Racist caricatures of Jewish members and a president who said Hamas would be 'lauded as heroes': How the Oxford Union became a seething cauldron of anti-Semitism
This was an emblem of how much the place has changed since his tenure two decades ago.
"RACIST" · 총 138건
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This was an emblem of how much the place has changed since his tenure two decades ago.
Le courrier reçu par les élus insoumis comporte des cases détournées de "Tintin au Congo". Il cite nommément Danièle Obono, Aly Diouara, Carlos Martens Bilongo et Nadège Abomangoli.
Henry Nowak was killed by Vickrum Digwa, who lied that he had suffered a racist attack.
The Trump administration condemned the handling of Henry Nowak's murder in Britain, calling two-tiered policing a symptom of civilizational decline.
It turns out that the most generous funder of white supremacist groups in the United States was likely the Southern Poverty Law Center. At least that’s what the Department of Justice‘s superseding indictment against the SPLC alleges. The organization secretly paid informants to engage in the active promotion and funding of racist groups while denouncing […]
Cet étudiant blanc avait été menotté par la police alors qu’il agonisait, après avoir été accusé à tort d’injures racistes par son meurtrier, un homme sikh.
PM rebuffs US state department’s criticism, adding police response to murder of Henry Nowak is under review Keir Starmer has rejected the claim that the UK is subject to “two-tier policing” after the Trump administration suggested it was evident in the response to the murder of the teenager Henry Nowak. The prime minister said the UK must not shy away from asking difficult questions of the police after officers handcuffed Nowak as he lay dying from stab wounds after his killer, Vickrum Digwa, had falsely accused him of racist abuse. Digwa was ultimately convicted of murder and jailed for life with a minimum of 21 years. Continue reading...
Manicure diz ter sido chamada de 'macaca' por cliente no interior de SP Após denunciar à polícia ter sido chamada de “macaca” por uma cliente, a dona do salão de beleza, de 32 anos, afirmou que ainda tenta lidar com as consequências emocionais da situação, que classificou como uma das mais dolorosas que já viveu. O crime ocorreu após recusar atendimento na quarta-feira (3) em um salão de beleza em Araçatuba (SP). Uma imagem de câmera de segurança registrou o áudio do momento. De acordo com a empresária, a cliente, que estava irritada, a ofendeu ao dizer: “volta para o zoológico” e “macaca”. Assista acima. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Segundo o boletim de ocorrência, a cliente teria se irritado após chegar atrasada e perder o horário marcado para atendimento. Ao ser informada de que precisaria remarcar o serviço, passou a ofender a empresária com xingamentos. Manicure Nagila Torres chora ao relatar ofensas racistas que sofreu no salão em Araçatuba (SP) Gustavo Torrente/TV TEM Na rua, em frente ao estabelecimento, a mulher teria dito que a empresária "deveria voltar para o zoológico" porque era uma "macaca". Em entrevista ao g1, Nagila Torres contou que ficou sem reação ao ouvir as ofensas racistas. “A gente nunca imagina que vai passar por isso, em pleno 2026. A pessoa me diminuir por causa da minha cor, achar que um preto não pode ser bem-sucedido, não pode ter sucesso, não pode se posicionar, não pode falar 'não'. Então, me deixou bem baqueada”, lamenta Nagila. A empresária conta que a cliente frequentava o salão e costumava chegar atrasada aos atendimentos. Naquele dia, segundo ela, não seria possível encaixar o serviço porque outros horários já estavam comprometidos. Diante na negativa, de acordo com ela, a cliente iniciou os xingamentos. Nagila afirma que, diante do comportamento da cliente, pediu que ela deixasse o local. No entanto, as ofensas continuaram. “Ela entrou como se fosse dona do meu salão, super arrogante, mal educada. Eu abordei ela, falei que não iria dar para atender. Foi na hora que ela começou a me xingar, me ofender”, lembra a manicure. Indignação Delegacia de Polícia Civil de Araçatuba (SP) Eduardo Parede/TV TEM Além da dor causada pelas palavras, a manicure diz que o episódio trouxe um sentimento de indignação por perceber que situações de racismo ainda acontecem de forma tão explícita. Ela ainda afirmou que jamais imaginou ser alvo de um ataque motivado pela cor da pele. O caso repercutiu entre clientes, amigos e familiares, que manifestaram apoio à empresária após a denúncia. Ainda assim, ela admite que o impacto emocional permanece. “Foi muito baixo. Na hora que aconteceu, eu fiquei sem rumo. Eu pensei: 'não acredito que estou passando por isso'. Todo mundo ficou revoltado. Eu desabei, chorei bastante", relatou a manicure. Nagila afirmou que registrar o boletim de ocorrência foi uma forma de buscar justiça e também de encorajar outras vítimas a não se calarem diante de agressões racistas. A ocorrência foi registrada como preconceito de raça ou de cor. A Polícia Civil investiga o caso. Até a última atualização desta reportagem, ninguém foi preso. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM
L’avocate des quatre élus insoumis ayant reçu la missive à l’Assemblée nationale dénonce «un déchaînement de haine raciste à l’encontre des personnes noires» et réclame la «fin à l’impunité» des auteurs de ce type de messages.
Vickrum Digwa repeatedly stabbed the innocent student before lying to police that he had been racist in a disturbing case that sparked national furore.
'This is not the time for half measures,' said Marshall Yates, director of the REPAIR Initiative gearing up to challenge race-based districts.
Wednesday on "The Alex Marlow Show," Breitbart Editor-in-Chief Alex Marlow discussed "The View's" co-host Sunny Hostin's supporting Maine U.S. Senate candidate Graham Platner. The post Popular Democrat Pundit Admits She’s Supporting ‘Liar, Racist, Antisemite, Homophobe’ in Maine with Platner appeared first on Breitbart.
Bij het restaurant in Wijdenes waar dinsdag brand uitbrak en racistische leuzen op de muur werden geklad, zijn vandaag spandoeken opgehangen met een tegengeluid. Op de doeken staat 'Hier is geen ruimte voor haat'. Ze werden geplaatst door inwoners van het West-Friese dorp. De brand brak in de nacht van maandag op dinsdag uit. Het pand is volledig verloren gegaan. Op de muren waren racistische leuzen geklad, zoals 'oprotten' en 'kanker turk'. De eigenaren, een vader en een zoon van Turkse afkomst, waren aangeslagen door de teksten. "Het lijkt persoonlijk tegen ons gericht en dat is heel heftig. Wij hebben met niemand problemen. Dit doet heel veel pijn." Het restaurant, Ora Restaurant & Café, ging een jaar geleden open. De politie gaat er vanuit dat de brand is aangestoken. Op camerabeelden van het restaurant zijn twee mensen met bivakmutsen te zien. Er is nog niemand aangehouden. 'Bedankt voor jullie allemaal' Tientallen mensen verzamelden zich vanmiddag bij restaurant Ora. Een van de eigenaren van het restaurant was er ook bij. Hij kreeg een bos bloemen. "Bedankt voor jullie allemaal", zei hij. De initiatiefnemer van de actie was Sanne den Adel. De brand en de leuzen maakten de afgelopen dagen veel los, vertelt ze aan regionale omroep NH. Daarom vond zij het belangrijk om een tegengeluid te laten horen. "We willen ons uitspreken tegen de racistische teksten. En laten weten dat een heel groot deel van de gemeenschap daar zeker niet achter staat." Inwoonster Mariëlle is het daarmee eens. "Er gebeurt hier normaal nooit wat. Dit is extreem, kippenvel tot je kruin." Burgemeester Diepstraten van de gemeente Drechterland, waarin Wijdenes ligt, reageerde ook geschokt. "Voor discriminatie, racisme en haat is geen plaats", zei hij. "Een gebeurtenis als deze past niet bij wie wij zijn als gemeente. Juist daarom raakt dit incident ons diep."
Henry Nowak, de 18 anos, morreu esfaqueado em 3 de dezembro de 2025 Distribuição/Via BBC O escândalo em torno da morte por esfaqueamento de um jovem de 18 anos — que havia sido algemado pela polícia enquanto pedia ajuda por não conseguir respirar — desencadeou uma onda de protestos e indignação no Reino Unido. Imagens de vídeo mostram os policiais não respondendo aos apelos do jovem Henry Nowak, enquanto seu agressor afirmava falsamente ter sido vítima de um ataque racista. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse que as imagens levantam "sérias dúvidas sobre a atuação policial", em particular sobre como as acusações de racismo por parte do agressor "influenciaram a tomada de decisões". Uma manifestação na terça-feira (03) em Southampton, perto de onde Nowak morreu — da qual participaram figuras da extrema direita britânica como o ativista Tommy Robinson — terminou com confronto violento com a polícia. Onze agentes ficaram feridos e pelo menos duas pessoas foram detidas. O líder do partido de direita radical Reform UK, Nigel Farage, disse que as pessoas deveriam responder a esse incidente com "raiva pura e fria". Ele também disse que as pessoas já estão "cansadas dos preconceitos contra os brancos" e que "as vidas dos brancos importam tanto quanto as dos negros". Como Nowak morreu Henry Nowak voltava para sua residência universitária em Southampton na noite de 3 de dezembro de 2025, quando encontrou Vickrum Digwa, de 23 anos, que o esfaqueou repetidas vezes. Digwa utilizou uma adaga de 21 centímetros conhecida como kirpan, que as leis britânicas lhe permitem portar de forma excepcional (embora sempre embainhada) devido ao simbolismo que tem para a sua religião sikh. As imagens da câmera policial causaram grande comoção no Reino Unido PA Media/Via BBC Quando a polícia chegou ao local, Digwa mentiu aos agentes e disse que havia sido vítima de uma agressão racista por parte de Nowak. Ele afirmou que Nowak havia arrancado o turbante que usava e puxado seu cabelo, e que apenas se defendeu. Mas provas apresentadas ao longo do julgamento desmentiram essas afirmações. Enquanto Digwa fazia essas alegações, Nowak — que estava caído no chão e ferido — disse aos policiais que havia sido esfaqueado. Em até sete ocasiões, ele repetiu que não conseguia respirar. "Você foi esfaqueado? Onde? Não acredito, amigo", respondeu um dos policiais, conforme pode ser ouvido na gravação da câmera que portava, e que foi tornada pública com autorização da família. Esse mesmo policial, que havia retirado Nowak de trás de um carro puxando-o pela roupa, leu rapidamente seus direitos e algemou suas mãos atrás das costas enquanto o jovem arfava por falta de ar. Nowak voltou a dizer que havia sido esfaqueado, mas os agentes apenas levantaram um pouco a roupa sem examinar em mais detalhes. Na gravação é possível ouvir alguém dizer que não acredita que o jovem tenha recebido qualquer facada. Somente quando o estudante já estava inconsciente, quase três minutos depois do início da gravação, a polícia chamou uma ambulância. Vickrum Digwa foi condenado por assassinato Divulgação Digwa foi condenado na segunda-feira (1º) à prisão perpétua pelo assassinato — com um mínimo de cumprimento de 21 anos. No julgamento, o juiz William Mousley afirmou que tem certeza que Nowak não havia feito qualquer comentário racista contra o homem sikh que o matou. Diante de um tribunal lotado, o juiz afirmou a Digwa que ele havia trazido "vergonha" à sua família e à sua religião, e assegurou que suas ações haviam "alimentado a tensão racial em Southampton e em todo o país, o que fez com que muitos sikhs se preocupem com sua segurança". A família de Nowak lamentou que seu filho "não morreu com dignidade" e recebeu um tratamento "desumano e degradante" por parte da polícia, que pediu desculpas. Política polêmica A atuação da polícia — que algemou Nowak enquanto ele agonizava em vez de seu agressor — está no centro da polêmica que chegou até o Parlamento britânico. O foco das críticas não foi tanto o fato de não terem detectado rapidamente que o jovem havia sido esfaqueado ou de não terem dado atenção aos seus apelos, mas sim, segundo os críticos, de terem priorizado a denúncia de agressão racista. Segundo a líder do Partido Conservador, Kemi Badenoch, a gravação da noite demonstra que "os policiais já não sabem como fazer o correto". Ela responsabilizou a formação que os agentes recebem para combater o racismo e "todas essas bobagens que surgiram após o Movimento Black Lives Matter". "Não quero que a polícia observe a cor da sua pele ao decidir como tratá-lo... Acho que fazem isso porque é o que lhes ensinam", disse Badenoch, que é negra. Para Nigel Farage, do partido Reform UK, o ocorrido mostra um "Reino Unido de dois níveis... onde os direitos das pessoas brancas importam menos do que os das minorias étnicas". Dezenas de manifestantes provocaram distúrbios e entraram em confronto com a polícia em Southampton Reuters/Via BBC A ministra do Interior do Reino Unido, Shabana Mahmood, pediu que se aguarde o resultado das investigações que estão em andamento sobre o caso, mas rejeitou qualquer "demagogia política". "Não acho que este seja o momento de colocar britânicos brancos contra britânicos não brancos", disse em referência às críticas de Farage. A linguagem utilizada no Compromisso contra o Racismo da Polícia, um documento que serve de guia para os agentes e tem como objetivo garantir a "igualdade nos resultados do trabalho policial", está sendo revisada, segundo anunciou na terça-feira o Conselho Nacional dos Chefes de Polícia. Esse Compromisso diz buscar reparar a "difícil história da polícia em suas relações com as comunidades negras", mas uma parte do documento gerou debate, especificamente a que afirma que não se deve tratar todos "da mesma maneira".
Bilionário Elon Musk Kirsty Wigglesworth/Pool via Reuters O primeiro-ministro Keir Starmer disse nesta quinta-feira (4) que o empresário Elon Musk deveria parar de interferir na política britânica. A afirmação vem após o bilionário fazer publicações no X sobre um assassinato que provocou indignação pública e protestos no país. Em dezembro do ano passado, Henry Nowak, de 18 anos, foi algemado pela polícia britânica enquanto morria por conta de ferimentos causados por facadas, após seu assassino alegar falsamente um ataque racista. O assassino, um homem sikh, foi condenado na última segunda-feira (1º). Vídeos divulgados após a sentença mostraram que os policiais ignoravam os pedidos do jovem. Em imagens da câmera corporal de um policial, Nowak aparece deitado na rua dizendo "Fui esfaqueado" e "Não consigo respirar", enquanto um policial responde: "Acho que não, amigo". As cenas provocaram revolta na população — principalmente sobre como a polícia trata as diferentes etnias. Starmer disse que a polícia tinha questões a responder sobre a forma como lida com o incidente, mas condenou um protesto violento e desordenado que ocorreu na noite de terça-feira e disse que era "imperdoável" explorar a morte para provocar tensão. Agora no g1 “Mais uma vez, Musk tem interferido em nossa política nos últimos dias, tentando provocar divisões. Não é assim que somos no Reino Unido”, disse Starmer aos repórteres. A troca de alfinetadas entre Starmer e o bilionário ocorre no momento em que a SpaceX de Musk se prepara para lançar o que poderia ser uma das ofertas públicas iniciais mais valiosas de todos os tempos. Musk acusou polícia britânica de parcialidade Musk havia postado sobre o caso no X, indicando que a polícia é tendenciosa contra pessoas brancas e republicando comentários críticos de outros usuários sobre como o incidente havia sido tratado. "O Ocidente criou uma religião estatal totalmente maligna em que uma acusação de 'racismo' é a ofensa mais grave que pode ser cometida, ainda pior do que estupro ou assassinato!", postou na quarta-feira. A polícia e o governo rejeitaram as acusações de parcialidade no policiamento. A família de Nowak, que se reuniu em particular com Starmer nesta quinta-feira, chamou seu tratamento pela polícia de "desumano e degradante", mas disse, após a sentença, que sua morte não deveria ser "usada para criar mais divisão, ódio ou tensão". Starmer já criticou Musk antes Musk já havia criticado Starmer anteriormente. Em janeiro de 2025, chegou a acusá-lo de não ter conseguido, enquanto promotor público-chefe entre 2008 e 2013, processar gangues formadas em sua maioria por homens de origem sul-asiática que abusavam sexualmente de meninas. Starmer defendeu sua atuação no período. Ele também manifestou apoio a uma parlamentar do Partido Trabalhista que move uma ação contra a xAI, de Musk, após afirmar que a ferramenta Grok AI foi usada para gerar imagens falsas e sexualizadas dela. O primeiro-ministro já havia criticado a plataforma por esse episódio, o que levou o X a adotar medidas para se adequar à legislação do Reino Unido. *Com informações da agência de notícias Reuters
"[The National Socialist Party of America leader] used [SPLC] donors' money to, among other things, travel to extremist rallies, host extremist rallies, donate money to leaders of other extremist organizations, recruit new members into his extremist organization, publish racist and extremist material for the purpose of recruiting new members, both inside and outside of prison, and create racist paraphernalia to sell at rallies to raise more money for his extremist organization."
For years the Southern Poverty Law Center (SPLC) worked to encourage corporations and big tech to blacklist and isolate conservatives by falsely accusing them of hate or racism. Yet all the while the SPLC was allegedly paying a source to make racist online posts under its direction, according to a newly unsealed federal indictment. The […]
125 years ago, the Supreme Court ruled that some territories belonged to the US but weren’t part of it. The reasoning was openly racist – and it still shapes how millions are represented in Congress.
Green denied making the comment before again demanding the chairman silence Mullin during the funding meeting.