Cockroach Kingpin In Australia Caught With 1,00,000 Illegal Insects In Record Bust
Madagascar hissing and dubia cockroaches are illegal to import into Australia.
"MADAGASCAR" · 총 16건
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Madagascar hissing and dubia cockroaches are illegal to import into Australia.
The haul of Madagascar hissing cockroaches and dubia cockroaches, worth 200,000 Australian dollars ($142,000), was seized in May from a commercial breeder in the city of Bathurst in New South Wales state
Certaines espèces, notamment la «blatte siffleuse» de Madagascar, peuvent atteindre 10 centimètres. Les insectes sont promis à l’euthanasie.
The haul of live insects included dubia cockroaches and Madagascar hissing cockroaches. Authorities said it was the country's biggest-ever seizure of illegal exotic invertebrates.
The seizure included dubia cockroaches and Madagascar hissing cockroaches, both of which cannot be legally imported into Australia or kept, bred, or sold.
Both Madagascar hissing and dubia cockroaches are illegal to import into Australia
WELLINGTON, New Zealand (AP) — More than 100,000 live cockroaches illegal to keep in Australia were confiscated from a single breeder in the country’s largest-ever seizure of exotic invertebrates, officials said Friday. The haul of Madagascar hissing cockroaches and dubia cockroaches, worth 200,000 Australian dollars ($142,000), was seized in May from a commercial breeder in […]
Foreign Minister Sugiono framed Madagascar as Indonesia’s strategic gateway to Africa's vast mineral wealth, ...
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Tyrannosaurus rex FOTOKITA/Getty Images Um novo estudo lançou luz sobre uma possível razão pela qual o Tyrannosaurus rex e alguns outros dinossauros bípedes tinham braços tão pequenos em relação ao seu tamanho. Os terópodes eram um grupo diverso de dinossauros bípedes, em sua maioria carnívoros e que, apesar de enormes, tinham "braços ridiculamente pequenos", segundo o autor da pesquisa Charlie Roger Scherer, estudante de doutorado do University College London (UCL), no Reino Unido. Os T. rex tinham cerca de 12 ou 13 metros de comprimento, mas seus braços eram de 1 metro. Eram suficientes, no entanto, para ajudá-lo no acasalamento ou a se levantar do chão. O T. rex viveu na América do Norte há cerca de 68 milhões de anos Roger Harris/SPL via Getty Images O novo estudo da Universidade de Cambridge e da UCL sugere que eles podem ter perdido seus braços longos porque não eram mais úteis para capturar presas, favorecendo, em vez disso, cabeças e mandíbulas maiores e mais poderosas. A equipe analisou 82 espécies de terópodes e constatou que o encurtamento dos membros anteriores ocorreu em cinco grupos, incluindo os tiranossaurídeos, a família que inclui o T. rex. Eles também descobriram uma maneira de medir a potência do crânio, com base em fatores como suas dimensões e como os ossos estavam fundidos. "Examinamos as proporções entre o crânio e o tamanho do corpo e também o comprimento dos membros anteriores em comparação com o crânio e com o tamanho do corpo. Buscamos tendências", disse à BBC a coautora da pesquisa, Elizabeth Steell, de Cambridge. Agora no g1 Evolução A equipe constatou que o encurtamento dos membros anteriores estava mais relacionado com o desenvolvimento de crânios grandes e mandíbulas fortes do que com um aumento geral do tamanho corporal, sugerindo que braços menores não eram apenas um subproduto de corpos maiores. Na verdade, alguns dinossauros como o Majungasaurus — um dos principais predadores que viveu onde hoje é Madagascar — tinham braços pequenos e não tinham o corpo tão grande. Ainda assim, possuíam cabeças poderosas. "Essas adaptações frequentemente ocorreram em áreas com presas gigantes", disse Scherer, sugerindo que elas podem estar relacionadas às técnicas de caça. O Majungasaurus era muito menor em tamanho em comparação com o T. rex e mesmo assim tinha braços muito pequenos Kostyantyn Ivanyshen/Stocktrek Images via Getty Images Parte da dieta dos terópodes era composta por herbívoros como os gigantescos saurópodes — animais de pescoço e cauda longos que se alimentavam de plantas. Os pesquisadores suspeitam que o aumento na robustez do crânio pode ter sido impulsionado por um aumento no tamanho desses herbívoros, porque isso significava que os terópodes tiveram que passar a usar mandíbulas para caçar, em vez de garras, e vencer uma “corrida evolutiva”. “Tentar puxar e agarrar um saurópode de 30 metros de comprimento com suas garras não é o ideal. Atacar e segurar com as mandíbulas poderia ter sido mais eficaz”, disse Scherer. “A cabeça substituiu os braços como método de ataque. É um caso de 'use ou perca' — os braços não são mais úteis e diminuem de tamanho com o tempo.” Steell afirma que alguns dinossauros ainda utilizavam seus braços, “mas seus crânios são diferentes, mais alongados e um pouco mais delicados”. O estudo descobriu que diferentes grupos de terópodes pareciam reduzir seus membros anteriores de maneiras diferentes Kevork Djansezian/Getty Images Scherer reconheceu que o estudo só pôde estabelecer uma correlação entre a robustez do crânio e o comprimento do membro anterior, e não provar que um causou o outro. Mas disse que é “muito provável” que crânios mais fortes tenham surgido antes de membros anteriores mais curtos. "Não faria sentido evolutivo que ocorresse o contrário e que esses predadores abandonassem seu mecanismo de ataque sem ter uma alternativa." A equipe descobriu que diferentes grupos de terópodes pareciam reduzir seus membros anteriores de maneiras diferentes: alguns tinham mãos e antebraços particularmente encurtados, enquanto outros eram encurtados de maneira mais uniforme em todo o membro. Isso sugere que os diferentes grupos podem ter alcançado o mesmo resultado em caminhos evolutivos paralelos. “Acabamos de confirmar o que muitas pessoas suspeitavam: se você tem um crânio grande, não precisa tanto dos braços”, disse Steell. Ela acrescentou que também pode valer a pena aplicar técnicas semelhantes para medir a robustez do crânio em outros animais. "Isso será muito interessante de aplicar às aves, que também são dinossauros terópodes, mas que ainda existem hoje", disse.
O T-Rex teria desenvolvido mandíbulas extremamente poderosas à medida que seus braços encolhiam com a evolução Dreamstime/IMAGO O T-Rex é famoso por duas coisas aparentemente contraditórias: foi um dos predadores mais temíveis que já caminharam sobre a Terra e, ao mesmo tempo, tinha braços minúsculos que pareciam uma piada evolutiva. Agora, um novo estudo liderado por pesquisadores da University College London (UCL) e da Universidade de Cambridge oferece novas evidências a favor de uma hipótese debatida há muito tempo: esses predadores passaram a depender cada vez mais da força de suas mandíbulas para capturar e subjugar suas presas, enquanto seus membros anteriores simplesmente se tornaram menos relevantes e diminuíram gradualmente ao longo da evolução. Cinco linhagens e uma mesma solução evolutiva A pesquisa, publicada na revista científica Proceedings of the Royal Society B, analisou dados de 85 espécies de terópodes – dinossauros bípedes, em sua maioria carnívoros – e encontrou evidências de que o encurtamento dos braços surgiu independentemente em pelo menos cinco grupos distintos: tiranossauros, abelissaurídeos, carcharodontossauros, megalossauros e ceratossauros. Embora pertencessem a diferentes ramos evolutivos e vivessem em épocas e regiões muito distintas, todos desenvolveram membros anteriores notavelmente reduzidos, ainda que por meio de processos anatômicos diversos. Agora no g1 "O Carnotauro tinha braços ridiculamente pequenos, ainda menores que os do T-Rex", afirmou Charlie Scherer, autor principal e estudante de doutorado na UCL. Cinco grupos de terópodes desenvolveram, de forma independente, membros anteriores minúsculos Chase Stone/REUTERS Mandíbulas letais, braços diminutos A análise revelou que dinossauros com crânios mais fortes e mandíbulas mais poderosas também tendiam a desenvolver braços menores. Para analisar essa relação, os pesquisadores desenvolveram um método capaz de avaliar a robustez do crânio usando diversos fatores anatômicos, como o formato da cabeça, a resistência das articulações ósseas e a força estimada da mordida. De acordo com o estudo, o T-Rex obteve a pontuação mais alta, seguido pelo Tyrannotitan, um terópode de tamanho semelhante que viveu no que hoje é a Argentina, mais de 30 milhões de anos antes. Essa correlação se manteve independentemente do tamanho do corpo. O Majungasaurus, um predador de Madagascar que viveu há 70 milhões de anos, pesava apenas 1,6 tonelada – um quinto do peso do T-Rex – e apresentava o mesmo padrão de cabeça robusta e braços minúsculos. O que levou à dependência desses animais de suas mandíbulas? A resposta, segundo os pesquisadores, provavelmente reside no tamanho de suas presas. Os mesmos ecossistemas onde esses grandes predadores surgiram também abrigavam saurópodes gigantescos, herbívoros de pescoço comprido que atingiam dimensões enormes. Enfrentar animais desse porte teria favorecido o uso de mandíbulas capazes de morder e agarrar com força descomunal, enquanto as garras dianteiras gradualmente perderam sua utilidade como principal ferramenta de caça. "Tentar puxar e agarrar um saurópode de 30 metros com as garras não é o ideal. Atacar com as mandíbulas pode ter sido mais eficaz", explicou Scherer. O "Majungasaurus" de Madagascar exibia o mesmo padrão de cabeça robusta e braços pequenos que o T-Rex Dreamstime/IMAGO Uma possível explicação é que manter simultaneamente uma cabeça e membros anteriores de grande porte poderia implicar um alto custo energético. "É um caso clássico de 'use ou perca'", resumiu o pesquisador. Com o tempo, "a cabeça substituiu os braços como principal método de ataque". Nem todos os terópodes seguiram o mesmo caminho É claro que nem todos os grandes terópodes seguiram essa mesma rota evolutiva. Espinossauros e megaraptoranos mantiveram braços longos e relativamente bem desenvolvidos, combinados com crânios mais estreitos. E embora os braços do T-Rex possam parecer absurdamente pequenos na perspectiva atual, provavelmente não eram completamente inúteis. Algumas estimativas anteriores sugerem que eles ainda conseguiam levantar mais de 100 quilos, então é possível que continuassem a desempenhar funções secundárias.
Country: Uganda Source: World Health Organization **Brazzaville, Kampala, Lomé—**The World Health Organization (WHO) Regional Office for Africa, in collaboration with ministries of health, partner hospitals, and with support from Irish Aid, organized a series of regional training-of-trainers sessions to strengthen hospital care for severe acute malnutrition (SAM) with medical complications. These training courses form part of the implementation of WHO’s updated 2023 recommendations on the prevention and management of SAM and nutritional edema in children under 5 years. They are based on revised WHO training modules (2025), aligned with the latest evidence, and integrate tools on quality of care, clinical management and support for patients and caregivers. In sub-Saharan Africa, malnutrition remains a major driver of child mortality, with waste being its deadliest form. According to the Joint Child Malnutrition Estimates (WHO, UNICEF, World Bank, 2025), 12.2 million children under 5 suffer from SAM worldwide, nearly a quarter of them in Africa—around 3 million children. Faced with this heavy burden, training of health workers is essential to ensure quality, standardized and evidence-based hospital care that can significantly improve treatment and save children’s lives. “This training highlights the critical importance of ensuring quality hospital care for children suffering from malnutrition and addresses a key need: supporting countries in applying standardized protocols and continuously improving care quality to save lives,” said Dr Eugénie Niane, Technical Officer for Nutrition and Food Safety at WHO Madagascar. The sessions combined theoretical and practical approaches, including case studies, simulations, facilitation exercises and supervised clinical placements in hospitals. This integrated approach strengthened clinical skills in assessing, diagnosing and managing SAM complications; improved therapeutic feeding practices and clinical monitoring; promoted caregiver involvement; and introduced continuous quality improvement methods. “This training reminded us of something powerful: Africa has the expertise, passion and determination needed to change the narrative of child survival on the continent,” said Dr Joy Odhiambo, Child Health Specialist at Kenya’s Ministry of Health. She emphasized that every health worker trained through this initiative is now part of a broader movement to protect the future of African children. Participants were also prepared to become national trainers, able to replicate the training in their own countries, thereby contributing to sustainable health system strengthening and continuous improvement of nutritional care. According to Dr John Makengo Mafuila Adjukula, Head of Monitoring and Evaluation at the National Nutrition Programme in the Democratic Republic of the Congo, a new regional dynamic is underway: “We are now well equipped to replicate the same training in our countries and serve as champions in health facilities to strengthen the management of children suffering from severe acute malnutrition with medical complications.” The training was delivered in two phases: online and in-person. The online preparatory phase took place from 27 April to 1 May 2026, involving 12 countries. It was followed by two in-person sessions: in Kampala, Uganda (4–9 May 2026) for English-speaking countries (Ethiopia, Kenya, Malawi, Nigeria, South Sudan and Uganda), and in Lomé, Togo (18–23 May 2026) for French-speaking countries (Burkina Faso, Madagascar, Niger, Democratic Republic of Congo, Chad and Togo). These 12 countries, heavily affected by child malnutrition, benefit from WHO’s sustained support to adapt and implement national protocols aligned with international standards. Cross-country experience sharing proved particularly enriching and strengthened regional collaboration around quality of care. At the end of the training courses, participating countries developed national action plans to organize domestic trainings, reinforce mentorship and clinical supervision, improve quality of care in nutrition units and accelerate the implementation of national protocols aligned with WHO recommendations. Ultimately, this regional initiative is expected to improve the sustainability and quality of nutritional care services and accelerate the reduction of preventable deaths due to severe acute malnutrition among children in Africa. For Additional Information or to Request Interviews, Please contact: Collins Boakye-Agyemang Communications and marketing officer Tel: + 242 06 520 65 65 (WhatsApp) Email: boakyeagyemangc@who.int Kayi Lawson Communications Officer Regional Office for Africa Email: lawsonagbluluf@who.int
Country: World Source: United Nations Population Fund Brazzaville/New York 26 May 2026 – UNFPA, the United Nations Population Fund, today signed a new Memorandum of Understanding with the African Development Bank (AfDB) to position maternal health and demographic resilience as central pillars of Africa's economic transformation. The agreement, signed on the margins of the African Development Bank annual meeting, frames investment in maternal health not only as a health issue but also as an investment in economic growth, productivity, resilience and human capital development, to enable countries across the continent to harness their demographic dividend. Africa has made huge progress in reducing maternal mortality, but ongoing challenges remain, linked to structural obstacles, unequal access to quality health services, and financing gaps. "Immense opportunity is within Africa's grasp if we make strategic investments in women and young people. Economic progress for Africa is only possible if we prioritize women's health and address one of the continent's most pressing development challenges: preventable maternal deaths," said Diene Keita, Executive Director of UNFPA. "This renewed partnership reflects our shared commitment to put maternal health and human capital development at the heart of Africa's economic transformation agenda." As part of the partnership, UNFPA and the African Development Bank will explore innovative financing and implementation mechanisms to help countries unlock investment in women and young people as drivers of Africa’s growth. Priorities include investments to modernize the health workforce through digital training; strengthening local procurement systems; upgrading climate-resilient health infrastructure; and supporting the digitization of health information systems, among others. Since 1992, UNFPA and the AfDB have worked together to advance health systems and data-driven development across Africa. Just a few of the many achievements from this collaboration include: Modernization of population data in the Government of Côte d’Ivoire’s most recent census, enabling projections on fertility, mortality, migration and other key areas. Improved access to Emergency Obstetric and Newborn Care services across 11 health districts of Cameroon, bringing antenatal care coverage to 90% in targeted areas and bringing the modern contraceptive prevalence rate to far above the national average. Awareness raising and behaviour change activities linking water, sanitation and hygiene with reproductive health and gender across eight rural regions of Madagascar. Integrating gender equality, sexual and reproductive health and protection considerations into climate adaptation planning across 10 countries of East and Southern Africa. UNFPA will work with the AfDB to ensure that demographic transition roadmaps sit at the heart of national financing strategies, ensuring that investments in health and rights are recognized as smart investments for Africa's future. Media contacts Siaka Traore Traore@unfpa.org; media@unfpa.org WhatsApp number: +226 74132323 Mathias Teumeni Noune teumeninoune@unfpa.org Whatsapp number: +242 052050616 About UNFPA UNFPA, the United Nations Population Fund, is the sexual and reproductive health agency of the UN, working to uphold the rights and choices of women, girls and young people across more than 150 countries and territories. It reaches millions of women, girls and young people with essential health services, protection from violence, and with vital information about their bodies and rights. It also helps governments plan for changing population needs so people can thrive today and in the future, regardless of fertility trends.
The Abu Dhabi Fund for Development is accelerating oversight of large road projects in Togo, Madagascar and Nigeria as Gulf states expand strategic infrastructure investments across Africa amid rising geopolitical tension and global trade disruptions
In a forest in Madagascar, the demise of a centuries-old baobab points to the fraying of a fragile ecosystem.
[Capital FM] Mombasa -- President William Ruto has announced that the government will compensate absentee landlords in Tana River County as part of a plan aimed at resolving long-standing land ownership disputes affecting squatters in the region.