McDonald’s worker suffers severe burns on face and body after coworker throws hot oil on him
A California McDonald’s employee suffered burns across his face, neck, arm and back after his colleague allegedly threw hot oil on him.
"MCDONALD" · 총 45건
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A California McDonald’s employee suffered burns across his face, neck, arm and back after his colleague allegedly threw hot oil on him.
A fundraiser for the injured McDonald’s manager has raised over $100,000 over the past two weeks
"Why would he do this to me?" he asked his mother.
Jacob Smith, 20, was working as a McDonald's manager when a coworker Jalani Bluett allegedly tossed burning hot oil over him.
Jacob Smith, 20, suffered third-degree burns to his face, neck, hands and shoulders.
The gray sedan was speeding near the Golden Arches at Bruckner Boulevard and Morrison Avenue when it jumped a median lined with large rocks -- launching the car into the air and into the restaurant's wall, just feet from the order window.
The technology, nicknamed “Archy,” is currently being tested at five US locations.
Brendan Banfield durante o julgamento por duplo homicídio, em janeiro de 2026. AP/Tom Brenner/Arquivo Um homem do estado da Virgínia, nos Estados Unidos, que mantinha um relacionamento extraconjugal com a babá brasileira da família, Juliana Peres Magalhães, deve ser sentenciado nesta sexta-feira (5) pelo assassinato da esposa e de um homem atraído para a casa do casal para servir como bode expiatório do crime. Brendan Banfield, ex-agente de investigação ligado à Receita Federal dos EUA (IRS), alegou ter matado Joseph Ryan após surpreendê-lo atacando sua esposa na manhã de 24 de fevereiro de 2023. Juliana Magalhães se declarou culpada por homicídio culposo após concordar em testemunhar contra Banfield. Depois do julgamento dele, ela foi condenada a 10 anos de prisão. Os promotores afirmam que Banfield e Juliana armaram uma emboscada para Ryan como parte de um plano para se livrar de Christine Banfield, enfermeira especializada em terapia intensiva pediátrica. LEIA TAMBÉM: Site de sadomasoquismo e treino de tiro: a confissão da babá brasileira que participou do assassinato da patroa pelo próprio marido Agora no g1 Banfield pode ser condenado à prisão perpétua. Além das acusações de homicídio, ele foi considerado culpado por um júri, em fevereiro, por colocar uma criança em perigo, já que a filha do casal, então com 4 anos, estava na residência durante os assassinatos. Durante o julgamento, Juliana Magalhães afirmou que Banfield dizia querer se casar com ela e ter filhos, mas que antes precisava “se livrar” da esposa. Segundo a brasileira, ele não queria se divorciar porque acreditava que a mulher ficaria com mais dinheiro do que ele e porque desejava obter a guarda da filha. Juliana tinha 21 anos quando começou a trabalhar para a família Banfield, em 2021. Ela contou aos jurados que os dois se passaram por Christine Banfield em um site voltado a fetiches sexuais. Por meio da plataforma, atraíram Ryan para a casa da família, em Herndon, na Virgínia, sob o pretexto de um encontro sexual envolvendo uma faca. Juliana Peres Magalhães filmada no dia em que o assassinato aconteceu em uma mansão dos EUA AP/Fairfex County Police De acordo com o depoimento, o objetivo era fazer parecer que Ryan era um invasor violento que havia entrado na residência. Juliana afirmou que, no dia dos crimes, esperou em um carro do lado de fora da casa com a filha dos Banfield. Quando Ryan chegou, ela ligou para Brendan Banfield, que aguardava em um restaurante McDonald's próximo. Os dois levaram a criança para o porão e, em seguida, foram até o quarto, onde encontraram Ryan. Segundo o relato, Banfield atirou em Ryan e depois esfaqueou Christine Banfield com a faca que o homem havia levado ao encontro. Ao perceber que Ryan ainda se movia, Juliana efetuou um segundo disparo, que o matou.
Site rastreia jatos de super-ricos para 'prever o apocalipse' Unsplash/Niklas Jonasson A ideia é simples, talvez óbvia. Se o fim do mundo estiver se aproximando – ou ao menos um ataque nuclear ou uma crise civilizatória –, os super-ricos provavelmente ficarão sabendo antes. Não por fazerem parte de uma conspiração, mas porque costumam estar mais próximos dos centros onde circula informação estratégica. Se eles souberem, subirão em seus jatos particulares. E, se todos subirem ao mesmo tempo, os dados vão mostrar isso. Essa foi a intuição de Kyle McDonald, programador e artista de Los Angeles, nos EUA, que levou a ideia para a era dos dados e da aviação privada. O resultado é seu Sistema de Alerta Precoce do Apocalipse, um rastreador de movimentos de jatos privados no mundo todo, que McDonald interpreta como um possível sinal de inquietação – ou até de pânico – entre as elites globais. "Se uma catástrofe global de verdade estivesse para acontecer, seus amigos provavelmente ficariam sabendo primeiro", escreveu McDonald ao portal de tecnologia Business Insider. Agora no g1 Como funciona o rastreador de jatos privados Segundo a revista Vice, o sistema monitora uma rede mundial de receptores de rádio que captam sinais ADS-B – os mesmos que transmitem em tempo real a posição, velocidade e altitude das aeronaves – e filtra esses dados para identificar cerca de 11 mil jatos privados e de fretamento. Em seguida, compara quantos desses aviões estão no ar a cada momento com uma linha de base histórica, que leva em conta padrões diários, semanais e até feriados. Dessa comparação surge uma escala de alerta de 1 a 5. O nível 1 corresponde a um dia normal, enquanto o nível 5 indica uma atividade aérea superior a qualquer outro momento registrado no ano anterior. Se o número dispara repentinamente – mais de cinco desvios padrão acima da média –, o sistema pode enviar alertas automáticos por Telegram, e-mail ou mensagem de texto. A origem: uma ameaça de Trump e a ansiedade nuclear A iniciativa, no entanto, não nasceu de uma curiosidade acadêmica, mas da ansiedade. McDonald conta que tudo começou a tomar forma depois de ler a recente ameaça contra o Irã por Donald Trump, na qual o presidente dos Estados Unidos advertia que uma "civilização inteira" poderia desaparecer caso não fosse alcançado um cessar-fogo. A declaração o levou a se perguntar quem teria acesso a informações críticas antes do restante da população. Afinal, pessoas próximas ao poder já se beneficiaram, em outras ocasiões, de informações privilegiadas em áreas como mercados de previsão, política ou criptomoedas. Se isso acontece em questões econômicas ou geopolíticas, por que não aconteceria também diante de uma ameaça verdadeiramente existencial? Sistema de Alerta Precoce do Apocalipse. Reprodução Depois de concluir o modelo, ele decidiu testá-lo, analisando dados históricos em busca dos maiores picos de atividade. O resultado o surpreendeu. O aumento mais pronunciado registrado até agora ocorreu em 6 de abril, o mesmo dia em que o Irã lançou uma ofensiva em larga escala contra alvos americanos e israelenses. "Isso me perturbou", escreveu na Business Insider. "Lembro de ter pensado: 'Meu Deus, é real'." Ainda assim, McDonald insiste que seu rastreador está longe de ser um detector científico do apocalipse. Um nível 5 pode ser acionado por motivos perfeitamente banais, como as férias de Natal ou grandes eventos políticos que envolvem deslocamentos em massa de ricos. Mas ele sustenta que o simples fato de padrões reconhecíveis surgirem já levanta questões interessantes sobre como as elites reagem a situações de incerteza. Arte, vigilância e vibe coding McDonald tem 25 anos como programador. Mas, no último ano e meio, trabalha constantemente com inteligência artificial. O rastreador foi construído por meio do chamado vibe coding, uma técnica cada vez mais popular em que o desenvolvedor orienta a IA com instruções, e ela escreve grande parte do código. Metade da sua renda vem de consultoria para empresas de tecnologia e artistas. A outra metade, de exposições na Europa e no Leste Asiático. Ele se paga um salário anual de 60 mil dólares (cerca de R$ 305 mil) – modesto para a sua vida em Los Angeles, segundo ele – e reinveste o restante em seus projetos. O rastreador também gera alguma receita: cerca de 2,5 mil pessoas se inscreveram, a maioria gratuitamente via Telegram, e outras pagam cinco dólares por ano para receber alertas por SMS ou e-mail. "O que me fascina é que as pessoas basicamente me pagam cinco dólares por ano pela possibilidade de não receber uma mensagem de texto", escreveu. "Isso me parece uma intervenção conceitual, uma obra de arte e um serviço de software, tudo ao mesmo tempo." Este não é seu primeiro projeto na fronteira entre vigilância e ativismo. Antes, ele construiu aplicativos para rastrear helicópteros do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) – e descobriu, afirma, que a polícia frequentemente ocultava a identidade de suas aeronaves. Mais recentemente, desenvolveu ferramentas de reconhecimento facial para identificar agentes das forças de segurança, projetos que lhe renderam cobertura midiática, críticas e até ameaças de morte. O fio condutor, diz ele, é inverter a lógica da vigilância: usá-la para escrutinar o poder, e não o cidadão. Os movimentos das elites como sinal social De acordo com o The Washington Post, McDonald dialoga com as reflexões do escritor Douglas Rushkoff, que há anos estuda a obsessão de alguns bilionários em se preparar para o colapso social. No livro Survival of the Richest (A Sobrevivência dos Mais Ricos), Rushkoff documentou como muitos ultrarricos não apenas constroem bunkers, mas também transformam propriedades existentes em refúgios autossuficientes, preparados para cenários extremos. Sob a perspectiva do autor, o rastreador de McDonald seria menos um detector de catástrofes e mais um termômetro do medo das elites. E esse medo não surge no vácuo. A própria possibilidade de que alguns consigam escapar enquanto a maioria não tem essa opção remete a uma questão mais profunda: a crescente concentração de riqueza e poder. Apesar da gravidade do pano de fundo, McDonald prefere tratar o tema com humor, em vez de solenidade. Ele não pretende oferecer respostas grandiosas. Basta-lhe que as pessoas vejam o projeto, deem uma risada e reconheçam o absurdo da situação. Ex-chefe do WhatsApp no Brasil cria ONG para denúncias contra big techs Óculos inteligentes viram febre em pegadinhas nas redes com exposição de terceiros
Exclusive: For Chakota Nelson, 16, ‘the message from management wasn't 'I'm Lovin' It.' It was, 'We're Ignoring It,’ attorney David Keesling told The Independent
The fast-food chain is offering nine soccer star cups with its adult meal and 23 Squishmallows plushies with its Happy Meal
Larry McDonald warns that investors are piling into tech stocks thinking it’s the “safe trade,” but should be thining about hard assets instead.
SYDNEY, June 3 — A Frenchman was found still enjoying his McDonald’s meal when police detained him today for...
Police allegedly found a 21-year-old man in the driver's seat eating the McDonald's meal which he was supposed to deliver.
The global campaign includes six collectible cups featuring football stars such as David Beckham and Thierry Henry, 12 Squishmallows plush toys and a limited-edition football kit.