Field of clones: How horse replicas came to dominate polo
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Porcos clonados: saiba como será criação de plantel para uso de órgãos em humanos O projeto que estuda o transplante de órgãos de suínos em humanos avança para uma nova fase: realizar modificações genéticas nos animais e iniciar a reprodução natural. O objetivo é formar um plantel capaz de fornecer órgãos para o SUS, que atualmente tem 48,9 mil pessoas na lista de espera por um transplante. Segundo Ernesto Goulart, geneticista da Universidade de São Paulo (USP) que coordena o estudo, com a continuidade dos investimentos públicos e o sucesso das etapas, os pesquisadores estimam que os primeiros testes clínicos possam ocorrer por volta de 2030, dependendo dos resultados das próximas etapas e das aprovações regulatórias. 🔎 A técnica de xenotransplante deu um passo importante no Brasil após o nascimento do primeiro porco clonado no país. O animal nasceu no Instituto de Zootecnia da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios em Piracicaba (SP). 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Agora, a estratégia é reduzir a dependência das clonagens, um procedimento de alto custo, e utilizá-las apenas quando for necessário introduzir novas edições genéticas. A reprodução natural entre os animais será a base para expandir o grupo de doadores de forma sustentável. "Não necessariamente tenho que reclonar esse animal e cada clone ser o doador de órgãos. Eu posso produzir alguns pares de clones, alguns casais, machos e fêmeas, e através de cruzamento natural, estabelecer esse plantel", disse. A ideia é utilizar o órgão suíno como um "transplante ponte", para manter um paciente vivo até que um órgão humano compatível apareça, especialmente em casos urgentes, como hepatite fulminante — entenda os próximos passos do projeto. ⚠️ Vale destacar que os xenotransplantes realizados até o momento são poucos e os resultados continuam sendo avaliados, com desafios importantes a serem superados, especialmente relacionados às respostas imunológicas e aos riscos infecciosos. Os primeiros casais Para dar início à reprodução natural, os pesquisadores planejam produzir um plantel inicial composto por alguns casais de porcos clonados. A ideia é gerar pares de machos e fêmeas que já possuam a genética editada para, a partir de cruzamentos, estabelecer a linhagem definitiva de doadores. O início dos cruzamentos depende do nascimento e da maturidade sexual desses primeiros casais. O cronograma atual prevê os seguintes passos: Nascimento dos clones modificados: a meta é produzir o primeiro clone com dez alterações genéticas necessárias até o final de 2026. Já há gestações de clones em andamento, incluindo a porca em Piracicaba que espera pelo menos três filhotes. Maturidade: a linhagem de porcos escolhida foi selecionada por atingir o peso ideal para o transplante (compatível com um humano de 80 kg) em sete meses. Início dos cruzamentos: a formação do plantel por meio da reprodução natural deve começar logo após os primeiros casais atingirem a maturidade. Atualização genética: novas clonagens só ocorrerão no futuro caso haja a necessidade de alterar outros genes para melhorar a compatibilidade. Para abrigar esse plantel, foram inaugurados dois laboratórios: um na USP, em São Paulo, com capacidade para dez animais, e outro também na capital, com nível 2 de biossegurança para garantir que os suínos sejam criados livres de patógenos. Por que a reprodução natural? A opção por priorizar a reprodução natural em vez da clonagem tem principalmente um motivo econômico: segundo Ernesto, o procedimento custa milhões de reais. Com isso, a duplicação genética ficará restrita a momentos estratégicos, como quando for necessário inativar ou inserir um novo gene no plantel, acompanhando os avanços da ciência. Clonagem O nascimento do primeiro porco clonado no Brasil em março de 2026 resultou de quase seis anos de pesquisa. Segundo o pesquisador, o sucesso validou o domínio de uma técnica considerada extremamente difícil. O que é a clonagem? É um processo biotecnológico que consiste na produção de um novo indivíduo geneticamente idêntico àquele que forneceu a amostra biológica original. Assim como ocorre em irmãos gêmeos univitelinos, o DNA dos indivíduos será igual. Diferente da reprodução convencional, que une óvulo e espermatozoide, o clone é gerado a partir de uma célula somática (como uma célula da pele), resultando em um ser com a mesma sequência de DNA do doador. O processo de clonagem suína envolve três etapas principais: Remoção do núcleo de uma célula germinativa feminina (óvulo) Transferência do núcleo da célula somática do doador para esse óvulo "vazio" Implante dos embriões resultantes em uma matriz receptora (porca) para que a gestação ocorra Segundo Ernesto, o domínio dessa tecnologia é estratégico para o Brasil, pois garante a soberania nacional e evita a dependência de importações caríssimas dos Estados Unidos ou da China, permitindo o atendimento da população via SUS. Edição genética do porco Primeiro porco clonado no Brasil nasceu em Piracicaba André Luís Rosa/EPTV Para que um órgão de porco seja compatível com o corpo humano, ele precisa passar por uma complexa edição genética. O processo ocorre em células da pele do animal antes mesmo da clonagem. Inativação de 3 genes: são "desligados" três genes suínos responsáveis por produzir moléculas que causam a rejeição hiperaguda, ou seja, o ataque imediato do sistema imunológico humano ao novo órgão. Inserção de 7 genes: são inseridos sete genes humanos para "ensinar" o corpo do receptor a aceitar o órgão, modulando a resposta imune e evitando a formação de coágulos. "Nós inativamos três genes dos suínos e inserimos sete genes humanos, com diferentes funções, com diferentes propósitos, mas com o objetivo geral de aumentar o reconhecimento ou evitar a rejeição desse enxerto", explicou Ernesto. Como estão os animais clonados? O clone de porco, batizado como Boreal no instituto de Piracicaba, nasceu em março de 2026 está saudável e crescendo normalmente. A outra gestação de clones também está em andamento e a expectativa é que novos nascimentos ocorram em junho. De acordo com o pesquisador, esse tipo de gestação costuma ser mais delicada do que a natural, mas até o momento, vem evoluindo bem e sem complicações A escolha do porco: o quanto somos semelhantes? 🐷 Apesar de não ser o animal mais parecido fisicamente com os seres humanos e estar distante na cadeia evolutiva se comparado a primatas, atualmente, o porco é considerado a espécie mais promissora para o xenotransplante. Biólogo geneticista da USP e um dos autores da pesquisa que clonou o porquinho Boreal, Luciano Brito disse que a escolha pela espécie ocorre por semelhanças anatômicas e fisiológicas com os seres humanos, além da facilidade de manejo. "O suíno tem vantagens no peso e nas medidas dos órgãos, uma semelhança bastante grande, anatômica e fisiológica dos órgãos. O suíno é uma espécie que reproduz muito bem e, em razão de ser já domesticado há muito tempo, é fácil de criar. É um animal dócil e fácil de criar em laboratório", explicou o pesquisador. As principais semelhanças apontadas são: os órgãos dos suínos são muito parecidos com os de seres humanos, com semelhanças em termos de pesos e medidas; o funcionamento dos órgãos também é bastante próximo ao dos humanos; os órgãos atingem o tamanho ideal para o transplante em menos tempo. Porcos e seres humanos: histórico de transplantes Médico brasileiro lidera primeiro transplante de rim suíno geneticamente modificado Arte/g1 De acordo com Simone Raimundo, pesquisadora do Instituto de Zootecnia (IZ) da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), que atua no estudo, a ciência já utiliza o porco na saúde humana, no uso de válvulas cardíacas em cirurgias e na extração de insulina do pâncreas suíno para tratar diabéticos, por exemplo. Além disso, a pesquisadora afirmou que a pele do suíno também é usada em alguns casos de queimadura grave. No caso de transplantes de órgãos, o primeiro registro ocorreu em 2021, quando uma equipe de Nova York transplantou um rim suíno em uma pessoa com morte cerebral. Os médicos, com a autorização da família, mantiveram o corpo do paciente funcionando para avaliar como o órgão se comportava. Na ocasião, os pesquisadores constataram que o rim produziu "uma quantidade de urina esperada" para um rim humano transplantado e não houve evidências da rejeição intensa e quase imediata já vista em rins suínos não modificados e transplantados para primatas não humanos. Em janeiro de 2022, a mesma equipe de médicos realizou o primeiro transplante do mundo de um coração de porco geneticamente modificado para um ser humano. O paciente, David Bennett, que já estava debilitado, sobreviveu por dois meses. O suíno também foi o escolhido para um xenotransplante de coração em 2023, quando um veterano da marinha dos Estados Unidos (EUA) que sofria de insuficiência cardíaca passou pela cirurgia na Universidade de Medicina de Maryland. Já em 2024, com a participação de um médico brasileiro, um paciente recebeu o rim de um porco geneticamente modificado em uma cirurgia realizada em Boston. A cirurgia foi considerada um marco para a medicina. Esperança na fila de transplantes Esses resultados são fruto de pesquisas iniciadas na década de 1960 e comandadas pelo médico e professor Silvano Raia, que afirmou que existem muito mais receptores do que doadores no país. "Muitos pacientes morrem enquanto não tem um órgão disponível para eles”, lamenta Simone. Depois dos estudos clínicos em seres humanos, as conclusões da pesquisa serão avaliadas por órgãos reguladores, e só após essa etapa o xenotransplante poderá ser implementado em hospitais particulares e na rede pública do Brasil. De acordo com a zootecnista Simone, o intervalo entre a clonagem do primeiro porco e o aceite governamental pode ultrapassar sete anos. Mesmo sendo um cenário distante, a professora tem a esperança que, futuramente, o xenotransplante impeça que as pessoas tenham quadros de saúde agravados pela falta de um órgão humano compatível. "Eu espero num futuro próximo à gente ter órgãos para quando a pessoa começar um processo de decadência ou falência de um órgão, antes que ela chegue ao limite, para ela ter a possibilidade de usar o órgão de um suíno e depois decidir o que vai fazer. Que a gente não espera essa pessoa adoecer", contou Simone. Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba.
A former assistant director at the Observatory said the El Nino effect will bring fewer but stronger typhoons to Hong Kong this summer. He was speaking after the Observatory predicted that Hong Kong would see four to seven typhoons near the territory this year. Speaking after attending a radio programme on Saturday, Leung Wing-mo, a spokesman for the Meteorological Society, said El Nino increases sea surface temperatures in the eastern part of the equatorial Pacific while Hong Kong is located in the west. "When the pool of warm water shifts to the east, most of the tropical cyclones will develop in the east, which is further away from Hong Kong," he said. "So since the distance of the origin of the typhoons in Hong Kong increases, the chances of the typhoons coming very close to Hong Kong decrease as a result. "But if a typhoon comes close to Hong Kong, then it has a longer time and longer sea track for development. "There is a chance that the typhoons which eventually come close to Hong Kong would be a very strong typhoon, maybe a super typhoon." Leung also said El Nino would bring hot weather to Hong Kong, as well as the entire planet, due to the close interaction between the atmosphere and the ocean. He called on people to pay attention to their health condition, as extreme hot weather can trigger pre-existing conditions such as diabetes and heart disease. Edited by Robert Kemp
[The Conversation Africa] Mauritius is a small African island where natural disasters like floods, cyclones and other extreme weather events have become frequent and intense. They are expected regularly.
Unprecedented heatwaves, violent storms, mega-cyclones, catastrophic floods, prolonged droughts and uncontrollable wildfires have all become commonplace, with extreme weather events increasing in both frequency and intensity thanks in large part to human-induced climate change. Global temperatures have continued to soar, with recent years continually ranking among the hottest on record. The consequences go far beyond the destruction of local ecosystems and damaging physical infrastructure, creating other new opportunities as investments shift along…
A Toulouse, les centres de prévision de référence, Météo France et Mercator Ocean, guettent de près l’arrivée imminente du phénomène climatique naturel El Niño, qui pourrait causer cyclones, sécheresses et chaleur intenses. Ce sera potentiellement l’un des plus puissants jamais enregistrés.
Countries: World, Argentina, Barbados, Brazil, Chile, Cuba, Dominican Republic, El Salvador, Grenada, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, Panama, Saint Vincent and the Grenadines, Uruguay Source: International Federation of Red Cross and Red Crescent Societies Panama City, 1 June 2026 — Although forecasts point to a below-average hurricane season in the Atlantic Ocean, the International Federation of Red Cross and Red Crescent Societies (IFRC) today recalled that high cyclonic activity is expected in the eastern Pacific. The organization called for sustained investment in preparedness, anticipatory action and early warning systems across more than 25 countries1 in Central America, North America and the Caribbean that are exposed to tropical cyclones. For the 2026 season in the Atlantic basin, which runs from 1 June to 30 November, the United States National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) forecasts, with a 55 per cent probability, below-average cyclonic activity relative to the historical average of 14 named storms and seven hurricanes. This year, NOAA notes, there would be between eight and 14 named storms. Of these, three to six would become hurricanes, including one to three major hurricanes — that is, Category 3 or higher. By contrast, the agency forecasts, with a 70 per cent probability, a more active season in the eastern Pacific Ocean, where it predicts between 15 and 22 named storms, of which nine to 14 would become hurricanes and five to nine of those would reach major hurricane strength. "We will say it again and again: a single storm is enough to destroy communities, overwhelm public services, and displace and endanger hundreds of thousands of people," said Cristian Torres, Deputy Regional Director of the IFRC for the Americas. "Forecasts are critical so that we can act before disasters strike, but beyond knowing how many storms there will be, it is essential to reduce people's vulnerability, expand the coverage of early warning systems, and develop, fund and test inter-agency protocols that protect them from the multiple hazards they face," he added. As part of its commitment to preparedness, the IFRC has already prepositioned in Panama, Santo Domingo and other strategic locations across the region enough relief supplies to provide immediate assistance to up to 60,000 people affected by a large-scale emergency. The stock includes hygiene and kitchen kits, mosquito nets, tarpaulins, cleaning and construction tools, solar lamps, water treatment units and water purification supplies, among other items. Aware that mobilizing humanitarian aid in record time requires the participation, knowledge and collaboration of multiple actors, the IFRC also relies on simulation exercises as a critical tool to test crisis and disaster response mechanisms and protocols. The most recent, held this past May, aimed to measure and improve mobilization times, customs procedures and the inter-agency response capacity of El Salvador, Guatemala and Honduras in the face of potential flooding caused by hurricanes. The exercise involved mobilizing Red Cross water, sanitation and hygiene (WASH) specialist teams and equipment across these three countries. The initiative brought together civil protection, customs and foreign affairs authorities, along with the National Red Cross Societies. It was supported by European Union humanitarian funding and the German Red Cross, and was carried out within the framework of the Regional Mechanism for International Humanitarian Assistance, the instrument of the Central American Integration System (SICA) for organizing, facilitating and coordinating humanitarian assistance among its member countries. Another of the preparedness measures driven by the IFRC ahead of the hurricane season is the adoption of early action protocols. These protocols bring together measures agreed in advance among communities, authorities, and the Red Cross, which are triggered when certain risk thresholds are reached. Depending on the context, these actions may include cash transfers ahead of an emergency to protect homes and livelihoods, the relocation of essential goods, the reinforcement of critical infrastructure, or the evacuation of people in situations of greater vulnerability. When these systems work, communities receive timely alerts, authorities have more time to coordinate evacuations, and humanitarian teams can mobilize aid before the impact occurs. In Central America alone, the IFRC currently has five early action protocols for floods and tropical storms, financially supported by its Disaster Response Emergency Fund (IFRC-DREF). "Prepositioning relief items, simulation exercises and early action protocols make it possible to protect lives, reduce economic losses and speed up recovery after a disaster," Torres explained. "But rules can also save lives and build community resilience, which is why we call on all countries in the region to advance the international treaty for the protection of persons in disaster situations, currently under consultation at the United Nations." This treaty seeks to ensure that the protection of people exposed to or affected by disasters does not depend on chance, but on clear commitments and coordinated action. Its adoption, expected in 2027, would facilitate international cooperation and reduce the obstacles that can delay the arrival of aid. It would also improve the conditions for Red Cross Societies, as auxiliary to the public powers, to continue assisting the most vulnerable people: women, girls, older people, people on the move or with disabilities, and communities affected by violence and poverty. This season, shaped by the influence of the coming El Niño phenomenon, illustrates how risk can shift and take different forms across the continent. While Grenada, Saint Vincent and the Grenadines, Barbados, Jamaica, Cuba, Haiti and the Dominican Republic continue to recover from hurricanes Beryl, Oscar, Rafael and Melissa, other areas face different threats. The Central American Dry Corridor, parts of Chile and areas of the Andean region are bracing for possible droughts, while Argentina, Brazil and Uruguay anticipate heavy rains and flooding. In all of them, Red Cross teams are already working with communities to get ready. Against this backdrop, where climate, health and social risks accumulate and overlap with growing frequency, the IFRC calls for investing without delay in measures that enable States, communities and the Red Cross itself to better protect people in the face of multi-hazard scenarios. Because, as underscored at IFRC's recent XXXIII Pre-Hurricane and Recurrent Hazards Conference, when risks pile up, the difference between a hazard and a humanitarian crisis is usually decided before the impact — in the level of preparedness already in place, and in the capacity to act before the disaster occurs. For more information: [email protected] In Panama: Susana Arroyo +50769993199 In Geneva: Paolo Cravero +41 79 894 83 96
Countries: World, Argentina, Barbados, Brazil, Chile, Cuba, Dominican Republic, El Salvador, Grenada, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, Panama, Saint Vincent and the Grenadines, Uruguay Source: International Federation of Red Cross and Red Crescent Societies Ciudad de Panamá, 1 de junio — Aunque los pronósticos apuntan a una temporada de huracanes por debajo del promedio en el océano Atlántico, la Federación Internacional de Sociedades de la Cruz Roja y de la Media Luna Roja (IFRC) recordó hoy que se prevé una alta actividad ciclónica en el Pacífico oriental. La organización llamó a mantener la inversión en preparación, acción anticipatoria y sistemas de alerta temprana en más de 25 países2 de América Central, América del Norte y el Caribe expuestos a ciclones tropicales. Para la temporada 2026 en la cuenca atlántica, que va del 1 de junio al 30 de noviembre, la Administración Nacional Oceánica y Atmosférica de Estados Unidos (NOAA) prevé, con 55 por ciento de probabilidad, una actividad ciclónica por debajo del promedio histórico de 14 tormentas con nombre y siete huracanes. Este año, apunta NOAA, habría entre ocho y 14 tormentas nombradas. De estas, entre tres y seis se convertirían en huracanes, incluyendo entre uno y tres huracanes mayores, es decir, de categoría tres o superior. En contraste, la agencia prevé, con un 70 por ciento de probabilidad, una temporada más activa en el océano Pacífico oriental, donde pronostica entre 15 y 22 tormentas con nombre, de las cuales entre nueve y 14 se convertirían en huracanes, y entre cinco y nueve de ellos en huracanes mayores. “Lo repetiremos una y otra vez: una tormenta basta para destruir comunidades, colapsar servicios públicos y desplazar y poner en peligro a cientos de miles de personas”, afirmó Cristian Torres, director regional adjunto de la IFRC para las Américas. “Los pronósticos son críticos para que actuemos antes de que los desastres sucedan, pero además de saber cuántas tormentas habrá, es indispensable reducir la vulnerabilidad de las personas, ampliar la cobertura de los sistemas de alerta temprana, y desarrollar, financiar y probar protocolos interinstitucionales que las protejan de las múltiples amenazas a las que están expuestas”, añadió. Como parte de su compromiso con la preparación, la IFRC ya tiene almacenada en Panamá, Santo Domingo y otros puntos estratégicos de la región suficiente ayuda humanitaria para asistir de forma inmediata a hasta 60.000 personas afectadas por una emergencia de gran magnitud. El stock incluye kits de higiene y de cocina, mosquiteros, lonas, herramientas de limpieza y construcción, lámparas solares, plantas potabilizadoras e insumos para la purificación de agua, entre otros. Consciente de que movilizar la ayuda humanitaria en tiempo récord requiere la participación, el conocimiento y la colaboración de múltiples actores, la IFRC apuesta también por los simulacros como una herramienta crítica para poner a prueba los mecanismos y protocolos de respuesta a crisis y desastres. El más reciente, celebrado en mayo pasado, tuvo como objetivo medir y mejorar los tiempos de movilización, los procesos aduaneros y la capacidad de respuesta interinstitucional de El Salvador, Guatemala y Honduras ante posibles inundaciones provocadas por huracanes. El ejercicio de simulación consistió en movilizar, a través de esos tres países, equipos especializados en agua, saneamiento e higiene (WASH) de la Cruz Roja. En esta iniciativa participaron los entes rectores de protección civil, las autoridades de aduanas y relaciones exteriores y las Sociedades Nacionales de la Cruz Roja. Apoyado por la Cruz Roja Alemana y fondos humanitarios de la Unión Europea, el simulacro se enmarcó en el Mecanismo Regional de Asistencia Humanitaria Internacional, el instrumento del Sistema de la Integración Centroamericana para organizar, facilitar y articular la asistencia humanitaria en sus países miembros. Otra de las acciones de preparación impulsadas por la IFRC ante la temporada de huracanes es la adopción de protocolos de acción anticipatoria. Estos protocolos agrupan medidas previamente acordadas entre las comunidades, las autoridades y la Cruz Roja, que se activan cuando se alcanzan determinados umbrales de riesgo. Dependiendo del contexto, estas acciones pueden incluir transferencias de efectivo antes de la emergencia para proteger viviendas y medios de vida, el traslado de bienes esenciales, el refuerzo de infraestructuras críticas o la evacuación de personas en situación de mayor vulnerabilidad. Cuando estos sistemas funcionan, las comunidades reciben alertas oportunas, las autoridades cuentan con más tiempo para coordinar evacuaciones y los equipos humanitarios pueden movilizar ayuda antes de que ocurra el impacto. Actualmente, la IFRC tiene, sólo en Centroamérica, cinco protocolos de acción temprana ante inundaciones y tormentas tropicales que cuentan con apoyo financiero de su Fondo de Emergencia para la Respuesta a Desastres (IFRC-DREF). “El preposicionamiento de ayuda humanitaria, los simulacros y los protocolos de acción anticipatoria permiten proteger vidas, reducir pérdidas económicas y acelerar la recuperación tras el desastre”, explicó Torres. “Pero las normas también pueden salvar vidas y construir resiliencia comunitaria, por eso hacemos un llamado a todos los países de la región a impulsar el tratado internacional para la protección de las personas en situaciones de desastre, que se encuentra en consulta en las Naciones Unidas”. Este tratado busca que la protección de las personas expuestas a desastres o afectadas por ellos no dependa del azar, sino de compromisos claros y acciones coordinadas. Su aprobación, prevista para 2027, facilitaría la cooperación internacional y reduciría los obstáculos que pueden retrasar la llegada de la ayuda. Además, mejoraría las condiciones para que las Sociedades de la Cruz Roja, como auxiliares de los Estados, sigan asistiendo a las personas en mayor vulnerabilidad: mujeres, niñas, personas mayores, personas en situación de movilidad o con discapacidad y comunidades afectadas por la violencia y la pobreza. Esta temporada, marcada por la influencia del fenómeno de El Niño, ilustra cómo el riesgo puede desplazarse y adoptar distintas formas a lo largo del continente. Mientras Granada, San Vicente y las Granadinas, Barbados, Jamaica, Cuba, Haití y República Dominicana continúan recuperándose de los huracanes Beryl, Óscar, Rafael y Melissa, otras regiones enfrentan amenazas diferentes. El corredor seco centroamericano, parte de Chile y zonas de la región andina se preparan para posibles sequías, mientras que Argentina, Brasil y Uruguay anticipan lluvias intensas e inundaciones. En estos países los equipos locales de la Cruz Roja ya están preparando a las comunidades. En este marco, donde los riesgos climáticos, sanitarios y sociales se acumulan y se superponen con creciente frecuencia, la IFRC hace un llamado a invertir sin dilación en medidas que permitan a los Estados, las comunidades y a la propia Cruz Roja proteger mejor a la población frente a escenarios multiamenaza. Porque, como se recalcó en la XXIII Conferencia Pre-Huracanes y de Amanezas Recurrentes de la IFRC, cuando los riesgos se acumulan, la diferencia entre una amenaza y una crisis humanitaria suele definirse antes del impacto. Está en el nivel de preparación existente y en la capacidad de actuar antes de que ocurra el desastre. Para más información: [email protected] En Panamá: Susana Arroyo +50769993199 En Ginebra: Paolo Cravero +41 79 894 83 96
Fenômeno El Niño deve ser oficializado em junho Junho é tradicionalmente marcado pela chegada do inverno no Hemisfério Sul. Apesar disso, o mês pode fazer menos frio do que maio, segundo a Climatempo Meteorologia. Em junho, também ocorre o solstício de inverno, que oficialmente marca o começo da estação. Neste ano, será no dia 21 de junho, às 5h24. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O fenômeno El Niño, caracterizado pelo aquecimento acima do normal da porção central e leste do oceano Pacífico Equatorial, está em desenvolvimento e é provável que sua atuação seja oficializada durante o mês de junho. O El Niño, contudo, não terá grande influência no clima durante este mês, pois ainda estará no estágio inicial. Apesar de menos frio do que o mês que passa, são esperados para junho dois episódios de queda de temperatura acentuada. Um deve acontecer na virada da primeira para a segunda quinzena do mês. O outro tem previsão de ocorrer na última semana. A massa de ar frio deste segundo episódio deve ser a mais intensa, derrubando termômetros para baixo dos 10° C em muitas regiões. São esperados eventos isolados de geada na Fronteira Oeste e nas áreas mais elevadas, como a Serra Gaúcha e os Campos de Cima da Serra. O estado não deve ter chuvas intensas de forma frequente, como em junho de 2025, quando grande parte da região acumulou o dobro, ou quase o triplo, do volume normal. Ainda assim, haverá períodos de possibilidade de tempestades sobre o RS, com chuva volumosa em pouco tempo e queda de granizo. A baixa pressão atmosférica no Paraguai e no norte da Argentina estimula a formação de nuvens carregadas que podem resultar em pancadas. Há ainda a possibilidade de formação de ciclones extratropicais, justamente devido à formação de baixas pressões. Isso pode causar eventos de chuva forte e de ventania. Baixa pressão pode favorecer formação de ciclones que trarão pancadas de chuva André Ávila/Agência RBS VÍDEOS: Tudo sobre o RS
The Round 1 series of games concludes with Dublin and Louth meeting again and Monaghan welcoming Mayo to Clones.
Bureau of Meteorology says WA residents should brace for wind gusts higher than 125km/h – the strength of category two cyclones Get our breaking news email, free app or daily news podcast A major storm system bearing down on millions of Western Australians on Saturday is bringing cyclone-strength winds, and is set to deliver a “wintry blast” to the east of the country early next week. Residents across WA’s populated south-west were warned to tie down loose items and prepare for destructive wind gusts that could exceed 125km/h from Saturday evening. Continue reading...
Connecticut Gov. Ned Lamont (D) signed a ban on Glock and Glock-clones Tuesday, meaning three states now ban sales of the wildly popular handgun brand. The post Connecticut’s Democrat Gov. Signs Glock Ban Into Law appeared first on Breitbart.
The El Nino weather phenomenon could turn the four to seven tropical cyclones predicted to hit Hong Kong this year into super typhoons, the Observatory has said. The weather forecaster also said on Thursday that the 33.4 degrees Celsius (92.1 Fahrenheit) recorded at its Tsim Sha Tsui headquarters was likely to be surpassed on Friday, when the mercury was set to rise to 35 degrees Celsius. It added that temperatures could rise higher on Friday if showers and thunderstorms occurred at dusk or...
Northern Mozambique has been absorbing what humanitarian groups call “multiple shocks” for years. Conflict, cyclones, cholera, displacement; each arriving before the last has been processed, each landing on a health system already buckling. What happens to people's minds in conditions like these? And who is there to help?
Governor Wes Moore (D) signed legislation Tuesday banning the sale Glocks and Glock-clones into law, making Maryland the second state to enact such a ban. The post Maryland Gov. Wes Moore Signs Glock Ban Into Law appeared first on Breitbart.
MANILA, Philippines — Three possible low-pressure areas (LPAs) may develop over the Pacific Ocean during the last week of May, although the chances of these intensifying into tropical cyclones remain low, the state weather bureau said. According to the Philippine Atmospheric, Geophysical and Astronomical Services Administration (Pagasa), one of the three systems may enter the
According to Alexander Stepanov, contracts are currently known to be in place for the supply of at least 290 systems of this type to Poland, 9 to Estonia, and 16 to Norway