"FRONTAL" · 총 111건
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Acidente entre três carros na MG-126, em Bicas PMRv/Divulgação Um acidente entre três carros deixou um homem morto e outras três pessoas feridas no fim da tarde de sábado (6), na MG-126, em Bicas. Segundo a ocorrência, o motorista que causou o acidente dirigia com os faróis apagados, na contramão e com os pneus carecas. Para a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), os motoristas sobreviventes disseram que seguiam pela rodovia no sentido Rochedo de Minas para Bicas quando, ao fazerem uma curva à esquerda, foram surpreendidos pelo carro na contramão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp O primeiro carro de passeio foi atingido frontalmente. Com o impacto da batida, ele rodou na pista e acabou atingindo também a picape que vinha logo atrás. O motorista que causou o acidente, de 32 anos, recebeu atendimento médico de uma equipe do Samu no local, mas não resistiu aos ferimentos e teve o óbito constatado no local. O corpo dele foi levado para o Instituto Médico Legal (IML). No primeiro carro atingido viajavam três pessoas: a motorista, de 33 anos, e dois passageiros, de 42 e 8 anos. Todos sofreram ferimentos leves e foram socorridos para o Hospital São João Nepomuceno. Os ocupantes da picape não ficaram feridos. A perícia técnica esteve no local para apurar as causas do acidente e liberou o trecho em seguida. Durante a fiscalização, os policiais constataram que o carro do motorista que faleceu estava com o licenciamento anual atrasado e com os pneus desgastados. O veículo foi apreendido e levado para um pátio credenciado. Os outros dois automóveis estavam com a documentação em dia e foram liberados para os donos. LEIA TAMBÉM: Motociclista morre em acidente entre moto e carro na MG-126 Motociclista morre ao bater em carro em cruzamento no Centro de Juiz de Fora Criança e três adultos ficam feridos em acidente entre carro e caminhonete na MG-126 ASSISTA: Em média, 10 acidentes fatais são registrados por mês nas estradas da Zona da Mata Em média, 10 acidentes fatais são registrados por mês nas estradas da Zona da Mata VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes
Tragédia: dois homens morrem em grave acidente na SP-344 no interior de SP Os corpos de Richard Marques Correa, de 47 anos, e de Valdir Cândido da Silva, de 52 anos, foram sepultados neste final de semana no Cemitério Municipal de São Sebastião da Grama. As vítimas morreram em um grave acidente envolvendo dois carros a Rodovia Dom Tomás Vaquero (SP-344), entre Divinolândia e São Sebastião da Grama, na sexta-feira (5). 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram De acordo com as autoridades, Richard dirigia o Ford Ka que colidiu de frente contra uma Saveiro, que pegou fogo em seguida, conduzida por Valdir. As causas do acidente, que aconteceu no km 264, ainda são desconhecidas. Richard Marques Correa, de 47 anos, e de Valdir Cândido da Silva, de 52 anos, foram sepultados em São Sebastião da Grama Redes sociais Despedida O corpo de Richard foi sepultado no sábado (6), e o de Valdir na manhã deste domingo (7). A morte das vítimas causou muita comoção nas redes sociais. "O meu irmão descansa em paz ,vc foi um melhor irmão do mundo", disse Simone Silva, irmã de Valdir. Mario Carvalho também comentou sobre o amigo Valdir: "Que triste, pessoa extraordinária" Nilva Pereira lamentou a perda do amigo Richard: "São Sebastião da Grama amanheceu triste com este acidente grave que levou a vida destes dois jovens tão queridos por todos em Grama ..... Descanse em paz ao lado de Jesus ....Richard você vai fazer muita falta aos familires e amigos...", escreveu. "Vou sentir falta pai, que Deus cuide de você", disse o filho Davi Enrique. Richard Marques Correa, de 47 anos (à esquerda) e Valdir Cândido da Silva, de 52 anos, morreram em grave acidente na SP-344 entre Divinolândia e São Sebastião da Grama TV Vargem e Reproduçãao Redes Sociais Carro pegou fogo após colisão com outro em grave acidente entre São Sebastião da Grama e Divinolândia (SP) Arquivo pessoal Mais notícias da região: OPORTUNIDADES: 40 vagas: prefeitura abre concurso com salários de até R$ 6,9 mil no interior de SP INICIATIVA Jardim sensorial feito por alunos em escola estimula o ensino e reduz o estresse no interior de SP O corpo de Bombeiros de São José do Rio Pardo e a Polícia Rodoviária atuaram no resgate das vítimas. VEJA REPORTAGEM DO EPTV1: Dois homens morrem após colisão frontal em grave acidente perto de Divinolândia Carro envolvido em grave acidente na SP-344 entre Divinolândia e São Sebastião da Grama TV Vargem VÍDEOS DA EPTV: n
Região em que o corpo foi encontrado é conhecida como lagoa do DER Corpo de Bombeiros/Divulgação Um homem, que não teve idade e nome divulgados, morreu afogado em um local conhecido como lagoa do DER, na região do Porto Buriti, em Paracatu, no Noroeste de Minas. O Corpo de Bombeiros para atender a ocorrência, e encontrou a vítima já fora da água, sem sinais vitais. Segundo os bombeiros, a vítima havia sido retirada da lagoa por pessoas que estavam no local e colocada em uma embarcação antes da chegada da equipe de resgate. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Durante a avaliação, os militares constataram que o homem apresentava diversas ferroadas de abelhas pelo corpo. Testemunhas relataram que ele teria entrado na água para tentar escapar de um enxame que o atacava momentos antes do afogamento. Ainda conforme os relatos, a vítima estava em uma área com cerca de três metros de profundidade quando ocorreu o incidente. Após a confirmação da morte, o local foi isolado para os procedimentos necessários. As informações levantadas pelos bombeiros e pelas testemunhas foram repassadas à perícia da Polícia Civil. O corpo foi removido por uma funerária, e as circunstâncias da morte serão apuradas. LEIA TAMBÉM: Entenda quais pinturas e enfeites podem e o que não pode ser feito em ruas de Uberlândia durante a Copa do Mundo Discussão por preço de cerveja em bordel termina com homem baleado no rosto em MG Idoso morre em batida frontal entre carros na MGC-452, em Tupaciguara ASSISTA: Dois homens são socorridos após afogamento na Cachoeira das Irmãs, em Araguari Dois homens são socorridos após afogamento na Cachoeira das Irmãs, em Araguari VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Fuzis são encontrados escondidos em fundo falso de carro e motorista é preso no Sul do Piauí Divulgação/PRF-PI Três fuzis e seis carregadores foram encontrados e apreendidos em um fundo falso no painel frontal de um carro, na manhã deste domingo (7), durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-316, em Picos, no Sul do Piauí. O motorista foi preso em flagrante. O motorista, identificado pelas iniciais E. M. de S., afirmou aos policiais que os fuzis seriam levados da comunidade Serra Negra, na cidade de Colinas (MA), à Recife (PE). Ele alegou que receberia R$ 5 mil pelo serviço de transporte. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Segundo a PRF, o armamento de calibre 5.56 estava com a numeração raspada. *A reportagem está em atualização. Agora no g1 VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Santa Casa de Monte Aprazível (SP) Reprodução/Google Street View Dois motoristas, sendo uma mulher grávida de oito meses e um jovem, morreram e dois passageiros ficaram gravemente feridos em uma batida frontal entre carros na madrugada deste domingo (7), na Rodovia Feliciano Sales Cunha (SP-310), em Poloni (SP). Segundo a Polícia Rodoviária, a batida ocorreu após um dos veículos invadir a pista contrária na rodovia. Com o impacto, um dos carros pegou fogo, o motorista de 23 anos ficou preso às ferragens e morreu carbonizado. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp A mulher, de 31, que dirigia o outro automóvel, também morreu no local. A identidade dos motoristas não foi divulgada. As outras duas vítimas, que estavam nos carros envolvidos, sofreram ferimentos graves e foram socorridas para a Santa Casa de Monte Aprazível. O estado de saúde delas não foi divulgado. Veja abaixo os vídeos mais acessados do g1: Vídeos em alta no g1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM
Frente de um dos veículos envolvidos no acidente ficou destruída PMRv/Divulgação Um homem de 67 anos morreu em um acidente entre dois carros na MGC-452, em Tupaciguara, no Triângulo Mineiro, na noite de sábado (6). A batida aconteceu no km 41 da rodovia. Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), testemunhas relataram que o motorista de um Hyundai HB20S seguia no sentido Tupaciguara quando invadiu a contramão e bateu de frente em um Toyota Corolla. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Os militares informaram que o condutor do HB20S morreu no local. Já os ocupantes do Corolla, uma família que seguia para um culto em Itumbiara (GO), ficaram presos às ferragens. Equipes do Corpo de Bombeiros realizaram o resgate das vítimas, que receberam os primeiros atendimentos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foram encaminhadas para uma unidade de saúde em Tupaciguara. A Polícia Civil esteve no local e realizou a perícia. As causas do acidente serão apuradas. Os veículos foram removidos da rodovia e liberados aos responsáveis. LEIA TAMBÉM: Nome de chefe de esquema familiar de tráfico de drogas era usado para intimidar desafetos, diz PF Discussão por preço de cerveja em bordel termina com homem baleado no rosto em MG Você viu? Família suspeita de tráfico e lavagem de dinheiro, morte em shopping e mulher e ex-marido PM encontrados mortos ASSISTA: Duplicação da BR-365 segue sem definição e mobiliza lideranças Duplicação da BR-365 segue sem definição e mobiliza lideranças VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
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A candidata de direita à presidência do Peru, Keiko Fujimori, e o candidato de esquerda, Roberto Sánchez REUTERS/Alessandro Cinque O Peru voltará às urnas neste domingo (7) para o segundo turno das eleições presidenciais. Keiko Fujimori, conservadora e filha de um ex-presidente condenado, enfrentará Roberto Sánchez, um esquerdista conhecido por usar um chapéu camponês de aba larga. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp As pesquisas apontam para um cenário indefinido e indicam que o próximo presidente deverá ser eleito por uma margem apertada. O primeiro turno já havia sido assim: o Peru demorou um mês para saber quem avançaria para a disputa final após uma contagem voto a voto. Tanto Keiko quanto Sánchez têm um passado conhecido na política peruana. A conservadora, que terminou o primeiro turno na liderança, com 17,17% dos votos, é filha do ex-presidente Alberto Fujimori, que passou 16 anos na prisão por violações de direitos humanos cometidas durante o governo dele. O legado de Fujimori ainda divide o país. Enquanto parte da população afirma que o governo trouxe estabilidade ao Peru na década de 1990, críticos dizem que a gestão foi autoritária. O ex-presidente morreu em 2024, aos 86 anos. Agora no g1 Esta é a quarta vez que Keiko tenta se eleger presidente. Em todas as disputas, ela chegou ao segundo turno. Nas campanhas anteriores, buscou se afastar da imagem do pai. Desta vez, porém, tem abraçado políticas públicas adotadas durante o governo dele. Sánchez, por sua vez, foi ministro do ex-presidente Pedro Castillo, deposto e preso em 2022 sob acusação de tentativa de golpe. Ele recebeu 12,03% dos votos no primeiro turno e superou o terceiro colocado por uma margem de 21 mil votos. O candidato de esquerda defende um novo começo para o Peru, inclusive com a elaboração de uma nova Constituição — a atual foi criada justamente durante o governo Fujimori. 👉 Veja a seguir o que defende cada um dos candidatos. Uma nova Keiko A candidata conservadora à Presidência do Peru, Keiko Fujimori, em 17 de maio de 2026 REUTERS/Alessandro Cinque Aos 51 anos, Keiko Fujimori está na política desde a adolescência. Formada em administração de empresas nos Estados Unidos, ela foi eleita para o Congresso em 2006 com a maior votação já registrada para um parlamentar peruano. A candidata também passou anos sob investigação por suposto financiamento irregular de campanha. O caso foi arquivado no ano passado. Entre 2018 e 2020, ela foi mantida duas vezes em prisão preventiva e passou quase um ano e meio na cadeia. Keiko tem se apresentado como a candidata mais capaz de restaurar a ordem e a estabilidade no Peru. Na campanha, ela tem explorado o contexto de violência vivido pelo país, marcado pelo aumento dos homicídios e das extorsões. A preocupação dos eleitores com a segurança criou uma espécie de nostalgia do estilo de governo de Alberto Fujimori. Na década de 1990, ele derrotou guerrilheiros do grupo Sendero Luminoso com apoio das Forças Armadas. Nessa onda, Keiko promete medidas de segurança rígidas, leis antiterroristas mais duras e um papel ampliado para os militares no combate à violência. Ela afirma que travará uma "guerra frontal" contra o crime. "Trabalharemos com instituições financeiras (...) para identificar, rastrear e bloquear dinheiro proveniente de extorsão", disse. O discurso mais duro e o alinhamento a algumas ideias do pai foram vistos como o surgimento de uma "nova Keiko". Ainda assim, o partido faz questão de diferenciá-la de Fujimori, apresentando-a como uma candidata mais democrática. A nova estratégia ajudou Keiko a reduzir os altos índices de rejeição que marcaram as campanhas anteriores. Segundo o Ipsos Peru, 40% dos eleitores afirmam que não votariam nela de jeito nenhum. O índice é menor que o registrado no primeiro turno, quando chegou a 59%. Além do combate à violência, Keiko promete criar programas sociais voltados às famílias mais pobres, incluindo o pagamento de um auxílio. Recomeço para o Peru O candidato de esquerda para a Presidência do Peru, Roberto Sánchez, em 17 de maio de 2026 REUTERS/Alessandro Cinque Aos 57 anos, Roberto Sánchez foi quase uma zebra nas eleições peruanas. Poucas semanas antes do pleito, ele aparecia nas pesquisas com cerca de 7% das intenções de voto. O candidato de esquerda cresceu ao longo da campanha e avançou para o segundo lugar na reta final da apuração. Criado em uma família indígena com raízes no sul do Peru, Sánchez diz ter tido uma educação modesta. Em entrevistas, contou que chegou a cogitar seguir a vida religiosa e se tornar padre. Ele atribui o início da trajetória política ao trabalho social ligado à Igreja. O candidato costuma aparecer em público com um chapéu de palha usado por camponeses da região andina de Cajamarca, conhecido pela aba larga e pela copa alta. O acessório era usado pelo ex-presidente Pedro Castillo, que está preso. Sánchez visita Castillo com frequência na prisão e afirma que concederá indulto ao ex-presidente caso seja eleito. No entanto, ele nega que devolverá o poder ao aliado. Entre as principais promessas está a criação de uma nova Constituição. Segundo ele, o país precisa de um novo começo. O candidato defende maior supervisão estatal sobre os recursos naturais e a criação de impostos sobre grandes fortunas. Ele também propõe mudanças profundas no combate à corrupção, incluindo penas mais severas, proibição vitalícia de ocupar cargos públicos e uma reforma do sistema judiciário. Sánchez ainda quer que as Forças Armadas apoiem a polícia no enfrentamento do crime organizado. "Assassinato, insegurança e corrupção são um único problema", disse. "E a luta deve ser total." Ele afirma ainda que, como católico, apoia o aborto apenas em casos de estupro ou quando a vida da gestante está em risco. Também se opõe a qualquer forma de discriminação com base na orientação sexual, raça ou religião. O candidato também é alvo de polêmicas. Um promotor peruano o acusou de prestar declarações falsas em processos administrativos e de falsificar informações relacionadas a contribuições de campanha. O Ministério Público chegou a pedir a prisão dele.
O sofrimento silencioso das crianças de Gaza que perderam capacidade de falar Getty Images via BBC Adam era um menino alegre e falante, mas aos 5 anos e de forma repentina, deixou de interagir com o mundo. Seu caso não é uma exceção. Diante da violência, destruição e morte em Gaza, a resposta de algumas crianças ao sofrimento avassalador tem sido calar-se. "Não há nenhuma criança em Gaza que não esteja traumatizada", disse à BBC News Mundo (serviço de notícias em espanhol da BBC) Katrin Glatz Brubakk. "Há mais de um milhão de crianças que sofreram traumas graves." A psicoterapeuta infantil da Noruega realizou duas missões a Gaza em 2024 e 2025 com a organização sem fins lucrativos Médicos Sem Fronteiras (MSF) para trabalhar com crianças que perderam a capacidade de falar. Não se sabe com certeza quantas crianças em Gaza deixaram de se comunicar, mas Brubakk relata que encontrou dezenas de casos. E médicos locais disseram à rede Al Jazeera que se trata de um "número crescente". Mais de seis meses após o anúncio do cessar-fogo em Gaza, a violência continua e "os ataques israelenses seguem de forma rotineira", declarou em abril o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk. Pelo menos 846 pessoas — entre elas muitas mulheres e crianças — morreram em Gaza em ataques israelenses desde o início do cessar-fogo, segundo o ministério da Saúde local. Israel, que justifica seus ataques pela necessidade de defender suas tropas e enfrentar a ameaça dos militantes do Hamas, afirma que cinco de seus soldados morreram no mesmo período. Hamas e Israel se acusaram mutuamente de violar o acordo de cessar-fogo. Desde outubro de 2023 — após os ataques de militantes palestinos em território israelense nos quais morreram cerca de 1,2 mil pessoas e mais de 200 foram feitas reféns, segundo autoridades israelenses — as forças de Israel mataram mais de 20 mil crianças em Gaza e deixaram mais de 41 mil feridas, segundo a Unicef. No total, os ataques israelenses mataram mais de 72 mil pessoas, a maioria civis, e feriram mais de 172 mil, de acordo com o ministério da Saúde de Gaza. A BBC News Mundo conversou com Katrin Glatz Brubakk sobre o trauma que está levando as crianças de Gaza a perder a fala, as consequências em seus cérebros e por que o caminho para a recuperação às vezes começa com um primeiro passo: soprar bolhas de sabão. Katrin Glatz Brubakk faz bolhas de sabão com Maria, de 3 anos, no Hospital Nasser, no sul de Gaza. "Eu as chamo de bolhas de esperança porque elas literalmente geram esperança nessas crianças." MSF via BBC BBC News Mundo - Por que há crianças em Gaza que deixaram de falar? Katrin Glatz Brubakk - Quando uma criança sofre um trauma grave e vive em condições de grande incerteza por muito tempo, como acontece com as crianças de Gaza, ela teme por sua própria vida, pela de sua família, amigos e conhecidos. E em Gaza as crianças vivem assim há dois anos e meio. O nível de estresse e o impacto em seu sistema nervoso são tremendos. A reação de cada criança é diferente. Algumas ficam muito agitadas ou têm problemas para dormir, se irritam, gritam; é fácil detectar esse sofrimento. Outras, por outro lado, se bloqueiam completamente. É como se seu sistema nervoso dissesse: "Não aguento mais". E a forma de se proteger é retraindo-se. A linguagem faz parte disso. Para essas crianças, é uma forma de não interagir com esse mundo que não deixa de fazê-las sofrer e de lhes infligir dor. Assim, não é uma escolha consciente, mas uma resposta neurológica ao estresse e ao trauma extremos. Katrin Glatz Brubakk realizou duas missões a Gaza com a organização Médicos Sem Fronteiras. A psicoterapeuta infantil é professora na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU) MSF via BBC BBC News Mundo - É difícil para muitos compreender a magnitude do que viveram e vivem as crianças em Gaza. Você poderia nos dar uma ideia do trauma extremo que sofrem? Brubakk - Não há nenhuma criança em Gaza que não esteja traumatizada. Há mais de um milhão de crianças que sofreram traumas graves. Claro que há diferenças, mas elas tiveram que fugir, perderam suas casas, todas enfrentaram a impossibilidade de ir à escola porque as escolas estão bombardeadas. Todas perderam alguém, como familiares, amigos da escola, professores, um vizinho. Muitas viram corpos mutilados e sentiram o cheiro do sangue derramado. Algumas crianças me contaram que ajudaram a recolher restos humanos ou partes de cérebro na rua. São traumas extremos. E isso não ocorreu apenas uma vez, mas muitas vezes para a maioria. Mas, além disso, elas perderam toda sensação de segurança. Para ter um bom desenvolvimento, as crianças precisam ter certa confiança no mundo: a crença de que o mundo pode ser bom, que as pessoas não querem fazer mal a você. Essa sensação de segurança desapareceu completamente devido à magnitude da destruição, que afeta absolutamente tudo em Gaza. Nenhuma criança em Gaza pode deitar com a certeza de que vai acordar no dia seguinte. Não têm um quarto ao qual possam entrar, fechar a porta e saber que ninguém pode alcançá-las. Portanto, essa guerra não apenas causa trauma, mas afeta toda a sua visão de mundo. BBC News Mundo - Você poderia nos contar sobre algumas das crianças que tratou em Gaza? Brubakk - Gostaria de falar de Adam, um menino de 5 anos. Era uma criança muito vivaz, alegre, falante e ativa. Ele adorava estar ao ar livre e brincar. Após o início da guerra em 2023, a família foi forçada a fugir e a se mudar para uma tenda. Seus avós viviam um pouco mais longe, também em uma tenda. Um dia, Adam e seu pai quiseram visitar os avós, em uma área que não tinha ordem de evacuação e que supostamente era segura. Mas, sem aviso prévio, um projétil atingiu muito perto deles e feriu gravemente Adam e seu pai. Eles foram levados às pressas ao hospital, mas, como costuma acontecer quando há esses ataques, há tantas vítimas que, se não há leitos livres, muitas pessoas são colocadas no chão. Adam e seu pai estavam no piso da sala de emergência esperando ser avaliados quando o menino viu e ouviu seu pai, ao seu lado, exalando o último suspiro. Adam também ficou gravemente ferido: perdeu uma perna e a outra ficou lesionada. Após presenciar a morte do pai, o menino deixou de falar. Às vezes conseguia sussurrar alguma palavra isolada à mãe, mas não queria falar com ninguém. Mal comia. Era uma criança em estado crítico. Katrin Glatz Brubakk afirma que, ao se depararem com um trauma, algumas crianças reagem se isolando Getty Images via BBC BBCnews Mundo - Que sequelas esses traumas podem deixar no futuro? Brubakk - Quando uma criança como Adam deixa de interagir e de falar, também deixa de se desenvolver. Uma criança de 5 anos deveria praticar suas habilidades linguísticas com outras crianças e adultos para aprender, praticar a resolução de problemas, aprender normas sociais por meio do jogo. Tudo isso é interrompido. A linguagem é um sinal, mas seu desenvolvimento é completamente interrompido. O que observei repetidamente é que, se essa situação se prolonga, afeta fisicamente o cérebro dessas crianças. Sabemos que, em crianças que sofreram trauma grave, a amígdala, a parte do cérebro responsável por emoções intensas, aumenta de tamanho. Isso pode ser medido. É maior em crianças traumatizadas. E o córtex pré-frontal, a parte do cérebro que se desenvolve mais tarde e que é responsável por funções como planejamento, resolução de problemas, interação social e regulação emocional, aspectos fundamentais da vida, encontra-se subdesenvolvido. É mais fino e tem menos conexões neuronais. Se uma criança permanece em um estado como o de Adam, retraída, sem desenvolvimento nem linguagem, se é mantida nessa situação de estresse extremo por muito tempo, terá problemas mais adiante na vida. Nunca se recuperará. O melhor exemplo que tenho é meu próprio irmão. Ele foi adotado em 1974, após a guerra do Vietnã. Cresceu como crescem agora as crianças de Gaza, com bombardeios constantes, muita incerteza e escassez de alimentos, o que também afeta o desenvolvimento cerebral. Quando meu irmão chegou à minha família na Noruega, embora fosse um lugar seguro e tivesse acesso a todos os alimentos de que precisava, levou anos para deixar de esconder comida atrás de livros na estante, porque não se sentia seguro. É o que chamamos de "lesões cognitivas da guerra", invisíveis, que em muitos casos acompanharão essas crianças, possivelmente, por toda a vida. Se a situação de estresse extremo persistir por muito tempo, isso afeta fisicamente o cérebro das crianças MSF via BBC BBC News Mundo - Como você tentou ajudar Adam? Brubakk - Trabalhando em um contexto como o de Gaza, há muitas coisas que não podemos fazer. O que essas crianças realmente precisam é de um lugar seguro onde viver, uma rotina estruturada, poder voltar à escola, brincar sem medo. Mas, felizmente, há coisas que podemos fazer. E o mais importante é que essas crianças saibam que, embora o mundo inteiro não seja um lugar seguro para elas neste momento, existem pequenos espaços seguros. Que há pessoas ao seu redor aqui e agora que as apoiarão. No início, Adam não queria falar conosco, mas continuávamos indo ao seu quarto todos os dias e conversávamos com sua mãe. Conversávamos com ela sobre o marido que havia perdido, mas também sobre as boas lembranças, sobre os sonhos que tinha para o futuro, coisas que poderiam dar a Adam um pouco de esperança de que aquilo não era o fim, mas que tempos melhores viriam. E um dia, quando eu estava lá, de repente Adam sussurrou para sua mãe: "Faça essa mulher ir embora, não gosto dela". Foi uma rejeição, mas eu fiquei muito, muito feliz, porque significava que Adam começava a interagir com o que acontecia ao seu redor. Alguns dias depois, ele olhou para mim, algo que não havia feito antes. Foi apenas um instante, mas aproveitei a oportunidade e disse: "Uau, você tem olhos castanhos enormes! São lindos. Os meus são totalmente diferentes, são azuis. Você já viu?". E isso despertou a curiosidade daquele menino de 5 anos. Esse foi o início de como, pouco a pouco, conseguimos fazer com que ele confiasse nas pessoas, que falasse brevemente conosco, que voltasse a alguma normalidade, embora não de forma permanente, porque carrega todos esses traumas. BBC News Mundo - Você falava com Adam em árabe ou por meio de um intérprete? Brubakk - Em Gaza há muitas pessoas com muita educação. Com a mãe de Adam eu falava inglês, ela tem doutorado em Física. Para a criança havia um intérprete. E devo acrescentar que, quando trabalho em projetos como este, lidero uma equipe de psicólogos e assistentes sociais locais. Eu contribuo com conhecimento, mas o trabalho principal, que continua depois, é realizado pela nossa equipe da MSF em campo. Destruição em hospital de Gaza. Getty Images via BBC BBC News Mundo - No hospital Nasser você também trabalhou com crianças com queimaduras graves. Brubakk - Quando uma bomba explode, produz uma enorme onda de calor que afeta todos que estão por perto, e a faixa etária mais numerosa que atendíamos era a de crianças de 4 a 6 anos. Isso se deve simplesmente ao fato de que são grandes demais para que seus pais as carreguem quando já estão levando crianças menores, mas suas pernas ainda são curtas demais para correr rápido o suficiente. Isso mostra que nenhuma criança está segura em Gaza. E as crianças têm plena consciência disso. O medo pela própria vida continua sendo uma realidade cotidiana para as crianças em Gaza. BBC news Mundo - Como você consegue trabalhar com essas crianças em estado de grande sofrimento físico? Brubakk - As queimaduras são extremamente dolorosas. São tão dolorosas que coisas tão simples como trocar os curativos precisam ser feitas sob anestesia. A recuperação é longa e, quando não há comida suficiente, demora ainda mais, o que significa que as crianças permanecem nesse sofrimento atroz por mais tempo. Uma das meninas que chegou ao nosso departamento era Mona, de 6 anos. Tinha queimaduras em todo o corpo. Tinha tantos curativos que tudo o que podíamos ver eram seus olhos e suas narinas. No início, tudo girava em torno da parte médica, porque era preciso garantir que sobrevivesse. Assim, só consegui conhecer Mona quando começaram a retirar alguns curativos e vi seu rosto com muitas cicatrizes. 'Quando uma bomba explode, produz uma enorme onda de calor... A principal faixa etária que tratamos por queimaduras é a de crianças de 4 a 6 anos', diz Brubakk Getty Images via BBC BBC News Mundo - O que havia acontecido com Mona? Brubakk - Sua família foi forçada a se deslocar e viveu inicialmente em uma tenda. Mas depois os bombardeios pareceram se deslocar para outra área e pensaram que era seguro voltar à sua casa destruída. Apenas dois dias após retornarem à casa, uma bomba atingiu o apartamento. Dois de seus irmãos morreram instantaneamente, mas a explosão incendiou um botijão de gás, o que provocou um incêndio generalizado: as cortinas, o sofá, os colchões estavam em chamas, e as três meninas estavam nesse quarto. O pai conseguiu milagrosamente tirar as três meninas do apartamento. Mona tinha queimaduras por todo o corpo; sua irmã mais velha, que estava na cama ao lado, também tinha queimaduras e sofria dor intensa. Sua irmã do meio estava em terapia intensiva porque inalou muito ar quente e também tinha queimaduras internas. Assim, Mona não estava lidando apenas com sua própria dor, mas também estava preocupada se sua irmã sobreviveria. A família de Mona a apoiava muito e ela começou a se recuperar. E o que realmente me impressiona são esses pais, não apenas os de Mona, mas de tantas crianças em Gaza, que presenciam como seus filhos sofrem, estão feridos, eles próprios estão traumatizados por todos os bombardeios, a morte, a destruição, e ainda assim têm a capacidade de oferecer a essas crianças um cuidado, calor humano e amor excepcionais para que possam se recuperar da melhor maneira possível. BBC News Mundo - Como você conseguiu ajudar Mona? Brubakk - Uma das coisas que faço quando trabalho com as crianças é brincar muito, porque a brincadeira é a linguagem das crianças. Por meio dela, aprendem habilidades práticas, aprendem a resolver problemas, a interagir socialmente, a expressar seus sentimentos. E com Mona começamos com bolhas de sabão. Eu as chamo de "bolhas de esperança" porque literalmente geram esperança nessas crianças. E o que torna as bolhas de sabão tão fantásticas é que, antes de tudo, se você vê algumas bolhas flutuando no quarto, é impossível não olhar, porque chamam a atenção. São bonitas. Acalmam. E, se tenho uma criança muito agitada, pergunto: "Você vê quantas cores há em uma única bolha?". Porque, se olhar bem, estão todas as cores do arco-íris. Isso ajuda a criança a passar daquele estado de estresse para algo mais tranquilo, mais suave, a mudar o foco. Porque o trauma funciona de tal maneira que você fica preso nesse estado. Outra coisa mágica das bolhas de sabão é que, se você quer ter bolhas grandes, precisa soprar o mais devagar possível. Porque, se soprar rápido, só consegue bolhas pequenas ou nenhuma. Mas, se sopra devagar, consegue bolhas bonitas. E respirar lenta e profundamente acalma o sistema nervoso. 'Se você quer bolhas grandes, precisa soprar o mais devagar possível. E respirar lenta e profundamente acalma o sistema nervoso' MSF via BBC BBC News Mundo - Que efeito isso tem no cérebro das crianças? Brubakk - O que faço é, basicamente, dar à amígdala, o sistema de alarme do cérebro, a possibilidade de se acalmar. Assim, o córtex pré-frontal, a parte do cérebro encarregada da resolução de problemas e da regulação, tem a oportunidade de se desenvolver melhor. Claro que não resolve o problema completamente, mas dá a essas crianças melhores possibilidades de reduzir os efeitos de longo prazo do dano cognitivo que podem sofrer por causa da guerra. Um dia Mona disse: "Gostaria de uma casa de princesa", e me explicou que se referia a uma casa de bonecas. Claro que isso não se encontra em Gaza, mas encontrei papelão, fita adesiva e algumas cores para pintar, e juntas construímos uma casa. Mona queria que fosse de dois andares e a decorou muito bem. Ela e sua irmã estavam brincando com uma casa de bonecas quando a bomba caiu. E, embora pareça algo simples, essa foi a primeira vez que Mona pôde me contar o que havia acontecido e o quanto estava preocupada com suas irmãs. Somente por meio da brincadeira conseguiu encontrar as palavras para se expressar. Assim, o brincar pode ser uma forma de processar o trauma, de encontrar linguagem para as experiências vividas. BBC News Mundo - Você poderia nos explicar o conceito que você usa com frequência de "sofrimento silencioso"? Brubakk - Em um contexto como o de Gaza, tudo é um caos. Há muito barulho, crianças gritando com ataques de pânico, pais gritando preocupados com seus filhos, pessoas chorando de dor. É fácil ignorar crianças que sofrem em silêncio, não porque as pessoas não se importem, mas porque há coisas demais que demandam atenção e muito poucos recursos para tudo o que precisa ser feito. Mas uma criança silenciosa que não expressa seu sofrimento, que não pede ajuda, também é uma criança que sofre e precisa de tanta atenção quanto aquelas que choram aos gritos. Porque, caso contrário, no pior dos casos, podem permanecer nesse sofrimento silencioso por muito tempo. Eu vi casos extremos, não em Gaza, mas em Moria, o campo de refugiados na Grécia. É uma síndrome chamada "síndrome de resignação", na qual as crianças se bloqueiam completamente. Deixam de falar, de comer, sequer abrem os olhos, mal respondem quando você tenta tocá-las. E, se não recebem ajuda, permanecerão nessa condição por anos. Por isso é crucial que crianças como Adam e Mona possam se reintegrar à vida. Mona, de seis anos, sofreu queimaduras graves. Um dia, ela pediu uma 'casa de princesa' e só brincando conseguiu encontrar as palavras para se expressar Katrin Brubakk/MSF via BBC BBC News Mundo - Você esteve em muitas zonas de conflito. Por que diz que Gaza não se compara a nada? Brubakk - Trabalhei durante os últimos 12 anos no Congo, no Líbano, no Egito com refugiados traumatizados, em um barco de resgate no Mediterrâneo, na Turquia após um grande terremoto. Mas o nível de trauma que vi em Gaza e o nível de destruição são simplesmente incomparáveis a qualquer outra coisa que eu tenha visto nesses 12 anos. Absolutamente todos em Gaza estão afetados. E não há saída, não há nenhum lugar seguro para onde ir. Todo o território está em pedaços. E, além disso, o sistema de saúde foi atacado de forma sistemática, com hospitais bombardeados. [Israel justifica os ataques contra instalações médicas alegando que grupos armados como o Hamas utilizam hospitais com fins militares]. BBC News Mundo - Você espera voltar a Gaza? Israel restringiu o acesso de agências de ajuda. Brubakk - No momento não me deixam entrar. Temos 1,6 mil funcionários locais e estou certa de que estão fazendo um trabalho incrível, mas a equipe internacional não tem permissão para entrar desde 1º de janeiro. Espero realmente que isso mude. Se eu pudesse ir a Gaza, iria em um piscar de olhos; é o único lugar onde quero estar. A médica norueguesa diz que quer voltar a Gaza para continuar a ajudar MSF via BBC BBC News Mundo - As crianças de Gaza continuam sofrendo violência. Em 9 de abril, por exemplo, uma menina de 9 anos, Ritaj Rihan, morreu, segundo a ONU, quando forças israelenses dispararam contra a tenda que abrigava sua sala de aula improvisada. As outras crianças na classe foram testemunhas. O Exército israelense disse à BBC News Mundo sobre o incidente que "as Forças de Defesa de Israel (FDI) trabalham para desmantelar as capacidades militares do Hamas" e "respeitam o direito internacional e tomam precauções viáveis para mitigar danos à população civil". Brubakk - A única coisa correta e o que as crianças de Gaza precisam agora é que façamos todo o possível, dentro das nossas possibilidades, para lhes proporcionar uma paz verdadeira. Devolver-lhes a vida, dar-lhes a possibilidade de viver em lugares seguros, de ir à escola. Essa é a única maneira de terem um futuro digno. E, seja você político, estudante ou o que for, eu diria: use sua voz para que a pressão seja suficiente e essa paz finalmente chegue a Gaza. Caso contrário, estaremos destruindo toda uma geração de crianças. BBC News Mundo - O que a levou a dedicar sua vida a crianças que sofrem circunstâncias traumáticas? Brubakk - Cresci ouvindo histórias de guerra durante toda a minha vida. Minha mãe é alemã, nasceu em 1942. Quando era criança e soavam os alarmes, a levavam para o porão e ela dormia sobre sacos de batatas. E contava que os soldados voltavam do front sem uma perna ou um braço. Para ela era realmente importante tentar compreender como pôde acontecer um genocídio, como pudemos permitir isso. E repetidas vezes nos destacou, a nós, seus filhos, "nunca mais", que algo assim jamais deveria voltar a acontecer. E depois eu, claro, com meu irmão, vi de perto o trauma e o dano que a guerra causa a uma criança. Meu trabalho em Gaza é a minha versão de "nunca mais". Nenhuma criança deveria experimentar esse trauma. Parte o meu coração. 'Para essas crianças, parar de falar é uma forma de não interagir com este mundo que continua a fazê-las sofrer e a infligir dor' Katrin Brubakk/MSF via BBC
Motociclista morre após colisão com carro na BR-428 em Petrolina Ascom/PRF Uma mulher morreu na tarde deste sábado (6), em um acidente na BR-428, nas proximidades de uma casa de shows, no bairro Vila Marcela, em Petrolina, Sertão de Pernambuco. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão ocorreu na altura do km 185, quando um carro que acessava um retorno na rodovia bateu em uma motocicleta que transitava na via. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Motociclista morre em colisão frontal com carro na BR-428 em Petrolina Três ônibus universitários de Lagoa Grande e um carro se envolvem em acidente na BR-428 em Petrolina Com o impacto do acidente, a condutora da motocicleta perdeu o controle do veículo e atingiu um poste. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O motorista do carro não ficou ferido. Ele permaneceu no local do acidente e realizou o teste do bafômetro, que deu negativo para o consumo de álcool. O Instituto Médico Legal (IML) esteve no local para realizar a perícia e recolher o corpo. A Polícia Civil vai investigar o caso. Agora no g1 Outros dois graves acidentes também foram provocados no final do mês de maio na mesma rodovia. No dia 21, três ônibus universitários de Lagoa Grande e um carro se envolveram em acidente, que deixou 11 passageiros feridos, sem gravidade. No dia 24, um motociclista bateu de frente com uma caminhonete e morreu no local antes de receber socorro. Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
Dois homens morrem após acidente com duas motocicletas em rodovia da Bahia PRF Dois homens morreram após uma colisão frontal entre duas motocicletas em trecho da BR-101 que passa pela cidade de Eunápolis, no extremo sul da Bahia. A informação foi confirmada pelas polícias Civil e Rodoviária Federal. As vítimas foram identificadas pela Polícia Civil como Rivaldavio Barbosa Araújo, de 57 anos, e Jair dos Santos Alves, de 23 anos. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu no Km 714 da rodovia, por volta das 22h25 de sexta-feira (25). 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Agora no g1 Cada uma das vítimas estava em uma motocicleta. À TV Santa Cruz, afilaida da TV Bahia na região, a PRF detalhou que uma das motos teria invadido o lado oposto da pista, o que levou à colisão frontal. Uma equipe do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) chegou a ser acionada, mas as vítimas morreram ainda no local. Não há detalhes sobre o velório e sepultamento dos dois homens. LEIA TAMBÉM: Suspeito de integrar grupo de roubo a condomínios em diversos estados é preso na Bahia Suspeito de envolvimento na morte de nutricionista em destino turístico da Bahia é preso no litoral de Sergipe Mulher é resgatada com vida após passar cinco dias dentro de cisterna na Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
Dennis Thering bleibt Chef der Hamburger CDU. Beim Landesparteitag in Wilhelmsburg wurde der 42-Jährige mit 86,4 Prozent der Stimmen wiedergewählt – und nutzte seine Rede für einen Frontalangriff auf den rot-grünen Senat auch mit Blick auf das Olympia-Debakel.
Carros colidiram de frente na Rodovia Benedito Oliveira Vaz (SP-141) em Cesário Lange (SP) Defesa Civil de Cesário Lange Duas pessoas ficaram feridas após um acidente envolvendo dois carros na tarde desta sexta-feira (5), no quilômetro 51 da Rodovia Benedito Oliveira Vaz (SP-141), na altura do bairro Aleluia, em Cesário Lange (SP). Segundo a Defesa Civil de Cesário Lange, uma pane mecânica fez com que o motorista de um dos veículos perdesse o controle da direção em uma curva, provocando a colisão frontal com o outro carro. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Uma pessoa de 40 anos foi encaminhada à Santa Casa da cidade. A outra vítima, de 42 anos, foi atendida no local com escoriações e recusou atendimento médico hospitalar. Duas pessoas tiveram ferimentos e foram atendidas no local do acidente Defesa Civil de Cesário Lange Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Dois motociclistas morrem após colisão frontal em Ourilândia do Norte, no PA Dois homens morreram em um acidente envolvendo duas motocicletas na noite de quinta-feira (4), em Ourilândia do Norte, no sul do Pará. A colisão aconteceu por volta de 21h40, na Vicinal Picadão, em frente a um loteamento. Segundo a Polícia Militar, as vítimas foram identificadas como Carlos Romeu Lima e Rian Leonel de Souza. De acordo com as informações preliminares, os dois seguiam em sentidos opostos da via quando as motocicletas bateram de frente. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas os dois motociclistas já estavam sem vida quando as equipes chegaram ao local. A área foi isolada para o trabalho das autoridades. A Polícia Civil foi acionada e os corpos removidos. As circunstâncias do acidente serão investigadas. VÍDEOS com as principais notícias do Pará
Homem morre após acidente entre caminhão e motocicleta no extremo sul da Bahia Polícia Rodoviária Federal Um homem de 24 anos morreu após um acidente entre uma motocicleta e um caminhão em trecho da BR-101 que passa por Eunápolis, no extremo sul da Bahia, nesta sexta-feira (5). As informações foram confirmadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Em nota, a Polícia Civil informou que a vítima foi identificada como Johann Lucas Araujo Neris. O acidente aconteceu no km 722 da rodovia, por volta das 13h40. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Agora no g1 A vítima estava pilotando a motocicleta quando colidiu frontalmente com o caminhão. A moto ficou destruída após a batida, enquanto parte da dianteira do caminhão foi danificada. Ainda não há detalhes sobre o que teria causado o acidente. Homem morre após acidente entre caminhão e motocicleta no extremo sul da Bahia Polícia Rodoviária Federal LEIA TAMBÉM: Suspeito de integrar grupo de roubo a condomínios em diversos estados é preso na Bahia Suspeito de envolvimento na morte de nutricionista em destino turístico da Bahia é preso no litoral de Sergipe Mulher é resgatada com vida após passar cinco dias dentro de cisterna na Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
Motos batem de frente em cruzamento no interior de SP A motociclista Jeani Pedro, de 30 anos, que foi socorrida em estado grave após bater de frente com um casal que estava de moto na contramão em um cruzamento, morreu após ficar internada no Hospital Regional de Registro (HRR). Ela havia dado entrada na unidade com uma fratura no maxilar e traumatismo craniano, mas não resistiu. O acidente aconteceu na noite da última segunda-feira (1), no cruzamento das ruas Guanabara e Sinfrônio Costa. Uma câmera de monitoramento registrou o momento da colisão. O casal que estava na outra moto, de 20 e 21 anos, também ficou ferido. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Nas imagens de monitoramento, é possível ver que o acidente aconteceu após a moto do casal invadir a contramão. De acordo com a Polícia Militar (PM), o motociclista realizou uma conversão irregular na via. Jeani havia sido socorrida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Registro, mas foi encaminhada ao HRR por conta do estado de saúde. A mulher não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde desta quinta-feira (4). O g1 entrou em contato com o HRR para mais informações, mas não obteve retorno. Jeani Pedro, de 30 anos, morreu após acidente de moto em Registro, SP Reprodução e Redes sociais Segundo a prefeitura, o casal também foi atendido na UPA e um deles foi levado ao Hospital Regional Leopoldo Bevilacqua (HRLB) na manhã de terça-feira (2), enquanto o outro foi avaliado pela equipe médica e liberado - sem especificar quem segue internado. O g1 também procurou a Secretaria de Estado da Saúde (SES), mas não teve retorno. A Polícia Civil não informou se a tipificação do caso será alterada. Inicialmente, o acidente foi registrado como lesão corporal culposa - quando não há intenção - na direção de veículo. Jeani Pedro, de 30 anos, morreu após acidente de moto em Registro, SP Reprodução Acidente A Polícia Militar (PM) informou que foi acionada e encontrou as motos no local, acompanhadas de uma testemunha. O homem disse que as vítimas já haviam sido socorridas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Registro. No hospital, os policiais localizaram o casal que estava na motocicleta que fez a manobra irregular. O motorista, de 20 anos, e a passageira, de 21, sofreram ferimentos na perna e no ombro e ficaram sob observação médica. O teste do bafômetro realizado no condutor deu negativo para consumo de álcool. Ainda na unidade, os policiais foram informados de que a outra motorista, de 30 anos, foi hospitalizada em estado grave. De acordo com a PM, as motos foram encaminhadas à delegacia, onde o caso foi registrado como lesão corporal culposa na direção de veículo. A Polícia Civil deve requisitar perícia nos veículos. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que as circunstâncias do acidente estão sendo apuradas. Motociclistas bateram de frente em cruzamento de Registro, SP Reprodução VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos