição do investimento estrangeiro causado pela ação americana de designação de organizações terroristas. Mas, segundo Barral, o cenário tem potencial de ser especialmente prejudicial para o México, que é extremamente dependente dos Estados Unidos e, em 2025, destinou aproximadamente 80% de suas exportações ao país. Penas mais severas e relações abaladas no México Na esfera criminal, a designação como organização terrorista leva a penalidades mais severas para aqueles condenados nos Estados Unidos, explica Niko Passas. "Não são apenas muito severas em termos financeiros, mas também incluem penas de prisão que podem chegar a 20 anos", diz o advogado e criminologista. Em fevereiro deste ano, um dos líderes do Cartel de Sinaloa, René Arzate-García (também conhecido como La Rana) foi acusado pelos crimes de narcoterrorismo, condução de uma organização criminosa, apoio material a uma organização terrorista estrangeira, conspiração internacional para distribuir metanfetamina, cocaína, fentanil e maconha, e lavagem de dinheiro na Califórnia. O governo americano também ofereceu uma recompensa de até US$ 10 milhões por informações sobre o paradeiro de La Rana e seu irmão, Alfonso Arzate-García (Aquiles). A agência de combate às drogas do governo americano (DEA, na sigla em inglês) afirma que os dois controlam a área de Tijuana para o Cartel de Sinaloa há 15 anos. Desde que os cartéis mexicanos e seus membros foram classificados como terroristas, os governos de Donald Trump e Claudia Sheinbaum têm realizado uma série de negociações a portas fechadas. Governo americano também ofereceu uma recompensa por informações sobre o paradeiro de irmãos que lideram o Cartel de Sinaloa DEA via BBC Os dois países chegaram a falar em aumento da cooperação e criação de estratégias conjuntas para combater as cartéis. As transferências de criminosos capturados no México para os EUA também foram intensificadas, com quase cem prisioneiros enviados para solo americano entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026. Sheinbaum também foi apontada como uma das lideranças mundiais que melhor conseguiu negociar tréguas com a Casa Branca diante das acusações de Trump sobre a criminalidade na fronteira e da imposição de tarifas comerciais. Mas eventos recentes envolvendo lideranças locais e declarações do Palácio Nacional colocam dúvidas sobre o que acontece nos bastidores. Em janeiro, após a operação militar que capturou Nicolás Maduro na Venezuela, Trump deu a entender que outros países latino-americanos, como Colômbia, Cuba e México, poderiam ser os próximos alvos de seu governo. Em resposta, Sheinbaum afirmou durante uma coletiva de imprensa que a soberania mexicana seria defendida. "Poucos mexicanos concordam com uma intervenção", disse. "Não só não ajuda — quem eles vão bombardear? — como também nossa soberania estará em jogo." A relação entre os dois países atingiu um ponto ainda mais delicado após a morte dos dois funcionários da CIA em um acidente de carro no norte do México. Segundo as autoridades mexicanas, eles não tinham autorização para operar no país. Uma reportagem da emissora CNN apontou ainda que agentes da CIA participaram diretamente de ataques letais contra alvos de cartéis no México no último ano. O governo de Sheinbaum negou categoricamente. A presidente também tem sido enfática ao afirmar que autoridades estrangeiras só podem operar em território mexicano mediante autorização prévia. Mas, pouco após o acidente de carro envolvendo os oficiais de inteligência americanos, os EUA acusaram formalmente o governador de Sinaloa, Rubén Rocha, e outros funcionários do governo local por suposto envolvimento com o Cartel de Sinaloa. Sheinbaum tem afirmado que a soberania mexicana será defendida AFP via Getty Images/BBC Embora os EUA frequentemente tenham como alvo chefes do narcotráfico, acusações formais contra políticos mexicanos em exercício de alto escalão são raras. Segundo o Departamento de Justiça americano, Rocha e os demais conspiraram com líderes do cartel para importar grandes quantidades de drogas para os Estados Unidos em troca de apoio político e subornos. Após a divulgação das acusações, o governo mexicano recebeu pedidos de prisão preventiva para fins de extradição dos investigados. Sheinbaum exigiu provas claras do envolvimento das autoridades antes que o Ministério Público mexicano possa proceder conforme a lei. A presidente também acusou "setores da extrema direita" nos Estados Unidos de liderarem uma "campanha" contra seu governo, mas disse acreditar que Donald Trump não está envolvido no movimento. "Confesso que não acredito que o presidente Trump tenha liderado essa ofensiva em várias questões", disse Sheinbaum em sua habitual coletiva de imprensa matinal. "São setores da extrema direita nos Estados Unidos que querem impedir um bom relacionamento." Círculo presidencial colombiano na mira dos EUA Na Colômbia, uma das principais consequências da pressão americana sobre o crime organizado foi a inclusão do presidente Gustavo Petro e seus familiares na lista de indivíduos supostamente associados ao narcotráfico no ano passado. Além de Petro, do seu filho mais velho, Nicolás Petro, e da primeira-dama, Verónica Alcocer, o ministro do Interior, Armando Benedetti, também foi sancionado pelo Ofac sob acusação de envolvimento no tráfico ilícito global de drogas. Segundo o Tesouro americano, desde que assumiu o poder Petro teria permitido que os cartéis de drogas prosperassem e "inundassem os Estados Unidos e envenessem os americanos" com cocaína. Mais recentemente, em março, promotores federais em Nova York abririam oficialmente um inquérito para investigar o envolvimento do presidente com indivíduos ligados ao narcotráfico, além de suspeitas sobre o uso de recursos ilícitos em sua campanha presidencial de 2022. Assim como o México e nos demais países envolvidos, isso gerou uma grande preocupação entre empresários e investidores, que precisaram se reorganizar para evitar ser penalizados por qualquer tipo de contato com o círculo próximo de Petro sancionado. Ao mesmo tempo, segundo revelado por uma reportagem do jornal The New York Times, o ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, teria procurado o governo americano para solicitar a imposição de novas sanções, dessa vez contra traficantes de ouro ilegal. Gustavo Petro e seus familiares foram incluídos na lista de indivíduos supostamente associados ao narcotráfico pelos EUA Anadolu via Getty Images/BBC O governo colombiano acredita que a mineração ilegal de ouro tem financiado o Clã do Golfo, designado como terrorista pelos EUA, e que estender as sanções aos comerciantes de ouro ajudaria a Colômbia a combater a facção, segundo a reportagem. O Departamento do Tesouro americano não confirmou se o pedido estava sendo analisado, mas o tema do narcotráfico e da segurança se tornou central nas eleições locais, que devem ser definidas em um segundo turno marcado para 21 de junho. Iván Cepeda, líder de esquerda que oferece continuidade aos programas do atual governo de Gustavo Petro, concorre com Abelardo de la Espriella, um empresário de direita que promete uma abordagem radical para mudar tudo. Enfraquecimento do Trem de Arágua na Venezuela Mas, apesar de todas as ações tomadas pelos EUA até agora, especialistas e observadores locais também apontam que não houve grande diminuição da violência provocada pelas facções. Cecilia Farfán-Méndez, da GI-TOC, afirma que colaboradores da organização no México e na América Central não têm notado efeitos concretos das medidas americanas na limitação das atividades perpetradas pelas organizações criminosas. "Mas é claro, faz apenas pouco mais de um ano [que a designação foi publicada pelos EUA]", diz a especialista. A grande exceção apontada por Farfán-Méndez é a Venezuela, onde haveria sinais do enfraquecimento do Trem de Arágua. Segundo os relatos, a organização está cada vez mais fragmentada. Além disso, teria visto a pressão sobre suas redes aumentar após Chile e Colômbia começarem a realizar operações conjuntas com as autoridades americanas para desmantelar células do grupo em seus países. Em outubro, um dos fundadores da facção, Larry Alvarez, também conhecido como Larry Changa, teria pedido, em uma carta, ajuda ao governo colombiano para a realização de negociações de paz que levem à dissolução do grupo, uma ação que foi interpretada por alguns como um sinal da fraqueza da facção. Changa está preso na Colômbia desde 2024. Na mensagem endereçada a Gustavo Petro e ao Ministério da Justiça, ele teria pedido auxílio para "facilitar a reaproximação e construir uma rota viável de desmobilização". Membros da gangue venezuelana Trem de Arágua e da gangue MS-13 que foram deportados para El Salvador pelos EUA Anadolu via Getty Images/BBC A carta foi assinada pelos advogados do criminoso e publicada na mídia local e online. O gabinete do comissário para a paz da Colômbia confirmou a autenticidade do documento à agência AFP. Além disso, segundo os colaboradores ouvidos pela GI-TOC, algumas ações do governo americano, como o indiciamento de Hector Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero e apontado como o líder máximo do Trem de Arágua, no processo criminal que também tem como alvo Nicolás Maduro e outros membros do seu governo, enfraqueceram a estrutura criminosa. A tudo isso somam-se a prisão de Maduro e o controle dos Estados Unidos sobre o governo venezuelano, que estariam prejudicando a organização, de acordo com relatos publicados pela Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional. Incentivo para a sofisticação? Ainda restam, porém, muitas dúvidas sobre os benefícios da estratégia adotada pelos EUA de classificar as facções criminosas latino-americanas como terroristas. Para Niko Passas, da Universidade Northeastern, há a possibilidade de que a atual pressão produza um efeito contrário. "No passado, vimos que a aplicação rigorosa de medidas contra essas organizações às vezes serviu de incentivo para que elas se tornassem mais bem organizadas, mais sofisticadas e, consequentemente, mais poderosas e resilientes", diz. Além disso, diz o advogado, a aplicação de sanções pode afastar cada vez mais os grupos do sistema financeiro americano e, consequentemente, do dólar, tornando cada vez mais difícil para os EUA monitorarem as suas movimentações. "Essa estratégia também fornece incentivos adicionais para a desdolarização, visando evitar a jurisdição americana", aponta. "Em outras palavras, você até pode usar suas armas nos alvos que estão ao seu redor, mas se eles se moverem para outro lugar, estarão fora do seu alcance."
Trump wants results against organized crime. Can Mexico’s president deliver?
Former President López Obrador resurfaced this week to accuse the U.S. of plotting to destroy Morena — and urged Trump to "send to hell the parasites that surround him." The post Former President AMLO blasts US interference and backs Sheinbaum in rare public statement appeared first on Mexico News Daily
Sheinbaum thanked her predecessor for his "unconditional support" as she pushed back against U.S. pressure at Thursday's morning press conference. The post Facing US pressure, President Sheinbaum thanks AMLO for his ‘unconditional support’: Thursday’s mañanera recapped appeared first on Mexico News Daily
Mexico’s President Claudia Sheinbaum was quick to rush to the defense of two more governors from her party, MORENA, who sparked a new controversy after a series of reports revealed that they were the target of cartel investigations by the U.S. government and that they had their visas revoked. Both Mexican governors denied the reports. The post Mexican President Defends Two New Governors Singled Out for Alleged Cartel Dealings appeared first on Breitbart.
In a letter posted on social media, the former president backs his successor Claudia Sheinbaum and criticizes the White House’s role in Mexico’s internal affairs
El expresidente sale de su retiro político para respaldar a Sheinbaum ante las amenazas a la soberanía de México y para advertir de que EE UU quiere debilitar a Morena
Mexican President Claudio Sheinbaum has called for dialogue with the protesting teachers, who are demanding a salary increase and the repeal of a pension law.
Mullin, cara visible de la agenda migratoria de Trump, comparece ante la Cámara, donde aplaudió la coordinación con la Administración Sheinbaum. El exsenador se abre a deportar a Costa Rica a Kilmar Abrego García, como querían sus abogados
Her government is now on a collision course with both the United States and with basic Mexican democratic civics.
En un escenario de tensiones con Washington y conflictos globales, Madrid relanza su relación comercial con México buscando acelerar el intercambio y la inversión
President Sheinbaum faced questions on Wednesday about an L.A. Times report alleging that two more Morena-affiliated governors are in hot water, and regarding the current standoff with the dissident CNTE teachers' union. The post Are more Mexican governors under investigation by the US? Wednesday’s mañanera recapped appeared first on Mexico News Daily
Mexican President Claudia Sheinbaum is blaming what she calls the American "far right" for worsening relations between the U.S. and Mexico. The post Mexico’s Claudia Sheinbaum Blames American ‘Far Right’ for Worsening U.S.-Mexico Relations appeared first on Breitbart.
The Trump representative and retired colonel has been accumulating controversies and clashes with Claudia Sheinbaum’s government in his first year in the country