St. Petersburg amusement park debuts ‘Oreshnik’ ride named after Russian missile
An amusement park on Krestovsky Island in St. Petersburg has opened a ride called “Oreshnik,” the Telegram channel Khroniki.Media reported. The park is Divo Ostrov.
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An amusement park on Krestovsky Island in St. Petersburg has opened a ride called “Oreshnik,” the Telegram channel Khroniki.Media reported. The park is Divo Ostrov.
The "Oreshnik" ride, named after a nuclear-capable hypersonic missile, at an amusement park in Russia.
"This analysis was necessary for developing a more targeted strike policy against the enemy, including the destruction of critical military and government control facilities, as well as infrastructure in urban Ukraine," Igor Korotchenko said
ST PETERSBURG, Russia, June 5 - A Russian amusement park in St Petersburg has named one of its rides the \"Oreshnik\", after a nuclear-capable hypersonic missile that Moscow has fired three times at Ukraine.
According to the head of state, Russian troops are advancing along the entire line of contact, while the Ukrainian armed forces are catastrophically short of personnel
Russian President Vladimir Putin claimed on Thursday that a failed strike with an intermediate-range ballistic missile on a Russian-occupied city in eastern Ukraine on May 23 was actually 'experimental.'
President Vladimir Putin said the “Oreshnik” missile strikes Russia’s army has carried out against Ukraine have not constituted combat use of the weapon. “We struck where it was convenient to observe the result,” Putin told journalists at the St. Petersburg International Economic Forum.
O presidente russo Vladimir Putin conversa com representantes de agências de notícias internacionais durante o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, na Rússia. AP/Dmitri Lovetsky O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta quinta-feira (4) que a Rússia vai reforçar seus sistemas de defesa aérea para conter os recentes ataques de drones da Ucrânia, que têm alcançado áreas profundas do território russo. Respondendo a uma pergunta da Associated Press durante um encontro com chefes de agências internacionais de notícias, Putin reconheceu os danos causados pelos ataques ucranianos. "Infelizmente, alguns deles conseguem passar", disse o presidente sobre os drones que atingiram sua cidade natal, São Petersburgo. "A Rússia tem um sistema de defesa aérea. Precisamos melhorá-lo, fortalecê-lo, e faremos isso." A entrevista ocorreu paralelamente ao Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, evento anual usado por Putin para atrair investimentos. Horas antes da abertura do fórum, na quarta-feira (3), um ataque de drones ucranianos provocou um incêndio em um terminal de petróleo da cidade e atingiu uma base naval próxima. Putin também afirmou que a Rússia continua aberta a um acordo sobre a guerra na Ucrânia, desde que siga os entendimentos alcançados durante sua reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Anchorage, no Alasca. Segundo ele, a Ucrânia precisaria aceitar esses termos para que um acordo seja fechado. Agora no g1 Putin descarta mediação da União Europeia O presidente russo rejeitou a ideia de que países da União Europeia possam atuar como mediadores nas negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, alegando que eles não são partes neutras. "A mediação pressupõe neutralidade. Onde está a neutralidade aqui?", questionou. Putin acrescentou que eventuais mediadores precisam contar com a confiança dos dois lados. "Como a Rússia pode confiar em pessoas que passaram anos defendendo a necessidade de impor uma derrota estratégica ao país?", afirmou. Ao comentar o uso do míssil balístico de alcance intermediário Oreshnik, Putin disse que a arma foi lançada contra alvos que permitiram testar sua capacidade e precisão antes de ser utilizada contra objetivos próximos a áreas habitadas. "Atacamos uma região onde era conveniente observar os resultados", declarou. "Isso foi importante para decidir sobre o uso em larga escala do Oreshnik contra alvos definidos, inclusive em áreas povoadas." O presidente também reforçou seu objetivo de controlar toda a região de Donetsk, no leste da Ucrânia. Segundo ele, cerca de 15% do território da região continua sob controle ucraniano. Putin afirmou ainda que o "patriotismo e a determinação do povo russo" garantirão o alcance dos objetivos estabelecidos por Moscou na guerra. "As tropas russas estão avançando ao longo de toda a linha de frente", disse. Uma coluna de fumaça preta é vista sobre o porto de São Petersburgo, na Rússia, na quarta-feira, 3 de junho de 2026, após um ataque de drone ucraniano. AP Ataques de drones afetam fórum em São Petersburgo O ataque de drones ocorrido na quarta-feira atingiu a base naval de Kronstadt e um terminal de petróleo próximo, provocando uma grande coluna de fumaça preta sobre a segunda maior cidade da Rússia. O episódio representou mais um constrangimento para os esforços do Kremlin de minimizar os impactos da guerra, iniciada há quatro anos, e apresentá-la como um conflito distante da vida cotidiana dos russos. O ataque também evidenciou a crescente capacidade da Ucrânia de atingir alvos em profundidade no território russo e expôs vulnerabilidades nas cidades do país. Dezenas de voos sofreram atrasos ou foram desviados no aeroporto de São Petersburgo. As autoridades também interromperam temporariamente o serviço de internet móvel na tentativa de dificultar novos ataques. Putin já havia reduzido a escala do tradicional desfile do Dia da Vitória, realizado em 9 de maio, por temor de ataques de drones. Dias depois, uma ofensiva aérea de grande escala contra os arredores de Moscou matou três pessoas e expôs fragilidades na proteção da capital. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que as forças russas estão aumentando a pressão militar sobre a Ucrânia para evitar novos ataques desse tipo. Na terça-feira (2), a Rússia lançou centenas de drones e dezenas de mísseis contra Kiev e outras cidades ucranianas, em ataques que deixaram mortos.
Russian ruler Vladimir Putin has stated that the Oreshnik was fired against Ukraine to observe how the warheads were dispersed, claiming this will inform future decisions on full-scale use of the missile.
Vladimir Putin has stepped up Moscow's aerial campaign against Ukraine, with Russian forces recently launching a powerful hypersonic Oreshnik ballistic missile for only the third time in the four-year war.
Russia fired its Oreshnik missile at Ukraine on Sunday from a remote range. Residents of the nearby town say the consequences have been limited.
The Oreshnik, which Russia first used against Ukraine in 2024, is a nuclear-capable missile with a range of over 5,000 kilometers.
Debris recovered from the small number of Oreshnik missiles fired by Russia during its war in Ukraine has helped Kyiv to learn more about the weapon - and to question some of the hype around it.
KYIV, May 29 - A Russian Oreshnik missile fired at Ukraine in January appears to have been made nine years ago and contains only Russian and Belarusian components, Ukrainian experts said on Friday after examining fragments of a weapon Russia says is a game-changer.
Momento do lançamento do míssil russo balístico intercontinental Sarmat, durante teste final, em 12 de maio de 2026. Reprodução/ g1 O Ministério da Defesa da Romênia afirmou nesta sexta-feira (29) que um drone russo atingiu um prédio residencial em seu território e deixou dois feridos na cidade de Galati, perto da fronteira com a Ucrânia. "Na noite de 28 para 29 de maio, a Federação Russa retomou seus ataques com drones contra alvos civis e infraestrutura na Ucrânia, perto da fronteira fluvial com a Romênia. Um desses drones penetrou no espaço aéreo romeno", disse a pasta em comunicado. O aparelho "foi rastreado por radar até a parte sul da cidade de Galati e depois se chocou contra o telhado de um edifício residencial, o que provocou um incêndio no momento do impacto", acrescentou. Várias incursões de drones vêm sendo detectadas na Romênia desde o início da ofensiva russa contra a Ucrânia, em fevereiro de 2022, mas esta é a primeira vez que um desses dispositivos se choca contra um prédio residencial. Agora no g1 Quando as aeronaves não tripuladas foram detectadas perto do espaço aéreo romeno, dois caças F-16 decolaram da base aérea de Fetesti, no leste do país, e "entraram em combate com os alvos", acrescentou o ministério. A Ucrânia ativou um alerta aéreo nacional na madrugada desta sexta-feira (29), diante da possibilidade de novos ataques russos. Kiev em alerta Na segunda-feira (25), a Rússia afirmou que planejava lançar novos bombardeios contra Kiev e reiterou o apelo para que estrangeiros e diplomatas abandonem a cidade, um alerta que o ministro das Relações Exteriores transmitiu ao chefe da diplomacia americana, Marco Rubio. "O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, manteve uma conversa telefônica com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio", informou a chancelaria russa em comunicado. "Lavrov chamou a atenção para um comunicado do Ministério das Relações Exteriores da Rússia de 25 de maio, no qual se recomendava aos Estados Unidos, juntamente com outros Estados com missões em Kiev, que garantissem a remoção de seu corpo diplomático e de outros cidadãos da capital ucraniana", acrescentou. A Rússia lançou dezenas de drones e mísseis contra a Ucrânia durante o fim de semana, causando a morte de quatro pessoas, deixando dezenas de feridos e provocando danos em toda a capital ucraniana. Entre as armas utilizadas, a Rússia empregou um míssil hipersônico Oreshnik, que, segundo Moscou, pode viajar a dez vezes a velocidade do som e tem capacidade para transportar ogivas nucleares. Como é o Oreshnik, sistema russo de mísseis hipersônicos com capacidade nuclear usado em ataque contra a Ucrânia Arte/g1 A ofensiva ocorreu dias depois de Moscou acusar Kiev de atacar uma escola profissionalizante na região ucraniana de Lugansk, ocupada pela Rússia, causando a morte de 21 pessoas. O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou que seu Exército respondesse a esse ataque. A Rússia já havia pedido a cidadãos estrangeiros e diplomatas que deixassem Kiev no início deste mês, quando ameaçou lançar ataques massivos contra o centro da cidade se a Ucrânia perturbasse um desfile militar na Praça Vermelha. *Com informações da France Press.
Country: Ukraine Source: UN Department of Political and Peacebuilding Affairs Delayed diplomacy in Ukraine deepens the threat to regional and international peace and security, ASG Khiari warns | United Nations Peace Operations Mr. President, As the Secretary-General just stated, today’s meeting takes place against the backdrop of an alarming escalation of the war in Ukraine. On the night of 23 to 24 May, the armed forces of the Russian Federation launched a massive strike across Ukraine, reportedly deploying as many as 90 long-range missiles and 600 drones. Among the weapons used was the so-called “Oreshnik” intermediate-range ballistic missile, which targeted the city of Bila Tserkva in central Ukraine. This marks the third known instance of the use of this weapon by the Russian Federation in Ukraine. At least five people were reported killed and at least 112 others injured across Ukraine, with the heaviest toll in Kyiv. The city’s more than two million residents endured over seven hours of explosions, impacting dozens of residential buildings. According to UNESCO, more than 30 cultural sites were reportedly damaged in this latest wave of attacks. The diplomatic residence of the Albanian Ambassador, and a compound housing the United Nations Resident Coordinator and several UN agencies, were impacted by falling debris from strikes in central Kyiv. Fortunately, no UN staff members were injured. Attacks continued into this week, impacting civilians across southern and eastern Ukraine. Russian Federation authorities have also reported rising civilian casualties from alleged Ukrainian strikes. On 25 May, two civilians were reportedly killed in the Belgorod and Bryansk regions. Mr. President, We remain deeply concerned over the recent announcement by the Russian Federation of plans to conduct, and I quote, “consistent and systemic strikes against Ukrainian defense enterprises in Kyiv – as well as against decision-making centres and command posts”, end of quote. This announcement followed reports of a Ukrainian drone attack on a college building and dormitory in the Ukrainian city of Starobilsk that is presently occupied by the Russian Federation. We strongly condemn all attacks on civilians and civilian infrastructure. Such attacks, wherever they occur, violate international humanitarian law. They must cease immediately. Civilians must be protected. Mr. President, The United Nations and our humanitarian partners continue to operate under extremely dangerous conditions to reach civilians in need. In the past two weeks, United Nations humanitarian personnel, humanitarian partners, and assets, have come under attack on five occasions. This is unacceptable. Humanitarian personnel and clearly marked humanitarian missions must be protected at all times in accordance with international humanitarian law. The United Nations stands ready to work with both sides to ensure safe, sustained and unimpeded humanitarian access to communities in need, wherever they may be. Despite the challenging conditions, the United Nations continues to support recovery and reconstruction efforts, as well as human rights monitoring and advocacy. The United Nations is also focused on efforts to facilitate the safe return of deported and forcibly transferred Ukrainian children, including through the Secretary-General’s Special Representative for Children in Armed Conflict. Mr. President, In its fifth year, Russian Federation’s full-scale invasion of Ukraine continues to exact a profound toll – disrupting global trade and economy, deepening regional and international divisions, and eroding trust in the multilateral system. With each passing day diplomacy is delayed, the threat to regional and international peace and security deepens. An urgent return to dialogue and negotiations remains imperative. The United Nations will continue to fully support all meaningful efforts to that end. Thank you.
During Russia's massive overnight attack on May 24, Russian forces likely launched not one but two Oreshnik intermediate-range ballistic missiles (IRBMs) against Ukraine, although one of them apparently crashed in Russian-occupied territory in the Donetsk region due to a technical malfunction.
Alexander Volfovich noted that the deployment of Russian tactical nuclear weapons and Oreshnik missile systems in Belarus had contributed to strengthening strategic deterrence measures within the Union State
The Russian Security Council secretary noted that this effect should be regularly reinforced
Ukraine came under a massive Russian drone and missile barrage on Sunday that included an Oreshnik ballistic missile.