Lebanon: UN clears debris in Dibbine after Israeli withdrawal
UN peacekeepers and heavy machinery entered the southern Lebanese village of Dibbine on 5 June to clear debris left by recent fighting.
"PEACEKEEPERS" · 총 26건
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UN peacekeepers and heavy machinery entered the southern Lebanese village of Dibbine on 5 June to clear debris left by recent fighting.
Andrey Safonov recalled that the people of Transnistria had voted in favor of preserving the presence of Russian peacekeepers at the 2006 referendum
PUTRAJAYA, June 5 — Malaysia has condemned the continuing attacks on United Nations peacekeepers in Lebanon and ex...
Sergeant Milovan Jovanovic, a Serbian peacekeeper serving with the UNIFIL, was killed when a mortar struck a UN position near Marji'yun on June 3
The UN said two other peacekeepers serving with the United Nations Interim Force in Lebanon (UNIFIL) were wounded in the incident, one from El Salvador and the other from Spain.
Doha called for accountability after a UNIFIL soldier was killed amid renewed efforts to reinforce an Israel-Lebanon ceasefire. Qatar has condemned a deadly attack on a position belonging to the… (The post Qatar condemns deadly attack on UN peacekeepers as tensions persist in Lebanon is from Doha News | Qatar.)
The UN peacekeeping mission called attacks on peacekeepers 'grave violations of international humanitarian law' and has opened an investigation into the incident. It is unclear where the shelling originated from.
The death brings to seven the number of UN peacekeepers killed since March.
Israel afirma que vai continuar operações contra Hezbollah no Líbano, apesar de extensão do cessar-fogo Ataques israelenses mataram pelo menos quatro pessoas no Líbano, segundo autoridades locais, e um soldado de paz da ONU foi morto no fogo cruzado nesta quinta-feira. A mais recente onda de violência ocorreu após o anúncio de mais um acordo de cessar-fogo nos confrontos entre Israel e o grupo militante Hezbollah, apoiado pelo Irã. Os combates em curso no Líbano, onde as forças israelenses tomaram grandes áreas do sul , ameaçam os esforços para pôr fim à guerra com o Irã e reabrir o Estreito de Ormuz , um ponto de trânsito fundamental para petróleo e gás, cujo fechamento abalou a economia mundial. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Irã exigiu que qualquer trégua duradoura se estenda ao Líbano. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu , que enfrenta eleições ainda este ano, quer prosseguir com a ofensiva de Israel até que o Hezbollah deixe de representar uma ameaça. As tropas israelenses tomaram cerca de um quinto do Líbano desde que o Hezbollah começou a lançar ataques com foguetes e drones em solidariedade ao Irã, dias após o início do conflito armado. O presidente dos EUA, Donald Trump, que enfrentou uma rara reprimenda do Congresso na quarta-feira, procurou minimizar o impasse diplomático e o fracasso dos cessar-fogos declarados em pôr fim aos combates, dizendo a repórteres que, no Oriente Médio, "um cessar-fogo é quando se atira de maneira mais moderada". Câmara dos EUA aprova resolução que limita poderes de Trump e encerra guerra contra o Irã O chefe do Hezbollah libanês, Naim Qassem, disse nesta quinta-feira (4) que, enquanto aldeias libanesas forem bombardeadas e pessoas forem mortas, o norte de Israel não estará seguro. Pacificador morto em fogo cruzado Um soldado de manutenção da paz sérvio foi morto e outros dois ficaram feridos quando um morteiro atingiu sua posição perto de Marjayoun, uma cidade de maioria cristã que tem sido palco de intensos combates, segundo a missão da ONU, conhecida como UNIFIL, e o Ministério da Defesa da Sérvia. Nenhum dos dois disse se o ataque com morteiro partiu de Israel ou do Hezbollah. A Agência Nacional de Notícias do Líbano, estatal, informou que um ataque com drone matou um motociclista e feriu quatro pessoas na vila de Maaroub. A agência também relatou ataques aéreos na vila de Sohmor, no Vale do Bekaa, no leste do Líbano, que mataram três pessoas e feriram outras. Além disso, foram noticiados ataques aéreos em outras áreas do sul do país. Não houve comentários imediatos por parte das forças armadas israelenses, que alertaram a população para não entrar em áreas do sul do Líbano onde, segundo elas, estão atacando instalações do Hezbollah. Dia dos Peacekeepers: militares e civis que atuam em missões de paz da ONU são homenageados em Brasília Ataques continuaram apesar dos cessar-fogos declarados O Hezbollah retomou seus lançamentos de foguetes dias depois de Israel e os Estados Unidos terem lançado seu ataque surpresa contra o Irã em 28 de fevereiro. Antes disso, Israel realizava ataques regulares no Líbano contra o que alegava serem alvos militantes, muitas vezes matando civis, apesar de um cessar-fogo anterior ter sido firmado em 2024. Na cidade de Sidon, no sul do país, muitos moradores reagiram ao anúncio do cessar-fogo com ceticismo, alegando que acordos anteriores não haviam conseguido deter a violência. “A cada poucos dias é anunciado um cessar-fogo, mas as pessoas continuam sendo mortas”, disse Mayada Hijazi. “Só se fala e não se age”, disse Salah Nassab. “Continuamos voltando para nossas casas e depois somos deslocados novamente, num vai e vem constante. Estamos muito cansados.” Nos últimos combates, as tropas israelenses avançaram mais no sul do Líbano do que em qualquer outro momento desde o fim da ocupação israelense, entre 1982 e 2000. Agora, ocupam cerca de um quinto do país. Mais de 3.500 pessoas foram mortas no Líbano e mais de 1,2 milhão foram deslocadas. Os combates deixaram 27 soldados israelenses e três civis mortos. O cessar-fogo resultou de negociações entre EUA, Israel e Líbano Marcelo Lins analisa pressão de Trump a Netanyahu para cessar-fogo no Líbano O último cessar-fogo declarado foi resultado de negociações mediadas pelos EUA entre Israel e o governo do Líbano, que acusa o Hezbollah de arrastar o país para a guerra e havia feito esforços para desarmá-lo antes das últimas hostilidades. O cessar-fogo não inclui oficialmente o Hezbollah e exige que as forças armadas libanesas assumam o controle das zonas de segurança no Líbano, das quais os militantes seriam proibidos de entrar. O Hezbollah afirmou que só aderirá ao cessar-fogo se Israel cessar seus ataques e iniciar a retirada do país. O presidente libanês, Joseph Aoun, afirmou na quinta-feira que o novo acordo é "a última chance de se chegar a um cessar-fogo definitivo e abrangente". Ele disse que o Líbano está pronto para implementar o acordo de quarta-feira assim que receber respostas das facções relevantes no país, incluindo o Hezbollah. Os Estados Unidos — e o próprio Trump — determinarão como e quando o acordo será implementado, declarou ele a jornalistas na quinta-feira. O acordo afirma que o Hezbollah “não é apenas um inimigo de Israel e um inimigo dos Estados Unidos, mas também um inimigo do Líbano” e exige seu desmantelamento. O governo já prometeu fazê-lo no passado, mas não possui os meios para desarmar o Hezbollah pela força. O acordo mais recente não especificou quando Israel se retiraria do sul do Líbano, mas afirmou que os EUA apoiariam o exército libanês em seus esforços para consolidar o controle em áreas onde o Hezbollah exerce poder há muito tempo. O Irã exigiu um cessar-fogo duradouro no Líbano Um general iraniano de alta patente reiterou na quinta-feira a exigência de Teerã por um cessar-fogo total no Líbano e pediu que Israel retirasse suas tropas para os locais onde estavam quando o conflito começou. Naquela época, Israel controlava cinco pontos estratégicos ao longo da fronteira. “Apoiar a resistência no Líbano é um dever de todos nós, e eliminar Israel da região é uma meta alcançável para os muçulmanos”, disse Esmail Qaani, chefe da Força Quds, unidade de elite da Guarda Revolucionária, segundo as agências de notícias semioficiais Fars e Tasnim. Com os repetidos fracassos das negociações diplomáticas, o Irã e os EUA têm trocado tiros dentro e ao redor do Estreito de Ormuz, que permanece efetivamente fechado. Antes da guerra, cerca de um quinto do petróleo e gás mundial, bem como grandes carregamentos de fertilizantes e outras mercadorias, passavam por essa estreita passagem marítima. Os EUA têm como alvo o que consideram ameaças iranianas à navegação comercial e às suas próprias forças, enquanto o Irã lançou ataques com mísseis e drones contra os países do Golfo que abrigam tropas americanas. Um ataque na quarta-feira contra um aeroporto comercial no Kuwait, também utilizado pelas forças americanas para logística e reabastecimento, matou um cidadão indiano e feriu mais de 60 pessoas, incluindo passageiros e funcionários. O Irã negou ter realizado o ataque. Fumaça sobe do sul do Líbano após ataques israelenses REUTERS/Stringer Israel e Líbano concordam em renovar cessar-fogo e criar zonas de segurança para afastar Hezbollah do sul do país
The death brings to seven the number of UNIFIL peacekeepers killed since the latest conflict erupted in March. The post Another UN peacekeeper killed in Lebanon appeared first on Vanguard News.
The country’s defence minister said the IDF will not withdraw from southern Lebanon and will not allow the ‘return of the population’ Israel and Lebanon agree to renew ceasefire as Trump seeks to overcome barriers to Iran deal The UN interim force in Lebanon (Unifil) said a peacekeeper died this morning from injuries sustained when mortar shells hit his position near Marjayoun in southern Lebanon last night. Unifil said two other peacekeepers were injured in the incident and were receiving treatment. Continue reading...
UNITED NATIONS (AP) -- The United Nations chief has proposed three options to help end the decades-old conflict between Lebanon's Iran-backed Hezbolla
The peacekeepers were recognised for their efforts in ‘protecting civilians through patrols, community engagement, veterinary camps, women's self-defence training, combating gender violence and improving humanitarian access’
The International Day of United Nations Peacekeepers is marked annually on May 29, and India is among the largest troop-contributing countries which has deployed nearly three lakh troops in more than 50 UN Peacekeeping Missions since 1948
Homenagem ao Dia Internacional dos Peacekeepers Sd Pereira Souza/CMP Militares e civis que atuam em missões de paz da Organização das Nações Unidas (ONU), os chamados peacekeepers, foram homenageados pelo Ministério da Defesa nesta sexta-feira (29). A solenidade aconteceu no batalhão do Exército Brasileiro, em Brasília. Conhecidos como "mantenedores da paz", os peacekeepers são membros das forças militares brasileiras que saem do Brasil para atuar em missões de paz em áreas de conflito em diferentes regiões do mundo. Civis também podem contribuir. O Dia Internacional dos Peacekeepers é comemorado em 29 de maio desde 2003, em referência à criação da operação das Nações Unidas para supervisão do cessar-fogo na guerra árabe-israelense, em 1948. Essa foi a primeira missão de manutenção da paz da ONU. De acordo com a ONU, as missões de paz são ferramentas eficazes para auxiliar nações anfitriãs na complexa transição do cenário de conflito para a estabilidade e a paz. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Participação de brasileiros Marinha recebe visita de avaliação da ONU, no Rio, até sexta-feira (29) O Brasil já participou de mais de 30 missões das Nações Unidas, enviando cerca de 27 mil militares ao exterior. Atualmente, militares das três Forças Armadas brasileiras integram missões de Paz da ONU. O sargento Cícero Luiz esteve em missão no 13º contingente do Haiti no ano de 2010 e destaca o quanto foi desafiador e emocionante. Em janeiro de 2010, um tremor de terra devastou a capital haitiana, Porto Príncipe. Mais de 220 mil pessoas morreram – entre as vítimas, 21 brasileiros, militares e civis, que atuavam na missão de paz pela Organização das Nações Unidas (ONU). "O sentimento de alegria de fazer parte de um contingente e ir para uma missão de paz é a maior e mais nobre missão que um militar pode cumprir", disse o sargento. Para a coronel Simone Praia – que participou da missão na República Democrática do Congo em 2022 como conselheira de gênero –, deixar a família foi uma decisão difícil, mas, ao mesmo tempo, era uma causa nobre. "Eu levei em consideração que eu me afastaria por um momento da minha família para executar uma missão de grande relevância que é contribuir de alguma forma com um país, com pessoas que enfrentam bastante dificuldade", afirmou. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
Commemorating the International Day of United Nations Peacekeepers 2026, Pakistan on Friday reaffirmed its support for UN peacekeeping missions and vowed its renewed “investment in peace”. President Asif Ali Zardari in a statement highlighted that Pakistan was host to one of the oldest UN peacekeeping missions, the United Nations Military Observer Group in India and Pakistan. “The continued presence and relevance of this Mission reaffirm the responsibility of the international community to support a just and lasting resolution of the Jammu and Kashmir dispute,” he added. President Zardari said that the work of UN peacekeepers “brings stability and hope to communities affected by conflict and displacement”. This year’s theme, “Invest in Peace”, highlights the importance of “sustained political commitment and financial support” for peace worldwide, Prime Minister Shehbaz Sharif said in his statement. On this day in 1948, the first UN peacekeeping mission commenced operations in Palestine, the premier added. Since 1960, over 235,000 Pakistanis have served on UN peacekeeping missions, which included more than 500 women peacekeepers, the prime minister said. “It is a matter of immense national pride that Pakistan today stands as the fifth-largest contributor to United Nations peacekeeping operations,” PM Shehbaz affirmed. He also paid tribute to the over 180 Pakistani peacekeepers who have lost their lives while serving on mission. Reaffirming support for the peacekeeping missions, Sharif wrote, “Our continued contribution reflects Pakistan’s enduring commitment to international peace and security, as well as to the principles of multilateralism.” ‘Contemporary war zones have transformed’: ISPR The Inter-Services Public Relations (ISPR) also paid tribute to the “invaluable contributions and ultimate sacrifices” of the UN Blue Helmets for global peace. “The Government of Pakistan and its Armed Forces reaffirm their unwavering commitment to the ideas and objectives of the United Nations Peacekeeping operations by investing in peace through a multifaceted commitment encompassing human capital, state-of-the-art training facilities, and systemic capacity building,” ISPR said. The ISPR noted that since 1960, over 237,000 Pakistani peacekeepers have served on UN missions, putting the number of those who have lost their lives during service at 183. Currently, Pakistani peacekeepers are deployed in Congo, South Sudan and the Central African Republic, according to ISPR. ISPR also highlighted the hybrid threats in today’s “unstable, complex and asymmetric” war zones, including cybersecurity risks, digital misinformation campaigns, political fracturing and climate-induced humanitarian emergencies. ISPR added that the theme “Invest in Peace” highlighted “a critical paradigm shift from reactive conflict management to proactive peace preservation”.