Malayalam poet A.C. Sreehari passes away
A noted voice in contemporary Malayalam literature, several of his poems are included in university curricula across Kerala
"POEM" · 총 38건
필터 보기현재 지수
50.3
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 86,997건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 4,284건(4.9%)·중립 80,574건(92.6%)·부정 2,139건(2.5%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 14.9(중도 균형)입니다.
A noted voice in contemporary Malayalam literature, several of his poems are included in university curricula across Kerala
Apesar de ter perdido reconhecimento entre o grande público, Catulo deixou um legado importante ao registrar em livros e folhetos parte do cancioneiro popular do início do século 20. Luiz Americo Lisboa Junior/Acervo pessoal Ele ficou conhecido como o poeta do sertão e as versões da canção mais famosa que lhe é atribuída aludem à saudade da vida do campo, do meio rural, do ambiente sertanejo. O maranhense Catulo da Paixão Cearense (1866-1946), morto há 80 anos, é um dos nomes mais importantes da música popular do Brasil. "O Catulo foi o tradutor das canções ditas populares para outro tipo de escuta, que era a dos salões cariocas", afirma o historiador Kleiton de Sousa Moraes, professor na Universidade Federal do Ceará e autor do livro "Catulo da Paixão Cearense ou Como se Constrói um Autor?"."Ele circulava nos subúrbios e levava as canções para as casas da elite." 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia "Foi pioneiro na atuação artística que fez da música popular elemento central, e mutante da identidade cultural brasileira", diz o antropólogo Hermano Vianna, autor de, entre outros livros, Música do Brasil. "Sua obra, exaltando essa coisa mais idílica da vida sertaneja, é uma espécie de contraponto à contemporaneidade, com sua visão lírica de um mundo idealizado, de harmonia existencial", comenta o músico Alberto Tsuyoshi Ikeda, professor na Universidade de São Paulo e consultor da cátedra Kaapora: da Diversidade Cultural e Étnica na Sociedade Brasileira, da Universidade Federal de São Paulo. Se por um lado hoje em dia seu nome é pouco conhecido do grande público, a verdade é que quase todo brasileiro já ouviu alguma das centenas de versões da toada sertaneja Luar do Sertão, gravada por um vasto espectro que vai de Caetano Veloso a Francisco Alves, passando por Vicente Celestino, Chitãozinho e Xororó, Elba Ramalho, Luiz Gonzaga e Milton Nascimento. Autor de Da Modinha ao Sertão, livro sobre a trajetória de Catulo, o historiador e escritor Luiz Americo Lisboa Junior, pesquisador-doutorando na Universidade de Lisboa, classifica Luar do Sertão como "um patrimônio cultural brasileiro". "Sua importância é fundamental", diz o historiador. Uma das músicas mais regravadas da história do cancioneiro brasileiro, a composição é definida pelo famoso Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira como "um segundo Hino Nacional". Primeiro ministro negro do Supremo Tribunal Federal, o jurista Pedro Lessa (1859-1921) chamou a música de "hino nacional do sertanejo". Música sertaneja tem raiz nas boiadas e nas fazendas de cana e café Há uma controvérsia histórica sobre a autoria da canção, com atribuições ora a Catulo, ora ao violeiro João Teixeira Guimarães (1883-1947), o João Pernambuco. Segundo especialistas, o mais correto é atribuir ao primeiro a letra e a este último, a melodia. Mas essa questão também envolve o fato de que a noção de direitos autorais para composições populares era um tanto difusa no início do século 20. Catulo — e este parece ter sido seu grande mérito — foi hábil em resgatar canções populares que circulavam à época e publicá-las em livros e livretos com seu nome. Gradualmente, ele acabava sendo visto como o autor. Biografia Nascido em São Luís do Maranhão, Catulo da Paixão Cearense mudou-se para o Rio de Janeiro na adolescência, com os pais. Trabalhou como relojoeiro e como estivador. Mas acabou se envolvendo rapidamente com os boêmios da cidade, sobretudo os chamados chorões. "Sua geração constitui a base do que hoje chamamos de música popular brasileira", pontua Ikeda, citando pares como Francisca Neves Gonzaga (1847-1935), a Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth (1863-1934) e Joaquim Callado (1848-1880), entre outros. Ficou amigo de um livreiro, Pedro da Silva Quaresma (1863-1921), e passou a publicar com ele folhetos e livretos com compilados de modinhas que circulavam na época. "Seus livros de modinhas vendiam mais do que a literatura da época", compara Moraes. "Vindo do interior nordestino, ele conquistou a capital nacional, misturando mundos que pareciam condenados a viver para sempre separados", comenta Vianna. "Foi estivador no porto do Rio de Janeiro, mas seu talento musical, e curiosidade espantosa, logo o tornou elo mediador entre ambientes bem diferentes como o palácio presidencial e os terreiros que ainda iriam inventar o samba", complementa o antropólogo. "Fez a conexão entre os intelectuais da Academia Brasileira de Letras e quem criava a poesia popular das ruas cariocas. Também entre a canção urbana, conhecida como modinha, e os estilos rurais, ou sertanejos, de todo o país. Isso antes do rádio ou da indústria fonográfica." A primeira gravação de sua música mais famosa, Luar do Sertão, foi feita em 1914, pelo cantor Eduardo das Neves (1874-1919). Saiu em disco de 78 rotações, da Casa Edison. Ali os créditos apareceram como "versos e música de Catulo Cearense". "Luar do Sertão é algo excepcional, uma das canções mais conhecidas de toda a história da música popular do Brasil", avalia Ikeda. Concurso de Quadrilhas - Luar do Sertão Era o momento em que a ideia de gravar, por si só, consistia em novidade recente. Ikeda lembra que Catulo é personagem importante desse período histórico em que há uma transição no modelo de se ouvir música, já que as primeiras gravações permitem que tal experiência não seja necessariamente ao vivo e a partir de uma relação interpessoal. "Criou-se então um novo segmento artístico-econômico por meio dos discos", contextualiza o professor. Mas Catulo estava longe de ser homem de um só sucesso. Também foram muito conhecidas, principalmente em sua época, músicas como Talento e Formosura, Invocação a uma Estrela e Ontem ao Luar. "Produziu muitos sucessos que marcaram nosso imaginário, inclusive influenciando as novidades do carnaval", lembra Vianna. Lisboa Junior traz uma curiosidade interessante. "A primeira vez que o termo 'sambando' apareceu em uma canção foi na música A Viola Está Magoada [de Catulo], uma espécie de samba de partido alto gravado em 1914 pelos cantores Bahiano [pseudônimo de Manuel Pedro dos Santos (1870-1944)] e Júlia Martins", conta. A gravação, conforme registro nos arquivos da Biblioteca Nacional, ocorreu três anos antes de Pelo Telefone ser gravada por Donga, nome artístico de Ernesto dos Santos (1890-1974) — considerada por muitos o primeiro samba gravado. "Mais um mito da história da MPB que se desfaz pelos fatos", diz o historiador. Catulo publicou diversos livros, que eram comercializados a preços populares e tinham tiragens consideradas altas. Os mais importantes são Meu Sertão, Sertão em Flor, Poemas Bravios e Mata Iluminada. "Ele foi o primeiro grande poeta do sertão", define Lisboa Junior. "Esses livros são fundamentais para a compreensão da linguagem sertaneja do início do século 20." Para o poeta Sebastião Moreira Duarte, da Academia Maranhense de Letras, se "o lugar de Catulo no cancioneiro popular não pode sequer ser posto em dúvida", a sua literatura precisa ser olhada com ressalvas. "Ele é um gênio nas metáforas, um criador telúrico de belíssimas imagens poéticas e tem a facilidade de rimar que têm os cantadores populares", comenta. "O seu lirismo é, porém, o de um ultrarromântico temporão." Duarte também critica o idioleto comumente empregado por Catulo em suas composições. "Uma língua simplesmente fake", afirma. "Ele não conhecia o linguajar matuto e deturpava palavras só para servirem à sua necessidade de rima", aponta. O historiador Moraes afirma que Catulo transitava entre muita gente importante do meio cultural, como os poetas Manuel Bandeira (1886-1968) e Mário de Andrade (1893-1945). "Esse capital social era bem utilizado por ele em seus livros. Catulo buscava uma certa distinção a partir do letramento", analisa. Catulo foi grande amigo do poeta e diplomata português Júlio Dantas (1876-1962). "Ele fazia questão de enaltecer a qualidade literária de Catulo frequentando bastante sua casa", diz Lisboa Junior. "Quando Julio Dantas foi homenageado na Academia Brasileira de Letras, fez questão da presença de Catulo e dividiu com ele as homenagens recebidas." O "tradutor" do popular para as elites Para especialistas, o maior legado de Catulo foi esse trabalho de resgate e registro das canções que circulavam na época. "Ele circulava nos subúrbios cariocas e levava as canções de lá para as casas da elite citadina do Rio de Janeiro na época, na virada do século 19 para o 20", explica Moraes. Mas não era uma mera reprodução. Segundo conta o historiador, Catulo adaptava as canções para que se tornassem palatáveis ao gosto daquela aristocracia habituada a gêneros como valsa, tango e mazurca. "Tocava com acompanhamento musical próprio para que a música fosse consumida por essa elite", diz Moraes. "Ele tem um papel fundamental na divulgação das canções que circulavam no Rio. Como era letrado, os salões cariocas abriam espaço para ouvi-lo cantar um tipo de música considerada popular", acrescenta Moraes. Nesse movimento, de acordo com o historiador, Catulo passou a "se apropriar" de letras populares, publicando-as sob seu nome em compilados. "Foi o que ocorreu com Luar do Sertão, que já era conhecida nos meios populares do Rio", exemplifica. Outro caso do tipo foi a canção Cabocla de Caxangá. O historiador explica que o reconhecimento como criador intelectual das obras se deu por conta da relação entre autoria e texto escrito, portanto. "Como as publicava em livros, em uma época de direitos autorais inexistentes, era visto como autor", explica Moraes. Interessante, contudo, é que ele adaptava as letras. Em suas próprias palavras, "corrigia" as letras "estropiadas e bárbaras". "Nos termos dele, ele civilizava as composições", conta Moraes. "Foi um tradutor da escuta popular para os salões." Graças a esse processo, conhecemos muito do que foi produzido nessa época, cabe ressaltar. "Nas versões que são as 'correções' do Catulo", enfatiza o historiador Moraes. "O legado foi que ele colocou no papel. E o objeto escrito tem mais durabilidade do que o objeto oral", define. "Grande parte do que sabemos que havia do cancioneiro dessa época chegou até hoje porque foi efetivamente compilada por Catulo." O historiador destaca, contudo, que o poeta dava "um tom autoral dele". "Ele absorveu expressões artísticas que vinham das toadas, do cancioneiro lírico, e as transpôs para o grande público", diz Ikeda. "Além disso, tinha capacidade intelectual e artística de transitar entre grupos sociais distintos, frequentando as elites e levando para esses grupos a produção popular." "Ele foi o mediador e criador que reuniu mundos sociais e semânticos bem diferentes e distintos dentro da história da cultura e da música brasileira", destaca Ikeda. "Catulo também era um excelente violonista e responsável pela introdução do violão, instrumento considerado de vadios, nos salões de elite", afirma Lisboa Junior. O historiador cita evento de 5 de julho de 1908, quando o artista cantou modinhas em um recital no Instituto Nacional de Música, no Rio. "Na plateia estava a nata cultural, científica e política do país", comenta. O sertanejo raiz Segundo o historiador Moraes, foi a partir do sucesso de Luar do Sertão que Catulo passou a ser visto como poeta sertanejo. "Ele próprio começou a investir nessa ideia", afirma. "Antes, era conhecido como o cantador de modinhas. E já fazia muito sucesso." Com o passar do tempo, entretanto, a fama pessoal dele acabou desaparecendo do grande público. Ao menos enquanto pessoa, enquanto personagem. "Se por um lado ele não parece ter muito reconhecimento hoje em dia, pelo menos a obra fica", diz Ikeda. "E ele segue sendo cantado por muitos artistas. Até as duplas sertanejas mais jovens conhecem Luar do Sertão." Circuito Sertanejo valoriza novos talentos do gênero
Hoddinott Hall, Cardiff Works about infatuation and deep feeling were fitting choices with which the Ryan Bancroft bid a celebratory farewell to the BBC National Orchestra of Wales Back in 2018, Ryan Bancroft jumped in as a last-minute replacement for a BBC National Orchestra of Wales tour. By September 2020, the US-born musician was principal conductor. In his six-year tenure, he has always been a vibrant and quietly forceful presence on the podium, amply demonstrated in this, his last Cardiff concert in the role. He opened with Stravinsky’s Song of the Nightingale, the symphonic poem fashioned from music originally an opera and ultimately a ballet choreographed by Balanchine. Hans Christian Andersen’s story, set in imperial China, allowed Stravinsky to conjure exotic sounds, including gong and celeste. But it’s the poignancy of the emperor’s fate, symbolised by his infatuation first with a real nightingale – made suitably enchanting by Matthew Featherstone’s flute – who is then usurped in his affection by a mere mechanical version, that colours the score. Continue reading...
Emily Cullen’s Envoi in Chalk was also inspired by student Lee when he was young boy
Haunting the Black Air by Anthony Joseph; Selected Poems by Leontia Flynn; Sparrow on the Rooftop by Rachel Long; You Must Live: New Poetry from Palestine, edited by Jorie Graham; Melete by Jennifer Lee Tsai; Somebody Should Have Pressed Record by Galia Admoni Haunting the Black Air by Anthony Joseph (Bloomsbury, £12.99) Joseph’s follow-up to the TS Eliot prize-winning Sonnets for Albert sees his poetic approach become more radical. He pays homage to avant garde writers such as Will Alexander and Nathaniel Mackey, while exploring “Nostalgia, mostly grief, / a haunting sound – / the frequency of some / magnetic feeling.” That makes for challenging syntax on first reading the poems. Persist, and Joseph’s unabashed lyricism shines through, finding beauty on dancefloors, city streets and in Trinidadian landscapes: “the way music fills the room, how we embrace until / we become flare bright, light as the white refraction / of the sun upon the summit of hills.” Selected Poems by Leontia Flynn (Carcanet, £14.99) She was a Next Generation poet and Forward prize winner; it’s a shock to remember that Flynn has been publishing for more than 20 years, so fresh do her poems remain. This assembly is a glorious reintroduction to her mordant wit, imaginative image-making and unerring ability to puncture pretension. Letter to Friends from 2011 is a brilliant, Auden-esque dissection of the early 21st century, worth a library of political analyses: “daily threats brought to our Way of Life / by man-made imminent apocalypse / though neither really outweighs private grief”. There are pleasures on every page. Continue reading...
Teens and tweens hoping to find out if Odysseus makes it home to Ithaca are going to need to bring a parent or adult guardian to the multiplexes. “The Odyssey,” Christopher Nolan’s sprawling adaptation of Homer’s epic poem, has been rated R by the Motion Picture Association. It’s unclear why the picture got this designation […]
Música e teatro são opções de lazer em Feira de Santana e região no fim de semana Gabriel Mendonça / Arquivo Pessoal | Divulgação A agenda cultural do g1 Feira de Santana reúne eventos de música que serão realizados até o próximo domingo (7) na região. As programações acontecem em diversos horários, locais e com diferentes valores de ingressos. (Confira detalhes) Abaixo, você vai encontrar as seguintes opções: Música Espetáculos 🎵 Música Audiovisual de Nadson O Ferinha Nadson, o Ferinha Fábio Tito/g1 ✍️Nadson O Ferinha grava, nesta sexta-feira, o audiovisual Seresta in Feira, em Feira de Santana. A gravação acontecerá no bairro de George Américo no Point do Dea. A data escolhida para a gravação coincide com o aniversário do cantor, que comemora mais um ano de vida no mesmo dia em que apresenta o novo trabalho ao público. 📅 Quando: sexta-feira (5), às 17h 📍 Onde: Point do Dea - George mérico, Feira de Santana 💲 Quanto: gratuito Show com Dani Diamantino Dani Diamantino Michell e Gabi Santos ✍️ A cantora Dani Diamantino apresenta um show especial em celebração ao São João. A artista convida o público a uma verdadeira viagem pelo melhor do forró tradicional, resgatando clássicos que marcaram gerações e seguem vivos na memória afetiva do Nordeste. 📅 Quando: sexta-feira (5), às 18h30 📍 Onde: Centro Cultural Sesc - Rua Cabuçu ,160, Feira de Santana 💲 Quanto: R$2,50 (meia) R$5 (inteira) 🎫 Ingressos: no sympla Show com Mimiro Rharydade Mimiro Rharydade se apresenta neste fim de semana em Feira de Santana Arquivo Pessoal ✍️Mimiro Rharydade é um cantor, compositor e animador de Feira de Santana.Ele é uma figura muito conhecida na cena musical da região, transitando entre diversos ritmos como samba, pagode, axé, MPB e forró. 📅 Quando: sexta-feira (5), às 20h 📍 Onde: Espetinho da Japa - Rua Juracy Magalhães, 249 - Ponto Central, Feira de Santana 💲 Quanto: couvert artístico R$5 Show com os Bambas do Nordeste Os Bambas do Nordeste Redes Sociais ✍️Em Alagoinhas, o Bloco GFR (ou bloco do Grupo Forró Rodado) é um bloco de rua de forró bastante famoso na cidade. Neste sábado, quem anima mais uma edição são os Bambas do Nordeste e Léo Ramos. 📅 Quando: sábado (6), às 13h 📍 Onde: Clube dos Sargentos - Conjunto Pinto Aguiar, Rua A - bairro Pinto Aguiar, Alagoinhas 💲 Quanto: R$160 (camisa) 🎫 Ingressos: no local Show com Rogério Lacerda Rogério Lacerda Redes Sociais ✍️O primeiro sábado de junho está em clima de São João com Rogério Lacerda na Cidade da Cultura com o show “Na Pegada do Forró”, trazendo muito arrasta-pé, tradição e aquela energia que ninguém fica parado. 📅 Quando: sábado (6), às 21h 📍 Onde: Cidade da Cultura - Rua H, 170, Conjunto João Paulo II - Mangabeira, Feira de Santana 💲 Quanto: R$ 20 🎫 Ingressos: no local Forró das Itapororocas Xamego da Thay é uma das atrações do Forró das Itapororocas Redes Sociais ✍️O Forró das Itapororocas é o tradicional evento junino e de forró pé de serra realizado no Distrito de Maria Quitéria. Neste ano, o evento vai contar com a presença de Xamego da Thay, Kaxixe do Forró, Mazinho Venturiny e mais. 📅 Quando: sábado (6), às 19h 📍 Onde: Praça do Forró, São José - Distrito de Maria Quitéria, Feira de Santana 💲 Quanto: R$ 35 🎫 Ingressos: no local Resenha das Atléticas Jean Santana Redes Sociais ✍️Os cantores Jean Santana e Digo Love são as atrações da Resenha das Atléticas, evento que será realizado neste sábado, em Feira de Santana. A festa reunirá estudantes de diferentes instituições de ensino superior da cidade e contará com a participação das atléticas Insônia, Sanare, Thunder e Cromos. A programação inclui apresentações musicais e atividades de integração entre os universitários. 📅 Quando: sábado (6), às 19h 📍 Onde: Armazém 75 – Avenida Maria Quitéria, 545, Brasília, Feira de Santana 💲 Quanto: a partir de R$20 🎫 Ingressos: no sympla Forrozão Proibido Cochilar GS Balada se apresenta no Forrozão Proibido Cochilar Arquivo Pessoal ✍️O Forrozão Proibido Cochilar da Paróquia Imaculada Conceição será realizado neste sábado, em Feira de Santana. Dani Diamantino, Júlio Forró Trinkado e GS Balada prometem animar a noite. 🎶Atrações: Dani Diamantino, Júlio Forró Trinkado e GS Balada 📅 Quando: sábado (6), às 20h 📍 Onde: Villa Poeme Eventos - Avenida Antônio Sérgio Carneiro - Aeroporto, Feira de Santana 💲 Quanto: R$40 Arraiá da Catedrá Neném do Acordeon se apresenta no Arraiá da Catedrá Redes Sociais ✍️A Catedral Metropolitana de Sant’Ana realizará no próximo sábado, mais uma edição do tradicionalíssimo Arraiá da Catedrá. Neném do Acordeom, Xamô pq Quis, Lucas Viana e Jerimum com Mel pretendem animar o arrasta-pé. O evento, que é realizado há 15 anos em Feira de Santana, reúne apresentações musicais, comidas típicas e decoração. 📅 Quando: sábado (6), às 20h30 📍 Onde: Zilas Cerimonial - Rua Rio Xingu, 555 - Capuchinhos, Feira de Santana 💲 Quanto: R$ 80 🎫 Ingressos: através do telefone (75) 98203-2500 Forró do Fole Forró do Fole acontece neste fim de semana em Feira de Santana Redes Sociais ✍️ O tradicional Forró do Fole já tem data marcada e promete reunir muita animação, amizade e forró no coração de Feira de Santana. Entre as atrações confirmadas estão Thaíse Lanuzza, Neném do Acordeon, Dani Diamantino e Luis da Sanfona, garantindo uma noite de muito arrasta-pé para o público. 📅 Quando: sábado (6), às 20h 📍 Onde: Haras Barcos - Avenida Artêmia Pires Freitas - SIM, Feira de Santana 💲 Quanto: R$ 80 (pista) R$300 (mesa) 🎫 Ingressos: através do telefone (75) 99906-1788 Show com William Sanfona e Paulo Bindá William Sanfona e Paulo Bindá se apresentam no IV Festival de Romeiros Redes Sociais ✍️Em Feira de Santana, a tradicional Trezena de Santo Antônio, no Santuário dos Capuchinhos conta com o Dia do Romeiro e celebrações que atraem milhares de devotos de toda a Bahia. Neste domingo, quem faz parte da festividade são os artistas Paulo Bindá e William Sanfona. 📅 Quando: domingo (7), às 13h 📍 Onde: IV Festival de Romeiros, Santuário de Santo Antônio - Capuchinhos, Feira de Santana 💲 Quanto: gratuito 🎭 Espetáculos Não Vão Nos Calar Agora Espetáculo 'Não Vão Nos Calar Agora' Divulgação ✍️ O Coletivo Panavuá apresenta, em Feira de Santana, o projeto Não Vão Nos Calar Agora, espetáculo que reúne três monólogos inéditos protagonizados por mulheres. Com direção de Karina de Faria, a montagem propõe reflexões sobre raça, gênero, território e resistência feminina a partir de experiências vividas por artistas do interior da Bahia. 📅 Quando: sexta-feira (5) e sábado (6), às 20h 📍 Onde: Teatro do Cuca - Rua Conselheiro Franco, 66 - Centro, Feira de Santana 💲 Quanto: R$20 (meia) R$40 (inteira) 🎫 Ingressos: no sympla Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻
Gràcies a la tasca de Jaume Coll, un work in progress, tot lector sabrà com es van gestar tots i cada un dels seus poemes
A "língua" secreta dos mineiros Uma cidade, um poeta. O nome de Itabira é quase indissociável de Carlos Drummond de Andrade. O escritor, nascido em 1902, na cidade de 113 mil habitantes na Região Central de Minas Gerais, revolucionou a língua portuguesa ao virar de cabeça para baixo os formalismos da poesia vigente até então. Mas o que pouca gente sabe é que naquele mesmo local surgiu uma outra revolução linguística: a Guinlagem do Camaco. O surgimento dessa linguagem "secreta" está diretamente ligado ao contexto da exploração do minério na região. Foi dentro das minas itabiranas, no começo do século 20, que os trabalhadores encontraram uma forma de se comunicar sem serem entendidos pelos patrões, em grande parte ingleses. Era também uma maneira de dar um troco nos donos das minas, que falavam no idioma materno quando não queriam ser compreendidos pelos empregados. À primeira vista, as regras são simples. O princípio do Camaco é inverter os fonemas das sílabas das palavras, embaralhando os sons e tornando as frases praticamente incompreensíveis para quem está de fora. "Sovê lafa guinlagem", por exemplo, é "Você fala linguagem?". "Guinlagem do Camaco" é "Linguagem do Macaco". Assim, famosa introdução do poema E agora, José, de Drummond, viraria "E aroga, Sujé?". Mas nem tudo é lógica. Algumas palavras mais curtas se transformam em vocábulos que fogem a essa regra. "Não" vira "ônis". "Qualquer", "ualquiquelque". Essa é a magia da linguagem para o músico Rafael Formiga, um falante do Camaco. "As palavras criam um sentido dentro de um fonema pela inversão. E nos lugares onde você vai falar, mesmo com alguma diferença, todo mundo se entende. Tem uns detalhes muito ricos de linguagem e ao mesmo tempo quem vê de fora não entende e fica meio perdido, porque é normal que a gente procure regra", diz ele. "Isso demonstra uma capacidade de construção e de resistência incrível", explica o historiador e museólogo Paulo Assuero, também falante do Camaco. "Eram recém-libertos, em grande parte analfabetos. E tinham que dar soluções de como dizer as coisas que eles queriam sem que os ingleses entendessem. Virou uma provocação, expandiu", complementa o professor, também residente em Itabira. Das minas de ferro, o Camaco tomou as ruas. Virou a língua que os filhos falavam para conversar entre si, sem que os pais entendessem – ou a que os jovens usavam para fazer piada com forasteiros. "Nos anos 1960, 1970, quando chegava o pessoal de fora, essa coisa de interior, a gente ficava fazendo gozação com eles. Não entendiam nada", brinca Assuero, que também já surpreendeu alguns alunos dentro de sala com a fluência na língua. "Dois deles estavam colando na prova em Guinlagem de Camaco e achando que eu não sabia de nada. Depois que acabou a prova, chamei eles e falei em Camaco. Tomaram o maior susto", diverte-se o professor. Cidade de Itabira, Região Central de Minas Gerais Alair Vieira/ALMG A linguagem da resistência Na casa de Mauro de Alvarenga, o Camaco já é uma tradição. "Meus pais falavam quando não queriam ser entendidos por mim e pelos meus irmãos – até que nós aprendemos. Mas eles tinham aprendido com meu avô, que era ferreiro e fazia peças para as locomotivas de mineração. Ele trouxe o Camaco para dentro de casa e foi passando de geração para geração", conta. Para o historiador e museólogo Paulo Assuero, o Camaco também servia como provocação contra os donos das minas Foto: Alexandre Rezende/DW Nas mãos do cineasta Breno Alvarenga, filho de Mauro, a história da linguagem secreta da cidade de Drummond acabou virando tema do documentário Camaco (2022), premiado no Festival de Gramado nas categorias "Melhor Curta Júri da Crítica" e "Melhor Montagem". O filme reconstrói o caráter de resistência da linguagem entre os trabalhadores da mineração. "O Camaco nasce de um contexto muito politizado, de muita resistência. Funcionava também como forma de organizar greves, pedir aumentos, sem que fossem boicotados desde o começo", explica Breno. "Foi uma subcultura de sujeitos mais subalternizados, marginalizados e que por isso demorou muito a ser valorizado, porque a elite não vinha uma riqueza naquilo. Os pobres se comunicavam, mas os poderosos não entendiam. Isso é muito raro, porque geralmente a linguagem aparta as pessoas e são geralmente os mais ricos que conseguem acessar novas linguagens, não os mais pobres. Ela começa dessa inversão", ressalta o diretor de cinema itabirano. De acordo com o linguista e pesquisador Geuderson Marchiori, que pesquisou o tema na sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), o Camaco pode ser considerado uma linguagem secreta ou até mesmo um jargão técnico. No entanto, segundo ele, que rastreou falantes até a década de 1920, há uma função similar à de um quilombo. "A linguagem possibilita a convergência dessas populações minorizadas, que utilizam o Camaco como um território de luta e resistência. Embora o senso comum aponte o quilombo como um local de negros escravizados em fuga, o quilombo é um local de reorganização, de segurança, onde essas populações puderam se libertar da exploração e se reorganizar para resistir", complementa. Marchiori explica também que o termo "macaco" em "Guinlagem do Camaco" pode ter uma conotação racista, mas que há outras interpretações para o nome. "Tem quem diga que o Camaco é a linguagem relacionada à esperteza que os macacos teriam, a esse jogo de cintura, a essa performance de pular de galho em galho sem ser apanhado, sem cair. Existe ainda uma possibilidade de relacionar o nome da linguagem aos pequenos heróis, que são os pequenos animais muito presentes nas narrativas de origem africana, que são sempre os bichos menores, vistos como mais fracos, que se sobressaem pela esperteza." Cineasta Bruno Alvarenga produziu documentário premiado sobre a linguagem de Itabira Foto: Alexandre Rezende/DW Drummond falava Camaco? Apesar de terem surgido na mesma cidade e no mesmo período, Camaco e Drummond vinham de duas Itabiras diferentes. A linguagem, das minas e dos operários. O poeta, filho de fazendeiros, de uma parte da elite, mesmo que não ligado diretamente à atividade minerária. Talvez por isso, até hoje não foram encontradas citações do Camaco em crônicas ou poemas de Carlos Drummond de Andrade. "Naquela Itabira, a linguagem do Camaco era muito desvalorizada. Na maioria das vezes, era falada por pessoas negras. Foi uma subcultura de sujeitos mais subalternizados, marginalizados e que por isso demorou muito a ser valorizado, porque a elite não via uma riqueza naquilo", diz Breno de Alvarenga. Drummond também não ficou muito tempo em Itabira. Aos 18 anos, deixou definitivamente a cidade natal, mudando-se primeiro para Belo Horizonte e, depois, para o Rio. Mas, como ele mesmo dizia em entrevistas, aquele lugar estava sempre presente, como "uma fotografia na parede". E agora, Itabira? Atualmente, a cidade mineira – e mineradora – passa por uma crise existencial. Com mais de 80% da economia dependente da atividade, Itabira agora tem que lidar com o fim da exploração do minério cada vez mais perto. De acordo com as estimativas mais recentes, as minas da região serão paralisadas em 2052. "Fica essa relação. A cidade depende da mineração, do PIB. Mas também de algo além disso, porque tudo acaba. E aí? E aroga, Sujé?", questiona o músico Rafael Formiga, citando o famoso poema de Drummond. Para a musicista Nana Mendonça, que já trabalhou com oficinas voltadas à linguagem, a cidade precisa preservar o Camaco. "Hoje existem poucos falantes e, com o avanço tecnológico, as coisas vêm e vão embora muito rápido", diz ela. Em 2023, o município de Itabira registrou, em um decreto, a linguagem do Camaco como patrimônio cultural imaterial. No entanto, até agora, ainda não foram tomadas medidas concretas para a preservação. Mas é justamente na capacidade de sobrevivência e expansão do Camaco que muitos moradores de Itabira veem uma saída para um futuro em que a cidade terá que se reinventar. "Essa linguagem nos ensina sobre resistência. Ela é resistente ao boicote da elite em relação a ela e ela continua viva. E nos lembra que podemos resistir ao que a mineração nos apresenta hoje em dia. A mineração, claro, foi muito importante para Itabira, mas a gente fica com os prejuízos dela, com a degradação ambiental, com a poluição do ar, com a saúde precarizada por conta disso. Acho que a linguagem também pode nos lembrar com resistir, como podemos nos reinventar para o futuro aqui em Itabira", resume o cineasta Breno Alvarenga. Segundo Geuderson Marchiori, a chave pode estar não só no Camaco, mas também no próprio Drummond. Ou seja, no potencial cultural de Itabira. "A cidade continua exercitando a criatividade dela", afirma o linguista, que atesta: atualmente, o Camaco faz muito mais parte do dia a dia da cidade do que da própria mineração. "Os dados que consegui me mostraram que a Linguagem de Camaco é praticamente inexiste no contexto das minas e da atividade minerária. Uma mina, hoje, tem trabalhadores que não falam mais a linguagem – mas a cidade, sim", conclui. LEIA TAMBÉM: Defesa Civil alerta para frio em BH; temperatura pode ficar abaixo de 12°C até a próxima semana Operação desarticula esquema de fraudes em apostas online na Grande BH e bloqueia R$ 1 milhão em bens Vídeos mais vistos no g1 Minas:
Donnerstag ist Gedichtetag auf der Wahrheit: Heute darf sich die geneigte Leserschaft an einem Poem über einen sommerlichen Niederschlag erfreuen. mehr...
A Utumishi Girls' Academy student has delivered an emotional poem, capturing grief over the 16 schoolmates who died in a devastating dormitory fire.
Madeleine Thien, Sufiyaan Salam and Guardian readers discuss the titles they have read over the last month. Join the conversation in the comments Lately I have loved Dorothy Tse’s City Like Water, translated from Chinese by Natascha Bruce. It is an unclassifiable, sharp, ingenious, passionate novel in which the city that is dissolving is also one’s only home. I have been telling everyone to read Karen Hao’s Empire of AI so that we can understand the cost of the tools we’ve been told that we need. I re-read Hsiao-Hung Pai’s Scattered Sand: The Story of China’s Rural Migrants because it has stayed with me for more than a decade now. And I am reading Hannah Lillith Assadi’s moving novel, Paradiso 17, written in the weeks before and the year after her father, who was born in Palestine, passed away. Finally, Michael Ondaatje’s selected poems, The Distance of a Shout. This is a life’s work and a book to hold close. Continue reading...
Rodovia TO-164, entre Bernardo Sayão e Arapoema Reprodução/Google Um homem de 39 anos foi encontrado morto às margens da TO-164, no trecho que liga Bernardo Sayão ao povoado Brasilene, em Arapoema, no norte do estado. O corpo foi localizado nesta segunda-feira (1º) próximo de uma motocicleta. A vítima foi identificada como Josimar Custódio de Araújo. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a vítima tinha lesões e havia indícios de que o caso se trata de homicídio. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O g1 solicitou informações à Polícia Militar, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem. LEIA TAMBÉM Vídeo mostra ataque que matou jovem de 21 anos em Dianópolis; polícia investiga motivação do crime Prefeito de cidade do Tocantins é retirado de aeronave pela PF por 'comportamento indisciplinado' O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína, onde deve passar por exame de necropsia. O caso é investigado pela 38ª Delegacia de Polícia Civil. Agora no g1 Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Jaguatirica é resgatada em área de mata em Piau Corpo de Bombeiros/Divulgação Uma jaguatirica fêmea ferida foi resgatada na manhã desta segunda-feira (1º) em uma área de mata no entorno do município de Piau, na Zona da Mata mineira. Segundo o Corpo de Bombeiros, as buscas começaram ainda no domingo (31) após informações de que o felino havia sido atropelado na MG-133. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Com ajuda do Instituto Estadual de Florestas (IEF) e da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), os trabalhos foram realizados com o apoio de um drone equipado com câmera térmica. Corpo de Bombeiros e equipe do IEF participam de resgate de jaguatirica em Piau Corpo de Bombeiros/Divulgação Durante as buscas no interior da mata, a Leopardus pardalis, nome científico, foi encontrada com uma lesão no focinho. Para a captura, foram utilizados cambões, redes de contenção e outros equipamentos. Ainda no local, o animal foi sedado para garantir a segurança das equipes durante os procedimentos e, em seguida, levado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Juiz de Fora, onde recebe atendimento. A equipe do IEF era composta pela médica veterinária Laura e pelo engenheiro florestal Edenilson. Câmera ajudou a encontrar jaguatirica em Piau Corpo de Bombeiros/Divulgação Orientações à população De acordo com o Corpo de Bombeiros, ao avistar animais silvestres em situação de risco ou em área urbana, não tente realizar a captura. Acione o Corpo de Bombeiros pelo 193 ou o IEF; O manejo inadequado coloca em risco tanto o animal quanto a população. LEIA TAMBÉM: Onça-pintada em Juiz de Fora: 4 anos após aparecer na cidade, há indícios de que macho já é papai Onça-pintada capturada em Juiz de Fora vira poema: 'Não se escondia e era bem atrevida', diz trecho ASSISTA: Câmera registra possíveis filhotes da onça-pintada resgatada em Juiz de Fora Câmera registra possíveis filhotes da onça-pintada resgatada em Juiz de Fora VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes
Missões futuras poderão coletar amostras de ambientes que possam abrigar vida, como Encélado, uma das a luas de Saturno: orientação espacial de moléculas e diversidade entre formas simples e complexas estão entre as possíveis pistas mais fáceis de obter. https://www.terra.com.br/noticias/cientistas-propoem-metodo-da-ecologia-para-saber-se-luas-geladas-do-sistema-solar-podem-abrigar-vida,a55db6fb5b96f56aa190b87cbf141ac142zzo289.html?utm_source=clipboard Jason Major, Cassini spacecraft/Flickr, CC BY-NC-SA Novos observatórios e missões espaciais estão investigando ambientes em nosso Sistema Solar que poderiam abrigar vida, mas que há muito tempo permaneciam ocultos. Luas geladas como Encélado, de Saturno e Europa, de Júpiter provavelmente têm grandes oceanos sob suas crostas externas congeladas. Mas grossas camadas de gelo impedem que as sondas espaciais coletem amostras diretamente. Explorar essas luas geladas é quase um trabalho forense: suas superfícies mantêm um registro parcial dos interiores inacessíveis. Assim, os cientistas precisam de ferramentas que os ajudem a descobrir se há indícios de vida nos ambientes abaixo, sem observá-los diretamente. Sou um cientista planetário, e meus colegas e eu desenvolvemos uma ferramenta que pode ajudar a avaliar se um ambiente possui as condições adequadas para a vida com base nos padrões dos tipos de moléculas encontradas em uma amostra. Impressões digitais de vida A busca por vida geralmente começa com moléculas orgânicas: as moléculas à base de carbono a partir das quais a vida na Terra é construída. Duas famílias de moléculas especialmente importantes são os aminoácidos, que as células usam para construir proteínas, e os ácidos graxos, que ajudam a formar as membranas celulares. Agora no g1 Mas essas moléculas não são exclusivas da vida – elas também podem se formar por meio de processos químicos não biológicos, ou abióticos. Cientistas já as detectaram anteriormente em asteroides e meteoritos. Como a detecção de aminoácidos ou ácidos graxos em um ambiente planetário por si só não indica aos pesquisadores se eles são produzidos pela vida ou por processos não biológicos, eles precisam buscar evidências adicionais. Uma pista é a orientação espacial da molécula, ou sua “quiralidade”. Certos aminoácidos ocorrem em duas formas espelhadas. Processos não biológicos frequentemente produzem ambas as formas em quantidades semelhantes, enquanto a vida na Terra usa quase exclusivamente as formas canhotas. Um forte excesso de uma forma pode indicar a presença de vida. Outra pista é encontrada no equilíbrio entre as formas mais pesadas e mais leves, os chamados isótopos, do mesmo elemento químico dentro das moléculas. Normalmente, a vida prefere usar as formas mais leves. Ambas as pistas são indicadores poderosos, mas difíceis de medir no espaço. Elas exigem instrumentos sensíveis, amostras limpas e, muitas vezes, mais material do que uma espaçonave pode obter. Dito isso, as missões atuais e planejadas para o futuro podem fornecer um tipo de medição mais limitado — mas ainda assim valioso: uma lista de moléculas e as proporções em que são encontradas. Nosso estudo demonstra como pesquisadores podem usar essas informações mais simples para aprender mais sobre a origem química das moléculas. Investigando a diversidade A vida não se limita a produzir certas moléculas — ela as produz em arranjos de padrões únicos. Os sistemas vivos investem energia na produção de moléculas que desempenham funções específicas, mesmo quando essas moléculas são complexas e mais difíceis de formar. As proteínas, por exemplo, requerem um amplo conjunto de aminoácidos, incluindo alguns relativamente complexos. A química não biológica também pode produzir aminoácidos, mas normalmente produz os mais simples. Em nosso estudo, investigamos se essas moléculas deixam um padrão estatístico que poderia servir como uma biossinatura: uma pista mensurável que possa indicar a presença de vida. Para quantificar essa ideia, utilizamos um método da ecologia chamado teoria da diversidade. Os ecologistas não se limitam a perguntar quantas espécies existem em um determinado ecossistema, mas também como essas espécies estão distribuídas: se a comunidade é dominada por poucas espécies muito comuns ou por muitas espécies que ocorrem em números comparáveis. O objetivo da teoria da diversidade é tanto compilar uma lista de espécies quanto capturar a prevalência de cada uma. Aplicamos a mesma lógica às moléculas. Dentro de uma família, como a dos aminoácidos, tratamos cada molécula como uma espécie em uma comunidade ecológica e medimos sua abundância. Queríamos saber: uma determinada mistura de moléculas está distribuída uniformemente entre diferentes tipos ou é dominada por apenas algumas delas? E esse padrão poderia refletir o processo que produziu essas moléculas, seja ele biológico ou não biológico? Testando a estrutura Para testar essa ideia, compilamos um conjunto de dados deliberadamente amplo que incluía aminoácidos de diversas fontes: meteoritos, amostras de missões a asteroides, simulações laboratoriais de química não biológica, organismos modernos, sedimentos, fósseis antigos e amostras de vários ambientes na Terra. Posteriormente, fizemos o mesmo com ácidos graxos. Para os aminoácidos, encontramos uma distinção clara. As amostras biológicas tendiam a conter muitos aminoácidos complexos, em proporções semelhantes às dos mais simples. As amostras não biológicas esses aminoácidos complexos eram geralmente mais escassos – ou seja, mais fortemente dominadas por moléculas simples. Esse resultado faz sentido. Se a biologia consegue superar os gargalos químicos necessários para criar moléculas mais complexas, seria de se esperar ver mais dessas moléculas. Por outro lado, a química não biológica é mais limitada e dominada por moléculas que se formam aleatoriamente. É muito menos provável que moléculas complexas se formem em condições não biológicas. Os ácidos graxos apresentaram um padrão oposto, mas igualmente informativo. Cadeias de ácidos graxos compõem as membranas externas das células vivas. Descobrimos que, em amostras biológicas, as cadeias de ácidos graxos tinham todas um comprimento semelhante. Em contraste, as amostras não biológicas apresentavam uma distribuição mais ampla de comprimentos das cadeias. Embora, ao contrário dos resultados com os aminoácidos, as amostras não biológicas tenham mostrado maior diversidade de ácidos graxos, essa descoberta sobre o comprimento das cadeias corroborou a ideia principal por trás de nossa pesquisa: a vida molda as misturas moleculares de acordo com a função. Em conjunto, nossos resultados sugerem que a diversidade molecular pode servir como um novo tipo de bioassinatura. Ela não pode provar a presença de vida por si só e deve ser interpretada em conjunto com outras medições. Mas oferece uma maneira prática de usar o tipo de dados que as sondas espaciais têm mais chances de obter: as proporções das moléculas. Em busca de vida no Sistema Solar e além É improvável que futuras sondas espaciais encontrem material biológico intacto, mesmo que ele exista. É mais provável que encontrem vestígios químicos de moléculas, alterados pelas condições adversas nas superfícies planetárias. Em seguida, queríamos saber por quanto tempo o sinal de diversidade poderia sobreviver no tipo de ambiente hostil onde os cientistas podem procurar, como a superfície de Europa. Sua superfície é continuamente bombardeada por partículas energéticas presas no campo magnético de Júpiter, que podem decompor diferentes moléculas orgânicas em diferentes taxas. Modelamos como essas moléculas se degradariam nessas condições e descobrimos que o sinal de diversidade poderia permanecer reconhecível por milhares de anos quando as moléculas estão enterradas sob alguns centímetros de gelo. O sinal não é indestrutível, mas não requer uma amostra excepcionalmente fresca. Nossos resultados sugerem que, em alguns casos, o padrão deixado pela vida ainda pode ser reconhecível mesmo depois que as moléculas individuais começarem a se decompor. A mensagem principal do nosso estudo é que a vida organiza a química de maneiras que podem persistir mesmo depois que esses ingredientes são alterados. Os sistemas vivos organizam as moléculas de acordo com as necessidades biológicas, enquanto a química não biológica geralmente segue o que é mais fácil de produzir. Se essa organização puder sobreviver em materiais planetários, futuras missões espaciais poderão procurar não apenas os blocos de construção da vida, mas também o padrão estatístico mais profundo que a vida deixa para trás. Gideon Yoffe não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.
This film may be making a point about the classical vis a vis the contemporary, but its visual collages and dense poetic texts render it inert The title of this lyrical but frustrating docu-essay about director Rita Azevedo Gomes’s travels in Greece cuts both ways. Is it expressing impatience with the classical ideals she hopes to discover there; or, borrowed from street graffiti, is it actually critiquing the modern society that has betrayed ancient standards of beauty and harmony and, in the words of Albert Camus cited here, “has fed its despair on ugliness and convulsions”? Nostalgic aspirations and the sobering here-and-now vie for supremacy in the texts recited by Gomes and others over travelogue images from Athens and the Cyclades beyond. As if echoing heroic voyagers past, she adds a layer of fictionalisation to her exploits, reading a poem written by João Miguel Fernandes Jorge based on a journey there in 2007; it becomes the story of Irma, who romances a young man, Ion, on the island of Delos, birthplace of Apollo and Artemis. But the affair founders – and there are other reality-checks, such as the incongruous Chinese cargo ships that now traverse the 21st-century Aegean. Continue reading...
A poem
Longborough Festival Opera, Moreton-in-Marsh Sinéad O’Neill’s production is persuasive and Beth Taylor’s performace as Orlando is extraordinary in this tale of unrequited love, madness and magic The woodland outside Longborough’s theatre, deep in the Cotswolds, sneaks inside and on to the stage for its season-opening production of Orlando. With a story that sometimes seems little more than an excuse for a series of showpiece arias, it’s not an obvious choice for the festival’s first Handel opera in a decade, but Sinéad O’Neill’s production has confidence in the work and is persuasive enough to lead us through. The flimsy plot comes from Ariosto’s poem Orlando Furioso. High-ranking warrior Orlando loves princess Angelica, but she’s not interested; she loves Medoro. Low-ranking shepherdess Dorinda loves Medoro – but he loves Angelica, see above. The usual baroque-opera love triangles and noble self-sacrifice are absent, and what we have instead is the stuff of school lunch-queue gossip. Someone hears words that weren’t meant for them and jumps to conclusions; someone else has unwisely given away a special bracelet. Then Orlando cracks: he has an extended, musically arresting mad scene and then goes on a murderous rampage that’s cleared up by the presiding magician, Zoroastro, thus allowing for a happy ending. Continue reading...
Diversos polos do São João de Caruaru estão na Estação Ferroviária Jorge Farias O São João de Caruaru conta com 27 polos de animação durante a festa. Na Estação Ferroviária, área central do município, os turistas e forrozeiros podem encontrar polos de forró tradicional, declamação de poetas, apresentação de quadrilhas e muito mais (confira programação abaixo). Além da grade musical e folclórica, a Capital do Forró também abre espaço para a sétima arte e para a tradição dos pífanos e do repente. O Polo Audio Visual contará com exibições de curtas e mostras de cinema, enquanto o Polo Rildo Hora e o Polo Quadrilhas concentrarão as apresentações dos tradicionais batalhões e os festivais de quadrilhas estilizadas. ✅ Receba as notícias do São João 2026 no seu WhatsApp Agora no g1 Confira a programação dos Polos do São João de Caruaru CASA ROSA - Parque 18 de Maio Sábado (30) Nerilson Buscapé Dayse Rosa Banda Seu Januário Domingo (31) Capital Nordestina Lucas Silva Edilza Aires Sábado (6) Nego do Acordeon Carlinhos Nova Walmir Silva Domingo (7) Alberto Zarfan Maurício Ramalho Pecinho Amorim Sexta-feira (12) Jô Caruaru Samara Costa Vyni Amorim Sábado (13) Derso Luis Silmara Leite Ceiça Moreno Domingo (14) Adelmo Costa Totonho Carlinhos Pompom Sábado (20) Erick Moreira Elga Nunes Baião Plugado Domingo (21) Rose Santana João Lacerda Walkyria Mendes Terça-feira (23) Vanessa Fernandes Forró Cigano Anderson do Pífe Quarta-feira (24) Bernadete França Banda As Fulô Banda do Batista Sábado (27) Iapone Farra Marcelo Rossiter Wanessa Roger Domingo (28) Luciana Salvador Intervenção LGBTQIAPN+ Kaká Cantarelli Intervenção LGBTQIAPN+ Isabela Moraes Intervenção LGBTQIAPN+ SEBASTIÃO BIANO – PÍFANOS Sábado (30) Banda de Pífanos Girassol Banda de Pífanos Cultural Banda de Pífanos Vitoriano Jovem Domingo (31) Banda de Pífanos da Inclusão Banda de Pífanos Cultural Banda de Pífanos Som da Serra Quarta-feira (3) Banda de Pífanos Princesa do Agreste Banda de Pífanos Alvorada Banda de Pífanos Nossa Senhora das Graças Quinta-feira (4) Banda de Nossa Senhora das Graças Banda de Pífanos Cultural Banda de Pífanos Curupife Sexta-feira (5) Banda de Pífanos Princesa do Agreste Banda de Pífanos Alvorada Banda de Pífanos Caruaru Camaleão Sábado (6) Banda Nossa Senhora das Graças Banda de Pífanos Cultural Banda de Pífanos Arrasta Pif Banda de Pífanos Nossa Senhora das Graças Domingo (7) Banda de Pífanos Princesa do Agreste Banda de Pífanos Alvorada Banda de Pífanos Arrasta Pif Nossa Senhora de Loudes Quarta-feira (10) Banda Nossa Senhora das Graças Banda de Pífanos Cultural Banda de Pífanos Girassol Quinta-feira (11) Banda de Pífanos Inclusão Banda de Pífanos Vitoriano Jovem Banda de Pífanos Dois Irmãos Sexta-feira (12) Banda de Pífanos Moisés Banda de Pífanos Cultural Banda de Pífanos da Inclusão Banda de Pífanos Arrasta Pif Sábado (13) Banda de Pífanos Princesa do Agreste Banda de Pífanos Alvorada Banda de Pífanos Vitoriano Jovem Banda de Pífanos Curupife Domingo (14) Banda de Pífanos Cultural Banda de Pífanos Vitoriano Jovem Banda de Pífanos Arrasta Pife Banda de Pífanos Raízes do Agreste Quarta-feira (17) Banda de Pífanos da Inclusão Banda de Pífanos Girassol Banda de Pífanos Som da Serra Quinta-feira (18) Banda de Pífanos Senhora das Graças Banda de Pífanos Girassol Banda de Pífanos Som da Serra Banda de Pífanos Raízes do Agreste Sexta-feira (19) Banda de Pífanos da Inclusão Banda de Pífanos Girassol Banda de Pífanos de Bezerros Vitória do Pife no Forró Sábado (20) Banda de Pífanos Princesa do Agreste Banda de Pífanos Alvorada Banda de Pífanos Arrasta Pif Banda de Pífanos Curupife Domingo (21) Banda de Pífanos Curupife Banda de Pífanos Som da Serra Banda de Pífanos Princesa do Agreste Banda de Pífanos Caruaru Camaleão Terça-feira (23) Banda de Pífanos Dois Irmãos Banda de Pífanos Alvorada Banda de Pífanos Arrasta Pif Banda de Pífanos Curupife Quarta-feira (24) Banda de Pífanos Moisés Banda de Pífanos Princesa do Agreste Banda de Pífanos Vitoriano Jovem Banda de Pífanos Caruaru Camaleão Sexta-feira (26) Banda de Pífanos Alvorada Banda de Pífanos Curupife Banda de Pífanos Caruaru Camaleão Banda Nossa Senhora das Graças Sábado (27) Banda de Pífanos Princesa do Agreste Banda de Pífanos Alvorada Banda de Pífanos Funiô Banda de Pífanos Vitoriano Jovem POLO POETA LÍDIO CAVALCANTI – REPENTE Sábado (30) Declamadores: Espingarda do Cordel e Jénerson Alves Emboladores: Barra Mansa e Curió de Bela Rosa Repentistas: João Lídio e Aryel Freire Banda: Kell Sales Domingo (31) Declamadores: Nerisvaldo Alves e Raudênio Lima Emboladores: Caetano da Ingazeira e Irapuru do Pandeiro Repentistas: Edmilson Ferreira e Antônio Lisboa Banda: Alexandre Rodrigues - Baile de Pife Banda: Forrozão Pé Se Molek Quarta-feira (3) Urbano Declamadores: Luiz do Sertão e Iram Bardock Batalhas de Rima Banda: Ivisons Banda: Cantando Poemas Quinta-feira (4) Marcionilo Poeta Teatro - A Vida de Pinto Monteiro Banda: Nika Macedo Banda: Ericka Mendonça Banda: Jonkas Sexta-feira (5) Patativa do Assaré - O Poeta, a Roça e a Vida Declamadores: Pedro Poeta Repentistas: Raimundo Caetano, Biu Dionísio, Raulino Silva e Luciano Leonel Banda: Reginaldo Azevedo Banda: Lula Viegas Sábado (6) Declamadores: Davi Gefsson e Val Tabosa Emboladores: Lavanderia e Condor da Paraíba Repentistas: João Lourenço e Hipólito Moura Banda: Som de Preto Banda: Gabi da Pele Preta Domingo (7) Declamador: Olegário Filho Emboladores: Barra Mansa e Curió de Bela Rosa Repentistas: Edmilson Ferreira e Antônio Lisboa Poeta Costa Senna / Caca Lopes Banda: Carlinhos Pompom Lado B Quarta-feira (10) Declamador: Naldo Venâncio Aboiadores: Antônio Barbosa e Patrício Aboiador Banda: Maestro Budião Banda: Ivan Show Quinta-feira (11) Bonecas de Retalho - Vânia Patrício Urbano Declamador: Iram Bardock - Sarau da Pisada do Barro com Ratinho Noite da Academia de Cordel HT 81 Sexta-feira (12) Declamadores: As Meninas da Poesia - Tahys Avelino e Sandoval Ferreira Repentistas: Luciano Leonel e Rogério Menezes Banda: Banda Oz Banda: Zabumba Bacamarte Sábado (13) Elas Cantam Auto das Sete Luas Declamador: Jorge Tabosa Emboladores: Caetano da Ingazeira e Irapuru Repentistas: Daniel Olímpio e Severino Feitosa Banda: A Barca Bella Domingo (14) Declamadores: Iponax Vila Nova Emboladores: Lavanderia e Condor da Paraíba Repentistas: João Lídio e Rogério Menezes Banda: Sexteto Nildo Nora Banda: Mestre Duda - Tete de Omolu Quarta-feira (17) São João dos Aposentados e Pensionistas do Caruaru Prev Quarta para o Rock: Robert Melo Samba de Bairro Pinheiro Sombra dos Anjos Quinta-feira (18) Declamadores: Jénerson Alves e Nerisvaldo Alves Conceição França Festival dos Poetas da Feira - Ramírio Xavier Sexta-feira (19) Declamadores: Marquinhos da Serrinha e Ivanildo Vila Nova Repentistas: Raimundo Caetano e Raulino Silva Banda: Orquestra Sanfônica Nova Geração Banda: Auto das Sete Luas Sábado (20) Declamador: Rodrigo Inácio Repentistas: Barra Mansa e Curió de Bela Rosa Repentistas: Raimundo Caetano e Ednaldo Zuzu Banda: Ivan Januário Banda: Muniz do Arrastapé Domingo (21) Declamadores: Valéria Maria - Poesia com Teatro e Jorge Tabosa Cancioneiro: João Lídio Repentistas: Fabiane Ribeiro e Matheus Ferreira Banda: Isahos Banda: Dos 8 aos 80 Anos Terça-feira (23) Declamadores: Elisson Oliveira e Daniel Olímpio Repentistas: Felipe Ferreira, Helânio Moreira, João Lourenço e Hipólito Moura Banda: Meninos e Meninas de São Caetano Quarta-feira (24) Encanto e Cores Declamadores: Espingarda do Cordel e Raudênio Lima Emboladores: Caetano da Ingazeira e Irapuru do Pandeiro Repentistas: Rogério Menezes, Charles Gomes, Raulino Silva e Maximino Bezerra Sexta-feira (26) Declamador: Sandoval Ferreira Repentistas: Luciano Leonel, Antônio Marcos, Adauto Oliveira, Jaciel Rufino Banda: Gael - Coração do Agreste Sábado (27) Declamador: Natan Medeiros Repentistas: Zé Carlos do Pajeú, André Marques, João Lourenço e Hipólito Moura Banda: André Macambira Banda: Paulo Matricó POLO AUDIOVISUAL Sábado (30) Cine Barro 4ª Mostra de Cinema Caruaruense Exposição Mané Gostoso - Brincar é Cultura (Casa Rosa) Domingo (31) Exposição - Alma de Sertanejo Alto do Moura (Mês de Junho) Sexta-feira (5) Cine Estudantil Morte e Vida Severina Sábado (6) Cinema pra Pirraia 4ª Mostra de Cinema Caruaruense Domingo (7) Oficina Utopia Crianças em Cores Cine Estudantil Sexta-feira (12) Oficina de Barro com Mestra Terezinha Gonzaga Sábado (13) Teatro - Bom Dia Comadre 4ª Mostra de Cinema Caruaruense Domingo (14) Oficina Utopia - Crianças em Cores Exibição Resistir Sexta-feira (19) Exibição Resistir Cine Estudantil Sábado (20) Exibição Resistir 4ª Mostra de Cinema Caruaruense Domingo (21) Mostra de Cinema Cinema Pra Pirraia Oficina Utopia - Crianças em Cores Terça-feira (23) Nos Palcos da Vida 6ª Mostra Ela na Tela - Cinema Feminino Quarta-feira (24) 6ª Mostra Ela na Tela - Cinema Feminino Sexta-feira (26) 6ª Mostra Ela na Tela - Cinema Feminino Sábado (27) Cinema Pra Pirraia 4ª Mostra de Cinema Caruaruense POLO BACAMARTEIRO ITINERANTE Sábado (30) Batalhão de Bacamarteiro 27 Batalhão de Bacamarteiro 74 Batalhão de Bacamarteiro 01 Domingo (31) Batalhão de Bacamarteiro 333 Batalhão de Bacamarteiro 33 Batalhão de Bacamarteiro 19 Sexta-feira (5) Batalhão de Bacamarteiro 56 Batalhão de Bacamarteiro 74 Batalhão de Bacamarteiro 95 Sábado (6) Batalhão de Bacamarteiro 333 Batalhão de Bacamarteiro 33 Batalhão de Bacamarteiro 07 Domingo (7) Batalhão de Bacamarteiro 27 de Taquara de São Pedro Batalhão de Bacamarteiro 74 Batalhão de Bacamarteiro 95 Sexta-feira (12) Batalhão de Bacamarteiro 19 Batalhão de Bacamarteiro 17 Batalhão de Bacamarteiro 07 Sábado (13) Batalhão de Bacamarteiro 27 de Taquara de São Pedro Batalhão de Bacamarteiro 41 Batalhão de Bacamarteiro 01 Domingo (14) Batalhão de Bacamarteiro 333 Batalhão de Bacamarteiro 33 Batalhão de Bacamarteiro 139 Sexta-feira (19) Batalhão de Bacamarteiro 27 Batalhão de Bacamarteiro 17 Batalhão de Bacamarteiro 95 Sábado (20) Batalhão de Bacamarteiro 20 Batalhão de Bacamarteiro 28 Batalhão de Bacamarteiro 07 Domingo (21) Batalhão de Bacamarteiro 56 atalhão de Bacamarteiro 25 Batalhão de Bacamarteiro 01 Batalhão de Bacamarteiro de São João Terça-feira (23) Batalhão de Bacamarteiro 19 Batalhão de Bacamarteiro 21 Batalhão de Bacamarteiro 139 Quarta-feira (24) Batalhão de Bacamarteiro 27 Batalhão de Bacamarteiro 56 Batalhão de Bacamarteiro 41 Sexta-feira (26) Batalhão de Bacamarteiro 27 de Taquara de São Pedro Batalhão de Bacamarteiro 17 Batalhão de Bacamarteiro 139 Sábado (27) Batalhão de Bacamarteiro de São João Batalhão de Bacamarteiro 28 Batalhão de Bacamarteiro 25 POLO CAMARÃO Sábado (30) Jonata Chaves Luan Nascimento Humberto Bonny Joana Angélica Marquinhos Café Domingo (31) Dani Aguiar Andrielly Raphael Moura Ed Carlos Banda Luará Quarta-feira (3) Salatiel de Camarão Tuca Barros Junior Villa Nova Quinta-feira (4) Wagner Santos Allan Dibôa Victor Leão Sexta-feira (5) Fabiano Guimarães Zé Lord Gitana Pimentel Sebastian Silva Banda de Pifanos Zé do Estado Sábado (6) Gigantes Farra Boa Cantor Loirão Cydia Lima BBzão Domingo (7) Fagner Chagas Trio da Lua Trio Goiaba Ailton Martins Luiz Wilson Quarta-feira (10) Will Henrique Cortez Felipe Gabriel Decentes do Forró Quinta-feira (11) Natan Lima Derico Alves Caju e Castanha Galeguinho Degravatá Sexta-feira (12) Maciel Salu Carlos Filho Juzé Martins Sábado (13) Arraial do Idoso Harry Estigado Michel Brocador Família Salustiano Luan Douglas Domingo (14) Adriano Estigado Suzy Lina Robson Estilozoz Forró da Fama Quarta-feira (17) Everton Freitas Iara Gomes Soxote A Cantora Eletra Quinta-feira (18) Felipe e Gabriel Ricardo França Roberto Cruz Andrezza Formiga Sexta-feira (19) Forró das Estrelas Kira e Onildo Almeida Aldinho do Acordeon Luciano Magno Jefferraz Sábado (20) Serginho Zuada Banda de Pau e Corda Forró Pra Curtir Renilda Cardoso Felipe Farra Domingo (21) Cheiro de Sanfona (20 Anos) Everly Pires Gilvan Neves Forró dos Bossas Azulinho Terça-feira (23) Pegada de Boyzinho Savinho do Acordeon Garota Tropykana Forró Janjerie Zé Amarok Quarta-feira (24) Fabiana Pimentinha Léo Cantor Val Paraíso Arnaldinho Neto Pikap Turbinada Sexta-feira (26) Caruforró Jailsom Rosseti Som do Amor Anjos do Forró Marcelo Bragato Sábado (27) Na Pegada do Riquelme Banda Pífanos Dois Irmãos (Mestre João do Pife) Felipe e Gabriel Forró do Amasso Daniel Mello POLO ITINERANTE Sábado (30) Coroné Cornélio Matulino Tete e Toin Pernas Pra Circular Capitão Tenório Boi Tira Teima Jénerson Alves - O Poeta da Estação Arte e Cultura do Nordeste Forró na Prática Grupo de Dança Lumiar Domingo (31) Tete e Toin Coroné Cornélio Palhaço Pindoba La Lá Ursa Capitão Dé Quadrilha Junina Molecodrilha Boi Surubim Quarta-feira (3) Coroné Cornélio Arte e Cultura do Nordeste Quinta-feira (4) Grupo de Dança Lumiar Grupo de Dança Flor e Barro Cia de Dança Florescer Sexta-feira (5) Coroné Cornélio Matulino Quadrilha Junina Brincantes do Sertão Forró na Prática Palhaço Pindoba Ori Cia de Dança Sábado (6) Coroné Cornélio Jénerson Alves - O Poeta da Estação Tete e Toin Boi Impressionante Cia de Dança Flávio Barbosa Quadrilha Tradicional Arrasta Pé Palhaço Pindoba Quadrilha Junina Sulanca Domingo (7) Coroné Cornélio Palhaço Pindoba Tete e Toin Boi Mimado Grupo de Dança Pérola Negra Quarta-feira (10) Mazurca Pé Quente do Alto do Moura Orquestra N'Golo de Berimbaus Quinta-feira (11) Coroné Cornélio Bonecas de Retalho Vania Patrício Baque de Rum Valdeck Farias Sexta-feira (12) Matulino Animadrilha Forró na Prática Grupo de Dança Pérola Negra Sábado (13) Coroné Cornélio Jénerson Alves - O Poeta da Estação Tete e Toin Boi Impressionante Cia de Dança Flávio Barbosa Boi Teimoso Quadrilha Junina Arrocha o Nó Domingo (14) Coroné Cornélio Palhaço Pindoba Tete e Toin Boi Malhado Quadrilha Junina Estrela Matuta Quarta-feira (17) Batalhão de Bacamarteiro de São João Grupo de Dança Pérola Negra Quinta-feira (18) Grupo de Capoeira Raça Nobre Quadrilha Junina Brincantes do Sertão Sexta-feira (19) Coroné Cornélio Matulino Forró na Prática Quadrilha Flor do Caruá Cia de Flávio Barbosa Reizado Alto do Moura Sábado (20) Coroné Cornélio Jénerson Alves - O Poeta da Estação Tete e Toin Baque de Rum Cia Olhares La Lá Ursa Capitão Dé Cia de Dança Florescer Boi Nelore Quadrilha Junina Girassol Maracatu Maestro Skillo Domingo (21) Coroné Cornélio Palhaço Pindoba Tete e Toin Batalhão de Bacamarteiro 04 Animadrilha Terça-feira (23) Pernas Pra Circular Quadrilha Junina Molecodrilha Quadrilha Junina Arrasta o Pé Tete e Toin Batalhão de Bacamarteiro 20 Boi Tira Teima Infantil Quadrilha Junina Balancê Quarta-feira (24) Coroné Cornélio Tete e Toin Quadrilha Junina Molecodrilha Cia Olhares Grupo Flor e Barro Batalhão de Bacamarteiro 25 As Conadres Boi Velho Chico Grupo de Dança Lumiar Sexta-feira (26) Coroné Cornélio Vania Patrício Matulino Qaudrilha Flor do Caruá Flor e Barro Batalhão de Bacamarteiro 21 Ori de Dança Sábado (27) Coroné Cornélio Quadrilha Junina Arrasta o Pé Boi Mimoso Batalhão de Bacamarteiro 04 Lá Ursa Urso Polares POLO DAS QUADRILHAS Sábado (6) Trio Forró da Gota Grupo de Dança Lumiar Junina Animadrilha Quadrilha Junina Arte e Cultura do Nordeste Quadrilha Junina Brincantes do Sertão Quadrilha Junina Flor da Vertente Domingo (7) Bita Dantas Festival de Quadrilhas Estilizadas de Caruaru Sábado (13) Pedrinho do Acordeon Cia Olhares Grupo Tradicional Raça Nobre Grupo de Dança Pérola Negra Cia de Dança Flávio Barbosa Quaddrilha Junina Girassol Domingo (14) Xaxado de Lampião Festival de Quadrilhas Estilizadas de Caruaru Sábado (20) Lourival Lira e Banda Bagagem Quadrilha Junina Flor de Caruá Grupo Tradição de Caruaru Quadrilha Juninha Brincantes do Sertão Quadrilha Juninha Animadrilha Quadrilha Juninha Zé Matuto Domingo (21) Forrozão Pé de Moleke Festival de Quadrilhas Estilizadas de Caruaru Terça-feira (23) Ori Cia de Dança Quadrilha Junina Molecodrilha Quadrilha Junina Flor de Caruá Quadrilha Junina Arte e Cultura do Nordeste Paraquadrilha Quadrilha Junina Sulanca Quarta-feira (24) Bruguello Batalhão de Bacamarteiros do Alto do Moura Liquajupe Sábado (27) Fogo e Forró Grupo de Dança Flor e Barro Quadrilha Juninha Molecodrilha Quadrilha Juninha Arrasta Pé Cia de Dança Flávio Barbosa Quadrilha Junina Arrocha o Nó Domingo (28) Festival de Quadrilhas Estilizadas de Caruaru POLO RILDO HORA SábADO (6) Batalhão de Bacamarteiro 20 Domingo (7) Batalhão de Bacamarteiro 41 Sábado (13) Banda de Pífanos Som da Serra Domingo (14) Banda de Pífanos Raízes do Agreste Sábado (20) Ori Cia de Dança Domingo (21) Batalhão de Bacamarteiro 28 Terça-feira( 23) Banda de Pífanos Raízes do Agreste Quarta-feira (24) Batalhão de Bacamarteiro 25 Sábado (27) Batalhão de Bacamarteiro 21
Tropeada Paulista chega a Sorocaba após mais de 230 km percorridos por comitiva A comitiva formada por cerca de 50 montarias encerra neste sábado (30) a 13ª edição da Tropeada Paulista. A jornada começou em 22 de maio, em Itararé (SP), e percorreu mais de 230 quilômetros até Sorocaba (SP). O destino final do trajeto é a praça do Largo do Divino, na zona oeste de Sorocaba, onde o grupo se reúne para celebrar o encerramento da viagem. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Comitiva da Tropeada Paulista percorre mais de 230 km e chega a Sorocaba (SP) neste sábado (30) Arquivo pessoal Um dos participantes mais antigos da comitiva, que também coordena o grupo, Orailson Pereira, conta que, neste ano, o clima foi um dos principais desafios enfrentados pelos tropeiros. "Pegamos chuva e muito frio. Percorremos, em média, de 38 a 40 quilômetros por dia, em mulas e cavalos. Homens, mulheres, adolescentes e jovens fizeram essa jornada de 236 quilômetros em menos de dez dias, passando por dez cidades do antigo caminho da Estrada Real, entre Viamão e Sorocaba", relata. Tradicionalmente, a tropeada parte de Itararé. Durante a viagem, a comitiva contempla as belezas naturais de onde a saga tropeira fez história, passando pelas cidades de Itapeva, Taquarivaí, Buri, Itapetininga, Alambari, Capela do Alto, Iperó, Araçoiaba da Serra e Sorocaba. "São dez dias do ano que separamos para nos reunirmos, rever os amigos e, juntos, manter e preservar viva a história e a cultura tropeira", aponta Orailson. Com quase 50 montarias, comitiva reuniu homens, mulheres e adolescentes na 13ª edição da Tropeada Paulista Arquivo pessoal Para enfrentar a longa caminhada, os tropeiros contam com o apoio dos moradores das cidades por onde passam. Ao fim de cada trecho, a comitiva faz um pouso, local preparado para alimentação, descanso e cuidados com os animais antes da retomada da viagem. "Nós agendamos tudo com os municípios e proprietários particulares para o local ser adequado para o bem-estar dos animais e para acomodar os veículos de apoio das comitivas. Tem janta, atrações culturais que cada local oferece. Dormimos e, no dia seguinte, tomamos café e partimos para outra jornada", relata o tropeiro. Tropeada Paulista percorre mais 230 km no interior de SP Tropeirismo e a região de Itapetininga Assim como diversas cidades da região, o desenvolvimento de Itapetininga também teve suas raízes no período do tropeirismo. A escritora e historiadora Alba Regina Luisi, natural de Itapetininga e autora do livro "Trilhas e Tropas", explicou ao g1 que a região onde hoje está o município era usada pelos tropeiros como ponto de descanso durante o longo trajeto, iniciado no sul do país. "O encontro entre os compradores que vinham de Minas Gerais e os tropeiros que levavam as tropas do sul era em Sorocaba, na feira de muares. Mas eles precisavam chegar a Sorocaba com a tropa linda, as éguas bonitas, gordas, para pegar um preço bom na praça. Então, eles tinham esse pouso em Itapetininga. Às vezes, eles chegavam um pouco antes da data da feira, ficavam aqui, descansavam, cuidavam dos animais para chegarem na feira saudáveis, bem apresentados", relata. LEIA TAMBÉM: Da curiosidade ao ofício: luthier autodidata produz violas e instrumentos em Alambari: 'É uma arte' Pitoco, cão de famoso poema de Nhô Bentico, vai ganhar estátua em praça de Itapetininga: 'Me cativou', diz escultor peruano Pedro Cameron, maestro que revolucionou a música erudita no interior paulista, morre aos 77 anos Com o passar do tempo, o pouso em Itapetininga também passou a funcionar como um ponto de registro das cargas e dos animais que seriam comercializados nas feiras. A partir desse controle, era cobrada uma taxa dos tropeiros. "Discriminavam quantos animais iam ser vendidos, quantos tropeiros tinha, quanto de carga de mantimento levavam. Era uma barreira, depois passou a ser um registro. E, daí, eles pagavam uma taxa pela passagem dos animais. Essa taxa, uma parte dessa taxa ia para o Governo de São Paulo e a outra parte ficava para o contratador, que ficava fazendo esse controle. E parte do dinheiro ia para a manutenção das estradas", explica a historiadora. Lançamento do livro 'Trilhas e Tropas', escrito por Alba Regina Luisi (à esquerda) Arquivo pessoal Apesar das tropeadas dos dias atuais utilizarem cavalos para montaria na grande maioria das vezes, Alba explica que, no passado, eram as mulas que faziam maior volume nas tropas. "As mulas comiam menos e eram muito mais resistentes do que os cavalos. Por isso que elas eram usadas tanto para transportar as pessoas que iam no lombo como os cestos com mantimento. Era uma escolha estratégica, tanto por ser um animal mais resistente, mas também mais barato." "O desenvolvimento de Itapetininga, em função do tropeirismo, se deu até mais ou menos 1940, quando o caminho tropeiro dá lugar à ferrovia e às rodovias. Mas o tropeirismo existe até hoje. É uma importância que muitas pessoas desconhecem", finaliza a historiadora. Para Orailson, percorrer novamente o caminho das tropas e preservar as tradições do tropeirismo é uma forma de manter viva a memória de um dos ciclos econômicos que mais impactaram diversas regiões do país. "Ainda existem capelas, muros de taipa, antigos postos de pedágio, a ponte sobre o Rio Itapetininga, casarões e fazendas por onde passamos e que carregam as marcas dessa história. O tropeirismo foi um dos maiores ciclos econômicos do Brasil Imperial e também da República", afirma. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM