FACTBOX: 310 UAVs target Russia, fire at transshipment facility in Novorossiysk
In the Volgograd Region, falling debris from drones caused a fire at a linear production and dispatch service facility
"LINEAR" · 총 27건
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In the Volgograd Region, falling debris from drones caused a fire at a linear production and dispatch service facility
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Policiais perseguem e prendem um dos suspeitos de participação no homicídio Um homem de 24 anos morreu após ser baleado dentro de uma barbearia em Araguari, no Triângulo Mineiro. O crime foi na noite de quinta-feira (4), na Avenida Mato Grosso. Quatro pessoas foram presas, entre elas o homem que confessou ter efetuado os disparos. Segundo a Polícia Militar (PM), um homem entrou no estabelecimento e efetuou vários disparos contra a vítima, que foi atingida no rosto e no tórax. O homem foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Araguari. Em seguida, foi transferido para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), onde morreu. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Durante as buscas, a polícia encontrou o veículo que teria sido utilizado no crime incendiado nas proximidades das obras do Parque Linear. Ainda conforme a PM, um suspeito, de 22 anos, foi localizado após buscas na região onde o carro foi abandonado. De acordo com a corporação, ele confessou ter feito os disparos e indicou o local onde havia escondido a arma. Um revólver calibre 38 foi apreendido em uma área de mata. As investigações também apontaram o possível envolvimento de outras três pessoas, um homem de 22 anos e duas mulheres de 20 e 21 anos. Um homem foi preso sob suspeita de auxiliar na ocultação do veículo utilizado no crime. Cartões de memória de câmeras de monitoramento instaladas em um imóvel ligado ao caso foram apreendidos e serão analisados pela Polícia Civil. Um outro suspeito, de 23 anos, foi identificado, mas não havia sido localizado até a última atualização desta reportagem. Segundo os militares, as duas mulheres abordadas durante a operação negaram participação nos fatos. Entretanto, uma delas foi citada pelo suspeito preso como responsável por ajudá-lo na fuga após o crime. Os detidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. O caso é investigado como homicídio consumado, e a motivação do crime ainda não foi divulgada. LEIA TAMBÉM: Entenda como família investigada por tráfico mantinha estrutura empresarial para transportar cocaína entre estados brasileiros Submetralhadoras e 200 kg de drogas são apreendidos e duas pessoas são presas em Uberlândia na operação 'Cerco Fechado' Suspeito é baleado e três são presos após roubo e perseguição policial em Uberlândia Arma usada no crime e carro dos suspeitos Polícia Civil/Divulgação VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Com seu ar cosmopolita, Vancouver foi cenário de filmes e séries que fizeram sucesso no mundo todo. Crédito: Global Tourisme Escolher o Canadá como destino de viagem é uma decisão que amadurece e se transforma em uma grata surpresa. O país, jovem e vibrante, surge hoje como um lugar fascinante e repleto de potencial para viagens de lazer. É uma verdadeira joia a ser descoberta! Sendo um dos países que mais promove a qualidade de vida no mundo através de uma cultura rica, infraestrutura impecável, lazer acessível, saúde pública exemplar e educação de ponta, o Canadá se consolida cada vez mais como o lugar perfeito para se visitar e aproveitar as férias ao máximo. Toronto e Vancouver, carinhosamente chamadas de "Hollywoods do Norte", servem de cenário para filmes e séries famosas que encantam multidões. Em Toronto, por exemplo, foram gravadas séries como The Handmaid's Tale, Suits & The Boys. Vancouver serviu de cenário para séries como Arquivo X, Smallville e Lúcifer, entre outras. Entre os muitos filmes que foram gravados na cidade estão Deadpool, Cinquenta Tons de Cinza e Missão: Impossível - Protocolo Fantasma. Da mesma forma, a província de Quebec brilha nas telas do cinema global como cenário do filme O Curioso Caso de Benjamin Button e a série Yellowjackets, entre tantas outras produções da sétima arte. O mais curioso e encantador é perceber que aquelas paisagens incríveis e cidades deslumbrantes que tanto admiramos na TV estão bem ali, ao nosso alcance, em solo canadense. Todas as cidades são extremamente limpas, organizadas e pulsam com opções de lazer durante o ano inteiro. As quatro estações bem definidas pintam cenários diferentes a cada viagem, proporcionando experiências diversas e um rico aprendizado cultural. É a oportunidade perfeita para descobrirmos como nos vestir e nos sentir incrivelmente confortáveis em qualquer clima. Se aqui no Brasil nós dominamos a arte de aproveitar o verão, o Canadá nos ensina a abraçar e curtir o inverno com total aconchego. Com as roupas tecnológicas certas, criadas especialmente para manter o bem-estar em temperaturas extremas, a neve vira sinônimo de diversão. O Canadá oferece entretenimento e diversão para todas as idades e em todas as estações do ano com conforto e segurança. Crédito: Jasper Tourism Além disso, a arquitetura urbana é um espetáculo à parte. Toronto e Montreal surpreendem com suas cidades subterrâneas, complexos que lembram shoppings modernos, às vezes com até cinco andares abaixo do solo, conectando teatros, linhas de metrô e milhares de lojas. Em outras cidades, passarelas aéreas interligam os prédios, permitindo mover-se com todo o conforto. As experiências práticas são verdadeiramente infinitas: táxis aquáticos que levam para ilhas de pedestres, festivais gratuitos o ano todo, parques temáticos, grandes espetáculos da Broadway, a energia contagiante dos jogos da NBA, o clima vibrante do Hockey, e a paixão pelos esportes que movem o país. Outro ponto que merece um destaque especial são as belezas naturais. Aqui, vale a pena fazer uma pausa, respirar fundo e contemplar a grandiosidade desse lugar. Estamos falando de um país que abriga mais de 20% da água doce do planeta e que teve a sabedoria de preservar seus lagos e rios, transformando-os em verdadeiros oásis de lazer para as cidades. Além de compor cenários paradisíacos, os lagos e rios do Canadá são um recurso inestimável para o país e o mundo. Crédito: Global Tourisme Um exemplo inspirador dessa relação com a natureza é o Canal Lachine, em Montreal. No auge da era industrial, ele era o coração econômico da região, mas acabou sofrendo com a poluição da época. Em vez de abandoná-lo, o Canadá realizou um projeto fantástico de revitalização. Em pouco tempo, as águas foram despoluídas e o entorno foi transformado em um parque linear urbano espetacular. Hoje, moradores e turistas aproveitam o local para andar de bicicleta, fazer piqueniques, remar e curtir a vibrante energia cultural da cidade. Zelar pelo patrimônio histórico e cultural é uma prioridade que se converte em experiências inesquecíveis para o visitante. É o caso da famosa Casa Loma, em Toronto. Esse castelo majestoso em estilo eduardiano foi construído no início do século XX pelo bilionário Sir Henry Pellatt, um homem visionário que ajudou a trazer a eletricidade para a cidade. Hoje, além de ser um dos pontos turísticos mais visitados e cenário de grandes produções de Hollywood, a Casa Loma é um símbolo vivo de como o país preserva sua memória com grandiosidade e carinho. A Casa Loma é um dos pontos turísticos mais importantes de Toronto, símbolo da preservação da memória e cultura. Crédito: Divulgação Toda essa beleza física reflete a alma do povo canadense. Quem já se encantou com a sensibilidade de Anne com E (baseada no clássico Anne of Green Gables) ou se emocionou com o musical Come From Away — que inclusive estreou em São Paulo em 2026 — entende perfeitamente a essência da cultura local. São histórias reais e ficcionais que celebram o acolhimento sincero, a curiosidade pelo outro e, acima de tudo, a empatia. Viajar para o Canadá é, no fundo, conectar-se com o que há de melhor em nós mesmos. O primeiro passo dessa jornada é olhar para dentro e sintonizar com o que você ama. E se você ainda estiver na dúvida, o melhor caminho é simplesmente se jogar e descobrir! Seja qual for o seu estilo ou o seu momento de vida, o Canadá tem um lugar perfeito reservado para oferecer exatamente o que você precisa. Como o segundo maior país do mundo em extensão territorial, sua verdadeira grandeza está na diversidade. Embora tenha uma população pequena em proporção ao seu tamanho continental, a pluralidade de culturas, sotaques e experiências que convivem ali é gigantesca. É um mosaico de povos do mundo inteiro que escolheram o país para viver em harmonia, criando uma atmosfera acolhedora onde todo visitante se sente em casa desde o primeiro instante. A verdadeira grandeza do Canadá está na sua diversidade, mesclando metrópoles sustentáveis com natureza preservada, cultura e história. Crédito: Global Tourisme O Canadá representa, na prática, aquele "Novo Mundo" que tanto idealizamos: um lugar onde o progresso caminha de mãos dadas com a gentileza, a sustentabilidade e o respeito mútuo. Essa essência única foi perfeitamente resumida por Bono Vox, vocalista do U2, durante uma de suas passagens pelo país. Ao refletir sobre o espírito acolhedor, a tolerância e o modelo de sociedade que os canadenses construíram, o músico declarou uma frase que ficou marcada na história: "O mundo precisa de mais Canadá." Viajar para lá é mais do que carimbar o passaporte; é vivenciar de perto essa filosofia de vida e voltar para casa com uma bagagem cheia de inspiração, novas perspectivas e, acima de tudo, um horizonte expandido. O Canadá espera por você para essa grande descoberta pessoal! Conheça os roteiros: Personal Canada Lusanova TT Operadora
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Lenine transita entre a delicadeza do afeto e a firmeza da ideologia na cena enérgica no show 'Eita' Raíssa Corrêa / Divulgação Produção Lenine ♫ CRÍTICA DE SHOW Título: Eita Artista: Lenine Data e local: 30 de maio de 2026 no Tokyo Marine Hall (São Paulo, SP) Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2 ♬ SÃO PAULO – Se Lenine entrelaçou os fios do afeto na teia do álbum e do filme “Eita” (2025), o artista expande essa teia amorosa no show homônimo que chegou à cidade de São Paulo (SP) no sábado, 30 de maio, após ter estreado em Fortaleza (CE). Sensibilizado pela receptividade calorosa do público, carinho especialmente significativo pelo fato de a turnê do show “Eita” marcar a volta do artista à cena e à vida após período cinzento em que o cantor cogitou nunca mais pisar em palco, Lenine parecia à flor da pele e externou a emoção em falas dirigidas à plateia. Mas segurou a emoção para que o show fosse regido pela música. Aberto com o canto em off de “Aos domingos” (2025), ouvido enquanto os músicos Bruno Giorgi (baixo), Gabriel Ventura (guitarra), Henrique Albino (sopros), Negadeza (percussão) e Pantico Rocha (bateria) se posicionavam no palco, o roteiro seguiu inteiramente autoral, enfatizando a marca e a identidade sonoras de um artista em que o modo como uma música é arranjada e tocada parece ser tão ou mais importante do que a música em si. Já na primeira música com Lenine no palco, a canção “Confia em mim” (Lenine e Dudu Falcão, 2025), o violão de cadência percussiva se insinuou imponente. “Eu sou meu guia”, reforçou Lenine no título da música seguinte, parceria do artista com Bráulio Tavares apresentada no álbum “Na pressão” (1999). Com toque psicodélico, o arranjo de “Eu sou meu guia” mostrou que o diretor musical do show “Eita”, o baixista da banda Bruno Giorgi, orquestrou um som... na pressão, turbinando músicas como “O último pôr do sol” (Lenine e Lula Queiroga, 1993), cuja onda quebrou na praia de “Miragem do porto” (Lenine e Bráulio Tavares, 1992), a música seguinte, apresentada ao Brasil na voz de Elba Ramalho, cantora que abriu janelas para o cancioneiro de Lenine antes de o artista ganhar o merecido lugar ao sol. Lenine é um Leão do norte que veio ao mundo no Recife (PE) há 57 anos. Sem ranços tradicionalistas, a origem pernambucana do artista ressoou, por exemplo, no canto da “Ciranda praieira” (Lenine e Paulo César Pinheiro, 2008), no baque do maracatu ativista “O rumo do fogo” (Lenine e Lula Queiroga, 2025) – com Lenine excepcionalmente nas maracas – e na flauta evocativa dos pífanos de Caruaru soprada por Henrique Albino na canção “Meu xamego” (2025), de romantismo um pouco abafado pelo som. À medida em que o cantor foi seguindo o roteiro de “Eita” com músicas como “Todas elas juntas num só ser” (Lenine e Carlos Rennó, 2004) – número de peso e ambiência rocker – e “Escrúpulo” (Lenine e Lula Queiroga, 1992), a marca de Lenine foi ficando cada vez mais soberana no show. O que nem causou surpresa, pois todos os discos e shows de Lenine sempre foram calcados na forte identidade autoral da música do artista, geralmente sem espaço para abordagens de composições alheias. No máximo, houve a habitual citação de “Chiclete com banana” (Gordurinha e Almira Castilho, 1958) em “Jack soul brasileiro” (1999) para saudar Jackson do Pandeiro (1919 – 1982), um dos reis do ritmo do Brasil. No set de voz e violão, caracterizado por Lenine como “momento de intimidade”, ficou evidenciado que a lírica canção “Foto de família” (Lenine e João Cavalcanti, 2025) teve a grandeza atenuada neste bloco reservado às baladas como “Paciência” (Lenine e Dudu Falcão, 1999), “É o que me interessa” (Lenine e Dudu Falcão, 2008) – um dos pontos altos sob o prisma da interpretação – e “Leve e suave” (2018). Pela relevância no painel de afetos do álbum “Eita”, “Foto de família” merecia tratamento mais diferenciado no show para que a beleza da canção ficasse mais exposta. Entre lembranças como “Ecos do ão” (Lenine e Carlos Rennó, 2004) e o já esperado caboclinho “Leão do Norte” (Lenine e Paulo César Pinheiro, 1993) e as 11 músicas do álbum “Eita”, cujo repertório foi inteiramente incluído em roteiro que apresentou a toada “Malassombro” (Lenine e Siba, 2025), o boi-bumbá “Boi Xambá” (2025) e a imperativa “Deita e dorme” (Lenine e Arnaldo Antunes, 2025), o artista foi reforçando o discurso político através do canto em sequência de “Envergo, mas não quebro” (Lenine e Carlos Rennó, 2011), “A balada do cachorro louco (Fere rente)” (Lenine, Lula Queiroga e Chico Neves, 1997), “O dia em que faremos contato” (Lenine e Bráulio Tavares, 1997), “Rosebud (O verbo e a verba)” (Lenine e Lula Queiroga, 2001) e “Rua da passagem (Trânsito)” (Lenine e Arnaldo Antunes, 1999). A tomada de posição em defesa da democracia foi enfatizada, com humor, na apresentação dos músicos da banda, uns localizados no palco à direita do cantor e outros à esquerda, mas todos alinhados com a mesma posição política. E assim, entre a delicadeza do afeto e a firmeza da ideologia do artista, o show “Eita” caminhou para o fim sem perder o fôlego. No bis, aberto com o canto de “Beira” (2025) em número climático feito somente com a voz de Lenine e a guitarra de Gabriel Ventura (parceiro do artista na composição), “O homem dos olhos de raio x” (2000) precedeu o hit “Hoje eu quero sair só” (Lenine, Mu Chebabi e Caxa Aragão, 1995). Sempre pedida pelo público, “Hoje eu quero sair só” é música lançada por Daúde dois anos após Lenine chamar atenção com o álbum “Olho de peixe” (1993) – assinado com o percussionista Marcos Suzano – e dois anos antes de o cantor sair solo com “O dia em que faremos contato” (1997), álbum que começou a delinear a marca sonora autoral que Lenine, hoje já consagrado, evidencia no show “Eita” enquanto expande no palco a teia de afetos do disco e filme de 2025. Lenine encadeia 31 músicas no roteiro do show 'Eita', na apresentação que encheu o Tokyo Marine Hall em São Paulo (SP) no sábado, 30 de maio Malu Freire / Divulgação Produção Lenine ♪ Eis as 31 músicas do roteiro seguido por Lenine em 30 de maio de 2026 na estreia do show “Eita” em São Paulo (SP) na casa Tokyo Marine Hall: 1. “Aos domingos” (Lenine 2025) – canto em off 2. “Confia em mim” (Lenine e Dudu Falcão, 2025) 3. “Eu sou meu guia” (Lenine e Bráulio Tavares, 1999) 4. “O último pôr do sol” (Lenine e Lula Queiroga, 1993 5. “Miragem do porto” (Lenine e Bráulio Tavares, 1992) 6. “Meu xamego” (Lenine, 2025) 7. “Todas elas juntas num só ser” (Lenine e Carlos Rennó, 2004) 8. “Escrúpulo” (Lenine e Lula Queiroga, 1992) 9. “Ciranda praieira” (Lenine e Paulo César Pinheiro, 2008) 10. “O rumo do fogo” (Lenine e Lula Queiroga, 2025) 11. “Foto de família” (Lenine e João Cavalcanti, 2025) 12. “É o que me interessa” (Lenine e Dudu Falcão, 2008) 13. “Leve e suave” (Lenine, 2018) 14. “Paciência” (Lenine e Dudu Falcão, 1999) 15. “Ecos do ão” (Lenine e Carlos Rennó, 2004) 16. “Malassombro” (Lenine e Siba, 2025) 17. “Boi Xambá” (Lenine, 2025) 18. “Envergo, mas não quebro” (Lenine e Carlos Rennó, 2011) 19. “A balada do cachorro louco (Fere rente)” (Lenine, Lula Queiroga e Chico Neves, 1997) 20. “Deita e dorme” (Lenine e Arnaldo Antunes, 2025) 21. “O dia em que faremos contato” (Lenine e Bráulio Tavares, 1997) 22. “Rosebud (O verbo e a verba)” (Lenine e Lula Queiroga, 2001) 23. “Rua da passagem (Trânsito)” (Lenine e Arnaldo Antunes, 1999) 24. “Jack soul brasileiro” – com citação de “Chiclete com banana” (Gordurinha e Almira Castilho, 1958) 25. “Do it” (Lenine e Ivan Santos, 2004) 26. “Eita” (Lenine, 2025) 27. “Motivo” (Lenine e Carlos Posada, 2025) 28. “Leão do Norte” (Lenine e Paulo César Pinheiro, 1993) Bis: 29. “Beira” (Lenine e Gabriel Ventura, 2025) 30. “O homem dos olhos de raio x” (Lenine, 2000) 31. “Hoje eu quero sair só” (Lenine, Mu Chebabi e Caxa Aragão, 1995) ♫ O crítico e colunista do g1 viajou a São Paulo (SP) a convite da produção de Lenine.
For K-drama fans, "My Royal Nemesis" is the clear watercooler show of the season. The unlikely courtship between a woman from 300 years ago and a modern-day chaebol has pulled off a rare dual triumph, topping both domestic linear broadcast ratings and Netflix's viewership charts. But the drama's most notable success story may be the emergence of its leading man, Heo Nam-jun. A relative newcomer who has morphed into one of the market's hotly sought-after talents, Heo's rapid rise may suggest a bo
New Delhi: India's CPI inflation is expected to rise by around 70 bps to 4.8 per cent with crude oil averaging USD 90/bbl in FY27, according to a report by 360 ONE Capital. This projection comes as the ongoing conflict in West Asia and a downgraded domestic monsoon forecast introduce fresh challenges to India's macroeconomic trajectory.The report noted that the conflict in West Asia and the resulting energy supply disruptions warrant a reassessment of key macroeconomic assumptions. "Our revised base case assumes de-escalation by mid-June, with crude oil averaging USD 90/bbl in FY27. Under this scenario, CPI inflation is expected to rise by around 70 bps to 4.8% (from 4.1%), while GDP growth moderates to 6.3% (from 6.7%). The fiscal deficit is projected to widen to 4.6% of GDP (from 4.4%), and the current account deficit to 2.1% of GDP (from 1.3%)," the report stated.Also read: India meets FY26 fiscal deficit goal at 4.4% of GDP despite revenue and global pressuresThe report noted that India's economic momentum remains stable due to domestic consumption and public spending, but geopolitical frictions pose tangible downside risks. Supply routes through the Strait of Hormuz are particularly vital, as India sources nearly 50 per cent of its LPG and around 30 per cent of its natural gas requirements through this route.Even though the "net petroleum import bill has declined from 5.5% of GDP in FY14 to around 3.0% in FY25, the economy remains exposed to a prolonged disruption in energy supplies."On the monetary front, global financial conditions continue to tighten as central banks react to persistent inflationary impulses. While the Reserve Bank of India is expected to keep policy rates unchanged in the upcoming meeting, domestic bond yields face upward pressure from a widening fiscal deficit and higher energy costs.Also read: Manufacturing activity at 3-month high in May despite cost woesThe report mentioned that the impact on macroeconomic variables is likely to be non-linear, implying significantly larger downside risks if the conflict persists. "A further USD 10/bbl increase in crude prices above our base assumption could push inflation to 5.6% (assuming a partial pass-through of around 5% to retail fuel prices), lower GDP growth by an additional 40 bps to 5.9%, widen the current account deficit to 2.5% GDP, and increase the fiscal deficit to 4.8% of GDP," the report added.Compounding these external geopolitical risks, the domestic agricultural outlook faces unexpected pressure. In its Second Long Range Forecast, the IMD downgraded the Southwest Monsoon 2026 forecast to 90 per cent of the Long Period Average (LPA) from 92 per cent estimated in April.This development represents the weakest monsoon outlook since 2015, which raises immediate concerns over overall agricultural output and rural demand.In the global perspective, the IMF has lowered its 2026 global growth forecast by 20 bps, citing risks from the Middle East conflict through higher commodity prices, inflation, and tighter financial conditions.The report stated that under the IMF's reference scenario, "global growth is projected at 3.1% in 2026 and 3.2% in 2027, below both the recent 3.4% pace and the historical average of 3.7%. In adverse scenarios, growth could slow to 2.5% or even 2.0%, accompanied by significantly higher inflation, with emerging markets expected to be disproportionately affected."
Canais se tornaram símbolos urbanos de Santos (à dir.) e Amsterdã (à esq.) Alexsander Ferraz/A Tribuna Jornal e Reprodução/TV Globo Separadas por quase 10 mil quilômetros de distância, as cidades de Santos, no litoral de São Paulo, e Amsterdã, capital da Holanda, têm uma característica em comum: os canais. Criados em contextos diferentes, os sistemas se tornaram símbolos urbanos dos dois municípios. "Os canais de Amsterdã e os de Santos têm origens e escalas distintas, mas cada conjunto, à sua maneira, tornou-se parte inseparável da história, da paisagem e da forma como seus moradores entendem e vivem suas cidades”, afirma o historiador Sergio Willians. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Ao g1, o profissional, que é presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Santos (IHGS), citou as principais semelhanças e diferenças a partir dos seguintes pontos: Origem e função; Estrutura Profundidade Navegação Impacto urbano Identidade Veja os vídeos que estão em alta no g1 Origem e função De acordo com o historiador, os canais de Amsterdã e os de Santos surgiram em contextos completamente distintos. Os canais de Amsterdã foram construídos no século XVII, durante a Era de Ouro holandesa, com uma função múltipla que combinava defesa, drenagem e transporte. Em Santos, o sistema de canais foi implantado com objetivo de resolver os problemas de alagamentos e saúde pública. Os canais começaram a nascer no início do século XX, a partir do projeto sanitarista de Francisco Saturnino Rodrigues de Britto, conhecido apenas como Saturnino de Brito e considerado o patrono da engenharia sanitária no Brasil. Sistema de canais de Santos foi implantado com objetivo de resolver os problemas de alagamentos e saúde pública Divulgação/Prefeitura de Santos Voltar ao início. Estrutura Em Amsterdã, os canais formam o famoso cinturão Grachtengordel, um traçado semicircular planejado, tombado como Patrimônio Mundial da UNESCO e pontuado por centenas de edifícios monumentais. Ao todo, são mais de 100 km de canais, cruzados por cerca de 1,5 mil pontes, que compõe uma paisagem homogênea e historicamente preservada. Santos conta com apenas sete canais, que são lineares, numerados e funcionam como eixos de drenagem que cortam os bairros perpendiculares à orla. Eles definiriam a forma como os moradores se orientam na cidade. Canais de Santos e Amsterdã têm semelhanças e diferenças Alexsander Ferraz/A Tribuna Jornal e Reprodução/TV Globo Voltar ao início. Profundidade Os canais de Amsterdã são relativamente rasos. Em média, a profundidade varia entre 2 e 5 metros. Segundo o historiador, os canais históricos do centro contam com 2,5 metros de profundidade, mas há pequenas variações conforme o trecho e a manutenção. Em Santos, os canais são mais rasos, com profundidade que varia entre 1 e 3 metros, conforme o trecho, o assoreamento e a manutenção. Voltar ao início. Em Amsterdã, há navegação nos canais. Enquanto em Santos, o sistema é mais raso. Reprodução/TV Globo e Vanessa Rodrigues/Arquivo A Tribuna Jornal Navegação Em Amsterdã, os canais urbanos são pensados para navegação leve e controle das águas, e não para grandes embarcações. Com isso, o sistema se tornou parte do turismo da cidade, pois atrai visitantes entusiastas de passeios de barco. Os canais urbanos de Santos não foram pensados para navegação, mas para drenagem e saneamento. No entanto, a cidade conta com o canal de navegação do Porto de Santos, que é outra estrutura e tem cerca de 15 metros de profundidade, mantidos por dragagem contínua para permitir a passagem de grandes navios. Voltar ao início. Impacto urbano Tanto os canais holandeses quanto os santistas foram essenciais para permitir a expansão das cidades, melhorando a qualidade de vida dos habitantes. No entanto, ao longo do tempo, cada um tomou rumos diferentes: Amsterdã consolidou as águas como cenário cultural e arquitetônico; Santos encontra nos canais um instrumento de modernização e urbanização costeira. Voltar ao início. Em Santos e em Amsterdã, canais se tornaram símbolos urbanos Vanessa Rodrigues/Arquivo A Tribuna Jornal e Reprodução/TV Globo Identidade Em Santos e em Amsterdã, os canais extrapolaram a função original e se tornaram elementos identitários e afetivos. “Em Amsterdã, passeios de barco e caminhadas pelas pontes são parte da experiência turística essencial. Em Santos, os canais organizam o território e funcionam como marcos de referência para quem circula pela cidade, integrando o cotidiano de maneira natural”, explicou Willians. Voltar ao início. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos
On the night of May 31, 2026, units of the Defense Forces of Ukraine struck the "Saratovskyi" oil refinery, the "Lazarievo" linear production and dispatch station in Kirov Oblast, and other enemy targets.
Maior terremoto do Brasil aconteceu em MT; saiba mais Tremores de baixa intensidade registrados no Tocantins e no litoral do Rio de Janeiro nos últimos dias chamam atenção para a ocorrência de abalos sísmicos no Brasil, país fora das principais zonas de terremotos. O histórico sísmico do território brasileiro, no entanto, inclui registros mais intensos, como o maior terremoto já documentado no país, ocorrido em 1955, em Mato Grosso, com magnitude estimada em 6,2. O tremor ocorreu na madrugada de 31 de janeiro de 1955, na Serra do Tombador, área que hoje pertence ao município de Juara (MT), em uma região não povoada e longe das áreas mais associadas a grandes abalos sísmicos no mundo, segundo a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR). Na época, a cidade ainda não havia sido emancipada e a região era completamente desabitada. Por isso, o episódio quase acabou passando despercebido. O terremoto atingiu intensidade VII na Escala Mercalli Modificada, nível considerado forte e capaz de provocar danos significativos, principalmente em construções mais frágeis. 🔎 A Escala Mercalli, que vai de I a XII, classifica a intensidade dos terremotos com base na forma como são sentidos pelas pessoas e nos danos causados às estruturas. Nos níveis mais baixos, os tremores quase não são percebidos; nos mais altos, podem provocar danos severos e destruição. Segundo o pesquisador do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB), Lucas Barros, que estudou a região, apesar de a área epicentral ser pouco habitada, o tremor também foi sentido em Cuiabá, a cerca de 380 km do epicentro, com intensidade entre IV e V. Nesse nível, o tremor é sentido pelas pessoas, pode balançar objetos, mas geralmente sem causar danos relevantes, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Trecho digitalizado do jornal O Estado de Mato Grosso que cita o tremor sentido em Cuiabá, em 1955 BN Digital ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Barros explicou, em entrevista ao g1, que, se um terremoto com a mesma magnitude ocorresse hoje, os impactos seriam mais visíveis por causa da expansão urbana na região. "Não é possível afirmar com certeza que um novo terremoto vá acontecer. No entanto, como já houve registros anteriores, existe a possibilidade de que novos abalos aconteçam sim", disse o pesquisador. Terremotos de magnitude 6,2 podem provocar fortes tremores em áreas urbanas. Em abril de 2025, um tremor com essa intensidade atingiu a cidade de Istambul, na Turquia. Na ocasião, prédios balançaram e o governo do país afirmou que 151 pessoas ficaram feridas após "se jogarem de lugares altos por causa do pânico" durante o terremoto. Não houve registro de mortos. Terremoto em Mato Grosso é considerado o maior no país há mais de 70 anos Arte g1 O que provocou o terremoto❓ O professor e coordenador científico da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Caiubi Kuhn explicou que o terremoto mato-grossense não foi provocado pelo encontro de placas tectônicas, como acontece em países como Japão e Chile. Segundo ele, o abalo ocorreu por movimentações internas da própria placa sul-americana – fenômeno conhecido como terremoto intraplaca. Esses eventos são mais raros, mas podem atingir magnitudes elevadas, principalmente quando acontecem perto da superfície. “O terremoto ocorreu a pouco mais de 10 quilômetros de profundidade. Isso faz dele um terremoto considerado raso”, explicou o pesquisador. E, justamente por ser raso, os efeitos na superfície tendem a ser maiores. Por que o tremor em MT é considerado o mais forte❓ Em 2019, um terremoto de magnitude 6,8 foi registrado em Tarauacá, no Acre. Quatro anos depois, outro, com 6,6 de magnitude, foi registrado na mesma região. Apesar da magnitude alta, esses não entram na lista maiores tremores no país. O sismólogo da RSBR, Bruno Collaço, explicou que isso acontece porque especialistas diferenciam os tremores registrados em território brasileiro daqueles que têm origem em processos tectônicos ligados à Cordilheira dos Andes, no Chile. "Os terremotos registrados na região do Acre frequentemente aparecem entre os maiores já detectados em território brasileiro. No entanto, do ponto de vista da sismologia, essa interpretação exige uma contextualização importante. Embora ocorram sob o Brasil, os sismólogos, geralmente, não os classificam como “sismos brasileiros” no sentido geológico do termo", explicou. Ou seja, os eventos no Acre estão ligados à influência de processos tectônicos da Cordilheira dos Andes e têm origem fora da estrutura geológica interna do Brasil, diferentemente de tremores associados a falhas locais dentro do próprio território brasileiro, como no caso da Serra do Tombador. Pode acontecer de novo❓ Mais de 70 anos depois, especialistas afirmam que um novo evento semelhante ainda pode acontecer, embora não seja possível prever quando. Segundo Collaço, os efeitos de um terremoto como o de 1955 dependeriam, principalmente, da profundidade e da distância em relação às cidades. Ele explicou que, se um tremor semelhante acontecesse hoje na mesma região, os impactos mais fortes seriam sentidos em um raio de até 20 ou 30 km do epicentro, ponto exato onde o terremoto começa. “Nessa área, seriam esperadas intensidades que poderiam chegar a VII na Escala Mercalli Modificada, com danos consideráveis em construções mais vulneráveis, como casas de adobe, madeira e muros velhos”, explicou. Em uma área mais ampla, de até 50 km, ainda poderiam ocorrer rachaduras em paredes, queda de objetos e interrupções pontuais de serviços. Regiões próximas a e ao centro-norte de Mato Grosso estariam entre as mais afetadas, segundo o especialista. Terremoto de magnitude 2.9 é registrado em Juara (MT) Região voltou a registrar tremores Mapa de localização e acesso à área de estudo (quadrado azul), onde se indica a Zona Sísmica de Porto dos Gaúchos (ZSPG) e o local do epicentro do terremoto da Serra do Tombador (ST), indicado com a estrela amarela Tese de Doutorado: Sismicidade, esforços tectônicos e estrutura crustal - Lucas Vieira Barros O professor Sergio Fachin, da Faculdade de Geociências da UFMT, explicou que o Brasil ainda não possuía uma rede própria de monitoramento sísmico na década de 1950. Por isso, o terremoto foi identificado com ajuda de equipamentos instalados em outros países, principalmente no Chile. Desde então, nenhum outro sismo foi registrado exatamente na mesma área. Entretanto, mais ao norte, a cerca de 110 km da Serra do Tombador, no município de Porto dos Gaúchos, uma atividade sísmica recorrente vem sendo observada. Os registros incluem: 1959 — magnitude 4,5 1981 — magnitude 3,8 1986 — magnitude 3,6 1987 — magnitude 3,9 1988 — magnitudes 3,2, 3,7 e 3,9 1989 — magnitudes 2,5 e 3,6 1993 — magnitude 3,8 1996 — magnitude 4,4 1997 — magnitude 3,3 1998 — magnitude 5,1 2005 — magnitude 4,7 A recorrência levou pesquisadores a classificarem a área como Zona Sísmica de Porto dos Gaúchos. De acordo com os especialistas, os tremores estão ligados a movimentações geológicas em uma grande falha existente na região. Relatos e memória do terremoto Não há registros detalhados de desabamentos, rachaduras ou outros danos materiais provocados pelo terremoto de 1955. Isso ocorre porque a região não tinha ocupação humana. Além disso, a área onde ocorreu o abalo ainda nem fazia parte de um município de Juara, que só foi criada anos depois. O difícil acesso e a escassez de moradores limitou os relatos e os levantamentos sobre possíveis impactos causados pelo tremor. Ainda assim, o terremoto de fevereiro de 1959 em Porto dos Gaúchos foi registrado em um relatório da Colonizadora Noroeste Matogrossense, empresa que fundou a cidade. Segundo o relatório, uma “onda sísmica” abalou todas as casas da área. "Na cantina, as vigas rangiam, caíram objetos. O movimento foi precedido de um 'trovão', digo, de um ruído contínuo, semelhante a trovão", diz trecho do documento. Conforme o relato, a população deu diversos palpites sobre as causas do terremoto. Alguns acreditavam ser o fim do mundo, sendo o tremor o primeiro sinal. Outros achavam que um meteoro tinha caído. 📡Como os terremotos são medidos e o que a intensidade revela A força de um terremoto é medida pela magnitude, calculada a partir da energia liberada no interior da Terra. O registro é feito por equipamentos chamados sismógrafos, capazes de detectar vibrações que se propagam pelo planeta, inclusive a longas distâncias. Mesmo quando um tremor ocorre no Brasil, ele pode ser captado por estações em outros países. A magnitude mede a energia liberada por um terremoto. Esse cálculo é feito com base nos registros dos sismógrafos, aparelhos capazes de detectar vibrações no solo. Mesmo quando um tremor acontece no Brasil, ele pode ser captado por equipamentos instalados em outros países. Os especialistas explicam que a escala é logarítmica — ou seja, os números não aumentam de forma simples. Na prática: um terremoto de magnitude 6 é 10 vezes mais forte que um de magnitude 5; um terremoto de magnitude 7 libera cerca de 100 vezes mais energia que um de magnitude 5; eventos acima de magnitude 6,5 já têm alto potencial destrutivo, principalmente quando ocorrem perto da superfície. A cada 1 ponto a mais na escala, o terremoto se torna 10 vezes mais intenso. Segundo Caiubi, a magnitude é expressa por uma escala logarítmica, o que significa que os valores não crescem de forma linear. Além da magnitude, a profundidade é um fator decisivo para os impactos. Terremotos rasos, como o registrado em Mato Grosso em 1955, tendem a causar mais efeitos na superfície do que tremores mais profundos, mesmo quando estes apresentam magnitudes maiores. 🏙️A cidade de Juara A cidade de Juara (MT) atualmente Studio A A formação do município está ligada ao processo de ocupação e colonização do norte de Mato Grosso, impulsionado por políticas federais de integração da Amazônia nas décadas de 1960 e 1970. O desenvolvimento da cidade ocorreu de forma gradual, desde a chegada dos primeiros colonizadores até a emancipação política do município. Veja a trajetória: Origem: a ocupação da região começou no início da década de 1970, dentro dos projetos de colonização incentivados pelo Governo Federal para expansão da Amazônia. Em 1971, a empresa SIBAL adquiriu terras na região e iniciou a abertura de estradas, divisão de lotes e instalação da Gleba Taquaral, primeiro nome da localidade. As primeiras famílias chegaram em 1973, vindas principalmente do Sul do país. Distrito: o crescimento populacional e econômico levou à criação do distrito de Juara em 4 de julho de 1976, ainda subordinado ao município de Porto dos Gaúchos. Emancipação: a emancipação política ocorreu em 23 de setembro de 1981, por meio da Lei Estadual nº 4.349, desmembrando Juara de Porto dos Gaúchos e transformando-a oficialmente em município. Conforme os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Juara possui uma população estimada em 36.089 habitantes e densidade demográfica de 1,54 habitante por quilômetro quadrado.
Es una de las pensadoras más influyentes de la tecnología y el feminismo. Visionaria e irónica, sus textos tienen un toque punk. Ante el autoritarismo, anima a alinearse con los inmigrantes: “Soportan el peso de todos los desastres”
At American Innovation Forum in Jerusalem, business leaders say discipline, risk-taking, and adaptability are key to the capital’s hi-tech future.
Electrons are great. We use them to move vehicles, illuminate cities, and, of course, compute. But computation is not confined to the world of electronics. And shifting to alternative nonelectronic realms can unlock unique advantages: Photonic chips, for instance, process information with light while generating little heat. Another compelling alternative is fluidics, which uses pressurized gases or liquids to build logic circuits. Pioneered in the 1960s but sidelined by microchips, the field reemerged in the 1990s as “microfluidics.” This approach aims to shrink laboratories onto a single chip by creating microscopic fluid channels with integrated micropneumatic control systems. Today, there is a second fluidic revival, this time in the domain of soft robotics. Scaling microfluidic designs up to the millimeter-scale range (millifluidics) enables the higher flow rates necessary to drive robotic actuators. These robots exploit the nonlinear behaviors of soft materials to create lifelike motion and safer interactions, often utilizing pressurized air. By building systems that “think” with the same air that powers them, we can drastically reduce the need for bulky electronic-to-pneumatic interfaces. This is the focus of my Soiboi Studio robotics lab. With millifluidic logic, I have steadily scaled the complexity of my designs. What began with a simple oscillator has most recently evolved into a clock featuring a soft, four-digit, seven-segment display. What Is Millifluidics? Building on microfluidics research from the early 2000s and recent developments from the Grover Lab at the University of California, Riverside, I’ve developed millifluidic devices using standard 3D printing and silicone casting. The basic architecture is simple: A flexible membrane is sandwiched between rigid layers embedded with networks of air channels. Just as electronics rely on differing voltage potentials, these fluidic circuits operate on the pressure difference between atmospheric pressure (logical 0) and a near-vacuum at around −60 kilopascals of relative pressure (logical 1). Using negative pressure means the membrane is pulled into openings. This creates robust seals that allow me to replicate electronic building blocks. A cast silicone membrane forms the face of the clock [top], while behind it sits 3D-printed millifluidic blocks [middle rows]. An Arduino Uno controls driver boards that operate solenoids, which are connected to valves that are attached to a vacuum pump [bottom row].James Provost While fluidic resistors are easily realized by adjusting the channel geometry, the heart of the system is a valve that mimics a metal-oxide-semiconductor field-effect transistor, or MOSFET. This vacuum “transistor” features a flow layer with two chambers (the source and drain) divided by a central valve seat and a control layer containing a cavity (the gate). A membrane runs between the control and flow layers and normally prevents airflow between the source and drain chambers. To switch the transistor on, a vacuum is applied to the gate chamber, sucking the membrane into the cavity and lifting it off the seat. This opens a path for airflow, equivalent to closing an electric circuit. By adding a small aperture to the membrane, I created a check valve—the fluidic equivalent of a diode. By combining transistors and resistive “pull-down” channels, I can build a full suite of logic gates. The original microfluidic designs that inspired me were fabricated from etched glass and milled acrylic. Adapting them for a standard 3D printer required reengineering the logic elements and mastering two critical fabrication techniques. First, I need airtight prints, yet printed plastic is notoriously porous. By printing at elevated temperatures, slow speeds, and slight overextrusion, I was able to fill microscopic gaps. When you’re using transparent filament, there’s a handy visual indicator: The more transparent the plastic appears, the lower its porosity. Second, I used glass for my print bed. By printing the upper and lower chambers directly against this bed, I got the interface surface to become mirror smooth. This finish is essential for creating reliable, airtight seals. A 0.3-millimeter silicone membrane is placed between the layers and secured with screws. How Does the Soft Clock Work? The clockface is a cast silicone membrane. Each digit segment is formed by a small underlying cavity. When air is evacuated from this cavity, the membrane is sucked inward to create a concave hollow; when atmospheric pressure is restored, the silicone pops back flush with the surface. The result is a mesmerizing, organic motion. The “brain” of the clock is an Arduino Uno, while the fluidics significantly reduce the hardware footprint. A four-digit, seven-segment display with two separator dots would require 29 solenoid valves to control directly. My clock needs just 11 valves. A pneumatic transistor is off when its upper control chamber is at atmospheric pressure [top]. When air is removed from the control chamber, it lifts a membrane, which allows air to flow between lower flow chambers and turns the transistor on [bottom]. James Provost To understand how it works, consider a standard electronic four-digit, seven-segment LED display. This also uses 11 pins to drive its digits. (In clockface displays, an additional pin is required to drive the separator dots.) Every digit is connected to a shared data bus with seven lines, one per segment. The four control lines select individual digits. Only one digit is illuminated at time, and strobing the digits at least 50 times per second creates the illusion that all four are simultaneously illuminated. Such high-speed switching is not possible with air. Instead, I rely on memory. Each segment acts like a capacitor: By evacuating its cavity (logic 1), you “charge” the segment; by restoring atmospheric pressure (logic 0), you discharge it. Hence, each digit acts as an independent 7-bit memory. If the system is sufficiently airtight, the segments maintain their state for several seconds. Like the electronic display, the system utilizes a seven-line data bus. Each line connects to a solenoid valve that provides either vacuum or atmospheric pressure. To selectively address the individual digits, I placed a fluidic transistor between each segment and its data line. All the transistors’ control inputs for a given digit are combined into one “write enable” line connected to its own solenoid valve. Activating this valve allows me to write data into the corresponding digit’s memory. The clock updates one digit per second, meaning a full cycle across the face takes 4 seconds. This cycle also drives the separator dots: A set of fluidic diodes connects the enable lines to the dots’ cavities. Consequently, as each digit is addressed, the dots pulse automatically. This display is more than a clock; it is a soft robot that happens to tell time. By offloading computation to the same air that powers movement, the clock approaches a new class of machines that are simpler, lighter, and more integrated. I’m now developing a guide for getting started with vacuum-powered logic and may release a refined version of this clock in the future. Watching the silicone skin morph serves as a fascinating reminder that not all logic needs silicon; sometimes, all you need is flexible silicone and a flow of air. This article appears in the June 2026 print issue as “The Soft Clock.”
La Libertad Avanza comenzó a delinear su estrategia para los comicios presidenciales de 2027 y apuntó contra un supuesto relato falso de los resultados de su gestión
Life does not open doors equally for everyone. Yet a closed door does not mean a closed future. Progress is rarely linear and there is always hope.
Worlds are colliding for NBC News’ Hallie Jackson. The Washington-based anchor and correspondent on most weekdays can be seen leading a two-hour program, “Hallie Jackson Now,” that live streams on the NBC News Now service. And on Sundays, she is behind the desk for “NBC Nightly News.” Starting Monday, however, there is going to be […]
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (27) um projeto de lei complementar que retoma a isenção de tributos federais para todas as entidades sem fins lucrativos e libera até R$ 2,5 bilhões adicionais para investimentos em projetos estratégicos de defesa nacional. A proposta, de iniciativa do Senado Federal, foi aprovada por unanimidade, somando 69 votos e agora vai para a Câmara dos Deputados. E, se for aprovado sem alterações, segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O texto foi uma alternativa encontrada pela casa para contornar uma lei complementar aprovada no final de 2025 pelo Congresso Nacional. A lei reduziu linearmente as isenções tributárias sobre o lucro ou receita bruta, concedidos pela Uniao e também modifica os critérios para essas concessões. De acordo com o senador Flávio Arns (PSB-PR), que propôs o texto, a matéria busca desfazer uma "distorção" que a lei do ano passado causou no Terceiro Setor neste ano. Agora no g1 "A partir de agora, a isenção tributária passa a depender de qualificação formal específica, transformando entidades filantrópicas anteriormente isentas em contribuintes efetivas de tributos federais aplicados sobre as empresas", justificou Arns. Com a medida, a partir deste ano, essas entidades passaram a ser obrigadas a recolher Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ), Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). "A carga tributária criada pela norma em questão sobre as entidades sem fins lucrativos afetadas é estimada entre 2,7% e 4,0% sobre as bases tributáveis, conforme a sua atividade", concluiu. Em 20 de fevereiro deste ano, duas semanas após a proposta ser protocolada no Senado, a Receita Federal publicou uma instrução normativa eximindo entidades sem fins lucrativos de pagar esses tributos. Mas o ato foi questionado pelos senadores, que questionaram uma possível fragilidade jurídica. "É juridicamente questionável a interpretação da RFB, pois não há fundamento legal expresso na lei complementar, para excluir entidades sem fins lucrativos que não sejam imunes e não se enquadrem como OSCIP ou OS, a exemplo dos clubes esportivos. Assim, por segurança jurídica, é extremamente recomendável a modificação para afastar qualquer pecha de ilegalidade do ato administrativo", afirmou a relatora da proposta, senadora Dorinha Sebra (União-TO). Por fim, a relatora acatou uma proposta de emenda da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que também visa eximir qualquer dúvida sobre a manutenção da garantia de isenção fiscal a pessoas com deficiência. Caça f-39 Gripen durante testes de lançamento de bombas no Rio Grande do Norte Sargento Müller Marin/FAB/Divulgação Liberação para defesa Os senadores incluíram um "jabuti" no projeto que libera até R$ 2,5 bilhões para investimentos em projetos estratégicos. 🔎 Os chamados "jabutis" são artigos que tratam de assuntos que não correspondem ao tema original do texto inseridos pelos parlamentares durante a tramitação. Em 2025, o Congresso Nacional aprovou uma lei complementar que garantiu R$ 30 bilhões para projetos estratégicos da Defesa Nacional entre 2026 e 2031, com um teto de gasto de até R$ 5 bilhões por ano. O jabuti replica para este ano a janela de antecipação fiscal que originalmente valia apenas para 2025. À época, permitia gastar até 60% do limite legal de R$ 5 bilhões — ou seja, até R$ 3 bilhões — da meta primária e do teto de gastos do ano de 2026. Na prática, ele permitiu que o Ministério da Defesa gastasse mais fora da meta e do limite de despesas do arcabouço fiscal. Pela proposta, em vez de ter um teto de gasto de até R$ 2 bilhões para este ano, que é a diferença dos R$ 5 bilhões menos o montante antecipado em 2025, o Senado inseriu a possibilidade de um gasto adicional de mais 50% do valor inicial previsto, ou seja, R$ 2,5 bilhões a mais. Os recursos só podem ser usados em investimentos e devem contribuir para o desenvolvimento da Base Industrial de Defesa. Pelo novo texto, os gastos a mais serão descontados do teto de 2027 na medida do que forem sendo empenhados em 2026. O acordo foi negociado diretamente pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Na tarde de terça-feira (26), Alcolumbre chamou o jabuti de "uma correção que eu compreendo muito razoável" e pediu o apoio dos senadores. "É apenas uma correção que eu compreendo muito razoável, e eu não sei se vamos conseguir fazer esse entendimento até amanhã, mas eu acho que poderíamos fazer um esforço, porque a senadora Dorinha aceitou de pronto a sugestão do Ministério da Defesa e a Mesa também entendeu e recebeu o ministro. [...] Era muito bom que a gente pudesse atender as forças armadas brasileiras, esse é o meu desejo", disse o presidente do Senado. Ao g1, Múcio disse que a aprovação foi um gesto do Senado Federal ao governo. “O governo é grato ao Senado pela sensibilidade na aprovação de um tema tão importante”, afirmou.
Lago Sul Eco Residence – Imagens/Render Meramente Ilustrativas. A Zona Sul de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, consolida-se como um dos principais vetores de crescimento urbano do município. Nesse contexto, o Lago Sul Eco Residence emerge como um marco na expansão planejada da cidade, reforçando a presença de empreendimentos que combinam infraestrutura, sustentabilidade e qualidade de vida. Localizado às margens da BR-232, o condomínio foi projetado com foco na integração entre natureza e moradia. O projeto inclui amplas áreas verdes, um lago central e uma estrutura completa de lazer, com clube aquático, quadras esportivas, academia, parque linear e espaços pensados para o perfil de alto padrão dos moradores. Lago Sul Eco Residence – Imagens/Render Meramente Ilustrativas A proposta do Lago Sul Eco Residence é atender às exigências e tendências do mercado imobiliário, representando uma mudança no perfil dos empreendimentos. Ele oferece não apenas moradia, mas uma experiência completa, alinhada às demandas contemporâneas. Atualmente, a região recebe investimentos na casa de R$1.5 bilhão em novos empreendimentos. O Lago Sul Eco Residence insere-se em um movimento mais amplo de transformação urbana em Caruaru, impulsionado pela chegada de novos projetos planejados e pela valorização estratégica da Zona Sul. Walber Alencar, Sérgio Gomes e Alysson Miranda - diretores do Grupo WA - responsáveis pelo Lago Sul no lançamento do empreendimento. – Imagens: Pedro Oliveira. O projeto é idealizado pelo Grupo WA Empreendimentos e executado pela AWA Construtora. Ambas as empresas atuam de forma integrada no desenvolvimento urbano da região, reforçando o compromisso com a criação de projetos estruturados que contribuem para o crescimento ordenado da cidade. Diário de Obra com atualizações sobre a obra do Lago Sul. – Imagens: MODO7. Com o Lago Sul Eco Residence, o Grupo WA e a AWA Construtora reafirmam seu papel no avanço urbano de Caruaru, contribuindo para consolidar a Zona Sul como um polo de desenvolvimento sustentável, planejado e com potencial de valorização contínua.
Miss Joana Camargo escorregou e caiu na final do Miss Eco Internacional A brasileira Joana Camargo terminou o Miss Eco International 2026 entre as cinco melhores candidatas do mundo após uma trajetória marcada por superação pessoal e atuação social. Representando o Brasil no concurso realizado no Egito, ela chamou atenção nas provas preliminares e teve participação de destaque ao longo da competição. Na final ao vivo do concurso na sexta-feira (22), no palco internacional, um imprevisto aconteceu durante a participação da brasileira: Joana escorregou no vestido e sofreu uma queda. Ela vestia um modelo azul brilhante, com decote e fenda que deixava a perna à mostra. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O episódio ocorreu no momento em que foi anunciada como "4th Runner-Up", o equivalente à 5ª colocação, em uma disputa com mais de 60 candidatas, sendo 49 na final. “O tombo não definiu minha performance”, resume. “A vida é assim: às vezes a gente cai diante de todo mundo. Mas o que nos define nunca é a queda. É a forma como escolhemos levantar.” Em seguida ao tombo, Joana respirou, levantou e seguiu para o seu lugar com sorriso no rosto. "Entendi há muito tempo que perfeição não conecta pessoas, humanidade, sim. E acho que tantas pessoas se emocionaram com aquilo justamente porque se reconheceram naquele instante", comenta. Joana Camargo escorregou e caiu na final do Miss Eco Internacional Reprodução/ Redes sociais/ YouTube/ Beauty Live; Divulgação/ Arquivo pessoal Do interior do RS ao mundo Joana Camargo carrega na fala e na trajetória as marcas de uma origem da qual faz questão de destacar. Natural de Soledade, cidade com 30 mil habitantes no Norte do Rio Grande do Sul, cresceu longe dos privilégios normalmente associados ao universo dos concursos de beleza. "Minha essência vem de lá: da simplicidade, da força e da proximidade com as pessoas", afirma. Segundo ela, a cidade continua sendo sua base emocional e familiar, mesmo com uma rotina hoje dividida entre compromissos profissionais e agendas pelo país. Antes, Joana participou e acumulou mais de 16 conquistas nacionais, além de uma experiência internacional representando o Brasil na Colômbia. Mas o caminho esteve nunca foi linear. "Houve muitos “nãos”, críticas e momentos em que parecia impossível continuar. Sabia que não era a candidata que se encaixava no padrão mais esperado pelo público tradicional dos concursos". Críticas, ruptura e identidade Miss Joana Camargo, que ficou em quinto lugar no Miss Eco Internacional 2026 Divulgação/ Arquivo pessoal Ao longo dos anos, Joana abandonou a tentativa de se encaixar e passou a apostar na própria autenticidade. “No início, eu acreditava que precisava me encaixar em padrões para ser aceita. Existia uma pressão muito grande o tempo todo”, conta. Com o tempo, a percepção mudou: seu diferencial estava justamente em não tentar ser igual às outras candidatas. A crítica pública também teve espaço nessa transformação. Após vencer o Miss Brasil, ouviu comentários sobre não ser "magra ou alta o suficiente". "Ouvir isso machuca, mas também me fortaleceu. Eu decidi transformar toda crítica em propósito e dar a resposta na minha entrega no Internacional", diz. Concurso além da estética Realizado em Alexandria, no Egito, o Miss Eco International reúne candidatas de diversos países com um propósito que vai além da beleza. A competição está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e destaca ações ligadas à consciência ambiental e ao impacto social. Para Joana, esse foi um dos principais motivos de identificação com o concurso. "Estar entre as cinco melhores mulheres do mundo representa todas as meninas que já se sentiram insuficientes por não caberem em expectativas impostas", comenta. Joana levou ao palco uma trajetória marcada também pelo trabalho social. Há mais de 10 anos, ela desenvolve o projeto "Um Elo de Amor", voltado a ações de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade. Entre as iniciativas recentes, está a distribuição gratuita de mais de mil livros produzidos com material reciclado para alunos da rede pública. Durante as enchentes no Rio Grande do Sul, o projeto também atuou diretamente no apoio a famílias atingidas. "Transformação social acontece quando conseguimos unir consciência, acesso e oportunidade", resume. Entre o Direito e os palcos Paralelamente à carreira como modelo e miss, Joana construiu um caminho na área jurídica. É advogada e tem mestrado em Direito e Tecnologia, área que, segundo ela, conecta inovação, comportamento humano e impacto social. Para Joana, a comunicação foi determinante para mudar sua própria história: "Durante muito tempo tentaram me convencer de que eu não era suficiente para vencer, e foi justamente encontrar minha voz que me permitiu continuar". Joana Camargo escorregou e caiu na final do Miss Eco Internacional Reprodução/ Redes sociais/ YouTube/ Beauty Live VÍDEOS: Tudo sobre o RS