"RAUS" · 총 238건
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50.3
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 82,978건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 4,385건(5.3%)·중립 76,462건(92.1%)·부정 2,131건(2.6%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 15.3(중도 균형)입니다.
Die Fußballweltmeisterschaft ist auch ein Geschenk der FIFA an Donald Trump. Doch sein Vorgehen gegen Feinde in aller Welt stellt Gianni Infantino vor Herausforderungen.
Die wichtigsten europäischen Unterstützer der Ukraine formulieren in London Voraussetzungen für Friedensgespräche. Roman Abramowitsch könnte dabei eine Rolle spielen.
Der Stress im Job hat sie krank gemacht. Für eine Lehrerin steht fest: So kann es nicht ein Berufsleben lang weitergehen. Aber wie dann? Unsere Karrierecoachin erklärt, wie die nächsten Schritte aussehen können.
Viele Menschen kündigen aus einem Impuls heraus. Doch nicht immer bringt eine neue Stelle, was sie verspricht. Hier erzählen Menschen, warum sie ihren Jobwechsel bereuen.
Terremoto de magnitude 7,8 atinge Filipinas e derruba prédios Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu a ilha de Mindanao, nas Filipinas, na segunda-feira (noite de domingo, dia 7, no horário de Brasília), informou o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências (GFZ). O tremor chegou a derrubar prédios na região. (Veja vídeo acima) 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O alerta inicial indicava uma magnitude de 8,2, mas foi revisado pelo instituto alemão posteriormente. Um alerta de tsunami foi ativado para regiões do país e da vizinha Indonésia. A agência sismológica filipina prevê ondas a mais de um metro acima do nível normal da maré. O epicentro do tremor ocorreu a uma profundidade de 10 km (6,2 milhas), segundo o GFZ. Mindanao é a segunda maior ilha das Filipinas em extensão e fica no sul do arquipélago. Ela possui 27,3 milhões de habitantes, o que a torna a sétima ilha mais populosa do mundo. O país faz parte do "Anel de Fogo", região de vulcões e fossas oceânicas que cercam parcialmente a Bacia do Pacífico, e que é altamente propensa a movimentos sísmicos de grande magnitude. Local de terremoto registrado nas Filipinas em 8 de junho de 2026 Reprodução/USGS Magnitude A quantidade de energia liberada no epicentro do tremor dos terremotos é chamada de magnitude e medida pela escala Richter. Ela é logarítmica: isso significa que cada aumento de um ponto representa uma liberação de energia aproximadamente 32 vezes maior. Embora não haja um “limite teórico absoluto”, os cientistas estimam que, na crosta terrestre atual, o maior terremoto possível teria magnitude entre 9,5 e 10. O maior já registrado oficialmente foi o do Chile, em 1960, com 9,5 graus. Terremoto de magnitude 7,8 atinge Filipinas e derruba prédios. Reprodução/Redes Sociais
Apresentação de paramotores do Rock in Rio na orla da Barra neste domingo Fabrício Pioyani/Agnews A cidade do Rio registrou o recorde de frio para 2026 neste domingo (7), pelo segundo dia consecutivo. A menor mínima foi aferida entre 9h e 10h deste domingo (7), quando os termômetros da estação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) na Vila Militar, na Zona Oeste, marcaram 12,4°C. A madrugada de 6 de junho tinha sido a mais fria do ano, com temperatura mínima de 12,4°C, registrada também na Vila Militar. O recorde anterior de menor temperatura em 2026 era de 12,59°C, em 6 de maio, no mesmo local. A previsão para esta segunda é que a temperatura fique entre 13 e 26 graus, sem chuva. Agora no g1
Gemeinsame Erklärung mit fünf Voraussetzungen +++ Ukraine greift Treibstofflager auf der Krim an +++ Russische Drohne trifft Atommülllager +++ alle Neuigkeiten im Liveblog
Nach einem Treffen in London haben Deutschland, Großbritannien, Frankreich und die Ukraine Kremlchef Putin zu einem Waffenstillstand und Verhandlungen aufgerufen. Dabei nannten sie mehrere Voraussetzungen für einen dauerhaften Frieden.
Der ukrainische Präsident Selenskyj hat sich in London mit europäischen Verbündeten getroffen, darunter Bundeskanzler Friedrich Merz (CDU). Im Anschluss veröffentlichten die Beteiligten eine Liste mit fünf Voraussetzungen für einen „gerechten Frieden“.
Parada LGBT+ em SP neste domingo (7) Letícia Dauer/g1 O Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e a ONG More in Common estimaram a presença de 36,8 mil pessoas pessoas na 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo neste domingo (7), na Avenida Paulista, no Centro da capital. Como a margem de erro é de 12%, isso quer dizer que havia entre 32,3 mil e 41,2 mil participantes às 14h37, horário de pico. A contagem é feita a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial. Foram tiradas fotos em 6 horários (11h32, 12h22, 12h58, 13h32, 14h12 e 14h37). Para a contagem de público, foram selecionadas 27 fotos tiradas às 14h37. As imagens cobriram toda a extensão, sem sobreposição (veja sobre a metodologia abaixo). Em 2025, foi contabilizada a participação de 48.747 pessoas na Avenida Paulista. Em 2024, o público estimado foi de 73,6 mil pessoas. São Paulo recebe a Parada do Orgulho LGBT+ Com o tema "A rua convoca, a urna confirma", a Parada celebra três décadas de mobilização da comunidade LGBTQIAPN+. O evento reforça a importância da ocupação das ruas como espaço de mobilização política e de reivindicação de direitos. Neste ano, o Brasil também celebra os 30 anos da urna eletrônica. Por isso, a escolha do tema faz referência às eleições e à importância da participação popular na democracia. A mensagem é que a mobilização nas ruas e o voto caminham juntos na defesa e na ampliação dos direitos da população LGBTQIAPN+. Veja a metodologia da contagem Para avaliar o tamanho de uma manifestação de maneira científica e rigorosa, o monitor do debate político e a More in Common estabeleceram um método. O processo começa com um drone. Um operador profissional sobrevoa toda a área da manifestação e fotografa a multidão de cima para baixo, em ângulo de 90 graus. Isso é importante porque numa imagem inclinada, uma pessoa pode cobrir a outra. Essas fotos em alta definição são então montadas como um quebra-cabeça que cobre toda a área do evento. É nessa imagem que o software de inteligência artificial começa a contagem de público. A ferramenta foi treinada por pesquisadores da USP com imagens reais de manifestações brasileiras. Ela reconhece com precisão pessoas no meio de uma multidão. Cada indivíduo vira um ponto azul na imagem. A contagem final é a soma desses pontos. A contagem possui uma margem de erro. No entanto, o método é constantemente aperfeiçoado para aumentar a precisão. O software identifica cada pessoa, cabeça por cabeça. Não é uma estimativa por densidade, como era mais comum. Quando a manifestação começa, um drone sobe e é feita uma contagem inicial. O processo é repetido a cada 30 minutos até o evento terminar. No final, é divulgado maior número registrado. O pico de presença de pessoas. Todas as imagens usadas para medição ficam disponíveis em um site público. Isso permite que qualquer pessoa possa auditar, contando manualmente ou rodando outro software. É um método rigoroso, transparente e auditável. É possível conhecer as contagens de público já feitas em www.monitordigital.org e www.moreincommon.org.br. Veja fotos: Participante da Parada do Orgulho LGBT+ de SP . Luiz Franco/g1 Hal Wildson, artista plástico, e Patrice Pauc, gestor cultural, pais da Thiago e Nina Luiz Gabriel Franco/g1 Participante da 30ª edição da Parada LGBT+ em SP Luiz Gabriel Franco/g1 Parada LGBT+ em São Paulo está em sua 30ª edição Luiz Gabriel Franco/g1 Parada LGBT+ em São Paulo. Luiz Gabriel Franco/g1 Participante da Parada do Orgulho LGBT+ de SP. Luiz Franco/g1 Bebê Oliver encanta Parada do Orgulho em SP. Luiz Franco/g1 Parada LGBT+ em São Paulo. Luiz Gabriel Franco/g1 GIF fotos 30ª edição da Parada LGBT+ Luiz Felipe Franco/g1 Leques na Parada LGBT+ Luiz Gabriel Franco/g1 Participantes da 30ª edição da Parada LGBT+ Luiz Gabriel Franco/g1
Deutschland setzt ein EU-Gesetz zur Gehaltstransparenz nicht um. Frauenministerin Prien redet sich mit Bürokratie und wirtschaftlicher Lage heraus. mehr...
Die Basis bilden Milch, Säure und Enzyme. Daraus entstanden Tausende Sorten. Was aber macht einen Käse gut? Wir haben eine Käsesommelière und eine Käsebäuerin getroffen.
Ich bin des Datens müde. Als ängstliche Person treiben mich die Situationships in den Wahnsinn. Doch ein Gedanke lässt mich nicht los: Bin ich Teil des Problems?
Ram Chandra, funcionário ferroviário, afirma que o calor deste verão é o pior que enfrentou em anos de trabalho. Ankit Srinivas via BBC Às 6h, o sol sobre o distrito de Banda parecia ter esquecido que o meio-dia ainda não havia chegado. A luz tinha o brilho intenso de uma tarde de verão. As sombras já encurtavam antes do café da manhã. Em maio, esse distrito poeirento do estado indiano de Uttar Pradesh passou dias no topo de um ranking nacional nada invejável: o lugar mais quente do país. As temperaturas ficaram entre 47ºC e 48ºC por mais de uma semana, algo extraordinário até mesmo para os padrões locais. O que chamou atenção, porém, foi a forma como as pessoas se adaptaram. Os mais de 2 milhões de habitantes de Banda, que dependem da agricultura, da construção, do transporte e de outros trabalhos ao ar livre, não tinham alternativa senão suportar o calor. Então, reorganizaram a vida em torno disso. A 30 quilômetros do centro do distrito, o mercado de hortaliças de Atarra fechava as portas antes que a maioria das cidades sequer despertasse por completo. Os agricultores chegavam ao amanhecer com tomates, abóboras, pimentas, limões e melões. Queriam vender rápido e voltar para casa antes que o calor se intensificasse. "Olhem o sol", disse Himanshu, comerciante em pé ao lado das caixas de tomates. "São apenas 6h15, mas parece que são 8h ou 9h." O calor encurtava a vida útil dos produtos tanto quanto encurtava o expediente do mercado. "Uma caixa de tomates precisa ser vendida hoje ou amanhã. Com esse clima, eles não duram." Onde antes a movimentação se estendia até o fim da manhã, agora começava a esvaziar às 8h. Às 10h, o mercado estava quase deserto. Banda, lar de mais de 2 milhões de pessoas, fica perto do Trópico de Câncer. Ankit Srinivas via BBC O mesmo horário reduzido rege quase tudo em Banda. Entre o céu incandescente e o solo escaldante, as pessoas fazem o que o jornalista polonês Ryszard Kapuściński observou certa vez em outra paisagem ardente da África: dedicar a energia à busca por "sombra e brisa". Pappu Verma é pedreiro e agora trabalha das 7h ao meio-dia e depois das 16h às 19h. As quatro horas no meio do dia são para esperar o pior do calor passar. "Ainda assim você tem que cumprir oito horas", afirma. "Trabalhe sem parar no sol ou pare e recomece, o pagamento é o mesmo." O descanso o livra de dores de cabeça e tontura provocadas pelo calor, mas estica o dia dele para 12 ou 13 horas. Se não fizesse assim, comenta dando de ombros, 'o que eu ganho seria gasto com remédio". Círculo vicioso Em um dia da semana passada, por volta das 14h, quando a temperatura em Banda chegou a 46ºC, três trabalhadoras se abrigaram embaixo de um caminhão-pipa em uma rodovia sobre a ponte do rio Ken para almoçar à sombra do chassi do veículo. Uma delas, Shanti Devi, caminha seis quilômetros até o trabalho todas as manhãs e mais seis na volta. O almoço dela era pão com cebola, sal e picles. "Se a gente levar legumes, estragam antes do meio-dia", explicou. Em seguida, soltou uma frase que poderia ser o lema da onda de calor de Banda. "Os pobres não podem se dar ao luxo de se preocupar com o calor." Shanti Devi (à esq.) e suas colegas de trabalho se abrigaram embaixo de um caminhão-pipa na ponte de uma rodovia sobre o rio Ken. Ankit Srinivas via BBC O abrigo delas sobre o Ken era apropriado. O rio está no coração da luta de Banda contra o calor. Pesquisadores afirmam que a extração de areia e o esgotamento das águas subterrâneas enfraqueceram a capacidade do rio de refrescar a paisagem ao redor, criando um círculo vicioso no qual a escassez de água e as temperaturas extremas se reforçam mutuamente. Os efeitos econômicos do calor são visíveis por toda parte. Os motoristas de tuk-tuk elétrico enfrentam tardes sem passageiros. Os comerciantes abrem antes do nascer do sol e fecham entre o meio-dia e as 16h. O número de clientes caiu pela metade. Vilarejos inteiros se refugiam em casa nas horas mais intensas, e só voltam a sair à noite. Os celulares vibram repetidamente com alertas do governo sobre uma forte onda de calor. "Fique alerta, seja cauteloso", advertem as mensagens. Os hospitais locais recebem um fluxo constante de pacientes vítimas do calor. "Desde que a temperatura se intensificou, recebemos entre 15 e 20 casos por dia, em sua maioria crianças e idosos", afirma K. Kumar, superintendente médico-chefe do Hospital Distrital da Mulher. "Os sintomas mais comuns são diarreia, vômito e febre." Yash, de 6 anos, passou dois dias internado depois de adoecer durante a onda de calor que atingiu Banda. Ankit Srinivas via BBC Calor úmido Essa experiência difícil em Banda é a expressão local de uma tendência mais ampla. Em toda a Índia, o calor vem chegando cada vez mais não apenas em forma de altas temperaturas, mas também como uma combinação de calor e umidade que pressiona ainda mais o corpo humano. Pesquisadores do clima consideram a planície indo-gangética — que se estende por boa parte do norte da Índia e inclui Uttar Pradesh — um dos pontos críticos emergentes do mundo para esse tipo de calor perigoso que combina temperatura alta e umidade. A densidade populacional, a umidade abundante e o grande número de trabalhadores ao ar livre se combinam para criar condições em que até o trabalho rotineiro pode ser arriscado. Uttar Pradesh é especialmente vulnerável devido à enorme população exposta às condições climáticas adversas, à dependência do trabalho ao ar livre e ao acesso limitado a sistemas de refrigeração para milhões de domicílios, segundo o centro de estudos Climate Trends. Cientistas dizem que as escolhas geográficas e de desenvolvimento da região se combinaram para piorar o quadro. A extração de areia e o esgotamento das águas subterrâneas enfraqueceram a capacidade do rio Ken de refrescar a paisagem ao redor. Ankit Srinivas via BBC Banda fica perto do Trópico de Câncer, latitude associada a alguns dos verões mais intensos do mundo. Os rios correm em níveis baixos e expõem leitos de areia, pedra e cascalho, que absorvem e irradiam calor. O concreto substituiu a vegetação. A cobertura de árvores caiu muito abaixo dos níveis recomendados. Um estudo da Universidade de Agricultura e Tecnologia de Banda concluiu que quase um sexto da densa cobertura florestal do distrito desapareceu entre 1991 e 2022, em grande parte por causa da expansão da mineração e da agricultura. Juntos, esses fatores tornaram Banda cada vez mais vulnerável ao calor extremo. Segundo Dinesh Sah, meteorologista da universidade, o distrito já registrou temperaturas entre 48ºC e 49ºC. Em 2024, o termômetro chegou a 49ºC em dois dias consecutivos. Mas o que tornou o episódio deste verão incomum foi sua persistência. "Por oito ou nove dias, as temperaturas de 47ºC a 48ºC se mantiveram sem interrupção", destaca o especialista. "Essa é a novidade." Prem Singh, agricultor da região, afirma que a onda anual de calor extremo não é nenhuma novidade e é essencial para as plantações. O que o preocupa é a intensidade crescente. Ele culpa a diminuição da cobertura de árvores, a mineração em larga escala, o aumento do uso de combustíveis fósseis e o uso crescente do ar-condicionado. "Isso tornou a vida mais difícil para os pobres, enquanto os ricos não foram tão afetados." O calor persiste muito depois do pôr do sol. "Parece que as manhãs e as noites não existem mais", afirma Sah. Às 7h ou 8h da manhã, já parece que é tarde. As temperaturas durante a noite ficam em torno de 30ºC. O resultado é uma população que nunca se refresca por completo. "Não sei se conseguirei suportar isso" No vilarejo de Achharaund, a 20 km da cidade de Banda, a luta não é tanto contra a temperatura, mas contra a falta de água. Um único poço fornece grande parte da água potável do vilarejo. Todos os dias, as mulheres formam fila com baldes sob um céu em chamas. Kranti Vishwakarma, de 18 anos, passa quatro ou cinco horas em busca de água para casa. Quando há cortes de energia à tarde, o alívio vem da sombra de uma árvore de nim. "Não temos geladeira nem ar-condicionado", relata. "Para nós, as árvores de nim fazem esse papel." Perto dali, uma senhora de 80 anos, chamada Chunubadi, estava sentada ao lado de um ventilador de mesa improvisado remendado com cordas. Funcionava com dificuldade, soprando ar seco e quente. "O suor seca", observa, enquanto vê as pás girarem, "mas, para um corpo velho, essas rajadas de calor são difíceis de suportar." Em seguida, faz uma reflexão mais sombria. "Nos meus 80 anos, nunca vi um calor como este. As pessoas mais velhas morrem em situações de frio ou calor extremos. Não sei se conseguirei suportar isso." Pelo vilarejo, os animais se viravam à sua maneira. Por volta do meio-dia, dezenas de búfalos estavam parados em um açude. Alguns pastores esperavam que eles saíssem da água. Ali conhecemos Rameshwar Yadav, de 60 anos, antigo professor de escola particular que hoje vive da criação de búfalos. Curiosamente, estava com roupas pesadas, mais adequadas para o inverno do que para um dia de verão a 46ºC, e tinha um xale enrolado na cabeça. "Usamos roupa grossa porque ela não deixa o calor do sol chegar ao corpo", explica. "O tecido grosso nos protege do sol e dos ventos quentes. Sim, faz suar, mas também evita que a gente adoeça." Como todos os outros moradores em Banda, Yadav se adaptou. Mas adaptação e alívio não são a mesma coisa. Uma mudança no tempo vinda do oeste finalmente trouxe tempestades de poeira e chuva. As temperaturas caíram entre 8 e 9 graus. O distrito voltou a respirar. Mas o alívio foi temporário. As rotinas que os moradores de Banda desenvolveram — começar a trabalhar antes do amanhecer, recolher-se em casa ao meio-dia, buscar sombra onde for possível — estão deixando de ser adaptações para se tornar uma necessidade. Risco de morte Um estudo de Piyush Narang e Ashok Gadgil, da Universidade da Califórnia em Berkeley, estima que Uttar Pradesh pode registrar mais de 8 mil mortes adicionais durante uma onda de calor intensa de cinco dias — mais do que muitos outros estados da Índia. O impacto recai de forma desproporcional sobre idosos, trabalhadores expostos ao calor ao ar livre e famílias sem acesso confiável à refrigeração. Os moradores de Banda, porém, parecem menos alarmados do que muitos cientistas do clima. Eles convivem com o calor há gerações. O que preocupa os pesquisadores não é o fato de o distrito ser quente, mas de estar ficando cada vez mais quente, por períodos mais longos, em uma paisagem que perde as árvores e a água que antes ajudavam a manter as temperaturas sob controle. As trabalhadoras que haviam se abrigado sob um caminhão-pipa na estrada pareciam ignorar o perigo. "Estamos acostumadas", disseram.
Der deutsche Rekordmeister kann aller Voraussicht nach in der kommenden Saison nicht europäisch spielen. Der Abstieg entscheidet sich mit dem letzten Wurf.
Stress, Dreck, Milchpumpen überall: Unsere 25-jährige Autorin blickt auf die ersten sechs Monate mit ihrer Tochter zurück – und was sie daraus gelernt hat. Dass Kinderlosigkeit oft idealisiert wird, ist für sie grundfalsch.