Mathematicians call for AI regulation, warn of research integrity crisis
Mathematicians from Harvard, Oxford, Columbia, among nearly 2,000 others, sign a declaration that calls for 'significantly increased public oversight' for AI
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Mathematicians from Harvard, Oxford, Columbia, among nearly 2,000 others, sign a declaration that calls for 'significantly increased public oversight' for AI
Harvard University psychiatrist and author Robert Coles has died
China’s President Xi Jinping hailed an “invincible friendship” with Pyongyang as he arrived in North Korea on Monday, his first trip abroad this year after hosting back-to-back summits in Beijing. China, Washington’s chief geopolitical rival, has been North Korea’s main trading partner by far for decades and a key source of diplomatic and economic support for the country hit by multiple international sanctions. Military officers lined a red carpet as an Air China plane carrying Xi arrived for his first visit since 2019, video from Xinhua showed. A banner that read “We warmly welcome Comrade Xi Jinping” and hailing the two countries’ “unbreakable friendship” hung below Chinese and North Korean flags at the airport. Xi made the trip after hosting US President Donald Trump and Russia’s Vladimir Putin separately in Beijing, and as North Korea’s nuclear talks with Washington remain deadlocked. The White House said last month that Xi and Trump “confirmed their shared goal to denuclearise North Korea” during their summit in Beijing. However, leader Kim Jong Un’s powerful sister said on the eve of Xi’s arrival that North Korea’s nuclear weapons programme was “the line of no retreat”. Minseon Ku, a diplomacy professor at DePaul University, told AFP that “Beijing probably has accepted North Korea as a nuclear state” but Xi “will probably tell Kim that China wants stability more than anything”. China has “always prioritised stability and is currently having to manage its relations and differences with the US”, Ku said. Seong-Hyon Lee, a visiting scholar at the Harvard University Asia Centre, also said Beijing is shifting towards “underwriting regime durability” rather than seeking to coerce North Korea into denuclearisation. “China’s broader regional strategy benefits from a stable, heavily armed, and aligned buffer state that absorbs US and allied military bandwidth,” he told AFP. Elevated status North Korea has repeatedly declared itself an “irreversible” nuclear state since Kim and Trump’s 2019 summit collapsed over the scope of denuclearisation and sanctions relief. Kim has also been emboldened by the war in Ukraine, securing critical support from Moscow after sending troops to fight alongside Russian forces. Some analysts say the summit could be Xi’s way of countering Russia’s growing influence over North Korea, but DePaul’s Ku stressed that “overall, Moscow is not a major power like China”. “Moscow-Pyongyang power relations are more equal than Beijing-Pyongyang; Moscow needs Kim for their war in Ukraine as much as Kim needs technology sharing and food from Russia,” she said. In an article published on the front page of North Korea’s Rodong Sinmun, Xi pledged closer cooperation. “No matter how the times change or how the international situation evolves, the traditional friendship between China and North Korea is always invincible,” Xi wrote. Xi last met Kim in September, when he invited the North Korean leader and Putin to a military parade in Beijing marking the 80th anniversary of the end of World War II. Taiwan counterweight Trump has made little progress on North Korea, especially on the nuclear front, despite his earlier high-profile summits with Kim. North Korea is also the only country with an official, binding military alliance with China. “America is currently engaged in offensive warfare potentially harmful to China’s key interests, such as energy supplies,” Vladimir Tikhonov, Korean Studies professor at the University of Oslo, told AFP. “It appears Xi is trying to consolidate the alliance” with North Korea partly for that reason, he said. Beijing claims self-ruled Taiwan as part of its territory, and North Korea could also serve as a useful counterweight to US partners in the region, including South Korea and Japan, analysts said. Long-frosty China-Japan ties have deteriorated since Prime Minister Sanae Takaichi, a security hawk, suggested last year that Tokyo might intervene militarily in any Chinese attempt to take Taiwan. “As China’s international standing rises, Beijing is likely seeking to draw Pyongyang more actively into its diplomatic orbit,” said Lim Eul-chul, a North Korea expert at Kyungnam University.
Harvard University professor Robert Coles, the psychiatrist and Pulitzer Prize-winning author who championed the cause of children grappling with poverty and segregation, has died at 97, his son said Sunday. The son, also named Robert Coles, told The Associated Press that his father died Thursday at a hospice center in Lincoln, Massachusetts. The elder Coles […]
A Harvard study of over 147,000 adults found that 90 to 119 minutes of weekly strength training was linked to a 13% lower risk of death from any cause.
Fachada Universidade Federal de Uberlândia UFU 2024 Reprodução/TV Integração A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) ocupa a 1.283ª posição entre mais de 21 mil instituições de ensino superior avaliadas em todo o mundo pelo Center for World University Rankings (CWUR). O resultado representa um avanço de 11 colocações em relação ao ano passado e coloca a UFU como a 28ª melhor universidade do Brasil e a 46ª da América Latina. Segundo Maíra Sueco Maegava Córdula, presidente da Comissão para Acompanhamento de Lançamento de Dados Institucionais da UFU em Rankings Universitários, o compromisso com a excelência acadêmica, o desenvolvimento científico e a internacionalização da universidade podem ter contribuído para o desempenho da instituição. “A UFU vem, ao longo dos anos, empreendendo esforços institucionais na participação em editais para fomentar a internacionalização e a pesquisa em nossa instituição. Esse tipo de participação promove o desenvolvimento de atividades que podem gerar resultados positivos nos indicadores dos rankings internacionais”, detalhou a docente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo a universidade, o principal destaque foi o desempenho na produção científica. No indicador de Pesquisa, a UFU alcançou a 1.237ª colocação mundial. O critério considera o volume total de publicações, a presença de pesquisadores em periódicos de prestígio internacional, a influência dos artigos nos debates globais e o número de citações recebidas pela comunidade acadêmica. “O reconhecimento internacional é um estímulo para que a comunidade acadêmica continue desenvolvendo suas ações. Além disso, os rankings podem tornar visível o trabalho diário realizado na pesquisa, no ensino e na sociedade, demonstrando, por meio de uma avaliação global, o impacto local e internacional da nossa universidade.” Além do desempenho da UFU, o ranking revelou que, entre as 52 universidades brasileiras classificadas no levantamento, 45 perderam posições. Outras duas mantiveram suas colocações, e apenas cinco avançaram — entre elas, a instituição mineira. Apesar de não ser possível apontar uma causa específica para a queda de desempenho observada em grande parte das instituições brasileiras, Maíra avalia que a questão dos investimentos pode ser um fator relevante. “É importante salientar que o ensino, a pesquisa e a extensão de alto nível, como os realizados pelas universidades brasileiras, requerem investimento. Assim, podemos considerar que futuras oscilações podem ser prevenidas com apoio financeiro contínuo e investimentos nas instituições de ensino superior”, finalizou a docente. Confira o desempenho da UFU em números: Pontuação geral: 69,1 pontos; Percentil global: entre as 6,1% melhores universidades do mundo, entre 21.291 instituições avaliadas; Classificação mundial: 1.283ª posição; Classificação regional (América Latina e Caribe): 46ª posição; Classificação nacional: 28ª posição; Classificação no eixo Pesquisa: 1.237ª posição. Ranking global O Center for World University Rankings (CWUR) é uma organização que oferece assessoria e consultoria estratégica a governos e universidades com o objetivo de aprimorar resultados educacionais e de pesquisa. Desde 2012, a entidade publica um ranking global de universidades com base nos seguintes critérios: Educação (25%): baseado no sucesso acadêmico de ex-alunos. Empregabilidade (25%): baseado no sucesso profissional de ex-alunos em grandes empresas. Corpo docente (10%): medido por distinções acadêmicas de alto nível. Pesquisa (40%): inclui produção total, publicações em jornais de elite, influência e citações. Universidades brasileiras no ranking de 2026 Universidades Brasileiras na Lista Global 2000 LEIA TAMBÉM: 'Um Pé no Parque': UFU projeta centro pioneiro de Formação em Educação Climática de Minas Gerais Integração na Universidade: MG2 apresenta projeto da UFU que ajuda mulheres a empreender através da costura Levantamento mundial Internacionalmente, a Universidade Harvard lidera o ranking pelo 15º ano consecutivo, seguida pelo MIT e Stanford. Embora os EUA dominem o topo da lista, o país enfrenta forte concorrência: 252 instituições americanas caíram de posição nesta edição. Cerca de 98% das universidades chinesas melhoraram suas posições, lideradas pela Universidade Tsinghua (36ª). A China é agora o país mais representado no Global 2000, com 360 instituições, superando as 313 dos Estados Unidos. Na Europa, o quadro é de dificuldades, com quedas generalizadas no Reino Unido, França e Alemanha devido à competição global intensificada. Veja também: Projeto da UFU desafia estudantes a pensar soluções para a economia Projeto da UFU desafia estudantes a pensar soluções para a economia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Na de presidenten Trump en Poetin is het morgen de beurt aan de Noord-Koreaanse dictator Kim Jung-un om Xi Jinping de hand te schudden. Voor het eerst in zeven jaar tijd reist de Chinese leider naar Noord-Korea. Vooral de timing van het bezoek is veelzeggend. Xi's vorige bezoek aan Noord-Korea vond plaats kort na de mislukte top tussen Trump en Kim in 2019. Die Chinese toenadering werd gezien als een poging van Peking om opnieuw grip te krijgen op het Noord-Koreadossier, nadat Trump rechtstreeks met Kim was gaan onderhandelen. Met alle wereldwijde spanningen lijkt China nu nogmaals te willen benadrukken dat wie iets van Noord-Korea wil, langs Peking moet. Er is in de afgelopen zeven jaar veel veranderd. Tijdens de coronapandemie sloot Noord-Korea voor lange tijd de grenzen en stortte de buitenlandse handel in. Het land maakte een comeback op het internationale toneel met de uitbreiding van het bondgenootschap tussen Pyongyang en Moskou. Spanning rond Tumenrivier Wat begon als politieke toenadering, groeide snel uit tot een bredere samenwerking tussen Rusland en Noord-Korea op zowel militair als economisch gebied. Noord-Korea levert Rusland wapens en mankracht voor de oorlog tegen Oekraïne, terwijl Rusland op zijn beurt economische steun, voedsel en technologische samenwerking biedt. En die samenwerking lijkt zich alleen maar verder uit te breiden. Toch betekent de Russische opmars volgens Oost-Azië-expert Seong-Hyon Lee, verbonden aan Harvard universiteit, niet dat China zijn invloed op Noord-Korea verliest. "De huidige Chinees-Noord-Koreaanse relaties zijn sterker dan veel mensen denken," stelt hij. "China blijft verreweg Noord-Korea's belangrijkste economische levensader, vooral voor voedsel, brandstof en industriële goederen", aldus Lee. Toch zijn er wel degelijk spanningen tussen de drie landen. Tijdens de recente ontmoeting tussen Xi en Poetin in Peking bespraken zij expliciet de trilaterale samenwerking met Noord-Korea, rond de Tumenrivier, op het punt waar de drie landen samenkomen. Voorzichtig herijken China koestert al decennia de ambitie om z'n invloed over dit deel van de rivier uit te breiden en zo de toegang tot de Japanse Zee te verzekeren. Maar Noord-Korea en Rusland gooiden dit jaar roet in het eten door daar een tweede brug te bouwen. Sommige experts zien dat als een manier om China's invloed in het gebied te beperken en als bewijs dat Noord-Korea de relatie met Rusland boven die van China stelt. Ook al is Pyongyang sterk afhankelijk van China, Xi kan niet al te hoog van de toren blazen. De noorderbuur blijft een belangrijke bondgenoot in de bredere machtsstrijd met de Verenigde Staten in Azië. Volgens Lee maakt China zich zorgen over de steeds hechtere militaire samenwerking tussen de VS, Japan en Zuid-Korea, die volgens hem wordt aangejaagd door de groeiende samenwerking tussen Rusland en Noord-Korea. "Vanuit het perspectief van Peking dreigt dit precies het soort gemilitariseerde regionale blok te creëren dat China al lange tijd probeert te vermijden", aldus Lee. Ook om die reden probeert China zijn Noord-Koreabeleid voorzichtig te herijken. Buiten Peking om Ondertussen groeit Noord-Korea's kernwapenprogramma verder door, deels bekostigd door de handel met China en Rusland. De Noord-Koreaanse leider riep deze week nog op tot een "exponentiële uitbreiding" van het nucleaire arsenaal. Volgens het veiligheidsonderzoeksinstituut SIPRI beschikt het land inmiddels over 50 kernkoppen. Officieel zegt Peking voorstander te zijn van nucleaire ontwapening van het Koreaanse schiereiland. Noord-Korea staat onder zware sancties van de VN-Veiligheidsraad vanwege het kernwapenprogramma. Ook China stemde in 2017 nog voor die sancties, maar in de praktijk veroordeelt China de nucleaire ontwikkeling van Noord-Korea nauwelijks. In plaats daarvan willen Rusland en China "Noord-Korea beschermen tegen buitenlandse druk", aldus een verklaring die het Kremlin uitgaf na het bezoek van Poetin aan China. Daarbij komt nog een andere zorg, stelt Lee: "Donald Trump heeft meermaals laten blijken opnieuw direct met Kim te willen onderhandelen. China wil voorkomen dat diplomatie tussen Washington en Pyongyang net als in 2019 volledig buiten Peking om verloopt." Het bezoek van Xi aan Kim lijkt daarmee minder op een klassiek bilateraal staatsbezoek en meer een signaal van de nieuwe machtsverhoudingen in Azië. China wil duidelijk maken dat het, ondanks de groeiende rol van Rusland en de terugkeer van Trump op het wereldtoneel, nog altijd de centrale speler blijft in Oost-Azië.
A landmark Harvard study reveals strength training, not just cardio, is crucial for longevity. Aiming for 90-120 minutes weekly significantly slashes death risks from all causes, heart disease, and brain conditions. Combining strength with cardio offers the greatest health boost, proving muscle is vital for healthy aging and independence, not just aesthetics.
Forgoing the office can have detrimental "scarring" impacts on young workers. Here's how to navigate the benefits and drawbacks of remote work.
Is alkaline water actually better for you? Mayo Clinic and Harvard Medical School experts weigh in on the claims, benefits and potential dangers.
In a darkened convention hall in Chicago on May 31, a Harvard oncologist named Brian Wolpin stood at a podium and in a voice that sounded as if he was reading from the phone book, recited a set of numbers that brought a roomful of cancer doctors to their feet for 42 seconds. Adam Feuerstein, […]
Taiwan’s main opposition leader said cross-strait peace can be maintained as long as Taipei did not move towards “de jure independence”, during her trip in the United States. Cheng Li-wun, chairwoman of the Kuomintang (KMT), attended a closed-door seminar at Harvard University’s John F. Kennedy School of Government on Thursday, according to a KMT statement on Friday. Cheng told the seminar that peace and stability across the Taiwan Strait, which she described as the greatest common denominator...
It took me months and many rejections to finally land a summer internship as a Harvard student. The job market is affecting us students, too.
Theodore Roosevelt, the New York-born president who embodied an unapologetic America-first outlook and projected American strength abroad without hesitation, turned the White House basement into his personal training ground. A Harvard boxer who later sparred regularly with military aides and even professional fighters, Roosevelt installed mats for wrestling and practiced judo throws on visiting diplomats. […]
In liberalen Städten wie New York schien die Politik den Uni-Alltag kaum zu berühren. Doch seit Trump Hochschulen wie Harvard ins Visier nimmt, hat sich für unsere Autorin etwas verändert.
Reitoria da UFRJ Divulgação Os rankings universitários internacionais tornaram-se uma das principais ferramentas utilizadas para comparar instituições de ensino superior em escala global. Nesta primeira semana de junho, foi divulgada a edição de 2026 do Center for World University Rankings (CWUR), um dos principais rankings globais de universidades. Os resultados mostram uma tendência preocupante para o Brasil, com especial destaque para a queda de rendimento das instituições federais do Estado do Rio. A maior parte das universidades brasileiras perdeu posições em relação ao ano anterior, especialmente no componente de pesquisa, que responde por 40% da pontuação total do ranking. Uma análise dos indicadores mostra que a principal diferença entre as universidades brasileiras mais bem posicionadas e as instituições que lideram o ranking mundial não está necessariamente na produção científica, mas sobretudo nos componentes relacionados ao sucesso acadêmico e profissional de seus egressos e ao acúmulo histórico de prestígio acadêmico. Sete indicadores e quatro dimensões A metodologia desse ranking combina sete indicadores agrupados em quatro dimensões principais. Qualidade da educação (25%), medida pelo sucesso acadêmico de ex-alunos laureados; empregabilidade (25%), baseada na presença de egressos em posições de liderança nas maiores empresas do mundo são alguns dos itens. Agora no g1 Além destes, estão também a qualidade do corpo docente (10%), avaliada a partir da presença de professores agraciados com importantes distinções acadêmicas internacionais; e a pesquisa (40%), composta por indicadores de produção científica, publicações de alta qualidade, influência científica e impacto por citações. O resultado é um retrato institucional fortemente orientado por métricas de desempenho acadêmico e científico de longo prazo. Entre as três universidades brasileiras mais bem colocadas (USP, Unicamp e UFRJ), observamos perfis bem distintos. A USP destacou-se principalmente pela pesquisa, ocupando a 82ª posição mundial nesse indicador, muito à frente de seus resultados em Educação (549ª), Empregabilidade (390ª) e Corpo Docente (203ª). A Unicamp apresentou padrão semelhante, com desempenho mais forte em Pesquisa (117ª) do que em Educação (854ª), Empregabilidade (516ª) e Corpo Docente (266ª). Esse perfil reflete uma consolidação da Unicamp como uma universidade de excelência científica e tecnológica. A UFRJ, por sua vez, apresenta um perfil distinto. Embora ocupe a 407ª posição em Pesquisa, alcança colocações relativamente melhores em Corpo Docente (176ª) e Educação (504ª), enquanto figura na 489ª posição em Empregabilidade. Esses resultados refletem a importância histórica da antiga Universidade do Brasil na formação de lideranças científicas, intelectuais e acadêmicas ao longo do século XX. Mas mostra, comparativamente à USP e Unicamp, um desempenho abaixo em pesquisa. Competitividade maior é em pesquisa O contraste no histórico de evolução desses indicadores entre as duas mais bem colocadas no ranking levanta a questão de até que ponto a UFRJ tem conseguido converter sua tradição acadêmica e sua capacidade de formação de recursos humanos em competitividade científica internacional. Enquanto universidades como Harvard ocupam a primeira posição mundial em Educação, Empregabilidade, Corpo Docente e Pesquisa, as instituições brasileiras apresentam desempenho relativamente mais competitivo apenas em Pesquisa. A posição de Harvard se dá por conta dos indicadores associados à formação de laureados internacionais e à presença de ex-alunos em posições de liderança nas maiores empresas globais. Esses indicadores refletem efeitos de longo prazo e dependem de uma massa crítica ainda maior de produção científica de alto impacto para se traduzirem em reconhecimento internacional. Essa distinção é importante porque nem todos os indicadores do ranking capturam a mesma dimensão temporal do desempenho universitário. Os componentes Educação e Corpo Docente refletem, em grande medida, o legado acumulado pelas instituições ao longo de décadas. E baseiam-se no sucesso de ex-alunos e no reconhecimento internacional de seus docentes - um desafio adicional para universidades brasileiras, em geral mais jovens e ainda em consolidação. Já o componente Pesquisa está associado à capacidade contemporânea de geração de conhecimento, sendo construído a partir de indicadores de produção científica, publicações de alta qualidade e impacto por citações acumulados ao longo de aproximadamente uma década. Esses indicadores, por seu maior peso no ranking, refletem o desempenho científico das universidades e sua capacidade de sustentar protagonismo no futuro. Atenção aos resultados de 2026 Os resultados de 2026 merecem atenção e refletem uma tendência dos últimos anos. Quando se observa especificamente a classificação em pesquisa (“Research Rank”), as seis mais bem posicionadas universidades brasileiras apresentaram, em sua maioria, perda de posições acumulativa desde 2020. De 2025 para 2026, a USP recuou da 81ª para a 82ª posição mundial, a Unicamp da 327ª para a 340ª, a Unesp da 428ª para a 450ª, a UFRJ da 393ª para a 407ª, a UFRGS da 445ª para a 446ª e a UFMG da 480ª para a 484ª posição. O quadro torna-se ainda mais expressivo quando se observa o desempenho das principais instituições fluminenses. Entre 2025 e 2026, a UFRJ recuou 14 posições no item Pesquisa. A Fiocruz caiu 20, de 634º para 654º. A UERJ recuou 17, caindo do 833º para 850º lugar. E a UFF despencou 23 pontos, indo do 938º para o 961º. Embora as universidades paulistas também tenham perdido posições, a magnitude das quedas foi substancialmente menor nas instituições líderes daquele estado, com a maior queda observada na Unesp, que passou de 428ª para a 450ª posição, e UFABC de 860ª para a 1134ª posição. O contraste sugere que o enfraquecimento relativo da competitividade científica foi mais intenso no sistema de ciência e tecnologia fluminense do que em São Paulo. Ainda assim, é difícil ignorar que o desempenho relativamente mais fraco das instituições fluminenses coincide com um período de forte instabilidade no sistema estadual de financiamento à pesquisa. Enquanto a Fapesp manteve uma trajetória de crescimento, previsibilidade orçamentária e apoio continuado à pesquisa científica de longo prazo, a Faperj atravessou sucessivas mudanças institucionais e períodos de incerteza associados ao contexto fiscal e político do estado. Embora não seja possível estabelecer relações causais diretas, a experiência internacional sugere que sistemas científicos dependem de continuidade institucional, previsibilidade de financiamento e planejamento de longo prazo para sustentar sua competitividade. Os impactos dessas mudanças são difíceis de quantificar isoladamente, mas os dados sugerem que as instituições fluminenses perderam competitividade científica relativa justamente em um período no qual seus principais parceiros nacionais operaram em ambientes de financiamento mais previsíveis. Outro tema importante, nesse contexto, é a crescente priorização das políticas de inovação em face das políticas gerais de desenvolvimento científico como se houvesse um conflito entre elas. Ciência não é gasto, mas política de Estado Mais do que uma discussão sobre posições em rankings, os resultados do CWUR trazem uma reflexão importante sobre os caminhos da ciência brasileira. Os países que lideram a produção científica sustentam há décadas políticas de Estado voltadas ao fortalecimento contínuo da pesquisa básica, da pesquisa aplicada e da formação de recursos humanos altamente qualificados. A inovação não surge em substituição à ciência de excelência. Ela é consequência dela. Tecnologias transformadoras, novos medicamentos, inteligência artificial, biotecnologia e transição energética nasceram de investimentos persistentes em pesquisa de qualidade, frequentemente muito antes de qualquer aplicação comercial previsível. O Brasil conquistou uma vitória importante ao garantir o descontingenciamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Este resultado é fruto da mobilização da comunidade científica e do reconhecimento, pelo Congresso Nacional, da importância estratégica da ciência para o desenvolvimento do país. No entanto, a existência de recursos, por si só, não garante ganhos de competitividade científica. É necessário que esses investimentos fortaleçam efetivamente a pesquisa de ponta, a infraestrutura científica, os programas de bolsas e a formação de novos pesquisadores. Nos últimos anos, a Finep, principal gestora dos recursos do FNDCT, ampliou significativamente sua atuação em programas voltados à inovação, ao empreendedorismo e à interação com o setor produtivo. Trata-se de objetivos legítimos e fundamentais para o desenvolvimento nacional. No entanto, os resultados observados em rankings internacionais como o CWUR sugerem a necessidade de reflexão sobre o equilíbrio entre essas iniciativas e os investimentos direcionados à pesquisa científica básica de excelência. A experiência dos países que lideram a produção de conhecimento e a inovação tecnológica mostra que a inovação sustentável não substitui a ciência de qualidade: ela emerge dela. O desafio brasileiro não é escolher entre pesquisa básica, pesquisa aplicada ou inovação. É compreender que essas dimensões são complementares e que o desenvolvimento sustentável de um país depende do fortalecimento simultâneo de todas elas. Sem uma base científica robusta, internacionalmente competitiva e capaz de formar novas gerações de pesquisadores, dificilmente será possível sustentar, no longo prazo, a capacidade inovadora que o país almeja construir. **Este texto foi publicado originalmente no site do The Conversation Brasil. Claudia Pinto Figueiredo é professora associada do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB) e recebe financiamento da CNPq e Faperj. Abilio Afonso Baeta Neves é sociólogo, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e professor Emérito, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e recebe financiamento da CNPq. Concepta McManus é professora Titular, Universidade de Brasília (UnB) e recebe financiamento da CNPq. Marcelo Alves da Silva Mori é professor Titular do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e recebe financiamento da CNPq e Fapesp.
Coupang interim CEO Harold Rogers was spotted in the stands at Brigham Young University South Field in Provo, Utah, Wednesday, as the South Korean national soccer team took on El Salvador in a pre-World Cup friendly. Rogers, wearing a South Korea national team jersey, appeared on Coupang Play's live broadcast while cheering on the national team at the stadium of his alma mater, BYU, where he studied English literature before attending Harvard Law School. South Korea defeated El Salvador 1-0 in i
The 25-year-old creator-turned-founder didn't have an MBA or a decade of experience. She had a rare insight.
A Harvard MBA graduate secured a Google role by leveraging networking after facing job search challenges as an international student.