On anniversary of June Struggle, Korean students condemn violations of political rights

"RSA" · 총 3,427건
필터 보기현재 지수
49.5
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 83,175건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 49.5(균형)입니다. 긍정 10,284건(12.4%)·중립 59,914건(72.0%)·부정 12,977건(15.6%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 21.3(보수 경향)입니다.

With a smartphone strapped to her head, Indian housewife Nagireddy Sriramyachandra films herself slicing mangoes to train AI-powered robots to take on household jobs in the future. Earning just over two dollars for an hour of video, her mundane recordings are invaluable for global tech companies teaching machines how to move like humans in the real world. The 25-year-old is one of a growing army of thousands of AI system trainers in the world’s most populous country. “Who else will give you 250 rupees an hour just for doing housework?” said Sriramyachandra from her kitchen in Chennai in southern India’s Tamil Nadu state. “I may get a robot myself in the future,” she added. This photograph taken on May 15, 2026 shows an Indian housewife Nagireddy Sriramyachandra wearing a smartphone on her head as she records her actions through motion capture while slicing mangoes at her home in Chennai. — AFP Artificial intelligence chatbots and image generators crunch reams of digital data, but building systems to navigate real-life environments is more challenging. Developers think feeding first-person footage, called “egocentric data”, into specialised AI models will help robots copy humans. Some AI trainers work at home, others in factories or specialised studios — using video glasses, head-mounted cameras and motion sensors. “It blares ‘hands not detected’ when I’m not recording properly,” said Sriramyachandra, who sends recordings via a special app to the AI data company Objectways. This photograph taken on May 13, 2026 shows a worker (R) wearing a RGB camera on her head recording actions through motion capture while arranging colored blocks at AI data company Objectways’ office in Tamil Nadu’s Karur district. — AFP The firm, which has offices in India and the United States, lists Fortune 500 multinationals as clients. It works with Amazon SageMaker, a platform for machine learning models. ‘Better things’ The humanoid robot market is booming, with investment bank Morgan Stanley predicting there could be over a billion in use by 2050, mostly for industrial and commercial purposes. “Folding clothes, coffee making… cooking a very specific thing, sandwich making,” Objectways head Ravi Shankar said, listing videos requested by clients. “Some jobs are supposed to be taken over, so humans can go and do better things.” In India, the emerging field of spatial AI is providing new employment — for now. This photograph taken on May 13, 2026 shows a worker wearing a GoPro camera on his head recording actions through motion capture while folding towels inside a model bathroom at AI data company Objectways’ office in Tamil Nadu’s Karur district. — AFP The 50-year-old CEO is US-based, but hires workers from Tamil Nadu, where he grew up, one of India’s international technology hubs. At a Karur textile factory, busy with workers attaching labels to caps and ironing cloth bags, AFP saw eight people wearing head cameras and smart glasses supplied by Objectways. India has positioned itself as a global middleman for the creation, processing and annotation of AI data. “It’s likely that these data collection services will increase”, said digital labour expert Aditi Surie, from the Indian Institute for Human Settlements in Bengaluru. Informal workers India is aggressively developing its AI industry, but its leaders are aware that, alongside the technology’s much-hyped benefits, automation poses risks. Government think-tank NITI Aayog said that most discussions around artificial intelligence and labour “focus on white-collar professionals and predict an almost certain loss of jobs in the segment” without urgent action. “Little attention, if any, is paid to how AI can serve India’s 490 million informal workers, the very people who form the backbone of our economy,” it said in a report released ahead of a global AI summit in India this year. The think-tank has examined how the technology could help or harm dozens of professions — from cobblers to sewer cleaners, farmers to tea sellers. For the last decade, 55-year-old Ponni has sat on a roadside in Bengaluru, the city known as India’s Silicon Valley, making flower garlands. She, too, has been paid to have a phone strapped to her forehead. “The next generation… who might have to do work similar to mine — they will face a problem,” Ponni said. Always wearing a camera At an Objectways studio, AI system trainers film themselves performing household tasks in fake, fully furnished apartment rooms. After several thousand hours of filming, the wallpaper is changed to provide clients with variety. “Today I sit here, tomorrow I stand there,” said engineering graduate Rani N., 21, on a break from filming herself, once again, folding a towel. Each video lasts about four minutes, and she records around 90 a day — on nearly every conceivable spot on the bed. She says the job is “tolerable”, but feels like she’s always wearing a camera. This photograph taken on May 15, 2026 shows an Indian housewife Nagireddy Sriramyachandra wearing a smartphone on her head as she records her actions through motion capture while washing dishes at her home in Chennai. — AFP In other rooms, colleagues arranged pencil sharpeners, water bottles and crayons in patterns, recording with depth-sensor cameras. Qanat Consulting Services in Andhra Pradesh, an Objectways subcontractor, supplies about a dozen larger data firms with recordings. Some of its 2,000 contributors perform tasks with motion-sensor bands on their “wrists, hands and legs”, CEO Thaslim Pattan said. Manish Agarwal of Bengaluru-based Humyn Labs, not related to Objectways, records conversations as well as videos. Contributors discuss assigned topics — ranging from politics to entertainment — for clients wanting to process speech patterns. Agarwal denies that robots will steal jobs, believing that networks of humans and robots “will work together” one day, he said. “A welder in India could be managing a welder-robot in Prague,” he said.
Festivais de fatias de bolo impulsionam confeitarias no litoral de SP 🍰 Filas de clientes, vendas esgotadas em poucas horas e aumento significativo no faturamento. Os festivais de fatia de bolo, tendência que ganhou força nas redes sociais e em diversas cidades do país, também têm transformado a rotina de confeiteiras da Baixada Santista, no litoral de São Paulo. O g1 ouviu profissionais da região que relatam crescimento da clientela, aceleração das vendas e até a triplicação da demanda após aderirem ao formato. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Festival de fatias de bolo impulsionam vendas de confeiteiras na Baixada Santista Arquivo Pessoal A confeiteira Nayara Fontana de Oliveira, de 43 anos, comanda a Happy Cake Family, em Santos (SP), e atua na área há sete anos. Participando dos festivais de fatia de bolo há cerca de um mês, ela afirmou que a iniciativa transformou a rotina do negócio. "As vendas, o trabalho e a demanda triplicaram. Eu trabalho por encomenda, com casamentos, festas de 15 anos, aniversários e eventos especiais. Com o festival, consigo atingir um número muito significativo de pessoas que, às vezes, não precisam de um bolo inteiro, mas têm vontade de comer um bolinho bem-feito e muito gostoso", afirmou. Segundo Nayara, os eventos também permitem que os clientes experimentem novos sabores. "Acaba se tornando uma superoportunidade de provar variedades de sabores e vivenciar uma experiência diferente. Vira um evento divertido e muito saboroso", acrescentou. Ela pontuou que costuma testar sabores diferentes nos festivais e, nas edições seguintes, mantém os mais procurados, entre eles bolo pudim e folhado de morangos. Nayara Fontana aderiu aos festivais de fatia de bolo há um mês Arquivo Pessoal 💸Vendas de uma semana em poucas horas A confeiteira Tânia Soares, de 40 anos, responsável pelos doces do Café do Paulinho, em Santos (SP), atua no ramo há cinco anos e começou a participar dos festivais há cerca de dois meses. Para ela, um dos principais impactos está na velocidade das vendas. "O volume vendido no formato tradicional normalmente seria comercializado em um período de uma semana. No festival, conseguimos concentrar esse resultado em poucas horas. Na primeira edição, tudo foi vendido em menos de duas horas, o que foi uma surpresa para nós", contou. Segundo Tânia, os sabores mais procurados são os clássicos do cardápio. "Abacaxi com coco e Kinder Bueno são sempre os que acabam primeiro. Eles combinam cremosidade e sabores já conhecidos e muito pedidos pelo nosso público", explicou. Tânia Soares participa dos festivais há dois meses Arquivo Pessoal 🚚 Festival delivery A confeiteira Isabelle Oliveira, de 27 anos, comanda o Ateliê Isa Doces, em Praia Grande (SP), e apostou em um formato diferente para aproveitar a tendência. Sem loja física, ela aderiu ao festival de fatias por delivery, permitindo que os clientes participassem da experiência sem enfrentar filas ou sair de casa. "Aproveitei o hype dos festivais de fatia logo no começo. Vi confeiteiras fazendo em feiras e lojas em vários estados e, como eu não tenho loja física, queria participar com algo que valesse a pena para os meus clientes. Foi aí que surgiu o festival de fatias delivery, sem sair de casa e sem filas", disse. Isabelle Oliveira aderiu ao festival de fatias delivery Arquivo Pessoal Segundo Isabelle, a iniciativa impulsionou as vendas em um período mais fraco para o setor e também aumentou a procura por outros produtos da confeitaria. "No dia a dia, não zeramos seis bolos grandes em poucas horas. O festival veio tão grande quanto o morango do amor, fazendo com que aumentassem as vendas de todos os produtos. O cliente pega duas fatias de bolo e aproveita para levar um doce que já queria provar", afirmou. Entre os mais vendidos, ela citou o bolo pudim, bolo brigadeiro com maracujá e o bolo Ferrero Rocher. Festivais de fatias de bolo atraem clientes e impulsionam vendas na Baixada Santista Arquivo Pessoal VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

Rajesh Sharma, father of deceased Indian sailor Aditya Sharma, speaks exclusively to CNN-News18, recalling his last conversation with his son amid rising concern over the vessel incident involving its crew. n18oc_india

Caneta emagrecedora: quem para ganha peso 4 vezes mais rápido do que quem faz dieta Durante anos, as canetas emagrecedoras correram atrás de um número só: quem, além de controlar a diabetes, fazia a balança despencar mais. A semaglutida abriu caminho, a tirzepatida elevou a aposta, a retatrutida empurrou a perda de peso a patamares que beiram o exagero. A lógica parecia simples: vencia quem tirasse mais quilos. A survodutida chegou propondo outra disputa. No encontro anual da Associação Americana de Diabetes (ADA), em Nova Orleans, a molécula experimental da Boehringer Ingelheim chamou atenção não apenas pelo emagrecimento, mas por um efeito difícil de enxergar: a redução da gordura acumulada dentro do fígado. Diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Clayton Macedo diz que o destaque é parte de uma mudança que atravessou o congresso. Diante de um arsenal de medicamentos capazes de produzir perdas de peso de dois dígitos, a pergunta já não é apenas quanto cada um emagrece, mas o que faz além disso. O trunfo está escondido Os números que chamaram atenção dos médicos saíram de um estudo de fase 3 (a etapa final antes de um eventual pedido de aprovação) publicado na revista Nature Medicine. Entre 216 adultos com obesidade e gordura no fígado, a survodutida reduziu esse acúmulo em quase 60%. Mais do que isso: 84% dos pacientes tiveram queda de pelo menos 30% da gordura hepática, contra 24% de quem tomou placebo, e seis em cada dez terminaram o estudo com o fígado dentro da faixa normal. Marcadores de inflamação e de lesão no órgão, como a enzima ALT, também recuaram. A gordura no fígado costuma ser tratada como um detalhe de exame de rotina: aparece no ultrassom, o médico menciona, e a vida segue. Macedo faz questão de quebrar essa impressão. "Gordura no fígado não é só uma gordurinha", afirma. Trata-se, explica, de um marcador de gordura ectópica: a que se instala onde não deveria, é metabolicamente ativa, inflamada, e está associada a mais risco de diabetes, de doença do coração e de morte. No fígado, quando avança, ela leva à inflamação, à fibrose e, no limite, à cirrose. O quadro tem nome atualizado: doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD, na sigla em inglês), que em sua forma inflamada se torna esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH). Aumenta, ainda, as chances de desenvolver câncer. É essa gordura silenciosa que a survodutida parece alcançar —mas também é aqui que especialistas ouvidos pelo g1 pedem cautela. O fato de ela ter mostrado esses ganhos no fígado não significa que as concorrentes não os tenham; significa que ninguém analisou essas métricas ao estudá-las. Canetas emagrecedoras Freepik Um segundo hormônio entra em cena As canetas que ficaram famosas agem sobre o GLP-1, o peptídeo que regula apetite e saciedade. A survodutida faz isso e mais uma coisa: ativa, ao mesmo tempo, o receptor do glucagon —um hormônio que funciona como administrador da energia estocada no corpo e age diretamente no fígado e no metabolismo da gordura. "O glucagon é um ator novo nessa história", resume Macedo. É ele que dá à molécula uma espécie de assinatura própria: enquanto o GLP-1 mexe no comportamento alimentar, o glucagon mexe na queima da gordura, inclusive na que se esconde nas vísceras e no fígado. Coordenador do Departamento de Educação em Diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Fernando Valente avalia que os resultados sugerem um efeito que vai além do emagrecimento isolado. Segundo ele parte da melhora observada no fígado certamente é consequência da perda de peso, mas o glucagon parece acrescentar uma ação própria sobre a gordura acumulada no órgão. "O fígado tem muitos receptores para glucagon. Além de ajudar na saciedade, esse hormônio estimula a utilização da gordura hepática como fonte de energia e aumenta o gasto energético", explica. A leitura ganhou força porque os pesquisadores não estimaram a gordura de forma indireta. Em outro estudo, esse publicado no New England Journal of Medicine com 725 adultos com obesidade e sem diabetes, um subgrupo passou por ressonância magnética —método que separa, compartimento por compartimento, cada tipo de gordura do corpo. "É o exame mais preciso que existe: ele distingue o que é gordura no fígado, o que é gordura na víscera e o que é músculo", diz Macedo. Nessa leitura, a survodutida reduziu a gordura visceral —a que se acumula entre os órgãos— em cerca de 34%, contra 12% do placebo, derrubou a gordura hepática em 63% e preservou a massa magra: a maior parte do peso perdido veio de gordura, não de músculo. Para o médico, esse foi um ponto simbólico. "Foi a primeira molécula a tirar o estigma da perda de massa magra, ao demonstrar que ela é pequena", diz. No mesmo estudo, o emagrecimento chegou a 16,6% em 76 semanas entre quem seguiu o tratamento até o fim —abaixo do que entregam concorrentes como a tirzepatida, mas acompanhado dessa redistribuição da gordura e da melhora de pressão, triglicerídeos e circunferência abdominal. Promessa com ressalvas Mesmo onde os números aparecem, falta o teste decisivo: nenhum estudo colocou as moléculas frente a frente, medindo os mesmos desfechos pelo mesmo método. Valente lembra que as comparações com semaglutida e tirzepatida continuam indiretas. Os estudos envolveram populações diferentes, com graus variados de obesidade, diabetes e comprometimento hepático, além de terem usado critérios distintos para avaliar a doença. "A semaglutida, por exemplo, teve análise histológica com biópsia hepática, algo que não aconteceu neste estudo. Por isso, não dá para afirmar que uma molécula seja superior à outra", afirma. Os efeitos colaterais, esses sim, seguem o padrão da classe: náusea em cerca de 60% dos participantes, vômito em mais de 40%, quase sempre leves a moderados e concentrados no início, quando a dose sobe. Macedo lembra que o protocolo do estudo era rígido e exigia chegar à dose máxima, sem a flexibilidade de ajuste do consultório —o que ajuda a explicar a frequência. Eventos graves foram pouco mais comuns com o remédio do que com placebo, e não houve mortes. Os ensaios também carregam limites: duração relativamente curta, populações pouco diversas e, no caso do fígado, a maioria dos pacientes em fase inicial da doença. Os efeitos sobre quadros avançados ainda serão testados em outro programa. A obesidade no centro do tabuleiro Por trás da disputa, há uma mudança de mentalidade que endocrinologistas presentes no congresso viram se consolidar no congresso. Durante décadas, a obesidade foi tratada como coadjuvante: estudava-se o diabetes e, de quebra, notava-se que o paciente emagrecia. Agora, a ordem se inverteu. "Antes, a obesidade era vista como consequência. Hoje, ela é o centro: é ela que provoca as outras doenças", diz Macedo. Os remédios já nascem testados para desfechos no fígado, nas articulações, na apneia do sono. Não por acaso, um congresso historicamente voltado a diabetes reuniu milhares de pessoas discutindo, sobretudo, obesidade e um conjunto de moléculas que combinam diferentes hormônios para atacar várias faces da doença ao mesmo tempo. Se a primeira geração das canetas venceu a batalha da balança, a próxima parece disputar algo mais ambicioso: provar que perder peso é apenas parte da história. A nova corrida acontece dentro dos órgãos —e o fígado pode ter sido o primeiro a mostrar isso.

Trilhas para conhecer as árvores dos parques e as espécies ameaçadas também fazem parte do roteiro Daniel Tavares/PCR/Divulgação Um menino de 7 anos correu pela grama do Parque Villa-Lobos, na Zona Oeste de São Paulo, e subiu em uma pequena árvore próxima aos pais. O pai dele, o botânico e paisagista Ricardo Cardim, estava sentado no gramado quando ouviu o barulho de uma moto se aproximando. Segundo ele, um segurança do parque parou ao lado da família e informou que uma criança havia sido vista subindo na árvore e que aquilo não era permitido pelas regras do local. O caso ocorreu na última sexta-feira (5). Cardim afirma que o filho ficou assustado e constrangido com a abordagem. Na sequência, o botânico gravou um vídeo relatando o episódio e questionando a proibição. Publicado nas redes sociais, o relato viralizou e reacendeu um debate antigo em São Paulo: até que ponto regras criadas para proteger árvores e usuários podem limitar o brincar livre e o contato das crianças com a natureza? A discussão ganhou força porque a orientação dada pelo segurança não foi uma decisão isolada. Regulamentos de parques municipais e estaduais de São Paulo proíbem que visitantes subam em árvores. A restrição existe há pelo menos duas décadas e costuma ser justificada por razões de segurança e preservação ambiental (leia mais abaixo). Histórias lindas marcam os 70 anos do Parque do Ibirapuera No Parque Villa-Lobos, administrado pela concessionária Reserva Paulista desde 2022, o regulamento proíbe expressamente subir, escrever ou amarrar objetos nas árvores. Procurada pelo g1, a concessionária afirmou que lamenta o desconforto causado à família e disse que a orientação dada pelo agente de segurança seguiu as normas vigentes de uso do parque. Segundo a empresa, a restrição faz parte do Regulamento de Operacionalização e Uso elaborado em 2019, antes do processo de concessão, e tem como objetivo prevenir acidentes e contribuir para a preservação das espécies vegetais existentes no local. A concessionária afirmou ainda estar aberta a ouvir a sociedade para discutir "novas alternativas de interação com a natureza para as crianças", desde que respeitados critérios de segurança (leia mais abaixo). Em nota, a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) informou que "valoriza o uso dos parques por crianças e que as regras não visam restringir o contato com a natureza, mas proteger as árvores (leia mais abaixo). Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam, porém, que experiências como subir em árvores ajudam no desenvolvimento motor, emocional e cognitivo das crianças e questionam o que consideram um excesso de controle sobre a infância nos espaços públicos. Em São Paulo, se uma criança não puder subir numa árvore dentro de um parque, ela vai subir onde? Na escola? Em casa? Na rua? Os parques precisam ter consciência da responsabilidade que têm de proporcionar esse tipo de experiência Segundo ela, os parques têm um papel importante em uma cidade como São Paulo, onde oportunidades de contato espontâneo com a natureza se tornaram cada vez mais raras. "Se uma criança não puder subir numa árvore dentro de um parque, talvez ela não suba em lugar nenhum." O botânico Ricardo Cardim gravou um vídeo relatando o episódio e questionando a proibição de uma criança subir em uma árvore. Reprodução A especialista afirma ainda que episódios como o ocorrido no Villa-Lobos refletem uma tendência mais ampla observada nas grandes cidades: a redução da autonomia infantil e das oportunidades de brincar ao ar livre. O livro "Parques Naturalizados", organizado pela própria pesquisadora e publicado em 2022, aponta que chamado "raio de ação" das crianças vem diminuindo ao longo das gerações, o que reduz experiências de exploração, descoberta e contato com a natureza. O conceito trata da distância que as crianças podem percorrer sozinhas pelo bairro para ir à escola, visitar amigos ou frequentar equipamentos públicos. "Um parque precisa se perguntar o que está fazendo para proporcionar experiências que as crianças não encontram mais tão facilmente no dia a dia. Subir em árvores, correr, construir uma cabana eram atividades muito espontâneas há 30 ou 40 anos e hoje estão quase em extinção", afirma Isabel. "As áreas verdes têm um papel importante para enfrentar esse cenário que chamamos de déficit de natureza ou emparedamento das crianças." Desenvolvimento Para Isabel Barros, que coordena projetos relacionados à educação baseada na natureza e saúde, subir em árvores estimula habilidades motoras, criatividade, autoconfiança e percepção de risco. "Uma criança que cresce sem essas experiências vai crescendo com um repertório mais empobrecido de manejo de risco. E isso tem impacto em toda a vida dela", afirma. Segundo ela, situações perigosas são aquelas que podem levar a consequências graves, como deixar uma criança que não sabe nadar brincar sozinha perto de um rio ou piscina. Já o risco, afirma, pode ser administrado tanto pelos adultos quanto pelas próprias crianças. "Quando a criança tem oportunidade de crescer exposta a esse tipo de risco, ela vai calibrando até onde pode ir, o que consegue fazer e o que não consegue. Se ela cresce sem essas experiências, desenvolve um repertório mais empobrecido de manejo de risco", afirma. "Os riscos da vida começam subindo em uma árvore, descendo uma ladeira, correndo. É assim que se formam crianças e adolescentes mais preparados para lidar com desafios no dia a dia." Público aproveitando o Parque Villa-Lobos em sábado de calor ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO Uma das alternativas, segundo a especialista, seria identificar árvores adequadas para a atividade e sinalizá-las para uso das crianças, com orientação das famílias. "Existem árvores com galhos baixos, fortes e áreas gramadas embaixo. É possível pensar em soluções de manejo em vez de simplesmente proibir." A educadora e antropóloga Adriana Friedmann, autora de diversos livros sobre infância e desenvolvimento infantil, avalia que o episódio revela um processo mais amplo de restrição da autonomia das crianças. "Há um movimento de higienização da infância e de querer controlar cada movimento das crianças", afirma. "Os adultos que criam essas regras muitas vezes esquecem da própria infância e de como experiências como subir em árvores foram importantes para seu desenvolvimento." Para ela, o contato livre com a natureza é fundamental para o desenvolvimento infantil e vai muito além da recreação. "A criança se desenvolve através da experiência. Ela precisa experimentar, explorar, descobrir o mundo à sua volta. O brincar é uma das linguagens mais importantes da infância. "Queremos proteger as crianças, mas muitas vezes acabamos bloqueando experiências fundamentais para seu desenvolvimento", diz. Segundo Adriana, embora exista uma preocupação legítima com a segurança, adultos frequentemente acabam interferindo excessivamente nos processos de autonomia infantil. "O que está sendo muito nocivo hoje é deixar a criança quietinha com as telas, sem socialização e sem a oportunidade de ter a experiência do contato dos seus corpos na cidade, na natureza e com outras crianças." Preservar a natureza O próprio Ricardo Cardim diz ter se surpreendido com a abordagem. Botânico, paisagista e criador do projeto Árvores de São Paulo, voltado à divulgação científica sobre arborização urbana, Cardim costuma produzir conteúdo sobre a relação entre natureza e cidades nas redes sociais. "Meu filho ficou constrangido. Eu vi que ele ficou assustado. É uma situação difícil para uma criança entender", afirmou ao g1. Segundo o paisagista, que é anatomista vegetal, a árvore onde o filho estava era baixa e apresentava menos risco do que alguns brinquedos disponíveis no próprio parque. "Depois eu levei meu filho ao playground e vi brinquedos artificiais mais altos do que a árvore em que ele estava. Não faz sentido." Cardim também questiona o argumento de preservação ambiental utilizado para justificar a proibição. Esse argumento que se baseia em preservar árvores, como botânico e grande defensor da natureza que eu sou, figura pública nesse sentido, para mim é um total equívoco. Preservar a natureza é ensinar as crianças a amar a natureza Ele afirma que, após a repercussão do vídeo, foi procurado pela administração do parque. Durante a conversa, sugeriu que algumas árvores fossem identificadas como adequadas para escalada infantil, permitindo que crianças tivessem esse tipo de experiência em condições consideradas seguras. Parque Villa-Lobos, na Zona Oeste de SP. Rodrigo Rodrigues/g1 A proposta é semelhante à defendida por especialistas ouvidos pela reportagem. Para eles, a discussão vai além de uma regra específica de parque. O debate envolve o espaço reservado às crianças em uma metrópole onde brincar na rua, explorar terrenos vazios, correr sem supervisão constante ou subir em árvores se tornaram experiências cada vez mais raras. Regra existe há mais de 20 anos A proibição de subir em árvores não é exclusiva do Villa-Lobos. Regulamentos municipais consultados pelo g1 mostram que a vedação já aparecia em parques da capital ao menos em 2003. No regulamento do Parque Cidade de Toronto, na Zona Norte, já era proibido "subir ou danificar árvores". Normas mais recentes mantêm a mesma orientação. Em regulamento publicado pela Prefeitura em 2025 para o Parque Linear Feitiço da Vila, na Zona Sul, também é proibido "subir, danificar, prender adornos, redes ou outros equipamentos nas árvores". A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), responsável pela formulação das políticas estaduais relacionadas aos parques, não respondeu até a última atualização desta reportagem. O que diz a concessionária que administra o Villa-Lobos Leia a nota na íntegra: "A concessionária informa que, assim que tomou conhecimento da situação, entrou em contato com a família envolvida e lamenta pelo desconforto causado. Reiteramos que a orientação realizada pelo agente de segurança seguiu as normas vigentes de uso do parque, que estão publicadas no site https://parquevillalobos.com.br/normas-e-acessibilidade/. A restrição de subir em árvores está prevista no Regulamento de Operacionalização e Uso, elaborado em 2019, antes do processo de concessão, e tem como objetivo prevenir acidentes e contribuir para a preservação das espécies vegetais existentes no local. Estamos abertos a ouvir a sociedade para construir novas alternativas de interação com a natureza para as crianças, sempre com foco em oferecer um lugar seguro, acolhedor e em constante evolução, ampliando oportunidades para que os visitantes desfrutem do contato com meio ambiente de forma responsável e segura." O que diz a SVMA Leia a nota na íntegra: "A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) informa que os parques municipais possuem regulamentos de uso, aprovados pelos conselhos gestores, que proíbem práticas que possam causar danos à vegetação ou comprometer a segurança dos frequentadores, como escalar, prender adornos, redes ou equipamentos em árvores e esculturas. A medida visa preservar a vegetação e reduzir riscos de acidentes, em acordo com os objetivos de conservação ambiental e segurança desses espaços. A Pasta destaca que valoriza o uso dos parques por crianças e que as regras não visam restringir o contato com a natureza, mas proteger as árvores. Para conciliar interação e preservação, a SVMA implantou parquinhos naturalizados, com brinquedos produzidos a partir de resíduos de manejo arbóreo, além de manter diálogo com instituições ligadas à pauta da infância, a fim de aprimorar as políticas ambientais voltadas aos pequenos. A SVMA ressalta ainda que, quando são identificadas situações em desacordo com as normas e com efetivo dano ao patrimônio ambiental, a medida adotada é a orientação e a advertência verbal, sem aplicação de multa."

Regresa la actividad a la Asamblea de Madrid después de que León XIV criticara frente a la clase política española “la descalificación permanente del adversario”

Three men arrested in Marsabit for possession of 13 elephant tusks, highlighting the ongoing fight against wildlife trafficking and the protection of animals.

K-pop group BigBang will reunite for a 31-show stadium world tour celebrating the group’s 20th anniversary, marking its first trek since 2017. The group – G-Dragon, Taeyang and Daesung – announced Thursday that the run will begin Aug. 21 at Goyang Stadium in Goyang, South Korea, and continue through Feb. 28, 2027, with dates scheduled […]

India's aerospace sector achieved a significant milestone with the first flight of the India-assembled C-295 aircraft. This $3.5 billion program with Airbus will see 40 aircraft assembled locally, boosting domestic manufacturing and replacing aging An-32s. Additional orders for the Navy and Coast Guard highlight the C-295's versatility and India's growing defense production capabilities.
Quando já tinha passado dos 65 anos, a professora Helen Hirsh viveu o que muitas pessoas idosas enfrentam: começou a perder a confiança em si mesma. “Era como se eu fosse irrelevante, invisível. A impressão que tinha é que os outros não me procuravam mais como referência, não me valorizavam como antes”, conta. Helen Hirsh: a autora de ReSet afirma que é importante cultivar uma “mentalidade da longevidade” Reprodução Com uma trajetória de cinco décadas na área da educação, decidiu se aprofundar na situação que estava experimentando. “Foi uma virada de chave para mim. Descobri que estava internalizando o etarismo, essa visão negativa da velhice, e que acabaria me tornando uma profecia que se autorrealiza, ou seja, ficaria cada vez mais isolada e perdida”, lembra. Coincidentemente, um ex-aluno sugeriu que ela fizesse um curso de empreendedorismo social – e foi assim que acabou criando o Top Sixty Over Sixty (algo como “os destaques acima dos 60”), que se tornou uma referência na luta contra o idadismo e em prol da diversidade etária no Canadá. Em ReSet: Making the Most of the Rest of Your Life (Reiniciar/Recomeçar: aproveitando ao máximo o resto da sua vida, em tradução livre), que acabou de lançar em parceria com Debra Yearwood, Hirsh põe em prática o que viveu e aprendeu: “Na primeira parte do livro, mostro como o etarismo tem que ser apontado, denunciado e nunca minimizado, porque leva ao isolamento, à depressão e à morte prematura. Na segunda parte, trago reflexões, ferramentas e estratégias para reescrever esse roteiro”. A obra de Hirsh “conversa” com outra sobre a qual escrevi recentemente. Em Longevity Nation: the people, ideas, and trends changing the second half of our lives (Nação Longevidade: as pessoas, ideias e tendências que estão mudando a segunda metade de nossas vidas), o autor, Michael Clinton, afirma: “Ainda convivemos com o pensamento do século XX, e uma dessas construções é de que a vida é curta. Por isso, falta preparação, física e mental, para vivermos vidas mais longas. Aos 65 anos, as pessoas vão se fechando para novas possibilidades, baseadas na crença de que seu tempo passou”. Aos 77 anos, ela propõe que adotemos o que chama de “mentalidade da longevidade”, isto é, que tenhamos consciência plena de que nossas vidas – cada vez mais longas – devem ter significado e propósito. “Eu comecei coisas novas aos 67 anos e quero ajudar as gerações que vêm depois de nós a fazer o mesmo”, enfatizou em palestra on-line a que assisti. Aqui estão algumas das suas principais sugestões: Conscientize-se: reconheça o idadismo e desconstrua o preconceito. Esteja pronto para mostrar aos outros que, mesmo sem a intenção de magoar ou ferir, diminuem os idosos. Um exemplo é como os cuidadores se dirigem a eles numa fala infantilizada, como se fossem crianças pequenas. Pergunte-se: o que você não começou ou parou de fazer achando que era velho demais para tal coisa? É preciso se reconectar com suas forças e motivação, valorizando a própria sabedoria e experiência. Reencontre-se: novos propósitos, significados e oportunidades existem em qualquer idade. Envolva-se em causas nas quais acredita, busque a convivência com outras gerações, mantenha-se engajado e visível. Esporte transforma rotina e mentalidade de quem busca longevidade

Nach den Ausschreitungen in Belfast ordnet WELT-Chefreporterin Anna Schneider die Debatte über Migration und innere Sicherheit im Vereinigten Königreich ein. Ihrer Ansicht nach geraten die Ursachen der Spannungen zu oft aus dem Blick.
Baile da Disney, na Maré Reprodução As investigações da operação Trinus, contra o tráfico de drogas no Complexo da Maré, mostraram que o Baile da Disney, na Vila do João, é mais do que um evento musical: o baile funk também é usado para vender drogas, bebidas e produtos roubados pelos traficantes, armados em grande número na multidão. Além disso, a renda obtida potencializa o pagamento de cachês para artistas e convidados vip e é direcionada para custear a propaganda do megaevento, apontado como um dos maiores em áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro (TCP). "Nesse local, onde se finge estar apenas realizando uma festividade para a diversão da comunidade, esse ambiente é utilizado para venda dessa material roubado, bebidas alcoólicas, produtos alimentícios, e utilizado pra venda de drogas", enumerou a delegada Raíssa Celles, diretora do Departamento de Polícia da Capital. Operação na Maré para prender 56 pessoas mobiliza Bope e Core; há tiroteio e barricadas em chamas Para a Polícia Civil, o baile da Disney é considerado um elemento "central" da estrutura de lavagem de dinheiro da facção. “O evento, que se tornou referência popular por sua produção temática com decoração, pirotecnia, atrações circenses e personagens infantis, foi identificado pelos investigadores como plataforma de monetização ampla do crime organizado”, descreveu a polícia. “O baile opera como canal de escoamento imediato de mercadorias roubadas e permite arrecadação concentrada com bebidas, alimentos e espaços sob controle exclusivo da facção”, prosseguiu. 'Escritórios' do crime na Maré Barricadas são queimadas na Vila do João, no Complexo da Maré, durante operação da polícia Reprodução/TV Globo O delegado Thiago Dorigo, um dos responsáveis pelas investigações, afirmou que as favelas do TCP na Maré representam hoje um refúgio para quadrilhas que aplicam golpes pelo telefone ou pela internet. Muitos abrem verdadeiros 'escritórios do crime' na região: "Então, os mais variados tipos de golpistas e estelionatários hoje saíram do centro da cidade e abriram seus escritórios em diversas comunidades porque eles sabem da dificuldade da polícia para localizar e fazer uma operação de grande porte", explicou Dorigo. A facção, segundo ele, ainda lucra com o aluguel do espaço para cometer crimes: "Eles cobram uma espécie de aluguel, uma espécie de taxa, para poder liberar aquela atividade criminosa", pontuou. Lojas com produtos roubados Policiais civis na entrada da Vila do João, no Complexo da Maré, onde cumprem mandados contra o TCP Reprodução/TV Globo A Polícia Civil encontrou, durante uma operação nesta quarta-feira (10) no Complexo da Maré, lojas de um centro comercial que vendiam produtos roubados por criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP). A organização criminosa também mantinha um depósito com os materiais. Até a última atualização desta reportagem, 25 homens haviam sido presos. Segundo a diretora do Departamento Geral de Polícia da Capital, Raíssa Celles, a polícia encontrou cigarros eletrônicos e celulares de origem não comprovada. "No interior delas, foi encontrada uma grande quantidade de cigarros eletrônicos contrabandeados que estavam sendo expostos à venda nessas lojas, além também de uma grande quantidade de celulares de origem ilícita, e pelo menos três celulares roubados", disse a diretora do DGPC. O delegado Thiago Dorigo explicou que traficantes da Pedreira e da Maré fizeram um "consórcio criminoso", e destacou que a facção comete roubos de carga praticamente diários: "Os traficantes da Pedreira ficavam incumbidos de abordar os caminhões na Avenida Brasil, Linha Vermelha e Linha Amarela e trazer para uma dessas comunidades aqui na Maré", disse o delegado. Segundo ele, existe até uma divisão pré-definida sobre o dinheiro obtido em cada crime: "25% do valor obtido com o roubo de carga é da liderança da Pedreira, 25% para o roubador da Pedreira que está na ação criminosa, 25% para o roubador da Maré que está junto fazendo a abordagem e 25% para a liderança do TCP na Maré", explicou. 6 ações simultâneas As polícias Civil e Militar iniciaram nesta quarta-feira a Operação Trinus, contra o tráfico de drogas no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Desde o início da manhã de quarta-feira (10), são 6 ações simultâneas para combater diferentes crimes, incluindo roubos, homicídios e exploração sexual infantil. Os agentes tentam cumprir 56 mandados de prisão e 42 de busca e apreensão contra traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP). 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Pés de maconha apreendidos pela polícia em operação no Complexo da Maré Reprodução As equipes foram recebidas a tiros, e criminosos também atearam fogo a barricadas. Com a ação, escolas e unidades de saúde fecharam preventivamente. Participam da ofensiva homens do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), as tropas de elite das forças de segurança do RJ. Agentes apreenderam armas, como fuzis e granadas, e encontraram 2 estufas de maconha e um laboratório de cocaína. Ainda foi localizada uma “fazenda” de mineração de criptomoedas. “Não é apenas o tráfico de drogas que alimenta essas organizações criminosas. Eles fomentam e financiam o roubo de carga”, afirmou a delegada Raíssa Celles. Raíssa disse que as equipes encontraram “uma imensa quantidade de carros e motos subtraídos” e “um grande depósito com farta quantidade de material roubado”. Caminhões foram mobilizados para trazer esses itens até a Cidade da Polícia. 🔎 O Complexo da Maré é dominado por diferentes facções. A maior parte é controlada pelo TCP e engloba, por exemplo, a Vila do João, o Conjunto dos Pinheiros, o Morro do Timbau e a Baixa do Sapateiro, para onde as forças de segurança foram nesta quarta. Há ainda áreas sob o jugo do Comando Vermelho (Nova Holanda e Parque União) e da milícia (Piscinão). Criminosos colocaram fogos em barricadas no Complexo da Maré para impedir a chegada da polícia Reprodução/TV Globo Seis procedimentos em curso A investigação da 21ª DP (Bonsucesso) se dividiu em 6 frentes: Roubo de cargas e lavagem de capitais: Investiga o roubo sistemático de caminhões em vias expressas (como a Avenida Brasil) e o uso do Baile da Disney e comércios locais como plataformas para escoar mercadorias e lavar dinheiro. Roubo e receptação de celulares: Focada em uma cadeia organizada que utiliza motocicletas para roubar aparelhos, exigindo que as vítimas os entreguem desbloqueados, para posterior revenda em estabelecimentos dentro das comunidades. Tentativa de homicídio contra adolescente: Refere-se à investigação de criminosos que atiraram contra um veículo de uma família que entrou por engano na Baixa do Sapateiro em setembro de 2024, ferindo uma adolescente. Exploração sexual infantil: Trata do armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil em grupos de aplicativos, além da articulação de abusos contra menores. Violência doméstica e posse ilegal de armas: Originada de um caso de agressão física contra uma mulher na Baixa do Sapateiro, que levou à descoberta de que o agressor mantinha armas e réplicas em sua residência. Roubo circunstanciado na Avenida Brasil: Investiga um roubo específico contra um casal no mês passado, no qual os criminosos utilizaram o celular e cartões das vítimas para realizar movimentações financeiras e compras indevidas. 🟩O Bom Dia Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do Bom Dia Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. Helicóptero da polícia sobrevoa a Vila do João, no Complexo da Maré, durante operação Reprodução/TV Globo Veja abaixo os detalhes de cada frente. 1. Roubo de cargas e lavagem de capitais A 21ª DP fala em “ações sistemáticas” do TCP para interceptação de veículos de carga nas principais vias expressas da capital, como a Avenida Brasil, a Linha Vermelha e a Linha Amarela. Segundo as investigações, o bando usa motocicletas e veículos de apoio para cercar caminhões em movimento. As vítimas, rendidas sob ameaça e violência, eram obrigadas a conduzir os veículos até o interior das comunidades dominadas pela facção para a retirada das mercadorias. Em alguns casos, o TCP mobilizava até empilhadeiras. A distrital afirma que o produto dos roubos “não era simplesmente revendido de forma improvisada”. “As investigações identificaram que estabelecimentos comerciais da região foram utilizados para a receptação, armazenagem e revenda das cargas subtraídas, integrando a cadeia econômica do tráfico.” A polícia lembrou ainda que o TCP impõe monopólios de internet, botijões de gás e até água. De acordo com as investigações, o TCP transferiu do Complexo da Pedreira para a Maré a “central logística” dos roubos de cargas. “O Complexo da Maré passou a centralizar o recebimento, o controle e a distribuição das mercadorias. Essa transição foi acompanhada de intensificação dos confrontos armados, com registro de tiroteios entre criminosos e policiais nas vias de acesso à Maré, envolvendo fuzis e alcançando inclusive blindados da PM”, afirmou a polícia. “Encontramos um pequeno shopping com várias lojas. Uma tinha uma grande quantidade de cigarros eletrônicos contrabandeados. Também havia uma grande quantidade de celulares de origem ilícita”, detalhou Raíssa. Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), a circunscrição da 21ª DP registrou 4.328 ocorrências de roubo de veículo e 1.350 de roubo de carga entre janeiro de 2020 e junho de 2026. 2. Roubo e receptação de celulares Em junho de 2025, 2 homens foram presos em flagrante por roubo de celular na região de Bonsucesso. A 21ª DP afirmou que a dupla “decidiu colaborar espontaneamente” e deu “informações detalhadas sobre o funcionamento do esquema criminoso”. O “gerente operacional” fornecia armas e motocicletas roubadas para os ataques e estabelecia “metas de arrecadação”, exigindo a obtenção de determinado número de aparelhos desbloqueados por incursão. As vítimas eram abordadas e coagidas, sob a mira de armas de fogo, a desbloquear os celulares no ato do roubo. O TCP estabeleceu uma “tabela de recompensas” para os ladrões. Aparelhos desbloqueados alcançavam até R$ 2.500, enquanto aparelhos bloqueados eram avaliados entre R$ 300 e R$ 600. 3. Tentativa de homicídio contra adolescente Em 18 de setembro de 2024, por volta das 9h50, um pai e sua filha adolescente trafegavam em um veículo pela Avenida Brasil quando, ao tentar acessar a Linha Amarela com auxílio do GPS, erraram o caminho e entraram na Baixa do Sapateiro. Michel Simioni e Valentina Betti Simioni vieram ao Rio para tirar o visto americano no Consulado dos Estados Unidos. Ao perceber o engano, Michel tentou recuar. Um HRV azul emparelhou com o carro da família, e os ocupantes, com os vidros abertos, ordenaram parar. Michel viu um fuzil no HRV e optou por acelerar para fugir. Os criminosos abriram fogo, e Valentina, que estava no carona, foi atingida pelos tiros. Ao acessar a Linha Amarela, o condutor encontrou uma viatura da Polícia Militar e pediu socorro. A polícia identificou 2 soldados do tráfico no episódio. Valentina ficou quase um mês hospitalizada. 4. Exploração sexual infantil Uma denúncia à 21ª DP trouxe provas de divulgação e troca de material de abuso sexual infantil em aplicativos de mensagens. Entre as vítimas nos vídeos havia até bebês. As investigações identificaram que um dos alvos mantinha conversas para combinar encontros com um adolescente de 13 anos. Nesta quarta-feira, agentes cumprem mandados de busca para a apreensão de dispositivos eletrônicos. 5. Violência doméstica e posse ilegal de armas Na madrugada de 12 de janeiro, por volta da 1h30, uma mulher foi informada que sua filha adolescente, de 14 anos, encontrava-se em um bar na Praça do 18, na Baixa do Sapateiro, acompanhada do ex-padrasto. Ao se dirigir ao local para retirar a menor, essa mãe foi agredida pelo ex, que a agarrou pelos cabelos, jogou-a ao chão e desferiu um soco em seu rosto, além de ameaçá-la. A vítima compareceu à 21ª DP e requereu representação criminal e medidas protetivas de urgência nos termos da Lei Maria da Penha. No curso da investigação, a delegacia descobriu que o investigado possuía armas de fogo sem autorização. 6. Roubo circunstanciado na Avenida Brasil Na manhã de 26 de maio, por volta das 8h, um casal foi abordado por 2 criminosos enquanto trafegava de automóvel pela Avenida Brasil. A dupla agiu de forma coordenada: um deles, portando pistola, manteve o condutor sob ameaça, enquanto o outro abriu a porta do carona e passou a subtrair os bens do casal. Entre os objetos roubados estavam aliança, relógio, cordão, aparelho celular e cartão bancário. A vítima do banco do carona relatou que o criminoso a mordeu para arrancar a aliança à força, além de exigir a senha de desbloqueio do celular. Os bandidos fugiram na contramão. Após o roubo, a vítima acessou sua conta pelo computador e constatou que os criminosos passaram a enviar links de pagamento e a realizar várias movimentações financeiras. As investigações revelaram ainda que os autores utilizaram o cartão bancário roubado para adquirir uma televisão de R$ 1,4 mil, com entrega em endereço no bairro de Ramos. A análise desses links associou um CNPJ específico a um dos ladrões, permitindo sua identificação por nome, CPF, número de telefone e perfil em rede social. A vítima o reconheceu imediatamente. A 21ª DP representou pela prisão preventiva do investigado. O outro ladrão ainda não foi identificado.

Estudantes de escola pública do CE criam app para auxiliar troca de figurinhas da Copa. Alunos de uma escola pública em Quixadá, no interior do Ceará, criaram um aplicativo para auxiliar na troca de figurinhas do álbum da Copa do Mundo 2026. O projeto foi desenvolvido por estudantes do ensino fundamental da Escola José Jucá em parceria com a Estação Tecnológica de Quixadá. O aplicativo se chama “Álbum Oficial The Cup JJ 26” e foi desenvolvido com base nas ideias dos próprios estudantes. Por questões de segurança, o app funciona exclusivamente para os alunos da escola. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp No aplicativo, os estudantes podem marcar quais são as figurinhas que eles possuem repetidas para que os colegas saibam quais os interessam. O programa também fornece informações geográficas e culturais dos países que participam do Mundial. LEIA TAMBÉM: Estudante de escola pública do CE vai representar o Brasil nos EUA com projeto de IA que mapeia feminicídios Jovem que criou ONG de educação no CE aos 13 anos ganha bolsa milionária para estudar nos EUA A ideia surgiu na Estação Tecnológica de Quixadá - equipamento municipal voltado ao fortalecimento de inovação e empreendedorismo na região do Sertão Central. O equipamento funciona a partir de parceria entre a Prefeitura de Quixadá, instituições de ensino superior instaladas no município e entidades de fomento ao empreendedorismo. Tecnologia e futebol O aplicativo foi pensado por Artur de Medeiros, coordenador da Estação Tecnológica, e pelo engenheiro de software e empresário Isaac James, fundador da startup Blue Business App, que funciona no equipamento municipal. “Nada mais oportuno juntar tecnologia, educação e Copa do Mundo”, disse Artur. A ideia veio a partir de uma necessidade que participantes da Estação perceberam em reforçar o diálogo e a parceria com as escolas do município. Assim, buscaram a Secretaria de Educação de Quixadá para apresentar a proposta. “O principal objetivo foi estimular o pensamento lógico e computacional das crianças. Foi muito gratificante participar dessa oficina e ver o brilho no olhar dos alunos. Essa experiência mostrou como a tecnologia pode despertar criatividade, aprendizado e novas oportunidades”, comentou Isaac James. A escola José Jucá foi escolhida pois recentemente passou a ter aulas de robótica para os alunos. Na unidade, os desenvolvedores notaram que a maioria dos estudantes se interessavam pelo álbum da Copa. “Quando a gente perguntou [aos alunos], 80% da turma estava com o álbum de figurinhas”, lembrou Artur. O coordenador explicou a decisão tomada para que o aplicativo funcione apenas para os alunos da escola. “Poderia muito bem hoje rodar dentro da cidade toda, mas, por segurança, eles colocaram a questão de não saber quem está do outro lado. Assim, eles fecharam hoje para dentro do colégio”, detalhou. “Não aparece foto de ninguém; somente o nome e a série. É interno deles, somente eles que têm acesso, junto com a matrícula e o login deles”, explicou o coordenador. ‘Forma legal de estudar’ Arthur de Queiroz, 14 anos, foi um dos estudantes que participou da criação do aplicativo. Arquivo pessoal Um dos estudantes que participou do desenvolvimento do “Álbum Oficial The Cup JJ 26” foi Arthur de Queiroz, de 14 anos. O adolescente é estudante do 9º ano do ensino fundamental da escola. “Foi uma experiência muito legal, coletiva, uma forma bem divertida de criar esse aplicativo, que a gente teve com a Estação Tecnológica”, disse o estudante. “Para mim é uma forma legal de estudar geografia, de forma bem leve, rápida, que nos introduz a ter mais curiosidade do país, tipo, a gente querer ter mais conhecimento do Brasil”, reforçou o aluno. Arthur comentou também que sempre teve interesse na área de tecnologia e acompanha futebol. Por isso, apreciou ainda mais a chance de participar do desenvolvimento do projeto. “Querendo ou não, abre as portas para a gente, pessoas que gostam da área, gostarem ainda mais, querer se aprofundar”, destacou o estudante. Outra experiência que ele destacou foi a possibilidade de interagir com alunos de outras turmas e séries. “Durante o desenvolvimento do aplicativo, nós tivemos interações com pessoas de diversas salas, desde os sextos anos aos nonos anos. Isso foi bom para poder ver a visão de outras pessoas, o que elas pensam, ver a opinião de cada faixa etária”, complementou Arthur. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

Lady Gaga, celebrated pop sensation and 16-time Grammy recipient, delivered an inspiring thought during her 2015 conversation with Billboard: "Once you start asking ‘Do I really desire this?’ it’s a game changer; it leads to empowerment and self-realization." This message resonates deeply, emphasizing the journey toward self-discovery and independence in a world filled with external expectations.
MERSING, June 11 — Parti Pribumi Bersatu Malaysia (Bersatu) is confident that it will continue to retain the Endau...

Big Bang has unveiled plans for a world tour to mark its 20th anniversary, with performances scheduled from August to early next year. YG Entertainment released a poster promoting the group’s world tour via its official social media channels on Thursday. The tour is set to begin in Korea in August before continuing through February 2027. According to the agency, Big Bang is currently scheduled to perform 31 shows across 18 cities, starting with three concerts in Goyang, Gyeonggi Province. The to

The two pilots operating the Air India Boeing 787 that crashed last year were Captain Sumeet Sabharwal and First Officer Clive Kunder. As investigators continue examining the cause of the accident, details about the pilots' training, experience and careers have come under public focus. Indian investigators are expected to delay the final crash report beyond the first anniversary of the accident as they complete an analysis of the aircraft's engines. Captain Sumeet Sabharwal Captain Sumeet Sabharwal, 56, was one of Air India's most experienced pilots. He held an airline transport pilot's licence valid until May 14, 2026, and was qualified to command Boeing 787, Boeing 777 and Airbus A310 aircraft. According to the preliminary investigation report, he had logged 15,638 flying hours during his career, including 8,596 hours on the Boeing 787. A Times of India report said Sabharwal spoke to his family from the airport before departure and told them he would call again after landing in London. A pilot who had briefly interacted with him told Reuters he was a "gentleman." After the crash, Sabharwal's father approached the Supreme Court seeking an independent investigation that would consider causes other than pilot action. He said officials from India's Aircraft Accident Investigation Bureau had suggested to him that his son cut fuel flow to the aircraft's engines shortly after takeoff. First Officer Clive Kunder First Officer Clive Kunder, 32, held a commercial pilot licence issued in 2020 and valid until September 26, 2025. He was qualified to fly Cessna 172 and Piper PA-34 Seneca aircraft as pilot-in-command and served as a co-pilot on Airbus A320 and Boeing 787 aircraft. Kunder had accumulated 3,403 flying hours, including 1,128 hours on the Boeing 787 as a co-pilot, according to the preliminary report. Indian media reports, citing relatives, said Kunder developed a passion for aviation during his school years and began pursuing a flying career in 2012. The Wall Street Journal reported that he attended flight school in Florida before joining Air India in 2017. He initially flew the Airbus A320 and later transitioned to the Boeing 787 fleet. Family members and friends told the newspaper that Kunder enjoyed superhero movies, taught himself how to build a personal computer and had considered pursuing a professional esports career while in college. The profiles of both pilots have drawn attention as investigators continue their work to determine the cause of one of India's most closely watched aviation accidents.
•12% of 92m workers in the scheme By Roseamry Iwunze More young workers under the age of 30 years signed into the Contributory Pension Scheme, CPS, in the fourth quarter of 2025, Q4’25, as 44,837 contributors representing 39.03 per cent joined the scheme. This is as total Retirement Savings Accounts, RSAs, rose to 11,042,903 in Q4’25 […] The post Workers under 30yrs dominate pension scheme appeared first on Vanguard News.

Einmal rauf, beliebig oft runter: Seit gut zwei Monaten gilt die Zwölf-Uhr-Regel für Benzinpreiserhöhungen. Was Autofahrern mehr Berechenbarkeit bringen sollte, führt laut ADAC zu höheren Ausschlägen als je zuvor.
