Man attacked by haredi protesters outside Jerusalem police station after Sohlberg rioters arrested
The man, uninvolved in the protest, was pushed to the ground and suffered a head wound, Ynet reported.
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The man, uninvolved in the protest, was pushed to the ground and suffered a head wound, Ynet reported.
Belgium has been rocked by huge protests over education reforms and government spending cuts aimed at reducing the deficit Read Full Article at RT.com
The administration is already sitting on a virtually endless pile of cash to pay settlements in cases against the government
WASHINGTON: The US Congress is moving to tighten oversight of Pentagon leadership decisions and limit unilateral military action against Iran, in a rare bipartisan effort that underscores renewed tensions over presidential war powers and civilian control of the military. On Thursday, the House Armed Services Committee adopted a bipartisan provision that would require the Pentagon to notify Congress within five days whenever a senior military officer is dismissed, along with a written explanation for the decision. Lawmakers say the measure is intended to improve transparency over personnel changes at the top levels of the armed forces, where congressional visibility has traditionally been limited. The move comes amid broader scrutiny on Capitol Hill of the Trump administration’s handling of military operations against Iran and recent changes in senior defence leadership. While Congress frequently debates executive war powers, bipartisan agreement on measures that directly constrain presidential military authority is uncommon in a sharply divided Washington. On Wednesday, the House of Representatives also adopted a War Powers resolution aimed at limiting the president’s ability to continue military operations against Iran without congressional authorisation. The measure reflects growing interest among lawmakers in reasserting legislative authority over sustained military action under the 1973 War Powers framework, which requires congressional consultation when operations extend beyond defined time limits. The latest resolution, introduced by Democratic Representative Pat Ryan, passed on Thursday by voice vote without objection, signalling unusual bipartisan consensus on an issue that has historically divided Congress along party lines. The push for greater oversight has been fuelled in part by reports that US War Secretary Pete Hegseth has dismissed roughly two dozen senior military officers since taking office. Some lawmakers in both parties have questioned both the scale of the removals and the absence of public explanations for the decisions. Scrutiny intensified further after the removal of Army Chief of Staff General Randy George, a highly regarded officer with more than four decades of service. Republican Congressman Steve Womack described Gen George as a “patriotic American,” reflecting unease within parts of the Republican caucus over the decision. While civilian control of the military is a core principle of US governance, lawmakers have raised concerns in hearings about whether recent personnel changes have been accompanied by sufficient transparency to Congress, particularly at a time of heightened military activity in the Middle East. The new reporting requirement still faces a long legislative path, needing approval by both chambers of Congress and the president’s signature. But its advancement at the committee level, alongside the War Powers resolution, signals a cautious but notable shift in congressional willingness to assert oversight over both military operations and senior Pentagon personnel decisions. Even so, Republican lawmakers remain broadly supportive of the administration’s defence posture, suggesting that the emerging push for oversight is more focused on process and transparency than on a fundamental break with the White House’s military policy.
L’Italien Flavio Cobolli s’est qualifié sans jouer vendredi pour la finale après le forfait surprise de dernière minute de son compatriote Matteo Arnaldi, victime d’un «virus». Il affrontera l’Allemand Alexander Zverev, plus que jamais favori pour décrocher un tournoi majeur.
AstraZeneca CEO Pascal Soriot delivers remarks as firm celebrates transfer to NYSE
L’Italien, 104e mondial, n’a pas pu défendre ses chances vendredi, contraint de se retirer pour sa première à ce stade de la compétition en Grand Chelem. Son compatriote, Flavio Cobolli, en profite pour filer en finale contre Alexander Zverev.
Lula Getty Images / BBC O governo dos Estados Unidos oficializou nesta sexta-feira (5) a classificação das facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como terroristas. A decisão, que já havia sido anunciada em 28 de maio, foi publicada nesta sexta no Federal Register, o Diário Oficial americano. O documento é assinado por Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA. Outra decisão publicada no Federal Register nesta sexta-feira e também assinada por Rubio possibilita que pessoas ligadas ao PCC e CV tenham bens e ativos que estejam sob jurisdição dos EUA congelados sem aviso prévio. Também proíbe transações financeiras entre pessoas ou empresas americanas e essas organizações e prevê sanções contra indivíduos ou entidades que forneçam apoio material, financeiro ou logístico a esses grupos. Agora no g1 A designação de CV e PCC como entidades terroristas internacionais pelo Departamento de Estado norte-americano marcou a maior derrota do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sua relação com o governo do presidente Donald Trump desde a imposição do tarifaço, em 2025. Foi uma batalha que demorou mais de um ano, com idas e vindas de lado a lado e que, neste momento, parece ter sido vencida pelo grupo político agora liderado pelo senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O governo brasileiro era contra a medida. O principal argumento era de que ela poderia colocar em risco a soberania nacional ao abrir espaço para ações militares norte-americanas sob o pretexto de combate ao terrorismo. O governo também alegava que a medida iria contra a legislação brasileira que faz uma distinção entre as atividades praticadas por facções criminosas e o terrorismo. Do outro lado, o grupo liderado por Flávio Bolsonaro vinha defendendo publicamente a medida há mais de um ano apontando a posição contrária do governo Lula à designação como uma suposta demonstração de conivência da administração petista com o crime organizado. A decisão anunciada ao fim de maio veio, aliás, um dia depois de Flávio Bolsonaro ter encerrado uma viagem para Washington, onde se encontrou com o presidente Donald Trump, o vice-presidente J.D. Vance e com o secretário de Estado, Marco Rubio. O governo brasileiro nunca havia considerado o assunto totalmente superado dentro da administração Trump dado o que assessores de Lula classificam como imprevisibilidade do presidente norte-americano. Apesar disso, a BBC News Brasil apurou que a decisão dos EUA pegou de surpresa até mesmo diplomatas que acompanhavam parte das conversas entre os dois países sobre o assunto. Durante sua passagem pelos Estados Unidos, Flávio disse ter defendido, para toda a equipe de Trump, que o país tomasse a medida contra as organizações criminosas brasileiras — ao contrário do novo tarifaço de 25% proposto pelos EUA para produtos brasileiros nesta semana, que o senador diz ter pedido a Trump, Vance e Rubio que não fosse aplicado. Antes da viagem de Flávio, interlocutores do presidente Lula afirmavam, em caráter reservado, que o governo interpretaria um anúncio da administração Trump considerado negativo como uma possível ingerência no processo eleitoral do Brasil e que o governo responderia a exemplo do que aconteceu durante o tarifaço em 2025. Após a decisão dos EUA de classificar PCC e CV como terroristas, Lula se manifestou publicamente sobre o tema. "Quer combater o crime organizado? Entregue os nossos que tão lá nos EUA. Nós não aceitamos ser tratados como moleque. Não aceitamos ser tratados como uma republiqueta", diss e o presidente. "Eu tive três horas com o presidente Trump. Três horas com ele. Entreguei quatro documentos pra ele, um deles era o combate ao crime organizado. O sr. Rubio não estava lá, possivelmente porque ele tivesse preparado para ajudar o filho de um bolsonarista que é candidato a eleição aqui nesse país, que não tem vergonha na cara de trair a nossa pátria, de ir nos EUA pedir intervenção americana no Brasil." Lei brasileira faz distinção entre criminalidade comum e terrorismo AFP via Getty Images Resposta brasileira A BBC News Brasil apurou que o governo brasileiro pretende modular a resposta à medida adotada pelos EUA para evitar um desgaste ainda maior junto ao público interno a poucos meses das eleições. Após a decisão, o governo publicou em 29 de maio uma nota em que diz que PCC e CV são tratados pelo Estado como organizações criminosas responsáveis por espalhar terror em comunidades dominadas pelo tráfico de drogas, armas e atuação de milícias. Sem citar nome, a gestão chamou de "deplorável" a intervenção da família Bolsonaro nos temas internacionais. "A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros", diz o comunicado. Um integrante do governo ouvido pela BBC News Brasil em caráter reservado afirmou que o governo reconhece que a decisão dos EUA foi resultado da ação da ala bolsonarista com acesso ao governo norte-americano. A interpretação é que a ala bolsonarista teria atuado para criar um constrangimento ao governo, levando a administração petista a se manifestar contra a medida para depois ser criticada por supostamente defender facções criminosas. Ele disse ainda que um dos aspectos que mais estaria preocupando o governo são os possíveis impactos da medida junto ao sistema financeiro brasileiro. O governo teme que empresas ou bancos brasileiros possam ser sancionados por conta de eventuais vínculos comerciais ainda que involuntários com essas facções. Flávio Bolsonaro defendeu designação do PCC e do CV como organizações terroristas no encontro com Trump Reprodução/Instagram/@flaviobolsonaro Cronologia da derrota A ideia de adotar sanções contra organizações criminosas brasileiras como o PCC e o CV como entidades terroristas vinha sendo estudada pelo governo norte-americano há vários anos. Em 2021, por exemplo, a Secretaria do Tesouro incluiu o PCC como uma entidade designada, uma classificação que permite impor sanções aos seus integrantes ou a empresas que mantivessem negócios com a facção. Mas o plano de designar PCC e CV como entidades terroristas ganhou força, de fato, após o início do segundo mandato de Donald Trump, em 2025. O plano vinha sendo discutido internamente pela área técnica do Departamento de Estado, com auxílio de oficiais da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Entre o final de 2025 e o início de 2026, o Departamento de Estado enviou assessores ao Brasil que se reuniram com promotores brasileiros especializados no combate ao crime organizado para obter mais informações sobre o assunto. Maio de 2025 Em maio de 2025, por exemplo, o governo norte-americano enviou o então chefe interino da estratégia de sanções do Departamento de Estado ao Brasil, David Gamble, e o assessor Ricardo Pitta. Pitta chegou a se reunir com a família Bolsonaro e, segundo o senador Flávio Bolsonaro, já naquele momento, a família defendeu a designação do PCC e do CV como organizações terroristas. O movimento foi monitorado pelo governo brasileiro que, já naquela época, via essa possibilidade como uma possível interferência norte-americana na política brasileira de combate ao crime organizado. Julho de 2025 Em julho de 2025, quando Trump impôs o tarifaço sobre produtos brasileiros, a expectativa na diplomacia brasileira era de que a medida sobre facções brasileiras poderia ser adotada naquela época, o que acabou não ocorrendo. O governo Lula, por sua vez, tentou desmontar o discurso pró-designação adotando um discurso de que a classificação das facções como organização terrorista não seria efetiva no combate ao crime organizado. Em setembro de 2025, por exemplo, Lula criticou a possível medida em seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). "É preocupante a equiparação entre a criminalidade e o terrorismo. A forma mais eficaz de combater o tráfico de drogas é a cooperação para reprimir a lavagem de dinheiro e limitar o comércio de armas. Usar força letal em situações que não constituem conflitos armados equivale a executar pessoas sem julgamento", disse Lula em uma referência a ataques que vinham sendo feito pelos Estados Unidos a embarcações na costa de países latino-americanos como Venezuela e Colômbia. O assunto continuou a ser discutido em Washington. Março de 2026 A possibilidade de designação continuou a ser estudada pelo Departamento de Estado até que, no dia 8 de março deste ano, o portal UOL revelou que o governo norte-americano estava prestes a adotar a medida. A notícia fez com que o governo brasileiro montasse uma espécie de "operação de emergência" para impedir a adoção da medida. Naquele mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversou por telefone com Marco Rubio sobre o assunto. Dois dias depois, no dia 10 de março, um porta-voz do Departamento de Estado divulgou uma nota reiterando que o governo norte-americano considerava as duas facções como ameaças ao país. "Os Estados Unidos consideram as organizações criminosas do Brasil — incluindo o PCC e o CV — como ameaças significativas à segurança regional, devido ao seu envolvimento no tráfico de drogas, na violência e no crime transnacional", dizia o texto. Lula passou então a defender, de forma ainda mais ostensiva, que os Estados Unidos cooperem com o Brasil no combate ao crime organizado como alternativa à designação. Ao mesmo tempo, os governos dos dois países discutiam propostas de cooperação nessa área. No dia 13 de março, o jornal Folha de S. Paulo revelou que os EUA haviam enviado um plano ao Brasil em que pediam que o país adotasse medidas para extinguir o PCC e o CV. Nas semanas que se seguiram, o esforço da diplomacia brasileira parecia ter surtido efeito e a designação não veio. Maio de 2026 O assunto, no entanto, voltou à tona em 28 de maio, após a visita de Flávio Bolsonaro a Washington. Ele se encontrou com o presidente Trump, seu vice, J.D. Vance e com Marco Rubio. Nos encontros, disse Flávio, ele defendeu a designação do PCC e do CV como organizações terroristas. "Batemos de novo na mesma tecla de que os Estados Unidos deveriam classificar, sim, CV e PCC como organizações terroristas. Dissemos que, se Deus quiser, a partir de 2027, o Brasil vai ser um aliado no combate ao crime organizado, diferente do atual governo, que parece proteger esses marginais", disse Flávio após o encontro com Marco Rubio. Segundo ele, Rubio teria parecido até mais favorável à proposta que Trump. Antes da viagem de Flávio, interlocutores do presidente Lula diziam que, ainda que o governo tivesse conseguido se aproximar de Trump nos últimos meses, inclusive com uma visita ocorrida há menos de um mês, a administração petista tinha a convicção de que diversos setores do governo norte-americano têm uma preferência clara pela candidatura de Flávio Bolsonaro em relação à de Lula. Junho de 2026 A designação pelos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas entrou em vigor oficialmente em 5 de junho. A decisão oficial foi publicada no Federal Register, Diário Oficial dos EUA, e é assinada por Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA. Outra decisão assinada por Rubio possibilita que pessoas ligadas ao PCC e CV tenham bens e ativos que estejam sob jurisdição dos EUA congelados sem aviso prévio, porque um aviso antecipado permitiria a transferência rápida de recursos financeiros, tornando as sanções ineficazes. Com Thais Carrança, da BBC News Brasil em São Paulo.
Roman through to face Zverev after compatriot gets bug
Le 104e mondial, qui a profité de l'abandon de Matteo Berrettini en quarts de finale, ne disputera pas la demi-finale prévue contre son autre compatriote Flavio Cobolli, vendredi.
El alemán supera a Mensik (7-5, 6-2, 3-6 y 6-3, 3h 01m) y el italiano logra el pase por la renuncia de su compatriota Arnaldi debido a un virus estomacal de última hora
L’Italien, qui devait affronter son compatriote Flavio Cobolli, dans la deuxième demi-finale, est forfait car il souffre d’un virus.
New England Patriots wide receiver AJ Brown reportedly admitted to leaking his trade story to the media. He explained it was a strategy to push his team, the Philadelphia Eagles, to improve, not for personal gain. Now with the Patriots, he might be defending former NFL reporter Dianna Russini, who broke his trade news. It could possibly be due to her departure from The Athletic and fading rumors about her and Mike Vrabel Sedona cheating scandal.
After back-to-back weeks of The View’s liberal ladies making up lies about the cost of living, the Black Lives Matter riots, and trying to revise history, they kicked off June by reminding everyone that they’ll let their guests get away with just about anything if they like them. Their headline guests were former First Lady ...
Request for evidence to support claims of reputational and financial harm from Panorama documentary dismissed as ‘fishing expedition’ Donald Trump’s legal team has rejected a request by the BBC to hand over financial information as part of his $10bn defamation case against the broadcaster. The US president’s lawyers accused the BBC of a “fishing expedition”, according to court filings, after the broadcaster’s representatives asked for details to get evidence on Trump’s claims he suffered reputational and financial damage by a Panorama documentary centred on the US Capitol riots. Continue reading...
The New England Patriots’ wide receiver Kayshon Boutte is now seeking a trade after the team traded for A.J. Brown and signed Romeo Doubs sparking chaos among fans. While many rival teams have been linked to Kayshon Boutte, it seems the Washington Commanders and the Indianapolis Colts have emerged as potential landing spots for the star player.
It’s one thing to pull for your national team when patriotism feels uncomplicated. It’s quite another when you aren’t feeling very proud to be an American.
If our children grow up only hearing the most damning reviews of our nation, they won’t develop the patriotism that glues our country together and demands the sacrifices made, especially, in time of war.
Southampton was rocked by violent disorder on Tuesday evening after Vickrum Digwa, 23, was jailed on Monday for a minimum of 21 years after he stabbed Henry to death last year.
Scott Pelley and the ICE detention rioters are raging because things aren't going their way. It's how they plan to win the midterms.