The Promise of Vibe Coding
New AI tools, combined with a little effort, might make the internet a better place.
"CODING" · 총 81건
필터 보기현재 지수
50.3
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 87,126건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 4,284건(4.9%)·중립 80,703건(92.6%)·부정 2,139건(2.5%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 14.9(중도 균형)입니다.
New AI tools, combined with a little effort, might make the internet a better place.
Supabase, an example of an open source project becoming a fast-growing company, has greatly benefited from AI tools like Claude, Codex, and other vibe-coding platforms.
Samuel Colvin, CEO of Pydantic, sees the top AI frontier labs creating databases of coding intent.
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AI Image
Everyone from kids to grandmas is vibe coding. Here's an easy guide on how to start.
Yao Shunyu, the former OpenAI researcher now leading Tencent Holdings’ artificial intelligence model development, pushed back against concerns that the tech giant is slow in AI, arguing that the race is just beginning with massive untapped opportunities in coding agents and embodied intelligence. “AI is a long-term game, with the second half of the race just starting,” said Yao, chief AI scientist at Tencent, comparing the current state to the development of personal computers in the 1970s. Yao...
Site rastreia jatos de super-ricos para 'prever o apocalipse' Unsplash/Niklas Jonasson A ideia é simples, talvez óbvia. Se o fim do mundo estiver se aproximando – ou ao menos um ataque nuclear ou uma crise civilizatória –, os super-ricos provavelmente ficarão sabendo antes. Não por fazerem parte de uma conspiração, mas porque costumam estar mais próximos dos centros onde circula informação estratégica. Se eles souberem, subirão em seus jatos particulares. E, se todos subirem ao mesmo tempo, os dados vão mostrar isso. Essa foi a intuição de Kyle McDonald, programador e artista de Los Angeles, nos EUA, que levou a ideia para a era dos dados e da aviação privada. O resultado é seu Sistema de Alerta Precoce do Apocalipse, um rastreador de movimentos de jatos privados no mundo todo, que McDonald interpreta como um possível sinal de inquietação – ou até de pânico – entre as elites globais. "Se uma catástrofe global de verdade estivesse para acontecer, seus amigos provavelmente ficariam sabendo primeiro", escreveu McDonald ao portal de tecnologia Business Insider. Agora no g1 Como funciona o rastreador de jatos privados Segundo a revista Vice, o sistema monitora uma rede mundial de receptores de rádio que captam sinais ADS-B – os mesmos que transmitem em tempo real a posição, velocidade e altitude das aeronaves – e filtra esses dados para identificar cerca de 11 mil jatos privados e de fretamento. Em seguida, compara quantos desses aviões estão no ar a cada momento com uma linha de base histórica, que leva em conta padrões diários, semanais e até feriados. Dessa comparação surge uma escala de alerta de 1 a 5. O nível 1 corresponde a um dia normal, enquanto o nível 5 indica uma atividade aérea superior a qualquer outro momento registrado no ano anterior. Se o número dispara repentinamente – mais de cinco desvios padrão acima da média –, o sistema pode enviar alertas automáticos por Telegram, e-mail ou mensagem de texto. A origem: uma ameaça de Trump e a ansiedade nuclear A iniciativa, no entanto, não nasceu de uma curiosidade acadêmica, mas da ansiedade. McDonald conta que tudo começou a tomar forma depois de ler a recente ameaça contra o Irã por Donald Trump, na qual o presidente dos Estados Unidos advertia que uma "civilização inteira" poderia desaparecer caso não fosse alcançado um cessar-fogo. A declaração o levou a se perguntar quem teria acesso a informações críticas antes do restante da população. Afinal, pessoas próximas ao poder já se beneficiaram, em outras ocasiões, de informações privilegiadas em áreas como mercados de previsão, política ou criptomoedas. Se isso acontece em questões econômicas ou geopolíticas, por que não aconteceria também diante de uma ameaça verdadeiramente existencial? Sistema de Alerta Precoce do Apocalipse. Reprodução Depois de concluir o modelo, ele decidiu testá-lo, analisando dados históricos em busca dos maiores picos de atividade. O resultado o surpreendeu. O aumento mais pronunciado registrado até agora ocorreu em 6 de abril, o mesmo dia em que o Irã lançou uma ofensiva em larga escala contra alvos americanos e israelenses. "Isso me perturbou", escreveu na Business Insider. "Lembro de ter pensado: 'Meu Deus, é real'." Ainda assim, McDonald insiste que seu rastreador está longe de ser um detector científico do apocalipse. Um nível 5 pode ser acionado por motivos perfeitamente banais, como as férias de Natal ou grandes eventos políticos que envolvem deslocamentos em massa de ricos. Mas ele sustenta que o simples fato de padrões reconhecíveis surgirem já levanta questões interessantes sobre como as elites reagem a situações de incerteza. Arte, vigilância e vibe coding McDonald tem 25 anos como programador. Mas, no último ano e meio, trabalha constantemente com inteligência artificial. O rastreador foi construído por meio do chamado vibe coding, uma técnica cada vez mais popular em que o desenvolvedor orienta a IA com instruções, e ela escreve grande parte do código. Metade da sua renda vem de consultoria para empresas de tecnologia e artistas. A outra metade, de exposições na Europa e no Leste Asiático. Ele se paga um salário anual de 60 mil dólares (cerca de R$ 305 mil) – modesto para a sua vida em Los Angeles, segundo ele – e reinveste o restante em seus projetos. O rastreador também gera alguma receita: cerca de 2,5 mil pessoas se inscreveram, a maioria gratuitamente via Telegram, e outras pagam cinco dólares por ano para receber alertas por SMS ou e-mail. "O que me fascina é que as pessoas basicamente me pagam cinco dólares por ano pela possibilidade de não receber uma mensagem de texto", escreveu. "Isso me parece uma intervenção conceitual, uma obra de arte e um serviço de software, tudo ao mesmo tempo." Este não é seu primeiro projeto na fronteira entre vigilância e ativismo. Antes, ele construiu aplicativos para rastrear helicópteros do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) – e descobriu, afirma, que a polícia frequentemente ocultava a identidade de suas aeronaves. Mais recentemente, desenvolveu ferramentas de reconhecimento facial para identificar agentes das forças de segurança, projetos que lhe renderam cobertura midiática, críticas e até ameaças de morte. O fio condutor, diz ele, é inverter a lógica da vigilância: usá-la para escrutinar o poder, e não o cidadão. Os movimentos das elites como sinal social De acordo com o The Washington Post, McDonald dialoga com as reflexões do escritor Douglas Rushkoff, que há anos estuda a obsessão de alguns bilionários em se preparar para o colapso social. No livro Survival of the Richest (A Sobrevivência dos Mais Ricos), Rushkoff documentou como muitos ultrarricos não apenas constroem bunkers, mas também transformam propriedades existentes em refúgios autossuficientes, preparados para cenários extremos. Sob a perspectiva do autor, o rastreador de McDonald seria menos um detector de catástrofes e mais um termômetro do medo das elites. E esse medo não surge no vácuo. A própria possibilidade de que alguns consigam escapar enquanto a maioria não tem essa opção remete a uma questão mais profunda: a crescente concentração de riqueza e poder. Apesar da gravidade do pano de fundo, McDonald prefere tratar o tema com humor, em vez de solenidade. Ele não pretende oferecer respostas grandiosas. Basta-lhe que as pessoas vejam o projeto, deem uma risada e reconheçam o absurdo da situação. Ex-chefe do WhatsApp no Brasil cria ONG para denúncias contra big techs Óculos inteligentes viram febre em pegadinhas nas redes com exposição de terceiros
Database startup Supabase announced a $500 million funding round that values the company at $10.5 billion, including the fresh capital.
[The content of this article has been produced by our advertising partner.] As artificial intelligence (AI) reshapes economies, labour markets and public services, the Hong Kong University of Science and Technology (HKUST) is making a clear bet: the defining skill for tomorrow’s public leaders will not be coding, but judgment. At the helm of its Master of Public Management (MPM) programme is Programme Director Prof. Donald Low, who argues that leadership in the AI age demands more than technical...
Users probe backup failures find Claude-assisted commits. Veteran engineer retorts: "I did not just vibe-code 'convert test suite to python'."
As many as 85% of companies in blue-collar industries say they have unfilled vacancies - even as world's most talented coders and engineers are going unemployed.
Walmart placed a token limit on its internal vibe coding tool, Code Puppy, reflecting the retailer's cost-conscious approach to AI.
Microsoft's AI chief, Mustafa Suleyman, revealed a strategic shift, prioritizing competition with Anthropic over rivals like Google and Meta. This focus stems from Anthropic's aggressive entry into enterprise software and coding tools, posing a direct threat to Microsoft's core business. Microsoft is now developing its own advanced AI models to counter this challenge and reduce reliance on OpenAI.
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Gemma 4 12B uses a new encoding scheme and token prediction to punch above its weight.
New graduates’ careers are unfolding in an era when AI is not optional. The most successful engineers treat artificial intelligence as leverage, not competition. Here are seven tips to help keep young professionals in demand no matter how quickly the field’s tools evolve. 1. Master the fundamentals first. AI tools can help you code, but you still need strong fundamentals in: Data structures and algorithms for problem-solving. Operating systems, databases, and networking for system-level understanding. Core programming languages such as C++, Java, and Python. AI can autocomplete syntax, but if you don’t understand how things work under the hood, you’re likely to struggle to debug or optimize. 2. Learn how to work with AI, not against it. The best engineers will not try to out-code AI. Instead, they will learn to: Write clear prompts to generate better code snippets. Review and debug AI-generated code for accuracy, performance, and security. Use AI for productivity boosts while still exercising judgment. Think of AI as a teammate. The real skill is knowing when to trust it and when not to. 3. Build projects that showcase end-to-end thinking. Employers increasingly look for engineers who can design and build systems, not just solve problems. Create projects that show you can: Define requirements clearly. Use AI tools responsibly within the workflow. Deliver a product that scales and is maintainable. 4. Sharpen your system design skills early. Even junior engineers are now asked questions about basic system design with AI. Expect to explain to prospective employers: How you would responsibly integrate AI into a system. How to design fallbacks when AI fails. How to ensure scalability and reliability. 5. Develop strong communication skills. Today’s engineers don’t just code in isolation. You will be expected to: Explain design choices to teammates and stakeholders. Document decisions clearly. Collaborate effectively in cross-functional teams. This is one area where AI cannot replace you. Clear communication is a career accelerant. 6. Stay curious and keep learning. The tech industry moves fast, and AI is accelerating that pace. Cultivate habits such as: Following industry news, blogs, and open-source projects. Experimenting with new AI tools, frameworks, and libraries. Engaging in communities such as GitHub, IEEE Collabratec, LinkedIn, and Medium. Employers value engineers who keep themselves sharp and relevant. 7. Think beyond coding. AI will increasingly handle routine coding tasks. The differentiators for you will be: Problem-framing: Can you take a vague idea and turn it into a solution? Architectural judgment: Can you design systems that scale and last? Ethical awareness: Can you spot risks in AI use and address them responsibly? For more career advice, subscribe to the IEEE Spectrum Career Alert Newsletter. The biweekly newsletter features the latest information on jobs, education, management, and the engineering workplace.
The MAI model family spans reasoning, coding, image, voice, and transcription — and lets Microsoft avoid paying third parties like OpenAI
Coding's great reckoning is underway as Corporate America pushes out managers, and that's a recipe for disaster.
In the space of a few weeks, OpenAI, Anthropic, and Google released new AI models. Now, coders are rethinking their jobs — and what comes next.