"LEOPARD" · 총 21건
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He follows the late great Papa Wemba in becoming a knight of the National Order of the Leopard.
Several cattle kills attributed to leopards have been reported in settlements bordering forest areas, raising concern among farmers who depend on livestock for their livelihood
Tubarão do AquaRio 'prevê' vitória de Brasil sobre Marrocos na Copa Mantendo a tradição da participação de animais-oráculo nas Copas do Mundo, Ritinha, a tubarão-leopardo fêmea do AquaRio, "previu" esta semana a vitória do Brasil sobre Marrocos na estreia da Seleção, no dia 13. Um vídeo divulgado pelo AquaRio mostra o momento em que, diante de dois recipientes com petiscos, cada um com a bandeira de um dos países, o animal acabou demonstrando maior interesse pelo recipiente do Brasil, embora também tenha dado uma cafungada no de Marrocos. A "previsão" faz parte da programação especial da atração turística — o maior aquário da América Latina — para a Copa do Mundo. Em outra ação, na quarta-feira (3), foi inaugurada uma estátua de Pelé no Dreamland Museu de Cera, localizada no lobby do espaço, em uma galeria da Copa dedicada ao maior torneio de futebol do mundo. A galeria também conta com estátuas de Zico e Messi. Além disso, quem visitar o parque usando a camisa da Seleção Brasileira nos dias dos jogos do Brasil garantirá ingresso com valor de meia-entrada. A ação é válida apenas nos dias de jogos da Seleção na Copa (13/06, 19/06 e 24/06) e exclusivamente para visitantes brasileiros, mediante comprovação por meio de comprovante de residência, RG ou CNH. O ingresso deve ser adquirido no site do AquaRio, na categoria "Promocional Copa". De 03 a 07 de junho, o AquaRio também terá uma ação especial em parceria com a Panini! O espaço encoraja frequentadores a levar suas figurinhas repetidas, encontrar outros colecionadores e trocar os cromos. Além das trocas, haverpa sorteios de álbuns e espaço temático para fotos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Serviço 📍 O AquaRio fica na Praça Muhammad Ali - Via Binário do Porto, s/n - Gamboa 💰 Os ingressos para o AquaRio variam conforme a data da compra e o perfil do visitante. Pela internet, a entrada inteira custa R$ 143 quando adquirida com pelo menos um dia de antecedência. No dia da visita, o valor da inteira passa para R$ 163. Moradores ou nascidos no estado do Rio de Janeiro têm direito a um ingresso promocional de R$ 99, mediante apresentação de documento de identificação ou comprovante de residência. A meia-entrada custa R$ 81 para os públicos previstos em lei, enquanto o ingresso infantil, destinado a crianças de 3 a 11 anos, sai por R$ 73. 🕒 Segunda a sexta: Das 09h às 17h (com a última entrada permitida às 16h).Sábados, domingos e feriados: Das 09h às 18h (com a última entrada permitida às 17h). Momento em que a tubarão Ritinha 'escolhe' a Seleção Brasileira Divulgação
CHONBURI — 4 June 2026, the official Twitter account of Thailand’s Khao Kheow Open Zoo has photographs of “Nong Yan”, the clouded leopard that inspired its official logo. According to the zoo, the image of a clouded leopard set against a tropical rainforest backdrop reflects the biodiversity and ecological richness of Southeast Asia’s forests, the […] The post Clouded Leopard “Nong Yan” highlights Khao Kheow Zoo’s global conservation success appeared first on Khaosod English.
This saying is a poetic exploration of intrinsic nature, resilience, and the enduring power of true identity over external pressures.
Jaguatirica é resgatada em área de mata em Piau Corpo de Bombeiros/Divulgação Uma jaguatirica fêmea ferida foi resgatada na manhã desta segunda-feira (1º) em uma área de mata no entorno do município de Piau, na Zona da Mata mineira. Segundo o Corpo de Bombeiros, as buscas começaram ainda no domingo (31) após informações de que o felino havia sido atropelado na MG-133. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Com ajuda do Instituto Estadual de Florestas (IEF) e da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), os trabalhos foram realizados com o apoio de um drone equipado com câmera térmica. Corpo de Bombeiros e equipe do IEF participam de resgate de jaguatirica em Piau Corpo de Bombeiros/Divulgação Durante as buscas no interior da mata, a Leopardus pardalis, nome científico, foi encontrada com uma lesão no focinho. Para a captura, foram utilizados cambões, redes de contenção e outros equipamentos. Ainda no local, o animal foi sedado para garantir a segurança das equipes durante os procedimentos e, em seguida, levado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Juiz de Fora, onde recebe atendimento. A equipe do IEF era composta pela médica veterinária Laura e pelo engenheiro florestal Edenilson. Câmera ajudou a encontrar jaguatirica em Piau Corpo de Bombeiros/Divulgação Orientações à população De acordo com o Corpo de Bombeiros, ao avistar animais silvestres em situação de risco ou em área urbana, não tente realizar a captura. Acione o Corpo de Bombeiros pelo 193 ou o IEF; O manejo inadequado coloca em risco tanto o animal quanto a população. LEIA TAMBÉM: Onça-pintada em Juiz de Fora: 4 anos após aparecer na cidade, há indícios de que macho já é papai Onça-pintada capturada em Juiz de Fora vira poema: 'Não se escondia e era bem atrevida', diz trecho ASSISTA: Câmera registra possíveis filhotes da onça-pintada resgatada em Juiz de Fora Câmera registra possíveis filhotes da onça-pintada resgatada em Juiz de Fora VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes
Motorista desconfiou da entrega e, ao abrir os pacotes, encontrou os filhotes de lagartos exóticos Wanderley Costa/Secop Suzano Dez filhotes de lagartixa-leopardo, espécie exótica originária da Ásia e do Oriente Médio, foram apreendidos pelo Grupamento de Proteção Ambiental (GPA) da Guarda Civil Municipal (GCM) de Suzano após serem entregues por um motorista de aplicativo à Secretaria Municipal de Segurança Cidadã. Segundo o GPA, nesta terça-feira (27), o motorista transportava uma encomenda quando desconfiou do conteúdo do pacote. Ao abrir a embalagem e encontrar os répteis da espécie leopard gecko, ele procurou a Guarda Civil Municipal (GCM) para entregar os animais. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp De acordo com os agentes, os filhotes haviam sido entregues ao motorista em um posto de combustíveis de Suzano e seriam levados para São Vicente, no litoral paulista. Os animais estavam acondicionados em embalagens plásticas individuais. A criação e comercialização da lagartixa-leopardo no Brasil só podem ser realizadas por instituições autorizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A ocorrência foi registrada na Delegacia de Investigações sobre Crimes contra o Meio Ambiente (Dicma), em Mogi das Cruzes. Após os procedimentos, os animais foram encaminhados ao Centro de Triagem e Recuperação de Animais Silvestres do Estado de São Paulo (Cetras-SP). Denúncias de crimes ambientais podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 153 e (11) 4746-3297. Leia mais Homem morre após fugir de abordagem da PM em Ferraz de Vasconcelos Homem tem van roubada e é mantido refém por 6 horas na rodovia Presidente Dutra RG animal se torna obrigatório em Suzano Veja tudo sobre o Alto Tietê
Leopard suffers paw injury in Thane's national park, rescued after 21-hour op
Endangered snow leopard had leg amputated and capybara died at Mario Tabraue’s controversial roadside facility An endangered clouded leopard had a leg amputated and a capybara died following botched breeding attempts at a controversial Miami roadside zoo owned by a convicted drug trafficker featured in the Netflix documentary Tiger King. Federal wildlife inspectors found multiple other violations during a March inspection at Zoological Wildlife Foundation (ZWF), including dilapidated, insecure or unsafe housing conditions for wild animals, filthy cages, and water and food contaminated with algae and dead insects. Continue reading...
For thousands of years, leopard cats lived alongside humans in China. Unlike other species, they were never domesticated — and are still adapting to life on the edge of Beijing.
“This procurement of Leopard tanks to Norway came at the right timing with the rebuilding of German armed forces and their tank fleet and we could join with KNDS and [the] German and Norwegian government[s] to create the new baseline of the Leopard,” EuroTrophy Managing Director Dan Kalfus told Breaking Defense.
FRANKFURT, May 27 — Franco-German tank and weapons maker KNDS reported booming earnings yesterday as it gears up t...
Após resgate em Jundiaí, menor felino selvagem do Brasil é devolvido à natureza O gato-do-mato-pequeno que foi resgatado pela Guarda Municipal após invadir uma casa em Jundiaí (SP) foi devolvido à natureza nesta segunda-feira (25). O momento da soltura foi registrado em vídeo. O animal passou por uma avaliação veterinária, que constatou que ele estava saudável. O felino foi capturado na última sexta-feira (22) pela equipe da Divisão Florestal da GCM, em um imóvel no bairro Paiol Velho. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Após o resgate, o animal foi levado para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) da Associação Mata Ciliar. A equipe veterinária avaliou o gato-do-mato e constatou que ele não tinha ferimentos e apresentava comportamento normal. Com o laudo positivo, a recomendação foi pela soltura imediata em uma área segura da cidade, para que o animal possa cumprir seu papel no equilíbrio do ecossistema local. Menor felino selvagem do Brasil é devolvido à natureza após resgate da Mata Ciliar de Jundiaí Reprodução/Mata Ciliar de Jundiaí 🐱🤏Menor felino selvagem do Brasil Considerado o menor felino selvagem do Brasil, ele um pouco maior que um gato doméstico, pesa entre 1,8 e 3,5 kg e tem um corpo que mede de 36 a 54 cm, sem contar a cauda. O animal é um jovem adulto, buscando marcar o seu território, condição característica da espécie Leopardus Guttulus. De acordo com a equipe da Mata Ciliar, a perda do habitat é uma das principais causas deste tipo de ocorrência. A forma mais segura para lidar com a situação é chamar a Guarda Municipal da cidade, como aconteceu neste caso. Associação Mata Ciliar é um centro de referência internacional na conservação dos felinos neotropicais. O gato-do-mato-pequeno é uma das espécies ameaçadas de extinção. Segundo a Associação, um dos objetivos do Projeto De Olho nos Rios é a preservação da fauna silvestre, principalmente das espécies sob risco. "Receber, avaliar, tratar e poder devolver à natureza um animal como o gato-do-mato-pequeno é a missão cumprida", afirmam. Menor felino selvagem do Brasil é capturado após entrar em imóvel em Jundiaí *Colaborou sob supervisão de Gabriela Almeida Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
The nearly one-year-old female was caught without tranquilising and moved to the Animal Rescue Centre at the S.V. Zoological Park for observation
We reached the old wolf in time to watch a fierce green fire dying in her eyes. I realised then, and have known ever since, that there was something new to me in those eyes — something known only to her and to the mountain. I was young then, and full of trigger-itch; I thought that because fewer wolves meant more deer, that no wolves would mean hunters’ paradise. But after seeing the green fire die, I sensed that neither the wolf nor the mountain agreed with such a view. These are the most moving lines from forester and philosopher Aldo Leopold’s A Sand County Almanac, his breakthrough work in ecological preservation which was published in 1949, almost a year after his death and has since become a cornerstone of environmental ethics. At one point in time, wolves were persecuted in the United States to the extent that by 1926, Gray Wolves had completely vanished from Yellowstone National Park and the 2.2 million acres of wilderness was left to elk and deer who roamed freely without fear of an apex predator. The result was an ecological disaster. The massive elk feasted on the riverbanks, wiping out young trees, causing soil erosion and taking a toll on the biodiversity. The worst affected were the beaver colonies as fewer new trees meant they were losing both a source of food and building materials. With the beavers gone, there was no one left to stabilise the river which started to flow freely. The water table dropped, fish lost their home and riverbanks eroded. In 1995, however, the US decided to slowly re-introduce Gray Wolves to Yellowstone and 14 of them from Alberta were released into the wild with 17 more Canadian ones a year later. The results were remarkable. In no time, the elk and deer started to avoid the open valleys and riverbanks, trees started to grow again, the beavers returned, and fish populations started to grow. The riverbanks stabilised and the river changed its behaviour. A feared predator, the big bad wolf, had become the saviour of an entire ecosystem. The fading fire in the dying wolf’s eyes symbolised to Aldo Leopold the death of a symbiotic system, which Nature has woven for the benefit of its species. In Leopold’s mind, humans and nature do not exist in hierarchy but are bonded in a kinship in which each member does their part to preserve the entire community. This approach to the environment is known as the Land Ethic, which sees humans are part of the biotic community and not separate from it. This philosophy is the answer to countering the damage humans have done over centuries by disbalancing the system. The greatest example is their creation of cities which severed natural waterways, sealed soil under concrete, and drove out animals to make way for machines and bipeds. The irony is perhaps not lost on Pakistani readers who are watching this happen from the Malir River to the marble factories of Buner. Karachi’s land ethic At sundown, start looking up to notice the swarms of kites and crows returning to their nests after a day of scavenging. Living in Karachi is an easy business for these birds because Karachiites produce over 14,000 tonnes of garbage daily which is dumped in ways that delight these flocks. Kites and crows rule these skies because they attract no known predators, which alongside their scavenging business, makes them a threat to indigenous birds such as the Sparrow, Hoopoe, Myna, Koel, Rose-Necked Parakeet, Bulbul, Sunbird, Tailor Bird. All of these populations are declining under pressure from loss of habitat and the fierce dominance of kites and crows. Human activity is not the only reason they are suffering a loss of habitat; the growing numbers of kites and crows demand more nesting space. These smaller species can adjust to urban conditions if there is enough greenery to provide them protection and food but with the city’s green cover shrinking and the population of the kites and crows growing, Karachi is losing its smaller cheerful companions. Thanks to a few magnificent banyan trees near my house I see squirrels gleefully skittering about every few days. Elsewhere in the city, I had the luxury of seeing an owl once and wondered how many of us have. Otherwise, it seems all we have left in our dreary skies are Kites, Crows, and Feral Pigeons. Unfortunately, we are more sympathetic towards these birds as a visit to Native Jetty will prove. People feed the Kites and Crows with fresh meat to ward off evil, although I am not terribly certain how evil is managed by killing one animal and feeding it to another. We also love to feed kabutar or feral pigeons, for whom chowks and chowrangis are dedicated across the city. In some parts of the world, feral pigeons are referred to as flying rats and are considered to be dirty and carriers of disease. The famous Trafalgar Square in London became a kabutar chowk until the then mayor Ken Livingston banned bird feeding as their droppings have harmful bacteria and parasites which cause serious lung infections (histoplasmosis) among other serious illnesses. Our bias towards feral pigeons comes from our belief in doing good for that which is in greater numbers. But our bias makes us blind to the fact that not all birds live in flocks. We cannot expect Bulbuls, Koels and Mynas to come in staggering numbers to feast on our offerings, but this does not mean we cannot do something to make our city more hospitable for them. Not just birds Kites and crows are not the only scavengers of Karachi, they control its skies. On the ground, however, stray dogs, feral cats and rats roam free. Stray dogs are resilient animals who thrive on whatever is available. Fortunately for them, Karachi has a lot to offer with garbage dumps, roadside food stalls, meat markets and generous residents ensuring an unlimited supply of food. These mutts have fewer health problems as well given that their genetic makeup is sturdier than inbred pure breeds. Given our aversion to what we think are unclean and dangerous dogs, our attentions are much more sympathetic towards stray or feral cats. They are less dangerous than dogs, for sure, but no less swift and agile as natural predators. Their increasing numbers pose a threat to the dwindling numbers of indigenous small birds. All the birds that are under threat are integral members of Karachi’s ecology. It is obvious from the declining numbers of indigenous birds and small animals that Karachi is transforming into a lifeless corpse being feasted upon by scavengers. Our apathy has robbed Karachi of its natural wealth. There were times when Leopard and Deer were found in this area. Rapid urbanisation, hunting and environmental degradation have pushed most of the animals to more remote parts and many are on the brink of extinction. Unfortunately, the remaining few will be lost if we do not step up to protect them. This can perhaps only be done when we start seeing “land as a community to which we belong” and only then, “we may begin to see it with love and respect”. Leopold’s idea of land included “soil, water, plant and animals” and he believed that they are equally worthy of ethical consideration. The answer lies in the central principle of Leopold’s Land Ethic which states that “a thing is right when it tends to preserve the integrity, stability, and beauty of the biotic community. It is wrong when it tends otherwise.” We have tipped the natural balance in favour of some species, so the responsibility to make things right rests solely with us. I am not against the existence of scavengers for they play a role in the welfare of the ecosystem. What I am arguing for is creating balance which can be achieved if the human role is minimised. Through our actions we are an externality favouring some species over others. Fortunately, we do not have to go to extreme lengths as they did in Yellowstone by reintroducing the wolf. A lot can be done with a little course correction and we are already in a symbiotic relationship with scavengers as they feed on our waste. We could start with environmentally friendly garbage disposal which would bring the scavenger populations down automatically. Yes, someone might argue that I am recommending that poor animals should go hungry and starve to death. But we must also keep in mind that life in the wild has its own logics; there is never an abundance of food but fierce competition over meagre resources. We should think twice before upsetting these balances. Note: All images in the piece have been provided by the author.
Uma representação da ponte suspensa entre as copas das árvores no novo Aeroporto Internacional de Gelephu BIG via BBC Em uma manhã quente no início deste ano, o rei do Butão, Jigme Khesar Namgyel Wangchuck, estava em uma área aberta em meio à selva na cidade de Gelephu, perto da fronteira com a Índia. Ao lado de 12 mil voluntários, ele cortou palmeiras e limpou a vegetação para ajudar a abrir caminho para um novo aeroporto que promete mudar a forma como turistas visitam esse reino remoto. Com inauguração prevista para 2029, o Aeroporto Internacional de Gelephu já conquistou o prêmio de Projeto do Futuro do Ano no Festival Mundial de Arquitetura de 2025. Seu terminal de madeira em estrutura vazada será construído com madeira butanesa, projetado para regular naturalmente a umidade e remeter às paisagens montanhosas sobre as quais está situado. O espaço também contará com áreas para banhos de gongos, ioga e meditação. Mas, com capacidade planejada para 123 voos por dia, o principal objetivo do aeroporto é servir como porta de entrada para a ambiciosa Gelephu Mindfulness City (Cidade da Atenção Plena de Gelephu, em português), projeto que pretende transformar o país e tornar um dos destinos mais difíceis de acessar no mundo muito mais acessível para turistas estrangeiros. Escondido entre os vales montanhosos da mais alta cadeia de montanhas do planeta, o último reino budista do mundo passou grande parte de sua história praticamente isolado. Butão possui mais alto monumento sagrado da fé budista: Ninho do Tigre Um reino remoto e exclusivo Durante séculos, o país se manteve fechado ao mundo exterior e só começou a permitir a entrada de turistas em 1974, quando adotou a política de "Alto Valor, Baixo Volume", criada para proteger seu patrimônio cultural e evitar os impactos do turismo excessivo. Até a pandemia, a maior parte dos turistas estrangeiros era obrigada a reservar a viagem por meio de uma operadora de turismo licenciada no Butão e pagar uma tarifa mínima diária entre US$ 200 e US$ 250 (R$1.010 a R$1260) por dia, valor que incluía hospedagem, alimentação, guia, transporte interno e a taxa de desenvolvimento sustentável do país. Desde 2022, o sistema de tarifa única foi substituído por uma Taxa de Desenvolvimento Sustentável de US$ 100 (R$505) por adulto, por noite, enquanto os demais custos da viagem passaram a ser organizados separadamente. Mesmo com o novo aeroporto, o Butão está determinado a manter seu modelo singular de turismo controlado e de alto valor. Como resultado, o Butão historicamente ganhou a reputação de ser um destino remoto e exclusivo — e chegar até lá sempre fez parte de seu fascínio. O Butão tem sido historicamente um destino remoto e de difícil acesso Getty Images via BBC Paro, no oeste do Butão, é o único aeroporto internacional do país. Mas, como é atendido por apenas duas companhias aéreas — Drukair e Bhutan Airlines — e normalmente recebe cerca de oito voos por dia, turistas da América do Norte e da Europa costumam passar vários dias viajando, com escalas em cidades como Bangkok, Kathmandu e Delhi. As passagens também não são baratas: voos de ida e volta a partir desses centros de conexão podem ultrapassar £890 (US$ 1.200). E chegar a Paro já é, por si só, uma experiência dramática. Situado a 2.243 metros de altitude, cercado por montanhas de até 5.500 metros, o aeroporto de Paro é considerado um dos mais desafiadores do mundo. Como está localizado em um vale montanhoso estreito e sinuoso, pousos e decolagens exigem várias curvas fechadas, obrigando os pilotos a realizar toda a aproximação visualmente, sem auxílio de radar ou sistemas computadorizados. Menos de 50 pilotos no mundo são habilitados a pousar ali, e o aeroporto recebeu apenas 88.546 visitantes em 2025. A maior parte dos turistas que desembarca em Paro segue um roteiro já bastante conhecido por Thimphu, o Vale de Punakha, o Vale de Phobjikha e Bumthang, todos com hotéis de luxo cinco estrelas. Quem chega ao país raramente explora a biodiversidade do sul do Butão. O novo aeroporto deve abrir essa região mais selvagem e menos visitada para uma nova geração de turistas em busca de espirituralidade, além de atender a Cidade da Atenção Plena de Gelephu — uma região administrativa especial que o rei Jigme Khesar Namgyel Wangchuck espera que abrigue 1 milhão de moradores butaneses e estrangeiros até 2060. Gelephu também deverá ganhar uma conexão ferroviária de 69 km até Assam, na Índia, ajudando a formar a primeira ferrovia da história do país. Representação da 'Cidade da Atenção Plena de Gelephu', que está sendo planejada como uma cidade independente dentro do reino BIG via BBC Uma nova forma de conhecer o Butão A ideia de transformar Gelephu em um grande centro econômico e turístico foi concebida pelo rei Jigme Khesar Namgyel Wangchuck há mais de uma década, mas a Covid-19 acabou funcionando como catalisador do projeto. Durante a pandemia, o país praticamente fechou suas portas até setembro de 2022, o que derrubou a indústria do turismo e agravou o êxodo de jovens que já estava em curso. Ao desenvolver uma cidade independente dentro do reino, combinando incentivos favoráveis aos negócios para empresas internacionais com foco em sustentabilidade e espiritualidade, o país — famoso pela sua Felicidade Interna Bruta — espera que a a nova cidade não apenas gere empregos e atraia investidores, mas também leve turistas para além do tradicional circuito do oeste do Butão, impulsionando o sul menos visitado do país. "A Cidade da Atenção Plena de Gelephu vai criar muitas oportunidades de emprego e investimento", afirmou Lotay Tshering, que comandou o governo do Butão durante a pandemia e hoje é governador da cidade, em entrevista à BBC Travel. "Mas precisamos de voos chegando… precisamos de passageiros." Quando estiver concluído, o novo aeroporto deverá se tornar o principal centro de aviação do país. "Nossa visão é que Gelephu funcione como uma escala para turistas estrangeiros", disse Tshering Dolkar. "Em vez de fazer conexão por Hong Kong ou Bangkok, os turistas poderão optar por passar por Gelephu e ficar alguns dias em um safári na selva ou em retiros de meditação." Vida selvagem, trilhas e hospedagens familiares O Butão que os turistas encontrarão em Gelephu está bem longe dos penhascos cobertos por mosteiros ou das bandeiras de oração balançando ao vento que tornaram o reino famoso. A paisagem ali é exuberante, perfumada e subtropical — com plantações de cardamomo e laranjeiras, áreas agrícolas cortadas por rios, palmeiras e fontes termais frequentadas por butaneses há gerações. Gelephu é um ponto de biodiversidade excepcional, lar de langures dourados, tigres, rinocerontes e elefantes Alamy via BBC Gelephu é cercada por dois parques nacionais, entre eles o Royal Manas National Park — o primeiro do país —, onde turistas poderão em breve ver de perto elefantes, tigres, rinocerontes, leopardos e mais de 360 espécies de aves. Entre elas está a garça-de-barriga-branca, espécie criticamente ameaçada de extinção cuja metade da população mundial vive no Butão. "O sul do Butão, onde as montanhas dão lugar à selva, é um santuário escondido para a natureza", afirmou Matthew DeSantis, fundador da operadora de turismo de luxo MyBhutan, sediada em Thimphu. "O sul se tornou um refúgio para espécies ameaçadas. É um dos lugares mais selvagens do planeta." Como acontece em grande parte dos projetos do Butão, o país está desenvolvendo a infraestrutura turística de Gelephu com foco na espiritualidade. Mestres budistas foram convidados a apresentar propostas para centros de retiro e templos que deverão ser construídos na Cidade da Atenção Plena de Gelephu. Ao mesmo tempo, o órgão monástico central do Butão propôs a construção de um dzong — fortaleza monástica e administrativa típica do país — com acomodações para hóspedes e espaços dedicados à dança e aos estudos sagrados do budismo. As autoridades também esperam que o novo aeroporto atraia praticantes de trekking. A recém-anunciada trilha Lotus-Born Trail, de 168 km e prevista para ser inaugurada em 2028, perto de Gelephu, conectará o sul subtropical do Butão ao coração espiritual do país. Partindo das florestas de baixa altitude habitadas por langures-dourados e rinocerontes-de-um-chifre, o percurso de oito dias sobe quase 3.500 metros, atravessa florestas de rododendros até alcançar as cristas alpinas do centro do Butão e segue os passos de Guru Rinpoche, responsável por levar o budismo ao país. Em outras partes da região, em vez das tradicionais trilhas pelas montanhas do Butão, os visitantes encontrarão atividades como rafting, observação de aves e uma trilha recém-inaugurada para observação de tigres dentro do Royal Manas National Park. No lugar dos hotéis de luxo, há hospedagens familiares e acampamentos ecológicos. Em 2024, o primeiro lodge de pesca esportiva de alto padrão do Butão também foi inaugurado em Manas. Segundo Tshering Dolkar, a revitalização do Centro Histórico de Gelephu também está em andamento, incluindo um projeto gastronômico inspirado na diversidade cultural do sul do Butão. Segundo ela, os viajantes poderão experimentar pratos como bandejas de thali e dal, típicos dos lhotshampas — grupo étnico que vive no sul do país — além de receitas mais picantes, como o ema datshi, tradicional ensopado de pimenta com queijo considerado o prato símbolo do Butão. Nas proximidades, ruas repletas de arte terão murais butaneses produzidos pelo coletivo VAST, enquanto uma Vila do Patrimônio Cultural destacará as 13 artes e ofícios tradicionais do país, da produção de cestos à pintura de thangkas. O sul do Butão nem sempre foi uma região de fácil acesso para estrangeiros — ou mesmo para os próprios butaneses. Malária, monções, elefantes selvagens e tigres fizeram com que a população do país se concentrasse nos vales e planaltos centrais. Quando os britânicos tentaram controlar a região na década de 1860, foram repelidos após cinco meses de conflito contra os butaneses na chamada 'Duar War', encerrando suas ambições sobre o território. Como resultado, o sul permaneceu praticamente intocado. "Não existem mais muitas selvas realmente preservadas no mundo", afirmou Lotay Tshering. "Aqui ainda existe uma selva bruta, com tigres vivendo livremente na natureza. Esse é o nosso tesouro." De volta a Gelephu, as obras do novo aeroporto do país e da futurista cidade idealizada pelo rei Jigme Khesar Namgyel Wangchuck seguem em andamento. Quando o projeto finalmente for inaugurado, ele não deverá transformar apenas a forma como o mundo conhece o Butão, mas também como o próprio país se vê. "Temos a oportunidade de tentar coisas novas", disse o rei à BBC Travel. "Espero que esse trabalho gere benefícios para as próximas gerações." *Este texto foi publicado pela BBC Travel. Leia a versão original em inglês aqui.
Carmen Electra revisited her Playboy roots in a leopard-print bodysuit and matching bunny ears at The Abbey Food & Bar's 35th anniversary celebration.
In a collapsing world, artists like Slayyyter and Cobrah are chasing extreme highs with hyperactive music and debauched lyrics. Is their trashy vibe emancipating – or a bit contrived? If any year demanded a soundtrack of self-aggrandising female mayhem, it’s 2026. Amid the terrors of war, AI and the climate crisis, women are expected to be symbolic vessels of order and stability: thin, beautiful and perpetually 25 – a state of perfection newly available for purchase thanks to weight-loss drugs and the deep plane facelift. Covered unironically in leopard print and rhinestones, a cohort of young female pop stars are defying this familiar con with brash electronic pop, shamelessly hedonistic lyrics, anarchic sexuality and an obsession with what was once dismissed as “white trash”. It’s an aesthetic embraced by performers such as Slayyyter, Kim Petras, Cobrah, Demi Lovato, Snow Strippers’ Tatiana Schwaninger, Tove Lo and returning scene godmother Kesha. Continue reading...
Gor Mahia beat AFC Leopards 1-0 during the 99th Mashemeji derby at Nyayo Stadium, to extend lead at top of Sportpesa Premier League to six points.