Next DigiD operator must be European, cabinet says
The company that takes over DigiD after the current contract with tech firm Solvinity ends in 2028 will have to...
"DIGID" · 총 9건
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The company that takes over DigiD after the current contract with tech firm Solvinity ends in 2028 will have to...
De verkoop van het bedrijf dat gegevens van Nederlanders opslaat, DigiD, moet aan veel strengere regels gaan voldoen. Het kabinet wil niet meer dat landen waar zo'n bedrijf gevestigd is, persoonsgegevens van burgers kunnen opvragen. Nu is dat nog wel het geval in de Verenigde Staten. Dat leidde de afgelopen tijd voor veel ophef door de naderende verkoop van Solvinity, het cloudbedrijf dat gegevens van DigiD opslaat. Het kabinet wil daarom dat de aanbesteding van Solvinity valt onder de veel strengere aanbestedingsregels van defensie. Daar worden bedrijven uitgesloten van landen die via lokale wetgeving data van Nederlandse burgers kunnen opvragen. Amerikaans Staatssecretaris Van de Burg (Slagvaardige overheid) wil niet zeggen dat Amerikaanse bedrijven per definitie nu buiten de boot vallen om het bedrijf achter DigiD in handen te krijgen. "Het gaat niet om de vraag of het Amerikaans is of nu", aldus Van der Burg. "Het gaat erom dat alleen bedrijven kunnen meedoen waar niet het risico bestaat dat het land waar het bedrijf gevestigd is, informatie wil." Hij erkende dat dit nu in de Verenigde Staten het geval is. "Maar dat kan weer veranderen." De afgelopen tijd is er, ook in de Tweede Kamer, veel onrust geweest en discussie ontstaan over de mogelijke verkoop van Solvinity aan een Amerikaans bedrijf. Het bedrijf slaat de gegevens op die via DigiD gebruikt worden voor overheidsinstellingen, zoals de Belastingdienst, maar ook zorgverzekeraars en pensioenfondsen. Het gaat bijvoorbeeld om persoonlijke gegevens zoals leeftijd, adres, gezinssamenstelling en telefoonnummer. Eind mei verbood het kabinet tal de overname van Solvinity aan het Amerikaanse bedrijf Kyndryl "ter bescherming van het publieke belang." Cruciaal De strengere aanbestedingsregels zijn nodig, zegt Van der Burg, vanwege de verandering van de "geopolitieke situatie die nadrukkelijk is veranderd". "We zien hoe belangrijk het is om gegevens die voor Nederland cruciaal zijn ook voor Nederland goed beschermd zijn." Aanbestedingsregels zijn vastgelegde procedures zodat allerlei bedrijven, Europees of mondiaal, op een gelijke manier kans maken op een koop. Bepaalde bedrijven kunnen dan niet voorgetrokken worden.
The next company to manage part of DigiD must be European, State Secretary Eric van der Burg of Interior wrote in a letter to parliament.
Jovens no Brasil são mais ou menos conservadores do que os mais velhos? O que pesquisa descobriu sobre a geração Z Adobe Stock A ideia de que a geração Z estaria se tornando mais conservadora do que os mais velhos ganhou força nos últimos anos, impulsionada por pesquisas realizadas em outros países e por fenômenos culturais como Adolescência, a segunda série mais vista da história da Netflix. Mas um novo estudo sugere que a história pode ser diferente — ao menos no Brasil. Segundo o levantamento, realizado pela Quaest a pedido do instituto More in Common, embora a maioria dos jovens brasileiros de 16 a 24 anos — faixa etária que concentra a maior parte da geração Z — se identifiquem como conservadores (68% entre os homens e 62% entre as mulheres), esses índices são menores do que os registrados entre as gerações mais velhas, como mostra o gráfico abaixo. 'Adolescência': Crise nas escolas exige medida radical para 'impedir que meninos machuquem meninas e a si mesmos', diz criador da série A pesquisa retrata uma juventude que ocupa uma posição intermediária no debate de costumes: embora demonstrem maior apoio à igualdade de direitos para as mulheres, os jovens — especialmente os homens — mantêm resistência a rótulos como feminismo e a algumas minorias sociais como travestis e mulheres trans. "Descobrimos que o conservadorismo não tem uma especificidade geracional", diz Helena Vieira, professora e gestora cultural que atuou como consultora do estudo. "Existe uma aceitação de determinados conteúdos políticos, mas uma rejeição das identidades políticas que os mobilizam." Agora no g1 Homossexualidade e feminismo A pesquisa registrou opiniões que, embora tratem de temas correlatos, podem parecer contraditórias. Um exemplo é o debate sobre a homossexualidade: cerca de 70% dos homens e 83% das mulheres jovens concordam que "casais gays devem ter o direito de adotar crianças", mas mais da metade também diz concordar com a ideia de que "a homossexualidade deve ser vivida entre quatro paredes, de maneira reservada". Helena Vieira propõe uma interpretação para essas respostas que, à primeira vista, podem soar contraditórias. Em sua avaliação, a concordância com a adoção homoparental não estaria, necessariamente, ligada à aceitação de casais gays. "A sociedade tem uma preocupação em tirar essas crianças da ausência de uma família, ou seja, em cuidar delas. É uma espécie de solidariedade com a infância, e é difícil dizer não para isso", ela explica. Paradoxos semelhantes foram observados nas perguntas sobre gênero. Embora menos de um quarto dos jovens tenha concordado que "homens são superiores às mulheres", quase metade endossou afirmações críticas ao feminismo, entre elas a de que "o feminismo promove ódio aos homens" e que "a ideologia feminista é uma ameaça à família brasileira". Os questionamentos sobre o ensino da chamada "ideologia de gênero" também despertaram respostas mais alinhadas ao conservadorismo: entre os jovens, 59% concordam que o tema, ao ser discutido nas escolas, "confunde a sexualidade das crianças", e 55% afirmam que a sexualidade "é assunto a ser tratado somente pela família, não pela escola". Para Vieira, os dados sugerem que os jovens podem até concordar com reivindicações associadas à igualdade de direitos, mas reagem de forma diferente quando elas são apresentadas sob a bandeira de algum movimento político. "Boa parte dos brasileiros é contra falar de gênero na escola, mas quando você pergunta se precisamos fazer alguma coisa contra o bullying, algo para os meninos afeminados não apanharem, aí sim, precisa. Tem um sentimento quase religioso de ser contra ver uma criança apanhar. É uma lógica protetiva mais relacionada às relações interpessoais do que às relações políticas", ela exemplifica. A pesquisa não encontrou, em nenhuma das perguntas feitas, evidência de que os jovens sejam mais conservadores do que os mais velhos. Mesmo nos casos em que uma parcela ligeiramente maior deles tenha concordado com afirmações conservadoras, a diferença é algo que tende a ser absorvido pela margem de erro do estudo, que pode ser verificada nos gráficos exibidos na reportagem. Homens jovens são mais bolsonaristas Outro achado do estudo é que o bolsonarismo é mais forte entre homens jovens do que entre os mais velhos, apesar de a identificação com a direita variar pouco entre os diferentes grupos etários. Entre os homens de 16 a 24 anos, 42% afirmam se identificar com ideias defendidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e por seus apoiadores políticos. O percentual cai para cerca de 35% entre aqueles de 25 a 54 anos, para 29% entre os de 55 a 64 e para 25% entre os maiores de 65 anos. Mesmo considerando a margem de erro, que chega a quatro pontos percentuais para mais ou para menos na última faixa etária, a distância em relação aos mais jovens se mantém. Pode mais uma vez parecer contraditório que, embora sejam menos conservadores, os jovens sejam mais bolsonaristas — afinal, o próprio Bolsonaro se diz conservador e fez inúmeras declarações contra a igualdade de gênero e o direito das chamadas minorias sociais como os homossexuais. Essa diferença é algo que os pesquisadores constataram, sem se propor a explicar, mas Vieira esboça uma hipótese, dizendo que "o voto é uma composição complexa". "Os bolsonaristas não necessariamente compraram o pacote inteiro do Bolsonaro e todas as declarações dele", ela analisa. "É possível encontrar pessoas desse universo que têm posições mais diversas, assim como podemos encontrar eleitores do Lula, talvez até a maior parte deles, que dizem ser conservadores." "O conservadorismo talvez seja a gramática política que mais organiza o brasileiro. O que a gente observou na pesquisa é que a oposição entre conservadorismo e progressismo é mais intensa do que entre esquerda e direita ou entre liberdade econômica ou economia planificada", Vieira acrescenta. Como a pesquisa foi feita A Quaest fez 14 perguntas a cerca de 10 mil brasileiros em seus domicílios. Os questionamentos ocupavam três eixos — gênero, sexualidade e política. As entrevistas aconteceram entre janeiro e fevereiro de 2025, como parte de uma pesquisa mais ampla chamada O Brasil Invisível, na qual também foram feitas perguntas sobre outras áreas controversas do debate público para conclui que o país está menos dividido do que parece. O recorte por faixa etária e gênero, porém, só está sendo divulgado agora. Os participantes do estudo responderam aos questionamentos listados abaixo. O objetivo, ressaltam os pesquisadores, não era medir suas posições sobre esses temas, mas utilizá-los como um instrumento para avaliar o grau de adesão a ideias conservadoras ou progressistas. Identidade de gênero Eu concordo, muito ou um pouco, que… Os papéis de homens e mulheres são e devem ser diferentes; Homens são superiores às mulheres; Hoje em dia os direitos das mulheres valem mais do que os direitos dos homens; O feminismo promove ódio aos homens; A ideologia feminista é uma ameaça para a família brasileira; Casais gays devem ter o direito de adotar crianças; A homossexualidade deve ser vivida entre quatro paredes, de maneira reservada; A ideologia de gênero nas escolas confunde a sexualidade das crianças; Sexualidade é assunto a ser tratado somente pela família, não pela escola; O SUS deve pagar pelas cirurgias de mudança de sexo; Travestis devem ter o direito de usar o banheiro feminino. Identidade política Eu me identifico muito ou um pouco com… A direita; O conservadorismo; O bolsonarismo. Como as perguntas foram feitas — e por que isso importa A forma como as perguntas foram formuladas também pode chamar atenção. Vieira reconhece que algumas delas podem soar até preconceituosas, mas afirma que isso foi deliberado. A consultora da pesquisa, que também é ativista transgênero, usa uma dessas questões para ilustrar seu argumento. O enunciado era: "travestis devem ter o direito de usar o banheiro feminino". Se a frase tivesse sido redigida de modo a incluir também mulheres trans, o resultado poderia ter sido diferente? Vieira diz acreditar que sim, mas afirma que a escolha do termo foi proposital. "Usamos o que mais circula socialmente: de modo geral, a sociedade brasileira olha para a mulher trans como travesti. Na verdade, travesti é até um termo educado, porque a forma como os brasileiros chamam mulheres transexuais é outra palavra mais ofensiva", ela diz. Esta, aliás, foi a questão que despertou maior resistência entre os homens jovens. Apenas 19% deles disseram concordar que travestis devam ter acesso a banheiros femininos. Vieira associa isso ao fato de o debate sobre os direitos das pessoas trans ter ganhado visibilidade mais tarde do que outras pautas igualitárias, tanto no noticiário quanto em produtos culturais de grande alcance, como as telenovelas. O que pode explicar a diferença com estudos estrangeiros Na avaliação dos pesquisadores brasileiros, a discrepância entre o estudo brasileiro e os estrangeiros se deve às metodologias adotadas — no exterior, eles têm sido feitos, em geral, a partir de entrevistas virtuais, enquanto no Brasil foram realizadas entrevistas presenciais, com um esforço para abranger diferentes perfis da população. Diretor-executivo do More in Common e professor de gestão de políticas públicas da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado diz que pesquisas virtuais podem gerar distorções — principalmente no Brasil, devido às limitações de acesso à internet em determinadas regiões e entre diferentes classes sociais — e têm maior probabilidade de alcançar públicos que já se identificam ou se interessam pelo debate, o que pode gerar respostas enviesadas. "Pela internet, são as pessoas que aceitam participar, porque querem colaborar ou até porque recebem alguma remuneração. Esse caráter mais voluntário de o entrevistado aderir ao painel, e não o contrário, pode gerar viés de seleção, porque podem ser recrutadas pessoas que estão querendo falar, com determinadas características que as distorcem em relação à população em geral", diz Ortellado. Uma das pesquisas feitas dessa maneira foi a do King's College com o Ipsos. Os próprios pesquisadores, no entanto, alertaram que suas conclusões não representavam a população em geral, mas segmentos mais conectados e urbanos — uma limitação especialmente relevante em um país com diferenças tão amplas. Publicada em março, a pesquisa do King's College ouviu 23.268 pessoas em 29 países, incluindo o Brasil, entre dezembro e janeiro. A principal conclusão foi que a geração Z está mais conservadora do que os millennials, grupo que reúne adultos de 30 a 45 anos. Embora os dados por faixa etária não tenham sido divulgados para cada país — o que impede verificar se esse padrão também se aplica ao Brasil —, os achados gerais do estudo divergem dos resultados da pesquisa da Quaest. O problema, diz Ortellado, esteve menos nos estudos e mais na forma como suas conclusões foram interpretadas e amplificadas por reportagens e fenômenos culturais. Ele cita como exemplo a série Adolescência, sobre um garoto que assassina uma colega sob influência de comunidades misóginas na internet, e a popularização da machosfera, como são chamadas as comunidades masculinistas da internet, e do movimento looksmaxxing. Tratam-se de vídeos curtos, muito comuns no TikTok, que incentivam jovens a modificar a própria aparência — por meio de mudanças de hábitos, estilo e até procedimentos estéticos — com o objetivo de se tornarem mais masculinos. Segundo Ortellado, quando esses fenômenos ganham grande repercussão na mídia, pode surgir a impressão de que a masculinidade exacerbada entre os jovens é mais disseminada do que realmente é. Isso não significa, ressalta ele, que esses movimentos não existam ou deixem de ser motivo de preocupação. Mas eles podem representar apenas uma parcela da juventude — justamente a mais conectada às redes sociais e que, por isso, tende a estar mais presente em pesquisas feitas pela internet como a do King's College. "A internet não é um retrato fiel da sociedade brasileira", ele diz. "Muitas dessas coisas são fenômenos de nicho. Não devemos menosprezá-las. Tem fenômenos muito preocupantes. Existe misoginia organizada na internet e ela é preocupante. Precisa ser monitorada e combatida. Mas os dados sugerem que isso não parece ser um fenômeno de massa." Os pesquisadores também ressaltam que a pesquisa brasileira não é definitiva sobre o tema, que ainda demanda mais estudos. Não é possível saber, por exemplo, se os brasileiros que hoje têm entre 25 e 34 anos eram menos conservadores uma década atrás, quando estavam na faixa dos 16 aos 24 anos. Essa é uma questão central para compreender se há uma mudança de valores entre os brasileiros. Ainda não se sabe se as pessoas se tornam mais conservadoras com o passar dos anos ou se as diferenças observadas entre as gerações de hoje tendem a persistir ao longo do tempo, por exemplo. Gráficos por Caroline Souza, da equipe de Jornalismo Visual da BBC News Brasil
Flávio Bolsonaro envia carta a Marco Rubio contra propostas de tarifas sobre o Brasil O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato do partido à Presidência da República, divulgou nesta terça-feira (2) um ofício encaminhado ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, no qual pede que Washington não imponha novas tarifas comerciais ao Brasil. O envio da carta expõe uma preocupação com o desgaste político que uma nova rodada de sanções americanas poderia causar na campanha do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida foi anunciada pelos EUA após a conclusão de uma investigação sobre práticas comerciais brasileiras e a proposta de uma tarifa de 25% ao Brasil. No documento, redigido em inglês, Flávio argumenta que o país enfrenta uma crise fiscal, com dívida pública superior a 80% do PIB, além de elevados níveis de endividamento de famílias e empresas, e afirma que novas barreiras comerciais poderiam prejudicar a população brasileira. O senador também agradeceu a decisão americana de incluir o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) na lista de organizações terroristas, medida que vinha sendo defendida por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Carta de Flávio Bolsonaro enviada a Rubio Reprodução A iniciativa é vista nos bastidores como um sinal de preocupação com o desgaste que uma eventual nova rodada de sanções ou tarifas dos Estados Unidos poderia causar à imagem de Flávio Bolsonaro. A avaliação é que um novo tarifaço teria potencial para reeditar os efeitos negativos observados após medidas anteriores adotadas por Washington contra aliados do ex-presidente, incluindo sanções e a aplicação da Lei Magnitsky, episódios que tiveram forte impacto político e de imagem para o grupo bolsonarista. Nesse contexto, a movimentação junto ao governo americano ganha uma nova dimensão. Até aqui, havia dúvidas sobre a capacidade de o campo bolsonarista converter em ganhos eleitorais a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e CV como organizações terroristas. Segundo diferentes métricas monitoradas por aliados, a iniciativa vinha repercutindo positivamente nas redes sociais, mesmo sem uma explicação clara à população sobre seus efeitos práticos. Com o pedido para evitar novas tarifas, porém, surge um novo elemento no cenário. A preocupação é que eventuais medidas econômicas contra o Brasil acabem ofuscando os ganhos políticos obtidos com a pauta da segurança pública. Nos bastidores, também há questionamentos sobre até que ponto a atuação de parlamentares brasileiros junto ao governo americano pode expor uma interferência externa em temas de impacto doméstico. A expectativa agora se volta para a resposta de Rubio e para os desdobramentos da relação entre o governo americano e aliados de Bolsonaro. Veja abaixo a tradução da carta: Prezado Secretário Rubio, Escrevo, antes de tudo, para agradecer a cordialidade com que fui recebido durante minha recente visita a Washington. Nossa conversa reforçou minha convicção de que a amizade entre nossas duas nações se baseia em valores compartilhados e em uma visão comum para a segurança e a prosperidade do Hemisfério Ocidental. Sou especialmente grato por sua decisão de designar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas. Essas duas facções estão entre os empreendimentos criminosos mais violentos do Brasil, e suas redes de drogas, armas e dinheiro se estendem muito além de nossas fronteiras — alcançando também o seu país. A esmagadora maioria do povo brasileiro celebrou essa medida, ainda que ela não tenha agradado ao nosso governo atual. Trata-se de um passo decisivo para proteger os cidadãos honestos em todo o nosso hemisfério compartilhado. Escrevo também, contudo, para manifestar minha preocupação com a recente determinação da Seção 301 anunciada pelo Representante de Comércio dos Estados Unidos. Embora eu compreenda que nenhuma tarifa tenha sido imposta até o momento — a determinação apenas inicia um processo de consulta pública e etapas técnicas que culminarão em um prazo legal em julho — considero meu dever compartilhar com o senhor as reais condições econômicas enfrentadas pelo povo brasileiro neste momento. O Brasil vive um grave processo de deterioração fiscal e econômica. Nossa dívida bruta do governo geral ultrapassou agora 80% do PIB pela primeira vez desde a pandemia, alcançando R$ 10,4 trilhões em abril — e as projeções de mercado apontam para um recorde de 83,7% até o fim do ano. As contas públicas continuam registrando déficit primário, enquanto os pagamentos de juros da dívida atingiram níveis recordes. O peso sobre as famílias comuns é ainda mais alarmante: um recorde de 81,7 milhões de brasileiros está atualmente inadimplente — quase metade da população adulta —, com os compromissos financeiros consumindo uma parcela sem precedentes da renda familiar. No setor empresarial, as recuperações judiciais — equivalentes brasileiras ao Chapter 11 dos Estados Unidos — dispararam para um recorde histórico de 2.466 empresas em 2025, enquanto 8,7 milhões de contribuintes empresariais estavam inadimplentes no início de 2026. Cada um desses números representa um recorde histórico. Nesse contexto, a imposição de novas tarifas causaria sérios danos ao povo brasileiro — justamente os cidadãos que veem os Estados Unidos como um parceiro e amigo. Por isso, escrevo para reiterar formalmente o pedido que lhe fiz pessoalmente: que os Estados Unidos não imponham tarifas ao Brasil. Como já afirmei, estou confiante de que serei eleito Presidente do Brasil neste mês de outubro. Caso essa seja a vontade do meu povo, estou preparado para colocar minha equipe de transição imediatamente à sua disposição, para que possamos concluir, o mais rapidamente possível, um amplo acordo de comércio e investimentos benéfico para ambas as nossas nações — construído sobre os princípios dos mercados livres, do respeito mútuo e da aliança estratégica que nossos povos merecem. Permaneço inteiramente à sua disposição e espero aprofundar ainda mais a amizade entre o Brasil e os Estados Unidos. Que Deus abençoe os Estados Unidos, e que Deus abençoe o Brasil. Respeitosamente, Flávio Bolsonaro Senador da República Federativa do Brasil.
Flávio Bolsonaro diz que pediu a Trump para não taxar o Brasil O senador Flávio Bolsonaro (RJ), pré-candidato do PL à Presidência, divulgou um vídeo nesta terça-feira (2) em que atribuiu a possibilidade de os Estados Unidos aplicarem novas tarifas contra o Brasil ao que classifica como "tom agressivo" de Lula contra os norte-americanos. Na gravação, postada nas redes sociais, Flávio também reafirmou que, na conversa que teve com o presidente Donald Trump na semana passada, pediu ao americano que não aplicasse novas taxas às empresas brasileiras. No vídeo, recheado de críticas ao presidente Lula, o senador do PL diz que enviou uma carta ao governo Trump, na qual solicita que as novas tarifas, propostas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, não sejam efetivadas (leia a íntegra da carta aqui). "A realidade é que essa tarifa é do Lula. Pelo seu tom agressivo com os Estados Unidos, seu discurso antiamericano, por defender que o dólar deixe de ser a moeda padrão nas relações internacionais", afirmou Flávio. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro também diz, na postagem, que "ninguém mais acredita no Lula". "Ele faz uma reunião com Trump, faz os compromissos, e não os cumpre. Foi assim em relação a apertar o cerco contra o PCC e o CV", emendou Flávio. Na semana passada, o governo norte-americano anunciou a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, o que foi comemorado por políticos de direita e criticado pelo Palácio do Planalto. Em relação às críticas que Lula fez a ele e aos seus familiares durante discurso em Catalão (GO), Flávio disse que parece que o petista "está sob pressão", mas que não vai se rebaixar "ao baixo nível" que atribui ao presidente da República. "Eu sei que você está nervoso, porque sabe que seu governo tem prazo para acabar, agora, em dezembro de 2026. Você sabe que vai ser o fim do ciclo do PT, de destruição do Brasil", conclui Flávio. Mais cedo, ao participar de um evento de um Instituto Federal no estado de Goiás, Lula afirmou que os filhos de Jair Bolsonaro são piores do que o ex-presidente, classificou-os como "traidores da pátria" e associou as possíveis novas tarifas a provocações feitas por Flávio e Eduardo. Carta à gestão Trump O pré-candidato à Presidência do Brasil, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) GETTY IMAGES via BBC Após publicar o vídeo, Flávio Bolsonaro divulgou à imprensa um ofício que endereçou ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. No documento, redigido em inglês, Flávio manifesta preocupação com a possibilidade de novas tarifas contra o Brasil. Ele afirma que o país enfrenta uma crise fiscal, com dívida pública acima de 80% do Produto Interno Bruto. Destaca os alto níveis de endividamento de cidadãos e empresas e afirma que novas tarifas podem prejudicar a população. No documento, Flávio solicita a não imposição das tarifas recomendadas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos. Íntegra da carta Veja abaixo a tradução da carta de Flávio Bolsonaro na íntegra: Prezado Secretário Rubio, Escrevo, antes de tudo, para agradecer a cordialidade com que fui recebido durante minha recente visita a Washington. Nossa conversa reforçou minha convicção de que a amizade entre nossas duas nações se baseia em valores compartilhados e em uma visão comum para a segurança e a prosperidade do Hemisfério Ocidental. Sou especialmente grato por sua decisão de designar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas. Essas duas facções estão entre os empreendimentos criminosos mais violentos do Brasil, e suas redes de drogas, armas e dinheiro se estendem muito além de nossas fronteiras — alcançando também o seu país. A esmagadora maioria do povo brasileiro celebrou essa medida, ainda que ela não tenha agradado ao nosso governo atual. Trata-se de um passo decisivo para proteger os cidadãos honestos em todo o nosso hemisfério compartilhado. Escrevo também, contudo, para manifestar minha preocupação com a recente determinação da Seção 301 anunciada pelo Representante de Comércio dos Estados Unidos. Embora eu compreenda que nenhuma tarifa tenha sido imposta até o momento — a determinação apenas inicia um processo de consulta pública e etapas técnicas que culminarão em um prazo legal em julho — considero meu dever compartilhar com o senhor as reais condições econômicas enfrentadas pelo povo brasileiro neste momento. O Brasil vive um grave processo de deterioração fiscal e econômica. Nossa dívida bruta do governo geral ultrapassou agora 80% do PIB pela primeira vez desde a pandemia, alcançando R$ 10,4 trilhões em abril — e as projeções de mercado apontam para um recorde de 83,7% até o fim do ano. As contas públicas continuam registrando déficit primário, enquanto os pagamentos de juros da dívida atingiram níveis recordes. O peso sobre as famílias comuns é ainda mais alarmante: um recorde de 81,7 milhões de brasileiros está atualmente inadimplente — quase metade da população adulta —, com os compromissos financeiros consumindo uma parcela sem precedentes da renda familiar. No setor empresarial, as recuperações judiciais — equivalentes brasileiras ao Chapter 11 dos Estados Unidos — dispararam para um recorde histórico de 2.466 empresas em 2025, enquanto 8,7 milhões de contribuintes empresariais estavam inadimplentes no início de 2026. Cada um desses números representa um recorde histórico. Nesse contexto, a imposição de novas tarifas causaria sérios danos ao povo brasileiro — justamente os cidadãos que veem os Estados Unidos como um parceiro e amigo. Por isso, escrevo para reiterar formalmente o pedido que lhe fiz pessoalmente: que os Estados Unidos não imponham tarifas ao Brasil. Como já afirmei, estou confiante de que serei eleito Presidente do Brasil neste mês de outubro. Caso essa seja a vontade do meu povo, estou preparado para colocar minha equipe de transição imediatamente à sua disposição, para que possamos concluir, o mais rapidamente possível, um amplo acordo de comércio e investimentos benéfico para ambas as nossas nações — construído sobre os princípios dos mercados livres, do respeito mútuo e da aliança estratégica que nossos povos merecem. Permaneço inteiramente à sua disposição e espero aprofundar ainda mais a amizade entre o Brasil e os Estados Unidos.
Belgische identificatie-app itsme is nu ook beschikbaar in Nederland. De app vervangt het huidige iDIN, dat wordt gebruikt om in te loggen bij onder meer verzekeraars of andere online platforms. Eind vorig jaar werd bekend dat iDIN door het Belgische itsme werd overgenomen. iDIN is door Nederlandse banken ontwikkeld om in te kunnen loggen bij websites van de overheid of webwinkels. DigiD Itsme, wordt ook wel gezien als een concurrent van het Nederlandse DigiD. Toch zitten er wel verschillen tussen de twee. DigiD is namelijk van de overheid en puur bedoeld voor overheidszaken, maar itsme is commercieel en ook bedoeld voor bedrijven in de private sector zoals webwinkels. Verifiëren Met de itsme-app kan je je naam en leeftijd bevestigen en transacties ondertekenen. Bedrijven die gebruikmaken van iDIN waaronder ASR, PostNL en PSV, kunnen vanaf nu ook itsme aanbieden. Een woordvoerder laat weten dat de optie bij sommige websites nog moet worden doorgevoerd, maar dat zou vandaag of morgen gebeurd moeten zijn. Op de website van verzekeraar Univé is de app wel al te gebruiken als identificatie-methode. Itsme is een commercieel bedrijf dat werd opgericht door Belgische grootbanken en telecombedrijven. Met een app kan een gebruiker controleren welk bedrijf om welke gegevens vraagt en kan dit dan goedkeuren. Itsme zou ook gebruikt kunnen worden om in te loggen in de digitale portemonnee van de Europese Unie, die eind dit jaar in Europa wordt geïntroduceerd. Met de zogenoemde EDI-wallet kunnen mensen en bedrijven hun identiteit online bewijzen.
Minister Vijlbrief was begin deze week nog hoopvol dat hij zaken zou kunnen doen met de vakbonden over de bezuinigingen in de Sociale Zekerheid. Maar gisteren waren de bonden snel klaar met het overleg en stond Vijlbrief met lege handen. Inmiddels overleggen de vakbonden en de werkgeversorganisaties verder zonder Vijlbrief. Dan was er nog een debat over de normalisering van geweld. Dat verliep - op zijn zachts gezegd - onrustig. En intussen lijkt het erop dat onze DigiD-gegevens uit Amerikaanse handen zullen blijven. Over deze podcast Politiek journalisten Joost Vullings (EenVandaag, AVROTROS) en Marleen de Rooy (NOS) nemen elke vrijdag de Haagse week door, met scherpe analyses, geruchten en voorspellingen. Wil je reageren? Mail dan naar destemming@nos.nl. De Stemming Deze aflevering van De Stemming van Vullings en De Rooy is hier te beluisteren bij NPO Luister Daar vind je ook alle vorige afleveringen. Net als bij alle andere bekende podcastkanalen.
Kyndryl is “extremely disappointed” by the decision of the State Secretary for Economic Affairs to