Wochentaz-Podcast: Hier spricht die Polizei. Oder?
Wir reden über die Macht der Polizeigewerkschaften – und anlässlich der WM über die problematische Rolle der Fifa. mehr...
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A la peine lors de la défaite au match N.1, le basketteur français a montré un meilleur visage, avec 29 points inscrits dont 22 en seconde période, mais il a manqué le panier de la victoire.
Vainqueurs au bout du suspense à San Antonio la nuit dernière, lors du deuxième match des NBA Finals, les Knicks mènent 2-0 avant deux matchs au Madison Square Garden.
Estão abertas até 1º de julho as inscrições para um edital que vai destinar R$ 4 milhões a projetos de adaptação às mudanças climáticas desenvolvidos por comunidades indígenas, quilombolas, rurais, periféricas e costeiras. O Pará está entre os sete estados contemplados pela iniciativa. Lançada pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), a chamada pública vai selecionar de oito a dez propostas voltadas ao fortalecimento da resiliência climática em territórios vulneráveis aos efeitos da crise climática. Cada projeto poderá receber entre R$ 200 mil e R$ 700 mil. As iniciativas deverão apresentar soluções para problemas já enfrentados pelas comunidades, como secas prolongadas, ondas de calor, enchentes, alagamentos, deslizamentos e incêndios florestais. Podem participar organizações da sociedade civil e associações comunitárias. Universidades e instituições de pesquisa poderão atuar como parceiras técnicas dos projetos. Além do Pará, o edital contempla Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba e Pernambuco. Segundo o iCS, os estados foram selecionados por concentrarem populações expostas a elevados riscos climáticos e em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Os projetos escolhidos terão prazo de execução de até 18 meses. O edital completo e as inscrições estão disponíveis no site do Instituto Clima e Sociedade.As inscrições e o edital completo estão disponíveis no site do Instituto Clima e Sociedade. Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.
Ces voyageurs qui rentraient du Mali pour célébrer la fête de l’Aïd, sont tombés en panne dans une zone désertique, point de passage connu de migrants africains qui cherchent à gagner l’Europe.
Supercharging Canary Island animation studio Anima Kitchen, VFX giant DNEG has acquired the Canary Islands’ Anima Kitchent. The operation is backed by the support of the state-owned Spanish Society for Technological Transformation (SETT), a sovereign venture capital fund which has invested €24.9 million ($28.8 million) in Anima Kitchent. The joint investment, which sees both entities […]
Campanha de adoção de filhotes de cachorro usa nomes de jogadores em Araçoiaba da Serra Camisa da "amarelinha", pata direita no campo e pacote de ração embaixo do braço. A convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 inspirou uma campanha diferente de incentivo à adoção de animais em Araçoiaba da Serra (SP). Em uma ação promovida pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, cães disponíveis para adoção receberam nomes de jogadores da Seleção Brasileira masculina e feminina, como: Neymar, Marta e Formiga. O objetivo é chamar a atenção da população e aumentar as chances de os animais encontrarem um novo lar. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A iniciativa já apresentou resultados. Dois dos animais anunciados na campanha, batizados como Vini Jr. e Marta, foram adotados. Outros seis cães que participam da ação continuam disponíveis para adoção. Neymar, Vini Jr. e Paquetá: campanha de adoção dá nomes de craques da Seleção Brasileira a cães Reprodução/Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente Ao g1, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente informou que a ideia surgiu logo após a divulgação da lista de convocados da Seleção Brasileira. "Quando saiu a convocação da Seleção Brasileira, nós tivemos o insight de explorar esse tema. Entendemos que seria uma forma divertida e atrativa de divulgar os animais que aguardam adoção", informou. Amor à primeira vista Neymar, Vini Jr. (à direita) e Paquetá: campanha de adoção dá nomes de craques da Seleção Brasileira a cães Reprodução/Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente Entre os animais adotados está o cão que recebeu o nome de Vini Jr. O animal ganhou um novo lar com o casal Willians Coral Gimenes e Ana Isabel de Moraes Pereira Gimenes. A decisão de adotar veio após a perda, em 2025, da cadela Jade, que viveu com a família por 15 anos. LEIA TAMBÉM: Tosador viraliza com vídeos de brincadeiras para acalmar animais em pet shop: 'Não querem ir embora' VÍDEO: capivara é resgatada após ser perseguida por cães em Votorantim VÍDEO: funcionários de pet shop correm para salvar cachorros de enchente em Sorocaba "Estávamos decidindo se iríamos adotar outro ou não. A ideia foi sempre adotar, adoramos vira-latas. E, quando o encontramos, foi amor à primeira vista [...] Minha esposa foi quem se encantou primeiro e me convenceu de que ele era o escolhido", contou Willians. "Somos totalmente contra a compra de animais. Com tantos animais de rua precisando de um lar, e adotar um, seja cachorro ou gato, não vai salvar o mundo, mas vai salvar aquela preciosa vida", afirmou. O casal também destacou a experiência durante o processo de adoção realizado pela secretaria municipal. "Tivemos um papo bem legal sobre ele e já saímos de lá com ele vermifugado, além da castração e da chipagem agendadas. A experiência foi muito boa", afirmou. Como adotar Os interessados podem conhecer os animais disponíveis todos os sábados no ponto de adoção realizado durante a feira da Praça Coronel Almeida, na região central da cidade. Os cães também participam de eventos promovidos ou apoiados pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente. Mais informações podem ser obtidas no site. Interessados podem conhecer os animais disponíveis todos os sábados no ponto de adoção Reprodução/Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente Initial plugin text *Colaborou sob supervisão de Gabriela Almeida Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Lancés par Emmanuel Macron, ces sommets affichent des promesses d'investissements étrangers croissants. Mais leur portée sur l'économie, notamment en matière d'emploi, est à nuancer.
Enchente destrói plantações e leva ajuda humanitária a indígenas no Amazonas Indígenas que habitam na comunidade Marauiá, dentro da Terra Indígena Yanomami, no Amazonas, estão sofrendo com a inundação de suas plantações devido a cheia dos rios em Santa Isabel do Rio Negro, onde parte do território fica localizado. O município amazonense está, de acordo com a Defesa Civil do Estado, em situação de atenção para o fenômeno. 🔎 O Rio Mamirauá é uma afluente do Rio Negro que corta parte da T.I Yanomami e não tem os níveis monitorados pela Defesa Civil. Em um vídeo obtido pela Rede Amazônica, um dos indígenas da comunidade que conta com 3 mil habitantes, Elizeu Yanomami, relatou que a enchente do Rio Marauiá foi maior do que o esperado e causou a perda de roças onde eram cultivadas frutas. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp “Neste ano, todos os povos que moram na comunidade falam que nunca aconteceu algo do tipo nesse rio. Ele encheu e foi alagando todas as roças. Perderam banana, manivas e outros tipos de fruta”. A comunidade do Marauiá é de difícil acesso. Para entrar ou sair do local, só há duas opções: viajar de barco pelo Rio Marauiá, enfrentando um trajeto tortuoso e com várias cachoeiras, ou ir de avião, que pousa em uma pista construída pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e que apenas órgãos que atuam no território conseguem usar durante a maior parte do ano. Segundo Elizeu, em algumas áreas onde haviam plantações é impossível caminhar sem que a água cubra os joelhos. Amazonas deve registrar maior volume de chuva do Brasil na primeira semana de junho, diz Inmet Indígena fica com água até os joelhos em área onde havia plantação de frutas. Reprodução/Redes Sociais Ajuda humanitária De acordo com a Funai, 20 aldeias das 22 catalogadas na comunidade tiveram que receber cestas de alimentos. Por meio de nota, o órgão afirmou que realizou a entrega de 821 cestas de alimentos na região do Marauiá. As equipes que atuam no local estão realizando um levantamento detalhado sobre o número de indígenas afetados pela cheia na região. A Funai disse ainda que segue acompanhando a situação por meio da Coordenação Regional Rio Negro e das equipes locais, com ações de apoio às comunidades indígenas da região. A unidade regional informou que as entregas de cestas seguem em andamento em outras localidades, mas não informou quais. Cheia no Amazonas causa impactos, mas perde força Apesar dos prejuízos em algumas regiões do estado, a cheia dos rios no Amazonas já dá sinais de enfraquecimento e os níveis monitorados pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) devem permanecer abaixo da cota de inundação severa em 2026, segundo o órgão. O monitoramento considera os rios em Manaus, no Rio Negro; Manacapuru, no Rio Solimões; e Itacoatiara e Parintins, no Rio Amazonas. Segundo o órgão, os dados atuais já apontam início gradual da vazante em parte da bacia amazônica. De acordo com o gerente de Hidrologia do SGB, André Martinelli, os dados mostram que o processo de enchente está próximo do fim em parte da bacia amazônica. "Já há indícios de término do processo de enchente e início do processo de vazante", disse. Cestas básicas foram entregues para indígenas afetados pela cheia em comunidade no Amazonas. Divulgação/Funai Cheia do Rio Marauiá inundou plantações de indígenas em Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas. Reprodução/Redes Sociais
Nach dem gescheiterten Olympia-Referendum prallen in der Bürgerschaft die Deutungen aufeinander: Die Opposition spricht von einem Misstrauensvotum gegen den Senat, Bürgermeister Tschentscher widerspricht – und verweist auf die Logik der Demokratie.
ONU alerta sobre perigo de El Niño intenso A ONU alertou que o fenômeno climático El Niño pode voltar com força em 2026. "No mínimo, moderado. Possivelmente forte”. Assim, a chefe da Organização Meteorológica Mundial descreveu o El Niño, já a partir de junho. O último El Niño ajudou a fazer de 2024 o ano mais quente já registrado. O fenômeno acontece quando as águas do Pacífico esquentam e liberam mais umidade para a atmosfera. Isso desorganiza o clima, mesmo a milhares de quilômetros de distância. Em algumas regiões, mais chuva. Em outras, mais seca. "O calor extremo já é um dos perigos climáticos mais mortais que enfrentamos, e o El Niño pode intensificar essa ameaça", destacou a chefe da OMM. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia ONU alerta para efeitos extremos do El Niño até agosto Jornal Nacional/ Reprodução Os riscos incluem mais doenças relacionadas a altas temperaturas, como as transmitidas por mosquitos - dengue, malária. Celeste Saulo também alertou para a pressão sobre os sistemas de abastecimento de alimentos e de água, e citou a geração de energia hidrelétrica no Brasil, que depende das chuvas. A chefe da agência listou mais alguns riscos para o nosso país: incêndios na Amazônia, secas no Nordeste, enchentes e deslizamentos na Região Sudeste, como em São Paulo e no Rio de Janeiro. A ONU frisou: os impactos do El Niño podem vir em cascata no clima, na economia, passando pela nossa segurança. Ao mesmo tempo, lembrou que é um dos poucos fenômenos climáticos que podem ser previstos. Por isso, destacou a importância de preparação, especialmente com sistemas de alerta. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM ONU alerta para retorno do El Niño e aumento do risco de eventos climáticos extremos Fim da 'tempestade perfeita': por que o agro já prevê dificuldades com El Niño e fertilizantes mais caros Risco de 'super el niño' faz governo montar grupo de especialistas para monitorar eventos extremos
MPF recomenda que prefeitura revogue lei que enfraquece defesa contra desastres climáticos O Ministério Público Federal (MPF) demonstrou preocupação com uma mudança aprovada pela Prefeitura de Belém que retira instituições de ensino, pesquisa e representação da sociedade civil do Comitê Gestor de Riscos e Desastres Climáticos do município. Para o MPF, sem esses integrantes o comitê perde capacidade técnica e tende a atuar de forma reativa, em vez de prevenir danos como os provocados pelas fortes chuvas e alagamentos registrados na capital este ano. A alteração foi aprovada pela Câmara Municipal no último dia 20 de maio, segundo o MPF, sem debate com as instituições envolvidas, e agora aguarda sanção do prefeito Igor Normando (PSDB) para começar a valer. ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Com a nova redação, deixam o colegiado a Universidade Federal do Pará (UFPA), a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), a Universidade do Estado do Pará (Uepa), além do Serviço Geológico do Brasil (SGB), responsável por mapear áreas de risco na cidade. Esse trabalho identificou 127 setores de risco em Belém, sendo 70 com risco de inundação e alagamento, 39 com risco de erosão e outros oito ligados especificamente ao alagamento. O comitê foi criado em 2024 para planejar, coordenar e deliberar ações emergenciais em áreas ameaçadas por desastres e riscos à segurança física e patrimonial dos moradores. A importância dessa estrutura ficou evidente nas enchentes de abril, como no Tapanã, onde o transbordamento do canal Mata Fome isolou famílias, derrubou passarelas e obrigou policiais militares a resgatar uma mãe com três filhos, entre eles duas gêmeas de cinco meses. Moradores relataram perdas totais e dificuldade até para retirar idosos e pessoas com deficiência das casas tomadas pela água. Na recomendação expedida em 22 de maio, o MPF pediu que a prefeitura reverta a decisão e mantenha as instituições no comitê. O órgão deu prazo de 15 dias para resposta e 60 dias para comprovação das medidas adotadas. Até esta segunda-feira (2), segundo o MPF, o município ainda não havia se manifestado oficialmente dentro do prazo. Procurada, a Prefeitura de Belém informou que “todas as questões relacionadas a esse assunto estão sendo tratadas diretamente com o Ministério Público Federal”. Já o MPF afirma que, se a recomendação não for acatada ou não for cumprida, poderá adotar medidas judiciais em defesa das populações mais expostas aos desastres climáticos, como moradores de áreas vulneráveis e pessoas em situação de rua. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará
Deux études présentées au Congrès annuel du cancer de Chicaco, aux Etats-Unis, présentent des traitements efficaces contre le cancer du poumon le plus répandu, le cancer non à petites cellules (CPNPC). L'enjeu est désormais de pouvoir dépister plus tôt les patients.
Plusieurs internautes reprochent aux études sur les rejets de chaleur issus des climatiseurs de se baser sur des mesures nocturnes. Ces travaux prennent bien en compte les données diurnes, mais soulignent un impact plus important la nuit. Et pas sans conséquence sur la santé.
Projeto viário em Rio Claro gera polêmica por retirada de árvores Uma obra de mobilidade urbana em Rio Claro (SP) tem gerado discussão entre moradores, entidades ambientais e a prefeitura. O projeto prevê a interligação de avenidas na região norte da cidade, mas inclui a retirada de árvores da área, o que levantou questionamentos sobre os impactos ambientais e possíveis alternativas para a ligação entre os bairros. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram A obra começou em março e tem previsão de entrega para janeiro de 2027. O investimento, com apoio do governo federal, ultrapassa R$ 2 milhões e inclui asfalto e drenagem na avenida M37, nos jardins Santa Clara e Hipódromo. Mais notícias região: SÃO CARLOS: Ciclistas plantam árvores por trajetos e trilhas no interior de SP CULTURA: Semana Seu Geraldo de Música chega à 8ª edição e abre inscrições para oficinas no interior de SP RELEMBRE: Projeto visa diminuir enchentes com plantio de 200 árvores na área central de São Carlos Obra viária vai impactar na derrubada de dezenas de árvores em Rio Claro EPTV Reclamações ambientais Organizações ligadas à proteção do meio ambiente criticam o corte das árvores. “Não é uma grande obra viária que há necessidade de derrubar isso aqui. Poderia desviar isso, entendeu, com outra mobilidade urbana que pudesse contemplar o trajeto. Estamos em uma crise de clima e precisamos dessas áreas verdes", disse Orivaldo Augusto, representante da Sociedade Rio Clarense de Defesa do Meio Ambiente. Segundo o grupo, no local existem espécies ameaçadas de extinção, como o pau-brasil, além de árvores raras como o cebolão e o jacarandá-mimuso. "A área já está formada e nunca deveria nem ser cogitado arrancar essas árvores aqui que fornecem oxigênio para a gente. É inviável isso”, afirmou a engenheira agrônoma Bia Mônaco A associação também questiona o traçado da obra, alegando que já existem acessos alternativos entre os bairros e ligações entre eles. Prefeitura diz que 45 árvores serão retiradas; grupo ambiental estima 320 EPTV Decisão A prefeitura informou que serão retiradas 45 árvores, mas o grupo ambiental fez um levantamento e afirma que o número é muito maior: 320 exemplares. Em nota, a administração municipal disse que pretende realizar o plantio de 775 árvores para compensar a remoção e que a decisão foi tomada após avaliação técnica, seguindo a Lei Municipal de Arborização Urbana. Moradores de Rio Claro protestam e acionam o MP contra a retirada de árvores para obra viária entre bairros EPTV Além do impacto ambiental, moradores da região temem aumento da insegurança com o maior fluxo de veículos. “Há uns dois anos atrás tinha muito roubo. Se abrir a rua ali, tirar as árvores, eu acho que vai movimentar mais. E não tem necessidade”, disse a moradora Rosa. O que diz a prefeitura A Prefeitura de Rio Claro afirmou que as obras viárias são definidas a partir de critérios técnicos da equipe de mobilidade urbana e engenharia civil. A região, segundo a nota, foi uma das que mais cresceu nos últimos anos, com novos empreendimentos imobiliários, e por isso precisa de intervenções. A CETESB informou que, em alguns casos, a autorização para corte de árvores pode ser concedida diretamente pelo município, desde que haja análise técnica, quando se trata de espécies nativas isoladas em área urbana fora de preservação permanente. Ministério Público No dia 12 de maio, moradores entraram com uma ação no Ministério Público. O órgão informou que aguarda retorno da Promotoria de Justiça de Rio Claro. REVEJA VÍDEOS DA EPTV CENTRAL: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara
Im ersten Quartal 2026 arbeiteten mehr als 40 Prozent der Beschäftigten in Teilzeit. Zugleich stieg bei den Teilzeitkräften der wöchentliche Stundenumfang leicht an.
Im ersten Quartal 2026 arbeiteten mehr als 40 Prozent der Beschäftigten in Teilzeit. Zugleich stieg bei den Teilzeitkräften der wöchentliche Stundenumfang leicht an.
O que é o El Niño e por que os cientistas estão em alerta Secas mais severas, chuvas intensas e ondas de calor podem voltar a ganhar força nos próximos meses, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Em um comunicado nesta terça-feira (2), a agência da ONU informou que os dados mostram que o El Niño, fenômeno que aquece as águas e afeta o clima pelo mundo, deve chegar nos próximos meses e há fortes indícios de que ele seja intenso. "Precisamos nos preparar para um possível evento El Niño forte, que exacerbará a seca e as chuvas intensas e aumentará o risco de ondas de calor tanto em terra quanto no oceano", afirmou a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo. O El De acordo com os dados da WMO, que é autoridade no tema, há 80% a probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño entre junho e agosto deste ano. Ou seja, é certo que o fenômeno vai acontecer. Embora ainda exista incerteza sobre sua intensidade máxima, a maioria dos modelos climáticos sugere que o evento deverá ser, no mínimo, moderado e pode atingir níveis considerados fortes. Ou seja, o mundo já não vamos ter uma versão mínima do evento. O alerta da ONU é de que é preciso se preparar para eventos extremos. Os impactos serão ainda mais severos, viajarão ainda mais longe e cruzarão fronteiras com velocidade devastadora. A única resposta eficaz é uma ação climática à altura da crise – acabar com a dependência dos combustíveis fósseis, acelerar a transição para as energias renováveis, proteger os mais vulneráveis e implementar sistemas de alerta precoce para todos. Seca dos rios afeta 560 mil pessoas no Amazonas Reprodução O que é o El Niño? O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial central e oriental. Ele faz parte de um ciclo conhecido como Oscilação Sul do El Niño (ENSO), que alterna entre três fases: El Niño, La Niña e neutralidade. O fenômeno costuma ocorrer a cada dois a sete anos e geralmente dura entre nove e doze meses. Seu pico costuma ser registrado entre o final de um ano e o início do seguinte, mas seus efeitos podem persistir por mais tempo e influenciar padrões climáticos em diversas regiões do planeta. E o que pode acontecer? No Brasil, o El Niño aumenta a tendência de seca na parte norte do país e de chuva na parte sul. Porém, mais do que isso, há um risco de aumento nos eventos extremos de forma generalizado -- afetando todas as regiões. Isso acontece porque o clima é sustentado por uma combinação de fatores que estão interligados. Com secas extremas no Norte, não temos a umidade da Amazônia e seus rios voadores que irrigam o restante do país. A consequência disso, é uma temporada mais seca também em outros estados. O último El Niño que enfrentamos foi em 2024. À época o Brasil viu: Secas intensas no Norte, deixando rios na região Amazônica completamente secos; As enchentes do Rio Grande do Sul; O aumento das temperaturas, que elevou as ocorrências de incêndio, afetando os principais biomas do Brasil; Mudanças no regime de chuvas que derrubou os índices das represas. O país ainda não se recuperou completamente desses desastres. No Rio Grande do Sul, ainda há cidades sendo reconstruídas. No Norte, há um risco de que, com novas secas intensas, isso crie estresse hídrico nos rios que fazem parte do coração das águas brasileiras. 🔴 Em seu comunicado, a ONU reforça: é preciso que os governos se preparem para o que está por vir. No Brasil, na última semana o governo anunciou a criação de um gabinete de crise. Órgãos do governo federal e instituições de pesquisa vão passar a se reunir semanalmente para acompanhar os impactos do El Niño e coordenar ações de prevenção e resposta em todo o país.
Chuvas fortes destroem casas em comunidades indígenas “Tinha gente desesperada, chorando, gritando”. É assim que a tuxaua da comunidade indígena Macaco, Valdina Silva, de 52 anos, relembra a noite em que as enchentes atingiram o município de Normandia, ao Norte de Roraima, há uma semana. As fortes chuvas destruíram casas e deixaram quase 200 pessoas sem energia elétrica, água potável e comida. Normandia é um dos sete municípios em situação de emergência em Roraima. Além da região do Macaco, comunidades próximas, como Santa Cruz, Serra Grande e Jibóia, também estão completamente isolada. A prefeitura acompanha a situação das enchentes e o governo montou uma força-tarefa e envio de ajuda humanitária à áreas isoladas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Valdina disse que, uma semana antes das enchentes, os moradores da comunidade Macaco, do povo Macuxi, já estavam sem energia elétrica e enfrentavam dificuldades de comunicação. A situação provocou a perda de alimentos armazenados em geladeiras, incluindo a merenda escolar. “Estava sendo uma semana muito ruim para nós. Naquela noite, a gente ouviu um barulho forte, mas ninguém imaginava que era a água chegando daquele jeito. Foi tudo muito rápido. Muita gente passou a noite em pé ou em cima de árvores”, disse. Chuvas fortes destroem casas em comunidades indígenas Arquivo As casas da comunidade, feitas de adobe — técnica de construção com terra —, tiveram as paredes destruídas, o que impossibilitou que as famílias permanecessem nas residências. 🔍Casas de adobe são construídas com tijolos feitos de terra crua, água e, em alguns casos, palha, moldados manualmente e secos ao sol. Além disso, moradores como James Milton, de 54 anos, que vivem da agricultura e da criação de animais, também tiveram perdas provocadas pelas chuvas. “A gente está muito triste. É difícil perder a casa e ter que sair do lugar onde morava. Hoje estou ficando na escola da comunidade, porque não tenho para onde ir. É muito sofrimento”, relatou James. “Agora preciso procurar outro lugar para construir uma nova casa. Minha expectativa é conseguir pelo menos fazer uma barraca para me abrigar. Preciso de ajuda com material, porque já estou mais velho e sozinho fica muito difícil reconstruir tudo”, explicou. ‘Completei 67 anos ilhada’ A tuxaua da comunidade Jibóia, Maria Cleunice Servino, de 67 anos, disse que, até essa segunda-feira (1ª), a localidade não havia recebido nenhum tipo de ajuda. “Aqui ninguém recebeu nem um quilo de arroz sequer. Nós vivemos do que plantamos e criamos. Estamos muito prejudicados. O que mais dói é ver as crianças nessa situação. No sábado, quase morreram duas crianças tentando atravessar a água. Graças a Deus conseguimos puxar elas e salvar”, disse. Maria, do povo Wapichana, vive na região desde 1976. Nesta semana, ela fez aniversário em meio ao isolamento causado pelas enchentes. “Completei 67 anos ilhada”, afirmou. “Já tivemos enchentes antes, normalmente de três em três anos, mas nunca como essa. As outras enchiam e baixavam, não chegavam nesse nível.” A tuxaua informou que a água consumida pela comunidade vem do rio, já que os moradores enfrentam dificuldades para utilizar os poços artesianos. Segundo ela, a situação tem provocado problemas de saúde entre as pessoas, que apresentam sintomas como febre, dor de barriga e vômito. “Na minha casa, a gente está matando as galinhas do terreiro para comer. Ainda não estamos passando fome porque criamos animais, mas as criações estão acabando. Precisamos de ajuda com alimento e água”, disse. Situação em Normandia A prefeitura de Normandia decretou situação de emergência devido aos impactos causados pelas fortes chuvas que atingem o município nas últimas semanas. O decreto, assinado na última sexta-feira (29) pelo prefeito Dr. Raposo (PP), tem validade de 180 dias A medida municipal ocorre em meio a um cenário crítico de enchentes que já deixaram comunidades indígenas isoladas e milhares de crianças sem ir à escola. Segundo o documento, as chuvas intensas registradas desde o final do mês de abril elevaram o nível das águas e causaram o transbordamento dos rios Maú e Cotingo, além dos igarapés Inamará e Juruaquim. Cerca de 16 mil pessoas já foram atingidas pelas chuvas em Normandia. Comunidade está isolada em Normandia Arquivo 16 mil pessoas já foram atingidas por chuvas em Normandia Arquivo Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.