A ‘rudderless’ Lululemon needs to ditch logos and get back to basics, analysts say
“Make the color palette normal again,” one analyst said, as Lululemon’s stock sinks toward its lowest close since May 2018.
"LOGOS" · 총 70건
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최근 7일 기준 88,151건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 4,384건(5.0%)·중립 81,607건(92.6%)·부정 2,160건(2.5%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 14.7(중도 균형)입니다.
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Líder religioso é preso suspeito de drogar e estuprar jovem no interior do Acre Um pai de santo, de 50 anos, foi preso em flagrante suspeito de estuprar uma jovem, de 18, em Rodrigues Alves, no interior do Acre. A vítima procurou a delegacia poucas horas após o crime e relatou ter sido abusada sexualmente dentro da residência do suspeito, na última quarta-feira (3). Segundo a Polícia Civil, o líder religioso é bastante conhecido na região é já responde a outro crime de abuso sexual. Ele nega o crime. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp À Polícia Civil, a vítima contou que passava em frente a casa do homem quando foi convidada a entrar. Dentro da residência, o suspeito passou um óleo na cabeça dela, que fez ela se sentir tonta perder parcialmente os sentidos. O delegado Marcílio Laurentino, responsável pelas investigações, explicou que a vítima relatou que não conseguiu reagir durante o abuso. "Após o ato, ela recuperou a consciência e retornou para casa, quando, então, percebeu que havia sido vítima de estupro", explicou. A mulher foi na delegacia e registrou uma ocorrência. Os policiais a encaminharam à maternidade de Cruzeiro do Sul, cidade vizinha, onde recebeu atendimento médico e passou pelos procedimentos previstos para casos de violência sexual e foi submetida ao exame de corpo de delito. Homem de 50 anos foi preso em flagrante suspeito de drogar e estuprar jovem em Rodrigues Alves, interior do Acre Arquivo/PC-AC Prisão e em flagrante Após a denúncia, a polícia foi até o local indicado pela vítima e encontrou o suspeito. Conforme o delegado, no local, outro indivíduo também foi abordado, após chegar com duas trouxinhas de drogas. Ambos foram conduzidos à delegacia e o segundo homem assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por conta da droga apreendida e foi liberado. Por conta da gravidade da denúncia, o pai de santo permaneceu preso. A polícia representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva e o suspeito deve passar por audiência de custódia nesta sexta-feira (5), em Cruzeiro do Sul. "Ele já responde por um crime da mesma natureza, cometido em circunstâncias muito parecidas. Inclusive, já cumpriu cinco anos de prisão e estava no momento com monitoramento eletrônico", afirmou. LEIA TAMBÉM: Homem é preso suspeito de estuprar, agredir e tentar matar mulher em Rio Branco Idoso é preso em flagrante por estuprar criança de 7 anos no AC; suspeito oferecia brinquedos à vítima Homem é preso suspeito de estuprar enteada de 14 anos e gravar abusos no Acre; VÍDEO Ainda de acordo com Laurentino, o suspeito negou ter mantido relações sexuais sem o consentimento da vítima. Ele foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável, pois a jovem estaria sem condições de oferecer resistência durante o ato. "Ele negou a prática do crime, o que faz parte da sua estratégia de defesa. No entanto, há um histórico de condutas com o mesmo modo de agir, o que será considerado no andamento das investigações", concluiu. g1 em 1 minuto: AC registra mais de 1,5 mil casos de estupro de vulnerável em 2 anos A PM do Acre disponibiliza os seguintes números para denunciar casos de violência contra a mulher: (68) 99609-3901 (68) 99611-3224 (68) 99610-4372 (68) 99614-2935 Veja outras formas de denunciar: Polícia Militar - 190: quando a mulher está correndo risco imediato; Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes; Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres; Qualquer delegacia de polícia; Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel. Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa; Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia; WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008; Ministério Público; Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Reveja os telejornais do Acre
MANILA, Philippines — The Department of the Interior and Local Government reminded local government units to be wary of online messages bearing the logos of the DILG and National Barangay Operations Office (NBOO) via false e-mail addresses and asking for sensitive information. DILG Undersecretary for Local Government Marlo Iringan issued this warning to all the
Advogado e professor João de Freitas Guimarães e esboço desenhado sobre ele mesmo para representar equipamento que entrou no litoral de SP Reprodução/Memória Santista O advogado e professor João de Freitas Guimarães se tornou assunto em todo o país há exatamente 70 anos, quando afirmou ter viajado dentro de um disco voador no litoral de São Paulo. Apesar da história nunca ter sido comprovada, os documentos e relatos sobre o encontro com extraterrestres fazem parte do acervo sobre Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) do Arquivo Nacional. O caso aconteceu no dia 16 de junho de 1956, mas voltou a ganhar repercussão após um influenciador filmar luzes estranhas da varanda da casa dele, levantando a suspeita da presença de OVNIs no Paraná (assista abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Influencer filma luzes estranhas da varanda de casa e levanta suspeita de OVNIs no Paraná Os documentos e relatos do professor foram publicados no Boletim Especial da Sociedade Brasileira de Estudos de Disco Voadores (SBEDV), em 1975. Atualmente, eles podem ser acessados no Arquivo Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. João morreu aos 87 anos em Santos (SP), onde viveu com a família por boa parte da vida. Ele foi professor do curso de Direito da Universidade Católica de Santos e chegou a ser juiz presidente da Junta de Conciliação e Julgamento da justiça trabalhista da cidade. O encontro Conforme relatado nos documentos históricos, o professor saiu de Santos em direção ao Fórum de São Sebastião (SP) a trabalho, mas chegou tarde e precisou adiar os compromissos para o dia seguinte. Ele se hospedou em um hotel e, depois do jantar, decidiu caminhar pela praia. Entre 19h10 e 19h15, o professor olhou para o mar e viu um enorme jato d'água. Em seguida, um equipamento cheio de esferas saiu das águas e seguiu em direção a ele. João afirmou que ficou assustado até que o objeto voador pousou, e logo saíram dois homens por uma "abertura". De acordo com o professor, eles eram "altos, claros, louros, tinham olhos claros e serenos" e vestiam uma espécie de macacão verde. Dentro do disco voador Relato de João de Freitas Guimarães foi documentado no Arquivo Nacional Reprodução/Arquivo Nacional Ainda nos documentos, João contou que ambos pareciam "humanos". Ele então questionou se teria acontecido algum acidente com o equipamento ou se estavam procurando por alguém. Sem respostas, ele repetiu a pergunta em francês, inglês e italiano. Embora não falassem, o advogado afirmou que os homens pareciam se comunicar por telepatia e percebeu que estava sendo convidado para entrar no objeto voador, onde tinha um terceiro tripulante. João entrou e sentiu um ligeiro mal-estar. Logo depois, ele viu água pela janela e perguntou se estava chovendo, sendo respondido, telepaticamente, que não. Os tripulantes teriam explicado como o equipamento funcionava, dando detalhes sobre gravidade, rotação e direção. Em determinado momento, o professor sentiu o veículo sacudir fortemente e os seres lhe explicaram que a nave havia acabado de deixar a atmosfera da Terra. Ao longo da viagem, João perguntou várias vezes de onde eles eram, mas nunca teve resposta. Ao voltarem para o solo, o advogado percebeu que o relógio estava parado durante toda a viagem, mas ele calculou que ficou entre 30 e 40 minutos dentro do equipamento voador. Filha de advogado diz que assunto virou tabu na família Novo encontro Ainda dentro do veículo, João teria combinado um novo encontro com as criaturas para o dia 12 de agosto de 1957, no mesmo local e hora. Ele afirmou que a data foi marcada por meio de 12 constelações, sendo que uma roda indicava o ano e o número 8 lhe deu a ideia do mês de agosto. Com a repercussão do caso, ele não compareceu ao encontro marcado. Na ocasião, os curiosos e ufólogos chegaram a organizar caravanas para encontrar os extraterrestres, sendo que alguns relataram terem visto a nave passando por São Sebastião. Além disso, poucos dias antes da data marcada, um coronel da Aeronáutica Brasileira entrou em contato com João e disse: "Eu, se fosse você, não iria a esse encontro. Terei lá dois esquadrões de caça a jato para receber o disco voador". Relato histórico Em entrevista ao g1 há cinco anos, o jornalista e historiador Sérgio Williams afirmou que a história teve um grande peso na época por ter vindo de um advogado que era muito respeitado na cidade. "Homem culto, de grande credibilidade, chocou a sociedade santista na época por narrar a sua suposta experiência de contato com seres extraterrestres, não pela história em si, mas justamente por conta da fonte [...] Ninguém podia supor que um professor de Direito, respeitadíssimo, seria o protagonista confesso de uma história deste quilate", afirmou Williams. Para o jornalista, o episódio teve, historicamente, o mesmo peso que outros casos notórios no Brasil, como o do ET de Varginha ou a Noite dos OVNIs de 1986. "É uma das maiores referências sobre o assunto nas rodas de ufólogos e simpatizantes do tema". VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
Motorista corre até ferrovia e salva homem segundos antes de trem passar, no Paraná A motorista que salvou um homem de ser atropelado em uma ferrovia de Apucarana no Norte do Paraná, nesta quarta-feira (3), afirmou que tem pavor de trens desde criança. Mesmo assim, Karla França agiu rapidamente quando viu João Dakizuki, de 55 anos, caído nos trilhos. Com a ajuda de outra pessoa, ela conseguiu tirá-lo dos trilhos oito segundos antes da passagem do trem. Uma câmera de segurança filmou o momento. Assista acima. "Eu fui instrumento mesmo de Deus, porque eu jamais faria isso. Meu esposo sabe, ele não passa na linha do trem quando o trem está vindo, porque eu tenho muito medo, muito medo. E é medo de chorar, de dar crise de ansiedade", a professora relatou. ✅ Siga o g1 Londrina e região no WhatsApp Em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo, Karla contou que, antes de tudo acontecer, estava observando de dentro do carro a caminhada do homem, que tem dificuldades de locomoção e usa um andador. A professora estava com a filha no veículo, a caminho da escola e aguardava para seguir o trajeto, atrás de outro automóvel. Quando viu que o homem caiu nos trilhos, apesar do medo de trem, a reação dela foi correr para ajudá-lo. "Quando eu vi, ele já estava com os braços dando pra mim, com aquele olhar bem apavorado [...] Minha reação foi só puxar ele dali [...] Essa força não veio de mim. Uma porque eu não teria força para arrastar esse homem e outra por conta do meu trauma mesmo", disse a Karla. Karla França estava a caminho da escola da filha e viu quando o homem se desequilibrou e caiu no trilho. Reprodução/RPC Ela conta que nunca entendeu como adquiriu o medo, pois não se lembra de ter passado por nenhuma situação traumática que pudesse ser um motivo. Karla diz que, inclusive, já comentou sobre a fobia com psicólogos, mas não encontrou uma resposta para o pavor que sente. Ela garante que o acontecimento desta semana vai ficar marcado na memória. "Consigo entender que foi um ato bom, um ato heroico, mas eu ainda tenho medo da cena. Eu só tremia e chorava, não conseguia entender o que estava acontecendo. O barulho da buzina do trem ficou por muito tempo", contou a professora. Leia também: VÍDEO: câmera corporal flagra momento em que adolescentes e jovem são abordados em carro furtado no Paraná Chacina em bar do PR: assassino profissional que matou família por engano foi contratado por causa de disputa do tráfico, aponta investigação Relembre o caso: júri popular vai decidir se acusados de atacar jovem com soda cáustica no Paraná cometeram tentativa de feminicídio Como o resgate aconteceu Karla puxou João dos trilhos 8 segundos antes do trem passar. Auto Elétrica Labraza O incidente aconteceu na quarta-feira (3). Às 13h39, João se desequilibrou ao caminhar com o andador por cima da passagem de nível da Rua Hermes da Fonseca. Karla, então, percebeu o acidente e abandonou a condução do carro para correr até ele. Ao mesmo tempo, o maquinista acionou as buzinas para alertar os pedestres sobre a aproximação do trem. A mulher alcançou o homem quando o horário da câmera marcava 13:39:26. Depois de puxá-lo e garantir que ele estava na calçada, fora dos trilhos, o trem passou, às 13:39:34, pelo local em que o homem estava caído. Faltando dois segundos para a passagem, outro condutor também foi até eles e conseguiu colocar o homem de pé na calçada. "Eu vi ele passando assim bem instável, com o andador, até a hora que ele pisou na linha do trem. Eu via que ele tremia bastante. Ele tava usando um sapato muito grande. Eu acredito que isso ajudou ele a acabar caindo ali", ela lembra. O homem resgatado é aposentado e estava vendendo latinhas que havia coletado. Ele não se feriu. Karla lembra que a primeira reação foi sair do carro e puxar o homem. Auto Elétrica Labraza Empresa orienta população A Rumo, concessionária da ferrovia, informou em nota que a orientação é que a população mantenha distância dos trens, mesmo que estejam parados. Leia na íntegra: "A concessionária esclarece que os maquinistas sempre utilizam a buzina para alertar os pedestres e motoristas sobre a aproximação do trem. A medida é norma de segurança obrigatória. Em relação ao caso mencionado, não houve configuração de acidente e consequente registro de ocorrência. A empresa reforça a orientação para que a população sempre mantenha distância segura dos trens, parados ou em movimento. Para realizar uma travessia segura nas passagens em níveis, é importante redobrar sempre a atenção aos sinais sonoros e visuais. Vale ressaltar que um trem mesmo após acionar os freios de emergência, não consegue parar de imediato devido ao peso e tamanho da composição". Ação rápida de motorista evita tragédia com trem e salva homem em Apucarana VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Norte e Noroeste.
Vasilhame milenar é encontrado por arqueólogos em Parintins Um vasilhame com cerca de 2 mil a 3 mil anos de idade foi encontrado por arqueólogos nesta quinta-feira (4) em um sítio arqueológico localizado no Centro Histórico de Parintins, no interior do Amazonas. A peça foi retirada quase totalmente preservada e é considerada uma das descobertas mais importantes feitas na região. O artefato milenar foi encontrado a cerca de 80 centímetros de profundidade no sítio arqueológico Companhia Têxtil de Parintins, localizado na orla da cidade. Segundo os pesquisadores, este é o primeiro vasilhame encontrado no local em estado tão completo. A arqueóloga da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Clarice Bianchezzi, explicou que a descoberta pode ajudar a ampliar o conhecimento sobre os povos que viveram na região há milhares de anos. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp A arqueóloga da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Clarice Bianchezzi, explicou que a descoberta pode ajudar a ampliar o conhecimento sobre os povos que viveram na região há milhares de anos. "Ele é o primeiro achado que a gente tem mais completo. Alguns fragmentos haviam sido encontrados anteriormente, mas poderão ser remontados em laboratório. A emoção é justamente conseguir obter mais informações sobre esse material", afirmou. Vasilhame milenar encontrado por arqueólogos em Parintins. Jean Beltrão/Rede Amazônica As escavações começaram no ano passado e já resultaram na descoberta de diversos artefatos arqueológicos. No entanto, a nova peça chamou a atenção até mesmo de pesquisadores experientes. A arqueóloga Helena Lima, do Museu Emílio Goeldi, destacou a importância histórica do objeto. Segundo ela, a cerâmica encontrada está relacionada à tradição Pocó, produzida por povos que ocuparam grande parte da Bacia Amazônica entre 2 mil e 3 mil anos atrás. "Eu estudei essas cerâmicas há mais de 20 anos. Elas fazem parte de um processo de expansão que ocupou toda a Bacia Amazônica", explicou. Todos os materiais encontrados estão sendo catalogados e serão encaminhados para análises em laboratório. De acordo com os arqueólogos, Parintins possui atualmente 42 sítios arqueológicos mapeados. As pesquisas também contribuem para a formação de novos profissionais da área na região amazônica. Arqueólogos durante escavações no Centro Histórico de Parintins. Jean Beltrão/Rede Amazônica
Música e teatro são opções de lazer em Feira de Santana e região no fim de semana Gabriel Mendonça / Arquivo Pessoal | Divulgação A agenda cultural do g1 Feira de Santana reúne eventos de música que serão realizados até o próximo domingo (7) na região. As programações acontecem em diversos horários, locais e com diferentes valores de ingressos. (Confira detalhes) Abaixo, você vai encontrar as seguintes opções: Música Espetáculos 🎵 Música Audiovisual de Nadson O Ferinha Nadson, o Ferinha Fábio Tito/g1 ✍️Nadson O Ferinha grava, nesta sexta-feira, o audiovisual Seresta in Feira, em Feira de Santana. A gravação acontecerá no bairro de George Américo no Point do Dea. A data escolhida para a gravação coincide com o aniversário do cantor, que comemora mais um ano de vida no mesmo dia em que apresenta o novo trabalho ao público. 📅 Quando: sexta-feira (5), às 17h 📍 Onde: Point do Dea - George mérico, Feira de Santana 💲 Quanto: gratuito Show com Dani Diamantino Dani Diamantino Michell e Gabi Santos ✍️ A cantora Dani Diamantino apresenta um show especial em celebração ao São João. A artista convida o público a uma verdadeira viagem pelo melhor do forró tradicional, resgatando clássicos que marcaram gerações e seguem vivos na memória afetiva do Nordeste. 📅 Quando: sexta-feira (5), às 18h30 📍 Onde: Centro Cultural Sesc - Rua Cabuçu ,160, Feira de Santana 💲 Quanto: R$2,50 (meia) R$5 (inteira) 🎫 Ingressos: no sympla Show com Mimiro Rharydade Mimiro Rharydade se apresenta neste fim de semana em Feira de Santana Arquivo Pessoal ✍️Mimiro Rharydade é um cantor, compositor e animador de Feira de Santana.Ele é uma figura muito conhecida na cena musical da região, transitando entre diversos ritmos como samba, pagode, axé, MPB e forró. 📅 Quando: sexta-feira (5), às 20h 📍 Onde: Espetinho da Japa - Rua Juracy Magalhães, 249 - Ponto Central, Feira de Santana 💲 Quanto: couvert artístico R$5 Show com os Bambas do Nordeste Os Bambas do Nordeste Redes Sociais ✍️Em Alagoinhas, o Bloco GFR (ou bloco do Grupo Forró Rodado) é um bloco de rua de forró bastante famoso na cidade. Neste sábado, quem anima mais uma edição são os Bambas do Nordeste e Léo Ramos. 📅 Quando: sábado (6), às 13h 📍 Onde: Clube dos Sargentos - Conjunto Pinto Aguiar, Rua A - bairro Pinto Aguiar, Alagoinhas 💲 Quanto: R$160 (camisa) 🎫 Ingressos: no local Show com Rogério Lacerda Rogério Lacerda Redes Sociais ✍️O primeiro sábado de junho está em clima de São João com Rogério Lacerda na Cidade da Cultura com o show “Na Pegada do Forró”, trazendo muito arrasta-pé, tradição e aquela energia que ninguém fica parado. 📅 Quando: sábado (6), às 21h 📍 Onde: Cidade da Cultura - Rua H, 170, Conjunto João Paulo II - Mangabeira, Feira de Santana 💲 Quanto: R$ 20 🎫 Ingressos: no local Forró das Itapororocas Xamego da Thay é uma das atrações do Forró das Itapororocas Redes Sociais ✍️O Forró das Itapororocas é o tradicional evento junino e de forró pé de serra realizado no Distrito de Maria Quitéria. Neste ano, o evento vai contar com a presença de Xamego da Thay, Kaxixe do Forró, Mazinho Venturiny e mais. 📅 Quando: sábado (6), às 19h 📍 Onde: Praça do Forró, São José - Distrito de Maria Quitéria, Feira de Santana 💲 Quanto: R$ 35 🎫 Ingressos: no local Resenha das Atléticas Jean Santana Redes Sociais ✍️Os cantores Jean Santana e Digo Love são as atrações da Resenha das Atléticas, evento que será realizado neste sábado, em Feira de Santana. A festa reunirá estudantes de diferentes instituições de ensino superior da cidade e contará com a participação das atléticas Insônia, Sanare, Thunder e Cromos. A programação inclui apresentações musicais e atividades de integração entre os universitários. 📅 Quando: sábado (6), às 19h 📍 Onde: Armazém 75 – Avenida Maria Quitéria, 545, Brasília, Feira de Santana 💲 Quanto: a partir de R$20 🎫 Ingressos: no sympla Forrozão Proibido Cochilar GS Balada se apresenta no Forrozão Proibido Cochilar Arquivo Pessoal ✍️O Forrozão Proibido Cochilar da Paróquia Imaculada Conceição será realizado neste sábado, em Feira de Santana. Dani Diamantino, Júlio Forró Trinkado e GS Balada prometem animar a noite. 🎶Atrações: Dani Diamantino, Júlio Forró Trinkado e GS Balada 📅 Quando: sábado (6), às 20h 📍 Onde: Villa Poeme Eventos - Avenida Antônio Sérgio Carneiro - Aeroporto, Feira de Santana 💲 Quanto: R$40 Arraiá da Catedrá Neném do Acordeon se apresenta no Arraiá da Catedrá Redes Sociais ✍️A Catedral Metropolitana de Sant’Ana realizará no próximo sábado, mais uma edição do tradicionalíssimo Arraiá da Catedrá. Neném do Acordeom, Xamô pq Quis, Lucas Viana e Jerimum com Mel pretendem animar o arrasta-pé. O evento, que é realizado há 15 anos em Feira de Santana, reúne apresentações musicais, comidas típicas e decoração. 📅 Quando: sábado (6), às 20h30 📍 Onde: Zilas Cerimonial - Rua Rio Xingu, 555 - Capuchinhos, Feira de Santana 💲 Quanto: R$ 80 🎫 Ingressos: através do telefone (75) 98203-2500 Forró do Fole Forró do Fole acontece neste fim de semana em Feira de Santana Redes Sociais ✍️ O tradicional Forró do Fole já tem data marcada e promete reunir muita animação, amizade e forró no coração de Feira de Santana. Entre as atrações confirmadas estão Thaíse Lanuzza, Neném do Acordeon, Dani Diamantino e Luis da Sanfona, garantindo uma noite de muito arrasta-pé para o público. 📅 Quando: sábado (6), às 20h 📍 Onde: Haras Barcos - Avenida Artêmia Pires Freitas - SIM, Feira de Santana 💲 Quanto: R$ 80 (pista) R$300 (mesa) 🎫 Ingressos: através do telefone (75) 99906-1788 Show com William Sanfona e Paulo Bindá William Sanfona e Paulo Bindá se apresentam no IV Festival de Romeiros Redes Sociais ✍️Em Feira de Santana, a tradicional Trezena de Santo Antônio, no Santuário dos Capuchinhos conta com o Dia do Romeiro e celebrações que atraem milhares de devotos de toda a Bahia. Neste domingo, quem faz parte da festividade são os artistas Paulo Bindá e William Sanfona. 📅 Quando: domingo (7), às 13h 📍 Onde: IV Festival de Romeiros, Santuário de Santo Antônio - Capuchinhos, Feira de Santana 💲 Quanto: gratuito 🎭 Espetáculos Não Vão Nos Calar Agora Espetáculo 'Não Vão Nos Calar Agora' Divulgação ✍️ O Coletivo Panavuá apresenta, em Feira de Santana, o projeto Não Vão Nos Calar Agora, espetáculo que reúne três monólogos inéditos protagonizados por mulheres. Com direção de Karina de Faria, a montagem propõe reflexões sobre raça, gênero, território e resistência feminina a partir de experiências vividas por artistas do interior da Bahia. 📅 Quando: sexta-feira (5) e sábado (6), às 20h 📍 Onde: Teatro do Cuca - Rua Conselheiro Franco, 66 - Centro, Feira de Santana 💲 Quanto: R$20 (meia) R$40 (inteira) 🎫 Ingressos: no sympla Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻
Pombos se orientam com ajuda de 'bússola' no fígado que detecta o campo magnético da Terra Adobe Stock Faça chuva ou faça sol, seja dia ou noite, pombos treinados sempre encontram o caminho de volta para casa – mesmo quando são soltos a uma distância de quase mil quilômetros. É uma habilidade que foi útil aos humanos por muito tempo. E há cerca de um século, a ciência sabe que essa façanha tem a ver com a capacidade dessas aves de perceber o campo magnético. Mas como isso acontecia exatamente ainda era um mistério. Um novo estudo, publicado na revista Science por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Bonn e do Instituto Max Planck de Comportamento Animal, revela que uma parte central do segredo da orientação por campos magnéticos pode estar no fígado das aves. Conhecidas como macrófagos, essas células imunológicas do fígado decompõem os glóbulos vermelhos envelhecidos e, como parte desse processo, acumulam ferro, o que lhes confere propriedades quânticas que permitem detectar o magnetismo terrestre, guiando-as durante o voo como uma espécie de bússola interna. Os pesquisadores demonstraram que, quando essas células imunológicas do fígado estão comprometidas, os pombos tinham dificuldade para voltar para casa. Empresa russa anuncia ‘biodrones’ com pombos guiados por chip cerebral "Foi uma grande surpresa constatarmos que essas células imunológicas atuam como sensores de campos magnéticos. Nossos resultados revelam um mecanismo até agora desconhecido para a percepção magnética nos animais", afirma um dos autores, Christian Kurts, diretor do Instituto de Medicina Molecular e Imunologia do Hospital Universitário de Bonn, na Alemanha. Teorias divergentes Os cientistas sabem há décadas que aves migratórias e pombos-correios se orientam em parte pelo campo magnético da Terra, mas a forma exata como o percebem ainda era um mistério. Teorias divergentes sugeriam que as aves poderiam ver os campos magnéticos por meio de moléculas sensíveis à luz nos olhos ou detectá-los por meio de partículas magnéticas no bico, mas nenhuma delas havia apresentado evidências convincentes. Para encontrar as células magnéticas nos pombos, os autores do estudo da Science utilizaram duas técnicas: uma de "magnetometria de amostra vibrante" e outra de "separação de células magnéticas". Com elas, examinaram os órgãos nos quais suspeitavam haver capacidade de detecção magnética: os olhos, o bico e o cérebro. Além disso, decidiram examinar também o fígado e o baço, já que os dois decompõem os glóbulos vermelhos e, portanto, armazenam muito ferro no organismo. De fato, entre todos os tecidos analisados, o fígado apresentou a maior concentração de ferro, confirmando a hipótese dos pesquisadores de que o órgão tinha a resposta magnética mais forte. "O ferro se cristaliza em nanopartículas de óxido, o que torna as células reativas aos campos magnéticos", explica um dos autores, Ulf Wiedwald, pesquisador da Universidade de Duisburg-Essen, na Alemanha. Por que tanta gente odeia pombos? Como a "bússola" funciona na prática Uma análise mais detalhada identificou os macrófagos do fígado como as células responsáveis pelo mecanismo de orientação das pombas. A equipe de ornitólogos realizou experimentos com aves treinadas para retornar de distâncias superiores a 20 quilômetros até seu pombal, a fim de verificar se essas células são determinantes na orientação das aves. Os pesquisadores observaram que pombos com os macrófagos removidos perderam completamente o sentido de orientação em dias nublados, quando o sol estava encoberto. No entanto, quando o sol estava visível, esses pombos conseguiam se orientar um pouco melhor para voltar para casa, provavelmente utilizando sinais solares, indicam os autores. Quanto ao processo de comunicação com o cérebro, os cientistas constataram que os macrófagos ricos em ferro estão localizados próximos às fibras nervosas, o que pode explicar como a informação magnética chega ao cérebro. "Essas descobertas fornecem a primeira evidência científica concreta de como o campo magnético da Terra pode ser percebido dentro do corpo e transmitido ao cérebro para orientar o movimento", afirma Clivia Lisowski, também autora do estudo e pesquisadora do Hospital Universitário de Bonn. Os autores destacam que, além das aves, esses achados podem ter implicações para animais como tubarões, que se orientam sem necessidade de luz. "É possível que outros animais, e talvez até os seres humanos, respondam aos campos magnéticos de maneiras que ainda não compreendemos", pontua Lisowski. Habilidades dos pombos-correios são exploradas há milênios Não está claro quando ou como tudo começou, mas os humanos utilizam as habilidades de orientação dos pombos desde a Antiguidade. As aves e suas capacidades de navegação aparecem em diversas culturas antigas, seja na história da Arca de Noé ou na mitologia grega, onde eram retratadas como mensageiras divinas que ligavam o céu à terra. Os gregos antigos usavam pombos para transmitir notícias de vencedores olímpicos e de vitórias em batalhas. Os romanos utilizaram uma rede de pombos para acelerar a comunicação em seu vasto império militar. Mesmo em períodos mais modernos, quando a tecnologia começou a tomar seus postos, a utilidade dos pombos perdurou. Eles ajudaram a criar a agência de notícias Reuters. Em 1850, Julius Reuter, na Bélgica, utilizou pombos para transportar notícias e preços de ações entre Bruxelas e Aachen, na Alemanha, pois esse ainda era o meio mais rápido disponível. Os pombos levavam mensagens da linha de frente até os postos de comando na Primeira Guerra Mundial e eram considerados alvos legítimos para atiradores de elite. Na Segunda Guerra Mundial, a subseção pouco conhecida MI14(d), da inteligência militar britânica, conduziu a Operação Columba, nomeada a partir do nome científico dessas aves. Mais de 16 mil pombos, anteriormente usados por entusiastas de esportes amadores, foram lançados de paraquedas em recipientes sobre a França ocupada e outros países próximos. Os moradores eram incentivados a preencher um questionário que acompanhava o envio, com informações sobre a força e os movimentos das tropas alemãs, além de outros dados sobre a região. Em seguida, poderiam soltar a ave para levar as informações de volta à Grã-Bretanha. A operação reuniu dados úteis sobre locais de guarnições alemãs, abrigos de submarinos e defesas costeiras contra invasões, entre outros aspectos.
Maior avistamento coletivo: 44 anos da história do mistério que intriga Campo Grande Em 6 de março de 1982, durante uma partida entre Operário-MS e Vasco pelo Campeonato Brasileiro, em Campo Grande, ocorreu o que ufólogos ouvidos pelo g1 consideram o maior relato coletivo de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) do Brasil. Entre as cerca de 23 mil pessoas presentes no estádio estava o contabilista Marcelo Borges, que na época tinha 9 anos e assistia ao jogo ao lado do pai, Urizonildo Borges. Veja o vídeo acima. O caso voltou a ganhar repercussão após um influenciador do Paraná filmar luzes no céu da varanda de casa e levantar a hipótese de que poderiam ser OVNIs. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Ao g1, Marcelo contou que estava na arquibancada descoberta quando percebeu uma luz surgindo na direção da parte coberta do estádio. "Era uma luz branca. Eu falei 'parece um avião, mas está muito forte essa luz, bem branca', e quando ela veio, foi tomando uma direção à minha esquerda", relembrou. Naquela noite de 1982, enquanto o Operário vencia o Vasco por 2 a 0, luzes coloridas apareceram no céu e permaneceram sobre o gramado por cerca de cinco segundos antes de desaparecer. Marcelo disse que, naquele momento, o objeto parecia um meteoro ou cometa. Segundo ele, tinha formato arredondado e escuro, com fogo saindo da parte traseira. "O fogo clareava a parte de trás desse objeto, e não tinha som nenhum." ➡️ Lembrando que um OVNI não significa necessariamente a presença de vida extraterrestre. A nomenclatura significa que não foi possível identificar a origem, e que não é possível determinar uma explicação plausível para o fenômeno. LEIA TAMBÉM: 'Tailândia brasileira': parque tem rios esmeraldas e cânions que guardam história milenar Vitrine das cobras gigantes: MS virou refúgio das sucuris e ajuda derrubar mitos sobre espécie Vori-vori: conheça o prato paraguaio que superou a picanha em ranking internacional Objeto teria se dividido em quatro partes Marcelo afirmou que, ao passar atrás do placar eletrônico do estádio, o objeto pareceu se dividir em quatro partes iguais. Segundo ele, cada uma delas lembrava uma estrela com fogo ao redor. "Foi assustador, porque quem viu começou a falar que era o fim do mundo. Naquela época não tinha celular, nada pra poder tirar foto ou filmar, então cada um guardou pra si aquela lembrança", contou. Ele também lembrou da reação do pai, que ficou intrigado. "Todo mundo saiu pra comprar jornal no outro dia, para saber se era parecido com alguma coisa", disse. O ex-jogador do Operário, Cocada, que participou de uma das jogadas do gol da equipe, também relatou ter visto o fenômeno. "Era algo fora do comum, mas não fazia nenhum barulho." Apesar do grande número de testemunhas, não há fotografias nem registros oficiais do ocorrido. Ainda assim, o episódio foi destaque nos jornais da época, ganhou espaço na televisão e gerou diferentes teorias ao longo dos anos. Pessoas que estavam fora do estádio relataram ter visto apenas um clarão e ouvido um zumbido. Em entrevista à TV Morena, em 2008, o ufólogo Ademar Gevaerd relembrou o caso. "Foi algo surreal. O que temos bem claro é que não estamos a sós no universo. E muito menos no nosso próprio planeta". Gevaerd foi um dos pesquisadores que investigaram o episódio e morreu em 2022. Sem provas que permitam identificar o que foi visto naquela noite, o chamado "OVNI do Morenão" continua cercado de mistério e permanece presente na memória de quem acompanhou a partida. Para muitos torcedores, o fenômeno dividiu as atenções com o jogo e se tornou parte da história do futebol sul-mato-grossense. Cerca de 23 mil pessoas assistiram a partida, em Campo Grande Arquivo TV Morena Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Pai, mãe, filhas e ex-genro são investigados na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF), que apura suspeitas de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes, integraram o núcleo principal da organização criminosa investigada. Mario e Brenda foram presos em um hotel, na terça-feira (2). Já Bruna é considerada foragida. A esposa de Mario, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, também é investigada. De acordo com a PF, ela teria participação na estruturação e manutenção das atividades ilícitas atribuídas ao grupo. Ainda segundo a corporação, Maria não é considerada foragida porque, até o momento, o cumprimento do mandado de busca e apreensão foi considerado suficiente em relação à investigada. Já Rhanniery Nunes Graciano, ex-namorado de Brenda, é apontado pela PF como responsável por ocultar bens e dar continuidade às atividades ilícitas do grupo. Ele também foi preso na terça-feira. Da esquerda para direita: Mario Sergio Nunes, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, Brenda da Silva Nunes, Bruna Nunes e Rhanniery Nunes Graciano Reprodução/Redes Sociais Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. O g1 tenta contato com o advogado de Rhanniery. Veja abaixo a função de cada membro da família dentro do esquema, segundo a polícia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Quem é quem no esquema Mario Sergio Nunes, vulgo 'Serjão' Mario Sergio Nunes foi preso durante a operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Desde o início das investigações, Mario Sergio Nunes é apontado pela Polícia Federal como o líder da organização criminosa que atuaria no Triângulo Mineiro. Segundo a corporação, ele também é conhecido pelos apelidos de "Serjão do PCC", "Pedro" e "Pedrão", e seria uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) na região. De acordo com a PF, análises de conversas interceptadas indicam que Mario chefiava uma estrutura hierárquica rígida. Os investigadores afirmam que a posição dele dentro da facção gerava temor até mesmo entre integrantes subordinados. Conforme o relatório da investigação, "Serjão" comandaria uma rede responsável por coordenar motoristas, conhecidos como "mulas", usados no transporte de drogas. O grupo também utilizaria laranjas e testas de ferro para ocultar patrimônio e movimentações financeiras. Ainda segundo a apuração, ele mantinha alianças com traficantes responsáveis pela distribuição dos entorpecentes em Uberlândia, Uberaba e Ituiutaba, além de possuir conexões em outros estados. A PF aponta Mario Sergio como líder operacional e financeiro da célula investigada. No entanto, a corporação não descarta a existência de integrantes em níveis superiores da organização criminosa. Essa suspeita se baseia no elevado poder financeiro atribuído ao grupo e na diversidade de rotas de abastecimento identificadas durante a investigação. Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, esposa de Mario Sergio, também é investigada pela PF. Redes Sociais/Reprodução A esposa de Mario Sergio é apontada pela investigação como uma das responsáveis pela estrutura financeira do grupo. Segundo os relatórios da Polícia Federal (PF), ela teria participado da criação e manutenção de empresas de fachada, além de atuar na ocultação de patrimônio e na dissimulação das atividades ilícitas atribuídas à organização. As investigações indicam que ela agiria em conjunto com os familiares investigados. No entanto, até o momento, a PF aponta que sua participação estaria concentrada na cessão do próprio nome e de contas bancárias para movimentações financeiras do grupo, sem envolvimento direto em outras atividades operacionais. Por esse motivo, a Justiça entendeu que o cumprimento do mandado de busca e apreensão contra a investigada é, neste momento, uma medida suficiente para o andamento das investigações. Bruna Silva Nunes Bruna Nunes Reprodução/Redes Sociais Segundo a investigação, Bruna Nunes teria participação ativa no esquema liderado pelo pai. De acordo com a Polícia Federal (PF), ela atuaria como intermediária na comunicação do grupo e utilizaria contas bancárias para movimentações financeiras consideradas ilícitas. A PF também aponta que Bruna mantinha um padrão de vida incompatível com a renda formal declarada, de R$ 3.750 por mês. Entre os bens identificados pelos investigadores está um veículo avaliado em cerca de R$ 130 mil, que teria sido financiado pelo pai. Ainda segundo a investigação, entre março e maio de 2023 foram registradas movimentações financeiras consideradas atípicas e sem justificativa na conta da investigada. De acordo com a PF, os recursos teriam sido usados para custear despesas mensais de Mario Sergio Nunes, que chegavam a R$ 30 mil. Os investigadores afirmam que mensagens interceptadas mostram a preocupação de Bruna em apagar conversas com suspeitos ligados ao crime organizado na região. Para a PF, o conteúdo indicaria que ela tinha conhecimento das atividades investigadas. Outro ponto destacado pela investigação é que Bruna já havia sido denunciada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 2019, ao lado de familiares, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. Diante dos indícios levantados durante a apuração, a PF solicitou mandados de busca e apreensão e a prisão preventiva da investigada. Brenda Silva Nunes Brenda Nunes é investigada pela PF de Uberlândia por lavagem de dinheiro PF/Reprodução Segundo a investigação, Brenda Nunes exercia funções semelhantes às da irmã dentro do esquema criminoso investigado. De acordo com a PF, ela atuaria no controle financeiro do grupo e na comunicação com outros suspeitos ligados ao tráfico de drogas na região. Assim como os pais e a irmã, Brenda já havia sido denunciada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 2019, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. A investigação aponta ainda que Brenda movimentava recursos de contas da empresa Pedro Estética Veicular, apontada pela PF como uma empresa de fachada e registrada em nome da mãe dela, Maria Lourdetis. Segundo os investigadores, os valores eram usados para cobrir despesas pessoais da família. De acordo com a PF, Brenda não possuía emprego formal e mantinha um padrão de vida incompatível com a renda declarada. Entre os bens e registros citados pela investigação estão lanchas, motos aquáticas e pelo menos dois cavalos de competição avaliados em cerca de R$ 50 mil cada. Mensagens interceptadas indicam que Brenda tinha conhecimento das atividades atribuídas ao grupo, segundo a PF. Em conversas com a irmã, ela comentaria apreensões de drogas realizadas pela polícia e faria referências à posição do pai dentro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Em um dos diálogos, também teria mencionado que outras pessoas sabiam que Mario Sergio era "bandido" e utilizaria o nome dele para intimidar desafetos. Rhanniery Nunes Graciano Rhanniery Nunes Graciano preso na operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Segundo a investigação, Rhanniery Nunes Graciano, ex-genro de Mario Sergio, é suspeito de atuar como "laranja" da organização criminosa para ocultar patrimônio e lavar dinheiro. De acordo com a Polícia Federal, ele passou a ser investigado após uma negociação considerada suspeita envolvendo uma carreta. O veículo havia sido flagrado anteriormente transportando semirreboques carregados com cocaína apreendida em abril de 2025. A investigação aponta que Rhanniery comprou o caminhão por R$ 320 mil logo após a apreensão da droga e o revendeu no dia seguinte por R$ 300 mil. Para a PF, o prejuízo de R$ 20 mil indicaria uma tentativa de ocultar o bem. Os investigadores também afirmam que a movimentação financeira atribuída a Rhanniery é incompatível com a renda formal registrada em seu nome. Segundo a apuração, ele recebeu auxílio emergencial e teve como último salário formal o valor de R$ 1.516,67, em dezembro de 2024. Apesar disso, a PF afirma que o investigado exibia nas redes sociais um padrão de vida de alto custo, com registros em lanchas, cavalos, motos e veículos de luxo. Para a polícia, o uso de laranjas, empresas de fachada e a repetição de rotas logísticas reforçam a suspeita de atuação de uma organização criminosa. Esses elementos embasaram o pedido de prisão preventiva de Rhanniery, segundo a investigação. Cavalo de competição e flutuante de luxo PF apreende cavalo de competição e flutuante ligados a família investigada Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil durante o segundo dia da operação "Mens Occulta". A investigação apontou que o cavalo pertencia à Brenda da Silva Nunes e foi encontrado em um haras na região de Barretos, no interior de São Paulo. Brenda é competidora da modalidade de três tambores e está entre os principais alvos da operação. De acordo com a Polícia Federal (PF), outro cavalo de competição ligado à investigada ainda não foi localizado. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. A embarcação estava em uma propriedade particular de Uberlândia. Segundo a PF, o flutuante possui estrutura de lazer com fogão, sistema de som e até pista de dança. Para os investigadores, as novas apreensões reforçam a suspeita de que o grupo utilizava recursos obtidos com atividades criminosas para comprar bens de alto valor e artigos de luxo. Flutuante conta com estrutura de lazer equipada com fogão, sistema de som e até pista de dança PF/Divulgação Família é apontada como núcleo principal da organização A operação "Mens Occulta" foi deflagrada na terça-feira (2). Os principais investigados são Mario Sergio Nunes e as filhas dele, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes. O ex-namorado de Brenda, Rhaniery Nunes, também foi preso por suspeita de lavagem de dinheiro. Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Conforme as investigações, Mario seria integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e já foi preso em operações anteriores. PF faz operação contra tráfico internacional de cocaína em MG e outros estados Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Até a última atualização desta reportagem, sete investigados continuavam foragidos, entre eles a psicóloga infantil Bruna Nunes, apontada pela PF como integrante do núcleo familiar investigado. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Ao longo de quase dois anos de apuração, a PF relacionou o grupo à apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de cocaína em 11 flagrantes. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação Pai e filha foram presos em hotel Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. Já a outra filha investigada era considerada foragida até a última atualização desta reportagem. Além do pai e das filhas, a esposa de Mario e genros também foram alvos de mandados judiciais, de acordo com a PF. BMWs, motorhome e vida de luxo As investigações apontam que a família acumulou um patrimônio milionário que, segundo a PF, não era compatível com a renda oficialmente declarada. Entre os bens identificados pelos investigadores estão ranchos às margens da Represa de Miranda, apartamentos, embarcações, motos aquáticas, cavalos de raça, carros importados e um motorhome de luxo. Segundo o delegado, o motorhome era frequentemente utilizado em viagens para Barretos (SP), onde uma das filhas participava de competições de três tambores. "A filha é competidora, tem cavalos, então eles usavam muito para ir para Barretos, para participar desses torneios. É um veículo de luxo", comentou o delegado. Inicialmente estimado em R$ 500 mil, o veículo teve o valor atualizado pela investigação para cerca de R$ 1,2 milhão. Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. Relatórios de inteligência financeira identificaram movimentações de aproximadamente R$ 70 milhões sem origem financeira compatível nos últimos cinco anos. De acordo com a investigação, Brenda havia se formado recentemente em Direito, atuava em poucos processos e divulgava nas redes sociais que estudava para concursos da magistratura. Já a irmã atuava como psicóloga infantil. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Operação 'Mens Occulta' De acordo com as investigações, a quadrilha era especializada no tráfico de cocaína. A droga originada do Paraguai era transportada do Mato Grosso do Sul em veículos de carga. Os criminosos escondiam os entorpecentes em caminhões para atravessar longas distâncias sem levantar suspeitas. Veja as fotos a seguir. Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia O nome da operação, em latim, significa "mente oculta" e faz referência à suposta estratégia adotada pelo líder da organização criminosa, que, segundo a PF, evitava se expor diretamente e procurava manter familiares afastados da aparência das atividades ilegais. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá Ao todo, a Operação Mens Occulta mobilizou 230 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de prisão preventiva e 49 mandados de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O que disse a defesa da família Nunes "A defesa da Família Nunes informa que, até o presente momento, ainda não teve acesso integral aos autos, os quais tramitam sob sigilo, razão pela qual qualquer manifestação sobre o mérito dos fatos seria prematura. A Família Nunes reafirma sua confiança nas instituições, no devido processo legal, no contraditório e na ampla defesa, colocando-se à disposição das autoridades competentes para todos os esclarecimentos necessários. A defesa destaca, ainda, que eventuais responsabilidades somente podem ser apuradas no âmbito do processo judicial, com respeito à presunção de inocência e às garantias constitucionais. Por fim, a Família Nunes manifesta serenidade e confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos no momento oportuno." 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Influencer filma luzes estranhas da varanda de casa e levanta suspeita de OVNIs no Paraná Nesta semana o influenciador Mayk Leão registrou luzes e barulhos estranhos na propriedade rural em que vive em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. Veja no vídeo acima. Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou que "nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea ou reportado por aeroportos locais com informações de objetos desconhecidos". O caso levantou suspeitas sobre a possibilidade de ser um OVNI (Objeto Voador Não Identificado) – porém, Mayk não foi o primeiro a apontar possíveis visitas de extraterrestres ao estado. Cerca de dez anos atrás, figuras misteriosas surgiram em algumas lavouras paranaenses. Prudentópolis, na região central do estado, registrou a situação pelo menos duas vezes, na mesma época do ano, mas com um ano de diferença. ✅ Siga o g1 Ponta Grossa no WhatsApp A primeira foi em 2015, quando sete círculos apareceram em uma plantação de trigo no início de outubro (veja na imagem abaixo). O caso foi tema de um documentário, gerou grande repercussão entre ufólogos – pesquisadores que estudam OVNIs – e o local virou uma espécie de ponto turístico para curiosos. As imagens geraram debates acalorados entre ufólogos e professores universitários, que apontaram que o caso se tratava apenas de depredação da lavoura. Em 2015, círculos surgiram na Chácara Santini, em Prudentópolis Novelo Filmes Praticamente um ano depois, no final de setembro de 2016, figuras misteriosas voltaram a surgir em uma plantação de trigo da cidade, mas em outra propriedade. Veja na imagem abaixo. Na época, o fazendeiro disse desconfiar que se tratava de um trote de alguns amigos, mas o caso também foi apontado como "autêntico" por alguns ufólogos. Em 2016, desenhos apareceram na propriedade de Éder Rickli, em Prudentópolis Reprodução/Facebook Leia também: Veja vídeo: Mães denunciam que crianças têm sofrido discriminação por chegarem com barro nos sapatos em creche municipal Obrigado a trabalhar 24h por dia e a dormir em caminhão: Idoso passou quase um ano em situação análoga à escravidão antes de ser resgatado Multa de R$ 109 mil: Imagens de satélite levam à descoberta de desmatamento ilegal e investigação de crime Outras cidades Um ano antes dos registros em Prudentópolis, Curitiba sediou um fórum com pessoas de todo o mundo que dizem ter tido a oportunidade de estabelecer contato com seres extraterrestres e suas naves. O evento aconteceu em maio de 2014 e, em julho, um professor registrou pontos luminosos estranhos no céu da capital. Meteorologistas não conseguiram identificar nenhum fenômeno, mas a Revista UFO – especializada em ufologia – analisou o vídeo e disse se tratar de "obliteração solar", que é quando, ao se filmar o sol, os objetos ao redor ficam iluminados. Gustavo Granato destaca os pontos luminosos 'estranhos' que visualizou Gustavo Granato / VC no G1 Um ano depois, em julho de 2015, círculos misteriosos apareceram em uma lavoura de trigo em Chopinzinho, no oeste do Paraná. Veja a foto abaixo. O dono da propriedade disse que não havia sinal de que alguém havia entrado na plantação, e o ufólogo Ademar José Gevaerd, que analisou as imagens, disse acreditar que o fenômeno fosse um sinal emitido por seres extraterrestres. Marca foi encontrada em meio a lavoura de trigo, na cidade de Chopinzinho Edson/ Arquivo Pessoal Podcast sobre discos voadores, agroglifos e a relação do Paraná com a ufologia Em 2021, um episódio do PodParaná, o podcast do g1 Paraná, teve como tema "Discos voadores, agroglifos e a relação do estado com a ufologia". O ufologista Ademar José Gevaerd, morador de Curitiba e editor da revista UFO, falou sobre avistamentos de OVNIs e abduções relatadas estado afora – inclusive sobre a própria experiência com extraterrestres. O professor também explicou como funciona o trabalho de um ufologista e o embasamento científico da atividade, além de outras questões relacionadas à possibilidade de contato humano com ETs. Ouça abaixo: Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: c Veja mais notícias da região em g1 Campos Gerais e Sul
Anniversaries often risk becoming purely ceremonial—a series of speeches and commemorative logos. But the Philippines-New Zealand relationship feels different because it is grounded in real human connections.
De monges zen a psicólogos, especialistas enxergam nas tarefas cotidianas uma forma de liberar a mente.Tarefas manuais como varrer, esfregar e organizar trazem benefícios para a saúde mental. É o que dizem vários especialistas, de monges zen a psicólogos. Essas atividades podem favorecer a atenção plena, também conhecida como mindfulness, ou permitir que a mente divague. Ao mesmo tempo, produzem uma sensação concreta de realização ao cumprir tarefas básicas da vida cotidiana. Um célebre provérbio zen diz: "Antes da iluminação, cortar lenha, carregar água. Depois da iluminação, cortar lenha, carregar água". Os aprendizes zen, os monges unsui, dedicam boa parte do tempo a limpar e organizar. "Varremos a poeira para eliminar os desejos mundanos. Esfregamos a sujeira para nos libertar dos apegos", escreve Shoukei Matsumoto, monge budista residente em Kyoto, no Japão, em seu livro Guia monástico para uma casa e uma mente limpas. "O tempo que passamos limpando com cuidado cada canto dos terrenos do templo é profundamente gratificante." Sensação de conclusão Holly Schiff, psicóloga clínica com consultório em Greenwich, no estado americano de Connecticut, concorda que o processo de limpeza pode ser tranquilizador e quase meditativo. "Sem dúvida, acredito que há uma ligação entre a saúde mental e o ato de limpar", afirma. "Atividades físicas e repetitivas como a limpeza podem regular o sistema nervoso porque são previsíveis, têm estrutura e oferecem uma clara sensação de conclusão." Isso alimenta um sentimento de controle e de enraizamento. Além disso, o resultado é imediatamente visível, "o que pode ser satisfatório de uma forma que muitas tarefas cognitivas ou emocionais não conseguem", acrescenta. Reduzir o ritmo e mudar o foco Para quem teme limpar e se sente sobrecarregado, pode ajudar focar no processo, e não em uma lista de pendências. "A mudança passa menos por se obrigar a gostar da tarefa e mais por modificar a forma de se relacionar com ela", diz Schiff. Outra dica é não tentar terminar o mais rápido possível. Mas, sim, prestar atenção no movimento físico ou no seu ritmo, ou em detalhes como a temperatura da água. Limpar pode então ser uma oportunidade de liberar a mente. "Ao cuidar suavemente do seu habitat, você permite que a mente se assente de forma natural em uma clareza tranquila e não forçada", diz Matsumoto. Para ele, limpar é uma forma de cuidar de si mesmo e do mundo. "Assim como o corpo mantém um equilíbrio dinâmico para permanecer saudável, a limpeza é uma extensão desse processo biológico para o espaço que habitamos. Quando limpamos, não apenas arrumamos um cômodo: cuidamos da nossa relação com o mundo." Abrir mão da perfeição Em vez de buscar um resultado perfeito, diz Matsumoto, é importante acolher o inacabado sem angústia. "A paz não está no estado final de 'ordem'", afirma, "mas no ato humilde e contínuo de esvaziar o espaço e a mente." Em outros casos, a sensação de sobrecarga não vem da tarefa em si, mas do que ela representa: a pressão do tempo, a autocrítica ou outras ansiedades, observa Schiff. "Divida a tarefa em ações muito pequenas e bem definidas para reduzir essa barreira", sugere. "Escolha primeiro uma única superfície, uma única tarefa ou um único cômodo. Grande parte do peso vem de antecipar a tarefa inteira, em vez de simplesmente dar o primeiro passo."
Influencer filma luzes estranhas da varanda de casa e levanta suspeita de OVNIs no Paraná Em entrevista ao g1, o influenciador digital Mayk Leão, de 31 anos, relata que está com dificuldades para dormir desde o último domingo (31), quando filmou acontecimentos estranhos na propriedade onde vive, na zona rural de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. Registros levantaram suspeitas de que fosse uma nave extraterrestre e viralizaram nas redes sociais. "Hoje eu tô bem mais calmo, mas não tô conseguindo dormir bem ainda. Já tô há dois dias sem dormir. Primeiro, por tantas pessoas entrando em contato e também pelo medo de dormir. Minha mente tá muito... Com os sons que eu escutei, o barulho daquela comunicação que eu escutei na mata. Os estalos. Parece que isso está na minha cabeça. É como se eu tivesse recebido algo, não escutado. Algo que veio." Apesar do medo, ele conta que ver as luzes e um objeto misterioso passando sobre a chácara onde vive foi uma das experiências mais marcantes que já viveu. "Queria que tivesse milhões de pessoas aqui, que a galera toda pudesse estar aqui [...], porque foi realmente muito bonito. Assustador e bonito", relembra. Veja relato no vídeo acima. ✅ Siga o g1 Paraná no WhatsApp A chácara de Mayk não tem vizinhos próximos e até o momento ele foi o único a relatar o acontecimento, mas pelas redes sociais milhões de pessoas viram e debateram o registro. Reação nas redes teve apoio e até ameaças Desde que os vídeos começaram a circular, Mayk contou que muitas pessoas o apoiaram, inclusive relatando terem vivido situações similares. No entanto, o influenciador conta que tem recebido muitos xingamentos e até ameaças. "Os ataques vão vir e... Precisa ter questionamento nas coisas, a gente não pode aceitar tudo também e achar que tudo tá certo. Eu mesmo sou uma pessoa muito questionadora. Mas eu acho que a forma de falar as coisas é na base do respeito, com a forma que você se preocupa com o outro." O paranaense também rebateu as suposições de que havia drones na região. Segundo ele, moradores do entorno não têm esse tipo de equipamento. Refutou, ainda, os comentários que dizem que ele criou a situação para promover um filme de ficção científica que está para ser lançado nos cinemas. "Quem sabe um dia eu tenha essa possibilidade de um diretor tão renomado olhar pra mim e falar 'Mayk, eu quero que você divulgue o filme". Mas, sinceramente, eu nem tinha acompanhado ainda os trailers." O influenciador disse que pretende registrar ainda nesta semana um boletim de ocorrência para ter um documento formal sobre o avistamento na propriedade. Ele disse saber que não há como uma investigação policial ser conduzida sobre isso, mas falou que quer formalizar o registro "para a história". "Até pela questão das luzes, para deixar isso registrado que teve um avistamento. Pela proporção que tomou e pela minha segurança, porque eu não sei, ninguém sabe o que é. Mas eu recebi milhões de mensagens de gente pedindo pra eu retirar o vídeo, que tô mexendo com gente poderosa, que eu vou sumir... Ninguém é obrigado a acreditar, mas eu acho que questionar, ir atrás, é importante. Eu sei muito bem o que eu vi." Ao g1, a Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), que no dia 31 de maio "nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea ou reportado por aeroportos locais com informações de objetos desconhecidos". Disse, ainda, que "o controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade". Região é isolada e tem pouca infraestrutura A região onde o influenciador mora é acessada por uma estrada de terra e tem pouca infraestrutura – não há água encanada nem sinal de celular. Mayk produz conteúdos mostrando a rotina na chácara onde vive sozinho e cria 280 animais, parte deles resgatados por uma ONG em que atua. No dia em que tudo aconteceu, ele disse que percebeu os bichos agitados durante a manhã. Por proteção, se armou com um arco e flechas que guarda em casa. "Eu desci ver o que tava acontecendo, ver se era uma onça, um bicho, um animal selvagem. Os animais estavam correndo pelo terreno. Eu desci e pensei que devia ser alguém passando na estrada. Retornei pra casa normal." Mayk Leão tem 31 anos e acredita ter avistado OVNI na zuna rural de Campo Largo, no Paraná Reprodução/RPC Por conta dessa agitação, ele resolveu recolher os animais. Depois, foi para uma região de mata da chácara para ver se encontrava algo. Ao chegar na divisa da propriedade, viu a cerca elétrica derrubada. Naquele momento, ele ouviu barulhos que o assustaram. Mayk tem dificuldade de descrever o som, mas acredita que soou como tons metálicos sobrepostos e feitos por um único emissor. "Gravei dois stories do som. Era como se fosse um estalo, um rugido, algo assim. Aí retornei pra casa, fiquei aqui olhando. Isso já era de tardezinha. Logo em seguida já começou aqui em cima, que acho que todo mundo ficou meio pensativo, que é o som de catraca, em cima da minha casa. Como se fosse um navio, um barco muito grande. Até ali eu tinha achado que eu tava meio louco, mas tava gravando, igual eu falei, pelo menos a galera tava escutando aquilo ali." A cena do que ele acredita ser uma nave extraterrestre foi gravada poucas horas após o susto dos bichos. De longe ele viu luzes piscando na serra que pode ser vista da sacada. As luzes, ele lembra, não estavam nem alto demais a ponto de superar o morro, nem muito baixas a ponto de encostarem no chão. Mayk Leão Redes sociais "Logo que começou a escurecer apareceu o objeto ali em cima das árvores e daí virou tudo isso que vocês viram. Deixar claro isso, que não era no chão e também não era... No momento que apareceu, estava pairando nas árvores, próximo do rio. Quando eu terminei tudo, deu um choque de realidade. Nossa, eu estava diante de algo que não era daqui. Era uma inteligência maior, acredito. Mas foi só com o processo que eu fui entendendo." Desde os barulhos até o avistamento, os então 46 mil seguidores de Mayk estavam engajados em compartilhar os conteúdos, que em pouco tempo explodiram nas redes. Em apenas um dos vídeos publicados sobre o assunto, o influenciador soma mais de dois milhões de visualizações, sem contar o que foi publicado apenas para os stories e também teve milhares de espectadores. Os seguidores saltaram para mais de 951 mil pessoas até a publicação desta reportagem. Na maioria dos vídeos de Mayk, é possível ver que ele estava nervoso com a situação. Nas primeiras gravações, ele evitou categorizar o episódio como um contato com OVNI (Objeto Voador Não Identificado), mas agora disse ao g1 não ter dúvidas de que era uma tecnologia de outro planeta. Aconselhado por uma seguidora, ele resolveu desenhar o que viu. Mayk Leão desenhou o que viu. Andrei Cunico/RPC As imagens, gravadas à noite e com zoom máximo de um iPhone 15, ficaram pixeladas e levantaram suspeitas de muitas pessoas nos comentários. Ele garante que não há edições no material e destaca que não foi até o local do avistamento, por ser longe e por medo. Da casa dele até o ponto onde a suposta nave apareceu, são mais de três quilômetros de distância em um terreno desnivelado, de mata fechada e cortado por um rio. Não há acesso direto que conecte o terreno dele ao local. "Eu acredito que ficou muito tempo ali, entre 20 e 40 minutos. Os stories, se você for ver na sequência, dá uns 20 minutos o tempo que ficou aceso, na verdade, porque lá ficou muito tempo. Ele apagou, sumiram aquelas luzes. [...] Depois que apagou eu continuei aqui fora, a galera [seguidores] continuou conversando comigo... Aí, quando eu saí, tava terminando de passar em cima da casa. Era algo muito grande. Aí que eu fiz o desenho. Extraordinário." Mayk Leão Andrei Cunico/RPC Leia também: Investigação: Marido jogou carro com filha em rio para causar sofrimento à mulher Ribeirão do Pinhal: Homem se arrasta por faixa de pedestres e morre após ser atropelado Sem quarto ou cama: Idoso obrigado a trabalhar 24 horas por dia improvisou dormitório Comunidade UFO observa o caso Mayk contou ao g1 que suas publicações receberam respostas de pessoas do mundo todo. Segundo ele, há ufólogos (pesquisadores dedicados a investigar OVNIs) se colocando à disposição para irem até a propriedade e analisarem o caso e as imagens gravadas. A investigadora de Fenômenos Aéreos Anômalos Elaine Wartha Motta afirma que as imagens mostram um fenômeno luminoso, mas que ainda é preciso descartar todas as outras hipóteses possíveis para o caso, como fenômenos meteorológicos e passagem de aeronaves. Ela integra a equipe da MUFON Brasil, uma das maiores e mais antigas organizações civis sem fins lucrativos do mundo dedicadas à investigação de fenômenos como o narrado por Mayk. "Como investigadora forense, nós acolhemos esses relatos. Mas ainda é preciso ir até o local colher material, analisar as imagens não editadas que ele gravou. Tudo isso é levado para um laboratório e passa por um processo criterioso." Mayk Leão Reprodução Vídeos mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Paraná.
Estudante relatou o crime a um policial logo após a apresentação da palestra em Manoel Urbano Divulgação/UEPG Uma estudante de Manoel Urbano, no interior do Acre, denunciou ser vítima de abuso sexual após assistir a uma palestra sobre cuidados com o corpo na escola onde ela estuda, na última sexta-feira (29) . Ao g1, o delegado Thiago Parente explicou que o caso está sob sigilo, mas confirmou que foi aberto um inquérito policial para apurar o relato. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp 👉🏼Contexto: Estupro de vulnerável é um crime previsto no Código Penas Brasileiro e consiste na prática sexual com pessoas incapazes de consentir validamente sobre a relação, como crianças e pessoas com deficiência (PCDs). É um crime de natureza grave e de ação penal pública incondicionada. Acre registra 27 casos de estupro contra adolescentes no 1º trimestre de 2026 Conforme apurado pelo g1, a palestra que encorajou a denuncia foi tinha como foco explicar sobre abuso sexual. Já no final da apresentação, a aluna procurou por um policial para relatar o crime. A equipe policial que estava na escola acionou imediatamente o Conselho Tutelar e a Policia Civil para iniciarem as apurações. LEIA MAIS Aluna manda mensagem em rede social de policial e denuncia colega de aula por importunação sexual no AC Suspeito de importunação sexual contra adolescente, conselheiro tutelar é solto após audiência de custódia Por meio de nota, o Conselho Tutelar ressaltou que em casos como esse são adotados protocolos de acolhimento imediato e escuta protegida da criança por profissionais capacitados, aplicação de medidas protetivas de urgência cabíveis para garantir o distanciamento do suposto agressor e a segurança da vítima, encaminhamento imediato do caso à Polícia Civil e ao Ministério Público para a devida investigação criminal e inclusão da vítima e de sua família em programas de apoio psicológico e social junto ao CREAS e ao SUS. "Reiteramos que a escola e as ações do Maio Laranja configuram-se como espaços fundamentais de conscientização, permitindo que as vítimas rompam o ciclo de silêncio", ressaltou. Palestra A palestra integra o Projeto Pequenos Brilhantes, da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Ação ocorre nos 22 municípios do estado. Em Manoel Urbano, o projeto percorreu três escolas e contemplou cerca de 750 alunos. Ainda durante os sete dias de ação, os alunos participaram de palestras, orientações e atividades sobre respeito, disciplina, também prevenção à violência e bullying. Segundo um relatório divulgado pela Polícia Civil do estado, que reúne informações referentes a 2024, 2025 e 2026, com dados parciais contabilizados até 31 de março deste ano. Rio Branco é a cidade com mais registros de estupro contra crianças e adolescentes em todo o Acre, com 11 casos. Além disso, os municípios de Feijó, com seis casos, e Epitaciolândia, com três casos de estupro contra crianças e adolescentes, seguem como as duas cidades com mais ocorrências registradas. Já em Manoel Urbano, não houve registro do crime no período do levantamento, que foi até março deste ano. Em relação a estupro de vulnerável, os dados mostram que após a capital, os municípios de Tarauacá, com 13 casos, e Cruzeiro do Sul, com dez registros, tiveram os maiores índices. O estudo ainda mostra que foram registradas 27 ocorrências de estupro contra crianças e adolescentes no período. Veja como denunciar casos de violência infanto-juvenil: Polícia Militar - 190: quando a criança está correndo risco imediato; Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes; Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres; Qualquer delegacia de polícia; Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa; Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia; WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008; Ministério Público; Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras) Reveja os telejornais do Acre
Blue-tinted New York Stock Exchange in the background, AI company logos, and a yellow-tinted picture of Bernie Sanders in the foreground
Adolescente com mandado de internação por agredir a mãe é flagrado com mais de 300 porções Um adolescente de 14 anos, que tinha um mandado de internação em aberto por ato infracional relacionado à violência doméstica contra a própria mãe, foi apreendido nesta terça-feira (2) durante uma operação da Polícia Civil no município de Altos, no Piauí. Na mesma ação, um homem de 27 anos foi preso por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas. De acordo com a Polícia Civil, o homem, identificado pelas iniciais J.G.O., foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores. Já o adolescente, de iniciais M.F.S.S., foi apreendido por atos infracionais análogos aos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp O delegado André Moreno informou que os dois desempenhavam funções diferentes na atividade criminosa investigada. Conforme a apuração, um deles atuava como "olheiro", enquanto o outro permanecia com a mochila onde estavam armazenadas as drogas e a arma. Ainda segundo o delegado, os suspeitos tentaram fugir ao perceber a chegada das equipes policiais, mas foram capturados. A Polícia Civil informou que, além do mandado de internação em aberto por violência doméstica contra a mãe, o adolescente já possuía outras passagens por atos infracionais registrados pela delegacia. Após os procedimentos legais, o homem permaneceu preso à disposição da Justiça. O adolescente foi encaminhado para o cumprimento das medidas determinadas pelo Poder Judiciário. Adolescente com mandado de internação por agredir a mãe é flagrado com mais de 300 porções de drogas no PI Reprodução/Polícia Civil VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Júri do caso Henry Borel O ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, começou a prestar depoimento às 16h50 desta terça-feira (2), no Tribunal do Júri que julga a morte do menino Henry Borel, de 4 anos. Segundo o advogado de defesa, Rodrigo Faucz, o réu não vai responder perguntas da acusação ou da juíza. O interrogatório ocorre após oito dias de julgamento marcados por depoimentos de investigadores, peritos, médicos, familiares e testemunhas ligadas ao caso. Acusado de homicídio qualificado e outros crimes, Jairinho terá a oportunidade de apresentar diretamente aos jurados sua versão sobre os fatos que levaram à morte da criança, em março de 2021. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça No início do interrogatório, Jairinho se apresentou aos jurados e falou sobre a infância, a trajetória pessoal e a relação com a família. Em tom emocionado e com a voz embargada em alguns momentos, o ex-vereador destacou a importância da mãe em sua formação e fez referências à irmã ao relembrar episódios da juventude. Ao abordar o processo, Jairinho criticou a investigação e afirmou que a defesa teve acesso a novos elementos ao longo dos últimos anos. Segundo ele, o caso possui características incomuns e ainda apresenta fatos que, na avaliação da defesa, precisam ser considerados pelos jurados. "Esse processo é tão fora da curva, que nós da defesa, a cada mês que se passa, nós temos acesso a novas provas do processo. Tem provas que a gente teve acesso em janeiro desse ano, provas que mudam completamente as coisas que estão acontecendo. Realmente é uma coisa para colocar o coração de vocês, colocar a verdade acima de tudo, aquilo que é o certo", declarou. Jairinho durante o depoimento Divulgação/Brunno Dantas e Felipe Cavalcanti/TJRJ Depoimento Monique "Hoje eu creio que foi o Jairo". A frase foi dita nesta terça-feira (2) por Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e ré acusada de participação na morte do menino em 2021. Segundo Monique, ela dormiu e foi acordada pelo padrasto do menino, o ex-vereador Dr.Jairinho na noite da morte do filho, em 8 de março de 2021, após tomar um comprimido dado pelo então companheiro. "Pelo modus operandi dele, pelos filhos delas, eu acredito que pode ter sido ele", continuou, citando outras acusações de ex-namoradas de violências contra crianças. Monique relatou como estava o filho quando o viu naquela madrugada "Ele estava com a barriga para cima e o pé gelado, e olhando para o nada". Ela afirma que Jairinho repetia que Henry não estava conseguindo respirar direito. A criança foi levada para o hospital Barra D'or, e Monique relatou as manobras de reanimação cardíaca feitas para tentar salvar a criança. Apesar disso, o óbito foi declarado às 5h30. Para Monique, naquele momento, a morte só poderia ser explicada por um acidente doméstico. "Ficaram duas horas e meia fazendo a massagem cardíaca. Não tinha nenhum sinal, nenhuma marca, então para mim só podia ser uma queda de cama", pontuou. Cinco anos depois, a mãe mudou de percepção e agora diz que acreditar que Jairinho matou a criança. Monique ainda alegou que não tinha certeza de episódios de agressão contra Henry, mas que teria uma reação drástica caso soubesse: "Se eu soubesse de alguma coisa, eu estaria respondendo pelo homicídio do Jairo ou enterrada do lado do meu filho" A defesa de Monique disse que ela só vai responder às perguntas da juíza, da própria defesa e dos jurados. Monique fala sobre ter sido dopada Monique disse que acredita que foi dopada por Jairinho para que ele conseguisse conversar com uma amante: "Jairo sempre me dava comprimidos à noite, vi ele macerando um comprimido na minha taça de vinho. Ele fazia questão de fazer eu dormir para eu não ver que ele tinha uma outra pessoa", disse ela. Monique chama babá de 'grande mentirosa' Monique ainda disse que a babá de Henry mentiu ao dizer que foi ordenada pela mãe de Henry a apagar mensagens em que alertava sobre possíveis agressões à criança no dia 12 de fevereiro de 2021. "Eu tenho prova de que eu não mandei ela apagar as mensagens. Ela (Thayná) é uma grande mentirosa. Por que eu mandaria apagar os prints se eu tinha os prints do meu telefone? Isso nunca aconteceu". Segundo ela, a pessoa responsável por mandar apagar as mensagens teria sido Thalita, irmã de Jairinho. Monique comentou ainda que várias pessoas da família de Thayná trabalhavam para a família do ex-deputado Coronel Jairo, pai do então vereador. Ciúmes e controle de Jairinho Monique declarou que a relação com Jairinho era marcada por ciúmes. No entanto, ela afirmou que pensava que aquilo era uma demonstração de carinho e atenção no início do relacionamento: "Eu achava que o ciúme dele era amor, era carinho, era atenção, que eu não tive no meu casamento. Ele primeiro pediu meu localizador, que eu não achei nada demais. Depois disse pra eu bloquear todos os meus amigos homens das redes sociais. Ele também morria de ciúme do Leniel", comentou ela. "Ele brigava muito comigo por causa do Leniel" Ela também relatou que ele controlava até as roupas que usava. Em um episódio, Monique diz que foi para a academia de short, mas mentiu para Jairinho que estava usando uma calça legging. "Ele me mandou mensagem e me perguntou: 'O que é isso aqui?', e era uma foto na academia de short. Ele brigou comigo. Eu achava que a errada era eu, que eu tinha mentido para ele", pontuou. Segundo ela, Jairinho posteriormente pedia desculpas e tudo ficava bem. Interrogatório de Monique O interrogatório começou por volta das 10h30 desta terça-feira (2). Durante o depoimento, ela relatou episódios de agressão supostamente cometidos pelo ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, contra a criança desde o início do relacionamento do casal. Ao falar do primeiro dia de aula do filho, Monique começou a chorar, o que se repetiu em vários momentos do interrogatório. Segundo a ré, em novembro de 2020, cinco meses antes da morte de Henry, houve um episódio de uma 'banda' e uma 'moca' dada por Jairinho na criança. "O Henry saiu correndo da sala e disse: 'Tio Jairinho me deu uma banda, me deu uma moca, falando que eu era bobalhão e mimado'. Ele disse que tinha só segurado ele pelos braços, passou a perna e ele nem tinha caído", disse Monique. Monique diz que não conseguia imaginar que Jairinho seria capaz de cometer alguma agressão contra seu filho. A mãe disse que, depois de alguns episódios, Henry passou por mudanças de personalidade, se tornando mais triste, e vomitar e tremer na presença de Jairinho. "Se eu tivesse suspeita de tortura, agressão de qualquer coisa, eu não teria continuado nesse relacionamento", pontuou. Monique comentou ainda que, com o que soube na época, não tinha como ter certeza que o filho vinha sendo agredido. Segundo Monique, ela tentou pedir ajuda a psicólogos, médicos e até mesmo ao ex-marido. "Não tinha nada, ninguém falava nada. Como que eu ia descobrir? Era sempre quando eu não estava, sempre escondido", alegou. Monique fala sobre outras crianças agredidas Monique Medeiros citou os casos das duas crianças que teriam sido agredidas por Jairinho, filhos de ex-namoradas dele. No júri, Déborah Mello Saraiva e Natasha de Oliveira Machado relataram as agressões aos filhos e que também foram agredidas pelo ex-vereador. "O Enzo é o Henry que sobreviveu. E considero a Kaylane uma sobrevivente" Atualmente, Jairinho responde a dois processos na Justiça do Rio pelas denúncias de agressão contra as crianças. Relação de Henry e Jairinho De acordo com Monique, Henry gostou de Jairinho em um primeiro momento, já que ele costumava presenteá-lo. No entanto, ela afirmou que passou a perceber uma mudança no comportamento do então companheiro após um episódio ocorrido no fim de janeiro, quando Jairinho teria dado um "abraço apertado" no menino. " O Leniel (pai da criança) disse que o Henry relatou um abraço apertado do Jairinho. 'Eu quero que você fale para ele que não quero abraço no meu filho', e eu acatei o pedido do pai. Chamei o Jairinho, o Leniel disse que não queria mais abraço, e eles deram um aperto de mão amistoso", relatou Monique. Segundo ela, Henry e Jairinho passaram a se afastar depois desse episódio da agressão em novembro de 2020. Ao negar que foi alertada pela babá Thayná Ferreira sobre as agressões de Jairinho no dia 2 de fevereiro de 2021, Monique voltou a se emocionar e chorou muito. "Ela falou que me contou no mesmo dia, e isso é mentira. Eu nunca ia deixar isso acontecer, eu nunca deixaria os dois juntos". Babá narrou que Jairinho deu 'banda e chute' em Henry Monique narrou as mensagens que trocou com a babá Thayná Ferreira no dia 12 de fevereiro, quando ocorreu um dos episódios de tortura investigados pela polícia de Jairinho contra Henry. Na ocasião, os relatos são de que Jairinho se trancou no quarto com Henry, que saiu cinco minutos depois mancando e reclamando de dores na cabeça. Monique diz que Jairinho mentiu que chegou em casa apenas horas depois, enquanto a babá relatava a movimentação dele pela casa. " Ela contou que o Jairinho tinha chamado o Henry para ver o que ele tinha comprado. O Jairinho sabia que não queria que ele ficasse sozinho com o Henry. E ela disse: 'Acho melhor você vir' ", contou Monique. A mãe de Henry disse que tentou entender o que tinha acontecido com a criança naquele dia, enquanto estava no salão de beleza de um shopping próximo ao condomínio Majestic, onde morava com Jairinho. "Nunca imaginava que ele tinha sofrido uma tortura nesse dia, achei que ele (Jairinho) tinha feito comentários contra o meu filho, que era muito sensível", comentou. Segundo Monique, Thayná contou posteriormente que, segundo Henry, Jairinho "deu uma banda e chutou ele", dizendo ainda que a criança atrapalhava a mãe. O júri do caso Henry Borel chega ao 9º dia. Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, acusado de agredir a criança, foi retirado do plenário no início do interrogatório dela. Posteriormente, quando ela disse acreditar que ele era o autor do crime, Jairo voltou ao plenário. Episódios de traição e agressão Monique disse que, logo no início do relacionamento, recebeu uma mensagem numa rede social de Débora. Ela dizia que ela e Jairinho também estavam namorando. Monique, então, resolveu fazer uma ligação para esclarecer os fatos: "Débora disse que estava num relacionamento com Jairo havia seis anos, e ele desmentiu ela. "Eu acreditei nele, mas fiquei com o pé atrás. Ela começou a me mandar prints, dizendo que tinha batido nela, que ele a tinha perseguido. Eu não acreditei, e eu e Jairinho voltamos a namorar", relatou Monique. A mãe de Henry contou que, em novembro de 2020, quando estava dormindo na casa dos pais em Bangu, na Zona Oeste, acordou com Jairinho a enforcando depois que ele teve uma crise de ciúmes. "Ele pulou o muro da casa dos meus pais, acordou me enforcando, jogando o telefone na minha cara porque tinha visto mensagens do Leniel comigo. Ele tinha a minha senha. Eu não tinha a senha dele, e eu descobri que ele tinha outras mulheres enquanto estava comigo" Monique relatou que, no dia seguinte, Jairinho pediu desculpas, alegando que estava embrigado, e o relacionamento continuou. Jairinho será ouvido depois de Monique Uma decisão da 7ª Câmara Criminal do Rio determinou que Jairinho só seja interrogado depois da ex-namorada e corré. O pedido foi feito pelos advogados Rodrigo Faucz e Alanis Matzembacher, que argumentaram que Monique acusa o ex-vereador de ter cometido o crime sozinho e, por isso, o depoimento dela antes do dele é essencial para que a defesa possa conhecer integralmente as acusações e se manifestar de forma adequada. Antes do início do julgamento, o advogado de Monique, Hugo Novais, afirmou que ela não deixará de responder a nenhuma pergunta. “Monique vai responder a tudo que for perguntado, evidentemente que de maneira estratégica”. Segundo o advogado, Monique foi levada a júri por machismo e misoginia. “Por uma visão distorcida, por uma ótica de misoginia, de machismo, se atribuiu uma responsabilidade penal a uma mulher, pautado único, exclusivamente, num comportamento que se deveria ter, mas que não foi correspondido, dizendo que uma mãe foi ao salão depois do enterro do filho”, ressaltou Novais. Monique, mãe do menino Henry Borel, depõe em tribunal nesta quarta-feira (9) Paulo Carneiro/PhotoPress/Estadão Conteúdo Até 10h de debate Após os interrogatórios dos réus, começam os debates entre acusação e defesa. Nessa fase, o Ministério Público e os assistentes de acusação terão entre 2h30 e 3h para apresentar aos jurados suas teses sobre o caso. As defesas também terão um período igual para sustentar seus argumentos. Como há dois réus, Jairinho e Monique Medeiros, os advogados precisarão dividir esse tempo entre as duas bancas de defesa. Depois das sustentações iniciais, a acusação poderá fazer uma réplica, com duração de até 2h. Em seguida, as defesas terão direito à tréplica, também de até duas horas (1h para cada réu). Somadas todas as manifestações, a fase de debates pode ultrapassar dez horas e se estender por grande parte de um dia de julgamento. Jairinho e Monique no banco dos réus Reprodução/TV Globo Depois do debate, os sete jurados do Conselho de Sentença responderão quesitos sobre materialidade e autoria dos crimes. Os quesitos são formulados de forma distinta para cada um dos réus. A decisão é tomada por maioria de votos. Quando a votação for concluída, a juíza Elizabeth Machado Louro chamará todas as partes e vai proferir a sentença, estabelecendo a dosimetria das penas. 22 testemunhas ouvidas Até a segunda-feira (1), 22 testemunhas foram ouvidas: 13 de acusação e 9 pelas duas defesas. Durante o julgamento, cinco testemunhas foram dispensadas pelos advogados de Monique e Jairinho. Desde o início da sessão, no dia 25 de maio, testemunhas de acusação, peritos, policiais, profissionais de saúde, ex-companheiras de Jairinho e pessoas que conviveram com o casal apresentaram versões e informações que ajudam a reconstruir os últimos meses de vida da criança. LEIA TAMBÉM: Houve homicídio por espancamento, diz perito sobre morte de Henry Borel Irmão diz que Monique Medeiros foi obrigada por advogado a mentir Monique Medeiros passa mal ao ver imagens do corpo de Henry Borel Depoimento de Leniel sobre morte do filho passa de 10 horas Depoimento de Leniel Borel, pai do menino Henry, durou quase 10 horas Veja quais foram as testemunhas ouvidas até segunda-feira: Ministério Público e Assistência de acusação Edson Henrique Damasceno Ana Carolina Lemos Medeiros De Caldas Rafael Bernardon Ribeiro; Maria Cristina De Souza Azevedo Kaylane De Oliveira Duarte Pereira; Natasha De Oliveira Machado Debora Mello Saraiva Leila Rosângela De Souza Mattos Tereza Cristina Dos Santos Paloma Dos Santos Meireles Luiz Carlos Leal Prestes Luiz Airton Saavedra Leniel Borel Defesa de Monique Bryan Medeiros Ari Mamede Márcia Eduarda Andrade Oliveira Thayna De Oliveira Ferreira (Babá) Defesa de Jairinho Jairo Souza Santos Fernanda Abidu Figueiredo Miriam Santos Rabelo Costa Leonardo Huber Tauil Jefferson Evangelista Corrêa
O músico e escritor Abraham Boba publicou 163 centímetros, um ensaio autobiográfico sobre o que significa viver sendo um homem com estatura abaixo da média. À primeira vista, poderia parecer um assunto trivial. Mas a altura, como outros traços corporais, não é socialmente neutra. Durante décadas, a pesquisa acadêmica sobre imagem corporal se concentrou quase exclusivamente nas mulheres. A pressão estética sobre elas, da magreza à juventude, foi analisada como um mecanismo de controle social e de desigualdade de gênero. Pesquisas mostram, porém, que a insatisfação corporal também está presente na população masculina. Estudos recentes realizados em contextos europeus indicam que ela está associada à percepção do próprio corpo, à comparação social e ao bem-estar psicológico, bem como a comportamentos relacionados à alimentação ou à musculatura. Nesse sentido, a insatisfação corporal masculina não é um fenômeno marginal, mas uma dimensão crescente da saúde mental na população em geral. Altura e normas sociais A altura masculina constitui um traço com implicações sociais. Numerosos estudos documentaram a existência da chamada “norma do homem mais alto” (male-taller norm): a expectativa cultural de que os homens sejam mais altos que suas parceiras. Estudos recentes confirmam que essa preferência não apenas persiste, mas que a altura é mais valorizada como um traço importante pelas mulheres do que pelos homens na escolha de parceiras ou parceiros. A altura é culturalmente associada a traços como liderança ou proteção, o que ajuda a explicar por que pode influenciar a percepção de atratividade ou de status social. Nesse sentido, um traço aparentemente trivial, alguns centímetros a mais ou a menos, pode ter consequências em âmbitos tão diversos quanto as relações afetivas ou a autoestima. O interesse de livros como o de Boba reside precisamente em tornar visível como características corporais aparentemente banais podem se converter em experiências sociais significativas. O corpo: capital erótico, cultural ou social Para compreender por que o corpo adquire tanta relevância social, alguns sociólogos recorreram ao conceito de capital erótico, proposto pela socióloga britânica Catherine Hakim e posteriormente discutido por autores como José Luis Moreno Pestaña em seu trabalho sobre corpo, estética e desigualdade. Esse conceito descreve o conjunto de atributos relacionados à aparência física (beleza, estilo, encanto ou forma corporal) que podem se traduzir em vantagens sociais ou profissionais em determinados âmbitos da vida social. Nesse sentido, o corpo pode ser entendido como uma forma de recurso social que, em determinados contextos, opera de maneira análoga a outras formas de capital descritas por Pierre Bourdieu, como o capital cultural, isto é, as competências, habilidades e conhecimentos que permitem a certos grupos obter reconhecimento e status. Masculinidade e silêncio corporal Apesar dessa pressão, existe uma diferença cultural importante entre homens e mulheres: a forma como se fala do corpo. Nas últimas décadas, as mulheres desenvolveram movimentos sociais e culturais que questionam os padrões de beleza, como o body positive, com raízes em tradições feministas e interseccionais, voltados a promover uma maior aceitação corporal diante dos ideais normativos dominantes. Esses movimentos contribuíram para tornar visível o impacto psicológico e social dos cânones corporais e, segundo pesquisas recentes, a exposição a conteúdos body positive está associada a melhorias na satisfação corporal e no bem-estar emocional. Em contrapartida, o mal-estar corporal masculino costuma se expressar de forma mais indireta. Diversos estudos qualitativos assinalam que os homens tendem a abordar sua relação com o corpo como uma trajetória de mudança e gestão. Os homens descrevem sua relação com o corpo por meio de práticas concretas, como exercício físico, dieta ou mudanças corporais, que organizam sua experiência corporal em termos de ação. Assim, o corpo masculino se apresenta como algo que se modifica, se administra e se otimiza ao longo do tempo, mais do que como uma realidade centrada na expressão direta do mal-estar ou da vulnerabilidade estética. Essa diferença tem sido relacionada a normas tradicionais de masculinidade que valorizam o autocontrole e limitam a expressão pública do mal-estar corporal ou emocional. Nesse sentido, algumas autoras apontaram que a pressão estética não opera apenas como uma exigência externa, mas como uma forma de violência interiorizada que estrutura a relação com o próprio corpo, como propõe Elena Crespi. Falar do corpo masculino Nesse contexto, textos autobiográficos como o de Abraham Boba podem ser interpretados como parte de uma mudança cultural mais ampla: o início de uma conversa pública sobre o corpo masculino. Mais do que inaugurar um tema novo, essas narrativas contribuem para tornar visíveis experiências que, durante muito tempo, permaneceram pouco nomeadas. Compreender essas dinâmicas é relevante não apenas para analisar as mudanças culturais em torno da masculinidade, mas também para abordar suas implicações na saúde mental e no bem-estar. Por isso, o crescente interesse acadêmico pela imagem corporal masculina reflete uma mudança na forma de entender a relação entre corpo, gênero e bem-estar, e abre novas linhas de pesquisa sobre suas implicações sociais e psicológicas. Antoni Aguiló Bonet é membro da Homes Transitant, uma associação sem fins lucrativos dedicada à reflexão crítica sobre as masculinidades.
Atrações para todas as idades na Feirinha da FLIM Divulgação A Ilha de Mosqueiro, em Belém, vai ganhar, entre quinta-feira (4) e sábado (6), a 1ª Feirinha da FLIM, evento que reúne literatura, gastronomia, artesanato e atrações culturais na Praça da Vila. A programação foi pensada para aproveitar o feriado de Corpus Christi e o início do fim de semana, em um dos cenários mais procurados da “Bucólica”, como a ilha é conhecida. Com funcionamento das 17h às 22h e entrada gratuita, a feirinha vai reunir escritores, artesãos, músicos, contadores de histórias, gastrólogos e outros fazedores de cultura. ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp A proposta é aproximar moradores, turistas e visitantes da produção cultural da ilha, ao mesmo tempo em que movimenta a economia local. A programação inclui exposição e venda de livros, artesanato e produtos gastronômicos, além de contação de histórias, karaokê, desfile de moda e outras atividades voltadas para todas as idades. Agora no g1 Segundo a organização, o evento também serve como preparação para a 5ª Festa Literária de Mosqueiro, a FLIM, marcada para 17 a 21 de novembro. Organizada pelos Escritores da Praia e pelo Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Arte, Cultura e Educação (Gipace/IFPA), sob coordenação do professor Lairson Costa, a Feirinha pretende valorizar a identidade cultural da ilha. A expectativa é receber público de diferentes bairros de Mosqueiro, da Região Metropolitana de Belém e de outros municípios paraenses. O professor Lairson Costa destaca que a ideia é promover o encontro entre diferentes linguagens artísticas e reforçar a relação entre cultura e paisagem natural da ilha. Neste ano, a Feirinha e a FLIM também vão homenagear o escritor e professor Sandro Magalhães e a artesã e professora Leila Cunha, nomes reconhecidos na cena cultural e educacional de Mosqueiro. Serviço: 1ª Feirinha da FLIM Data: de 4 a 6 de junho de 2026 Horário: das 17h às 22h Local: Praça da Vila, Ilha de Mosqueiro Entrada: gratuita Organização: Escritores da Praia e Gipace/IFPA VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará