Australian mom reveals hilarious tattoo fail: ‘I didn’t notice!’
An Australian mother has shared her ultimate post-partum “baby brain” mistake after realizing she accidentally tattooed her daughter’s name with a permanent typo.
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An Australian mother has shared her ultimate post-partum “baby brain” mistake after realizing she accidentally tattooed her daughter’s name with a permanent typo.
Criança indígena contaminada por agrotóxico em RO MPF Dois produtores de soja e o dono de uma propriedade rural são acusados de causar intoxicação por agrotóxicos a indígenas da etnia Puruborá, em Rondônia. Adultos e crianças que vivem na aldeia Aperoí apresentaram graves lesões na pele, além de dores de cabeça e náuseas. Uma família precisou abandonar a própria casa, cercada por plantações, após a exposição contínua aos venenos. Para cobrar a responsabilização pelos danos causados, o Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pedindo indenizações que somam R$ 3,6 milhões. Os alvos são Wanderson Batista de Moraes (proprietário da área) e os produtores Raijan Cezar Mascarello e Vitor Hugo Talini Mascarello (arrendatários da terra). Os réus são acusados de contaminar o rio Manoel Correia, fonte de abastecimento e de alimento para as famílias indígenas que residem no território tradicional, provocando mortandade de peixes. Rio contaminado por agrotóxico em RO MPF A denúncia aponta que os produtores abriram valas de drenagem artificiais dentro da lavoura, sem licença ou autorização dos órgãos ambientais, em desacordo com as regras de Áreas de Preservação Permanente (APP), o que fez com que águas contaminadas chegassem diretamente ao leito do rio. Além disso, o documento aponta danos ao Sítio Arqueológico Puruborá. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) esteve no local e encontrou diversos fragmentos de cerâmicas ancestrais que foram danificados pelo uso de tratores no solo. Cenário de pressão Tudo isso acontece em meio a um cenário de conflito. O povo Puruborá passa por um processo de demarcação de terras marcado por graves tensões e pela resistência de proprietários rurais da região. Durante os trabalhos conduzidos pela Funai, episódios de violência foram registrados. Segundo o MPF, disparos de revólver atingiram uma residência indígena. A situação se agravou ainda mais em outubro de 2025, quando uma maloca sagrada foi destruída em um incêndio criminoso. Os ataques são investigados pela Polícia Federal. (Veja o vídeo abaixo) "Esse incêndio não destruiu apenas uma estrutura física. Foi uma tentativa de apagar nossa história e nossa força como povo", afirmou uma liderança Puruborá à época. O g1 procurou representantes do povo Puruborá, mas eles optaram por não comentar o caso temendo retaliações. Indígenas Puruborá sofrem ataque no interior de RO Investigação O caso passou a ser acompanhado pelo MPF em 2023, quando os indígenas enviaram registros fotográficos de peixes mortos e de uma aeronave que sobrevoava a área vizinha à aldeia para realizar pulverização aérea. Desde então, os réus foram notificados várias vezes em razão das irregularidades constatadas. Aeronave sobrevoando propriedade para pulverização próximo à aldeia Aperoí MPF 📍A área, nomeada de Sítio Boa Esperança, tem cerca de 50 hectares e fica na BR 429, em Seringueiras (RO). A primeira visita foi feita pela Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), em conjunto com o Batalhão de Polícia Ambiental. Na ocasião, os produtores foram autuados pela construção de valas de drenagem irregulares e destruição da vegetação nativa. Na sequência, a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) também esteve na área e concluiu que a pulverização de agrotóxicos não respeitou a distância mínima exigida em relação às áreas de preservação permanente, o que resultou em nova autuação. Após as inspeções, a Idaron concluiu que o sítio é tecnicamente inviável para o plantio de soja. O relatório apontou que o terreno é extremamente sensível, funcionando como bacia de captação e abrigando diversas nascentes do Rio Manoel Correia. Além disso, o solo apresenta umidade excessiva. A agência recomendou que o uso da terra seja restrito a cultivos orgânicos ou de recomposição florestal, como sistemas agroflorestais de cacau e cupuaçu. ⚠️Ao analisar o solo, os agentes encontraram herbicidas, entre eles o Fertfox, que possui como princípio ativo o fosfeto de alumínio. Ele libera fosfina, um gás altamente perigoso para humanos, animais e o meio ambiente. O levantamento técnico identificou que pelo menos 12% dos agrotóxicos utilizados possuíam grau elevado de toxicidade. As investigações comprovaram que as pulverizações terrestres não respeitaram a distância mínima de 90 metros de áreas de preservação e residências. O MPF classifica o uso de agrotóxicos nesse contexto como uma "arma química" utilizada para intimidar comunidades vulneráveis. O que dizem os réus? Durante oitiva com o MPF, Raijan Cezar Mascarello negou o uso de defensivos agrícolas por via aérea, afirmando que as aplicações feitas com avião foram apenas de adubo foliar e micronutrientes, com laudos enviados à Anac e à Idaron. Segundo seu depoimento, as aplicações de agrotóxicos foram realizadas por via terrestre, dentro dos parâmetros legais. O g1 procurou Raijan Cezar Mascarello e Vitor Hugo Talini Mascarello, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Wanderson Batista, então proprietário do sítio, declarou ao g1 que apenas cedeu a área e qualquer atividade realizada no local é de responsabilidade dos produtores. Questionado sobre a inviabilidade técnica da terra para o cultivo de soja, afirmou desconhecer essa restrição e disse acreditar que os arrendatários possuíam autorização dos órgãos competentes para o plantio. Wanderson acrescentou também que já vendeu a propriedade. O g1 entrou em contato com a Idaron para questionar se houve autorização formal para o plantio de soja no sítio diante do laudo que apontou a inviabilidade da área para o cultivo de soja, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Tentativa de conciliação e a ação civil Antes de acionar a Justiça Federal, o MPF tentou um acordo com os produtores. Em 11 de fevereiro de 2025, foi realizada uma sessão extrajudicial para dar início às tratativas de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). As tratativas foram suspensas meses depois, quando o órgão recebeu denúncias, acompanhadas de fotos e áudios, sobre o estado de saúde da comunidade. Indígenas intoxicados por agrotóxicos em RO MPF O MPF aponta que mesmo depois das várias recomendações e reuniões, ocorreram novas pulverizações de agrotóxicos. Segundo o órgão, as ações dos réus foram escalonando com o objetivo de forçar a expulsão dos indígenas da região onde habitam. Na ação, o órgão pede a compensação e reparação dos danos causados. As indenizações, que totalizam R$ 3,6 milhões, se distribuem da seguinte forma: R$ 2 milhões por danos morais coletivos ao povo Puruborá; R$ 30 mil por danos morais individuais para os 40 moradores da Aldeia Aperoí, totalizando cerca de R$ 1,2 milhões; No mínimo R$ 100 mil para cada um dos quatro membros da família que foi obrigada a abandonar a sua residência em razão da pressão causada pelo plantio inadequado de soja. A ação também sugere a obrigação de recompor 80% da reserva legal da propriedade degradadas com construção de valas e desmatamento. O g1 entrou em contato com a Funai e o Ministério dos Povos Indígenas, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Propriedade indígena abandonada cercada por plantação de soja em RO MPF
After months of intense competition across the regular season, six of the country's finest teams have earned the right to compete for the ultimate prize... The post NWFL Super 6 Preview: Bayelsa Queens lead race for Nigerian women’s football crown appeared first on Premium Times Nigeria.
Como foi 1º voo teste de avião que fará rota mais longa do mundo O avião que fará o voo sem paradas mais longo do mundo permitirá aos passageiros ver o nascer do Sol duas vezes e terá primeira classe com quarto privativo, cama e TV de 32 polegadas. Essa é a promessa da companhia aérea australiana Qantas, que encomendou 12 unidades do avião para começar a fazer voos sem escalas de Sidney, na Austrália, a destinos como Londres, no Reino Unido, e Nova York, nos Estados Unidos. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O modelo A350-1000ULR é fabricado pela europeia Airbus e concluiu seu primeiro voo de teste na última terça-feira (2), em um voo de quase 4 horas em Toulouse, na França. A aeronave foi projetada para voar até 22 horas seguidas e superar o recorde de voo comercial direto mais longo do mundo, hoje pertencente à Singapore Airlines com um voo de 18 horas entre Singapura e Nova York. Primeiro voo de teste do A350-1000ULR, da Airbus Divulgação/Airbus Qual é o segredo dos aviões que conseguem ficar mais de 18 horas no ar? O A350-1000ULR (ULR é a sigla em inglês para "alcance ultralongo") é uma variação do A350-1000 e poderá reduzir o tempo total das viagens em até quatro horas, segundo a Qantas. A aeronave consegue fazer voos mais longos por conta de um tanque adicional com capacidade para mais 20 mil litros de combustível, o que aumenta a sua autonomia em mais de 1.800 km, de acordo com a Airbus. Avião pode superar recorde de voo mais longo do mundo A encomenda dos aviões faz parte do investimento chamado pela Qantas de Projeto Sunrise ("nascer do Sol"). A entrega sofreu atrasos, mas a companhia deve receber a primeira unidade em abril de 2027 – o prazo inicial para inaugurar a rota era 2025 e já tinha sido adiado para o final de 2026. A empresa encomendou ainda outras 12 unidades do A350-1000, destinados a voos de longa distância, mas com percursos um pouco mais curtos. Como será o voo mais longo do mundo A Qantas informou em 2025 que, para oferecer mais conforto, levará até 238 passageiros por voo, abaixo dos cerca de 300 lugares da versão padrão da aeronave. O projeto da Qantas inclui uma zona de bem-estar com opções para passageiros alongarem as pernas, se alimentarem e se hidratarem. Além disso, todos terão acesso a Wi-Fi durante o voo. O avião terá 6 assentos na primeira classe, 52 na classe executiva, 40 na classe econômica premium e 140 na classe econômica. Saiba mais sobre cada uma delas: Primeira classe com quarto privativo com poltrona reclinável, cama, TV de 32", seis áreas para armazenar objetos, guarda-roupa e espaço para trabalhar e comer; Classe executiva com poltrona larga de 2 metros de comprimento (que pode virar cama), TV de 18", mesa de apoio, carregador sem fio, área de armazenamento e opção para fechar a cabine; Classe econômica premium com apoios para pernas e cabeça, tela de 13,3" e porta-luvas pessoal; Classe econômica com apoio para cabeça, espaço extra para pernas, tela de 13,3". A empresa também disse ter trabalhado com especialistas em sono para reduzir os efeitos do jet lag com a adoção de iluminação e horários de refeição mais adequados. Avião A350-1000ULR, fabricado pela Airbus, foi encomendado pela companhia aérea australiana Qantas Divulgação/Qantas Primeira classe do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Zona de bem-estar do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Classe executiva do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Classe econômica premium do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Classe econômica do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas
Menino de 6 anos encanta a internet ao cantar Gal Costa ao lado da mãe na Serra Um vídeo gravado durante um momento comum em família transformou o pequeno João Villas Boas da Conceição, de 6 anos, em um sucesso nas redes sociais. Morador da Serra, na Grande Vitória, o menino aparece cantando a música "Força Estranha", eternizada na voz de Gal Costa, ao lado da mãe, a advogada Thuzza Machado. (assista acima) Nas imagens, João canta olhando para a mãe e chega a se aproximar para cantar no ouvido dela. A cena, marcada pela espontaneidade e pelo carinho entre os dois, conquistou internautas de diferentes partes do país e ganhou milhares de compartilhamentos. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp O vídeo foi gravado poucos dias antes do Dia das Mães, mas estourou agora. Segundo Thuzza, ela e o filho estavam em casa quando decidiram ouvir música juntos. Foi o próprio João quem escolheu a canção. "Chegamos em casa, sentei com o meu marido na sala para tomar um vinho e para gente curtir junto em família e perguntei para o João o que ele queria ouvir. Ele escolheu Gal. A gente fala que 'Força Estranha' é a nossa música", contou. João Villas Boas da Conceição, de 6 anos, com a mãe Thuzza Machado Reprodução/Rede social LEIA TAMBÉM: PEQUENOS INSETOS, GRANDES NEGÓCIOS: Mulheres transformam hobby por abelhas em fonte de renda no ES 'CPF capixaba': Quase 100 baleias-jubarte nasceram no litoral do ES em 2025, mostra pesquisa inédita Sem que os dois percebessem, o pai do menino, o produtor cultural João Villas Boas Filho, registrou a cena. "Quando fomos assistir depois, até choramos. Foi uma conexão muito linda", lembrou a mãe. A publicação começou a repercutir entre amigos e familiares, mas ganhou proporções muito maiores nas últimas semanas. O vídeo foi compartilhado pelo perfil oficial de Gal Costa e recebeu um comentário da primeira-dama Janja Lula da Silva. "Gal eterna!! Fui criada na base da MPB e fico feliz em ver esse pequeno ouvindo e cantando Gal", escreveu Janja. João Villas Boas da Conceição, de 6 anos, com o pai João Villas Boas Filho e a mãe Thuzza Machado. Espírito Santo Reprodução/Rede social Segundo Thuzza, a repercussão surpreendeu toda a família, e as mensagens que vieram junto emocionaram. "Foi um susto. Eu postei sem pretensão nenhuma e, de repente, a equipe da Gal repostou. Comecei a receber mensagens de professores, artistas e famílias inteiras se identificando com aquele momento. Teve gente hospitalizada dizendo que o vídeo trouxe esperança. Muitas pessoas falaram que se lembraram da infância e de momentos vividos com pais e avós", destacou a advogada. Música desde cedo A paixão pela música acompanha João desde os primeiros anos de vida. Segundo Thuzza, era difícil imaginar que o filho seguiria outro caminho, já que a música faz parte da rotina da família. Enquanto ela é advogada, o marido trabalha com produção cultural. Por isso, o menino cresceu frequentando shows, teatros e apresentações musicais. João Villas Boas da Conceição, de 6 anos, tocando casaca Arquivo pessoal "A gente nunca teve a possibilidade de ele não gostar de música. Desde recém-nascido ele sempre demonstrou interesse e nós estimulamos isso. Meu esposo trabalha com produção cultural. A gente leva o João para teatros, shows, ele vê bandas ao vivo. Aqui em casa tem tambor, casaca, violão. Ele cresceu nesse ambiente musical", pontuou. Segundo Thuzza, existem vídeos do filho ainda pequeno aprendendo a andar enquanto cantava músicas de artistas como Alceu Valença, Djavan e Alice Caymmi. A influência aparece também nas preferências musicais do menino. Apesar de ouvir músicas infantis, são os clássicos da MPB que costumam ganhar espaço na playlist da casa. "Tem gente que pergunta: 'Você não coloca música de criança?'. Eu coloco, ele até gosta. Mas, se eu falar 'filho, vamos ouvir música?', ele normalmente vai escolher MPB". Além de Gal Costa, João gosta de ouvir Alceu Valença, Lulu Santos, Djavan, Clara Nunes e também o sucesso da nova geração, o grupo Os Garotin. João Villas Boas da Conceição com Léo Guima, Anchietx e Cupertino, do grupo Os Garotin, em show que aconteceu em maio de 2026, Vitória Reprodução/Rede social 'Mãe, quantos corações tem o vídeo?' João ainda não tem redes sociais, mas tenta entender o tamanho da repercussão. A publicação se aproxima de 500 mil visualizações apenas no perfil onde foi postada originalmente no Instagram, sem contar as dezenas de páginas que a compartilharam. "Eu tentei explicar para ele o que era rede social. Ele gosta de ver os corações e acha que cada coração é uma pessoa. Então pergunta: 'Mãe, quantos corações tem o vídeo?'". Quando a mãe explicou que pessoas de diferentes partes do país estavam assistindo ao vídeo, a reação do menino divertiu a família. "Ele falou: 'Nossa, mãe, então no Brasil todo mundo me conhece?'. Quando contei que a primeira-dama tinha comentado o vídeo e falei quem era ela, ele respondeu: 'Meu Deus, eu tô muito famoso!'", disse. Filho único de Thuzza e enteado de uma irmã de 24 anos por parte do pai, João segue encarando toda a repercussão com a mesma naturalidade do momento que conquistou a internet, cantando as músicas de que gosta ao lado da família. João Villas Boas da Conceição, de 6 anos, encantou a internet ao cantar Gal Costa ao lado da mãe. Espírito Santo no ES Reprodução/Rede social Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
Refugiada encontrou acolhimento na UFPR e inspirou criação de novas políticas públicas Foi a coincidência de um encontro que mudou o rumo da vida de Lucia Loxca e das políticas de acolhimento de migrantes e refugiados na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Em 2013, Lucia cursava o terceiro ano de Arquitetura na Universidade de Alepo, na Síria, em meio à guerra civil que irrompeu no país. Naquele ano, um ataque interrompeu os estudos da jovem e adiou o sonho de se tornar arquiteta: a universidade foi bombardeada, resultando na morte de 46 estudantes. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Com o agravamento do conflito, Lucia e a família deixaram o país. E foi o Brasil que os acolheu como refugiados de guerra. Ela se estabeleceu em Curitiba. A escolha pela cidade, segundo Lucia, foi influenciada pelo amor à arquitetura, uma vez que a capital paranaense é reconhecida como cidade modelo nesse aspecto. Com o deslocamento, uma nova casa, uma língua diferente, tendo deixado toda uma vida e amigos para trás, a arquitetura ficou em segundo plano. A vontade de retomar os estudos, porém, nunca desapareceu. Para conseguir concluir a graduação, ela procurou por faculdades particulares na cidade, mas, sem falar português, não conseguiu ingressar em nenhuma instituição. Foi então que a UFPR entrou no caminho dela. Motivada pelo marido, também arquiteto, ela fez uma visita à universidade. "Eu tentei fazer entrevistas, entregar meus documentos para várias faculdades, mas nenhuma delas me aceitou, porque eu não falava a língua. A minha última tentativa foi na federal. Meu marido me convenceu e eu não queria muito ir, porque já quase tinha desistido. Mas ele me convenceu a fazer uma última tentativa", relembra. E foi nos corredores vazios do Centro Politécnico da UFPR, já no fim de dezembro de 2013, que o caminho de Lucia cruzou com o do professor Paulo Chiesa — na época, o coordenador do curso de Arquitetura. Na condição de refugiada, Lucia encontrou acolhimento na UFPR e inspirou políticas públicas para migrantes na universidade Divulgação/Agência Escola UFPR Mesmo com dificuldades no idioma, a síria detalhou ao professor sobre a condição de refugiada. "Expliquei toda a minha situação, falei de todos os documentos que eu consegui trazer embaixo das bombas da Síria", conta Lucia. Em um primeiro momento, Chiesa recomendou que ela procurasse por faculdades particulares, visto que a universidade federal ainda não tinha políticas estruturadas de acolhimento aos refugiados. Porém, a história de Lucia e essa falta de políticas públicas que atendessem à situação inquietaram o professor, que, anos antes, havia participado de uma formação do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) sobre o direito internacional de pessoas forçadas a se deslocar para outro país. Sensibilizado, Chiesa levou o caso para a reitoria da universidade. Inspirada por um modelo adotado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a UFPR criou, em tempo recorde, um plano para o acolhimento de refugiados. Com isso, Lucia se tornou a primeira refugiada matriculada na Universidade Federal do Paraná. O caso dela serviu de modelo para que a instituição discutisse e aprovasse uma resolução específica sobre o tema. Mais de 10 anos depois do encontro entre Lucia e Chiesa, a universidade se tornou referência nas políticas públicas de acolhimento de migrantes e refugiados. Universidade Federal do Paraná UFPR/Divulgação Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) destacou que a UFPR "tem demonstrado um forte compromisso institucional com a promoção da integração de migrantes e refugiados na sociedade por meio da educação e do trabalho". O documento aponta que o impacto é significativo em dois aspectos: "no acolhimento a esse número de pessoas que estão se deslocando e na universidade acolher e se preparar para permanência e o apoio sistemático a essas pessoas." Para o professor Chiesa, estar aberta a receber novos públicos faz parte da essência da universidade. "Acolhendo a política de cotas sociais, acolhendo a política de refugiados e dos migrantes, a Federal do Paraná presta a função para a qual foi construída. É uma universidade pública. Ela tem que ser exemplo", defende Chiesa. Da matrícula à permanência O canudo conquistado por Lucia em 2017 Reprodução/RPC A matrícula não era o primeiro obstáculo a ser superado por Lucia. Era preciso garantir as condições para a permanência dela na universidade. As aulas de português para estrangeiros foram a próxima etapa. No Centro de Línguas e Interculturalidade (Celin) da universidade, Lucia pôde se familiarizar com o idioma por meio do qual aprenderia a profissão. "Eu nunca escutei a língua portuguesa antes [de chegar ao Brasil]", conta. No percurso, ela contou também com a ajuda e solidariedade de colegas e professores. "Os professores me ajudaram muito, deixavam que eu fizesse todas as provas em inglês, pelo menos no primeiro semestre. E meus colegas me ajudaram a traduzir as aulas, me apoiaram muito, me acolheram muito bem, especialmente no início", lembra a arquiteta. Foram três longos anos até a formatura, em agosto de 2017. "Aquele momento foi um milagre na minha vida, em que eu consegui realizar um sonho que estava na minha cabeça há muitos anos. Lembrei de todo o sofrimento que eu passei na Síria, na guerra, de todas as pessoas que sofreram, que não conseguiram continuar realizando os sonhos delas, as pessoas que morreram, infelizmente, no meio do caminho", relata Lucia. "Eu fiquei super orgulhosa de mim, de ter conseguido representar o meu país dessa maneira. De mostrar para o Brasil que nós somos refugiados e que, se a gente tem um sonho, a gente é capaz. Com estudo, a gente consegue conquistar qualquer coisa no mundo." Lucia Loxca na colação de grau, em 2017 Reprodução/RPC O aperfeiçoamento das políticas de acolhimento da UFPR não se encerrou com a formatura de Lucia. O processo pelo qual ela passou inspirou a criação de protocolos para os alunos migrantes e refugiados que acessaram a universidade depois. "Não adianta só conseguir ingressar na universidade. É importante que ele continue", defende Nathielly Daiany Oliveira Santos, coordenadora de Acolhimento e Trajetórias Acadêmicas de Estudantes Internacionais e Migrantes. Desde 2018, a UFPR tem um vestibular focado em pessoas vindas de outros países que desejam ingressar pela primeira vez em um curso de graduação no Brasil ou retomar estudos iniciados no exterior e não concluídos. Por meio dele e do reaproveitamento de vagas remanescentes – quando a universidade reabre vagas que ficaram ociosas por abandono de curso, cancelamento ou transferência para outras instituições –, mais de 270 estudantes migrantes e refugiados tiveram acesso ao Ensino Superior. A instituição oferece também acolhimento psicológico, tutoria e orientação a esses estudantes, por meio de um projeto desenvolvido com estudantes e professores do curso de Psicologia. Além disso, oferece atendimento jurídico informativo, acolhimento e orientação sobre ingresso, revalidação de diploma e revalidação do Ensino Médio, em uma iniciativa criada por professores e estudantes de Direito. Serviços são oferecidos na Sala 28 do Prédio Histórico da UFPR Giovani Pereira Sella/Agência Escola UFPR Entre as políticas voltadas para migrantes e refugiados dentro da universidade após a chegada de Lucia está a criação da Coordenadoria de Acolhimento e Trajetórias Acadêmicas de Estudantes Internacionais e Migrantes (Catrim), em agosto de 2025. Nesse setor, estudantes estrangeiros são acompanhados semestralmente por uma equipe dedicada a essa função. Antes, isso era feito por voluntários. O rendimento acadêmico dos alunos e a distribuição de bolsas são alguns dos pontos sob a supervisão da Catrim. Segundo a coordenadora Nathielly Santos, esse acompanhamento permite desenvolver ações com base na experiência dos estudantes, auxiliando na relação com a coordenação do curso e com outras instâncias da universidade. "Quando a gente traz isso para a instituição, muda totalmente o olhar. Porque você traz isso como uma responsabilidade institucional", defende a coordenadora. Para pessoas migrantes e refugiadas já formadas, a universidade oferece o serviço de revalidação de diplomas de maneira gratuita. O processo é simplificado e considera dificuldades enfrentadas por pessoas que tiveram que deixar o país em que viviam, como a ausência de alguns documentos que geralmente são exigidos por outras instituições. Em 2025, foram 231 diplomas revalidados pela UFPR. A ação facilita o acesso ao mercado de trabalho formal, na área de formação do migrante ou refugiado. Apesar de todos os avanços, a coordenadora da Catrim ainda vê espaço para ampliação e fortalecimento dessas políticas de acolhimento. "A gente se reúne com antecedência, identifica falhas do processo anterior e fica o tempo todo pensando em formas de simplificar o processo, de achar brechas nas normativas que já estão defasadas. Dez anos antes, as normativas tinham outro público, era outro momento. Agora elas já não atendem mais isso. Em contrapartida, a gente tem outras questões também. Porque às vezes a gente abre demais, simplifica muito o acesso, mas, um passo à frente, os alunos vão ter uma barreira e dificuldade de permanecer", ressalta Nathielly. Aprendizados e conexões mútuas Não são apenas os migrantes e refugiados que se beneficiam com a chegada de novas culturas e experiências na universidade. Estudantes, professores e a instituição como um todo reconhecem que é uma troca mútua. Os migrantes colaboram com a ampliação de saberes, trazendo perspectivas diferentes que, às vezes, precisam vir do outro lado do mundo para iluminar o debate. Na experiência da UFPR, mesmo após a formação, os estudantes migrantes e refugiados buscam retribuir o apoio que tiveram da universidade que os acolheu quando os caminhos no novo país ainda eram incertos. Foi assim com Lucia, que voltou à universidade quase 10 anos depois de se formar para falar aos estudantes do curso sobre a arquitetura do país em que nasceu. "É uma troca cultural muito rica. Eu falei sobre a arquitetura árabe, os detalhes e as técnicas, para os brasileiros conhecerem. Porque, no final das contas, a gente estuda na faculdade, mas a gente não consegue aprender sobre a arquitetura do mundo inteiro", explica. O professor Chiesa resume essa valorização do encontro com o diferente: "Tem espaço para todo mundo, sabe? A gente enriquece muito a nossa cultura, a nossa postura filosófica de vida." Após quase 10 anos formada, Lucia voltou à universidade para falar sobre a arquitetura síria estudantes Arquivo Pessoal/Paulo Chiesa *Com colaboração de Matheus Karam, assistente de produtos digitais do g1 Paraná, sob supervisão de Mariah Colombo e Douglas Maia. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná
"The pathway to bring gasoline and diesel prices back down is to get more oil flowing through the Strait of Hormuz," US Energy Secretary Chris Wright said in an interview.
La norma comunitaria de transparencia en las retribuciones debía entrar en vigor este domingo. Trabajo asegura estar ultimando el texto
De Mogwai a Slowdive, varias bandas de finales del siglo pasado reúnen a un público veterano y nostálgico, pero también a jóvenes atraídos por un tiempo menos sometido a la viralidad y al ‘marketing’
Llevar joyas, para diferenciarse o por contrato, se ha convertido en algo habitual entre muchas atletas profesionales. En la última edición de Roland Garros, la joyería ha irrumpido como invitada inesperada en muchos partidos
Como funciona a Mega-Sena? O concurso 3.014 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 32 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (6), em São Paulo. Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp No concurso da última terça-feira (2), ninguém acertou as seis dezenas. O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. Acompanhe os sorteios no site do g1 Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados. Volante da Mega-Sena Ana Marin/g1 Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos. Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo. O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Mulher de 37 anos finge ter 12 e é presa por estelionato 1 ano após ser adotada em SC Uma mulher de 37 anos, presa em Santa Catarina por se passar por uma criança de 12 anos, aplicou golpes semelhantes em pelo menos cinco cidades do Rio Grande do Sul. Amanda Maria Souza Oliveira viveu por mais de um ano na casa de uma família em Joinville (SC) usando o nome falso de Gabrielle. Após a repercussão do caso, ela confessou os crimes e teve a prisão convertida em preventiva na última quarta-feira (3). Em depoimento, Amanda revelou a sua passagem pelo território gaúcho. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, a suspeita passou por Porto Alegre, Cachoeirinha, Caxias do Sul, Pinto Bandeira e Passo Fundo. O plano consistia em se apresentar como uma criança para receber moradia, alimentação e cuidados destinados a menores de idade. Segundo o delegado da Divisão Especial da Criança e do Adolescente do RS, André Mocciaro, ela usava o próprio sistema a favor dos golpes. "A partir do momento que ela se diz vítima de um crime sexual, ela busca atendimento na saúde pública ou em abrigos para conseguir documentos que possam dar subsídios à intenção dela de enganar uma família.", afirmou. Ainda segundo Mocciaro, a suspeita ficou seis meses presa no estado em 2021. Ela respondia por estelionato, falsa identidade e uso de documento falso. No mesmo ano de 2021, aos 33 anos, Amanda chegou a ser acolhida em um abrigo destinado a adolescentes em Porto Alegre. A promotora de Justiça Cinara Dutra Braga, que acompanhou o caso, afirma que ela dizia ter 11 anos de idade. Uma perícia foi necessária para confirmar que ela não era criança. "Ela teve uma internação psiquiátrica e lá, com o Instituto Geral de Perícias, se identificou que ela realmente era adulta", relatou a promotora. Já em 2024, a mulher tentou aplicar o golpe em Pinto Bandeira, na Serra do RS, mas o Conselho Tutelar desconfiou da versão e acionou a polícia. Na ocasião, ela foi autuada por uso de documento falso e liberada. Amanda é investigada por estelionato e falsa identidade, e segue presa em Joinville. A defesa da suspeita informou que vai pedir um exame de sanidade mental e que aguarda a conclusão da perícia para esclarecer as circunstâncias relacionadas ao caso. Infográfico - Falsa adolescente Arte/g1 De mamadeira ao Mounjaro como agia mulher de 37 anos que fingiu ter 12 anos para enganar família de SC Redes sociais/Reprodução Mulher de 37 anos 'adotada' após fingir ter 12 anos Polícia Civil/Reprodução VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Loteria de Porto Novo, em Cariacica, onde saiu prêmio de R$ 19 milhões da Quina Reprodução/Google Street View Um apostador de Cariacica, na Grande Vitória, acertou as cinco dezenas da Quina e faturou, sozinho, o prêmio de mais de R$ 19 milhões. O sorteio foi realizado na noite desta sexta-feira (5). O jogo simples, físico e único foi feito na Loterias Porto Novo, que fica no bairro Porto Novo. A lotérica fica anexa a um supermercado. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp As dezenas sorteadas no concurso 7043 foram 10, 20, 21, 29 e 46. O prêmio total foi de R$ 19.311.291,98. Outros 86 apostas acertaram quatro dezenas e faturaram, cada uma, R$ 9.235,38. Acertaram três dezenas 7.282 apostas, e cada uma faturou R$ 103,87. Outras 171.935 apostas ganhadoras acertaram duas dezenas e faturaram R$ 4,39 cada. Agora no g1 Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
“The good physician treats the disease; the great physician treats the patient who has the disease” — Sir William Osler (1849-1919) IN 1986, Carlo Petrini founded the ‘slow food’ movement in Italy to counteract the so-called ‘fast food’, by promoting local food cultures, traditional cooking and sustainable farming. Inspired by this, the concept of ‘slow medicine’ took birth: a patient-centred approach to healthcare that prioritises time, listening, and comprehensive care over rapid, high-tech, intensive interventions. It emphasises quality, the patient’s context and shared decision-making to avoid hurried, unnecessary, harmful treatments. There is no doubt that modern medicine is revolutionising healthcare. In emergency situations diagnoses are generated in minutes. Imaging technologies are replacing exploratory surgery. Algorithms now identify patterns invisible to the human eye. This advancement has saved countless lives. Yet amid this relentless drive for efficiency, questions are emerging: what do we lose in this fast-paced medicine? Most health challenges are the result of an imbalance in our lives, and most quick-fix solutions actually exacerbate these imbalances. The slow medicine approach focuses on identifying the root cause of our health challenges, creating a thoughtful, step-by-step and long-term response to restore balance in our lives, because good care requires time, attention, and reflection. It reminds us that patients are not just a set of signs and symptoms to be fixed, but individuals whose illnesses are embedded in social, psychological and cultural contexts. For countries like Pakistan, slow medicine is particularly relevant. Slow medicine is built on three principles: careful deliberation before intervention; minimal necessary treatment rather than maximal possible treatment; and respect for the patient’s lived experience and values. It asks physicians to pause and think before acting. In medicine, as in life, acting quickly is not always acting wisely. The concept has gained attention in response to the global problem of overdiagnosis, overtreatment and rising costs of healthcare. As diagnostic tools become more sensitive, medicine increasingly detects abnormalities that may never cause harm. Small lesions, borderline results and incidental findings often mean further tests and interventions, leading to unnecessary physical, psychological and financial stress. Slow medicine offers a different approach. It suggests that not every abnormal result or every symptom requires a battery of tests and immediate action. Observation, patience, context and careful history-taking can be more valuable in many situations. Although the principles of slow medicine can be applied to any clinical interaction, there are at least four areas where they are most relevant. Chronic diseases such as diabetes, hypertension and cardiovascular disease evolve over years, shaped by lifestyle, environment and stress. Managing them effectively requires careful and thoughtful history-taking, a good doctor-patient relationship, continuity of care and gradual adjustment. Understanding why the condition exists in the first place is more important than simply making changes to the prescription. Secondly, mental health conditions such as depression, anxiety and trauma are closely related to relationships and social contexts. In healthcare systems like Pakistan, mental health consultations are brief, fragmented and heavily reliant on medications. Very few psychiatric consultations end without a prescription. Yet psychological healing often depends on something more essential: being listened to and understood — things that cannot be rushed. Geriatric care is another area. Older patients frequently have multiple conditions, medications and vulnerabilities. Aggressive interventions may prolong life but at the cost of dignity and comfort. Slow medicine shifts the question from ‘what more can we do?’ to ‘what is worth doing?’ In many cases, less intervention results in better quality of life. End-of-life care perhaps represents the most profound expression of slow medicine philosophy. The goal is no longer cure but care: relief of pain and suffering, preserving dignity, and respecting patients’ and family’s wishes. This requires patience, tolerance and time and cannot be rushed. For countries like Pakistan, slow medicine is particularly relevant. Many of the country’s health problems are shaped by societal conditions: poverty, unemployment, rampant inflation, political uncertainty, violence, etc leading to medicalisation of social distress. Patients and physicians both get trapped in seeing these problems through the biomedical lens, ie, quick assessment in which patients’ complaints are addressed through various lab and radiology tests, followed by medicines, while the root cause of their complaints are hardly ever asked about or addressed. Doctors are neither trained nor feel comfortable enquiring about social factors as most wonder that even if they inquire about them what can they can do about it. No wonder the burden of almost all conditions — communicable and non-communicable — is extremely high in Pakistan. Ultimately, slow medicine is not about rejecting urgency where it is necessary — emergencies demand rapid action, and modern medicine excels in such moments. It is about recognising that much of healthcare does not occur in emergencies. It unfolds over time — in chronic illness, in mental health, in ageing and in recovery. In these areas, haste can do more harm than good. At its heart, slow medicine is a reminder of what medicine has always aspired to be: not just a technical but a human one — one that demands not only scientific advancement, but also wisdom, humility, compassion and humanity. It asks clinicians to see beyond the scan, the lab report and the prescription pad, and to engage with the person behind the patient. It reminds us that the true practice of medicine is in caring for people. In 1953, Sir Robert Hutchison wrote A physician’s prayer: “From inability to let well alone; from too much zeal for the new and contempt for what is old; from putting knowledge before wisdom, science before art, and cleverness before common sense; from treating patients as cases; and from making the cure of the disease more grievous than the endurance of the same, Good Lord, deliver us.” More than 70 years later, his prophetic words remain strikingly relevant to modern medicine. The writer is professor emeritus, psychiatry, Aga Khan University. mmkarticle@gmail.com Published in Dawn, June 6th, 2026
Homem é encontrado carbonizado dentro de veículo na Bahia O corpo de um homem foi encontrado carbonizado dentro de um carro na zona rural de Inhambupe, cidade a cerca de 123 quilômetros de Feira de Santana, nesta sexta-feira (5). Segundo informações da Polícia Civil, o veículo estava em uma área de plantação de milho. Em nota, a Polícia Militar detalhou que recebeu uma denúncia sobre a presença do corpo no povoado de Mulunguinho. Ao constatarem o fato, o local foi isolado até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT). A identidade da vítima ainda não foi oficialmente confirmada pelas autoridades. O caso é investigado pela Polícia Civil. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Homem é encontrado carbonizado dentro de um carro em cidade da Bahia Reprodução/TV Subaé Entretanto, conforme apuração da TV Subaé, a Rede Brasileira dos Povos Ciganos alegou ter fortes indícios de que o corpo pertence a Ricardo Marques Cabral, de 34 anos. Ele está desaparecido desde a última terça-feira (2). O corpo foi encaminhado ao DPT de Alagoinhas, onde passará por exames periciais para identificação formal da vítima. LEIA TAMBÉM: Vídeo mostra fuga de homem após capotar carro roubado; suspeito foi preso horas depois na Bahia Vítima de acidente entre van e caminhonete morre em hospital da Bahia; colisão deixou 16 pessoas feridas Homem é encontrado morto dentro de carro abandonado em estrada de terra no sul da Bahia Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
Incêndio atinge imóvel comercial em Guarulhos Um incêndio de grandes proporções atingiu um imóvel comercial na noite desta sexta-feira (5), na Rua Guaporé, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Até a última atualização da reportagem não havia registro de feridos. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a ocorrência foi registrada às 20h29, com o envio de 10 viaturas para o local. Incêndio em imóvel comercial em Guarulhos Arquivo Pessoal As equipes confirmaram o incêndio e iniciaram o combate às chamas para conter o avanço do fogo. Ainda conforme os bombeiros, as causas ainda são desconhecidas. Incêndio atinge imóvel comercial em Guarulhos Arquivo Pessoal Incêndio atinge imóvel comercial em Guarulhos Arquivo Pessoal
A venda geral de ingressos para o Rock in Rio começa na próxima segunda-feira (8). Neste ano, o evento deve gerar um impacto de mais de R$ 3 bilhões na economia da cidade do Rio de Janeiro. O clima da Cidade do Rock já começa a tomar conta do Rio. A música movimenta não apenas o festival, mas toda a cidade. Na última edição, em 2024, o impacto econômico foi de quase R$ 2,9 bilhões para a capital fluminense. Para este ano, a estimativa é ainda maior: mais de R$ 3,36 bilhões movimentados na economia. "O Rio de Janeiro parece que veste tudo de Rock in Rio. A nossa festa fica gigante. Todo mundo quer vir para cá: pessoas de vários estados e de vários países. Isso é uma responsabilidade muito grande para quem organiza essa festa. Quando você entra na Cidade do Rock, sente que alguma coisa aconteceu, que alguma coisa mudou a partir dali." Venda de ingressos do Rock in Rio começa na segunda; impacto econômico supera R$ 3 bilhões Globo/ Reprodução Desde a primeira edição, em 1985, a Cidade do Rock já recebeu um público de mais de 12,3 milhões de pessoas. Neste ano, o festival reúne uma seleção de superestrelas para os shows em setembro, incluindo o grupo de K-pop Stray Kids, a banda Foo Fighters, Gilberto Gil, Maroon 5, Black Eyed Peas e Elton John. A programação é marcada por uma sequência de sucessos. O DJ e cantor Pedro Sampaio será responsável por abrir o Palco Mundo. "Quando se trata de um festival como o Rock in Rio, você zera tudo e começa tudo de novo para entregar novidade, para ser disruptivo, para surpreender. O Rock in Rio é uma virada de chave na carreira de qualquer artista. É um grande portal, em níveis estratosféricos." O cantor e ator Xamã também está entre as atrações do evento, com apresentação no Palco Favela. Além de artista, ele destaca a experiência como fã do festival. "É muito mágico. Eu lembro que, na primeira vez, em 2019, fui com a minha família, quando ninguém tinha ido também. Então eu desci do palco e curti a roda-gigante, a montanha-russa, o palco de eletrônica, todos os shows possíveis. Então, além de trabalhar, a gente vai para curtir os outros dias também. Agora vamos curtir." "Muito mágico para mim, muito emocionante. Poder voltar ao Palco Favela neste ano é especial. Estou ansioso e preparando um show novo para a galera." GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM PCC e CV como terroristas: o que pode mudar para o Brasil após decisão dos EUA?
Morador registra luzes em serra e internautas levantam hipóteses no interior do TO O programador Anderson Oliveira, que registrou luzes piscando em uma serra na cidade de Xambioá, no norte do Tocantins, decidiu ir até o local. Após a repercussão das imagens gravadas no fim de maio, Anderson buscou vestígios físicos no local, mas afirmou não ter encontrado provas conclusivas do que foi registrado (veja vídeo acima). As imagens foram registradas na noite de 28 de maio e divulgadas no dia 2 deste mês. O vídeo mostra luzes fortes piscando em uma serra na zona rural da cidade, o que intrigou internautas devido à semelhança com um fenômeno relatado dias antes no Paraná. "Não consegui avistar nada relevante que comprovasse algo, porém eu fiquei em dúvida sobre o local exato", contou o programador após a visita. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Ao g1, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), nenhum objeto foi identificado por radares ou reportado por aeroportos sob a jurisdição do Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), no dia 28 de maio. Segundo o órgão, o controle do espaço aéreo na região ocorreu sem registros de objetos desconhecidos. LEIA TAMBÉM: Três anos depois: o que se sabe sobre o caso do motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano Noivo se casa usando boné no TO e viraliza: 'Foi do jeito que se sentiu bem', diz esposa Após Corpus Christi, próxima folga no TO será só em agosto; veja os feriados restantes de 2026 Luzes foram registradas em vídeo em uma serra na cidade de Xambioá Reprodução/Instagram de Anderson Oliveira O pesquisador de fenômenos anômalos Rony Vernet analisou as imagens e destacou que o padrão das luzes em Xambioá é “interessante”, com pontos quase alinhados que apresentam alternância de cor e intensidade. Ele descartou, inicialmente, explicações simples como faróis de carros ou lanternas de acampamento. Segundo o pesquisador, uma investigação mais aprofundada envolveria a coleta de solo e o uso de instrumentos como magnetômetros para medir campos magnéticos no local. "O Tocantins tem histórico de grandes fenômenos. Locais isolados e de natureza preservada costumam ter a presença desses fenômenos, que não se manifestam muito em cidades povoadas", afirmou. Quando as imagens foram divulgadas, o prefeito de Xambioá, Mayck Câmara (Republicanos), informou que enviaria uma equipe ao local para apurar o que poderia ter causado o fenômeno. O g1 questionou a prefeitura sobre o resultado da visita e se alguma conclusão havia sido alcançada, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. O pesquisador também ressalta que a qualidade de gravações noturnas feitas em celulares dificulta a análise, já que o sensor pequeno gera muito “ruído”. “No foco automático, uma luz distante fica embaçada e parece muito maior do que é. O ideal seria usar o foco manual e ajustar o ISO para ter uma imagem mais nítida e entender se há algum objeto atrás da luz”, orientou Rony. Anderson também publicou registros da serra para mostrar o local durante o dia Reprodução/Instagram de Anderson Oliveira Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Brasileiros qualificados enfrentam dificuldade para conseguir emprego Globo/ Reprodução Cinco milhões de brasileiros que investiram tempo e dinheiro na formação profissional têm encontrado dificuldade na hora de conseguir emprego. A advogada empresarial sênior Ana Flávia Mambelli é um exemplo. Ela tem buscado uma vaga sem sucesso e avalia que o principal obstáculo pode ser justamente a alta qualificação. “Eu já ouvi muitas vezes: ‘Você é muito qualificada para a vaga’. E eu acho que tem um, um currículo robusto agora no mercado. Eu tive uma experiência fora do país e, agora que eu voltei, eu tenho sentido, né? Eles querem que você entregue um, um trabalho, uma qualidade de um serviço sênior, mas eles querem pagar um salário muito inicial, muito júnior.” O número de profissionais ocupados com ensino superior cresceu mais do que o total de trabalhadores ocupados nos últimos 14 anos e mais do que dobrou no período. Passou de 12,6 milhões para quase 25,8 milhões, segundo dados do IBGE. Ainda assim, um a cada cinco desses profissionais hoje trabalha de forma informal. Economistas classificam esse cenário como “mismatch”, um desencontro entre o perfil do trabalhador e a vaga disponível. Trata-se de uma situação em que profissionais que investiram na formação enfrentam dificuldade para encontrar um posto compatível no mercado de trabalho, sendo vistos como qualificados demais. O país avançou na qualificação de profissionais nas últimas décadas, mas não cresceu o suficiente para absorver essa mão de obra. A explicação é do professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, André Portela. “Se tivesse crescido mais, teríamos novas, mais e melhores ocupações a serem exercidas, eh, por esses novos profissionais. E, certamente, o salário seria maior, as oportunidades seriam melhores. Crescimento econômico é muito importante para isso.” “Agora, é importante dizer: ter a formação de educação superior, ainda assim, é melhor em termos de chance de emprego e de salários no mercado de trabalho do que não ter nível superior.” A publicitária Lívia Paula de Melo João também relata dificuldades. Ela tem graduação em rádio e TV, MBA em marketing digital e doutorado na França, e avalia que o próprio currículo pode se tornar um obstáculo. “Uma bagagem muito pesada, porque, como tem muitas qualificações etc., e às vezes até as pessoas acima, os gestores, não têm. Onde você fica nesse time, que nem sempre as pessoas estão compatíveis com você?” “Hoje em dia, eu tô até considerando alguns cargos, eh, menores, justamente por essa vontade de entrar, fazer carreira e conseguir crescer dentro da empresa.” GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM PCC e CV como terroristas: o que pode mudar para o Brasil após decisão dos EUA?
Corpo de Nanes Kaxinawá, de 32 anos, foi encontrado por moradores na quinta-feira, 4, no Rio Purus Arquivo pessoal O corpo de Nanes Batista Domingos Kaxinawá, de 32 anos, foi encontrado nas águas do Rio Purus, nessa quinta-feira (4) pelos moradores da Aldeia Novo Marinho, zona rural de Santa Rosa do Purus, interior do Acre. O homem desapareceu no último domingo (31), após cair de uma embarcação. A informação foi confirmada ao g1 pelo sobrinho dele, Jeneci Francisco Pereira Kaxinawá. Ele explicou que se reuniu com alguns vizinhos para procurar o tio e viram o corpo boiando no meio do manancial no retorno para casa. As buscas pelo Corpo de Bombeiros começaram na terça-feira (2). ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp "Os vizinhos não acreditaram e ficaram todos muito assustados com a cena. Quando a filha e a esposa souberam, gritaram, de longe ouvimos e depois soube que elas desmaiaram", disse. O enterro de Nanes Kaxinawá ocorreu na manhã desta sexta-feira (5). "O cheiro estava muito forte e já optamos por sepultar apesar da dor na última despedida", declarou. Agora no g1 LEIA MAIS Adolescente indígena que ficou 11 dias perdido em floresta sobreviveu à base de frutas no Acre Corpo de adolescente que desapareceu após cair em rio ao atravessar passarela é encontrado no Acre Conforme o sobrinho, o indígena deixa seis filhos, sendo três filhas biológicas e outros três de criação. No dia que desapareceu, Nanes consumia bebidas alcoólicas desde cedo e caiu de uma embarcação conduzida por um amigo que também estava embriagado, mas conseguiu se salvar. O Corpo de Bombeiros confirmou ainda na segunda que a equipe saiu de Rio Branco para compor a equipe de Sena Madureira, em seguida, se deslocaram para Manoel Urbano e depois Santa Rosa do Purus. Nanes trabalhava na cantina de uma escola na aldeia. Reveja os telejornais do Acre