Un dron marino causa una gran explosión en el mayor puerto de Rumania
El Ministerio de Defensa rumano identifica el aparato como uno de los utilizados en la guerra de Ucrania. Kiev acusa a Rusia del suceso
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El Ministerio de Defensa rumano identifica el aparato como uno de los utilizados en la guerra de Ucrania. Kiev acusa a Rusia del suceso
Al jaren deden op een lyceum in Rome geruchten de ronde over het bestaan van geheimzinnige ondergrondse ruimtes. Nu blijkt het ook waar te zijn: onder een gymzaal van de middelbare school, is een oude villa uit de Romeinse tijd gevonden, ook wel een domus genoemd. De stadswoning voor welgestelde Romeinen uit de tweede eeuw na Christus bevindt zich op een steenworp afstand van het Colosseum. Begin dit jaar begonnen de opgravingen, vorige week werden de ruimtes gepresenteerd. Het monument ligt volgens Italiaanse archeologen in een gebied waar grote Romeinse figuren als Augustus, Cicero en Pompeius woonden maar waar weinig over bekend is. Veel archeologische vondsten zijn verloren gegaan of raakten beschadigd doordat boven op de oude lagen werd gebouwd. Bezetting Leerlingen van het lyceum ontdekten de ruimtes per toeval. "Tien jaar geleden vertelde een student me het verhaal al, maar ik besteedde er niet al te veel aandacht aan", zegt Claudia Marino, docent geschiedenis en Latijn aan het Camillo Cavour Lyceum. Toen de leerlingen zes jaar geleden bij een protest de school hadden bezet, vertelden ze aan Marino dat er "echt iets onder de grond" lag. Samen met collega's nam de docent een kijkje in de kelder en stuitten ze op een ijzeren deur. "We vonden de sleutel en gingen naar binnen, het bleek een oude stookruimte. Daarachter waren oude Romeinse muren en een ruimte waar we ons doorheen wurmden, en toen bevonden we ons in de villa." De muren zijn versierd met fresco's die vrijwel intact zijn gebleven, zegt de school op zijn website. Ook zijn er op een aantal muren graffiti gespoten, waaruit blijkt dat sommige mensen al langer van de ruimtes afwisten. Wat de vondst ook bijzonder maakt is dat archeologen weten wie er 1800 jaar geleden in de domus woonden. Op de plek werden bij opgravingen in de 19e eeuw een loden pijp met daarop de namen van de bewoners ontdekt. Volgens archeologen waren ze lid van de Samnitische familie Umbrius. De Samnieten kwamen oorspronkelijk uit de buurt van Pompeï en verzetten zich lange tijd tegen de Romeinen. Archeologen hebben maar een deel van de domus opgegraven en er zijn plannen om de grond onder het lyceum verder te onderzoeken. De school en de archeologen willen de ondergrondse ruimte voor het publiek openstellen, waarbij de leerlingen rondleidingen zullen geven.
Pombos se orientam com ajuda de 'bússola' no fígado que detecta o campo magnético da Terra Adobe Stock Faça chuva ou faça sol, seja dia ou noite, pombos treinados sempre encontram o caminho de volta para casa – mesmo quando são soltos a uma distância de quase mil quilômetros. É uma habilidade que foi útil aos humanos por muito tempo. E há cerca de um século, a ciência sabe que essa façanha tem a ver com a capacidade dessas aves de perceber o campo magnético. Mas como isso acontecia exatamente ainda era um mistério. Um novo estudo, publicado na revista Science por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Bonn e do Instituto Max Planck de Comportamento Animal, revela que uma parte central do segredo da orientação por campos magnéticos pode estar no fígado das aves. Conhecidas como macrófagos, essas células imunológicas do fígado decompõem os glóbulos vermelhos envelhecidos e, como parte desse processo, acumulam ferro, o que lhes confere propriedades quânticas que permitem detectar o magnetismo terrestre, guiando-as durante o voo como uma espécie de bússola interna. Os pesquisadores demonstraram que, quando essas células imunológicas do fígado estão comprometidas, os pombos tinham dificuldade para voltar para casa. Empresa russa anuncia ‘biodrones’ com pombos guiados por chip cerebral "Foi uma grande surpresa constatarmos que essas células imunológicas atuam como sensores de campos magnéticos. Nossos resultados revelam um mecanismo até agora desconhecido para a percepção magnética nos animais", afirma um dos autores, Christian Kurts, diretor do Instituto de Medicina Molecular e Imunologia do Hospital Universitário de Bonn, na Alemanha. Teorias divergentes Os cientistas sabem há décadas que aves migratórias e pombos-correios se orientam em parte pelo campo magnético da Terra, mas a forma exata como o percebem ainda era um mistério. Teorias divergentes sugeriam que as aves poderiam ver os campos magnéticos por meio de moléculas sensíveis à luz nos olhos ou detectá-los por meio de partículas magnéticas no bico, mas nenhuma delas havia apresentado evidências convincentes. Para encontrar as células magnéticas nos pombos, os autores do estudo da Science utilizaram duas técnicas: uma de "magnetometria de amostra vibrante" e outra de "separação de células magnéticas". Com elas, examinaram os órgãos nos quais suspeitavam haver capacidade de detecção magnética: os olhos, o bico e o cérebro. Além disso, decidiram examinar também o fígado e o baço, já que os dois decompõem os glóbulos vermelhos e, portanto, armazenam muito ferro no organismo. De fato, entre todos os tecidos analisados, o fígado apresentou a maior concentração de ferro, confirmando a hipótese dos pesquisadores de que o órgão tinha a resposta magnética mais forte. "O ferro se cristaliza em nanopartículas de óxido, o que torna as células reativas aos campos magnéticos", explica um dos autores, Ulf Wiedwald, pesquisador da Universidade de Duisburg-Essen, na Alemanha. Por que tanta gente odeia pombos? Como a "bússola" funciona na prática Uma análise mais detalhada identificou os macrófagos do fígado como as células responsáveis pelo mecanismo de orientação das pombas. A equipe de ornitólogos realizou experimentos com aves treinadas para retornar de distâncias superiores a 20 quilômetros até seu pombal, a fim de verificar se essas células são determinantes na orientação das aves. Os pesquisadores observaram que pombos com os macrófagos removidos perderam completamente o sentido de orientação em dias nublados, quando o sol estava encoberto. No entanto, quando o sol estava visível, esses pombos conseguiam se orientar um pouco melhor para voltar para casa, provavelmente utilizando sinais solares, indicam os autores. Quanto ao processo de comunicação com o cérebro, os cientistas constataram que os macrófagos ricos em ferro estão localizados próximos às fibras nervosas, o que pode explicar como a informação magnética chega ao cérebro. "Essas descobertas fornecem a primeira evidência científica concreta de como o campo magnético da Terra pode ser percebido dentro do corpo e transmitido ao cérebro para orientar o movimento", afirma Clivia Lisowski, também autora do estudo e pesquisadora do Hospital Universitário de Bonn. Os autores destacam que, além das aves, esses achados podem ter implicações para animais como tubarões, que se orientam sem necessidade de luz. "É possível que outros animais, e talvez até os seres humanos, respondam aos campos magnéticos de maneiras que ainda não compreendemos", pontua Lisowski. Habilidades dos pombos-correios são exploradas há milênios Não está claro quando ou como tudo começou, mas os humanos utilizam as habilidades de orientação dos pombos desde a Antiguidade. As aves e suas capacidades de navegação aparecem em diversas culturas antigas, seja na história da Arca de Noé ou na mitologia grega, onde eram retratadas como mensageiras divinas que ligavam o céu à terra. Os gregos antigos usavam pombos para transmitir notícias de vencedores olímpicos e de vitórias em batalhas. Os romanos utilizaram uma rede de pombos para acelerar a comunicação em seu vasto império militar. Mesmo em períodos mais modernos, quando a tecnologia começou a tomar seus postos, a utilidade dos pombos perdurou. Eles ajudaram a criar a agência de notícias Reuters. Em 1850, Julius Reuter, na Bélgica, utilizou pombos para transportar notícias e preços de ações entre Bruxelas e Aachen, na Alemanha, pois esse ainda era o meio mais rápido disponível. Os pombos levavam mensagens da linha de frente até os postos de comando na Primeira Guerra Mundial e eram considerados alvos legítimos para atiradores de elite. Na Segunda Guerra Mundial, a subseção pouco conhecida MI14(d), da inteligência militar britânica, conduziu a Operação Columba, nomeada a partir do nome científico dessas aves. Mais de 16 mil pombos, anteriormente usados por entusiastas de esportes amadores, foram lançados de paraquedas em recipientes sobre a França ocupada e outros países próximos. Os moradores eram incentivados a preencher um questionário que acompanhava o envio, com informações sobre a força e os movimentos das tropas alemãs, além de outros dados sobre a região. Em seguida, poderiam soltar a ave para levar as informações de volta à Grã-Bretanha. A operação reuniu dados úteis sobre locais de guarnições alemãs, abrigos de submarinos e defesas costeiras contra invasões, entre outros aspectos.
O capitão Islam, do navio Banglar Joyjatra (segundo da direita para a esquerda, na primeira fila), e o engenheiro-chefe Rashedul Hasan (à esquerda do capitão) gravam um vídeo para elevar o moral da tripulação RASHEDUL HASAN via BBC Às vezes, o mar está tão calmo que o capitão Hassan Khan (nome fictício) chega a esquecer que o seu navio está parado há três meses no meio de uma zona de guerra. "É estranho ver tudo aparentemente normal do lado de fora quando ninguém aqui dentro consegue ficar tranquilo", diz o marinheiro paquistanês, que prefere não revelar o nome verdadeiro. Mas a normalidade é só aparente. Khan e outros 20 mil marinheiros estão presos no estreito de Ormuz ou em áreas próximas desde 28 de fevereiro, por causa da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã. O que antes era uma das rotas marítimas mais movimentadas do mundo, por onde passava um quinto do petróleo e gás consumidos globalmente, agora está praticamente tudo parado, enquanto mísseis cruzam o céu e minas são espalhadas debaixo d'água. Mesmo assim, a tripulação no navio capitaneado por Khan tenta manter a rotina de trabalho. No entanto, ninguém quer deixar o navio nas raras ocasiões em que é permitido desembarcar. As conversas descontraídas deram lugar a um silêncio tenso, quebrado apenas pelo barulho dos celulares. Qualquer som assusta a tripulação, até durante o sono. "O estresse não sai da cabeça", afirma Khan. "Todo mundo está exausto, física e mentalmente." Travessias e abastecimento Segundo a Organização Marítima Internacional (OMI), 1.600 navios estão presos no estreito de Ormuz BBC Mesmo sem considerar o risco representado por mísseis e minas, os 1.600 navios que, segundo a Organização Marítima Internacional (OMI), estão presos no estreito de Ormuz não conseguem partir. Dias após o início da guerra, o Irã fechou a estreita passagem marítima, a única saída do Golfo, e passou a impedir travessias sem autorização expressa do país. "É como se estivéssemos presos em uma lagoa. Só existe uma saída, e ela é Ormuz", explica outro marinheiro, o capitão Shafiqul Islam. Islam, cujo navio Banglar Joyjatra, de bandeira de Bangladesh, transporta cerca de 37 mil toneladas de fertilizante com destino à África do Sul, tentou deixar a região duas vezes nos últimos meses. As duas tentativas fracassaram. Após o anúncio de um cessar-fogo em 8 de abril, Islam soube que outro navio havia recebido autorização da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) para atravessar o estreito. Ele então conduziu a sua embarcação em direção à passagem estratégica junto com outros quatro navios. Pouco depois, receberam ordens para não seguir viagem. Nove dias depois, Islam tentou novamente, após o Irã afirmar que o estreito estaria "completamente aberto" para embarcações comerciais, em linha com o cessar-fogo entre Israel e Líbano (que passou a ser atacado por Israel porque o Hezbollah, que atua em território libanês, reagiu aos ataques americanos e israelenses ao aliado Irã). Mas o Irã voltou atrás rapidamente depois que os EUA mantiveram o bloqueio aos portos iranianos. Naquele momento, o navio de Islam já estava a menos de 55 km do estreito. Sem alternativa, ele precisou mudar de rota enquanto alertas sobre possíveis ataques continuavam ecoando pelo rádio. Navios mudaram de porto ou permaneceram ancorados em áreas do Golfo consideradas mais seguras. Mas o abastecimento de comida e água se tornou uma preocupação cada vez mais urgente. Ainda é possível repor suprimentos sem necessariamente entrar em portos, já que a região do Golfo, especialmente áreas próximas a Dubai, Abu Dhabi e Kuwait, possui serviços de abastecimento bem estruturados. Mas as entregas se tornaram imprevisíveis. Entre os itens essenciais, o preço da água foi o que mais subiu, afirma Rashedul Hasan, engenheiro-chefe do navio Banglar Joyjatra. "Compramos cerca de 180 toneladas de água para o navio há dois dias. Antes, isso custava entre US$ 1.500 e US$ 2.000 (entre R$ 8,1 mil e R$ 10,8 mil). Agora, estamos pagando US$ 11 mil (cerca de R$ 59,5 mil)." "Também parece que alguns fornecedores de comida e água estão tentando se aproveitar da situação para lucrar excessivamente", afirma um marinheiro sul-coreano que preferiu não se identificar. Ele está em outro navio. Os navios retidos precisarão de ainda mais água com a chegada do verão. A temperatura do ar já ultrapassou os 30°C em maio e pode chegar a 45°C. No navio de Khan, eles "ainda têm comida e água, mas as coisas agora são mais simples". Segundo ele, ainda é possível conseguir carne bovina e frango, mas verduras e lentilhas estão escassas. Morte e diplomacia Irã divulga imagens de lanchas rápidas de ataque no Estreito de Ormuz Ainda assim, Islam se considera com sorte. No segundo dia do conflito, seu navio estava a apenas 200 metros do porto de Jebel Ali, em Dubai, uma distância equivalente ao comprimento de um petroleiro de porte médio, quando o local foi alvo de um ataque iraniano. Desde então, Islam e os 30 integrantes de sua tripulação perderam a conta de quantos ataques testemunharam. "Às vezes, os mísseis passam sobre um navio, e os destroços caem no seguinte", afirma o capitão. "Sempre que os ataques continuavam durante a noite, ninguém conseguia dormir", diz Hasan, o engenheiro. "Vimos o horror e a destruição com os próprios olhos." O medo tem motivo. Pelo menos 11 marinheiros morreram, e outro segue desaparecido, em 39 incidentes confirmados, segundo a OMI. A tensão diminuiu um pouco após o cessar-fogo, mas as operações militares em andamento no estreito mostram como a situação continua frágil. Alguns marinheiros ainda avistam drones e caças militares, enquanto outros relatam a presença frequente de navios de guerra e submarinos. "Essas embarcações usam luzes muito fortes. Também ouvimos anúncios pelos alto-falantes. O capitão diz que os iranianos fazem isso para impedir qualquer travessia", afirma Sajid Masood, paquistanês que trabalha como cozinheiro em um petroleiro. O nome dele foi alterado. Mas existe alguma saída para os marinheiros presos na região? As empresas de navegação certamente esperam encontrar uma forma de reduzir os custos com tripulação. No início da guerra, muitas companhias ofereceram salários mais altos e benefícios extras para convencer marinheiros a permanecerem nos navios, afirma o marinheiro paquistanês Kamil, que usa um nome fictício. Mas agora as empresas enfrentam prejuízos enormes e passaram a informar aos funcionários que quem quiser deixar o trabalho poderá fazê-lo, ao mesmo tempo em que reduzem salários e benefícios, acrescenta Kamil. O que acontecerá depois, e quem substituirá esses trabalhadores no futuro, é menos claro. Os contratos de muitos marinheiros estão vencendo e a troca de tripulações já deveria ter ocorrido há bastante tempo. Mas, diante da situação atual, será difícil encontrar profissionais suficientes para operar esses navios, mesmo depois do fim da guerra. "Essa crise mostrou como esse trabalho pode se tornar perigoso", afirma Kamil. "Muitos marinheiros podem passar a enxergar essa profissão de outra forma." Ele teme que o acesso às rotas marítimas internacionais passe a ser usado como arma em conflitos futuros. Masood, o cozinheiro, também começou a reconsiderar sua carreira no mar, e falta apenas um mês para o fim de seu contrato. Antes de tomar qualquer decisão definitiva, ele só quer voltar ao Paquistão e levar presentes de Dubai para a família: bonecas Barbie para as filhas e um avião de brinquedo para o filho. "Eu achava que voltaria para casa em breve, mas continuamos presos perto do estreito de Ormuz, sem qualquer plano claro para o futuro", afirma Masood. E acrescenta: "Todos os dias minha família pergunta quando vou voltar, mas eu não tenho resposta." Alguns navios, cerca de 750 desde 28 de fevereiro, segundo a empresa de dados marítimos Kpler, conseguiram atravessar o estreito de Ormuz. De acordo com Jonathan Schroden, da CNA, organização de pesquisa sem fins lucrativos sediada em Washington D.C., nos EUA, os proprietários dessas embarcações parecem ter recorrido a negociações diplomáticas diretas com o Irã. A maioria dos navios vinha da China, da Índia e do Paquistão. Segundo Schroden, também há indícios de que tenha sido pago "um valor de alguns milhões de dólares por navio". A diplomacia agora é a principal esperança do navio Banglar Joyjatra, e o governo de Bangladesh vem trabalhando com a estatal Bangladesh Shipping Corporation (BSC) para tentar garantir a saída da embarcação. Mas isso também tem se mostrado difícil. O diretor-geral da BSC, o comodoro Mahmudul Malek, afirmou que Bangladesh inicialmente concordou em pagar a taxa exigida pelo Irã. Mas o plano foi abandonado depois que os EUA ameaçaram impor sanções a qualquer país que fizesse o pagamento. "Estamos vivendo uma crise dupla agora", afirma Malek. Reportagem adicional de Hyojung Kim, da BBC News Coreia.
La Armada multiplica sus capacidades para proteger los cables y tubos submarinos ante el creciente temor a sabotajes
Bandeira da França é vista a meio mastro no topo da Catedral dos Inválidos, em Paris, neste domingo (29). Phillippe Lopez/AFP A Assembleia Nacional Francesa aprovou por unanimidade, nesta quinta-feira (28), a revogação do "Código Negro" e de todas as leis que regulamentavam a escravidão nas colônias francesas. A medida é simbólica porque, apesar de esses textos nunca terem sido formalmente revogados após o fim definitivo da escravidão na França, em 1848, não tinham mais efeito legal. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Os 254 parlamentares presentes, de todos os grupos políticos, apoiaram o projeto de lei de revogação deste decreto real, que ficou conhecido como Código Negro, de 1685, que regulamentava a escravidão nas colônias francesas. LEIA TAMBÉM: Governo Trump pressiona por criação de nota de US$ 250 com o rosto do presidente, diz jornal O conjunto de leis tratava as pessoas escravizadas como “propriedades móveis”, que podiam ser adquiridas por um senhor da mesma forma que outros bens, e instituía penalidades para a fuga — desde o corte das orelhas e a marcação com ferro quente até a pena de morte. Antes da votação, o relator do texto, Max Mathiasin, fez um apelo por “um poderoso ato de memória, justiça e reconhecimento”, embora não pudesse “sozinho curar as feridas da história”, 25 anos após a Lei Taubira ter reconhecido o tráfico de escravos e a escravidão como crimes contra a humanidade. Comovido após a votação, Mathiasin saudou “um passo adiante, uma homenagem aos homens, mulheres e crianças escravizados”, e foi abraçado por outros parlamentares. Agora no g1 O decreto, “há muito deixou de ter qualquer efeito, mas sua marca e seu peso permanecem”, argumentou também a ministra dos Territórios Ultramarinos, Naïma Moutchou, ao pedir a “remoção deste texto vergonhoso do nosso sistema jurídico”. Os debates centraram-se, em grande parte, na história da escravidão e do colonialismo na França, nos efeitos ainda hoje visíveis nas persistentes desigualdades entre os territórios ultramarinos e a França continental, e na discriminação enfrentada por pessoas negras. “O que significa revogar o Código Negro em 2026 (...) se os territórios ultramarinos continuarem a ser vistos, a partir de Paris, como periferias distantes?”, perguntou Emeline K/Bidi, deputada comunista da Ilha da Reunião, território francês no Oceano Índico. O deputado do Partido Verde, Steevy Gustave, muito emocionado, comoveu o plenário ao recordar memórias compartilhadas por sua bisavó. “Ela era neta de Ambroise Zerambe, nascido na África e escravizado sob o número 336. Hoje, seu bisneto está diante de vocês, membros da República Francesa.” 'Colonialismo foi um erro profundo', admite Emmanuel Macron, que anuncia nova moeda para países da África Vários parlamentares destacaram ou criticaram o fato de o debate ocorrer próximo a uma estátua de Jean-Baptiste Colbert, principal arquiteto do Código Negro de 1685, erguida em frente à Assembleia Nacional. Reparações e compensações Outro artigo do projeto de lei estipula que o governo deve apresentar um relatório sobre o direito colonial e seus efeitos a longo prazo, particularmente em termos de racismo e do espaço dado à história da escravidão nos currículos escolares. A questão das reparações também alimentou os debates, com vários parlamentares salientando que os antigos proprietários de pessoas escravizadas receberam compensação, ao contrário das próprias vítimas. A revogação teve apoio majoritário na Assembleia, mas o partido de extrema direita Reunião Nacional alegou que o projeto de lei “visa aprisionar gerações inteiras em uma lógica de culpa, ressentimento e vingança”. O projeto de lei agora será encaminhado ao Senado, embora nenhuma data tenha sido definida até o momento. Na semana passada, o texto recebeu o apoio de Emmanuel Macron. O presidente francês afirmou que manter esses textos na legislação, mesmo sem efeito jurídico, constitui “uma traição ao que a República representa”. Durante uma recepção no Palácio do Eliseu, por ocasião do 25º aniversário da lei que reconhece o tráfico de escravos e a escravidão como crimes contra a humanidade, o chefe de Estado declarou que “essa imensa questão” não deve ser ignorada. No entanto, afirmou que também não deveriam ser feitas “falsas promessas” e não anunciou ações concretas. O projeto em si não aborda diretamente essa questão, já que seu relator, Max Mathiasin, pretende manter sua “coerência” e tratar das reparações em um contexto mais amplo. Os deputados também aprovaram uma emenda que estabelece que a França reconhece que “todos os textos que institucionalizaram a redução de seres humanos ao estatuto de propriedade móvel, organizaram sua deportação, sua exploração, bem como a violência exercida contra eles, são inseparáveis do crime contra a humanidade”. VEJA TAMBÉM Sobreviventes que ficaram presos em caverna no Laos mandam recados para familiares
Washington informa a los aliados europeos de nuevos ajustes en su contribución a la Alianza
Programa de televisão sul-coreano relata os disparos de mísseis pela Coreia do Norte com imagens de arquivo. Lee Jin-man / AP A Coreia do Norte lançou vários mísseis balísticos de curto alcance em direção ao mar nesta terça-feira (26), informou o exército da Coreia do Sul, no mais recente de uma série de demonstrações de armamentos feitas por Pyongyang neste ano. O Estado-Maior Conjunto sul-coreano afirmou que os mísseis foram disparados da cidade de Jongju, na costa oeste norte-coreana. Segundo os militares sul-coreanos, o país reforçou sua postura de vigilância e está trocando informações de perto com os Estados Unidos e o Japão. Foi o primeiro lançamento de armas da Coreia do Norte desde 19 de abril, quando o país disparou vários mísseis de curto alcance no que a mídia estatal descreveu como uma demonstração de ogivas de bombas de fragmentação. Agora no g1 O líder norte-coreano, Kim Jong Un, tem se concentrado em expandir seus arsenais nuclear e de mísseis desde o colapso de sua diplomacia nuclear com o presidente dos EUA, Donald Trump, em 2019. Trump já expressou repetidamente o desejo de retomar as negociações com Kim, mas Pyongyang ignorou as iniciativas até agora e pediu que Washington abandone a exigência de desnuclearização da Coreia do Norte como condição prévia para as conversas. Kim adotou uma postura cada vez mais rígida em relação à Coreia do Sul, chamando o país de inimigo permanente e mais hostil da Coreia do Norte, além de tomar medidas para encerrar todos os vínculos entre os dois lados. Mais cedo nesta terça-feira, o presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, pediu durante uma reunião de gabinete esforços mais fortes para avançar o setor militar do país. Ele destacou capacidades em inteligência artificial e drones, além da possível aquisição de um submarino movido a energia nuclear — tema que faz parte de sua diplomacia com Washington. Lee, um político liberal que defende melhores relações com a Coreia do Norte, não comentou especificamente as ameaças representadas pelo Norte. No entanto, ressaltou a importância de a Coreia do Sul demonstrar “determinação para assumir a responsabilidade e proteger nossa própria segurança”, afirmando que essa postura também fortaleceria a aliança do país com os Estados Unidos.
The 12th annual Mammoth Lakes Film Festival has awarded its top prizes for the May 20-24 event in the California mountain town. “Mono 222,” directed by Quinton Dominguez, was awarded the jury prize for best North American narrative feature, while “Dreaming of Lions,” directed and written by Paolo Marinou-Blanco, won best international narrative feature. Best […]
Countries: Italy, Holy See, Malta, San Marino, World Source: UN High Commissioner for Refugees Please refer to the attached file. Highlights Between January and March 2026, 6,117 refugees and migrants arrived in Italy by sea, the majority originating from Bangladesh (29 per cent), Somalia (15 per cent), and Pakistan (11 per cent). Children accounted for 24 per cent of arrivals. Other people reached Italy via land and air. On 26 January, the UN High Commissioner for Refugees, Barham Salih, held a private audience with His Holiness Pope Leo XIV, met with the President of the Republic Sergio Mattarella and held an exchange with Prime Minister Giorgia Meloni, reaffirming UNHCR’s strategic dialogue with the Holy See and Italy. On 24 March, the first group of 12 Venezuelan refugees from Colombia arrived in Italy under “Wings for a New Future”, one of the labour pathways developed by UNHCR in partnership with the Government of Italy, the private sector and civil society, marking a concrete step in expanding safe and regular pathways. Refugees will take up roles in the airport services. Italy Multi-Country Office
Country: World Sources: Government of Algeria, Government of Andorra, Government of Australia, Government of Austria, Government of Belgium, Government of Bosnia and Herzegovina, Government of Botswana, Government of Brazil, Government of Bulgaria, Government of Cabo Verde, Government of Cambodia, Government of Canada, Government of Chile, Government of Colombia, Government of Costa Rica, Government of Croatia, Government of Cyprus, Government of Denmark, Government of El Salvador, Government of Estonia, Government of Finland, Government of France, Government of Gabon, Government of Georgia, Government of Germany, Government of Greece, Government of Guatemala, Government of Guyana, Government of Hungary, Government of Iceland, Government of Indonesia, Government of Ireland, Government of Italy, Government of Japan, Government of Jordan, Government of Kenya, Government of Kyrgyzstan, Government of Latvia, Government of Lebanon, Government of Liberia, Government of Montenegro, Government of Mozambique, Government of Myanmar, Government of New Zealand, Government of Norway, Government of Panama, Government of Peru, Government of Poland, Government of Portugal, Government of Romania, Government of San Marino, Government of Senegal, Government of Sierra Leone, Government of Singapore, Government of South Africa, Government of Spain, Government of Sudan, Government of Sweden, Government of Switzerland, Government of the Bahamas, Government of the Central African Republic, Government of the Czech Republic, Government of the Democratic Republic of the Congo, Government of the Dominican Republic, Government of the Netherlands, Government of the Philippines, Government of the Republic of Armenia, Government of the Republic of Kazakhstan, Government of the Republic of Korea, Government of the Republic of Moldova, Government of the Republic of Slovenia, Government of the Slovak Republic, Government of the State of Palestine, Government of the United Kingdom, Government of Timor-Leste, Government of Türkiye, Government of Ukraine, Government of Uruguay, Government of Viet Nam, League of Arab States Please refer to the attached file. We, 88 delegations, stand together to reaffirm that the protection of civilians must remain at the center of the United Nations’ peace and security, humanitarian, and human rights efforts. At a time of growing needs, shrinking resources, and institutional reform, we commit to translate political will into concrete action to make civilian protection a reality on the ground. Accordingly: 1) We commit to place the Protection of Civilians agenda as a core political priority across the United Nations system, including the Security Council, General Assembly, and other relevant fora throughout the cycle of conflict. To this end, through our multilateral engagement, we will advance dialogue, diplomacy, mediation, and the peaceful settlement of disputes as the most effective means of protecting civilians. We will strive to prevent conflict escalation and address drivers of violence before they result in civilian harm. We will respect international humanitarian law, as well as international human rights law and refugee law, and we will use our diplomatic influence to promote its respect, recognizing that respecting international law is an essential prerequisite for the protection of civilians. We will ensure timely, consistent, and decisive political action wherever civilians are at risk or suffering serious harms during armed conflict, advocate for safe, rapid and unimpeded humanitarian access to all civilians in need and seek accountability for attacks on humanitarian personnel. We will also engage to ensure accountability for all violations, including by advocating for systematic investigations and prosecution of suspects, acknowledgement of harm caused, and meaningful amends to affected civilians 2) We commit to support ongoing reform processes, including institutional restructuring and system-wide efficiency measures, with a view to strengthen rather than weaken protection outcomes for civilians. To this end, in the framework of UN80 and other reforms, we will advocate for reforms that sustain field-level protection capacities and preserve information gathering to allow for evidence-based reporting and decision-making. We will leverage ongoing discussions to strengthen protection mechanisms and further deepen synergies across the Peace and Security, Development, and Human Rights pillars of the United Nations. We will support a humanitarian reset that enables principled humanitarian action with protection at its core. We will work to ensure that any changes in humanitarian financing, coordination, and operational models do not increase risks to local actors or leave vulnerable populations behind. 3) We commit to prioritize the protection of civilians in times of financial constraints and limited resources. To this end, we will strive so that budget reductions and financial austerity do not undermine protection functions and enable the adequate implementation of protection mandates. We will guide resource allocation decision with a view to protect civilians. We will strive to provide sustained, flexible, and direct funding to local and national protection actors, recognizing that they are the first to respond and last to leave. We will promote the strategic use of limited resources to strengthen protection outcomes and pursue predictable and sustainable financing for activities that reduce harm to civilians and uphold their rights. We will repeat it as long as it is needed: civilians must be protected. It is not only an obligation under international law, but also a moral duty. I thank you. 1. Switzerland 2. Algeria 3. Andorra 4. Armenia 5. Australia 6. Austria 7. Bahamas 8. Belgium 9. Bosnia and Herzegovina 10. Botswana 11. Brazil 12. Bulgaria 13. Cabo Verde 14. Cambodia 15. Canada 16. Central African Republic 17. Chile 18. Colombia 19. Costa Rica 20. Croatia 21. Cyprus 22. Czech Republic 23. Democratic Republic of the Congo 24. Denmark 25. Dominican Republic 26. El Salvador 27. Estonia 28. Finland 29. France 30. Gabon 31. Georgia 32. Germany 33. Greece 34. Guatemala 35. Guyana 36. Hungary 37. Iceland 38. Indonesia 39. Ireland 40. Italy 41. Japan 42. Jordan 43. Kazakhstan 44. Kenya 45. Kyrgyzstan 46. Latvia 47. League of Arab States 48. Lebanon 49. Liberia 50. Liechtenstein 51. Lithuania 52. Luxembourg 53. Malta 54. Mexico 55. Monaco 56. Mongolia 57. Montenegro 58. Morocco 59. Mozambique 60. Myanmar 61. Netherlands 62. New Zealand 63. Norway 64. State of Palestine 65. Panama 66. Peru 67. Philippines 68. Poland 69. Portugal 70. Republic of Korea 71. Republic of Moldova 72. Republic of Türkiye 73. Romania 74. San Marino 75. Senegal 76. Sierra Leone 77. Singapore 78. Slovakia 79. Slovenia 80. South Africa 81. Spain 82. Sudan 83. Sweden 84. Timor-Leste 85. Ukraine 86. United Kingdom 87. Uruguay 88. Viet Nam Signatories as of 22 May 2026
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