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Alors que les procureurs généraux étaient convoqués ce lundi 8 juin par le ministre de la Justice dans le sillage de l’affaire Lyhanna, des parquetiers rappellent leurs conditions de travail dégradées pour faire face au fléau des violences sur mineurs.
Prime Minister Shehbaz Sharif along with a delegation calls on President Asif Ali Zardari at the President's House, Islamabad, on June 8, 2026. — X/@PresOfPakistanThe Pakistan Peoples Party has emerged as the single largest party in the Gilgit-Baltistan Assembly...
Homem fica ferido após caminhão invadir depósito em Jaguaquara Um homem teve parte de uma das pernas esmagada, no domingo (8), após ser prensado por um caminhão, na cidade de Jaguaquara, no sudoeste da Bahia. O acidente aconteceu em uma feira que funciona em um galpão, nas proximidades da Central de Abastecimento (Ceasa) do município. Conforme apurou a TV Sudoeste, afiliada da Rede Bahia na região, testemunhas contaram que o motorista fazia um reparo na cabine, quando o caminhão ficou desgovernado e invadiu o imóvel. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Imagens feitas logo após o acidente mostram que o veículo passou muito próximo da parede do galpão, arrastando o que estava na frente. Também é possível ver pessoas ao tentar socorrer a vítima. Homem tem perna esmagada após ser prensado por caminhão na Bahia Reprodução/TV Sudoeste O homem, que não teve o nome divulgado, foi levado para o Hospital Municipal pelas testemunhas, e, em seguida, foi transferido para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, na mesma região. O estado de saúde dele não foi informado. Também não há detalhes ainda sobre o que provocou o acidente. O caso será apurado. LEIA MAIS: Morre segunda vítima de acidente com caminhão que caiu de ponte em rodovia no extremo sul da Bahia Homem morre após acidente entre caminhão e motocicleta no extremo sul da Bahia Motorista de caminhão envolvido em acidente que matou 16 pessoas na Bahia será encaminhado a presídio Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
Como Trump tenta influenciar eleições em outros países e por que seu apoio nem sempre tem o resultado esperado Getty Imagens via BBC Quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou apoio "completo e total" ao candidato da direita na eleição presidencial colombiana, no fim de maio, ele estava repetindo um gesto raro entre seus antecessores, mas cada vez mais comum neste segundo mandato. O candidato, Abelardo De La Espriella, disputará o segundo turno com Iván Cepeda, do partido Pacto Histórico, o mesmo do presidente Gustavo Petro. Em sua rede social, Truth Social, Trump parabenizou De la Espriella, a quem chamou pelo apelido de "El Tigre", pela vitória no primeiro turno. "Abelardo enfrentará um marxista de esquerda radical no segundo turno em 21 de junho", acrescentou, referindo-se a Cepeda. "Os resultados desta eleição são de extrema importância para o futuro da Colômbia e para suas relações com os Estados Unidos." De La Espriella agradeceu Trump pelo "apoio decisivo". Cepeda, por sua vez, denunciou o que descreveu como "tom intervencionista" e exigiu respeito à soberania da Colômbia. Por que o PIX está na mira de Trump? A Colômbia é apenas o exemplo mais recente em que Trump tenta influenciar o resultado de um pleito ao manifestar preferência por determinado candidato ou partido. Também fazem parte dessa lista crescente países como Argentina, Honduras, Hungria e Japão, entre vários outros. Embora, historicamente, os Estados Unidos tenham interferido em eleições de diversos países no passado, a maneira como isso tem sido feito pelo governo Trump tem chamado a atenção. "Geralmente era feito de maneira velada, não costumava ser explícito por parte dos presidentes", diz à BBC News Brasil o professor de História Mikael Wolfe, da Universidade Stanford, na Califórnia. "Era raro um presidente, antes de Trump, intervir diretamente em uma eleição em andamento e de forma tão pública", afirma Wolfe. "Trump rompeu com o modus operandi." Em vez de operações secretas da CIA, a agência de inteligência americana, como documentado durante a Guerra Fria, ou de manifestações sutis da diplomacia em defesa de eleições justas e transparentes, Trump recorre às redes sociais para pedir votos abertamente, às vezes com ameaças, para candidatos alinhados ideologicamente. O presidente americano, que iniciou o segundo mandato com uma retórica de não-intervencionismo, também se destaca pela escala de seu envolvimento em assuntos domésticos de outros países. "Neste momento, o governo Trump adota uma postura de buscar de alguma forma influenciar todas as eleições que ele acompanha", diz à BBC News Brasil o cientista político Oliver Stuenkel, pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment for International Peace. "Na América Latina, o que se vê é que algum tipo de opinião ou de tentativa de influenciar virou regra", observa. "A exceção agora é o governo americano não fazer isso." Stuenkel lembra que, às vésperas do segundo turno nas eleições presidenciais peruanas, no domingo (7/6), muitos se perguntavam por que Trump ainda não havia declarado apoio à candidata da direita, Keiko Fujimori. Nesse contexto, crescem no Brasil discussões sobre a possibilidade de que os Estados Unidos tentem interferir nas eleições presidenciais de outubro. A percepção de tentativa de interferência foi reforçada nas últimas semanas, com a decisão do governo americano de classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas e com ameaças de novas tarifas contra produtos brasileiros. Essas medidas foram anunciadas poucos dias após uma visita a Washington do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, aliado de Trump. Vinte dias antes, o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deverá buscar a reeleição em outubro, havia sido recebido por Trump na Casa Branca, em mais um sinal de aproximação após meses de tensão entre os dois países no ano passado. Diante desse cenário, há no Brasil a expextativa de que, com ou sem tentativa de interferência americana, temas ligados à política externa e às relações entre Brasília e Washington devem ganhar relevância na campanha. O impacto do apoio de Trump Mesmo que Trump busque influenciar a eleição brasileira, é difícil medir o possível impacto. Em alguns países, os candidatos apoiados por ele saíram vitoriosos. Nas eleições legislativas da Argentina, em outubro do ano passado, Trump foi além da mera manifestação pública de apoio, e sugeriu que o auxílio financeiro ao país dependia da vitória da coalizão do presidente Javier Milei, seu aliado. "Se ele perder, não seremos generosos com a Argentina", disse o americano. A coalizão de Milei conquistou uma vitória clara no pleito, que foi comemorada por Trump em sua rede social: "GRANDE VITÓRIA na Argentina para Javier Milei, um candidato maravilhoso apoiado por Trump!" Um mês depois foi a vez de Trump se manifestar sobre a eleição presidencial de Honduras, declarando apoio ao conservador Nasry Asfura em várias postagens e insinuando que, caso o candidato fosse derrotado, os Estados Unidos não continuariam a destinar recursos ao país. Após a votação, em meio a um longo processo de contagem de votos, Trump postou, sem oferecer provas, que autoridades eleitorais estavam tentando "mudar os resultados" do pleito. Asfura acabou sendo eleito por pequena margem. Pouco antes das eleições legislativas do Japão, em fevereiro, Trump postou mensagem de apoio à coalizão da primeira-ministra Sanae Takaichi, que acabou conquistando uma vitória considerada histórica. "Como presidente dos Estados Unidos da América, é minha Honra conceder o meu Apoio Completo e Total a ela e ao que a sua altamente respeitada coalizão está representando", postou Trump antes do pleito. No ano passado, em visita à Polônia, a então secretária de Segurança Interna americana, Kristi Noem, pediu abertamente aos poloneses que votassem no candidato conservador, Karol Nawrocki, que acabou eleito presidente. No entanto, se nesses casos os candidatos apoiados pelo governo Trump saíram vitoriosos, em outros países a interferência americana parece não ter ajudado, ou até mesmo atrapalhado, aparentemente favorecendo partidos opostos à agenda de direita. Durante as eleições parlamentares da Hungria, em abril deste ano, Trump manifestou diversas vezes apoio ao então primeiro-ministro, Viktor Orbán, seu aliado próximo. O presidente americano Donald Trump e o ex-líder húngaro Viktor Orbán, à direita Getty Images via BBC "Hungria: SAIAM ÀS RUAS E VOTEM EM VIKTOR ORBÁN", escreveu Trump em uma das várias postagens na Truth Social. "Ele é um verdadeiro amigo, um lutador e um VENCEDOR, e tem o meu Apoio Completo e Total para a sua Reeleição como Primeiro-Ministro da Hungria." O vice americano, JD Vance, chegou a visitar Budapeste poucos dias antes da votação, para demonstrar o apoio do governo americano à campanha de Orbán. Apesar desses esforços, Orbán acabou derrotado por Péter Magyar. No Canadá, a interferência americana acabou prejudicando o candidato conservador nas eleições do ano passado. Em vez de apoio explícito, a influência de Trump se deu principalmente por meio de tarifas e provocações, ao insistir que o Canadá deveria ser anexado como o 51º Estado americano. Essas declarações acabaram despertando uma onda de orgulho nacional no Canadá. O Partido Conservador, de Pierre Poilievre, à frente nas pesquisas até a reta final, foi derrotado pelo Partido Liberal, do primeiro-ministro Mark Carney. "Quando um país é muito dependente e não possui nenhuma capacidade de resistir a esse tipo de interferência, como é o caso de Honduras, acho que o eleitor sabe que uma boa relação com os Estados Unidos é fundamental para o bem-estar do país", diz Stuenkel. "Em países menos expostos, onde a tentativa de influenciar é vista como uma interferência indevida, há um risco de isso virar algo contraproducente", afirma . "[No Canadá], as ameaças criaram um problema para o candidato pró-Trump, que virou alvo de críticas. Nesse caso, as ameaças de Trump decidiram a eleição, deram a vitória a Mark Carney", salienta Stuenkel. O que esperar nas eleições no Brasil No caso do Brasil, um país que não tem tanta dependência dos Estados Unidos, tentativas anteriores de interferência de Trump parecem não ter surtido o efeito desejado. No ano passado, o governo Trump adotou uma série de medidas em resposta ao que descreveu como "perseguição" sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. As medidas incluíram tarifas sobre produtos brasileiros e sanções a autoridades, como restrições financeiras ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Mas a pressão americana não ajudou Bolsonaro, que em setembro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após perder a eleição de 2022. "Toda vez que Trump meio que intervém, posta algo em suas redes, seja para favorecer Bolsonaro ou para tentar punir Lula de alguma forma, por meio de tarifas ou outros meios, isso parece reverter em benefício do próprio Lula", observa Wolfe. Em reação às medidas americanas, o presidente Lula adotou uma postura de defesa da soberania nacional que, segundo pesquisas, parece ter aumentado seu apoio. "As tarifas no ano passado produziram uma reação entre as elites empresariais em São Paulo, e no país como um todo", diz à BBC News Brasil o cientista político Will Freeman, pesquisador do Council on Foreign Relations. "Eles acreditaram em Lula quando Lula disse que isso era um comportamento traidor." Stuenkel lembra que a questão da soberania é algo muito enraizado no Brasil, o que torna mais difíceis tentativas de influenciar as eleições vindas de fora. Em 2018, quando Jair Bolsonaro venceu a eleição, ele foi apelidado por muitos como "o Trump dos trópicos", devido à sua afinidade com o presidente americano, que estava na época em seu primeiro mandato. No entanto, naquela eleição o governo americano manteve a neutralidade diplomática padrão, e foi somente após a vitória de Bolsonaro que Trump se manifestou oficialmente, parabenizando o brasileiro. No pleito de 2022, quando estava fora da Casa Branca, Trump apoiou abertamente Bolsonaro e pediu que os brasileiros votassem nele, mas a disputa foi vencida por Lula. Naquela eleição, também houve relatos de que o governo do então presidente americano Joe Biden teria feito uma "campanha de pressão silenciosa" para instar líderes políticos e militares do Brasil a respeitar a democracia brasileira. Flávio Bolsonaro se encontrou com Trump na Casa Branca no final de maio Reprodução/Instagram/@FlavioBolsonaro via BBC O governo americano estaria preocupado com a possibilidade de uma crise institucional no Brasil, em meio a alegações de fraude nas urnas feitas por Bolsonaro. As ações dos Estados Unidos foram criticadas por alguns como intromissão nas eleições brasileiras. "Acho que a forma como os democratas (do partido de Biden) viam é que o processo estava em risco, e que eles estavam defendendo o processo, não um candidato ou outro", diz Freeman. "Os conservadores olharam para isso e disseram 'vocês podem dizer que estavam defendendo o processo, mas o que fizeram beneficiou a centro-esquerda, ou esquerda, ou como queiram chamar'", observa. "Então, acho que há um debate aí. Mas, para mim, a diferença clara é que os democratas e Biden foram muito cuidadosos em justificar publicamente suas políticas como orientadas pelo processo, para garantir que o processo fosse respeitado, independentemente de quem ganhasse", afirma Freeman. "Enquanto Trump nem se dá ao trabalho de fazer isso. Acho que ele não se importa se alguém o acusar de intervir a favor de um candidato, ele está obviamente fazendo exatamente isso", destaca. Interesses americanos e 'queda de braço' Trump não é o primeiro presidente americano a tomar partido em eleições. Alguns anos atrás, um levantamento do cientista político americano Dov Levin encontrou mais de 80 episódios nos quais os Estados Unidos interferiram em eleições estrangeiras no período entre 1946 e 2000. Mas quando se buscam exemplos de apoio feito de maneira tão aberta, são raros os casos citados. Wolfe, da Universidade Stanford, menciona a eleição presidencial na Nicarágua em 1990, disputada pelos sandinistas e pela oposição, que era apoiada pelos Estados Unidos. "(O presidente americano na época) George H. W. Bush (1989-1993) deixou claro que, se os sandinistas vencessem, a guerra dos Contras (contra o governo) na Nicarágua e as sanções comerciais continuariam", diz Wolfe. "Foi uma interferência explícita, e a oposição acabou vitoriosa." Outro exemplo comumente citado é de Bill Clinton (1993-2001), cujo governo, temendo a volta do comunismo na Rússia, forneceu ajuda política, financeira e diplomática ao presidente russo Boris Yeltsin, na década de 1990. "Mas não foi algo tão explícito, não foi Bill Clinton escrevendo uma carta ao povo russo", observa Stuenkel. "Agora é completamente aberto e inclusive chega a atrapalhar outras estratégias chave dos Estados Unidos." Uma das diferenças frequentemente apontadas entre a postura do governo Trump e a de seus antecessores é em relação às motivações ao buscar interferir em outros países. Antes, os objetivos costumavam ser estratégicos, para avançar interesses americanos. "Trump parece mais preocupado com a lealdade declarada desses líderes do que com suas posições em questões como Estados Unidos versus China", diz Freeman. "Está apoiando pessoas apenas por serem de direita, mesmo que não estejam trazendo grandes resultados nas prioridades geopolíticas dos Estados Unidos." Freeman ressalva que, no caso da América Latina, há a questão dos cartéis de drogas, importante para o governo Trump. "Acho que veem a eleição desses líderes de direita como parte de um plano para alinhar os países do hemisfério em uma abordagem militarizada contra os cartéis." No entanto, além de quebrar normas diplomáticas, apoiar publicamente determinado candidato no exterior pode prejudicar as relações bilaterais, que passam a ser baseadas em afinidades entre líderes individuais em vez interesses compartilhados entre os países. Além disso, há o risco de o candidato favorecido perder. "Esse intervencionismo partidário introduz uma instabilidade na relação bilateral", observa Stuenkel. "Ou você estabelece relações sólidas pra tentar conter a China (na América Latina, como defende um grupo dentro do governo), ou você quer apoiar governos de direita, e isso inevitavelmente produz uma fricção com governos de esquerda." No caso das relações com o Brasil, há dois grupos no governo americano que disputam a atenção de Trump: um mais pragmático e outro mais ideológico e alinhado à direita. Essa ala ideológica é liderada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, que recentemente descreveu o Brasil como um país que não é amigável aos interesses americanos. "Há uma verdadeira queda de braço em relação ao Brasil", salienta Freeman. "São apenas algumas poucas pessoas profundamente interessadas nesse assunto, e elas estão puxando Trump para uma direção ou outra, um dia após o outro." "Esses lobbies específicos, é interessante como isso virou uma espécie de alavanca para direcionar a política da Casa Branca para a América Latina, e como pode ser usado em eleições futuras", diz Freeman. "Não é apenas Trump fazendo isso por preferência pessoal, porque acorda pensando e se importando com a Colômbia ou algo do tipo." Para Stuenkel, a postura explícita de Trump ao apoiar candidatos ao redor do mundo faz parte também de uma erosão mais abrangente das normas segundo as quais um presidente não se intrometia em eleições de outros países. "Tem a ver, em parte, com uma maior articulação, sobretudo da direita, no âmbito internacional. Há uma rede muito coesa, uma maior interlocução em todas as áreas, seja de comunicação, construção de narrativa", afirma Stuenkel. "Trump é um símbolo disso. Mas acho que esse é um fenômeno que veio pra ficar e que vai além dele."
Bandar Al-Khorayef said that he he sure there is room for a lot of cooperation
The global investment climate cannot be currently considered ideal but the specific feature of the industry and the mining sector is that investments there are made usually for a very long term, Bandar Al-Khorayef said
Ministro Edson Fachin discursa durante a abertura do VI Congresso Brasileiro de Direito e Políticas Públicas. Reprodução/GloboNews O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira (8) que o órgão estuda novos mecanismos de transparência para dar publicidade a valores pagos em atraso à magistratura e aperfeiçoar a divulgação de informações sobre a remuneração do Judiciário. A declaração foi feita durante a abertura do VI Congresso Brasileiro de Direito e Políticas Públicas, em São Paulo, dias após o ministro criar um grupo de trabalho para fazer um pente-fino nos chamados "penduricalhos" pagos a magistrados. Segundo Fachin, as medidas vêm sendo discutidas no âmbito do Observatório Nacional sobre Integridade e Transparência (ONIT), criado durante sua gestão à frente do CNJ. Entre as iniciativas em estudo, ele citou mecanismos de transparência para pagamentos retroativos a magistrados, o aperfeiçoamento da proposta do contracheque único nacional, a revisão de instrumentos de transparência remuneratória e propostas para ampliar a publicidade de fundos administrados pelo Poder Judiciário. "Todas essas iniciativas possuem um elemento comum: o fortalecimento da legitimidade institucional por meio da transparência", afirmou. Ao defender as medidas, o presidente do CNJ disse que a confiança da sociedade nas instituições depende não apenas da fundamentação das decisões judiciais, mas também da transparência e da prestação de contas por parte do Judiciário. "Transparência, integridade e, para usar a palavrinha da moda, accountability — ou seja, a necessidade de prestar contas — não são temas acessórios. São elementos centrais da própria legitimidade democrática do Poder Judiciário", declarou. Grupo de trabalho Fachin cria grupo para fazer pente fino em penduricalhos Na última sexta-feira (6), Fachin criou um grupo de trabalho para elaborar propostas voltadas à regulamentação e à transparência de verbas pagas a integrantes da magistratura. A equipe terá 180 dias para apresentar uma proposta ao CNJ que garanta a efetiva padronização, transparência e previsibilidade das parcelas remuneratórias do Judiciário. A ideia é produzir um mapa dos valores pagos, levantando as verbas remuneratórias e indenizatórias atualmente repassadas aos magistrados nos diversos ramos do Judiciário, com classificação quanto à natureza jurídica, fundamento normativo e impacto no teto constitucional. Com isso, acabar com distorções nos salários de juízes e estabelecer critérios mais rígidos aos pagamentos, com a devida previsão e fundamentação legal. A medida é mais uma forma de ampliar a fiscalização dos pagamentos a magistrados, em meio à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que limitou o pagamento dessas verbas extras de caráter indenizatório, os chamados penduricalhos no salário de agentes públicos. Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, durante abertura do ano na Corte Reprodução/TV Justiça Limite a penduricalhos Em março, o Supremo fixou quais as verbas podem ser classificadas como penduricalhos e pagos acima do salário mensal, estabelecendo que o valor final não pode passar de 70% do salário, limitado ao teto do funcionalismo, que é de R$ 46,3 mil. Em maio, o CNJ criou o contracheque único para todos os juízes, concentrado no mesmo documento de registro de salários e verbas extras. A nova frente para combater os supersalários prevê a realização de estudos sobre propostas legislativas a respeito da remuneração de magistrados, inclusive debatendo com especialistas. O grupo deve discutir uma "solução de longo prazo para a questão e que gere uma disciplina remuneratória". Segundo Fachin, a remuneração dos servidores públicos, em especial da magistratura, é um dos assuntos de grande importância e de intenso debate. Para o presidente do STF e CNJ, são vários fatores que contribuem para este cenário, como a ausência da “revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices, passando pela ausência de uniformidade das decisões referentes este assunto, causada pela dispersão de centros decisórios administrativos (são mais de 90 Tribunais no país), gerando realidades distintas". O ministro aponta que isso provocou desigualdades, insegurança jurídica, falta de publicidade e, "o mais grave, utilização de subterfúgios conceituais dissociados da realidade. Em outras palavras utilização de verbas indenizatórias com efeitos de verbas remuneratórias objetivando superar a defasagem do teto remuneratório". Juízes, procuradores e promotores passa a ter contracheque único, incluindo os penduricalhos E, ainda de acordo com o ministro, "na esteira da má solução, o reconhecimento de passivos funcionais nem sempre estão devidamente amparados na adequada interpretação das normas previstas no ordenamento jurídico". Além de juízes auxiliares da Presidência do CNJ e da secretária Geral do CNJ e de representantes de entidades representativas de juízes, o grupo vai contar com membros de fora da magistratura, que podem contribuir com pareceres, estudos técnicos e notas explicativas. Também vão indicar representantes o Conselho Nacional do Ministério Público, Defensoria Pública da União, Conselho Superior da Defensoria Conselho Superior da Defensoria Pública dos Estados, da Advocacia Pública da União, Colégio Nacional de Procuradores-Gerais dos Estados e do Distrito Federal, Senado Federal, Câmara dos Deputados e Tribunal de Contas da União.
DÉCRYPTAGE - Le ministre de la Justice, embourbé dans une crise majeure, tente de reprendre la main sur son administration.
Momentos de fé e oração reúnem acadêmicos semanalmente na Interamericana Assessoria A rotina exaustiva e os desafios emocionais da formação médica têm encontrado um importante ponto de equilíbrio e suporte na Universidade Interamericana. Semanalmente, o projeto MedCélula reúne acadêmicos de medicina de vários semestres e das mais diversas denominações religiosas, transformando o ambiente acadêmico em um espaço de profunda conexão espiritual, empatia e renovação. Os encontros periódicos acontecem toda quinta-feira, às 13h (PY) no auditório da Universidade Interamericana, e funcionam como uma verdadeira ponte entre a ciência do cuidar e o acolhimento da alma. Em um cenário onde a pressão por desempenho e a distância de casa costumam impactar a saúde mental dos estudantes, as celebrações da MedCélula oferecem um refúgio de paz. Como registrado nas imagens da cobertura dos encontros, o clima é marcado por forte emoção e cumplicidade. No registro do arquivo 1522479.jpg, estudantes aparecem unidos em oração e reflexão, evidenciando o respeito institucional e a pluralidade que caracterizam a iniciativa. A tônica dos encontros vai além das barreiras doutrinárias: o foco está na partilha de mensagens de esperança e no suporte mútuo. O afeto e a empatia também se traduzem em gestos práticos de solidariedade. Momentos de abraços e apoio recíproco, demonstram como os futuros médicos encontram uns nos outros a força necessária para seguir adiante na jornada acadêmica. Mais do que um momento religioso, a MedCélula consolida-se como uma rede de apoio essencial dentro da instituição, lembrando aos futuros profissionais que, antes de curar o corpo, a medicina também se alimenta da sensibilidade, do amor ao próximo e do acolhimento humano. MedCélula reúne acadêmicos sendo ponte de fé e resiliência Assessoria
Em 2025, Penha superou 1,5 milhão de metros quadrados em solicitações de área para construção. Além disso, o turismo também está em expansão, já que 500 mil pessoas passam pela cidade na alta temporada. Os dados revelam um município em expansão acelerada, e com um desafio pela frente: garantir que esse crescimento aconteça de forma planejada, sustentável e sem comprometer a qualidade de vida de quem mora na cidade. Para dar conta desse ritmo, o município avança em frentes simultâneas: estrutura o planejamento macro, aproxima o Plano Municipal de Turismo da fase de validação e investe em infraestrutura, saúde, educação e mobilidade. Na visão do prefeito do município, Luizinho Américo, esse é o momento de planejar o amanhã. “A gestão municipal entende que esse avanço precisa caminhar junto com a qualidade de vida da população. Por isso, o município vem priorizando investimentos estratégicos em saúde, educação, mobilidade e infraestrutura urbana, preparando a cidade para receber mais visitantes sem perder sua essência e o bem-estar dos moradores” afirma o gestor. O cenário de Penha reflete um movimento mais amplo que transforma toda a região da Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí (AMFRI). Com perfis econômicos distintos, os onze municípios que integram a associação vivem um ciclo de crescimento que coloca o Litoral Norte catarinense entre as regiões mais dinâmicas de Santa Catarina. Planejamento estratégico para continuar crescendo Recentemente, a cidade concluiu a primeira fase de estudos para o desenvolvimento de um Masterplan, ou seja, um plano de ação estratégico que guia o crescimento da cidade. Desenvolvido em parceria com a Associação Empresarial de Penha (ACIPEN), o plano define diretrizes de longo prazo para infraestrutura, mobilidade, uso do solo, habitação, turismo e meio ambiente, além de estabelecer o caminho para que Penha cresça com responsabilidade nas próximas décadas. A futura atualização do Plano Diretor Municipal complementa esse processo. Na mesma linha, o Plano Municipal de Turismo se aproxima da fase de validação, construído com a participação de empresas do setor e da comunidade. Para a secretária de Turismo, Susan Corrêa, os dois instrumentos são indissociáveis. “O objetivo é construir uma cidade preparada para crescer com responsabilidade, valorizando seu potencial turístico, preservando suas características naturais e garantindo oportunidades econômicas e qualidade de vida para as próximas gerações” destaca a secretária. Maior parque temático da América Latina mantém cidade ativa O maior parque temático da América Latina, Beto Carrero World, é a principal porta de entrada a Penha é um dos motores econômicos mais fortes de toda a região da AMFRI. Além de atrair público para a cidade, o parque sustenta uma cadeia produtiva que envolve hotelaria, gastronomia, comércio e serviços, o que mantém o fluxo turístico ativo durante praticamente todo o ano. “Com a expectativa de alcançar cerca de 5 milhões de visitantes anuais nos próximos quatro anos, o parque ajuda a consolidar Penha como um dos destinos turísticos mais importantes do Brasil, atraindo investimentos e estimulando o crescimento econômico sustentável do município”, explica Susan. Praias, trilhas, gastronomia e cultura ampliam a experiência A estratégia de Penha passa por transformar o visitante do Beto Carrero em turista da cidade. Para isso, o município investe na valorização das 25 praias e recantos, do Circuito de Trilhas Caminhos do Pescador e de atrativos como o tradicional pôr do sol do Cascalho, que se tornou um dos cartões-postais locais. Ainda, o município estruturou uma agenda de eventos distribuída ao longo do ano, que inclui o Passeio Brunetti, o Festival Gastronômico e ações esportivas e culturais, para ajudar a movimentar diferentes regiões da cidade e ampliar o tempo de permanência dos visitantes. A parceria público-privada é parte central dessa estratégia de promoção do destino. “O município vem trabalhando para fortalecer Penha como um destino turístico completo, valorizando não apenas o turismo de entretenimento, mas também seus atrativos naturais, culturais e gastronômicos. A ideia é oferecer experiências únicas, conectadas à natureza e à identidade local” afirma a secretária. Parceria com a Univali coloca Penha na fronteira da inovação Na inovação, Penha aposta em pesquisa para criar novas soluções. Em parceria com a Univali, que mantém uma unidade no município, estão em andamento estudos sobre a produção da macroalga Kappaphycus alvarezii. A espécie conta com aplicações nas áreas alimentícia, farmacêutica, cosmética e industrial, comercializada principalmente para o mercado asiático. O projeto ainda está em fase de estudos para possível comercialização futura, mas já posiciona o município como referência em pesquisa ligada à economia do mar. “Projetos ligados à inovação e à pesquisa, como os estudos envolvendo a macroalga, representam uma grande oportunidade para diversificar a economia de Penha e estimular novos setores produtivos. Além do potencial ambiental e científico, a macroalga possui aplicações nas áreas alimentícia, farmacêutica, cosmética e industrial, podendo gerar emprego, renda e novos negócios ligados à economia do mar ", conclui o prefeito de Penha. Caminhos do Litoral Norte - Penha
Público pode escolher pelo Conecta Recife as atrações dos polos descentralizados do São João Taynã Olimpia/g1 Começou nesta segunda-feira (8) a votação para escolher as atrações que vão se apresentar nos polos descentralizados do São João do Recife. Neste ano, estão concorrendo 788 artistas e grupos culturais, segundo a prefeitura. O processo de votação é gratuito e segue até a sexta (12), pela internet. O resultado será divulgado no sábado (13), com a distribuição das atrações em cada um dos dez polos descentralizados. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE Pela plataforma, a população poderá escolher um artista ou grupo para se apresentar em um dos palcos montados para a festa. A grade dos shows será montada pelo nome mais votado em cada polo. Agora no g1 Os artistas concorrentes estão divididos em 20 categorias: Afoxé; Trio Pé de Serra; Quadrilha; Banda de Pífanos; Banda/cantor/cantora; Bacamarteiro; Xaxado; Violeiro; Ciranda; Cavalo Marinho; Coquista; Bumba Meu Boi; Danças Populares; DJ; Espetáculo/Contação de Histórias; Intervenção Individual; Mamulengo; Orquestra de Palco; Dança de São Gonçalo; Recital Poético. Cada atração selecionada pode se apresentar em um único polo no ciclo junino. Na programação deste ano, os polos descentralizados do Recife estarão montados nos seguintes locais e datas: 22 e 23 de junho: Lagoa do Araçá, Barro, Totó, Campo Grande e Cordeiro; 27 e 28 de junho: Ibura, Poço da Panela, Bongi e Vila Tamandaré; 28 e 29 de junho: Brasília Teimosa. Como votar 💻 Acessar o Conecta Recife e clicar no banner “Votação 2026” 👤 Fazer o login ou realizar o cadastro na plataforma digital 🌽 Escolher um dos dez polos descentralizados disponíveis 🎤 Selecionar a categoria e a atração e confirmar a escolha Principal polo do São João do Recife 2022 será no Sítio da Trindade, em Casa Amarela Andrea Rego Barros/PCR VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias
Mulher de 37 anos que fingiu ter 12 passou por internações psiquiátricas no CE A cearense Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, que fingiu ter 12 anos para enganar uma família e ser adotada em Santa Catarina, passou por internações psiquiátricas em pelo menos dois hospitais voltados à saúde mental no Ceará e também fez tratamento em um Centro de Atenção Psicossocial (Caps), em 2010. A informação foi repassada ao g1 pela defensora pública Yamara Alves Lavor Viana, que era delegada da Polícia Civil àquela época e atendeu Amanda Maria em uma delegacia para receber uma denúncia da mulher - que tinha 22 anos e também se passava por uma adolescente de 12 - contra os pais por supostos abusos sexuais e por colocar agulhas no corpo dela durante rituais de "magia negra". LEIA TAMBÉM: Mulher que fingiu ter 12 denunciou a própria família por abusos sexuais Campeão de vaquejada é assassinado a facadas no Ceará Conforme Yamara Viana, Amanda teria passado pelo Hospital Mental de Messejana e pelo antigo Hospital Mira y López (também voltado para a saúde mental), ambos na capital cearense. A mulher também teria feito tratamento no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza. Yamara atuava como delegada adjunta da Delegacia de Defesa da Mulher de Fortaleza à época. Segundo ela, Amanda Maria chegou acompanhada de um adulto na delegacia. Um inquérito foi aberto, e policiais civis chegaram a ouvir a vizinhança do bairro onde ela morava na capital cearense. Amanda contou, na ocasião, que tinha 12 anos e sofria diversas lesões cometidas pelos pais e era submetida a rituais de "magia negra". Além disso, afirmava que o pai a fazia ter relações com outros homens. O g1 procurou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) para pedir informações sobre a investigação, mas o órgão informou que só teria respostas na próxima segunda-feira (8), em razão da Polícia Civil estar de plantão no fim de semana e na última sexta (5) - dia tratado pelo Estado como ponto facultativo em razão do feriado de Corpus Christi na quinta (4). Agulhas no corpo Exame de raio-x mostrou que mulher tinha agulhas no corpo, em 2010. Reprodução. Segundo a denúncia de Amanda na época, os pais colocavam chaves e agulhas no corpo dela. Um exame de raio-x feito à época confirmou a presença de agulhas e uma chave no corpo dela. “A gente instaurou inquérito policial na época. A investigação foi à casa dela, ouviu a vizinhança, conversou com testemunhas. Os depoimentos da época eram divergentes do que ela mencionava”, pontuou a defensora pública. Segundo Yamara, testemunhas negaram as informações e disseram que os pais eram cristãos e pacatos. Os pais de Amanda foram ouvidos no inquérito. Eles negaram que a filha fosse adolescente e apresentaram uma certidão de nascimento dando conta que ela, na verdade, tinha 22 anos, em 2010. Conforme Yamara, Amanda rebateu que o documento apresentado pelos pais era falso. "Ela disse que a certidão foi falsificada pelos pais para que pudesse fazer programas sexuais. Os pais nos trouxeram também um laudo médico indicando que a menina sofreria de problemas psiquiátricos”, afirmou a ex-delegada. Além das internações no Ceará, Amanda também fingiu ser adolescente ao dar entrada no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, em setembro de 2023. Na época, os médicos encontraram diversas agulhas no corpo dela durante um raio-x, segundo a direção da unidade. A mulher vivia em uma casa de acolhimento de Florianópolis, na ocasião, e deu entrada na unidade de saúde afirmando que estava com dores abdominais. Não há informações sobre a origem desses itens, nem se os objetos continuam no corpo dela. Prisão Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, foi presa fingindo ser criança de 12 Reprodução Investigada por estelionato e falsa identidade pela Polícia Civil de Santa Catarina após enganar uma família e se passar por uma adoelscente de 12 anos, a suspeita teve a prisão convertida em preventiva após passar por audiência de custódia nesta quarta-feira (3). A ata da audiência de custódia mostra que a investigada se aproximou da família por intermédio de um pastor da igreja. Inicialmente, ela declarou ter 18 anos, experiência em panificação e disse que buscava oportunidade de emprego. Com o passar do tempo, no entanto, passou a relatar problemas de saúde e dificuldades financeiras, o que motivou o casal a acolhê-la temporariamente em casa. Após conquistar a confiança da família, a mulher teria alterado sua versão, afirmando ter apenas 11 anos e alegando ter sido vítima de abusos. Ela ficou com a família durante 14 meses. O advogado Rafael Luiz Siewert, defensor dativo da suspeita, confirmou que Amanda vai passar por exames de sanidade mental. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:
Kakoli Ghosh Dastidar claims 20 TMC MPs, including Yusuf Pathan, back a rebellion supporting the NDA.
Both Saudi Arabia and Russia are currently looking for ideas of creating economic projects capable of developing sustainably in conditions of the current market dynamics, Bandar Al-Khorayef added
Guia g1 g1 Neste último episódio do podcast Guia g1, o planejador financeiro certificado e especialista em finanças comportamentais Jeff Patzlaff explica que o primeiro passo, antes de escolher entre compra, aluguel ou assinatura, é entender se o carro é realmente uma necessidade ou um desejo. Introduzindo caso a caso, na compra, além da parcela, ele explica que entram custos como IPVA, seguro, manutenção e documentação, que podem somar cerca de 12% ao ano do valor do veículo, sem contar a depreciação, mais forte nos dois primeiros anos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No financiamento, ele reforça que o consumidor deve olhar sempre o Custo Efetivo Total (CET) e levar em consideração os juros cobrados nas parcelas. Segundo Jeff, comprar tende a fazer mais sentido para quem roda muito, pretende ficar alguns anos com o mesmo carro ou usa o veículo para gerar renda, como motoristas de aplicativo. Nesses casos, o valor do bem se dilui melhor ao longo do tempo, principalmente quando a quilometragem mensal passa de aproximadamente 1.500 km. A assinatura, explica o especialista, é basicamente um aluguel de longo prazo, em que o cliente escolhe modelo e configurações e paga uma mensalidade que costuma variar de 2% a 4% do valor do carro, com IPVA, seguro e manutenção incluídos. Essa opção costuma ser vantajosa para quem gosta de trocar de carro a cada 1 ou 2 anos, especialmente em modelos mais caros, que desvalorizam muito no início, e para quem prefere ter previsibilidade de gastos. Ouça o episódio acima. Este episódio foi publicado originalmente em 01/12/2025. Ouça agora: O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja os vídeos que estão em alta no g1
Guia g1 g1 O carro zero mais barato hoje gira em torno de R$ 80 mil — e muita gente nas redes pergunta: vale mais comprar um 0 km pouco equipado ou um usado bem equipado? Neste episódio do podcast Guia g1, o especialista Murilo Briganti, sócio da Bright Consulting, explica que a resposta depende do perfil do comprador e de três pilares fundamentais: procedência, conservação e custo total do veículo. Procedência significa entender de onde veio o carro: histórico de uso, número de proprietários, registros de sinistro e regularidade documental. Murilo reforça que o barato pode sair caro quando há pendências — RENAVAM, chassi e motor são o “CPF” do veículo — e que compras com documentação duvidosa transformam-se em dor de cabeça jurídica e financeira. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Conservação e custo total são igualmente decisivos. Um 0 km básico traz previsibilidade — garantia, revisões programadas e menos surpresas técnicas — enquanto um usado pode exigir revisão inicial, troca de peças e, às vezes, seguro mais caro. Para comparar, Murilo recomenda projetar um ciclo de 2 a 3 anos: some preço de compra, combustível, IPVA, seguros, manutenção e depreciação para ver qual opção é mais alinhada ao seu bolso. Há sinais de alerta que devem inviabilizar uma compra: histórico confuso de proprietários, quilometragem incompatível com o desgaste, pinturas e soldagens recentes, e resistência do vendedor em mostrar documentos. Murilo aconselha que quem não tem conhecimento técnico prefira comprar em revendas ou concessionárias que oferecem respaldo jurídico; quem aceita o risco e faz checklist rigoroso pode economizar comprando de particular — desde que contrate vistoria especializada quando necessário. No fim, não há resposta universal: escolha o que cabe no seu orçamento e no seu momento de vida. Se você busca previsibilidade e tranquilidade, um 0 km básico tende a ser mais adequado; se prioriza conforto e conteúdo, um usado equipado pode ser a solução — desde que procedência e conservação estejam comprovadas. Este episódio foi publicado originalmente em 24/11/2025. OUÇA AQUI: O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja os vídeos que estão em alta no g1
Guia g1 g1 O Renault Clio, carro novo mais barato do Brasil, custa atualmente R$ 78.690. Por esse preço, muita gente considera migrar para um seminovo ou usado. Mas, dependendo do momento, é possível encontrar descontos significativos em modelos zero quilômetro que estão prestes a sair de linha. As promoções em veículos próximos da descontinuação podem variar de R$ 30 mil a até R$ 60 mil, como foi o caso da Volkswagen Amarok: em 2014 unidades do modelo antigo chegaram a ter R$ 60 mil de desconto em concessionárias, por conta da chegada de uma nova geração. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No entanto, esse tipo de oferta sempre levanta dúvidas: vale a pena comprar um carro que vai deixar de ser produzido? Quais são os cuidados necessários antes de fechar negócio? Neste episódio do podcast Guia g1, o especialista Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira, explica o que muda quando um carro é descontinuado — e quando essa compra pode fazer sentido. Este episódio foi publicado originalmente em 17/11/2025. OUÇA AQUI: O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja os vídeos que estão em alta no g1
Guia g1 g1 Comprar um carro não é só escolher o modelo — é decidir como pagar. Neste episódio do podcast Guia g1, a planejadora Paula Bazzo explica quando vale mais a pena pagar à vista, financiar ou entrar em um consórcio — e como evitar erros que pesam no orçamento. Quem paga à vista elimina dívidas e pode conseguir descontos ou benefícios extras na concessionária. Em contrapartida, imobiliza um valor alto em um bem que se desvaloriza com o tempo, perdendo o rendimento que esse dinheiro poderia gerar em investimentos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O financiamento é indicado para quem precisa do carro de imediato, mas não tem o valor total. Exige uma entrada e cobra juros — hoje em torno de 2% ao mês. Já o consórcio não tem juros, mas cobra taxa de administração e fundo de reserva — e serve para os compradores que não têm tanta pressa em ter o veículo, já que pode depender de sorteio ou lance para liberação da carta de crédito. Bazzo ainda recomenda que os compradores se atentem ao Custo Efetivo Total (CET) do financiamento — que inclui juros, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), seguros e taxas — e avaliem o impacto da inflação no consórcio, já que as parcelas são corrigidas pelo IPCA. Segundo a educadora financeira, é essencial comparar planos equivalentes (mesmo valor e prazo) e desconfiar de ofertas que prometem “juros zero”, pois costumam ter entradas altas ou prazos curtos. Este episódio foi publicado originalmente em 10/11/2025. OUÇA AQUI: O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja os vídeos que estão em alta no g1