Bihar BJP MLA convicted in case of celebratory firing that claimed woman’s life
The court directed that Raju Kumar Singh be taken into custody and scheduled arguments on sentencing for June 9
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The court directed that Raju Kumar Singh be taken into custody and scheduled arguments on sentencing for June 9
Yann Vezilier is expected to serve his sentence in Mali following a conviction handed down late on Thursday, a person familiar with the matter told Reuters.
Lorena Lemos traz os destaques da semana do g1 Sul de Minas no Top 3 A semana acabou e você ainda não conseguiu se atualizar sobre o que aconteceu na região? Não se preocupe: o g1 Sul de Minas reuniu as três notícias mais lidas dos últimos dias. Confira abaixo. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram 3º lugar: 'Foi o reconhecimento de um sonho': vídeo de rua pintada para a Copa do Mundo chega à CBF e viraliza em MG Vídeo de rua pintada para a Copa do Mundo chega à CBF e viraliza em MG Flávio Henrique Leite Quem passa pela Rua República da Argentina, no bairro Jardim América, em Pouso Alegre (MG), pode até estranhar. Apesar do nome, de Argentina a rua não tem nada. Tomada pelo verde e amarelo, a via, que tem cerca de 350 metros e corta cinco quarteirões, foi transformada por moradores em um verdadeiro cenário de Copa do Mundo. A decoração ganhou repercussão nas redes sociais e chegou ao conhecimento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). “Quando a CBF compartilhou as imagens, foi uma emoção muito grande. A gente percebeu que o trabalho tinha alcançado pessoas muito além da nossa cidade. Foi o reconhecimento de um sonho que começou há muitos anos”, afirma Diego Miranda, idealizador do projeto. A mobilização reuniu cerca de 40 crianças e 50 adultos, que se dividiram ao longo de toda a avenida para dar vida ao projeto. Para colorir a rua, foram investidos aproximadamente R$ 10 mil em tintas, com apoio de uma loja especializada da cidade e doações da comunidade. ➡️ Leia a reportagem completa 2º lugar: 'Barato da Cozinha': aprenda a fazer caldo cremoso de mandioca com frango para os dias frios Caldo cremoso de mandioca com frango Juliano Denubila/EPTV Com a chegada das temperaturas mais baixas, os caldos se tornam uma opção saborosa e econômica para aquecer os dias frios. No quadro "Barato da Cozinha", da EPTV, afiliada TV Globo, desta quarta-feira (3), a cozinheira Fabiana Rosa Oliveira, de Passos (MG), ensinou o preparo de um caldo cremoso que leva frango, mandioca, mandioquinha, cenoura e bacon. A receita tem origem no Norte de Minas Gerais e combina ingredientes simples que costumam estar presentes na cozinha dos brasileiros. Segundo Fabiana, o prato é ideal para reunir a família e rende aproximadamente 10 porções. Além de nutritivo, o caldo é fácil de preparar. O segredo está em bater parte dos legumes cozidos com o caldo do frango para garantir uma textura cremosa e encorpada. ➡️ Veja a receita completa 1º lugar: Entre fornos e quitandas, polvilho sustenta histórias, renda e identidade em cidade do Sul de Minas Entre fornos e quitandas, polvilho sustenta histórias, renda e identidade em cidade do Sul de Minas Acervo Pessoal O cheiro do polvilho espalhado pela casa, os fornos acesos desde cedo e as quitandas feitas à mão fazem parte da rotina de Conceição dos Ouros, no Sul de Minas Gerais. Conhecida como a “Capital Nacional do Polvilho”, a cidade de cerca de 12 mil habitantes construiu a própria identidade em torno da produção artesanal, tradição que atravessa gerações, sustenta famílias e hoje também impulsiona o turismo e pequenos negócios. Segundo dados do IBGE, o município produz cerca de 15 mil toneladas de mandioca por ano, em uma área plantada superior a 405 hectares. Já o Sebrae Minas aponta que mais de 30 fábricas artesanais de polvilho funcionam na cidade, mantendo viva uma cadeia produtiva que vai do campo às quitandas e aos pratos criativos servidos a turistas. ➡️ Leia a reportagem completa Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
Mulher é morta pelo ex-marido a facadas no Sertão da Paraíba PMSE Uma mulher de 30 anos foi morta pelo ex-marido, identificado como Elieudo Mota da Silva, a facadas na cidade de Conceição, no Sertão da Paraíba, na manhã deste sábado (6). As informações foram confirmadas pela Polícia Militar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp De acordo com o Major Flaviano, sub-comandante do 16º Batalhão da PM na região, após matar a esposa o homem de 46 anos tentou tirar a própria vida, também com o mesmo objeto que usou para matar a mulher. Moradores próximos ao local onde aconteceu o crime acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) porque o homem estava ferido. Inicialmente, a ambulância o levou para o Hospital de Conceição, mas ele foi transferido posteriormente para o Hospital Regional de Cajazeiras, onde permanece internado e sob escolta policial. A Polícia Civil investiga o caso e também esteve presente no local do crime para realizar as primeiras investigações. Ainda não se sabe o que levou o homem a matar a mulher. Agora no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
Imagem aérea da arena de rodeio e shows da Fenamilho 2026. Fenamilho/Divulgação A tradicional Festa Nacional do Milho em Patos de Minas se encerra neste domingo (7). A edição que marcou o aniversário de 65 anos da feira foi pensada para marcar ainda mais o público que passou pelo Parque de Exposições Sebastião Alves do Nascimento durante todos os dias de festa. Além dos shows de grandes artistas do cenário nacional, a Fenamilho 2026 contou com a 1ª Quebra do Milho, receita em homenagem à Copa e a esperada Rainha do Milho. O evento também marcará a despedida de Ceci Ribeiro do time de apresentadores da TV Integração durante a transmissão do show de Wesley Safadão. "Estamos muitos satisfeitos em comemorar a sexagésima quinta edição da Fenamilho. É muita festa muito grande, batemos muitos recordes e um rodeio grande", disse o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Patos de Minas, Cleides Junior. O g1 traz um resumo do que aconteceu no evento e o que ainda está previsto para rolar nos dois últimos dias. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Shows Toda grande festa agropecuária tem que contar com grandes shows. No palco e na arena da Fenamilho 2026 não seria diferente. Os fãs de música puderam cantar os sucessos de Hugo e Guilherme, Natanzinho Lima, Henrique e Juliano, Daniel e Luan Santana. E para encerrar as grandes atrações musicais, Wesley Safadão sobe ao palco neste sábado (6) (veja mais abaixo). Na arena, desde o a quinta-feira (4) o público confere o rodeio em diversas modalidades. A final está acontece no domingo (7). "Costumamos dizer que na primeira semana ainda estamos ajustando. A primeira semana acaba sendo mais o público local. Já na segunda semana, com um feriadão no meio, recebemos muitos visitantes. Na véspera do feriado, por exemplo, a apresentação de Henrique e Juliano bateu recorde, com a arena lotada", disse Cleides Junior. Fenamilho 2026 reúne shows, rodeio e tradição em Patos de Minas Quebra do milho Exposições agropecuárias costumam contar com a queima do alho, mas na capital nacional do milho a tradição precisa ser um pouco diferente. Na primeira edição da Quebra do Milho, o público contou com o bom e velho churrasco. Os sempre marcantes arroz carreteiro e o feijão tropeiro também estiveram à disposição dos participantes. Mas a estrela principal era o milho, que esteve presente no evento abrilhantando diversas receitas típicas. Fenamilho aposta em nova experiência gastronômica Receita em homenagem à Copa Milho, bacon, linguiça e carne de sol servidos em taças douradas cercadas por itens em verde e amarelo, a bandeira do Brasil e um mini campo de futebol, com direito a travas de gols e uma bola. Esse foi o prato vencedor do Festival de Comidas Típicas, que abriu oficialmente a programação da Fenamilho 2026. O prato nomeado de "Brasileirinho de Milho" foi idealizado pensando no clima de Copa do Mundo. "Na Fenamilho, enaltecemos o principal produto da nossa capital do milho. Algo que já faz parte da cultura do orgulho do patense. Já como brasileiros, somos apaixonados por futebol e fazemos questão de vibrar pela Seleção e torcer pelo Hexa. Então, resolvi homenagear as duas faces da mesma identidade. Patense apaixonado por milho e por futebol", explicou a criadora do prato, Hilda de Fátima Pereira Silva. Com o título de 2026, Hilda Silva se tornou undecacampeã (11 títulos) do Festival de Comidas Típicas. Veja abaixo como preparar a receita. Brasileirinho de Milho, o vencedor do Festival de Comidas Típicas de 2026 Emater/Divulgação Confira a receita completa e o modo de fazer o Brasileirinho de Milho🌽 Ingredientes: 🥩1 kg de patim picado 🥓250g de bacon 🥩250g de calabresa 🥓100g de linguiça defumada 🍖100g de carne de sol dessalgada 🥕250g de cenoura picadinha 🌽16 espigas de milho frescas 🌱2 alhos poró 🧅500g de cebola 🧄2 colheres de tempero alho e sal 🌶️Temperos a gosto: salsinha, cebolinha, sal e pimenta. 🥣Modo de preparo: 1- Fritar o bacon e a calabresa e reservar; 2- Em uma panela, fritar o alho e a cebola e refogar a carne patim até ficar macia; 3- Acrescente as cenouras e deixe cozinhar mais um pouquinho; 4- Acrescente o bacon, calabresa, carne de sol, linguiça defumada e alho poró, mexendo sempre para não grudar no fundo da panela; 5- Por último, acrescente o milho fresco e os temperos; Está pronto! Pode ser acompanhado com arroz branco🍚 Transmissão do show de Wesley Safadão e despedida de Ceci Ribeiro Para quem está longe de Patos de Minas ou resolveu curtir a noite deste sábado (6) no sofá de casa, a TV Integração vai transmitir o show de Wesley Safadão logo após o Altas Horas, a partir das 23h50, com Ceci Ribeiro e Mário Freitas, ampliando ainda mais a experiência de quem acompanha a Fenamilho pela TV. A transmissão do show marca também a despedida de Ceci Ribeiro do time de apresentadores da TV Integração. A Fenamilho sempre fez parte da história profissional da apresentadora, desde os tempos do programa Carona, e, por isso, é muito simbólico que a última participação na emissora seja justamente em uma transmissão tão representativa para toda a região. "Ao longo dos anos, Ceci construiu uma relação genuína com o público, marcada por muito talento e criatividade. Ceci é puro suco do entretenimento e contribuiu de forma muito efetiva com o propósito da nossa emissora. Temos muito orgulho de sua trajetória e da contribuição que deixou para a TV Integração. Esta despedida é também uma celebração de tudo o que ela construiu aqui e do reconhecimento que agora alcança nessa nova etapa de sua carreira.", afirmou Paula Bernardes. Ao longo de 15 anos na TV Integração, Ceci Ribeiro participou de programas de variedades, coberturas especiais e projetos voltados ao entretenimento, tornando-se um dos rostos mais conhecidos da televisão mineira. O estilo leve e espontâneo de comunicação ajudou a fortalecer a conexão com o público da região. Nos últimos anos, a jornalista também ganhou projeção nacional nas plataformas digitais da Globo. Em 2024, comandou o programa Bate-papo Estrela da Casa, exibido no globoplay e no gshow. Já em 2025 e 2026, passou a dividir a apresentação do Bate-papo BBB com Gil do Vigor, recebendo ao vivo os eliminados do reality logo após deixarem a casa. Com trajetória consolidada tanto na televisão quanto no ambiente digital, Ceci Ribeiro agora assume uma nova etapa da carreira como repórter em Belo Horizonte, dos programas Encontro com Patrícia Poeta, Mais Você e É de Casa, reforçando a presença mineira na programação nacional da Globo. Rainha do Milho 2026 Entre todos os eventos da Fenamilho, um dos mais aguardados é a eleição da Rainha do Milho. E a grande vencedora em 2026 foi Vitória Magalhães. "É uma honra representar o povo de Patos de Minas", disse a vencedora. Vitória Magalhães é eleita Rainha da Fenamilho 2026 Agricultura familiar Grande potência do agronegócio brasileiro, a agricultura familiar não pode ficar de fora da Fenamilho. Um espaço voltado exclusivamente para o setor foi montado dentro do parque de exposições. Encontros, palestras e simpósios voltados à agricultura familiar foram pensados para a melhoria da vida e produtividade no campo. O espaço foi uma realização do Sindicato dos Produtores Rurais em parceria com a Emater-MG. Agricultura familiar ganha destaque na Fenamilho, em Patos de Minas VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
A London court has sentenced a 36-year-old Nigerian man, Fawaz Abdulkareem to life imprisonment for the fatal stabbing of a man following a dispute at a flat in Vauxhall. The post Nigerian man jailed for life over fatal stabbing in London appeared first on Vanguard News.
Mulher que fingiu ter 12 anos para ser adotada em SC tinha sido presa em Goiás A mulher de 37 anos que foi presa em Santa Catarina ao se passar por uma adolescente de 12 anos já havia sido presa em flagrante, em Goiânia, em 2024. Na ocasião, Amanda Maria Souza de Oliveira, foi levada para a delegacia após policiais militares constatarem que ela mentia para conseguir doações. De acordo com a Polícia Civil de Goiás, ela foi presa por falsidade ideológica. Questionado pelo g1, o Tribunal de Justiça de Goiás informou que não foi encontrado processo com o nome de Amanda no sistema. Já a Polícia Civil não informou a conclusão do inquérito. Em entrevista ao g1, o conselheiro tutelar Rondinelly-Ná , que acompanhou o caso na época, relembrou o que aconteceu. "Ela fez a mesma coisa aqui em Goiânia. Só não ficou esse tanto de tempo e na casa de uma pessoa. Ela chegou à rodoviária e se hospedou nos hotéis próximos", disse. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Em 2024, Amanda Maria Souza de Oliveira foi presa por falsidade ideológica, ao fingir ter 11 anos e pedir doações Arquivo pessoal/ Conselheiro Rondinelly-Ná LEIA TAMBÉM Mulher com agulhas dentro do corpo é presa suspeita de se passar por criança para conseguir doações, diz polícia VÍDEO: Homem que fingia ser fazendeiro rico é preso suspeito de aplicar 50 golpes em hotéis Homem é preso suspeito de fingir ser personal trainer O tempo ao qual o conselheiro se refere é o período de mais de um ano durante o qual Amanda conviveu com uma família de Joinville, no norte de Santa Catarina. Na capital goiana, ela não chegou a ser acolhida por ninguém. "Alguém passou (para ela) o contato de uma pastora, junto com a pastora estava a obreira. Foi quando elas me procuraram, por causa da questão das agulhas", relatou Rondinelly-Ná. Segundo Rondelly, as agulhas estão presentes por todo o corpo da mulher. Quando foi atendida, ela alegou ter sido vítima de abusos na infância. Amanda, que se apresentou com outro nome, foi levada pelo Conselho Tutelar para o Hospital Estadual da Mulher (Hemu), mas pela idade declarada por ela, o conselheiro teve que encaminhá-la para o Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad). Após a mulher relatar passagem por conselhos tutelares de outros estados, Rondenelly fez uma busca e descobriu do que se tratava. "O Conselho Tutelar do Paraná me enviou uma matéria, mostrando que ela já tinha sido presa lá. O hospital já tinha feito até uma reunião, porque ela tem agulhas próximas ao coração. Quando descobrimos, foi dada voz de prisão a ela". Em seguida, Amanda foi levada para Central de Flagrantes da Polícia Civil. Ao ser feita uma consulta nos sistemas policiais, a verdadeira idade dela foi verificada. Além disso, encontraram registros no nome dela por estelionato e falsidade ideológica em outros estados. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Criança morre atropelada por caminhão em Poço Redondo Foi enterrado na manhã deste sábado (6), o corpo do menino de quase 2 anos que morreu atropelado na SE--230. O sepultamento aconteceu no povoado Lagoa Dantas, em Poço Redondo. O velório aconteceu na casa da família da criança. Familiares e amigos estiveram presentes na despedida e dezenas de pessoas participaram do cortejo com destino ao cemitério local. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp A criança morreu durante acidente entre uma motocicleta e um caminhão no Povoado Sítios Novos, nesta sexta-feira (5). Um vídeo de câmera de segurança mostra que o menino estava sentado no veículo com um homem, mas posicionado à frente do condutor na motocicleta. A criança acelera até a via onde passava o caminhão que a atropela. A Polícia Civil informou que um inquérito vai ser aberto para investigar as circunstâncias do ocorrido. Familiares se despedem de criança que morreu atropelada na SE-230. Bebeto
Last May, Hay, now 29, was sentenced at Inner London Crown Court to 19 years in prison for rape, attempted rape, and two sexual assaults against three women.
Homem é preso suspeito de atirar contra irmão após briga no DF PMDF Um homem foi preso suspeito de atirar contra o próprio irmão após uma briga na noite de sexta-feira (5), em Taguatinga, no Distrito Federal. Segundo a Polícia Militar, a vítima foi atingida na perna e recebeu atendimento médico. O autor, que não teve a identidade informada, fugiu e foi localizado cinco horas após o crime. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Durante a prisão, os policiais encontraram um revólver e seis munições com o suspeito. "Segundo informações levantadas durante a ocorrência, a motivação do crime estaria relacionada a um desentendimento familiar", diz a PM. O homem foi conduzido à 21ª Delegacia de Polícia. Agora no g1 LEIA TAMBÉM: 100 MIL LITROS EM 5 DIAS: quadrilha é presa por furtar combustível de oleoduto da Petrobras no DF INVASÕES: homem é suspeito de enganar porteiro e chamar chaveiro para invadir apartamento no DF Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
Moradores revivem tradição iniciada na Copa de 2014 e pintam rua no Acre Enquanto a Seleção Brasileira se prepara para estrear na Copa do Mundo no próximo sábado (13), moradores de diferentes bairros de Rio Branco correm contra o tempo para concluir pinturas, pendurar bandeiras, colorir as casas e transformar ruas inteiras em cenários verde e amarelo. Uma das mobilizações ocorre na Travessa João Edimar, no bairro João Eduardo II, onde vizinhos se reuniram para dar continuidade a uma tradição iniciada durante o Mundial de 2014. Conhecido como Rua do Fuxico, o local deve ter cerca de 450 metros completamente personalizados para acompanhar os jogos da seleção. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Neste ano, a decoração da rua com cores do Brasil reúne diariamente entre 60 e 80 pessoas. A movimentação começa durante o dia e, muitas vezes, segue até a madrugada. O esforço coletivo já consumiu cerca de 450 litros de tinta, o equivalente a 15 latas de 30 litros cada, utilizados na pintura da rua. Ao g1, um dos coordenadores da iniciativa, Guilherme Tavares, de 21 anos, contou que a ideia para a edição deste ano surgiu de forma espontânea, durante uma conversa entre os próprios moradores. “Foi em uma roda de conversa. A gente decidiu meter a cara e fazer acontecer. Tem tanta gente ajudando, as crianças brincando, a vizinhança reunida. Está sendo maravilhoso”, afirmou. Trabalho coletivo reúne moradores de diferentes idades na preparação da Rua do Fuxico, em Rio Branco, para os jogos da Seleção Brasileira Cedida O apelido da rua também nasceu da convivência entre a vizinhança. “É somente um apelido que a gente inventou. Aqui sempre tem aquela galerinha reunida conversando, as senhoras observando o movimento e todo mundo acompanhando o que acontece na rua”, brincou o jovem. LEIA MAIS: Com verde e amarelo, artesã do Acre transforma paixão pelo crochê em coleção para a Copa Ação em parceria com a Rede Amazônica vai transmitir jogos da Copa do Mundo em telão no Acre Programação do 18º Circuito Junino de Rio Branco inclui transmissão dos jogos do Brasil na Copa do Mundo De acordo com Guilherme, não é raro encontrar moradores trabalhando até por volta das 2h para acelerar a conclusão da decoração. “É muito trabalhoso. A maior dificuldade é cortar os rolos de TNT porque são muitos. Mas a gente já começou sabendo que não seria fácil. No final é gratificante ver tudo pronto e nossas crianças brincando”, disse. Homenagem a goleiro acreano Entre os desenhos espalhados pela Rua do Fuxico, um dos que mais chama a atenção é a pintura do goleiro acreano Weverton, convocado para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026. Guilherme conta ainda que a arte foi produzida por Reginildo, ex-morador da rua que continua participando das ações comunitárias mesmo após deixar o bairro. O artista trabalha praticamente à mão livre. “Ele nasceu e cresceu aqui. Mesmo morando em outro lugar, continua fazendo parte da nossa comunidade. Ele pega um cabo de vassoura com carvão na ponta e faz os desenhos sem usar régua ou molde”, contou. Para os moradores, a homenagem representa o orgulho de ver um acreano defendendo as cores do Brasil no principal torneio do futebol mundial. “A comunidade se sente representada. É um acreano na Seleção Brasileira e isso é motivo de orgulho para todos nós”, afirmou. Pintura do goleiro acreano Weverton é um dos destaques da decoração preparada por moradores da Rua do Fuxico, em Rio Branco Reprodução/Instagram A expectativa é de que toda a vizinhança participe da programação preparada para os dias de jogos. Além da transmissão das partidas, os moradores planejam momentos de confraternização para reunir a comunidade. Além disso, o que começou como uma decoração para acompanhar a Copa, com início em 2014, acabou se transformando em algo maior. Desde 2018, os moradores organizam também arraiais comunitários, bingos beneficentes, comemorações do Dia das Crianças e outras ações voltadas à comunidade. Nos períodos de enchente, a mobilização ganhou um caráter ainda mais solidário. Os moradores chegaram a atuar na distribuição de ajuda para centenas de famílias afetadas pelas alagações. Tradição se repete em outro bairro A movimentação não acontece apenas no João Eduardo II. Na Rua São Pedro, no bairro Pista, também na região da Sobral, moradores entraram no clima da Copa e começaram a decorar a via para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira. Segundo a comunidade, a tradição é mantida há décadas e ganhou novo impulso a partir da Copa de 2014. Pinturas e bandeiras tomam conta da Rua São Pedro, em Rio Branco Rede Amazônica Atualmente, famílias inteiras participam da preparação, que inclui pinturas temáticas, bandeiras e mensagens de apoio ao Brasil. Entre os desenhos espalhados pela rua estão bandeiras brasileiras e frases que fazem referência ao sonho do hexacampeonato. O trabalho coletivo dos moradores das duas ruas gira em torno de um objetivo comum: torcer pela Seleção Brasileira. VÍDEOS: g1
President Donald Trump grants full pardon to former Rep. Stephen Buyer, absolving his 2023 insider trading conviction that prompted a 22-month prison sentence.
VILNIUS, June 6 - Lithuania's ruling Social Democrat party voted on Saturday to remove the populist Nemunas Dawn, whose leader was sentenced for antisemitism, from the coalition government.
Onderzoekers van de TU Delft halen hun inspiratie voor het ontwerp van drones uit de natuur. Hun nieuwste ontwerp is gebaseerd op vliegende eekhoorns: dieren die tijdens hun zweefvlucht hun hele lichaam gebruiken om te sturen en daardoor extreem wendbaar zijn. De zogenoemde SquirrelDrone is ontwikkeld op basis van onderzoek naar vliegende eekhoorns en koeskoezen, een soort buideldieren. Anders dan traditionele vliegtuigen of drones met vaste vleugels, kan het toestel tijdens de vlucht zijn vorm veranderen. Dat gebeurt door bewegingen van de voor- en achterpoten, de ruggengraat, de staart en een flexibel membraan dat vergelijkbaar is met de vlieghuid van de onderzochte dieren. Volgens de onderzoekers levert dat voordelen op voor de wendbaarheid, manoeuvreerbaarheid en stabiliteit van het toestel. Uit windtunneltesten en proefvluchten blijkt dat verschillende lichaamsbewegingen elk op hun eigen manier bijdragen aan de vliegprestaties, schrijven ze in Nature Communications. Uitdagend proces Bij door de natuur geïnspireerde drones kijken ontwikkelaars vooral naar vogels. Maar voor dit project keek de TU Delft juist naar zwevende zoogdieren, zegt onderzoeker Salua Hamaza. "Zwevende zoogdieren sturen hun vlucht op een andere manier. Zij gebruiken hun volledige lichaam als één geïntegreerd aerodynamisch systeem." De onderzoekers ontwikkelden vier prototypes van de eekhoorndrone. Omdat het toestel voortdurend van vorm verandert, vergde het testen volgens de makers een andere aanpak dan bij conventionele vliegtuigen. "We konden hem niet beoordelen zoals een conventioneel vliegtuig met vaste vleugels", zegt promovendus Liming Zheng. Rechtstreeks terugkeren De ontwikkeling van de SquirrelDrone staat niet op zichzelf. De TU Delft presenteerde vorige maand nog Bee-Nav, een navigatiesysteem voor drones dat is geïnspireerd op honingbijen. Veel autonome drones gebruiken gedetailleerde kaarten van hun omgeving om de weg te vinden. Dat kost relatief veel rekenkracht en geheugen. Honingbijen laten volgens onderzoekers zien dat het ook anders kan. Ondanks hun kleine hersenen kunnen ze grote afstanden afleggen en toch terugkeren naar hun nest. "We waren gefascineerd door het feit dat honingbijen ver van huis kunnen vliegen via kronkelende routes, maar toch bijna rechtstreeks terugkeren", zei Guido de Croon, hoogleraar bio-geïnspireerde AI voor drones aan de TU Delft daar eerder over. Bekijk hier een filmpje over Bee-Nav: Biologen hebben aangetoond dat bijen voor de terugweg vertrouwen op odometrie. Dat is een techniek waarmee een dier, robot of voertuig bijhoudt hoe ver en in welke richting het zich heeft verplaatst door de eigen bewegingen te meten. Bijen gebruiken een soort ingebouwde afstands- en richtingmeter, gebaseerd op wat ze onderweg zien. De Bee-Nav-drone leert eerst de omgeving rondom zijn thuisbasis kennen tijdens een korte leervlucht. Daarna kan hij zelfstandig navigeren met behulp van een klein digitaal brein. Kasinspecties Bij een test op drone-onderzoekscentrum in Valkenburg vloog een drone met het navigatiesysteem meer dan 600 meter van zijn startpunt weg en wist vervolgens zelfstandig terug te keren. Volgens de onderzoekers kunnen dergelijke systemen in de toekomst bijvoorbeeld worden ingezet voor het monitoren van gewassen in kassen of voor inspecties op locaties waar gps niet beschikbaar is.
This story was originally published by the Guardian and is reproduced here as part of the Climate Desk collaboration. Irrefutable proof of what Spanish researchers and wildlife experts had long suspected, and long feared, finally presented itself in the form of a grainy video that was shot on a minuscule island in the Balearics in April 2024. Ribboning its way […]
Camarão marinho no interior de SP: projeto avança contra doença e quer expandir o cultivo Criar camarão marinho a quilômetros de distância do oceano pode parecer improvável, mas uma pesquisa desenvolvida em Jaguariúna (SP) mostra que a produção no interior paulista é possível e pode abrir espaço para expansão da carcinicultura no estado. O projeto é conduzido pelo zootecnólogo Fábio Sussel, pesquisador do Instituto de Pesca, órgão vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag) e iniciativa privada. 🔎 A carcinicultura é o ramo da aquicultura voltado para a criação de crustáceos em cativeiro, com foco principal na produção de camarões. A atividade envolve o cultivo em viveiros ou tanques controlados (marinhos ou de água doce) para fins comerciais Batizado de “Viabilidade Técnica e Econômica da Produção de Camarão Marinho Longe do Mar”, o estudo avalia a criação dos animais em água artificialmente salinizada, em um sistema desenvolvido para produção em larga escala no interior do estado. 🔔 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Além da viabilidade técnica da produção no interior paulista, os principais avanços recentes do projeto estão relacionados ao controle da mionecrose infecciosa (NIM), considerada uma das doenças mais severas da carcinicultura mundial. Segundo o pesquisador, os protocolos desenvolvidos ao longo dos últimos anos permitiram reduzir o surgimento da doença e diminuir a mortalidade dos camarões quando os casos aparecem. O trabalho inclui ainda aperfeiçoamentos contínuos de manejo, nutrição e qualidade da água. Criação de camarão marinho no interior de São Paulo avança com pesquisa em Jaguariúna Fábio Sussel Dados do Levantamento Censitário das Unidades de Produção Agropecuária do Estado de São Paulo (Lupa) indicam crescimento da carcinicultura paulista entre os períodos de 2007 a 2008 e de 2016 a 2017. Segundo o painel, o número de Unidades de Produção Agropecuária (UPAs) dedicadas à criação de camarões passou de 118 para 123 no período, aumento de 4,24%. Atualmente, a atividade está presente em 49 municípios paulistas. Nesta reportagem você vai entender: Como a água é adaptada para o cultivo Como a estrutura funciona Quais os principais desafios da produção Por que o projeto é importante A adaptação da água para o cultivo A ideia surgiu da trajetória profissional do pesquisador. Antes de ingressar no Instituto de Pesca, Sussel trabalhou em uma fazenda de camarão no Rio Grande do Norte, entre 2002 e 2003, e desde então acompanha o setor de carcinicultura. Em 2018, ele passou a desenvolver pesquisas voltadas à criação de camarão marinho em sistemas de recirculação de água no interior de São Paulo. 🦐 Entenda: segundo o especialista, o camarão marinho não precisa da mesma salinidade da água do oceano para sobreviver e crescer. A água do mar possui cerca de 33 gramas de sal por litro, mas o cultivo pode ocorrer em níveis bem menores de salinidade. “Não é salinizar apenas com NaCL [fórmula do cloreto de sódio], com sal de cozinha, com o cloreto, mais o sódio, mas sim salinizando e imitando os mesmos sais que tem na água do mar”, explicou o pesquisador. O processo utiliza sais como cloreto, sódio, cálcio, potássio, sulfato e magnésio para reproduzir as condições químicas necessárias ao desenvolvimento dos camarões. Como a estrutura funciona Sistema reutiliza água tratada para produção sustentável de camarões Fábio Sussel A estrutura funciona em um sistema fechado de recirculação chamado RAS (do inglês Recirculating Aquaculture System), em que a mesma água é reutilizada após passar por processos de filtragem biológica, que removem compostos tóxicos dos camarões, como amônia e nitrito. Na fazenda experimental, sete tanques são distribuídos em duas estufas e operam em sistema intensivo de produção. A capacidade é de cerca de 2 mil metros cúbicos de água em circulação. Nesse espaço são desenvolvidas e aprimoradas estratégias que incluem: uso de probióticos para melhorar a qualidade da água; uso de imunomoduladores para fortalecer o sistema imunológico dos camarões e reduzir a incidência de doenças; desenvolvimento de protocolos técnicos de manejo aplicados no dia a dia da produção; aproveitamento de aparas de salmão coletadas em restaurantes de sushi na alimentação dos animais. Diferentemente de experimentos realizados em aquários ou pequenas caixas d’água, os estudos em Jaguariúna acontecem em uma área projetada para simular condições reais de produção comercial. Toda a água utilizada no cultivo é captada da chuva e o sistema foi desenvolvido para evitar o descarte de efluentes no meio ambiente, reduzindo impactos ambientais. O pesquisador explica também que o ciclo de produção varia de 90 a 130 dias. Em condições convencionais, os camarões atingem cerca de 12 gramas em aproximadamente três meses, mas o tempo pode aumentar em sistemas mais densos. Sussel destaca que o diferencial da produção não está em uma única técnica isolada, mas na soma de diversos pequenos fatores. Controle sanitário e produtividade entre os desafios De acordo com Sussel, o desafio não é apenas manter os camarões vivos, mas garantir produtividade em alta densidade. Hoje, os tanques trabalham com cerca de 300 camarões por metro quadrado. "O grande desafio é ter performance, é ter desempenho, é criar em alta densidade, porque é caro esse tipo de cultivo [...] e ainda tem o que fazer com que eles ganhem peso, com que eles cresçam", pontuou. Outra dificuldade técnica da atividade é o controle sanitário. Segundo Sussel, doenças virais representam o maior problema da carcinicultura mundial, já que camarões não desenvolvem memória imunológica e, por isso, não podem ser vacinados. Uma das principais ameaças é a mionecrose infecciosa (NIM), que pode reduzir drasticamente a taxa de sobrevivência dos animais. “Quando essa doença se manifesta, ela me deixa entre 21% e 25% de sobrevivência, o que é muito baixo”, disse. No entanto, afirma que o projeto ajudou a reduzir a incidência quanto os impactos da NIM. Atualmente, a produção da fazenda é de aproximadamente uma tonelada de camarão por ano. Segundo o pesquisador, sem o impacto da doença, a capacidade estimada do sistema seria entre 2 e 2,5 toneladas anuais. ⚠️ No estado de São Paulo, produtores de camarão devem se cadastrar junto à Defesa Agropecuária por meio do sistema Gedave e notificar imediatamente suspeitas de doenças de notificação obrigatória, como a Síndrome da Mancha Branca (WSD) e a Mionecrose Infecciosa (IMN), consideradas endêmicas no país. Por que o projeto é importante Pesquisa em Jaguariúna busca fortalecer a criação de camarões e combater doenças no cultivo Fábio Sussel Para Sussel, o principal objetivo da iniciativa é produzir um camarão premium próximo de grandes centros consumidores, como a região de Campinas, o que reduz a pressão sobre ecossistemas costeiros e amplia oportunidades econômicas para pequenos e médios produtores aquícolas. Mas, apesar dos avanços técnicos, o pesquisador reconhece que produzir camarão marinho no interior ainda é mais caro do que no litoral nordestino. O custo médio de produção no Nordeste gira em torno de R$ 10 por quilo, enquanto no interior paulista chega a aproximadamente R$ 20 por quilo. As regiões litorâneas possuem vantagens naturais, como maior disponibilidade de terra, oferta de água e condições climáticas mais favoráveis ao cultivo. O diferencial do interior, portanto, está na proximidade com grandes centros consumidores, o que permite agregar mais valor ao produto final. Segundo o levantamento LUPA, há registros de criação de camarão em municípios paulistas como Promissão, Cajamar, Cananéia, Ribeirão Preto, Piracicaba, Itatiba, Taubaté, Franca, Piedade, Palmital, Presidente Venceslau e São Miguel Arcanjo, entre outros. Hoje, de acordo com Sussel, existem cerca de dez projetos semelhantes no estado de São Paulo, mas muitos foram interrompidos após o avanço da mionecrose infecciosa registrada em 2020. O projeto em Jaguariúna segue em operação graças à parceria público-privada e ao apoio institucional. Ele também faz uma ressalva: o modelo de Jaguariúna ainda não pode ser considerado totalmente replicável em outras regiões. Atualmente, o trabalho está concentrado no aperfeiçoamento técnico e na validação de protocolos antes da recomendação comercial em larga escala. A expectativa é que, futuramente, projetos hoje desativados possam voltar a operar com base nos resultados obtidos pela pesquisa. Além disso, embora mantenha caráter experimental, o projeto também possui comercialização real da produção. Parte dos camarões é vendida como isca-viva para pesca esportiva, enquanto outra parcela é utilizada e comercializada em eventos de degustação técnica promovidos aos sábados na fazenda experimental. E para manter o projeto ativo, o pesquisador ainda promove eventos gastronômicos e degustações técnicas na fazenda experimental. Consumidores, chefs de cozinha e estudantes participam de experiências que combinam ciência e gastronomia. *Estagiária sob supervisão de Yasmin Castro. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
Total number charged rises to 11 after protests that broke out following sentencing of man for murder of 18-year-old Six more people have been charged with violent disorder in Southampton after riots broke out following the sentencing of a man for the murder of 18-year-old Henry Nowak. It brings the total number of people charged after disorder in the city to 11. Kevin Reeves, 31, of Portswood Road, Southampton; Andrew Riddett, 38, of Seacombe Green, Southampton; Harry Varney, 34, of Briarswood, Southampton; Taylor Grundy, 22, of Pavillion Way, Gosport; and Dillon Crawford, 29, of Wilton Avenue, Southampton, were charged with violent disorder, Hampshire constabulary said. Continue reading...
A onça-pintada (Panthera onca), maior felino das Américas e principal predador da América do Sul, tem enfrentado uma redução crescente de sua população e precisa lutar contra diferentes ameaças, como a caça, os atropelamentos, a perda de habitat e até os impactos das mudanças ambientais provocadas pela ação humana. No Contínio de Paranapiacaba, o projeto de monitoramento fotográfico dos animais identificou que a população monitorada caiu pelo menos metade entre 2020 e 2023, considerado um sinal de alerta para os especialistas. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Ao g1, a bióloga e analista ambiental Beatriz de Mello Beisiegel, coordenadora do projeto "as onças pintadas do Contínuo de Paranapiacaba, explica que a perda de habitat de qualidade é um dos principais fatores que impactam a sobrevivência dos felinos. "Um dos motivos é a diminuição de habitat e de qualidade de habitat. As estradas como a SP-250 são parte importante disso. Em 2009-2011 fizemos a primeira estimativa populacional de onças pintadas da região. Em 2020-2023 atualizamos esta estimativa, e a população da espécie diminuiu pelo menos pela metade", comenta. O Contínuo de Paranapiacaba é uma maiores áreas contínuas de Mata Atlântica remanescente, formada pelos parques estaduais Intervales (PEI), Turístico do Alto Ribeira (Petar), Nascentes do Paranapanema (Penap), Carlos Botelho (PECB), estes na região de Itapetininga (SP), e Estação Ecológica de Xitué (EEX), além das Áreas de Proteção Ambiental da Serra do Mar (APA) e dos Quilombos do Médio Ribeira (APA) e grandes florestas particulares. Beatriz explica que as onças-pintadas dependem de extensos corredores florestais para se deslocarem de forma segura e manterem hábitos essenciais à sua sobrevivência. "Para a onça- pintada é muito importante que não seja uma floresta fragmentada. Do maciço florestal até Itapetininga, até as regiões mais ao norte, tem 'corredorzinhos' de mato ciliar, corredorzinhos de áreas de preservação permanente, de reserva legal, que para as onças-pardas, para muitos mesocarnívoros, são usados, Mas para as onças-pintadas não, porque em geral elas só usam o contínuo florestal que vai desde Tapiraí a Miracatu, até na verdade o norte do Paraná", detalha. O Contínuo de Paranapiacaba tem cerca de 4 mil quilômetros quadrados de floresta contínua, incluindo áreas particulares Divulgação Animais monitorados Casal de onças-pintadas é avistado atravessando pista de rodovia no interior de SP Em 17 de maio, um casal de onças-pintadas foi avistado atravessando a pista da Rodovia Sebastião Ferraz de Camargo Penteado (SP-250), entre Guapiara e Apiaí (SP). Na época, a Fundação Florestal disse que os felinos são conhecidos na região e até possuem nomes de batismo, Escuro e Estrela. Dar nome aos animais monitorados é uma estratégia utilizada pelo projeto para aproximar a população e estimular a proteção das onças-pintadas. No entanto, segundo a bióloga Beatriz, não é possível afirmar que o casal flagrado no vídeo seja, de fato, formado pelos animais conhecidos como Escuro e Estrela. “Dar nome aos bichos e contar a história de cada um realmente conquista as pessoas. Os moradores da região do Petar têm uma relação muito próxima com as onças e, por isso, logo associaram os animais ao Escuro e à Estrela. Mas não dá para fazer essa identificação com segurança, porque as imagens foram feitas de longe e nós identificamos os indivíduos pelas rosetas, que não aparecem no vídeo”, explica. As rosetas citadas pela coordenadora são as manchas em formato de anel ou flor encontradas na pelagem da onça-pintada. “Algumas características podem ajudar na identificação, como a região onde o animal costuma circular ou até comportamentos específicos. Mas a confirmação só acontece quando conseguimos visualizar as rosetas”, afirma. Onça-pintada era monitorada por projeto ambiental na região de Guapiara e Capão Bonito Beatriz de Mello Beisiegel/ICMBio LEIA TAMBÉM: Onça-parda é encontrada 'descansando' em cima de árvore de bairro residencial no interior de SP 'RG Pet' permite identificação por QR Code e ajuda a localizar animais perdidos; veja os nomes mais registrados e saiba como fazer Enterrado vivo e abandonado no lixo: cães resgatados superam traumas e ganham novos lares no interior de SP Beatriz explica que fotos e vídeos nem sempre permitem uma identificação completa, já que o ângulo, os movimentos do animal e a incidência da luz podem ocultar parte das manchas. A bióloga relata que a fêmea Estrela possivelmente teve um filhote no fim de 2024 e que Escuro seria o pai. Cerca de três meses antes de ela começar a ser registrada com sinais de que havia parido recentemente, o casal foi filmado acasalando diante de uma armadilha fotográfica, período compatível com a gestação da onça-pintada. “Nós observamos uma situação muito típica de uma fêmea com filhote recém-nascido. Ela foi filmada repetidas vezes perto da SP-250, uma área perigosamente próxima da rodovia. As fêmeas costumam deixar os filhotes escondidos em um abrigo e saem para caçar nas proximidades durante os primeiros meses de vida”, explica. Cerca de seis meses depois desses registros incomuns de Estrela, uma armadilha fotográfica captou imagens de um filhote de onça-pintada, que a pesquisadora acredita ser descendente do casal. “Depois disso ele desapareceu dos registros, mas isso não significa que tenha ido embora. As fêmeas costumam proteger os filhotes das armadilhas fotográficas, e é muito raro conseguirmos imagens deles. Inclusive, um dos animais filmados recentemente pode ser esse filhote já crescido, porque a Estrela utiliza justamente a área onde o casal foi registrado”, afirma. Beatriz alerta que o trecho da SP-250 onde as onças foram filmadas é considerado crítico para a fauna devido ao intenso fluxo de veículos e à ausência de passagens que permitam a travessia segura dos animais entre os fragmentos de mata. Onças voltaram para área de mata Reprodução/Redes sociais O predador humano Apesar do risco de atropelamentos, a caça ainda representa a principal ameaça às onças-pintadas da região. Após a divulgação do vídeo gravado em Guapiara, algumas pessoas chegaram a comentar que os animais deveriam ser mortos por supostamente representarem perigo. Segundo Beatriz, cada indivíduo perdido causa um impacto significativo em uma população que já é pequena e vulnerável. “Quando uma onça é morta, o prejuízo para a população é enorme. Estudos de viabilidade populacional mostram que, em grupos reduzidos, a perda de qualquer animal altera profundamente a dinâmica da espécie. E o impacto é ainda maior quando se trata de uma fêmea em idade reprodutiva”, afirma. A pesquisadora cita o caso da onça Soneca, monitorada pelo projeto com um colar de rastreamento. O animal foi capturado em junho de 2014 e morto quatro meses depois. “Ela tinha cerca de seis anos quando foi monitorada e ainda poderia se reproduzir por muitos anos. Uma única fêmea pode gerar várias ninhadas ao longo da vida. Ao perdermos uma onça dessas, deixamos de ter futuros filhotes que ajudariam a manter a população”, explica. Ela destaca que a população de onças do contínuo de Paranapiacaba funciona como um único sistema interligado. Os mesmos indivíduos registrados em parques e reservas diferentes podem percorrer grandes distâncias entre áreas protegidas. “Muitas pessoas ainda acreditam que existem muitas onças na região, mas isso não é verdade. O mesmo animal fotografado em Carlos Botelho pode aparecer depois no Petar. Não estamos falando de populações isoladas e numerosas, mas de um grupo pequeno, conectado e extremamente vulnerável. Por isso, a morte de cada onça faz uma diferença enorme para a sobrevivência da espécie”, conclui. Beatriz reforça que, embora a onça-pintada seja considerada o principal predador terrestre das Américas, ataques a seres humanos são extremamente raros. Segundo ela, nunca houve registro desse tipo de ocorrência no Contínuo de Paranapiacaba. “Qualquer pessoa que tenha visto uma onça-pintada na natureza, deve saber que é é um contato à distância, porque o bicho tem algo chamado distância de fuga, ou seja, é uma distância a partir da qual ele já não se sente confortável em estar perto de um ser desconhecido e a partir dessa distância ele foge. Se ele não tiver como fugir, pode atacar", explica A bióloga destaca que situações de ataque costumam estar associadas a circunstâncias específicas, como quando o animal não encontra rota de escape, está defendendo alimento, filhotes ou disputando território e parceiros reprodutivos. “Um bicho lutando por alimento ataca, que teve uma proximidade forçada com o ser humano ataca, se você se aproximar de um filhote, uma mãe acompanhada por filhote é mais agressiva. Bichos em situação de acasalamento ou de briga por uma parceira podem atacar", lista. Questionada sobre a importância da preservação da espécie, Beatriz destaca a fragilidade da população remanescente na região. “Porque sobraram poucas. Estamos falando de uma população muito pequena e vulnerável. Conhecemos alguns desses indivíduos e dois deles foram flagrados atravessando uma rodovia extremamente perigosa, por onde passam caminhões diariamente. Elas precisam ser protegidas porque enfrentam inúmeras ameaças e correm riscos constantes para sobreviver”, conclui. Onça-pintada registrada por armadilha fotográfica no Contínuo de Paranapiacaba Onças do Contínuo de Paranapiacaba/Divulgação Diferença entre pardas e pintadas Segundo a bióloga Beatriz, as diferenças entre a onça-parda e a onça-pintada vão além da aparência e ajudam a explicar por que a segunda depende mais de grandes áreas contínuas de floresta para sobreviver. "A onça-parda tem ou pelo menos tinha uma das maiores distribuições geográficas entre os mamíferos terrestres das Américas, ocorrendo desde o norte do Canadá até o sul da Argentina. É menor que a onça-pintada, costuma pesar entre 30 e 50 quilos e tem maior capacidade de adaptação a diferentes ambientes", detalha. "Já as onças- pintadas ocorrem, ocorriam antigamente, até o limite norte, seria tipo Colorado nos Estados Unidos, até a Argentina, também Uruguai, Paraguai, mas elas estão bem mais restritas agora. É um bicho maior, mais forte, mais poderoso, é o predador de topo", completa. Onça-parda e onça-pintada possuem diferenças além da aparência, aponta bióloga Zoológico do Rio e Mayke Toscano/Secom-MT De acordo com a coordenadora, a relação entre as duas espécies também influencia o uso do território. Como ambas podem se alimentar de presas semelhantes, elas desenvolveram estratégias para reduzir a competição por alimento e espaço. "Em regiões onde as populações de onça-pintada são abundantes, como em partes da Amazônia, as onças-pardas costumam evitar áreas mais utilizadas pela espécie. Enquanto a onça-pintada ocupa ambientes como várzeas e florestas de terra firme, a onça-parda tende a utilizar áreas mais elevadas, como topos de morro", aponta. Além disso, a onça-parda pode direcionar a caça para presas menores ou diferentes daquelas preferidas pela onça-pintada. Essas adaptações permitem que as duas espécies coexistam em uma mesma região com menor disputa por recursos. Segundo Beatriz, esse cenário ocorre principalmente em locais onde as populações de onça-pintada ainda são consideradas saudáveis. Em áreas onde a espécie está reduzida, como em parte da Mata Atlântica, a dinâmica entre os felinos pode ser diferente. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Doceiras do interior de SP transformam momentos difíceis em histórias de reinvenção Neste sábado (6), quando é celebrado o Dia Nacional da Doceira, histórias de dedicação, criatividade e empreendedorismo ajudam a mostrar como a confeitaria vai muito além do açúcar e das receitas. Em Presidente Prudente (SP), duas mulheres encontraram nos doces uma forma de superar dificuldades, construir negócios próprios e mudar de vida. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Embora tenham percorrido caminhos diferentes, as confeiteiras Chádia Priscila Cardoso Gonçalves, de 42 anos, e Janaina Aressa Ferreira Filizzola, de 39 anos, compartilham algo em comum: ambas transformaram a paixão pela cozinha em profissão e fonte de renda. Oportunidade essa que é recorrente na Capital do Oeste Paulista. De acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), os ramos de "Fabricação de Produtos de Padaria e Confeitaria com Predominância de Produção Própria" e "Padaria e Confeitaria com Predominância de Revenda" mostram que estão em uma crescente constante nos últimos anos. Depois de permanecer abaixo de 40 aberturas anuais entre 2011 e 2018, o número de novos negócios saltou 108,57% em 2019. O recorde foi registrado em 2025, com 137 empresas abertas. Somente entre janeiro e maio deste ano, foram contabilizados 54 novos empreendimentos no setor. Mercado de docerias crescem no últimos anos em Presidente Prudente Chádia Cardoso/Redes Sociais Referências femininas Natural de Ponta Porã (MS) e moradora de Presidente Prudente, Chádia cresceu cercada por referências femininas na cozinha. A avó, a mãe e a madrinha despertaram nela o gosto pela culinária ainda na infância. Os doces, porém, começaram a fazer parte da rotina muito cedo, quando ajudava uma vizinha vendendo pães de mel na escola. "Os doces sempre estiveram presentes na minha história. Essas mulheres me inspiraram aos desafios da cozinha e a surpreender o paladar dos que apreciavam a boa culinária”, relembrou. Os doces também apareceram cedo em sua trajetória. Ainda criança, ajudava uma vizinha vendendo pães de mel na escola e foi ali que teve os primeiros contatos com o chocolate. Na adolescência, aprendeu novas técnicas assistindo programas de televisão, principalmente os comandados por Ana Maria Braga. Mesmo desenvolvendo habilidades na cozinha, a confeitaria permaneceu durante muito tempo apenas como uma atividade paralela. LEIA TAMBÉM Comerciantes podem se inscrever para atuar na Marcha para Jesus e exibição de jogo do Brasil em Presidente Prudente; veja como participar São Charbel, Padre Pio e mais: conheça histórias por trás de santos que têm imagens gigantes às margens de rodovia no interior de SP Batata mais que dobra de preço em um ano e pesa no bolso dos consumidores na região de Presidente Prudente; veja alternativas indicadas pela Ceagesp Após burnout, Chádia deixou emprego formal e apostou nos doces finos em Presidente Prudente Chádia Cardoso/Redes Sociais Do trabalho formal aos doces finos Durante mais de 15 anos, Chádia conciliou o emprego formal com a produção de ovos de Páscoa e doces para amigos. Quando trabalhava em um hospital, por exemplo, passava o dia no local e dedicava as noites à produção das encomendas: “Muitas vezes trabalhei até 3h da manhã e ainda fui para o serviço CLT às 7h. Mas tudo valeu a pena", revela. O ponto de virada aconteceu durante a pandemia da Covid-19. Após enfrentar um quadro de burnout, ela decidiu que não queria retornar à rotina do trabalho formal. Sem saber exatamente qual caminho seguir, buscou respostas na fé. A resposta veio quando uma cliente perguntou se ela produzia doces para casamentos. Embora já fizesse esse tipo de trabalho informalmente, nunca havia enxergado a atividade como um negócio. "Coloquei em oração e pedi um caminho. Então fui estudar o mercado e vi que tinha potencial para colocar o meu produto. Minha família foi fundamental nesse apoio para o início, porque deixei a certeza do emprego fixo pela aventura do empreendedorismo na cozinha", contou. Após burnout, Chádia deixou emprego formal e apostou nos doces finos em Presidente Prudente Chádia Cardoso/Redes Sociais Atualmente, ela produz milhares de doces por semana para casamentos e eventos. A própria casa se transformou em espaço de trabalho, com equipamentos profissionais, climatização e estrutura adaptada para suportar a produção. Mas, ainda segundo ela, o segredo não está apenas nos equipamentos. Antes de cada evento, existe uma rotina rigorosa de seleção de ingredientes. Frutas frescas, chocolates de qualidade e atenção aos detalhes fazem parte do processo. “Quando a temperatura está elevada e o ar condicionado ainda não está ligado no salão, os doces permanecem no carro com ar condicionado. Isso é zelo e respeito pelo cliente, pois ele quer o doce delicioso porém lindo”, explicou. Criatividade como diferencial Além do cuidado com os ingredientes e da produção artesanal, Chádia também aposta na criatividade para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. Entre os sabores mais diferentes desenvolvidos por ela estão o brigadeiro de pamonha, o brigadeiro de parmesão com damasco, o Moscow Mule em versão doce, bavaroises, verrines e outras releituras criadas conforme o perfil de cada cliente. "A criatividade é um requisito muito valioso nesse mercado, não basta copiar receitas é necessário ter personalidade para criar novas", explicou. Apesar das opções inusitadas, alguns sabores seguem entre os campeões de pedidos. O morango aparece praticamente todas as semanas nas encomendas, assim como o ouriço de coco queimado e o Moscow Mule, que se tornou um dos queridinhos dos clientes. Doces finos e esculturas comestíveis viram marca registrada da Chádia, doceira de Presidente Prudente Chádia Cardoso/Arquivo Pessoal Outro destaque do trabalho da confeiteira são as estruturas comestíveis montadas para eventos. Em vez de utilizar apenas suportes decorativos, ela produz verdadeiras esculturas gastronômicas feitas com doces. "Essas são as torres que faço de trufas e morangos. Esses são os campeões de pedidos, os clientes se encantam com a beleza e o sabor. São todos comestíveis", ressaltou. Por fim, com o sonho de um dia ter um ateliê próprio, ela segue produzindo na cozinha de casa, cercada pela rotina familiar que frequentemente aparece nos bastidores compartilhados nas redes sociais. As peças se transformaram em uma das marcas registradas da confeiteira, unindo apresentação visual e experiência gastronômica em um único elemento da decoração. Initial plugin text Da necessidade financeira ao próprio negócio Se uma história passa pela reinvenção profissional, a de Janaína começou em um momento de necessidade financeira. Em 2015, ela retornou de São Paulo para Presidente Prudente ao lado do marido e da filha. Os dois estavam desempregados e, para ajudar nas despesas da casa, ela passou a trabalhar como diarista. Quando chegou o aniversário da filha, a família não tinha condições de investir em uma festa elaborada. Com ajuda da irmã, Janaína conseguiu organizar uma comemoração simples e decidiu que faria o próprio bolo e os docinhos. Sem experiência profissional, recorreu à internet para aprender. "Eu nunca nem tinha feito um bolo de festa na vida... Com papel de arroz e decorado. Depois que eu postei essa foto no Facebook, algumas pessoas começaram a falar: 'Nossa, que bolo lindo!', 'Onde você comprou?', 'Quem que fez?', 'Passa o contato?'.", relatou. Janaína realizou um bolo para aniversário da filha pela primeira vez e deu início à trajetória na confeitaria Janaína Filizzola/Arquivo Pessoal Foi naquele momento que surgiu a ideia de transformar a habilidade em fonte de renda. A confeiteira começou produzindo bolos por encomenda e aproveitou uma tendência que ganhava força na época: os bolos de pote. Ela vendia de porta em porta, visitava lojas, oferecia produtos para conhecidos e construía a clientela aos poucos. Ao longo dos anos, ampliou o cardápio com brownies, cones recheados, tortas, copos da felicidade, doces para festas e diversos outros produtos. E mesmo sem formação técnica na área, continuou aprendendo por conta própria. “Eu falo que sou a confeiteira de teimosia, por tentar e arriscar. Vou elaborando meus bolos, meus doces, e a gente vai melhorando e se adequando às normas e às exigências dos clientes”, explicou. Festival de Fatias A pandemia também representou um período importante em sua trajetória. Com escolas fechadas e dificuldades no mercado de trabalho, ela intensificou a produção de doces e ampliou as vendas. Foi nesse período que consolidou a marca “Delícias da Jana” e passou a investir mais na divulgação do trabalho. Atualmente, um dos projetos que mais mobiliza a confeiteira é o festival de fatias, evento que permite aos clientes experimentarem diversos sabores de bolo sem precisar comprar uma unidade inteira. Janaína realiza festival de fatias e aposta em degustação para conquistar novos clientes Janaína Filizzola/Arquivo Pessoal A ideia surgiu justamente da percepção de que muitas pessoas têm curiosidade de conhecer os produtos, mas não conseguem adquirir um bolo completo apenas para provar. “O grande auge de tudo isso é o festival de fatia. E como eu trabalho com bolos de aniversário, nem todo mundo, às vezes, consegue comprar um bolo inteiro para poder comer ou só para provar. E o festival veio para dar essa oportunidade de provar o bolo”, explicou. Apesar dos desafios, Janaína afirma que continua encontrando na confeitaria algo que vai além do retorno financeiro. “Eu quando estou mexendo nos meus bolos, fazendo os meus recheios e os meus docinhos, parece que eu estou em outra dimensão. Para mim é uma terapia, eu fico só naquele mundo, eu não consigo pensar em outras coisas”, brincou a doceira. Com o sonho de um dia ter um ateliê próprio, ela segue produzindo na cozinha de casa, cercada pela rotina familiar que frequentemente aparece nos bastidores compartilhados nas redes sociais. Por fim, ela resume o significado da profissão de forma simples: “Ninguém é triste comendo um docinho ou uma fatia de bolo. A confeitaria é isso: proporcionar para as pessoas um momento de felicidade, é a arte de adocicar a vida dos outros”, finalizou Janaína. Sem cursos profissionalizantes, Janaína aprendeu a fazer receitas pela internet Janaína Filizzola/Arquivo Pessoal *Colaborou sob supervisão de Luís Ricardo da Silva Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM