Canada taking a strategic turn away from dependency on US
Caroline Mulroney has seen it all when it comes to Canadian politics.
"CAROLINE" · 총 68건
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Caroline Mulroney has seen it all when it comes to Canadian politics.
With nothing holding her down but a dead-end job and an aging dad, a small-town Texan girl is swiftly bedazzled by a smooth criminal drifter, and hops into his car to pursue a life less ordinary. The premise of “Carolina Caroline” could be copy-pasted from innumerable American road movies, from landmarks like “Bonnie and Clyde” […]
Carro e moto destruídos após acidente na rodovia MT-240 Reprodução Três pessoas morreram após uma batida entre um carro e uma moto na rodovia MT-240, próximo à entrada do município de Nortelândia, nesse sábado (6). As vítimas foram identificadas como: Ana Caroline Santana de Oliveira, de 28 anos, Maylson dos Santos, de 36 anos e Alan Cristyan Duarte da Silva, de 37 anos. Segundo a Polícia Militar, Ana Caroline estava grávida. As informações preliminares apontam que o carro atingiu a traseira da motocicleta. Os dois veículos seguiam no sentido Diamantino–Nortelândia. A moto foi arremessada para fora da pista e ficou presa em uma cerca de arame às margens da rodovia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 Após a batida, o motorista do carro perdeu o controle da direção e o veículo capotou. Durante o capotamento, o condutor foi arremessado para fora do automóvel e também morreu. O carro ficou danificado sobre a pista após o acidente. As circunstâncias da batida serão investigadas pela Polícia Civil.
Grace Gummer says 'Love Story' finale left her emotionally drained Grace Gummer was ready to sign on for a different TV project – until Ryan Murphy picked up the phone. The actress, who portrays Caroline Kennedy in Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette, revealed...
The secret meeting between Kennedy and Princess Diana is explored in Caroline Hallemann's new book, "The Kennedys and the Windsors."
Ce nouveau texte reprendra plusieurs dispositions de la très contestée proposition de loi de la députée macroniste Caroline Yadan.
The actress says her aim was to portray Kennedy with “compassion and delicacy” after Ryan Murphy convinced her to join the FX drama.
Dublin-born writer, composer and performer Caroline Kay is on the brink of a defining moment as her new musical Elephant Shoes prepares for its world premiere in the US.
Elections Ontario staff say a byelection must be held in the provincial York--Simcoe riding before the end of 2026.
Caroline Garcia, Gaël Monfils, Jannik Sinner, Aryna Sabalenka… Une bonne partie du circuit s’est lancée dans des concepts plus ou moins originaux sur les réseaux sociaux. Une façon de maîtriser leur image et de développer de juteux partenariats.
Jardim sensorial feito por alunos em escola estimula o ensino e reduz o estresse Já imaginou transformar uma área verde em um jardim sensorial com uma diversidade de plantas? Foi isso que os alunos da Escola Técnica Estadual (Etec) de Araras (SP) fizeram dentro da unidade. A iniciativa possibilita uma experiência diferente, que estimula os sentidos e até alivia o estresse. Nesta sexta-feira, 5 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, data que foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972 com o objetivo de conscientizar sobre a preservação dos recursos naturais e os desafios ambientais. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram A estudante Yasmin Ferreira da Silva, de 17 anos, afirmou que o espaço proporciona uma 'fuga' do ambiente escolar. "Parece que estou, sabe, em um campo, assim, com várias plantas que eu posso pegar, que eu posso cheirar, que eu posso tocar, então, é muito bom". O projeto surgiu no ano passado por iniciativa do professor Ezequiel Ortolan. "A gente montou esse jardim sensorial aproveitando a área verde da escola, espaço onde tinha um gramado - a gente pode falar uma monocultura - e a gente implantou o jardim sensorial com uma diversidade de plantas". Jardim sensorial feito por alunos em escola estimula o ensino e reduz o estresse em Etec de Araras, SP EPTV/Reprodução As cores, os cheiros, a textura das plantas e até o gosto: tudo foi pensado pelo professor para estimular as sensações dos estudantes. "Estimula os cinco sentidos que a gente tem: a visão, audição, tato, paladar e olfato", explicou Ezequiel. Jardim sensorial feito por alunos em escola estimula o ensino e reduz o estresse em Etec de Araras, SP EPTV/Reprodução Mais matérias da região: ARARAQUARA: Esteticista é presa por aplicar e vender canetas emagrecedoras ilegais no interior de SP PESQUISA: Método da Unesp usa bactérias para extrair terras raras de lâmpadas fluorescentes; entenda ADOÇÃO: Novo site reúne mais de 600 cães e gatos resgatados à espera de um lar no interior de SP 🪴 Alunos com a 'mão na terra' Foram os próprios alunos que construíram o espaço na escola, perto de uma árvore tataré, conhecida pelas características do tronco que formam uma escultura natural. No centro do Jardim, foi criado um lago com peixes e plantas aquáticas, dentro de uma caixa d'água. A proposta foi criar um ambiente de interação, acolhimento e aprendizado, além de funcionar como um espaço de convivência. O local também é usado nas aulas práticas e por alunos do curso de gastronomia, que colhem ervas aromáticas, flores comestíveis para compor as receitas. "O aluno não fica só naquilo que é o mínimo. A gente tem cursos, por exemplo, como gastronomia que vem pegar alguns detalhezinhos de algumas plantas para colocar nos pratos", afirmou o diretor da Etec, Jeferson Antonio Alves. Jardim sensorial feito por alunos em escola estimula o ensino e reduz o estresse em Etec de Araras, SP EPTV/Reprodução O projeto é inédito nas Etec's da região, deu certo e extrapolou a ideia inicial. Agora, tem sido usado até para inclusão de alunos com necessidades especiais. "É um projeto que não beneficia só a gente que participou, que teve parte do processo, mas o pessoal aqui se beneficia de diferentes formas. Eu acho que isso aqui alivia muito no sentido de estresse", disse a estudante Ana Caroline Carvalho Cardoso, de 17 anos. ASSISTA A REPORTAGEM COMPLETA DO EPTV 1: Alunos criam jardim sensorial dentro de escola em Araras 🌺 Preservação do Meio Ambiente A manutenção do jardim sensorial é responsabilidade dos alunos e é um exemplo de como a escola pode se envolver em prol do bem comum. São sementes que brotam em cada estudante e contribuem para a preservação do meio ambiente. "Ao mesmo tempo que a gente está aproveitando, a gente está beneficiando o meio ambiente", disse a estudante Ana Lívia Lopes dos Santos, de 17 anos. Ana Lívia contou que muitas das flores que plantadas no jardim sensorial ela não sabia que eram comestíveis. "Ele também plantou girassol, que eu acho muito lindo. E também as plantas que ele plantou tem bastante que a gente não conhecia e foi aprendendo aqui". Jardim sensorial feito por alunos em escola estimula o ensino e reduz o estresse em Etec de Araras, SP EPTV/Reprodução REVEJA OS VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara
Amanda Maria Souza de Oliveira em imagem cedida pela assistente social Delma Soares, se passando por uma adolescente de 12 anos. Arquivo Pessoal Muito antes de Amanda Maria Souza de Oliveira ser presa em Santa Catarina por fingir ter 12 anos, uma assistente social de Belo Horizonte já desconfiava da história. Delma Soares conta que passou a acreditar que Amanda era maior de idade após presenciar um episódio de violência, na casa dela, quando a suposta adolescente foi informada de que precisaria voltar para o abrigo. Amanda, que em BH era chamada de "Karol", foi apadrinhada, com outras crianças, pela assistente social e levada pra dela para passar as festas de fim de ano. A mulher ficou por lá por quase uma semana quando foi informada de que teria que voltar pro abrigo antes das festas. Delma precisou fazer uma viagem de emergência. O irmão adoeceu em Vitória (ES). Com isso, Amanda teria que voltar para a instituição. Foi neste momento que ela teve uma reação violenta e começou a quebrar diversos objetos. Além disso deu socos e chutes que danificaram o portão de ferro da casa. "Quando contei que ela teria que retornar para o abrigo, foi uma reação completamente fora do comum. Ela começou a quebrar objetos e a dar socos e chutes no portão da minha casa. Eu tinha certeza de que ela era maior. Só não tinha como provar. Ela tinha uma aparência infantil e conseguia reproduzir muitos comportamentos de uma criança. Mas naquele momento eu percebi características que não batiam com a idade que ela dizia ter", relembrou Delma. A assistente social afirma que o comportamento chamou a atenção pela força física demonstrada e pela mudança repentina de postura que não eram compatíveis com uma pessoa de 12 anos. Delma conta que compartilhou suas desconfianças com integrantes da rede de proteção à criança e ao adolescente, mas não acreditavam no que a assistente social dizia. "Quando eu dizia que ela era maior de idade, as pessoas achavam que eu estava equivocada. Eu não tinha provas, apenas a convicção construída pela convivência com ela", afirmou. LEIA TAMBÉM Mulher presa em SC por fingir ser adolescente já havia usado identidades falsas em Minas e outros estados Quem é a mulher de 37 anos presa após fingir ter 12 anos e ser 'adotada' por família em SC A assistente social Delma Soares conviveu com Amanda, em 2017, no abrigo onde é diretora, em Belo Horizonte. TV Globo A convivência com Amanda no abrigo de BH Em Belo Horizonte, Amanda chegou a casa de acolhimento, onde Delma é diretora, em 2017. Ela usou o apelido de "Karol". A assistente social tinha uma boa relação com Amanda e ganhava dela cartas, desenhos e bilhetes que reforçavam a imagem de uma adolescente em situação de vulnerabilidade. Segundo Delma Soares, Amanda chegou ao local com ferimentos provocados por agulhas e pedaços de arame. Ela foi atendida no Hospital Odilon Behrens, onde exames de raio-X identificaram objetos espalhados pelo corpo. Cartinhas escritas por Amanda para a assistente social Delma, assinadas como "Karol". TV Globo Relembre o caso Mulher de 37 anos finge ter 12 e é presa por estelionato 1 ano após ser adotada em SC Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, foi presa nesta semana em Joinville (SC), onde viveu por cerca de 14 meses com uma família fingindo ser uma adolescente de 12 anos. Apresentando-se como "Gabriele", ela dizia ter fugido do Pará após sofrer maus-tratos. A Justiça de Santa Catarina decretou a prisão preventiva da suspeita. Ela é investigada pelos crimes de estelionato e falsa identidade e deverá passar por exame de sanidade mental. A mulher já havia sido alvo de registros policiais e acolhimentos em instituições de Minas Gerais. Boletins de ocorrência obtidos mostram que Amanda utilizava nomes falsos e relatava histórias de violência, abandono e vulnerabilidade para conquistar a confiança de pessoas e entidades dispostas a ajudá-la. Além da capital mineira, há registros da passagem dela por Montes Claros, Três Corações e Bom Despacho. Em Montes Claros, no Norte de Minas, Amanda procurou uma casa de acolhimento em dezembro de 2024 usando o nome de "Ane Caroline Ferreira Silva". Conforme boletim de ocorrência, ela alegou ser vítima de agressões físicas, abusos e até rituais de bruxaria. A permanência no local durou apenas cinco dias. Em Três Corações, no Sul de Minas, ela utilizou a identidade de "Ana Clara Santos Xavier" e afirmou ter 13 anos. Também disse ser natural de Fortaleza e vítima de abusos sexuais. Conselheiras tutelares identificaram relatos semelhantes registrados anteriormente em outros estados. Já em Bom Despacho, no Centro-Oeste mineiro, funcionários de um abrigo acionaram a polícia após suspeitarem da versão apresentada por Amanda. Na delegacia, ela revelou o nome verdadeiro, mas se recusou a informar a idade. De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina, Amanda também possui registros de passagens por Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O que diz a defesa de Amanda A defesa de Amanda Maria Souza de Oliveira informou que identificou elementos que justificam a realização de exame de sanidade mental e aguarda os resultados das perícias para definir quais medidas processuais poderão ser adotadas. Vídeos mais vistos no g1 Minas Gerais
Voormalig BBB-staatssecretaris Gijs Tuinman heeft enkele weken geleden zijn partijlidmaatschap opgezegd. Dat heeft hij in het WNL-televisieprogramma Goedemorgen Nederland bekendgemaakt. Volgens Tuinman heeft de recente leiderschapswissel binnen de partij hem "heel veel pijn gedaan". Henk Vermeer nam recent de leiding van de fractie over van Caroline van der Plas. Tuinman spreekt van een breuk met de koers die de partij eerder uitzette. Tuinman zegt zich te scharen achter Mona Keijzer, die de partij verliet na de machtswisseling. Hij gaf aan regelmatig contact met haar te hebben en haar te steunen. "Ik bel regelmatig met Mona, help haar en denk dat zij de juiste koers heeft." Ook zei hij open te staan voor deelname aan eventuele nieuwe politieke beweging van Keijzer. Vertrek uit BBB Kort na zijn entree in de Tweede Kamer namens BBB werd Tuinman benoemd tot staatssecretaris van Defensie. Politiek gezien zat hij "meer aan de rechtse kant, een beetje VVD-achtig", zei Tuinman vandaag in het WNL-programma. Meerdere BBB'ers hebben de afgelopen tijd de partij verlaten of hun steun uitgesproken voor Mona Keijzer. Zo stapten onder anderen oud-Kamerlid Claudia van Zanten, voormalig bestuurslid Florian Huiskamp en een beleidsmedewerker uit de partij. Eerder uitten ook meerdere prominente partijleden in een brief kritiek op het passeren van Keijzer als partijleider. In de Eerste Kamer zijn inmiddels ook vijf senatoren vertrokken; een deel ging verder als eenpitter of sloot zich bij een andere partij aan.
Most of us have people in the office that we just don't click with. But have you ever considered that your irritating co-worker could be something more sinister - a narcissist?
The 'Strange Darling' standout admits that getting cast remains challenging, even when a director wants him: "The way Hollywood works, it doesn't always go that way."
Mulher de 37 anos é 'acolhida' após fingir ter 12 anos Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, presa após confessar ter se passado por uma menina de 12 anos em Joinville (SC), também fingiu ser adolescente ao dar entrada no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, em setembro de 2023. Na época, os médicos encontraram diversas agulhas no corpo dela durante um raio-x, segundo a direção da unidade. A mulher vivia em uma casa de acolhimento da Capital, na ocasião, e deu entrada na unidade de saúde afirmando que estava com dores abdominais. Não há informações sobre a origem desses itens, nem se os objetos continuam no corpo dela. Investigada por estelionato e falsa identidade pela Polícia Civil de Santa Catarina, a suspeita teve a prisão convertida em preventiva após passar por audiência de custódia nesta quarta-feira (3). ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Suspeita fingia comportamento infantil e dizia ter autismo Quem é Amanda Maria, mulher de 37 anos que fingiu ser adolescente Com a suspeita de que a paciente estaria sofrendo maus-tratos, por causa das agulhas, o hospital acionou o Conselho Tutelar, segundo a diretora Maristela Cardozo Biazon. Na época, ela se apresentou aos profissionais como 'Caroline da Silva Bastos' e disse ter 13 anos. “Houve a suspeita de maus-tratos. Quando tem essa suspeita, automaticamente o hospital notifica e marca uma consulta no ambulatório. Nessa consulta no ambulatório, esse tempo que a gente teve de uma semana, foi investigado que essa paciente já tinha feito isso e aplicado essa mesma queixa em outros locais. Entramos em contato com o Conselho Tutelar e com a casa de acolhimento e automaticamente ligamos para a polícia”, diz a diretora. O g1 questionou a Polícia Civil sobre essa ocorrência, via assessoria de imprensa, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem. Exame mostra agulhas pelo corpo Imagens de Raio-X, feitas em 2024 em um hospital de Goiás, quando a suspeita foi presa pelo mesmo golpe, mostraram essas agulhas espalhadas pelo corpo dela. Na ocasião, o Conselho Tutelar também foi acionado, assim como a Polícia Militar. Raio-X feito em hospital de Goiás mostram agulhas no corpo da mulher em 2024 (Foto: Polícia Civil/ Polícia Militar/Reprodução) 🔴 Com a investigação, a Polícia Civil de Santa Catarina descobriu que Amanda Maria é reincidente nessa modalidade de golpes, tendo registros em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás. Mulher foi acolhida por família de Joinville por 14 meses Segundo o delegado Rodrigo Bueno Gusso, responsável pelo caso, Amanda conviveu com a família de Joinville por 14 meses. Ela se apresentava para eles como Gabriele. O advogado Rafael Luiz Siewert, defensor dativo da suspeita, confirmou que Amanda vai passar por exames de sanidade mental (íntegra abaixo). A ata da audiência de custódia mostra que a investigada se aproximou da família por intermédio de um pastor da Igreja. Inicialmente, ela declarou ter 18 anos, experiência em panificação e disse que buscava oportunidade de emprego. Família passou a suspeitar após denúncias de parentes Com o passar do tempo, no entanto, passou a relatar problemas de saúde e dificuldades financeiras, o que motivou o casal a acolhê-la temporariamente em casa. Após conquistar a confiança da família, a mulher teria alterado sua versão, afirmando ter apenas 11 anos e alegando ter sido vítima de abusos. O casal, então, se sensibilizou e permitiu que ela passasse a morar com eles. Acreditando na condição de vulnerabilidade infantil apresentada por ela, o pai e a mãe chegaram a organizar uma festa de 12 anos para a menina comemorar o suposto aniversário. Infográfico - Falsa adolescente Arte/g1 O que diz a defesa Fui nomeado defensor dativo da investigada, uma vez que a Defensoria Pública não atua perante o Juízo de Garantias da Comarca de Joinville. Após a análise dos autos e entrevista com a custodiada, a defesa identificou elementos que justificaram o pedido de realização de exame de sanidade mental. O requerimento foi acolhido pelo Juízo, que determinou a realização de perícia oficial para avaliação de sua condição psíquica. Neste momento, a investigada permanece à disposição da Justiça em razão da decisão que converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva e da necessidade de realização do exame pericial já determinado. A defesa aguarda a conclusão da perícia técnica, que poderá contribuir para o adequado esclarecimento das circunstâncias relacionadas ao caso e para a adoção das medidas processuais cabíveis. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
L'ancienne joueuse française, qui a pris sa retraite des courts à la fin de la saison 2025, a été honorée par l'organisation du tournoi, jeudi.
Jovens no Brasil são mais ou menos conservadores do que os mais velhos? O que pesquisa descobriu sobre a geração Z Adobe Stock A ideia de que a geração Z estaria se tornando mais conservadora do que os mais velhos ganhou força nos últimos anos, impulsionada por pesquisas realizadas em outros países e por fenômenos culturais como Adolescência, a segunda série mais vista da história da Netflix. Mas um novo estudo sugere que a história pode ser diferente — ao menos no Brasil. Segundo o levantamento, realizado pela Quaest a pedido do instituto More in Common, embora a maioria dos jovens brasileiros de 16 a 24 anos — faixa etária que concentra a maior parte da geração Z — se identifiquem como conservadores (68% entre os homens e 62% entre as mulheres), esses índices são menores do que os registrados entre as gerações mais velhas, como mostra o gráfico abaixo. 'Adolescência': Crise nas escolas exige medida radical para 'impedir que meninos machuquem meninas e a si mesmos', diz criador da série A pesquisa retrata uma juventude que ocupa uma posição intermediária no debate de costumes: embora demonstrem maior apoio à igualdade de direitos para as mulheres, os jovens — especialmente os homens — mantêm resistência a rótulos como feminismo e a algumas minorias sociais como travestis e mulheres trans. "Descobrimos que o conservadorismo não tem uma especificidade geracional", diz Helena Vieira, professora e gestora cultural que atuou como consultora do estudo. "Existe uma aceitação de determinados conteúdos políticos, mas uma rejeição das identidades políticas que os mobilizam." Agora no g1 Homossexualidade e feminismo A pesquisa registrou opiniões que, embora tratem de temas correlatos, podem parecer contraditórias. Um exemplo é o debate sobre a homossexualidade: cerca de 70% dos homens e 83% das mulheres jovens concordam que "casais gays devem ter o direito de adotar crianças", mas mais da metade também diz concordar com a ideia de que "a homossexualidade deve ser vivida entre quatro paredes, de maneira reservada". Helena Vieira propõe uma interpretação para essas respostas que, à primeira vista, podem soar contraditórias. Em sua avaliação, a concordância com a adoção homoparental não estaria, necessariamente, ligada à aceitação de casais gays. "A sociedade tem uma preocupação em tirar essas crianças da ausência de uma família, ou seja, em cuidar delas. É uma espécie de solidariedade com a infância, e é difícil dizer não para isso", ela explica. Paradoxos semelhantes foram observados nas perguntas sobre gênero. Embora menos de um quarto dos jovens tenha concordado que "homens são superiores às mulheres", quase metade endossou afirmações críticas ao feminismo, entre elas a de que "o feminismo promove ódio aos homens" e que "a ideologia feminista é uma ameaça à família brasileira". Os questionamentos sobre o ensino da chamada "ideologia de gênero" também despertaram respostas mais alinhadas ao conservadorismo: entre os jovens, 59% concordam que o tema, ao ser discutido nas escolas, "confunde a sexualidade das crianças", e 55% afirmam que a sexualidade "é assunto a ser tratado somente pela família, não pela escola". Para Vieira, os dados sugerem que os jovens podem até concordar com reivindicações associadas à igualdade de direitos, mas reagem de forma diferente quando elas são apresentadas sob a bandeira de algum movimento político. "Boa parte dos brasileiros é contra falar de gênero na escola, mas quando você pergunta se precisamos fazer alguma coisa contra o bullying, algo para os meninos afeminados não apanharem, aí sim, precisa. Tem um sentimento quase religioso de ser contra ver uma criança apanhar. É uma lógica protetiva mais relacionada às relações interpessoais do que às relações políticas", ela exemplifica. A pesquisa não encontrou, em nenhuma das perguntas feitas, evidência de que os jovens sejam mais conservadores do que os mais velhos. Mesmo nos casos em que uma parcela ligeiramente maior deles tenha concordado com afirmações conservadoras, a diferença é algo que tende a ser absorvido pela margem de erro do estudo, que pode ser verificada nos gráficos exibidos na reportagem. Homens jovens são mais bolsonaristas Outro achado do estudo é que o bolsonarismo é mais forte entre homens jovens do que entre os mais velhos, apesar de a identificação com a direita variar pouco entre os diferentes grupos etários. Entre os homens de 16 a 24 anos, 42% afirmam se identificar com ideias defendidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e por seus apoiadores políticos. O percentual cai para cerca de 35% entre aqueles de 25 a 54 anos, para 29% entre os de 55 a 64 e para 25% entre os maiores de 65 anos. Mesmo considerando a margem de erro, que chega a quatro pontos percentuais para mais ou para menos na última faixa etária, a distância em relação aos mais jovens se mantém. Pode mais uma vez parecer contraditório que, embora sejam menos conservadores, os jovens sejam mais bolsonaristas — afinal, o próprio Bolsonaro se diz conservador e fez inúmeras declarações contra a igualdade de gênero e o direito das chamadas minorias sociais como os homossexuais. Essa diferença é algo que os pesquisadores constataram, sem se propor a explicar, mas Vieira esboça uma hipótese, dizendo que "o voto é uma composição complexa". "Os bolsonaristas não necessariamente compraram o pacote inteiro do Bolsonaro e todas as declarações dele", ela analisa. "É possível encontrar pessoas desse universo que têm posições mais diversas, assim como podemos encontrar eleitores do Lula, talvez até a maior parte deles, que dizem ser conservadores." "O conservadorismo talvez seja a gramática política que mais organiza o brasileiro. O que a gente observou na pesquisa é que a oposição entre conservadorismo e progressismo é mais intensa do que entre esquerda e direita ou entre liberdade econômica ou economia planificada", Vieira acrescenta. Como a pesquisa foi feita A Quaest fez 14 perguntas a cerca de 10 mil brasileiros em seus domicílios. Os questionamentos ocupavam três eixos — gênero, sexualidade e política. As entrevistas aconteceram entre janeiro e fevereiro de 2025, como parte de uma pesquisa mais ampla chamada O Brasil Invisível, na qual também foram feitas perguntas sobre outras áreas controversas do debate público para conclui que o país está menos dividido do que parece. O recorte por faixa etária e gênero, porém, só está sendo divulgado agora. Os participantes do estudo responderam aos questionamentos listados abaixo. O objetivo, ressaltam os pesquisadores, não era medir suas posições sobre esses temas, mas utilizá-los como um instrumento para avaliar o grau de adesão a ideias conservadoras ou progressistas. Identidade de gênero Eu concordo, muito ou um pouco, que… Os papéis de homens e mulheres são e devem ser diferentes; Homens são superiores às mulheres; Hoje em dia os direitos das mulheres valem mais do que os direitos dos homens; O feminismo promove ódio aos homens; A ideologia feminista é uma ameaça para a família brasileira; Casais gays devem ter o direito de adotar crianças; A homossexualidade deve ser vivida entre quatro paredes, de maneira reservada; A ideologia de gênero nas escolas confunde a sexualidade das crianças; Sexualidade é assunto a ser tratado somente pela família, não pela escola; O SUS deve pagar pelas cirurgias de mudança de sexo; Travestis devem ter o direito de usar o banheiro feminino. Identidade política Eu me identifico muito ou um pouco com… A direita; O conservadorismo; O bolsonarismo. Como as perguntas foram feitas — e por que isso importa A forma como as perguntas foram formuladas também pode chamar atenção. Vieira reconhece que algumas delas podem soar até preconceituosas, mas afirma que isso foi deliberado. A consultora da pesquisa, que também é ativista transgênero, usa uma dessas questões para ilustrar seu argumento. O enunciado era: "travestis devem ter o direito de usar o banheiro feminino". Se a frase tivesse sido redigida de modo a incluir também mulheres trans, o resultado poderia ter sido diferente? Vieira diz acreditar que sim, mas afirma que a escolha do termo foi proposital. "Usamos o que mais circula socialmente: de modo geral, a sociedade brasileira olha para a mulher trans como travesti. Na verdade, travesti é até um termo educado, porque a forma como os brasileiros chamam mulheres transexuais é outra palavra mais ofensiva", ela diz. Esta, aliás, foi a questão que despertou maior resistência entre os homens jovens. Apenas 19% deles disseram concordar que travestis devam ter acesso a banheiros femininos. Vieira associa isso ao fato de o debate sobre os direitos das pessoas trans ter ganhado visibilidade mais tarde do que outras pautas igualitárias, tanto no noticiário quanto em produtos culturais de grande alcance, como as telenovelas. O que pode explicar a diferença com estudos estrangeiros Na avaliação dos pesquisadores brasileiros, a discrepância entre o estudo brasileiro e os estrangeiros se deve às metodologias adotadas — no exterior, eles têm sido feitos, em geral, a partir de entrevistas virtuais, enquanto no Brasil foram realizadas entrevistas presenciais, com um esforço para abranger diferentes perfis da população. Diretor-executivo do More in Common e professor de gestão de políticas públicas da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado diz que pesquisas virtuais podem gerar distorções — principalmente no Brasil, devido às limitações de acesso à internet em determinadas regiões e entre diferentes classes sociais — e têm maior probabilidade de alcançar públicos que já se identificam ou se interessam pelo debate, o que pode gerar respostas enviesadas. "Pela internet, são as pessoas que aceitam participar, porque querem colaborar ou até porque recebem alguma remuneração. Esse caráter mais voluntário de o entrevistado aderir ao painel, e não o contrário, pode gerar viés de seleção, porque podem ser recrutadas pessoas que estão querendo falar, com determinadas características que as distorcem em relação à população em geral", diz Ortellado. Uma das pesquisas feitas dessa maneira foi a do King's College com o Ipsos. Os próprios pesquisadores, no entanto, alertaram que suas conclusões não representavam a população em geral, mas segmentos mais conectados e urbanos — uma limitação especialmente relevante em um país com diferenças tão amplas. Publicada em março, a pesquisa do King's College ouviu 23.268 pessoas em 29 países, incluindo o Brasil, entre dezembro e janeiro. A principal conclusão foi que a geração Z está mais conservadora do que os millennials, grupo que reúne adultos de 30 a 45 anos. Embora os dados por faixa etária não tenham sido divulgados para cada país — o que impede verificar se esse padrão também se aplica ao Brasil —, os achados gerais do estudo divergem dos resultados da pesquisa da Quaest. O problema, diz Ortellado, esteve menos nos estudos e mais na forma como suas conclusões foram interpretadas e amplificadas por reportagens e fenômenos culturais. Ele cita como exemplo a série Adolescência, sobre um garoto que assassina uma colega sob influência de comunidades misóginas na internet, e a popularização da machosfera, como são chamadas as comunidades masculinistas da internet, e do movimento looksmaxxing. Tratam-se de vídeos curtos, muito comuns no TikTok, que incentivam jovens a modificar a própria aparência — por meio de mudanças de hábitos, estilo e até procedimentos estéticos — com o objetivo de se tornarem mais masculinos. Segundo Ortellado, quando esses fenômenos ganham grande repercussão na mídia, pode surgir a impressão de que a masculinidade exacerbada entre os jovens é mais disseminada do que realmente é. Isso não significa, ressalta ele, que esses movimentos não existam ou deixem de ser motivo de preocupação. Mas eles podem representar apenas uma parcela da juventude — justamente a mais conectada às redes sociais e que, por isso, tende a estar mais presente em pesquisas feitas pela internet como a do King's College. "A internet não é um retrato fiel da sociedade brasileira", ele diz. "Muitas dessas coisas são fenômenos de nicho. Não devemos menosprezá-las. Tem fenômenos muito preocupantes. Existe misoginia organizada na internet e ela é preocupante. Precisa ser monitorada e combatida. Mas os dados sugerem que isso não parece ser um fenômeno de massa." Os pesquisadores também ressaltam que a pesquisa brasileira não é definitiva sobre o tema, que ainda demanda mais estudos. Não é possível saber, por exemplo, se os brasileiros que hoje têm entre 25 e 34 anos eram menos conservadores uma década atrás, quando estavam na faixa dos 16 aos 24 anos. Essa é uma questão central para compreender se há uma mudança de valores entre os brasileiros. Ainda não se sabe se as pessoas se tornam mais conservadoras com o passar dos anos ou se as diferenças observadas entre as gerações de hoje tendem a persistir ao longo do tempo, por exemplo. Gráficos por Caroline Souza, da equipe de Jornalismo Visual da BBC News Brasil
Die Dressurreiterin und der Fußballprofi sind nach 17 Jahren Ehe kein Paar mehr. Caroline Wahl misstraut schönen Altstädten. Joachim Llambi bekommt kritische SMS von seiner Mutter.