‘Coffee Time with John and Momma’ influencer dead at 55 after suffering medical episode on livestream
John Davis was reportedly making chicken salad with his mom when he collapsed on camera.

"SALAD" · 총 40건
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John Davis was reportedly making chicken salad with his mom when he collapsed on camera.

Chairman of Temperance Board reminds the party of its assurance that he will be made an MLC in July
Tuesday on "The Alex Marlow Show," Breitbart Editor-in-Chief Alex Marlow discussed scandal-plagued Graham Platner, Maine's Democratic nominee for U.S. Senate. The post Watch: Platner’s Epic Word Salad About Fighting Fascism appeared first on Breitbart.
'Barato da cozinha' ensina salada marroquina em clima de estreia do Brasil na Copa A culinária também entrou no clima da Copa do Mundo. Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira contra o Marrocos, uma receita inspirada na gastronomia marroquina surge como alternativa para quem pretende reunir familiares e amigos para assistir à partida. Prática, colorida e de bom rendimento, a Salada Marroquina pode ser preparada por cerca de R$ 30 e combina ingredientes frescos com sabores marcantes. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A receita foi apresentada pelo chef de cozinha Samuel Meyer, de Pouso Alegre (MG), que explicou o passo a passo do preparo. Embora seja chamada de salada marroquina, a versão preparada recebeu adaptações brasileiras, mantendo características típicas do prato, como o uso de trigo hidratado, hortelã e especiarias. Salada marroquina: receita temática custa cerca de R$ 30 e entra no clima da estreia do Brasil na Copa Daniele Peixoto/EPTV Veja a receita abaixo: 🥗 Salada Marroquina Rendimento: Cerca de 10 porções Ingredientes: 250g de trigo para quibe 250g de frango cozido e desfiado 1 cebola roxa 1 pimentão vermelho 1 pimentão amarelo 1 maçã 100g de uva passa 200g de creme de leite 200g de maionese 30g de azeite 1 limão Temperos: páprica, cominho, sal e hortelã. Modo de preparo: O primeiro passo é hidratar o trigo para quibe. A recomendação é utilizar uma medida de trigo para uma medida e meia de água. Após cerca de uma hora de descanso, o ingrediente estará pronto para o preparo. Enquanto isso, cozinhe o frango e desfie. Reserve. Um dos segredos da receita está nos pimentões. O chef Samuel Meyer orienta que os pimentões vermelho e amarelo sejam colocados diretamente sobre a chama do fogão, sendo virados constantemente até que a casca fique completamente tostada. Depois, eles devem ser colocados em um saco plástico fechado até esfriarem. Em seguida, retire a pele queimada com auxílio de uma faca e corte em cubos. Em uma tigela grande, coloque o trigo hidratado e o frango desfiado. Acrescente os pimentões, a cebola roxa, as azeitonas, a maçã verde e a uva-passa. Tempere a mistura com sal, cominho, páprica e pimenta-do-reino. Adicione salsinha e bastante hortelã picada, ingrediente que ajuda a garantir o frescor característico da salada. Para finalizar, acrescente um fio de azeite, suco de limão, maionese e creme de leite. Caso prefira uma versão mais leve, o creme de leite pode ser substituído por iogurte natural. Misture todos os ingredientes delicadamente até obter uma textura cremosa e homogênea. Depois, basta servir. O resultado é uma salada colorida, com sabor levemente defumado dos pimentões tostados, notas refrescantes da hortelã e o equilíbrio entre ingredientes doces e salgados. Uma receita simples para entrar no clima da Copa do Mundo e reunir a torcida em torno da mesa. ASSISTA A RECEITA COMPLETA: Barato da cozinha te ensina receita de salada marroquina por R$ 30 Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

Laudo descarta contaminação em merenda de escola de Formosa A merenda consumida por alunos que passaram mal em uma escola estadual de Formosa, no Entorno do Distrito Federal, não estava contaminada, segundo apontou um laudo laboratorial preliminar feito em amostras de um escondidinho de carne com batata servido no Colégio Estadual Professor Sérgio Fayad Generoso. Segundo reportagem da TV Anhanguera, a análise realizada por um laboratório especializado em Brasília, a pedido da Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc), indicou que o alimento estava dentro dos padrões legais vigentes. Alunos passam mal após suspeita de intoxicação em colégio estadual de Formosa De acordo com a reportagem, apesar do resultado negativo para bactérias ou microrganismos nesta primeira análise, outros dois laudos são aguardados como parte da investigação da Vigilância Sanitária de Formosa. Entre eles, o resultado de uma contraprova que está sendo feita pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), em Goiânia. Também foram realizadas coletas de amostras da água utilizada na unidade escolar para verificar possíveis irregularidades. O resultado desta análise deve ser divulgado nesta quarta-feira (11). O caso aconteceu no dia 28 de maio e pelo menos 30 alunos relataram mal-estar após consumirem a refeição. Três precisaram de hospitalização com suspeita de intoxicação alimentar. Segundo relato de familiares, os estudantes foram levados ao Hospital Estadual de Formosa entre quinta-feira e domingo (31). ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Em nota à TV Anhanguera, a Seduc afirmou que acompanha o caso desde o início e que, embora considere o episódio um fato isolado, as apurações prosseguirão para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer. Relatos de alunos e familiares Em um vídeo enviado à TV Anhanguera, o mestre de obras Weslei Lopes de Oliveira contou que suas duas sobrinhas estavam entre os estudantes afetados. “Mais de 100 crianças, inclusive minhas duas sobrinhas, passaram mal. Uma desmaiou, quase caiu da escada. A outra está internada agora, esperando o médico dar a resposta”, relatou. Para a reportagem, a escola informou que o cardápio do almoço era composto por arroz, feijão de caldo, escondidinho de carne moída, salada de repolho com tomate e laranja. A suspeita era de que o escondidinho de carne pudesse ter causado a suposta intoxicação. LEIA TAMBÉM: Alunos passam mal após suspeita de intoxicação em colégio estadual de Formosa Cinco estudantes de colégio militar morrem em acidente entre van escolar e caminhão na GO-518 Alunos passam mal após suposta infestação de piolho de pombo em escola de Goiânia Em nota ao g1 no início da investigação, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) informou que a Coordenação Regional de Educação (CRE) começou a apurar o caso na sexta-feira (29). "Após o consumo de alimentos, vários estudantes relataram sintomas de mal-estar, incluindo dores estomacais, náuseas, vômitos e sensação de desmaio", destacou (leia na íntegra ao final do texto). Centro de Ensino em Período Integral Professor Sérgio Fayad Generoso, em Formosa Reprodução/TV Anhanguera Vistoria da Vigilância Sanitária Ao g1, Eric Tostes, fiscal sanitário de carreira e atual coordenador da Vigilância Sanitária Municipal, relatou que, imediatamente, a diretora da escola procurou pessoalmente o órgão para informar que alguns alunos haviam apresentado sintomas como enjoo, ânsia de vômito e diarreia. Na ocasião, ela disse que suspeitou da refeição servida no almoço de 28 de maio e, por precaução, decidiu suspender as aulas e a alimentação no dia seguinte. Após a notificação, uma equipe formada por três fiscais sanitários, incluindo o próprio coordenador, e uma nutricionista realizou uma vistoria no colégio. Segundo Eric, foram inspecionadas a cozinha, a despensa, os procedimentos de preparo dos alimentos, as condições de armazenamento dos insumos, a higienização dos utensílios e dos bebedouros. “Nós procuramos por indícios de possível contaminação cruzada, por falhas nos procedimentos de produção das refeições e por qualquer fator que pudesse comprometer a segurança sanitária dos alimentos”, explicou. No entanto, segundo ele, a inspeção não encontrou evidências de irregularidades. Segundo o coordenador, a carne moída usada no almoço foi analisada e não apresentava características que indicassem qualquer problema sanitário. No entanto, como já havia sido descongelada e não seria utilizada, foi descartada. Além das medidas adotadas dentro da escola, a Vigilância Sanitária anunciou uma força-tarefa nos estabelecimentos comerciais localizados nas proximidades do colégio. O objetivo é verificar se houve alguma falha sanitária ou a comercialização de alimentos que possam estar relacionados aos casos registrados. Nota da Secretaria de Estado da Educação de Goiás Em atenção à solicitação de informações sobre uma ocorrência envolvendo estudantes do Colégio Estadual em Período Integral (Cepi) Professor Sérgio Fayad Generoso, em Anápolis, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc/GO) informa: - Na última sexta-feira (29/05), a Coordenação Regional de Educação (CRE) de Formosa iniciou a apuração de uma ocorrência registrada na unidade escolar. Após o consumo de alimentos, vários estudantes relataram sintomas de mal-estar, incluindo dores estomacais, náuseas, vômitos e sensação de desmaio. - Conforme informações da CRE, logo ao tomar conhecimento da situação, a equipe gestora da unidade escolar adotou todas as providências necessárias para o atendimento dos envolvidos, comunicou os órgãos de saúde competentes e prestou suporte aos estudantes e servidores. - A unidade escolar encaminhou amostras dos alimentos servidos naquele dia para um laboratório especializado em Brasília (DF), onde serão realizadas análises técnicas com o objetivo de auxiliar na identificação das possíveis causas dos sintomas relatados. - Na manhã desta segunda-feira (01/06), está sendo realizada uma reunião com toda a comunidade escolar para prestar esclarecimentos sobre a situação e sanar eventuais dúvidas. - As equipes do Núcleo de Atendimento à Saúde do Estudante e da Gerência de Alimentação Escolar da Seduc/GO estão na unidade acompanhando o caso. Após o atendimento e o suporte a todos os envolvidos, será dado prosseguimento à apuração dos fatos. - A Seduc/GO reforça que toda a alimentação escolar produzida e servida nas unidades da rede estadual segue rigorosos padrões de qualidade. Ressalta, ainda, que as circunstâncias da ocorrência permanecem sob análise dos órgãos e laboratórios competentes. Secretaria de Estado da Educação - Governo de Goiás 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

By Korean Food Promotion Institute Tangpyeongchae takes its name from the Tangpyeong policy of 18th-century King Yeongjo, who sought to end the factional infighting that had consumed the Joseon court and, by his own account, driven him to condemn his son Crown Prince Sado to death. The term refers to rule without partiality. According to the 19th-century reference work "Myeongmulgiryak," the dish was named for this principle of balance, with the four political factions of the era represented thr

The Wonder founder is automating fast-casual food with machines that make salad and poke bowls, sauces, and eventually drinks but there are few roles for humans in these kitchens.

Roda de Boteco 2026 no Espírito Santo: Confira lista completa com 40 petiscos Tasty Click Já começou o evento que todo fã de uma boa comida de boteco ama. O Roda de Boteco 2026 acontece entre os dias 3 de junho a 5 de julho com 40 petiscos participantes em estabelecimentos de Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica. Todos os pratos possuem preço único de R$ 64,90 acompanhados de uma cerveja Original de 600 ml de cortesia. Há opções para todos os gostos, com receitas que usam frutos do mar, carnes bovina e suína, espetinhos, muitos bolinhos, cremes especiais , molhos e geleias com pratos criados especialmente para o evento. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Além dos tradicionais títulos de Melhor Bar, Melhor Boteco e Melhor Atendimento, o festival traz uma novidade em 2026: a disputa pelo Bar Mais Sustentável. Os estabelecimentos deverão recolher tampinhas metálicas durante o festival e, o que reunir a maior quantidade, leva o reconhecimento no fim do circutio. Para as demais categorias, como acontece todos os anos, quem decide o melhor em cada é quem, reza a lenda na cultura popular brasileira, sempre tem razão: o cliente. Pela primeira vez, a votação será realizada de maneira 100% on-line. O público continuará avaliando critérios como sabor e criatividade do petisco, atendimento, higiene e temperatura da bebida, mas agora o processo será totalmente digital, por meio de QR Code e código diário disponibilizado pelos garçons. Além de tornar a experiência mais prática, o novo sistema elimina o uso de aproximadamente 100 mil cédulas impressas durante o festival e reforça os mecanismos de segurança da competição. LEIA TAMBÉM: TEMPERATURA RECORDE: Frio congela cachoeira, plantas e até roupa na Região do Caparaó, entre ES e MG VÍDEO: Criança viraliza ao dizer que queria aparecer na Globo durante entrevista a outra emissora no ES IRMÃOS VERA: um dos chefes da facção TCP é condenado a 24 anos de prisão por matar rival em praia da Ilha do Frade Revelação dos vencedores com shows nacionais A revelação dos melhores botecos será feita nos dias 10 e 11 de julho com apresentações dos cantores Dilsinho e Arlindinho, além do grupo Bom Gosto. O evento conhecido como Botecão reúne todos os pratos participantes em um só lugar, na área do Parque da Prainha, em Vila Velha. Evento terá show com Dilsinho André Feltes/ Agência Preview Confira todos os pratos participantes Bar Barraco Petisco: “O Desabafo” – pão de brioche selado na manteiga, blend de carne de panela empanado na farinha panko, queijo cheddar e cebola caramelizada. Atendimento: Terça a domingo, a partir das 17h. Rua João da Cruz, 150, Praia do Canto, Vitória. Mais informações: @barbarraco e (27) 99246-9853. Bar da Estufa Petisco: “Linguaruda do Watizap” – língua bovina preparada na pressão com nossa receita secreta da casa, macia e saborosa, finalizada com tempero verde e pimenta biquinho, servida com pão francês ao azeite. Atendimento: Quarta a sexta, a partir das 17h; sábado e domingo, a partir das 11h. Rua Chafic Murad, 218, Bento Ferreira, Vitória. Mais informações: @bardaestufa.vix e (27) 99764-2596. Bar do Charless Petisco: “Escondidinho Mistérios do Mar” – escondidinho de marisco, musseline de aipim saborizado com azeite e pimenta de cheiro com creme de queijos, moqueca de marisco com camarão, sururu, siri desfiado, anel de lula e bacalhau com temperos e coentro. Acompanha arroz e farofa de banana da terra com alho crocante. Atendimento: Segunda a sábado, a partir das 15h; domingo, a partir das 11h. Rua Pastor Daniel Felipe, 181, Redenção, Vitória. Mais informações: @bardocharless e (27) 99791-4677 Bar do Gil Petisco: “Rabada Crocante” – delicioso bolinho de polenta, cremoso por dentro, crocante por fora, empanado na farinha panko, coberto por suculenta rabada desfiada com agrião refogada no molho da própria rabada. Atendimento: Segunda e terça, a partir das 16h; quarta a domingo, a partir das 9h. Avenida Saturino Rangel Mauro, 3, Itaparica, Vila Velha. Mais informações: @bardogil.es e (27) 99915-0522. Bar do Mineiro Petisco: “Porca Atolada” – delicioso creme de batata com bastante queijo muçarela, recheado com um suculento pernil suíno mergulhado ao molho barbecue, bacon e finalizado com queijo muçarela maçaricado e uma crocante batata palha extra fina. Atendimento: Segunda a sábado, das 8h30 às 22h. Avenida Abdo Saad, 262, Parque Jacaraípe. Mais informações: (27) @bar_do_mineirojc 99759-6041. Bar do Piauí – O point da família Roda de Boteco 2026: Bar do Piauí - petisco: Maria Isabel Cremosa de Fraldinha Tasty Click Petisco: “Maria Isabel Cremosa de Fraldinha” – um prato típico do Piauí que encanta pelo sabor marcante: arroz com fraldinha desfiada, combinado na cremosidade do requeijão e do creme de leite, acompanhado de batata palha crocante e uma salada tropical Atendimento: Terça a sexta, das 17h às 0h; sábado, a partir das 16h; domingo, a partir das 13h. Avenida Coqueiral, 191, Santa Mônica, Vila Velha. Mais informações: @_barpiaui e (27) 98882-3767. Bar dos Amigos Petisco: “Raiz Capixaba – croquetes de moqueca capixaba com recheio de camarão VM servidos ao molho de pirão de peixe. Atendimento: Terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 16h à 0h; domingo, das 11h às 18h. Rua São Paulo, 3009, Itapuã, Vila Velha. Mais informações: @bardosamigosvv e (27) 99721-8701. Bar dos Meninos Petisco: “Biro Biro” – um bolinho de carne suculento, com recheio de queijo e cebola caramelizada, empanado em um crocante inusitado de macarrão cabelo de anjo. Atendimento: Segunda a quinta, das 17h30 à 0h; sexta, das 17h à 1h; sábado e domingo, a partir das 11h30. Rua Goiânia, 293, Itapuã, Vila Velha. Mais informações: @bardosmeninos e (27) 98107-2625. Bar dos Meninos VIX Petisco: “Biro Biro” – um bolinho de carne suculento, com recheio de queijo e cebola caramelizada, empanado em um crocante inusitado de macarrão cabelo de anjo. Atendimento: Terça a sexta, a partir das 18h; sábado e domingo, a partir das 12h. Rua Joaquim Lírio, 811, Praia do Canto, Vitória. Mais informações: @bardosmeninosvix (27) 99261-4866 Boteco da Vila Petisco: “Pirulito de Costela” – delicioso pirulito de costela bovina desossada e assada com recheio mineiro com toques de bacon e linguiça caseira, servido na cama de creme de legumes e queijo, acompanhado de farofa de torresmo. Atendimento: Segunda, das 17h à 0h; terça a sábado, das 11h à 0h; domingo, das 12h às 15h30. Rua Alegre, 4.442, Vila Capixaba, Cariacica. Mais informações: @botecodavilacariacica e (27) 99925-8532. Botequim Salamares Petisco: “Chilli do Polvo” – nosso chilli do mar traz polvo e camarão em uma releitura autoral, cremosa e intensa, combinando especiarias, sabor marcante e a personalidade boteco praiano do Salamares. Atendimento: Terça, das 17h30 às 23h; quarta a domingo, a partir das 11h. Rua Rio Branco, 109, Praia da Costa, Vila Velha. Mais informações: @sala_mares e (27) 99243-8965. Buteco To No Trabalho Roda de Boteco 2026: Boteco Tô no Trabalho - petisco: Pé no Rabo Tasty Click Petisco: “Pé no Rabo” – a ousadia elevada à sofisticação, elegância com atitude de boteco! Rabada marinada na cerveja preta, pé de porco no feijão vermelho e frescor de agrião. Clássico ousado que conquista já na primeira garfada. Atendimento: Segunda a sábado (exceto terça), das 15h à 0h; domingo, das 12h às 17h. Rua Belém, 845, Parque Jacaraípe, Serra, próximo ao colégio Dom Helder. Mais informações: @buteco_tonotrabalho e (27) 99720-5198. Cabana da Orla Petisco: “Pastel de Arraia com Catupiry” – pastel recheado com filé de arraia delicadamente desfiado e refogado, coentro fresco, toque de leite de coco e Catupiry cremoso. Atendimento: Segunda a domingo, a partir das 9h. Avenida Estudante José Júlio de Souza, 1.063, Quiosque 18, Itapuã, Vila Velha. Mais informações: @cabanadaorla e (27) 99524-1635. Capixabar Prainha Petisco: “Os três porquinhos” - Já que nascemos do mesmo criador então pedimos ajuda ao nosso irmão mais velho e serviremos um trio que só o Senhor dos pastéis sabe fazer e celebra o melhor da carne suína: -Lombo suíno ao barbecue. -Linguiça toscana, bacon e cheddar. -Calabresa, vinagrete, queijo e orégano. Três pasteis, uma experiência completa. Atendimento: Terça a sexta, das 17h às 23h; sábado e domingo, a partir das 11h. Avenida Luciano das Neves, 250, Prainha, Vila Velha. Mais informações: @capixabarprainha e (27) 99833-8881. Casa Di Mar Petisco: “Polvo Grego” – polvo grelhado servido com purê de banana da terra, tomate cereja e cebola salteada. Atendimento: Terça a domingo, das 10h às 23h. Rua Antônio dos Santos Leão, 167, Barra do Jucu, Vila Velha. Mais informações: @restaurantecasadimar_ e (27) 99779-6290. Castanheira Bar Petisco: “Torre 107” – dois andares de puro boteco, criados no endereço mais saboroso da Praia da Costa. Alcatra empanada crocante, queijo coalho empanado, molho sugo da casa, muçarela gratinada no maçarico e manjericão fresco. É crocância, queijo, molho e fogo no mesmo prato. Atendimento: Terça a sábado, a partir das 11h30. Rua Rio Branco, 107, Praia da Costa, Vila Velha. Mais informações: @castanheirabar e (27) 99590-8989. Don Petisco Petisco: “Croqueta Don Petisco” – croqueta dourada de ossobuco acompanhada de molho reduzido de café, farofa crocante, picles de cebola roxa para equilibrar intensidade e acidez. Atendimento: Terça a sábado, das 18h à 0h. Avenida Papa João XXIII, 163, Cobilândia, Vila Velha. Mais informações: @donpetisco_ e (27) 98864-8595. Dona Dalva Botequim Roda de Boteco 2026: Dona Dalva Botequim - pestico: Porca Charmosa Tasty Click Petisco: “Porca Charmosa” – encontro perfeito entre cremosidade e crocância. Carne suína desfiada ao molho barbecue sobre cama de purê de batata cremoso. Coberto com muçarela, Catupiry e finalizado com farofa de torresmo artesanal. Atendimento: Terça a sábado, das 17h à 0h. Rua Carlos Gomes, 433, Parque Residencial Laranjeiras, Serra. Mais informações: @donadalva1999 e (27) 99698-4302. Espetaria e Petiscaria do Gugu Petisco: “Porquinho sem Vergonha” - Bolinho artesanal de pernil suíno, preparado com carnes selecionadas e tempero especial da casa, recheado com uma combinação irresistível de jiló, bacon crocante e alho- poró refogado. Tudo isso empanado na farinha panko, garantindo uma casquinha totalmente crocante por fora e muito sabor por dentro. Uma experiência única a cada mordida. Acompanhado de uma deliciosa geleia de pimenta. Atendimento: Segunda a sexta, das 17h30 às 23h30. Avenida Sérgio Cardoso, 19, Ilha dos Bentos, Vila Velha. Mais informações: @espetariaepetiscariadogugu e (27) 99628-3253. Esquina de Casa Bar e Petiscaria Petisco: “Canela de Chifrudo” – clássico ossobuco, cozido lentamente até atingir uma maciez irresistível, banhado em um molho rico e aromático, deixando o tutano cremoso e saboroso. Servido com purê de batata com queijo, delicadamente preparado. Atendimento: Quarta a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 16h à 0h; domingo, das 14h às 22h. Rua Mestre Gomes, 780, Glória, Vila Velha. Mais informações: @esquinadecasabar e (27) 98153-9624. Gostinho Mineiro, O Rei do Tira Gosto Petisco: “Maior de Minas” – delicioso bolinho de costela com requeijão, queijo, temperos da casa, uma pitada de requeijão em cima de cada unidade, empanados no ovo, leite e farinha panko. Acompanhados de molho barbecue com goiabada. Atendimento: Quinta e sexta, das 18h às 23h; sábado, domingo e feriado, das 11h às 17h. Rua Flocos, 151, Jardim Colorado, Vila Velha. Mais informações: @gostinhomineiro11 e (27) 99278-1309 / (27) 99268-9841. Maho Gastrobar Roda de Boteco 2026: Maho Gastrobar - petisco: Mistura Arretada Tasty Click Petisco: “Mistura Arretada” – Carne seca desfiada, feijão fradinho, feijão moyashi, creme de Catupiry, brócolis, brotos de coentro e pedaços de castanha. Atendimento: Terça, das 12h às 22h; quarta a sexta, das 10h30 às 22h; sábado, domingo e feriado, das 10h às 22h. Av. Dante Michelini, 1600, Mata da Praia, Quiosque 05 – Orla de Camburi, Vitória. Mais informações: @mahogastrobar e (27) 99962-3251. Mandacaru Gastrobar Vix Petisco: “Segura o Bode” – bolinho de bode recheado com queijo coalho e maionese de hortelã. Atendimento: Terça a domingo, a partir das 11h. Avenida Anísio Fernandes Coelho, 1301, Jardim da Penha, Vitória. Mais informações: @mandacarugastrobar e (27) 99753-6321 Mandacaru Gastrobar VV Petisco: “Segura o Bode” – bolinho de bode recheado com queijo coalho e maionese de hortelã. Atendimento: Terça a domingo, a partir das 11h. Rua Luciano das Neves, 286, Centro, Vila Velha. Informações: @mandacarugastrobar e (27) 99706-7220. Marés Gastrobar Petisco: “Parmegiana de Camarão” – steak especial de camarão empanado, finalizado com molho de camarão e blend de queijos gratinados. Atendimento: Terça a quinta, das 17h à 23h30; sexta a domingo, a partir das 11h. Rua Major Nodge Ulisses de Oliveira (antiga Rua Belém), 391, Itapuã, Vila Velha (em frente à Padaria Manos). Informações: @maresgastrobar e (27) 99671-6897. Maria Bonita Botequim Petisco: “Tesouro do Sertão” – bolinhos artesanais de carne de sol suculentos, servidos sobre aipim amanteigado e finalizados com creme especial de queijo. Atendimento: Terça a sexta, a partir das 17h; sábado e domingo, a partir das 11h. Avenida Delegado Federal Geraldo Guimarães, 280, Orla De Cariacica. Informações: @mariabonita.botequim e (27) 27 99875-8416. Meu Buteco Petisco: “Trem Cremoso” – creme de aipim com toque de batata, queijo, carne bovina desfiada e linguiça da roça, finalizado com crispy crocante de aipim. Atendimento: Quarta e quinta, das 18h às 23h30; sexta, até 0h30; sábado, das 14h à 0h. Rua Jasmim, 20, Jardim Colorado, Vila Velha. Informações: @meubutecovv e (27) 99852-3050. Misturas Bar Roda de Boteco 2026: Misturas Bar - petisco Rolinho do Chefe Tasty Click Petisco: “Rolinho do Chefe” – rolinho de queijo dourado, recheado com costela desfiada e bacon crocante, coberto com creme de aipim, queijo e creme de leite, finalizado com parmesão gratinado e crocante de bacon. Perfil do prato: quente, extremamente cremoso e intenso, com contraste marcante de texturas. Atendimento: Terça a sexta, das 16h às 23h30; sábado, das 11h à 19h; domingo, das 10h às 17h. Av. Presidente Castelo Branco, 180, Bairro República, Vitória. Informações: @misturasbar e (27) 99913-0862. Petiscaria do JoJo's Petisco: “Escondidinho da Vovó” – purê de batata na manteiga, uma camada de ragu de costela de boi feito lentamente no vinho, queijo maçaricado e para finalizar bacon e banana da terra. Atendimento: Terça a sexta, das 17h30 à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 18h. Rua Humberto Pereira, 359, Itaparica, Vila Velha. Informações: @jojo_petiscaria e (27) 99940-3782. Petisco das Meninas Petisco: “Tilápia em 2 Tempos” – a tilápia chegou no Roda de Boteco pra conquistar. Primeiro, marinada no leite de tigre cítrico com vinagrete tropical de manga, cebola roxa, tomate e pimenta dedo-de-moça. Depois, a pele vira um torresmo crocante irresistível, finalizado com geleia artesanal de abacaxi com pimenta. Duas texturas, muito sabor e uma experiência que fica na memória. Atendimento: Sexta, das 16h às 22h30; sábado e domingo, a partir das 10h. Rua Ocidente, Manguinhos, Serra . Mais informações: @petiscodasminas e (27) 99992-3223. Pitoresco Gastrobar Petisco: “Mariscada Pitoresco” – lagosta macia e suculenta, camarão silvestre médio cheio de sabor, lula no ponto certo e polvo extremamente macio, brócolis e arroz roxo. Atendimento: Segunda a quarta, das 10h às 17h; quinta e sexta, a partir das 10h30; sábado, das 10h às 22h; domingo, das 11h às 18h. Escadaria Clemente Viegas da Costa, 50, Jesus de Nazareth, Vitória. Mais informações: @pitorescogastrobar e (27) 99576-5333. Postinho Bar e Petiscaria Petisco: “Papo de Capixaba” – um suculento arroz de moqueca capixaba, com camarão, coberto de queijo gratinado e finalizado com banana da terra fritinha. É o que há de melhor em nossas terras capixabas. Atendimento: Segunda, das 18h às 23h; terça a quinta, das 17h à 0h; sexta a domingo, das 11h à 0h. Rua Maria de Oliveira Maresguia, 7, Praia de Itaparica, Vila Velha. Mais informações: @postinhobarepetiscaria e (27) 99643-6350. Recanto Gastrobar Roda de Boteco 2026: Recanto Gastrobar - petisco: Medalhão Caipira Tasty Click Petisco: “Medalhão Caipira” – irresistível creme de milho com Catupiry, acompanhado de medalhões de frango super suculentos, feitos com sobrecoxa desossada e envoltos em bacon. Finalizado com pipoquinha de quiabo sequinha e crocante e acompanhado de molho especial de cachaça. Atendimento: Terça a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 15h à 0h. Rua Ulisses Sarmento, 232, Praia do Suá, Vitória. Mais informações: @recantovix e (27) 99802-9282. Regina Maris Petisco: “Fricocê Caipira” – pernil de porco em creme de milho e bacon servido em pão especial. Atendimento: Quarta a domingo, a partir das 11h; segunda, das 17h à 0h. Rua Deolindo Perim, 79, Itapuã, Vila Velha. Mais informações: @reginamariss e (27) 98116-5648. Seu Quinto Petisco: “Dadinho de Porco com Picles e Missô” – lombo suíno marinado e empanado. Servido sobre pasta de missô, geleia picante de goiabada e picles artesanal de cebola roxa. Compondo um contraste técnico entre acidez, dulçor, picância e crocância. Atendimento: Segunda a sexta, a partir das 16h; sábado e domingo, a partir das 11h. Rua Joaquim Lírio, 438, Loja B-2, Praia do Canto, Vitória. Mais informações: @seuquinto e (27) 3024-1340 Só Santo Botequim Petisco: “Santa Fraldinha” – um purê rústico de aipim com queijo muçarela com fraldinha desfiada no molho de cerveja preta. Atendimento: Quarta a domingo, das 18h à 0h. Rua Castelo Branco, 815, Praia da Costa, Vila Velha. Mais informações: @sosantobotequime (27) 99311-3906. Spettaria & Cia Petisco: “Espetinhos de Filé à Parmegiana na Cama de Aligot” – 2 espetinhos de filé mignon empanados na farinha panko e finalizados à parmegiana, acompanhados de aligot. Atendimento: Todos os dias, a partir das 11h. Rua Itaciba, 135, lojas 9 e 10, Praia de Itaparica, Vila Velha. Mais informações: @spettaria.e.cia e (27) 99960-0055. Tarrafas Petisco: “Pulled Pork” – carne suína marinada e defumada, recheada com queijo, empanada com farinha panko e servida com delicioso barbecue de goiabada. Atendimento: Terça a domingo, das 10h às 22h. Avenida Dante Michelini, 1080, Quiosque 03, Jardim da Penha, Orla de Camburi, Vitória. Mais informações: @tarrafas.rest e (27) 99582-6034. Tia Vitória Bar de Estufa Roda de Boteco 2026: Tia Vitória Bar de Estufa - petisco: Sol, Fumaça & Feijão Tasty Click Petisco: “Sol, Fumaça & Feijão” – nossa carne de sol Angus defumada, com salada de feijão fradinho e farofinha de alho. Atendimento: Terça a sexta, das 17h30 às 22h; sábado e domingo, a partir das 12h. Rua Júlia Lacourt Penna, 620, Jardim Camburi, Vitória. Mais informações: @tiavitoria.bar e (27) 99643-9757. XanDeco na Garagem Petisco: “X-Maravilha” – baguete de 20 cm com molho de alho-poró, costela de boi, vinagrete, farofa, muçarela por cima e é assado. Atendimento: Terça a sábado, das 18h às 23h; domingo, das 16h às 22h. Rua Rui Barbosa, 82, Alto Lage, Cariacica. Mais informações: @xandeconagaragem e (27) 99204-4664. VÍDEOS: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
Duryea's is a well-known lobster restaurant in Montauk, but locals are unhappy with how billionaire investor, Marc Rowan, has expanded the property,
Pimientos asados caseros, crema fría de judías blancas, ensalada de pulpo y patata y tarta ‘desmigada’ de ciruelas: nuestro menú semanal anuncia la llegada del verano
O sofrimento silencioso das crianças de Gaza que perderam capacidade de falar Getty Images via BBC Adam era um menino alegre e falante, mas aos 5 anos e de forma repentina, deixou de interagir com o mundo. Seu caso não é uma exceção. Diante da violência, destruição e morte em Gaza, a resposta de algumas crianças ao sofrimento avassalador tem sido calar-se. "Não há nenhuma criança em Gaza que não esteja traumatizada", disse à BBC News Mundo (serviço de notícias em espanhol da BBC) Katrin Glatz Brubakk. "Há mais de um milhão de crianças que sofreram traumas graves." A psicoterapeuta infantil da Noruega realizou duas missões a Gaza em 2024 e 2025 com a organização sem fins lucrativos Médicos Sem Fronteiras (MSF) para trabalhar com crianças que perderam a capacidade de falar. Não se sabe com certeza quantas crianças em Gaza deixaram de se comunicar, mas Brubakk relata que encontrou dezenas de casos. E médicos locais disseram à rede Al Jazeera que se trata de um "número crescente". Mais de seis meses após o anúncio do cessar-fogo em Gaza, a violência continua e "os ataques israelenses seguem de forma rotineira", declarou em abril o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk. Pelo menos 846 pessoas — entre elas muitas mulheres e crianças — morreram em Gaza em ataques israelenses desde o início do cessar-fogo, segundo o ministério da Saúde local. Israel, que justifica seus ataques pela necessidade de defender suas tropas e enfrentar a ameaça dos militantes do Hamas, afirma que cinco de seus soldados morreram no mesmo período. Hamas e Israel se acusaram mutuamente de violar o acordo de cessar-fogo. Desde outubro de 2023 — após os ataques de militantes palestinos em território israelense nos quais morreram cerca de 1,2 mil pessoas e mais de 200 foram feitas reféns, segundo autoridades israelenses — as forças de Israel mataram mais de 20 mil crianças em Gaza e deixaram mais de 41 mil feridas, segundo a Unicef. No total, os ataques israelenses mataram mais de 72 mil pessoas, a maioria civis, e feriram mais de 172 mil, de acordo com o ministério da Saúde de Gaza. A BBC News Mundo conversou com Katrin Glatz Brubakk sobre o trauma que está levando as crianças de Gaza a perder a fala, as consequências em seus cérebros e por que o caminho para a recuperação às vezes começa com um primeiro passo: soprar bolhas de sabão. Katrin Glatz Brubakk faz bolhas de sabão com Maria, de 3 anos, no Hospital Nasser, no sul de Gaza. "Eu as chamo de bolhas de esperança porque elas literalmente geram esperança nessas crianças." MSF via BBC BBC News Mundo - Por que há crianças em Gaza que deixaram de falar? Katrin Glatz Brubakk - Quando uma criança sofre um trauma grave e vive em condições de grande incerteza por muito tempo, como acontece com as crianças de Gaza, ela teme por sua própria vida, pela de sua família, amigos e conhecidos. E em Gaza as crianças vivem assim há dois anos e meio. O nível de estresse e o impacto em seu sistema nervoso são tremendos. A reação de cada criança é diferente. Algumas ficam muito agitadas ou têm problemas para dormir, se irritam, gritam; é fácil detectar esse sofrimento. Outras, por outro lado, se bloqueiam completamente. É como se seu sistema nervoso dissesse: "Não aguento mais". E a forma de se proteger é retraindo-se. A linguagem faz parte disso. Para essas crianças, é uma forma de não interagir com esse mundo que não deixa de fazê-las sofrer e de lhes infligir dor. Assim, não é uma escolha consciente, mas uma resposta neurológica ao estresse e ao trauma extremos. Katrin Glatz Brubakk realizou duas missões a Gaza com a organização Médicos Sem Fronteiras. A psicoterapeuta infantil é professora na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU) MSF via BBC BBC News Mundo - É difícil para muitos compreender a magnitude do que viveram e vivem as crianças em Gaza. Você poderia nos dar uma ideia do trauma extremo que sofrem? Brubakk - Não há nenhuma criança em Gaza que não esteja traumatizada. Há mais de um milhão de crianças que sofreram traumas graves. Claro que há diferenças, mas elas tiveram que fugir, perderam suas casas, todas enfrentaram a impossibilidade de ir à escola porque as escolas estão bombardeadas. Todas perderam alguém, como familiares, amigos da escola, professores, um vizinho. Muitas viram corpos mutilados e sentiram o cheiro do sangue derramado. Algumas crianças me contaram que ajudaram a recolher restos humanos ou partes de cérebro na rua. São traumas extremos. E isso não ocorreu apenas uma vez, mas muitas vezes para a maioria. Mas, além disso, elas perderam toda sensação de segurança. Para ter um bom desenvolvimento, as crianças precisam ter certa confiança no mundo: a crença de que o mundo pode ser bom, que as pessoas não querem fazer mal a você. Essa sensação de segurança desapareceu completamente devido à magnitude da destruição, que afeta absolutamente tudo em Gaza. Nenhuma criança em Gaza pode deitar com a certeza de que vai acordar no dia seguinte. Não têm um quarto ao qual possam entrar, fechar a porta e saber que ninguém pode alcançá-las. Portanto, essa guerra não apenas causa trauma, mas afeta toda a sua visão de mundo. BBC News Mundo - Você poderia nos contar sobre algumas das crianças que tratou em Gaza? Brubakk - Gostaria de falar de Adam, um menino de 5 anos. Era uma criança muito vivaz, alegre, falante e ativa. Ele adorava estar ao ar livre e brincar. Após o início da guerra em 2023, a família foi forçada a fugir e a se mudar para uma tenda. Seus avós viviam um pouco mais longe, também em uma tenda. Um dia, Adam e seu pai quiseram visitar os avós, em uma área que não tinha ordem de evacuação e que supostamente era segura. Mas, sem aviso prévio, um projétil atingiu muito perto deles e feriu gravemente Adam e seu pai. Eles foram levados às pressas ao hospital, mas, como costuma acontecer quando há esses ataques, há tantas vítimas que, se não há leitos livres, muitas pessoas são colocadas no chão. Adam e seu pai estavam no piso da sala de emergência esperando ser avaliados quando o menino viu e ouviu seu pai, ao seu lado, exalando o último suspiro. Adam também ficou gravemente ferido: perdeu uma perna e a outra ficou lesionada. Após presenciar a morte do pai, o menino deixou de falar. Às vezes conseguia sussurrar alguma palavra isolada à mãe, mas não queria falar com ninguém. Mal comia. Era uma criança em estado crítico. Katrin Glatz Brubakk afirma que, ao se depararem com um trauma, algumas crianças reagem se isolando Getty Images via BBC BBCnews Mundo - Que sequelas esses traumas podem deixar no futuro? Brubakk - Quando uma criança como Adam deixa de interagir e de falar, também deixa de se desenvolver. Uma criança de 5 anos deveria praticar suas habilidades linguísticas com outras crianças e adultos para aprender, praticar a resolução de problemas, aprender normas sociais por meio do jogo. Tudo isso é interrompido. A linguagem é um sinal, mas seu desenvolvimento é completamente interrompido. O que observei repetidamente é que, se essa situação se prolonga, afeta fisicamente o cérebro dessas crianças. Sabemos que, em crianças que sofreram trauma grave, a amígdala, a parte do cérebro responsável por emoções intensas, aumenta de tamanho. Isso pode ser medido. É maior em crianças traumatizadas. E o córtex pré-frontal, a parte do cérebro que se desenvolve mais tarde e que é responsável por funções como planejamento, resolução de problemas, interação social e regulação emocional, aspectos fundamentais da vida, encontra-se subdesenvolvido. É mais fino e tem menos conexões neuronais. Se uma criança permanece em um estado como o de Adam, retraída, sem desenvolvimento nem linguagem, se é mantida nessa situação de estresse extremo por muito tempo, terá problemas mais adiante na vida. Nunca se recuperará. O melhor exemplo que tenho é meu próprio irmão. Ele foi adotado em 1974, após a guerra do Vietnã. Cresceu como crescem agora as crianças de Gaza, com bombardeios constantes, muita incerteza e escassez de alimentos, o que também afeta o desenvolvimento cerebral. Quando meu irmão chegou à minha família na Noruega, embora fosse um lugar seguro e tivesse acesso a todos os alimentos de que precisava, levou anos para deixar de esconder comida atrás de livros na estante, porque não se sentia seguro. É o que chamamos de "lesões cognitivas da guerra", invisíveis, que em muitos casos acompanharão essas crianças, possivelmente, por toda a vida. Se a situação de estresse extremo persistir por muito tempo, isso afeta fisicamente o cérebro das crianças MSF via BBC BBC News Mundo - Como você tentou ajudar Adam? Brubakk - Trabalhando em um contexto como o de Gaza, há muitas coisas que não podemos fazer. O que essas crianças realmente precisam é de um lugar seguro onde viver, uma rotina estruturada, poder voltar à escola, brincar sem medo. Mas, felizmente, há coisas que podemos fazer. E o mais importante é que essas crianças saibam que, embora o mundo inteiro não seja um lugar seguro para elas neste momento, existem pequenos espaços seguros. Que há pessoas ao seu redor aqui e agora que as apoiarão. No início, Adam não queria falar conosco, mas continuávamos indo ao seu quarto todos os dias e conversávamos com sua mãe. Conversávamos com ela sobre o marido que havia perdido, mas também sobre as boas lembranças, sobre os sonhos que tinha para o futuro, coisas que poderiam dar a Adam um pouco de esperança de que aquilo não era o fim, mas que tempos melhores viriam. E um dia, quando eu estava lá, de repente Adam sussurrou para sua mãe: "Faça essa mulher ir embora, não gosto dela". Foi uma rejeição, mas eu fiquei muito, muito feliz, porque significava que Adam começava a interagir com o que acontecia ao seu redor. Alguns dias depois, ele olhou para mim, algo que não havia feito antes. Foi apenas um instante, mas aproveitei a oportunidade e disse: "Uau, você tem olhos castanhos enormes! São lindos. Os meus são totalmente diferentes, são azuis. Você já viu?". E isso despertou a curiosidade daquele menino de 5 anos. Esse foi o início de como, pouco a pouco, conseguimos fazer com que ele confiasse nas pessoas, que falasse brevemente conosco, que voltasse a alguma normalidade, embora não de forma permanente, porque carrega todos esses traumas. BBC News Mundo - Você falava com Adam em árabe ou por meio de um intérprete? Brubakk - Em Gaza há muitas pessoas com muita educação. Com a mãe de Adam eu falava inglês, ela tem doutorado em Física. Para a criança havia um intérprete. E devo acrescentar que, quando trabalho em projetos como este, lidero uma equipe de psicólogos e assistentes sociais locais. Eu contribuo com conhecimento, mas o trabalho principal, que continua depois, é realizado pela nossa equipe da MSF em campo. Destruição em hospital de Gaza. Getty Images via BBC BBC News Mundo - No hospital Nasser você também trabalhou com crianças com queimaduras graves. Brubakk - Quando uma bomba explode, produz uma enorme onda de calor que afeta todos que estão por perto, e a faixa etária mais numerosa que atendíamos era a de crianças de 4 a 6 anos. Isso se deve simplesmente ao fato de que são grandes demais para que seus pais as carreguem quando já estão levando crianças menores, mas suas pernas ainda são curtas demais para correr rápido o suficiente. Isso mostra que nenhuma criança está segura em Gaza. E as crianças têm plena consciência disso. O medo pela própria vida continua sendo uma realidade cotidiana para as crianças em Gaza. BBC news Mundo - Como você consegue trabalhar com essas crianças em estado de grande sofrimento físico? Brubakk - As queimaduras são extremamente dolorosas. São tão dolorosas que coisas tão simples como trocar os curativos precisam ser feitas sob anestesia. A recuperação é longa e, quando não há comida suficiente, demora ainda mais, o que significa que as crianças permanecem nesse sofrimento atroz por mais tempo. Uma das meninas que chegou ao nosso departamento era Mona, de 6 anos. Tinha queimaduras em todo o corpo. Tinha tantos curativos que tudo o que podíamos ver eram seus olhos e suas narinas. No início, tudo girava em torno da parte médica, porque era preciso garantir que sobrevivesse. Assim, só consegui conhecer Mona quando começaram a retirar alguns curativos e vi seu rosto com muitas cicatrizes. 'Quando uma bomba explode, produz uma enorme onda de calor... A principal faixa etária que tratamos por queimaduras é a de crianças de 4 a 6 anos', diz Brubakk Getty Images via BBC BBC News Mundo - O que havia acontecido com Mona? Brubakk - Sua família foi forçada a se deslocar e viveu inicialmente em uma tenda. Mas depois os bombardeios pareceram se deslocar para outra área e pensaram que era seguro voltar à sua casa destruída. Apenas dois dias após retornarem à casa, uma bomba atingiu o apartamento. Dois de seus irmãos morreram instantaneamente, mas a explosão incendiou um botijão de gás, o que provocou um incêndio generalizado: as cortinas, o sofá, os colchões estavam em chamas, e as três meninas estavam nesse quarto. O pai conseguiu milagrosamente tirar as três meninas do apartamento. Mona tinha queimaduras por todo o corpo; sua irmã mais velha, que estava na cama ao lado, também tinha queimaduras e sofria dor intensa. Sua irmã do meio estava em terapia intensiva porque inalou muito ar quente e também tinha queimaduras internas. Assim, Mona não estava lidando apenas com sua própria dor, mas também estava preocupada se sua irmã sobreviveria. A família de Mona a apoiava muito e ela começou a se recuperar. E o que realmente me impressiona são esses pais, não apenas os de Mona, mas de tantas crianças em Gaza, que presenciam como seus filhos sofrem, estão feridos, eles próprios estão traumatizados por todos os bombardeios, a morte, a destruição, e ainda assim têm a capacidade de oferecer a essas crianças um cuidado, calor humano e amor excepcionais para que possam se recuperar da melhor maneira possível. BBC News Mundo - Como você conseguiu ajudar Mona? Brubakk - Uma das coisas que faço quando trabalho com as crianças é brincar muito, porque a brincadeira é a linguagem das crianças. Por meio dela, aprendem habilidades práticas, aprendem a resolver problemas, a interagir socialmente, a expressar seus sentimentos. E com Mona começamos com bolhas de sabão. Eu as chamo de "bolhas de esperança" porque literalmente geram esperança nessas crianças. E o que torna as bolhas de sabão tão fantásticas é que, antes de tudo, se você vê algumas bolhas flutuando no quarto, é impossível não olhar, porque chamam a atenção. São bonitas. Acalmam. E, se tenho uma criança muito agitada, pergunto: "Você vê quantas cores há em uma única bolha?". Porque, se olhar bem, estão todas as cores do arco-íris. Isso ajuda a criança a passar daquele estado de estresse para algo mais tranquilo, mais suave, a mudar o foco. Porque o trauma funciona de tal maneira que você fica preso nesse estado. Outra coisa mágica das bolhas de sabão é que, se você quer ter bolhas grandes, precisa soprar o mais devagar possível. Porque, se soprar rápido, só consegue bolhas pequenas ou nenhuma. Mas, se sopra devagar, consegue bolhas bonitas. E respirar lenta e profundamente acalma o sistema nervoso. 'Se você quer bolhas grandes, precisa soprar o mais devagar possível. E respirar lenta e profundamente acalma o sistema nervoso' MSF via BBC BBC News Mundo - Que efeito isso tem no cérebro das crianças? Brubakk - O que faço é, basicamente, dar à amígdala, o sistema de alarme do cérebro, a possibilidade de se acalmar. Assim, o córtex pré-frontal, a parte do cérebro encarregada da resolução de problemas e da regulação, tem a oportunidade de se desenvolver melhor. Claro que não resolve o problema completamente, mas dá a essas crianças melhores possibilidades de reduzir os efeitos de longo prazo do dano cognitivo que podem sofrer por causa da guerra. Um dia Mona disse: "Gostaria de uma casa de princesa", e me explicou que se referia a uma casa de bonecas. Claro que isso não se encontra em Gaza, mas encontrei papelão, fita adesiva e algumas cores para pintar, e juntas construímos uma casa. Mona queria que fosse de dois andares e a decorou muito bem. Ela e sua irmã estavam brincando com uma casa de bonecas quando a bomba caiu. E, embora pareça algo simples, essa foi a primeira vez que Mona pôde me contar o que havia acontecido e o quanto estava preocupada com suas irmãs. Somente por meio da brincadeira conseguiu encontrar as palavras para se expressar. Assim, o brincar pode ser uma forma de processar o trauma, de encontrar linguagem para as experiências vividas. BBC News Mundo - Você poderia nos explicar o conceito que você usa com frequência de "sofrimento silencioso"? Brubakk - Em um contexto como o de Gaza, tudo é um caos. Há muito barulho, crianças gritando com ataques de pânico, pais gritando preocupados com seus filhos, pessoas chorando de dor. É fácil ignorar crianças que sofrem em silêncio, não porque as pessoas não se importem, mas porque há coisas demais que demandam atenção e muito poucos recursos para tudo o que precisa ser feito. Mas uma criança silenciosa que não expressa seu sofrimento, que não pede ajuda, também é uma criança que sofre e precisa de tanta atenção quanto aquelas que choram aos gritos. Porque, caso contrário, no pior dos casos, podem permanecer nesse sofrimento silencioso por muito tempo. Eu vi casos extremos, não em Gaza, mas em Moria, o campo de refugiados na Grécia. É uma síndrome chamada "síndrome de resignação", na qual as crianças se bloqueiam completamente. Deixam de falar, de comer, sequer abrem os olhos, mal respondem quando você tenta tocá-las. E, se não recebem ajuda, permanecerão nessa condição por anos. Por isso é crucial que crianças como Adam e Mona possam se reintegrar à vida. Mona, de seis anos, sofreu queimaduras graves. Um dia, ela pediu uma 'casa de princesa' e só brincando conseguiu encontrar as palavras para se expressar Katrin Brubakk/MSF via BBC BBC News Mundo - Você esteve em muitas zonas de conflito. Por que diz que Gaza não se compara a nada? Brubakk - Trabalhei durante os últimos 12 anos no Congo, no Líbano, no Egito com refugiados traumatizados, em um barco de resgate no Mediterrâneo, na Turquia após um grande terremoto. Mas o nível de trauma que vi em Gaza e o nível de destruição são simplesmente incomparáveis a qualquer outra coisa que eu tenha visto nesses 12 anos. Absolutamente todos em Gaza estão afetados. E não há saída, não há nenhum lugar seguro para onde ir. Todo o território está em pedaços. E, além disso, o sistema de saúde foi atacado de forma sistemática, com hospitais bombardeados. [Israel justifica os ataques contra instalações médicas alegando que grupos armados como o Hamas utilizam hospitais com fins militares]. BBC News Mundo - Você espera voltar a Gaza? Israel restringiu o acesso de agências de ajuda. Brubakk - No momento não me deixam entrar. Temos 1,6 mil funcionários locais e estou certa de que estão fazendo um trabalho incrível, mas a equipe internacional não tem permissão para entrar desde 1º de janeiro. Espero realmente que isso mude. Se eu pudesse ir a Gaza, iria em um piscar de olhos; é o único lugar onde quero estar. A médica norueguesa diz que quer voltar a Gaza para continuar a ajudar MSF via BBC BBC News Mundo - As crianças de Gaza continuam sofrendo violência. Em 9 de abril, por exemplo, uma menina de 9 anos, Ritaj Rihan, morreu, segundo a ONU, quando forças israelenses dispararam contra a tenda que abrigava sua sala de aula improvisada. As outras crianças na classe foram testemunhas. O Exército israelense disse à BBC News Mundo sobre o incidente que "as Forças de Defesa de Israel (FDI) trabalham para desmantelar as capacidades militares do Hamas" e "respeitam o direito internacional e tomam precauções viáveis para mitigar danos à população civil". Brubakk - A única coisa correta e o que as crianças de Gaza precisam agora é que façamos todo o possível, dentro das nossas possibilidades, para lhes proporcionar uma paz verdadeira. Devolver-lhes a vida, dar-lhes a possibilidade de viver em lugares seguros, de ir à escola. Essa é a única maneira de terem um futuro digno. E, seja você político, estudante ou o que for, eu diria: use sua voz para que a pressão seja suficiente e essa paz finalmente chegue a Gaza. Caso contrário, estaremos destruindo toda uma geração de crianças. BBC News Mundo - O que a levou a dedicar sua vida a crianças que sofrem circunstâncias traumáticas? Brubakk - Cresci ouvindo histórias de guerra durante toda a minha vida. Minha mãe é alemã, nasceu em 1942. Quando era criança e soavam os alarmes, a levavam para o porão e ela dormia sobre sacos de batatas. E contava que os soldados voltavam do front sem uma perna ou um braço. Para ela era realmente importante tentar compreender como pôde acontecer um genocídio, como pudemos permitir isso. E repetidas vezes nos destacou, a nós, seus filhos, "nunca mais", que algo assim jamais deveria voltar a acontecer. E depois eu, claro, com meu irmão, vi de perto o trauma e o dano que a guerra causa a uma criança. Meu trabalho em Gaza é a minha versão de "nunca mais". Nenhuma criança deveria experimentar esse trauma. Parte o meu coração. 'Para essas crianças, parar de falar é uma forma de não interagir com este mundo que continua a fazê-las sofrer e a infligir dor' Katrin Brubakk/MSF via BBC
“Hey Meta!” The glasses woke up with the short phrase. Then, I looked down and asked how many calories were in the plate of food in front of me. For two or three seconds, nothing much happened. Then a voice came through the open-ear speaker built into the frame. It picked up a croissant, an egg, milk and salad, then offered a rough calorie estimate. There was no phone in hand — just a spoken command and an answer through the glasses. The small moment neatly sums up Meta’s pitch for AI glasses. O
Pasar esta fruta de hueso a por la sartén, caramelizarla y posteriormente desglasar con vinagre da como resultado un aliño perfecto para acompañar hortalizas u hojas verdes
Galpão conquista etapa regional, no Vale do Aço, do concurso "Comida Di Buteco" O Bar Galpão, em Ipatinga, venceu o Comida di Buteco no circuito Vale do Aço em 2026. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (3) e marcou a nona conquista do estabelecimento na história da competição regional. O título veio com o prato “Asas Indomáveis”, que apresentou meio da asa de frango temperado com vinho de pêssego, servido com molho da casa e agrião. A receita também leva cobertura de creme de mandioca, catupiry, queijo e cebola crispy agridoce. Como acompanhamento, o prato inclui uma coxinha de mexidão recheada com pernil e creme. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Único estabelecimento do Brasil a vencer 8 vezes a competição, o Bar Galpão aposta no prato 'Asas Indomáveis' para edição 2026 Damille Barros O segundo lugar ficou com o Nunes Bar, que concorreu com o prato “Tem franguinho na panela”. A receita trouxe frango com quiabo, alho-poró e milho cozido, acompanhado de creme de milho verde defumado, bolinho de brócolis com queijo minas e uma cachaça amarela. Já o Open Bar terminou a competição na terceira colocação com o prato “O que Luzia ganhou atrás da cerca da horta?”. O prato foi uma salada composta por queijo, alface, couve crispy e tomate, com molho de mostarda e mel, acompanhada de filé de tilápia. O Comida di Buteco é um concurso nacional que busca valorizar a culinária popular e os pequenos negócios familiares. Para participar, os bares precisam ter os proprietários e familiares diretamente envolvidos na rotina do estabelecimento, do atendimento à cozinha. A avaliação considera, além do prato, critérios como atendimento, higiene e experiência do público. Com a vitória regional, o Bar Galpão garantiu vaga na etapa nacional do concurso e vai representar o Vale do Aço na disputa pelo título de Melhor Buteco do Brasil, ao lado dos campeões de outros circuitos realizados pelo país. A edição deste ano movimentou os bares participantes da região e atraiu milhares de clientes ao longo do período do concurso. Agora, a expectativa se volta para a fase nacional, que vai definir o campeão brasileiro em 2026. Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.
Maridos neveristas, cuñadas que arruinan ensaladas y niños discriminados porque su madre les envuelve el bocata en papel albal: el consultorio de junio está lleno de dramas familiares
From salad bar contamination risks to why a large pre-flight coffee guarantees a miserable few hours in a middle seat
Depois de Anavitória e Lagum, Festa Junina de Votorantim segue com show da Gloria Groove O palco da Festa Junina de Votorantim (SP) abriu a sua terceira semana de programação com uma mistura de ritmos que atraiu um público romântico e intenso na Praça de Eventos "Lecy de Campos". Os repertórios do duo Anavitória e da banda Lagum contemplam várias fases da vida e atingem no peito pessoas de diferentes idades. Conhecida como a maior Festa Junina do estado de São Paulo, o evento centenário é organizado pela Viva+ Entretenimento em parceria com o Fundo Social de Solidariedade de Votorantim, com apoio da Prefeitura de Votorantim e promoção da TV TEM. A estrutura conta com o lema "Resgatando Tradições", mas também traz muitos artistas inéditos, como os que marcaram as apresentações desta quarta-feira (3). 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Quem abriu a noite foi Anavitória, que subiu ao palco às 21h02. Foi a primeira vez delas na região de Sorocaba, o que gerou muita expectativa e mobilizou fãs que não acreditavam que elas viriam "nem com reza braba", incluindo pessoas que aguardavam a oportunidade de ir ao show delas há mais de 10 anos, desde que começaram a carreira. Às vésperas de iniciar a tradicional “Turnê dos Namorados”, o duo emocionou os apaixonados. Elas abriram a apresentação com a música “Tenta Acreditar”, emendando com “Minto Pra Quem Perguntar” e “Doce futuro”, canção marcada pelo verso: “Eu quero amar quem eu quiser, quero amar quem eu quiser amar. Quero amar quem eu puder, eu quero amar quem eu puder amar”. Durante o show, elas embalaram o público com “Te amar é massa demais”, “Ter o Coração no Chão”, "Explodir" e hits que arrastaram coro, como ”Porque Eu Te Amo” e “Trevo”. A performance contou ainda com a música "No escuro", tocada pela primeira vez com a banda. O encerramento ocorreu às 22h35 com a música “Quero contar para São Paulo”. Duo Anavitória se apresentou na Festa Junina de Votorantim (SP) Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Às 23h30, a banda Lagum assumiu o palco com a faixa “Bem Melhor”. Embora já tenham tocado na região de Sorocaba em outras oportunidades, esta foi a primeira apresentação do grupo em Votorantim e principalmente, a estreia em uma festa junina. Como não possuíam músicas "juninas" na discografia, os músicos prepararam uma setlist mista entre seus discos, com os sucessos que amam tocar. A escolha funcionou, embalando o público com “Hoje Eu Quero Me Perder”, “Reggae Bom”, “É seu”, “Deixa”, ”Oi”, “Melhor Sozinho” e o feat “o universo de coisas que eu desconheço”, gravado com Anavitória. Banda Lagum se apresentou na Festa Junina de Votorantim (SP) Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Histórias de superação com trilha sonora Duo Anavitória se apresentou na Festa Junina de Votorantim (SP) Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Antes das músicas dos artistas ecoarem pelo recinto, as histórias de quem esperava na grade já traduziam o sentimento da noite. O estudante Raul Lorenzo Guarnieri, de 15 anos, compartilhou a importância das cantoras Ana Caetano e Vitória Falcão em sua vida. “Eu sempre fui apaixonado por Anavitória. Quando eu era pequeno, ouvia com a minha mãe, minhas tias, mas quando virei adolescente comecei a ouvir mais. Elas me ajudaram e me fizeram superar tanta coisa que eu passei! Todos os álbuns delas sempre tem uma parte de mim! Na Pandemia foi devastador, porque eu ficava longe dos meus amigos, de todo mundo. A Pandemia foi isso, uma coisa triste e avassaladora. Mas quando passei a ouvir as músicas, eu pensei: 'Caraca, sinto elas aqui comigo.' Para mim isso é algo inexplicável." Amiga de Raul, Bianca Lilith, também de 15 anos, detalhou como as canções se transformaram em trilha para sua rotina. “Eu tenho umas sete playlists delas, separadas para cada coisa. Tem música delas que me inspira a pintar, estudar, sofrer, relaxar… Parece que elas me viram passar por algumas situações e escreveram a letra para mim. Tiveram amizades que eu perdi e consegui encontrar consolo nos álbuns delas, gente que eu fiquei com raiva e consegui superar, é muita coincidência da mesma situação!” Raul Lorenzo Guarnieri junto das amigas e também fãs da dupla Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal A conexão com as letras também une as irmãs Gabriela Rubinato (19) e Isabela Rubinato (16), que relataram assistir ao filme Ana e Vitória pelo menos três vezes por mês. Colada com a grade, Letícia da Silva, de 26 anos, veio de Salto e fez questão de chegar às 12h para garantir o melhor lugar, movida por uma memória afetiva profunda. “Eu acompanho Anavitória desde 2017, quando minha irmãzinha nasceu. Elas me marcaram muito, porque minha irmã só se acalmava com as músicas delas. A Isabela nasceu surda, então só conseguia sentir as batidas das músicas. Viver isso me marcou tanto que virou um conforto e eu sigo elas desde então. Hoje minha irmã tem 9 anos e escuta, porque fez um implante. Ela também virou fã, por causa de mim. Um dia ela vem ao show comigo!” Letícia da Silva fez questão de chegar às 12h para garantir o melhor lugar e conseguiu assistir ao show 'colada' na grade Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal A admiração mútua entre os grupos de fãs ficou evidente no relato de Audria Soares (32), que veio dirigindo de Cotia e celebrou o encontro. “Lagum é maravilhoso, Anavitória também! Essa noite juntou todos eles e eu tive a sorte de estar aqui, no show da minha banda favorita e do meu duo favorito.” Audria, Pamela e amigos que fizeram durante shows de Anavitória e Lagum na Festa Junina de Votorantim (SP) Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Audria compartilhou que, mesmo quando vai desacompanhada, nunca fica solitária em um show das meninas do Tocantins ou dos meninos de Minas Gerais. “A gente nunca está sozinho. Sempre conversamos com outros fãs e fazemos amizade primeiro, é uma família super top. Além dos artistas serem incríveis, os fãs também são! Não tem como ser fã de Lagum sem ser fã de Anavitória e não tem como ser fã de Anavitória sem ser fã de Lagum.” Pamela Silva, de 31 anos, de Capão Bonito, resumiu o sentimento de ouvir o grupo diariamente desde 2019: “Lagum é algo que me dá forças para viver!” Banda Lagum se apresentou na Festa Junina de Votorantim (SP) Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Teve até quem veio de Belo Horizonte (MG) especialmente para a ocasião. Rafaela Campos, de 23 anos, administradora do fã-clube @ninhosquad, contou como virou fã em 2016 com a música “Agora Eu Quero Ir”, trilha sonora da novela Malhação: Pro Dia Nascer Feliz. Em Votorantim, ela atingiu a marca de seu 77° show do duo. “Já decorei todo o repertório e consegui conhecer as meninas várias vezes, mas cada show é diferente, então estou muito animada para este! Hoje também vou curtir meus conterrâneos, Lagum.” A noite também foi de comemoração para Júlia Martini, que celebrou seu aniversário de 21 anos ao lado da namorada, Natália Oliveira, de 24 anos, que a presenteou com o ingresso. Para o casal, as faixas “Lisboa” e “Cor de Marte” são as trilhas oficiais do relacionamento. “Eu fiquei louca quando vi que elas viriam”, conta Júlia. "Quando vimos que seria justo no dia do aniversário dela, soubemos que não dava para perder!”, emendou Natália. A felicidade das jovens também se deu pela representatividade do show, pois as cantoras encaram os relacionamentos com fluidez, focando principalmente na música e na liberdade de amar quem quer que seja. As jovens destacaram ainda o papel da representatividade no evento: “No Mês Orgulho, o público foi reconhecido. Para nós, significa muito”, concluíram. Júlia Martini, celebrou seu aniversário de 21 anos ao lado da namorada, Natália Oliveira, de 24 anos, que a presenteou com o ingresso Rafaela Amaral/Arquivo Pessoal Planos e bastidores Há um ano, no dia 27 de Maio de 2025, a banda Lagum lançou o álbum “As Cores, As Curvas e as Dores do Mundo”. Coincidentemente, há uma semana, no dia 27 de maio de 2026, a música "Seu e Só" chegava às plataformas de streaming. Ao serem questionados pelo g1 se possuíam alguma história ou marco com a data, o vocalista Pedro Calais contou que foi uma coincidência "muito legal". "As pessoas já estavam perguntando se teria alguma comemoração ao aniversário do álbum, então nada melhor que uma música nova. Mas também tem o lance de 2026, ano em que estamos. Para os nossos fãs, é um ano de celebração, então eles já estão querendo saber o que vem por aí.” Essa expectativa se deve porque em maio, a banda Lagum completou uma década. Desde 2016, já foram gravados cinco álbuns de estúdio. “No nosso primeiro álbum tem uma música chamada ‘2026’, em que fazemos planos para o futuro. Então quem nos acompanha desde essa época, quer saber o que vai acontecer. E a última música que lançamos, dá início a muita coisa que idealizamos, é o primeiro passo da celebração de 2026. Está para sair uma Live Session nossa em um lugar super inusitado, que é o bondinho do Rio de Janeiro. Então estamos planejando vários lançamentos de singles e outras gravações tocando ao vivo também.” completa Pedro. O trecho “Penso em não pensar e daí já pensei. Faço planos pra Agosto de 2026” é instigante para os fãs do grupo, que durante o show seguravam cartazes procurando por pistas do que poderiam esperar. O grupo foi generoso e deu um spoiler, interagindo com a plateia e pedindo que o ajudassem com a letra, ao cantar “Seu e Só” pela primeira vez em um show. Durante a apresentação, Pedro Calais brincou com o ambiente junino e pediu uma “canjiquinha” no palco. Mas logo após terminar uma das canções, ele se corrigiu no microfone: “acabei de perceber enquanto eu cantava essa música, que eu cometi uma gafe. ‘Canjiquinha’ é doce e ‘canjica’ é salgada. Eu quero a salgada!” O prato típico foi entregue ao vocalista, que provou no palco e deu nota 10 para a culinária do evento. Claro que os fãs mais ousados quiseram provar também. Pedro entregou a cumbuca à plateia, que não deixou um bocado sequer. O show seguiu até às 00h50, encerrando a noite com “Ninguém me Ensinou”, hit que discute a “pressa de existir”, citando fazer vinte e tantos planos a serem realizados antes dos 30 anos. A letra é digna de um público destemido: Não tenho medo de errar, só medo de desistir”, e a energia de Votorantim na noite de ontem,provou estar à altura. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Ônibus derruba muro de escola e deixa aluna, professora e vendedor feridos no Ceará. Um ônibus escolar desgovernado atropelou pedestres e derrubou o muro da escola Presidente Geisel Polivalente, no bairro Santa Tereza, em Juazeiro do Norte, no Cariri cearense, nesta quarta-feira (3). Uma aluna, uma professora e um vendedor de salada de frutas feridos ficaram feridos. O número exato de pessoas atingidas não foi informado pelas autoridades. O g1 apurou que pelo menos três pessoas tiveram ferimentos mais graves no acidente: Um vendedor de salada de frutas, que teve ferimento na cabeça e fratura exposta do fêmur; Uma aluna, também atingida na cabeça; Uma professora, que o ônibus passou por cima dela e da motocicleta que ela utilizava. A aluna foi levada pela família para um hospital particular. As outras duas vítimas foram socorridas pelo Samu e encaminhadas ao Hospital Regional do Cariri. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Em nota, a Secretaria da Educação do Ceará (Seduc) informou que acompanha o caso do acidente envolvendo um veículo de transporte escolar. A pasta disse que o veículo era operado por uma empresa contratada. A Seduc acrescentou que tem prestado assistência às vítimas e aos seus familiares, oferecendo o suporte necessário e acompanhando de perto a situação. LEIA TAMBÉM: Alta da maré engole veículo no litoral do Ceará, e motorista grava viral: 'Como faço para chegar no Paracuru?' População grita em alerta e evita tragédia após caminhão em marcha à ré destruir moto; vídeo Ainda segundo o órgão estadual, as providências cabíveis foram adotadas, incluindo a notificação da empresa responsável pela operação do transporte escolar e a comunicação às autoridades competentes, que conduzirão a apuração das circunstâncias que envolveram o acidente. “A Secretaria seguirá acompanhando o caso e colaborando com os órgãos responsáveis, adotando todas as medidas necessárias para garantir a devida apuração dos fatos e o atendimento às pessoas envolvidas”, completou a pasta. Acidente com ônibus escolar deixou, pelo menos, três pessoas feridas em Juazeiro do Norte, no Ceará. Reprodução Assista aos vídeos mais vistos do Ceará
Foz do Iguaçu surpreende quem chega esperando apenas as Cataratas. A cidade, e toda a região trinacional que envolve Brasil, Argentina e Paraguai, carrega uma diversidade cultural que se manifesta de formas inesperadas. Uma delas, e talvez a mais cotidiana, é a gastronomia. As experiências gastronômicas no Destino Iguaçu refletem séculos de convivência entre povos, tradições e ingredientes que não se encontram assim em nenhum outro lugar do mundo. Neste guia, você vai descobrir os pratos, restaurantes e experiências que fazem da mesa no Destino Iguaçu uma extensão natural de tudo o que esse lugar representa: encontro, pertencimento e memória. Por que a gastronomia do Destino Iguaçu é diferente de qualquer outra? A região trinacional é um fenômeno único: três países dividindo não só fronteiras geográficas, mas tradições, ingredientes, técnicas de preparo e histórias de vida. Ao longo das últimas décadas, essa convivência foi moldando uma culinária única. Descendentes de imigrantes árabes trouxeram o quibe e as especiarias. Famílias japonesas que se estabeleceram na região incorporaram seus ingredientes e técnicas ao cotidiano local. Os guaranis contribuem com os saberes das plantas da Mata Atlântica. Argentinos e paraguaios compartilharam seus assados, cada um com uma história diferente para contar. O resultado é uma mesa generosa, surpreendente e completamente inesquecível. Sabores do Brasil: do churrasco aos picolés da Mata Atlântica Churrascaria Bufalo Branco. Divulgação/Bufalo Branco. Começar pelo lado brasileiro é começar pelo calor da brasa. O churrasco é um clássico brasileiro, e em Foz do Iguaçu ele ganha dimensão especial. Cortes como a picanha preparados lentamente na grelha, acompanhados de farofa, vinagrete, arroz, feijão tropeiro, mandioca e salada verde, transformam qualquer refeição em um verdadeiro banquete. Para viver essa experiência com toda a autenticidade, a Churrascaria Búfalo Branco e a Rafain Churrascaria Show são referências consolidadas em Foz do Iguaçu. Ambas combinam gastronomia e cultura em um mesmo espaço, algo que resume bem o espírito do destino. Picolés com frutas nativas da Mata Atlântica: uma surpresa refrescante Oficina do Sorvete. Divulgação/Oficina do Sorvete. Uma das experiências mais singulares do Destino Iguaçu está nos picolés Sabores da Mata Atlântica. Feitos com frutas nativas como jabuticaba, pitanga, butiá, jaca e guabiroba, são produzidos com foco na preservação ambiental e no resgate de ingredientes locais. Você pode encontrá-los no Parque das Aves ou na Oficina do Sorvete em Foz, uma pausa obrigatória no roteiro de qualquer visitante. Sabores do Paraguai: tradição que atravessa fronteiras A culinária paraguaia é uma das mais surpreendentes da América do Sul, e quem visita a região trinacional descobre isso rapidamente. Com ingredientes simples e técnicas que carregam séculos de história, os pratos do Paraguai contam muito sobre quem são as pessoas que vivem por aqui. Chipa Guazú: o lanche de rua mais querido da fronteira Quem atravessa para o lado paraguaio e não experimenta uma chipa guazú fresquinha está perdendo um dos prazeres mais genuínos do destino. Feita com milho fresco, queijo, ovos, leite e farinha de milho, apresenta uma crosta firme e interior úmido, e pode ser consumida em diferentes momentos do dia, inclusive no almoço ou como um lanche delicioso em meio a um dia de passeios. Chipa Guazú. Divulgação. Sopa Paraguaia: o prato que engana pelo nome e conquista pelo sabor A Sopa Paraguaia é uma das primeiras surpresas gastronômicas para quem visita a região. Apesar do nome, não há nada líquido nela: trata-se de um bolo salgado denso, preparado com farinha de milho. A história conta que o prato nasceu de um erro de preparo na cozinha do presidente paraguaio Carlos Antonio López, e que o "acidente" agradou tanto que virou tradição. Sabores da Argentina: a arte do assado e muito mais Puerto Iguazú, do lado argentino das Cataratas, é uma cidade com uma gastronomia vibrante e acolhedora. Se o Brasil tem o churrasco, a Argentina tem a parrilla, e a diferença vai muito além do nome. Parrillada e Bife de Chorizo: a grelha como ritual A parrillada argentina é uma experiência completa: assado de tira, bife de chorizo, picanha e outros cortes variados, grelhados lentamente sobre carvão, acompanhados de frango, vegetais e batatas assadas são o grande destaque. O chimichurri — molho à base de salsa, alho, azeite e especiarias — é o toque final que une tudo. Harmonizar com um Malbec argentino é quase obrigatório. Yabuticaba Mercadito de la Selva. Divulgação/Yabuticaba Mercadito de la Selva. O Bife de Chorizo merece destaque especial: um corte do contrafilé preparado na grelha até o ponto exato solicitado pelo cliente. Simples na aparência, inesquecível no sabor. Confira nossa seleção de restaurantes em Puerto Iguazú para saber onde viver essa experiência com excelência. Empanadas: uma história dentro de cada dobra As empanadas argentinas são um patrimônio cultural. Em Puerto Iguazú, é possível encontrá-las em versões de carne temperada, vegetarianas, de queijo ou com recheios regionais. Cada restaurante tem sua receita e tradição. Experimente mais de uma opção para entender por que esse prato simples é capaz de gerar debates apaixonados sobre qual é a melhor receita. Panqueca com doce de leite: a sobremesa da alma argentina Para fechar com chave de ouro, não podemos deixar de citar a panqueca argentina recheada com doce de leite. Macia, generosa e levemente polvilhada com açúcar de confeiteiro, às vezes com um toque de canela ou raspas de laranja, ela é uma declaração de amor da culinária argentina aos que visitam o país pela primeira vez. Como incluir a gastronomia no seu roteiro pelo Destino Iguaçu Planejar o roteiro gastronômico no Destino Iguaçu é parte da aventura. Uma dica prática: reserve pelo menos quatro dias para a viagem, assim você tem tempo de explorar os três países com calma, sem precisar correr entre atrações e refeições. Neste artigo aqui temos um roteiro completo para quatro dias de viagem no Destino Iguaçu, com dicas imperdíveis. No blog do Visit Iguassu você encontra listas atualizadas de restaurantes em Foz do Iguaçu/ BR e Puerto Iguazu/ AR, assim como opções de promoção em restaurantes em Ciudad del Este/ PY. São referências criadas para ajudar você a montar o roteiro ideal, e aproveitar ao máximo cada refeição durante a visita à região. Acesse o site oficial do Visit Iguassu e baixe também o Guia de Visitantes do Destino Iguaçu, um material completo, gratuito, com dicas de atrações, hospedagens e, claro, gastronomia. Uma ferramenta indispensável para quem quer viver o destino com profundidade.
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante reunião de gabinete na Casa Branca 27 de maio de 2026 REUTERS/Evan Vucci O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a remarcação do jantar com os correspondentes credenciados na Casa Branca para o dia 24 de julho. O evento recebeu uma nova data após sido interrompido por tiros no dia 25 de abril, quando um homem armado tentou invadir o local. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia "Em um sinal de força e coragem, acaba de ser anunciado que o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, que terminou de forma violenta e abrupta em 25 de abril, será remarcado para 24 de julho", disse Trump em uma rede social nesta terça-feira (2). A Casa Branca anunciou a nova data também nesta terça-feira (2). O republicano afirmou, ainda, que foi convidado a discursar. "Este anúncio é muito bom, pois não podemos permitir que lunáticos mudem nosso modo de vida, ou mesmo sua programação. Fui convidado por Weijia Jiang, presidente da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, e aceitei o convite para discursar. Não sei se farei as mesmas declarações desagradáveis, pelo menos no que diz respeito a certas pessoas, mas descobriremos em breve", afirmou. Na data, Trump estava no evento que é o encontro mais tradicional entre o presidente dos EUA e esses jornalistas, e seria o primeiro da atual gestão do republicano. No começo do evento, sons de tiros foram ouvidos do salão. Cinegrafistas que registravam o evento capturaram o barulho dos disparos; Trump fala após tiros em jantar Agentes de segurança então entraram rapidamente no local e retiraram Trump, a primeira-dama, Melania Trump, e o vice-presidente, JD Vance, que estavam em uma mesa em um palco do salão. Outras autoridades do alto escalão, como os secretários de Estado e de Guerra e o diretor do FBI, também foram retirados; Os jornalistas foram mantidos no local para checagens de segurança. Equipe da Globo estava no local A repórter da TV Globo Raquel Krahenbuhl relatou os momentos de tensão vividos por ela durante o ataque a tiros do lado de fora do jantar. Raquel relatou um fraco esquema de segurança no evento, em que não houve revista e os agentes presentes checavam apenas o ingresso. Jornalistas de outros países também relataram terem presenciado o mesmo nível de segurança. Segundo a correspondente da TV Globo, as pessoas presentes estavam começando a jantar e diversas autoridades do governo dos EUA estavam no palco quando os tiros começaram. Foi aí que todos foram para debaixo das mesas e agentes do Serviço Secreto fortemente armados entraram no salão. "Já estávamos todos sentados, o jantar estava no início e o pessoal estava começando a comer. As declarações do presidente Trump viriam depois, mas já estava todo mundo sentado no palco. A gente estava ainda na salada quando ouvimos um barulho. Na hora, eu achei que tivesse sido um acidente, que uma mesa havia caído. Mas, nesse momento, todo mundo começou a entrar debaixo das mesas, para se proteger, e foi aí que a gente imaginou que tivesse ocorrido um tiroteio", afirmou Raquel. "Imediatamente entraram homens armados do Serviço Secreto e foram direto para os líderes. Um agente ficou bem atrás de mim, protegendo o chefe do FBI, Kash Patel, que estava debaixo da mesa. E daí eles começaram aos poucos a tirar os secretários [do governo dos EUA]. (...) Houve muita confusão no momento em que tudo aconteceu. Por questão de segurança, Todo mundo teve que ser retirado do salão para que eles [agentes] pudessem continuar o protocolo de segurança", completou a correspondente.