Celebrities at Monaco Grand Prix 2026: Kim Kardashian, Alix Earle, and more
Celebrities, athletes, and VIP guests descended on Monte Carlo for the Monaco Grand Prix 2026.
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Celebrities, athletes, and VIP guests descended on Monte Carlo for the Monaco Grand Prix 2026.
A protest outside a Turning Point USA Women’s Leadership Summit in San Antonio descended to new lows Sunday, after demonstrators staged a mock assassination of conservative activist Charlie Kirk and were heard chanting that he “deserved to die.” The incident unfolded outside the Turning Point USA Women’s Leadership Summit, an event hosted by Turning Point ...
Fans from across UK descend on Shacklewell Arms for intimate gig that leaves them wanting one thing more In the Shacklewell Arms in east London, the usual crowd of hipsters and indie music fans had been replaced by a throng dressed in leopard print, double denim and cowboy hats to pay tribute to the night’s headliner: Shania Twain. “We thought we might have been scammed when we saw the ticket announcement,” said Jack, 28, who came with his sister Amy. “Why would she do a pub this small?” Continue reading...
Da cama do hospital onde se recupera, o guia contou à BBC como saiu com vida da montanha mais alta do mundo. Prabin Ranabhat/ AFP via Getty Images O guia nepalês encontrado vivo após permanecer seis dias sozinho no monte Everest contou à BBC que sobreviveu mastigando gelo e comendo chocolates que tinha no bolso. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Dawa Sherpa afirmou que não desapareceu durante a descida, mas que foi obrigado a ficar para trás depois que o oxigênio acabou. Acreditava-se que ele tivesse morrido na montanha. Sua família em Katmandu, capital do Nepal, já havia começado os ritos fúnebres quando uma equipe de resgate o avistou descendo em direção ao acampamento-base. O guia foi levado de helicóptero a um hospital em Katmandu, onde falou com a BBC enquanto recebia tratamento para desidratação, congelamento e uma fratura. "Não achei que sobreviveria", disse ele na sexta-feira ao Serviço Nepalês da BBC. "Achei que ia morrer", admitiu. O escalador Chris Thrall foi a última pessoa a ver Dawa Sherpa antes do resgate. O encontro aconteceu nas proximidades da famosa Cascata de Gelo de Khumbu, na quinta-feira (4). O ex-militar britânico relatou que o homem, de 57 anos, estava sentado sobre a própria mochila logo acima do Acampamento 3, a cerca de 7.500 metros de altitude, "como já tinha feito centenas de vezes antes para descansar um pouco". Thrall continuou descendo sozinho entre 50 a 100 metros, segundo seus cálculos, antes de encontrar outro membro do grupo, um escalador polonês sem oxigênio e em estado severo de congelamento. "Imediatamente, minha atenção se voltou para o mais fraco do grupo. E foi aí que tudo mudou", disse à BBC. "Enquanto eu olhava para cima, ajudando esse homem a descer, Dawa Sherpa parecia não ter se mexido. E certamente não estava descendo, porque teríamos visto a lanterna da cabeça dele", afirmou. Preso em uma fenda Dawa Sherpa (à esquerda), que se temia ter morrido em algum ponto da montanha mais alta do mundo, conseguiu se salvar. Sagarnatga Pollution Control Committee (SPCC) via BBC Dawa Sherpa contou à BBC que passou por momentos muito difíceis. "Quando o oxigênio acabou, eu não conseguia andar", explicou. "Não comi nada nos dois primeiros dias. Depois, comecei a mastigar gelo. Meus dentes doíam. Eu mastigava com força", relatou o guia. Em seguida, Sherpa encontrou chocolates nos bolsos da roupa e conseguiu beber um pouco de gelo derretido. O guia começou a descer a montanha lentamente, mas caiu em uma fenda, segundo duas pessoas que conversaram com ele sobre sua experiência. Ele ficou preso ali por dois dias e meio, sem conseguir encontrar uma saída. Então, uma avalanche arrastou neve para dentro da fenda, dando a ele a primeira esperança em dias. "Ao pisar na neve, fiquei de pé e olhei para cima... senti que poderia sair dali", contou à BBC. Depois de conseguir sair da fenda com muito esforço, encontrou cordas que o ajudaram na descida. Uma nova avalanche quase o impediu de seguir, mas ele estava decidido a continuar. "Consegui atravessar a neve e desci. Caminhei a noite toda. Então, me aproximei do acampamento-base", contou. Foi ali que viu as primeiras pessoas em quase uma semana. "Uns rapazes estavam subindo para recolher o lixo. Eu os encontrei, e eles me carregaram montanha abaixo", narrou. VÍDEO: alpinista registra longa fila para chegar ao cume do Monte Everest "Indescritível" Agora no g1 A notícia causou comoção e alegria na comunidade sherpa, entre os colegas de expedição e em sua família. 👉 Cinco pessoas morreram durante a temporada de escalada deste ano. Desde o início dos registros, na década de 1920, mais de 300 já morreram no Everest. Pemba Sherpa, diretor-executivo da 8K Expeditions, empresa que coordenava as buscas, classificou o feito como um "verdadeiro autorresgate". "Dawa conseguiu sobreviver contra todas as probabilidades por dias. É um verdadeiro milagre", disse. Quando Thrall viu pela primeira vez comentários nas redes sociais de que Dawa Sherpa — também conhecido como Hillary Dawa Sherpa, em homenagem ao famoso alpinista Edmund Hillary — havia sido encontrado vivo, pensou que fosse spam. "É inacreditável: em um minuto eu estava contendo as lágrimas com a filha dele, e no minuto seguinte o vi chegar rastejando ao vilarejo", disse Thrall à BBC. "É absolutamente incrível, indescritível", acrescentou. A esposa (à direita) e a filha (à esquerda) do guia permanecem no hospital à espera da alta médica. Prabin Ranabhat/ AFP via Getty Images A esposa do guia, Damu Sherpa, contou à BBC que havia perdido as esperanças quando a empresa da expedição informou que o resgate era impossível e que a família havia começado os ritos fúnebres. "Quando o vi pela primeira vez, fiquei muito surpresa. Estava angustiada depois que nos disseram que ele nunca mais voltaria para casa. Não consigo acreditar que ele tenha voltado vivo", disse. "Não conseguia acreditar no que meus olhos viam quando vi que ele havia voltado são e salvo". "Eu me pergunto quanto tempo ele sobreviveu sem comida e sem mantimentos... Não consigo entender como meu marido conseguiu comer e beber em uma altitude dessas. Espero que ninguém tenha que passar por isso", afirmou. Damu Sherpa acrescentou que o governo nepalês deveria garantir que incidentes semelhantes não voltem a acontecer. "Ele me reconheceu... está bem e fala. Estamos felizes", declarou a filha do guia, Mhendo Lhamo Sherpa, à agência Reuters, após visitá-lo. Os médicos do Hospital HAMS, em Katmandu, afirmaram que Dawa Sherpa recebe atendimento integral na UTI. Seu estado é estável e a desidratação está melhorando significativamente. 👉 Mais de mil pessoas chegaram ao topo do Everest nesta temporada, a mais movimentada da história.
O trio de irmãs mais longevo do mundo mora no Rio Quando perguntam a Zoraide de Deus Mota qual é o segredo para chegar aos 104 anos, a resposta vem sem rodeios: “Não existe segredo. Tem que viver tranquilo, não fazer mal a ninguém e pensar no dia de amanhã.” A irmã dela, Zulina de Deus Nunes, de 103 anos, costuma responder de forma ainda mais direta: “O segredo é saber viver.” As explicações ajudam a resumir a trajetória de Zoraide, Zulina e Levita de Deus Nunes, que neste domingo (7) completa 109 anos. Juntas, elas somam 316 anos de vida e foram reconhecidas pela LongeviQuest, organização internacional especializada em validação de supercentenários, como o trio de irmãs vivas mais longevo do mundo. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. Zoraide, Zulina e Levita em 2021 Arquivo pessoal As três nasceram em Cedro de São João, no interior de Sergipe — na época distrito de Propriá —, cresceram em uma família de 8 irmãos e atravessaram mais de um século de transformações no Brasil. Viram o país passar pela chegada da televisão, pela popularização dos automóveis, da internet e dos celulares. Hoje, vivem em casas pela Zona Norte do Rio de Janeiro e continuam cercadas por filhos, netos, bisnetos e tataranetos. Alimentação simples, trabalho e vida ativa Apesar da idade impressionante, nenhuma delas acredita em fórmulas especiais para viver mais. Nas entrevistas, as respostas giram em torno de alguns temas em comum: alimentação simples, trabalho, independência financeira, convivência familiar e uma rotina sem excessos. Zulina costuma lembrar da infância em Sergipe, quando boa parte dos alimentos era produzida pela própria família. O leite vinha das vacas e cabras criadas pelo pai, enquanto frutas, verduras e legumes eram cultivados no quintal. O milho era ralado manualmente para a produção de cuscuz. “A gente sentia o gosto do cuscuz do milho, hoje não sente gosto de nada”, disse. Filha de Zoraide, Ângela acredita que esse estilo de vida teve influência importante na saúde das irmãs. “Meu avô tinha vaca no quintal, minha avó plantava tudo em casa. Elas cresceram com uma alimentação muito natural. Hoje a gente come muita coisa industrializada, muita coisa processada”, afirmou. A genética também chama atenção na família. A mãe das três irmãs, Jovelina de Deus Nunes, viveu até os 100 anos e é frequentemente lembrada pelos descendentes quando o assunto é longevidade. “Minha avó fez 100 anos dia 22 de dezembro, e no dia 6 de janeiro seguinte, ela faleceu. Então, elas estão com DNA da minha avó”, contou Ângela. Manoel de Deus Nunes e Jovelina de Deus Nunes, seus pais Arquivo pessoal Os familiares, porém, acreditam que a herança genética não explica tudo. Para eles, a educação recebida, a alimentação da infância e os hábitos construídos ao longo da vida tiveram papel tão importante quanto os fatores hereditários. Outro aspecto citado por filhos, netos e bisnetos é a manutenção de uma rotina ativa. Mesmo com mais de um século de vida, as três continuam interessadas no que acontece ao redor. Zulina ainda gosta de cozinhar e acompanhar a rotina dos filhos, netos e bisnetos. Durante a entrevista, brincou que continua querendo saber para onde todos vão, o que fizeram durante o dia e se já se alimentaram. “Quando chegam da rua, eu pergunto: ‘Já comeu? O que comeu? Onde vai amanhã?’”, contou. Zulina e sua bisneta, em 2024 Arquivo pessoal 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Levita mantém o hábito da leitura, que a acompanha há décadas. Já Zoraide continua compartilhando histórias da juventude, da carreira e da criação dos filhos. A convivência social também permanece presente. Jogos de buraco, visitas de familiares, encontros e conversas fazem parte da rotina das irmãs. “Ela joga buraco, faz sudoku, aqueles outros caça-palavras que ela gosta. Até hoje ela se encontra, ela tem amizade. Ela tem um ciclo de amigas que se encontra para jogar buraco”, revelou Lucas Guerra, um dos bisnetos de Zoraide. A fé aparece como outro ponto em comum. Quando perguntada sobre a própria longevidade, Levita respondeu de forma simples: “É graça de Deus.” Zoraide (à esquerda) em 1988, e sua irmã mais nova, Zulina. Arquivo pessoal Como a idade das irmãs foi validada A história das irmãs despertou o interesse da LongeviQuest, organização internacional especializada na validação de casos de longevidade extrema, após uma publicação nas redes sociais. A família celebrava os 108 anos de Levita quando uma homenagem compartilhada na internet chamou a atenção dos pesquisadores, que entraram em contato para conhecer melhor a trajetória das irmãs e dar início ao processo de análise do caso. Segundo a entidade, a comprovação foi feita por meio da análise de documentos de diferentes fases da vida das irmãs. Foram avaliadas certidões de nascimento, certidões de batismo, certidões de casamento, carteira de trabalho e documentos atuais de identificação. O g1 recebeu cópias de documentos que atestaram a idade das irmãs. Iara Souza, pesquisadora da LongeviQuest, durante entrevista ao G1. Jeph Rodrigues A validação foi conduzida pelos pesquisadores da LongeviQuest responsáveis pelo Brasil, a brasileira Iara Souza e o americano Gabriel Ainsworth. De acordo com a organização, esse tipo de trabalho ajuda não apenas a registrar casos raros de longevidade, mas também a fornecer dados para pesquisas sobre envelhecimento humano. No caso das sergipanas, a documentação permitiu confirmar que Levita, Zoraide e Zulina formam atualmente o trio de irmãos vivos mais longevo do mundo. O que dizem filhos, netos e bisnetos A longevidade das irmãs é assunto frequente entre as gerações mais novas da família. Muitos acreditam que a genética ajuda, mas destacam principalmente os hábitos que as acompanharam ao longo da vida. Uma das netas de Zoraide afirma que as visitas à avó costumam render novas histórias. “Toda vez que eu faço uma visita, ela conta um capítulo da vida dela.” Segundo ela, cada nova conversa reforça o orgulho da família pela trajetória construída ao longo de mais de um século. Os bisnetos também destacam a lucidez das centenárias e a naturalidade com que a família convive com essa realidade. “Para a gente sempre foi uma coisa muito natural.” Lucas Guerra e Jéssica Carrocino, bisnetos de dona Zoraide, durante entrevista ao G1. Jeph Rodrigues Eles apontam ainda que a união familiar ajuda a explicar a qualidade de vida das irmãs. Filhos, netos e bisnetos mantêm contato frequente, participam da rotina delas e se revezam nos cuidados quando necessário. Questionados se acreditam que também chegarão aos 100 anos, os mais jovens demonstram esperança, mas fazem uma ressalva: o mais importante não é apenas viver mais, mas envelhecer com autonomia e saúde.
Donia Ahmed Mohamed Fawzi morreu após despencar de quase 200 metros em uma trilha do Parque Nacional da Tijuca Divulgação A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro investiga se a falta de sinalização, de estrutura e de segurança na Trilha do Primata, no Parque Nacional da Tijuca, pode ter contribuído para a morte do canadense Donia Ahmed Mohamed Fawzi Mohammed, de 38 anos. Ele caiu de uma altura de aproximadamente 170 metros enquanto percorria o trajeto para a Cachoeira do Primata na última quarta-feira (3). Ele morreu na hora. Segundo a Delegacia de Atendimento ao Turista (Deat), que investiga o caso, a perícia no local foi realizada no sábado (6) por questões de segurança devido ao tempo nublado e chuvoso na capital fluminense. No local, os policiais encontraram todos os pertences de Donia como: celular, documentos e dinheiro. Agentes da delegacia especializada precisaram descer até a área da queda com o apoio de agentes do Corpo de Bombeiros, utilizando técnicas de rapel devido à dificuldade de acesso. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Agora no g1 Ao g1, a delegada Patrícia Alemany afirmou que a investigação busca entender as circunstâncias da queda e possíveis falhas na estrutura da trilha. “Estamos apurando se havia sinalização adequada no local e se as condições da trilha podem ter contribuído para o acidente. Também estamos analisando o trajeto percorrido e os relatos de testemunhas. Realizamos uma perícia na região e constatamos que o local não possui nenhum tipo de sinalização ou estrutura de segurança. Não há controle de entrada, nem informações adequadas para as pessoas que visitam a área para turismo”, afirmou Alemany. Momentos antes do acidente Local de onde despencou Donia Ahmed Mohamed; objetos pessoas foram encontrados no local Divulgação Segundo o registro do caso feito na polícia, o amigo da vítima que o acompanhava contou que os dois iniciaram o passeio por volta de 13h28, na região do Cristo Redentor. O canadense Karim Karam disse que, durante a caminhada, outros frequentadores informaram que faltariam cerca de 10 minutos para o fim da trilha. No entanto, após mais de uma hora de percurso, eles perceberam que ainda não haviam encontrado a saída. Diante da dificuldade de orientação, a dupla passou a usar um aplicativo de trilhas e seguiu pela chamada Trilha do Primata, em área de mata fechada e terreno acidentado. Ainda de acordo com o relato, em determinado ponto ficou inviável retornar, por causa da inclinação da trilha. Os dois decidiram continuar descendo e passaram a caminhar por pedras escorregadias próximas a uma cachoeira, cercada por vegetação densa. O acidente ocorreu entre 15h20 e 15h30. Ao tentar transpor uma árvore caída, Donia escorregou em uma pedra e caiu pela cachoeira. Karim relatou que tentou descer para prestar socorro, mas desistiu por conta do risco. Ele acionou ajuda por meio do responsável pelo imóvel onde estava hospedado e tentou ligar para o número de emergência 911, sem sucesso, já que o contato não funciona no Brasil. Ele então voltou pela trilha em busca de auxílio e conseguiu reunir um grupo de cerca de cinco pessoas. Mesmo assim, ninguém conseguiu acessar a área da queda em segurança. Resgate difícil O Corpo de Bombeiros foi acionado e mobilizou uma operação complexa. Os militares levaram várias horas para alcançar a vítima, sendo necessária a atuação de uma equipe especializada em salvamento em altura. O corpo de Donia foi localizado quase na madrugada de quinta-feira (4). Os agentes utilizaram técnicas de rapel. Investigação e próximos passos Policial da Deat utilizando técnicas de rapel devido à dificuldade de acesso ao local da queda Divulgação A polícia recolheu vídeos feitos pelo acompanhante do canadense durante o passeio. As imagens devem ajudar a reconstruir o trajeto, identificar o ponto exato da queda e esclarecer a cronologia dos fatos. A delegada Patrícia Alemany destacou que todas essas informações serão fundamentais para a conclusão do inquérito. “Pedimos que as autoridades revejam urgentemente as condições de segurança desse ponto turístico. Também alertamos que turistas que não conhecem a região e não estão acompanhados por um guia devem redobrar a atenção”, afirmou Alemany. O caso também levanta questionamentos sobre a segurança e a sinalização nas trilhas do parque, especialmente em áreas de difícil acesso e com grande circulação de turistas. “O ideal é sempre percorrer as trilhas do Rio de Janeiro acompanhado por um guia experiente ou por alguém que conheça bem o local. Existem associações sérias de guias e empresas de turismo de aventura no Rio que podem oferecer esse suporte com segurança”, completou a delegada. Corpo segue no IML O corpo de Donia Ahmed Mohamed Fawzi Mohammed foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) do Centro do Rio, onde permanece à espera de procedimentos legais e contato com a família. O ICMBio, responsável pelo Parque Nacional da Tijuca, disse que não foi acionado para atuar nesta ocorrência, assim como não foi comunicado pelas autoridades que prestaram socorro ao turista. Segundo o órgão, a trilha que leva à Cachoeira dos Primatas conta com sinalização informando sobre os riscos e perigos que existem em trilhas em locais naturais. A administração informou que avalia constantemente o aperfeiçoamento e ampliação da sinalização nas trilhas do parque e, no ano passado, 34 novas placas foram instaladas. O g1 entrou em contato com o Consulado do Canadá, que não respondeu aos questionamentos até a última atualização desta reportagem. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
By Johnbosco Agbakwuru Mr Mike Ejiofor, a security expert, is a former Director in the Department of State Service (DSS). In this interview, Ejiofor discusses the reasons for the upsurge of insecurity, especially in the South-West, and the challenges facing Nigeria Police, citing lack of equipment and funding. According to him, failure to establish state […] The post Abductions: Reason embattled terrorists descend on S/West, spare S/East, S/South, by Ejiofor, retired DSS Director appeared first on Vanguard News.
Jaslinda Saludin, the Malaysian hiker who went missing after descending Gunung Batu Putih mountain in Perak state’s Tapah two weeks ago, has been found and is now undergoing treatment. “Thank you to everyone involved, especially the police, Fire and Rescue Department personnel, NGOs, the Orang Asli (indigenous people) and all those who participated in the search operation,” said her husband, Haszman Othman, 61, who was full of gratitude over the successful rescue. He was met by the media at the...
For months, I and other journalists have been warning that the Peter Mandelson scandal was descending into a cover-up.
Festa do Vinho de Santana preserva tradição italiana em Piracicaba A tradicional Festa do Vinho de Santana, realizada por mais de 300 voluntários em Piracicaba (SP), busca manter viva a tradição italiana de mais de 130 anos da cidade. O evento reúne comidas típicas, apresentações musicais, danças e vinho. A edição deste ano será realizada neste fim de semana, na Praça Bortolo Vitti, localizada na Rua São Paulo, no distrito de Santa Teresinha de Piracicaba, com entrada gratuita. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Piracicaba no WhatsApp Segundo a organização, a estrela da festa será a venda e a degustação de vinhos de diversos tipos produzidos pelos moradores. O cardápio conta com pratos típicos, como a "cucanha", uma polenta misturada com ovos, linguiça, queijo e bacalhau. Tradição A festa, que chegará à 15ª edição em 2026, é promovida graças a cerca de 300 voluntários que ajudam na cozinha, limpeza e organização. A maioria é descendente de italianos, que chegaram ao distrito em 1893, vindos de Trento, na Itália. Segundo a voluntária Maria Emília Vitti, o sentimento de união da comunidade é o que incentiva a realização da festa. "Desde que comecei a fazer a primeira festa até hoje, sempre participei. É a solidariedade, a amizade, a alegria que as pessoas têm aqui", explicou. Outra novidade da edição deste ano é o museu comunitário, que conta com itens cedidos por moradores e que possuem entre oito e 12 mil anos de idade. De acordo com a organização, as peças raras contam a história de Piracicaba. 15ª Festa do Vinho é realizada por cerca de 300 voluntários da comunidade Reprodução/EPTV VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba
NEW YORK, June 6 - Road closures, bag bans and a gauntlet of security measures will greet fans at Madison Square Garden on Monday, as U.S. President Donald Trump descends on the heart of Manhattan to watch the New York Knicks play the San Antonio Spurs at home in Game 3 of the NBA Finals.
Café da Chapada de Minas se destaca pela qualidade e conquista consumidores no Brasil e no exterior Café Aranãs e Varietal/Arquivo pessoal Transformando desafios em possibilidades ao longo de décadas, produtores rurais estão consolidando a Chapada de Minas como uma importante região produtora de café de qualidade. Agora, o produto que sai dessas lavouras no Vale do Jequitinhonha tem sua origem, autenticidade e tradição reconhecidas por meio do selo de Indicação Geográfica (IG). ☝️Concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o selo atesta a reputação, o valor e a identidade de produtos de um determinado local. A certificação é um reconhecimento de que esses produtos têm qualidade única devido a uma combinação de fatores naturais e humanos. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Localizada no coração do Vale do Jequitinhonha , a Chapada de Minas evidencia que a perseverança, a resiliência e a dedicação dos produtores rurais com a lida na terra se converteram em riqueza e prosperidade, contrastando com o estigma da vulnerabilidade social e escassez hídrica atrelados à região. 📍A Chapada de Minas abrange os seguintes municípios: Água Boa, Angelândia, Aricanduva, Capelinha, Caraí, Carbonita, Catuji, Diamantina, Felício dos Santos, Franciscópolis, Itaipé, Itamarandiba, José Gonçalves de Minas, Ladainha, Leme do Prado, Malacacheta, Minas Novas, Novo Cruzeiro, Senador Modestino Gonçalves, Setubinha, Turmalina e Veredinha. A combinação do trabalho feito ao longo dos anos com o solo, a altitude e clima permite a produção de uma bebida de alta qualidade com as seguintes características: ☕Sabor: doce, achocolatado, caramelo com notas de frutas vermelhas ☕Aroma: intenso, amanteigado, com frutas vermelhas ☕Corpo: intenso e aveludado ☕Acidez: málica de média a alta ☕Finalização: equilibrada e prolongada A qualidade dos cafés produzidos na Chapada de Minas está sendo comprovada ainda com a conquista de notas acima de 80 pontos na metodologia da Specialty Coffee Association (SCA), que vai até 100. Para a avaliação, são considerados critérios como aroma, uniformidade, ausência de defeitos, doçura, harmonia, entre outros. Em um patamar diferenciado, a bebida pode ser vendida a um preço superior, atendendo aos consumidores e mercados mais exigentes em todo o mundo. Em 2022, foi realizada a primeira exportação direta de café especial para a Austrália e os produtores da região seguem conquistando prêmios nacionais e internacionais. Abaixo, estão alguns números relacionados à cafeicultura na região da Chapada, que possui uma população estimada em 362 mil pessoas: 🍃5,8 mil produtores 🍃400 mil sacas de café produzidas anualmente 🍃30 mil hectares plantados 🍃20 mil empregos gerados Lavouras de café geram 20 mil empregos na região Sebrae Busca pelo selo de IG A solicitação do selo de IG segue algumas etapas e, no contexto da Chapada de Minas, a criação do Instituto do Café da Chapada de Minas (ICCM), em 2018, foi um passo essencial para o registro. No ano seguinte, foi lançada a marca território “Chapada de Minas”, reforçando a procedência e a qualidade dos cafés produzidos. O ICCM - organização sem fins lucrativos - foi criado com o intuito de impulsionar o desenvolvimento da cafeicultura na região por meio de três pilares principais, educar, inspirar e colaborar. O Sebrae atua junto com a entidade desde o início com os objetivos de profissionalizar a gestão, aprimorar o modelo de produção e fortalecer a governança. A conquista da IG é fruto dessa pareceria. "A conquista da Indicação Geográfica representa um reconhecimento justo ao trabalho e ao empenho diário dos produtores, que se dedicam continuamente a elevar os padrões de qualidade do café da região”, afirmou o presidente do conselho deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva. Desde o início dos trabalhos, foram adotadas iniciativas para o desenvolvimento técnico e gerencial dos produtores, com treinamentos, capacitações, visitas técnicas a feiras e eventos do setor. Foram promovidos ainda Dias de Campo, que são imersões em propriedades consideradas modelos de boas práticas. “Além do impacto econômico, os cafés da Chapada de Minas ajudam a consolidar a identidade regional, o desenvolvimento da produção e do comércio, o reconhecimento de mercado e a competitividade para os diversos produtores no cenário nacional e internacional", completou Marcelo de Souza e Silva. A reportagem abaixo foi feita pela Inter TV e mostra a força da bebida produzida na Chapada de Minas: Reportagem mostra a força do café da Chapada de Minas Nada vence o trabalho! A produtora rural Carmen Lydia Meirelles foi a primeira presidente do ICCMG. Por oito anos, ela esteve no cargo. Para ela, a criação da entidade foi importante para unir a classe, que segue lutando por objetivos em comum. Nos últimos 20 dias de sua gestão, o selo de IG foi concedido. "Essa conquista é resultado de um trabalho árduo, construído com dedicação e perseverança ao longo dos anos. Destacamos, de forma especial, o papel fundamental do Sebrae como grande parceiro dos produtores da região, oferecendo suporte técnico, orientação e confiança em nosso potencial. A atuação conjunta com o ICCM foi decisiva para alcançarmos esse marco histórico.” Carmen Lydia faz parte da terceira geração de uma família de cafeicultores Café Aranãs e Varietal/Arquivo pessoal Recentemente, Carmen Lydia esteve no Canadá para uma rodada de negócios, e algumas das exigências feitas foram justamente as certificações e o pertencimento a uma região reconhecida. "Ser produtora em uma região com Indicação Geográfica reconhecida é importante devido à credibilidade que isso traz. Mostrar ao mundo que temos uma identidade, que somos organizados e temos nossas características únicas atrai a curiosidade e a vontade de conhecer nosso café, nosso produtor, nossa região." Carmen Lydia faz parte da terceira geração da família que trabalha com o café. "Os cafés produzidos por nós vêm, sim, conquistando muito interesse no mercado, fruto de muito trabalho e dedicação também. Todo trabalho, quando é reconhecido, traz para a gente uma satisfação e um conforto muito grandes. Nada vence o trabalho!" O trabalho realizado pelos produtores da Chapada convergem com dados do Governo de Minas Gerais sobre um cenário promissor para a safra de café deste ano, com a expectativa de que sejam colhidas 32,4 milhões de sacas, um aumento de 25,9% em relação a 2025. O estado é o maior produtor do país. "Acreditamos no café, amamos o café e vamos, cada vez mais, melhorar a qualidade e a produtividade." Amor e dedicação em cada xícara de café Cláudio Nakamura chegou na Chapada de Minas há 40 anos Sebrae Descendente de imigrantes japoneses, Cláudio Nakamura e a esposa, Élvia Nakamura, chegaram à região em 1986. A família dele já cultivava café no Paraná, mas foi para outros locais após uma geada devastadora em 1975. Foi com o trabalho na Chapada de Minas que o casal conseguiu sustentar os quatro filhos. "É com muita satisfação e alegria que vejo o nome da Chapada de Minas seguindo junto com esses cafés especiais maravilhosos e diferenciados, apreciados pelos brasileiros e pelo mundo afora." Com o otimismo de quem enfrentou todos os tipos de desafios ao longo de 40 anos à frente da própria fazenda, Cláudio e Élvia decidiram buscar novas oportunidades. Para isso, recorreram ao apoio de instituições como Emater, Senar e Sebrae, o que permitiu com que elevassem o nível de profissionalização do negócio, que agora conta com uma torrefação própria e comercializa três tipos de café: dark roast, blend e fermentado. Apesar das mudanças que ocorreram, o cafeicultor continua trabalhando com o mesmo desejo de sempre: levar café de qualidade ao maior número de pessoas. Ele acredita que cada xícara que chega ao consumidor carrega o trabalho, a dedicação e o amor de quem produz o café. "Até pouco tempo, os melhores cafés brasileiros eram apreciados somente pelos estrangeiros, mas eu gostaria que os brasileiros também pudessem ter acesso com facilidade e que valorizassem os nossos cafés, produzidos com toda a atenção para oferecer o melhor aos nossos consumidores." Depois de um tempo morando no Japão e, por conta da demanda crescente de trabalho na fazenda, que tem 62 hectares de café plantados, um dos quatro filhos de Cláudio e Élvia, Éder, voltou para trabalhar com os pais. "É uma honra trabalhar com meu pai e dar continuidade a esse trabalho que ele vem desenvolvendo na Chapada de Minas. É uma empresa que gera empregos e renda para a nossa região, além de trazer visibilidade pela qualidade do nosso produto. Tenho certeza também de que ele está feliz por ver que seu esforço ainda trará muitos frutos para seus filhos, netos, colaboradores e a comunidade em geral." A expectativa de Éder é que o selo de IG possa trazer novas oportunidades de negócios. "Com o reconhecimento da nossa IG esperamos alcançar novos mercados, melhorar o preço de venda dos nossos cafés e, consequentemente, incentivar e aumentar a quantidade de produtores da nossa região que investem em cafés especiais." Trocou égua por mudas de café Donizete Santiago em sua lavoura de café Arquivo pessoal A maior parte das propriedades da Chapada de Minas é dedicada à agricultura familiar. É o caso de Donizete Santiago, que trabalha ao lado da esposa, Lucimar Aparecida Domingos Silva, em Angelândia. No sítio da família, nove hectares são destinados ao cultivo de café. Antes da cafeicultura, o pai de Donizete produzia milho, feijão e mandioca. “Depois de alguns anos do início do plantio de café na região, conseguimos convencer meu pai a plantar um pouco. Como ele não tinha dinheiro para investir, vendeu uma potra e conseguimos comprar as primeiras mudas, mas continuamos com as outras lavouras”, contou. Donizete é o mais novo de 14 filhos e trabalha no campo desde os sete anos. “Nunca saí daqui, sempre morei aqui”, disse com orgulho. Sem conhecimento técnico, a família cultivava o café da maneira que era possível. Com o passar dos anos e diante das dificuldades, Donizete decidiu investir na profissionalização da produção. “Antes, tudo era na base da força bruta. Hoje contamos com tecnologia e sabemos que podemos escolher caminhos para produzir mais e melhor. Mesmo com 52 anos, procuro sempre me especializar. No café, aprendemos algo novo todos os dias. A cada visita, viagem ou dia de campo, vejo o que posso melhorar na propriedade.” O produtor também destaca a importância da união entre os cafeicultores, por meio da criação do ICCM, para dar visibilidade à produção local. “O ICCM ajudou a levar o nome do Vale do Jequitinhonha para o Brasil e para o mundo, trazendo reconhecimento para as riquezas da região.” Em 2022, o ICCM inaugurou em sua sede, em Capelinha, o primeiro laboratório de provas de café da Chapada de Minas. O espaço avalia amostras e disponibiliza um documento com informações detalhadas sobre o produto. “Eu envio uma amostra e o ICCM me fornece um laudo. Antes, eu não sabia qual era a qualidade do meu produto. Hoje, sei exatamente o que estou vendendo e quanto posso ganhar.” A recente conquista do selo de Indicação Geográfica (IG) representa, para Donizete, mais um passo para realizar um sonho: "No futuro, minha vontade é trabalhar aqui com minha esposa e nossas duas filhas. Queria que todos pudéssemos tirar o sustento daqui." “Agora, com o selo de IG, nosso café passa a ter origem certificada. Antes, ele saía daqui e era vendido como produto de outras regiões. Com esse registro, será reconhecido em qualquer lugar do mundo pela qualidade e pela forma como é produzido.” O pai de Donizete, já falecido, não chegou a presenciar as mudanças recentes na Chapada de Minas, mas segue sendo uma referência para o produtor. “Meu pai ficaria muito satisfeito com tudo que temos vivido hoje. Agora, na época da colheita, penso muito nele. Mesmo sem o conhecimento técnico que temos hoje, ele sempre dizia que a gente precisava melhorar.” Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG Veja outras notícias da região em g1 Grande Minas.
Prince William was seen giving his cousin Princess Beatrice a kiss on the cheek today as the royals descended on All Saints Church in Gloucestershire today to celebrate Peter Phillips' second wedding.
On Friday night, Madonna and a dedicated legion of her fans descended upon the iconic Beacon Theater on Manhattan’s Upper West Side for the premiere of “Confessions II – The Film.” The screening was followed by a Q&A with the queen of pop herself, alongside directing duo TORSO, otherwise known as David Toro and Solomon […]
A onça-pintada (Panthera onca), maior felino das Américas e principal predador da América do Sul, tem enfrentado uma redução crescente de sua população e precisa lutar contra diferentes ameaças, como a caça, os atropelamentos, a perda de habitat e até os impactos das mudanças ambientais provocadas pela ação humana. No Contínio de Paranapiacaba, o projeto de monitoramento fotográfico dos animais identificou que a população monitorada caiu pelo menos metade entre 2020 e 2023, considerado um sinal de alerta para os especialistas. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Ao g1, a bióloga e analista ambiental Beatriz de Mello Beisiegel, coordenadora do projeto "as onças pintadas do Contínuo de Paranapiacaba, explica que a perda de habitat de qualidade é um dos principais fatores que impactam a sobrevivência dos felinos. "Um dos motivos é a diminuição de habitat e de qualidade de habitat. As estradas como a SP-250 são parte importante disso. Em 2009-2011 fizemos a primeira estimativa populacional de onças pintadas da região. Em 2020-2023 atualizamos esta estimativa, e a população da espécie diminuiu pelo menos pela metade", comenta. O Contínuo de Paranapiacaba é uma maiores áreas contínuas de Mata Atlântica remanescente, formada pelos parques estaduais Intervales (PEI), Turístico do Alto Ribeira (Petar), Nascentes do Paranapanema (Penap), Carlos Botelho (PECB), estes na região de Itapetininga (SP), e Estação Ecológica de Xitué (EEX), além das Áreas de Proteção Ambiental da Serra do Mar (APA) e dos Quilombos do Médio Ribeira (APA) e grandes florestas particulares. Beatriz explica que as onças-pintadas dependem de extensos corredores florestais para se deslocarem de forma segura e manterem hábitos essenciais à sua sobrevivência. "Para a onça- pintada é muito importante que não seja uma floresta fragmentada. Do maciço florestal até Itapetininga, até as regiões mais ao norte, tem 'corredorzinhos' de mato ciliar, corredorzinhos de áreas de preservação permanente, de reserva legal, que para as onças-pardas, para muitos mesocarnívoros, são usados, Mas para as onças-pintadas não, porque em geral elas só usam o contínuo florestal que vai desde Tapiraí a Miracatu, até na verdade o norte do Paraná", detalha. O Contínuo de Paranapiacaba tem cerca de 4 mil quilômetros quadrados de floresta contínua, incluindo áreas particulares Divulgação Animais monitorados Casal de onças-pintadas é avistado atravessando pista de rodovia no interior de SP Em 17 de maio, um casal de onças-pintadas foi avistado atravessando a pista da Rodovia Sebastião Ferraz de Camargo Penteado (SP-250), entre Guapiara e Apiaí (SP). Na época, a Fundação Florestal disse que os felinos são conhecidos na região e até possuem nomes de batismo, Escuro e Estrela. Dar nome aos animais monitorados é uma estratégia utilizada pelo projeto para aproximar a população e estimular a proteção das onças-pintadas. No entanto, segundo a bióloga Beatriz, não é possível afirmar que o casal flagrado no vídeo seja, de fato, formado pelos animais conhecidos como Escuro e Estrela. “Dar nome aos bichos e contar a história de cada um realmente conquista as pessoas. Os moradores da região do Petar têm uma relação muito próxima com as onças e, por isso, logo associaram os animais ao Escuro e à Estrela. Mas não dá para fazer essa identificação com segurança, porque as imagens foram feitas de longe e nós identificamos os indivíduos pelas rosetas, que não aparecem no vídeo”, explica. As rosetas citadas pela coordenadora são as manchas em formato de anel ou flor encontradas na pelagem da onça-pintada. “Algumas características podem ajudar na identificação, como a região onde o animal costuma circular ou até comportamentos específicos. Mas a confirmação só acontece quando conseguimos visualizar as rosetas”, afirma. Onça-pintada era monitorada por projeto ambiental na região de Guapiara e Capão Bonito Beatriz de Mello Beisiegel/ICMBio LEIA TAMBÉM: Onça-parda é encontrada 'descansando' em cima de árvore de bairro residencial no interior de SP 'RG Pet' permite identificação por QR Code e ajuda a localizar animais perdidos; veja os nomes mais registrados e saiba como fazer Enterrado vivo e abandonado no lixo: cães resgatados superam traumas e ganham novos lares no interior de SP Beatriz explica que fotos e vídeos nem sempre permitem uma identificação completa, já que o ângulo, os movimentos do animal e a incidência da luz podem ocultar parte das manchas. A bióloga relata que a fêmea Estrela possivelmente teve um filhote no fim de 2024 e que Escuro seria o pai. Cerca de três meses antes de ela começar a ser registrada com sinais de que havia parido recentemente, o casal foi filmado acasalando diante de uma armadilha fotográfica, período compatível com a gestação da onça-pintada. “Nós observamos uma situação muito típica de uma fêmea com filhote recém-nascido. Ela foi filmada repetidas vezes perto da SP-250, uma área perigosamente próxima da rodovia. As fêmeas costumam deixar os filhotes escondidos em um abrigo e saem para caçar nas proximidades durante os primeiros meses de vida”, explica. Cerca de seis meses depois desses registros incomuns de Estrela, uma armadilha fotográfica captou imagens de um filhote de onça-pintada, que a pesquisadora acredita ser descendente do casal. “Depois disso ele desapareceu dos registros, mas isso não significa que tenha ido embora. As fêmeas costumam proteger os filhotes das armadilhas fotográficas, e é muito raro conseguirmos imagens deles. Inclusive, um dos animais filmados recentemente pode ser esse filhote já crescido, porque a Estrela utiliza justamente a área onde o casal foi registrado”, afirma. Beatriz alerta que o trecho da SP-250 onde as onças foram filmadas é considerado crítico para a fauna devido ao intenso fluxo de veículos e à ausência de passagens que permitam a travessia segura dos animais entre os fragmentos de mata. Onças voltaram para área de mata Reprodução/Redes sociais O predador humano Apesar do risco de atropelamentos, a caça ainda representa a principal ameaça às onças-pintadas da região. Após a divulgação do vídeo gravado em Guapiara, algumas pessoas chegaram a comentar que os animais deveriam ser mortos por supostamente representarem perigo. Segundo Beatriz, cada indivíduo perdido causa um impacto significativo em uma população que já é pequena e vulnerável. “Quando uma onça é morta, o prejuízo para a população é enorme. Estudos de viabilidade populacional mostram que, em grupos reduzidos, a perda de qualquer animal altera profundamente a dinâmica da espécie. E o impacto é ainda maior quando se trata de uma fêmea em idade reprodutiva”, afirma. A pesquisadora cita o caso da onça Soneca, monitorada pelo projeto com um colar de rastreamento. O animal foi capturado em junho de 2014 e morto quatro meses depois. “Ela tinha cerca de seis anos quando foi monitorada e ainda poderia se reproduzir por muitos anos. Uma única fêmea pode gerar várias ninhadas ao longo da vida. Ao perdermos uma onça dessas, deixamos de ter futuros filhotes que ajudariam a manter a população”, explica. Ela destaca que a população de onças do contínuo de Paranapiacaba funciona como um único sistema interligado. Os mesmos indivíduos registrados em parques e reservas diferentes podem percorrer grandes distâncias entre áreas protegidas. “Muitas pessoas ainda acreditam que existem muitas onças na região, mas isso não é verdade. O mesmo animal fotografado em Carlos Botelho pode aparecer depois no Petar. Não estamos falando de populações isoladas e numerosas, mas de um grupo pequeno, conectado e extremamente vulnerável. Por isso, a morte de cada onça faz uma diferença enorme para a sobrevivência da espécie”, conclui. Beatriz reforça que, embora a onça-pintada seja considerada o principal predador terrestre das Américas, ataques a seres humanos são extremamente raros. Segundo ela, nunca houve registro desse tipo de ocorrência no Contínuo de Paranapiacaba. “Qualquer pessoa que tenha visto uma onça-pintada na natureza, deve saber que é é um contato à distância, porque o bicho tem algo chamado distância de fuga, ou seja, é uma distância a partir da qual ele já não se sente confortável em estar perto de um ser desconhecido e a partir dessa distância ele foge. Se ele não tiver como fugir, pode atacar", explica A bióloga destaca que situações de ataque costumam estar associadas a circunstâncias específicas, como quando o animal não encontra rota de escape, está defendendo alimento, filhotes ou disputando território e parceiros reprodutivos. “Um bicho lutando por alimento ataca, que teve uma proximidade forçada com o ser humano ataca, se você se aproximar de um filhote, uma mãe acompanhada por filhote é mais agressiva. Bichos em situação de acasalamento ou de briga por uma parceira podem atacar", lista. Questionada sobre a importância da preservação da espécie, Beatriz destaca a fragilidade da população remanescente na região. “Porque sobraram poucas. Estamos falando de uma população muito pequena e vulnerável. Conhecemos alguns desses indivíduos e dois deles foram flagrados atravessando uma rodovia extremamente perigosa, por onde passam caminhões diariamente. Elas precisam ser protegidas porque enfrentam inúmeras ameaças e correm riscos constantes para sobreviver”, conclui. Onça-pintada registrada por armadilha fotográfica no Contínuo de Paranapiacaba Onças do Contínuo de Paranapiacaba/Divulgação Diferença entre pardas e pintadas Segundo a bióloga Beatriz, as diferenças entre a onça-parda e a onça-pintada vão além da aparência e ajudam a explicar por que a segunda depende mais de grandes áreas contínuas de floresta para sobreviver. "A onça-parda tem ou pelo menos tinha uma das maiores distribuições geográficas entre os mamíferos terrestres das Américas, ocorrendo desde o norte do Canadá até o sul da Argentina. É menor que a onça-pintada, costuma pesar entre 30 e 50 quilos e tem maior capacidade de adaptação a diferentes ambientes", detalha. "Já as onças- pintadas ocorrem, ocorriam antigamente, até o limite norte, seria tipo Colorado nos Estados Unidos, até a Argentina, também Uruguai, Paraguai, mas elas estão bem mais restritas agora. É um bicho maior, mais forte, mais poderoso, é o predador de topo", completa. Onça-parda e onça-pintada possuem diferenças além da aparência, aponta bióloga Zoológico do Rio e Mayke Toscano/Secom-MT De acordo com a coordenadora, a relação entre as duas espécies também influencia o uso do território. Como ambas podem se alimentar de presas semelhantes, elas desenvolveram estratégias para reduzir a competição por alimento e espaço. "Em regiões onde as populações de onça-pintada são abundantes, como em partes da Amazônia, as onças-pardas costumam evitar áreas mais utilizadas pela espécie. Enquanto a onça-pintada ocupa ambientes como várzeas e florestas de terra firme, a onça-parda tende a utilizar áreas mais elevadas, como topos de morro", aponta. Além disso, a onça-parda pode direcionar a caça para presas menores ou diferentes daquelas preferidas pela onça-pintada. Essas adaptações permitem que as duas espécies coexistam em uma mesma região com menor disputa por recursos. Segundo Beatriz, esse cenário ocorre principalmente em locais onde as populações de onça-pintada ainda são consideradas saudáveis. Em áreas onde a espécie está reduzida, como em parte da Mata Atlântica, a dinâmica entre os felinos pode ser diferente. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Young students gathered in New Delhi on Saturday for the first street protest by the satirical “Cockroach Janta Party” (CJP) over alleged irregularities in recent major examinations. Carrying paper cockroach masks and pamphlets, the protesters called for the resignation of Education Minister Dharmendra Pradhan who has faced criticism over the irregularities, including question paper leaks and technical glitches. The CJP has garnered millions of followers on social media since its launch last month. Modi’s government has blocked the movement’s X account in the country, a move the CJP has challenged in a Delhi court. Political analysts say the group’s popularity has begun to dent Modi’s image despite his party’s recent victories in key state elections, even as wider frustration grows over rising fuel prices and gas shortages brought by the Iran war. Abhijeet Dipke, head of the Cockroach Janta Party (CJP), holds a copy of “My Autobiography” by Dr. B. R. Ambedkar as he gestures towards his supporters upon his arrival at an airport in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters Abhijeet Dipke, head of the Cockroach Janta Party (CJP), holds a copy of “My Autobiography” by Dr. B. R. Ambedkar upon his arrival at an airport in New Delhi, India, June 6, 2026. —Reuters Supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) gather during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters A person wearing a mask holds a poster which reads “I am a Cockroach”, as supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) await the arrival of Abhijeet Dipke, head of the CJP, on the day of a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters Supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) gather during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters Abhijeet Dipke, head of the Cockroach Janta Party (CJP), speaks to supporters of the CJP during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters Cockroach Janta Party (CJP) founder Abhijeet Dipke (C, right) shouts slogans during a protest over alleged irregularities in the country’s major examinations, in New Delhi on June 6, 2026. —AFP Abhijeet Dipke, head of the Cockroach Janta Party (CJP), requests supporters to maintain peace during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters A person wears a cockroach themed mask, as supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) await the arrival of Abhijeet Dipke, head of the CJP, on the day of a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters Abhijeet Dipke, head of the Cockroach Janta Party (CJP), speaks to supporters of the CJP during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters A person wears a cockroach themed mask, as supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) await the arrival of Abhijeet Dipke, head of the CJP, on the day of a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India, June 6, 2026. — Reuters Cockroach Janta Party (CJP) founder Abhijeet Dipke (C) takes part in a protest over alleged irregularities in the country’s major examinations, in New Delhi on June 6, 2026. —AFP Cockroach Janta Party (CJP) supporters shout slogans during a protest over alleged irregularities in the country’s major examinations, in New Delhi on June 6, 2026. —AFP Supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) gather during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India on June 6, 2026. —Reuters A person holds a cockroach themed mask, as supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) await the arrival of Abhijeet Dipke, head of the CJP, on the day of a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India, June 6, 2026. — Reuters Header image: A girl wears a cockroach themed mask, as supporters of the Cockroach Janta Party (CJP) listens to Abhijeet Dipke, head of the CJP, during a sit-in protest demanding the resignation of Indian Education Minister Dharmendra Pradhan, in New Delhi, India, June 6, 2026. — Reuters
PARIS, June 6 — Airline executives descend on Rio this weekend to weigh the prospects for an industry grappling wi...
Una película indaga las estafas que explotan el ansia de reconocimiento de los descendientes de los que se alistaron por necesidad y en busca de una mayor aceptación social y política, que no lograron
A massive show of federal force descended on Columbus, Ohio, on Thursday following a Daily Wire investigation into Medicaid, with top Trump administration officials including Attorney General Todd Blanche, and the head of Medicaid Dr. Mehmet Oz on the ground to announce major anti-fraud initiatives.
The Lenape were forced out of their ancestral lands centuries ago. Now in Oklahoma, their descendants feel the pull of homeland in the east.