Carney heading for Ireland, France to deepen ties and attend G7 summit
The summit is running from June 15 to June 17 in Evian-les-Bains and France says the focus will be on reducing global inequalities.
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The summit is running from June 15 to June 17 in Evian-les-Bains and France says the focus will be on reducing global inequalities.
Copa do Mundo 2026 será realizada em meio a um período turbulento nas relações diplomáticas entre Estados Unidos, México e Canadá AFP via Getty Images/BBC É como chegar para um jantar no exato momento em que os anfitriões estão em meio a uma acalorada discussão. Os torcedores que viajarem para a América do Norte, para acompanhar a Copa do Mundo 2026, irão encontrar três países-sede que passam por momentos de tensão. O torneio será disputado em 16 cidades espalhadas pelos Estados Unidos, México e Canadá, que enfrentam um período turbulento em suas relações diplomáticas. Os problemas atuais pareciam distantes quando os líderes dos três países se reuniram para o sorteio dos grupos da Copa do Mundo na capital americana, Washington DC, em dezembro. Eles chegaram a posar para uma selfie com o presidente da Fifa, Gianni Infantino. Mas manter a mesma coesão ao longo de um torneio que irá durar 39 dias, provavelmente, será bem diferente. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem destacando sem rodeios que o seu país é a potência dominante no continente. Isso fez com que viessem à tona as tensões bastante concretas existentes entre as três nações, em setores como o comércio, migração e tráfico de drogas, que entraram em ebulição desde que Trump voltou à Casa Branca, em janeiro de 2025. Por outro lado, se tudo der certo, a Copa poderá estabelecer laços mais fortes entre os três países. Tensões relativas ao comércio, ao turismo — e a Trump O México e o Canadá são os principais parceiros comerciais dos Estados Unidos. Mas eles não se esqueceram de que estavam entre os primeiros países a serem atingidos pelas tarifas de importação de Donald Trump. O Canadá já havia se indignado com os repetidos comentários do presidente americano sobre transformar o país no "51° Estado" americano e respondeu com suas próprias medidas contrárias. Províncias canadenses retiraram bebidas americanas das prateleiras e seus cidadãos reduziram consideravelmente suas viagens para o vizinho do sul, o que também acabou irritando os Estados Unidos. Os problemas com os Estados Unidos também prejudicaram as relações entre o Canadá e o México, indica o diretor de política internacional da Universidade de Calgary, no Canadá, Carlo Dade. O Canadá foi acusado de "trair" os mexicanos ainda antes do segundo mandato de Trump, quando autoridades americanas e canadenses acusaram o México de servir de porta de entrada para os investimentos chineses na América do Norte. "Foi um completo desrespeito", comenta Dade. O episódio levou o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, a também procurar remediar a situação com o México, enquanto tenta diversificar o comércio do país, se afastando dos Estados Unidos. Três é demais Esta é a primeira vez que a Copa do Mundo é realizada em três países. E, como o torneio de 2026 envolve um continente inteiro, existe um enorme número de autoridades envolvidas. Com os torcedores viajando entre as três nações para acompanhar as partidas, o reforço dos controles de imigração dos Estados Unidos pode criar dificuldades logísticas e inflamar os nervos já fragilizados das pessoas envolvidas. E os receios americanos com a segurança, amplificados pela guerra em andamento contra o Irã, poderão trazer ainda mais frustrações e criar o potencial de que incidentes aparentemente inócuos possam escalar de forma inesperada. Wesley é cortado da Seleção por lesão na perna esquerda; volante Éderson é convocado "Promover conjuntamente eventos esportivos globais não é necessariamente uma receita para um relacionamento agradável entre os países-sede", afirma Lindsay Sarah Krasnoff, escritora e professora de esporte global da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos. Krasnoff relembra que a Copa do Mundo Feminina de 2023, realizada na Austrália e na Nova Zelândia, teve resultados positivos. Mas o torneio masculino de 2002, no Japão e na Coreia do Sul, foi considerado um "saco de gatos" entre duas nações com um histórico longo e irregular. "O evento não prejudicou as relações bilaterais, mas é considerado historicamente como uma espécie de empate", explica a professora. A própria Fifa expressou grandes esperanças para este modelo. "É um momento em que três países e todo um continente afirmam em conjunto: 'Estamos unidos para receber o mundo e oferecer a maior, melhor e mais inclusiva Copa do Mundo da Fifa já realizada", afirmou a organização dirigente do futebol mundial. Tapando o sol com a peneira? Os líderes de cada uma das nações podem desejar fazer uso do torneio não só para mostrar que eles conseguem se dar bem com seus vizinhos, mas para desmentir os críticos sobre questões domésticas. Este, com certeza, é o caso do México, onde reina uma certa apreensão sobre a Copa do Mundo. Existem dúvidas sistemáticas sobre a capacidade do principal aeroporto da capital mexicana, seu saturado sistema de transporte público e o próprio Estádio Azteca, na Cidade do México, agora renovado. Isso sem falar na presença de membros de cartéis nas ruas, poucos meses atrás, em uma exibição de violência curta, mas generalizada. Agora, o principal sindicato dos professores promove uma greve nacional, reivindicando melhores condições de trabalho e aumento das aposentadorias. Protestos em massa ameaçam fechar as principais vias que levam aos jogos. Seu slogan é "sem solução [para suas exigências], a bola não rola". México e África do Sul abrem a Copa do Mundo 2026 no Estádio Azteca, na Cidade do México, no dia 11 de junho AFP via Getty Images/BBC Mas, apesar de todas as dificuldades, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, permanece resoluta e confiante. "Este é o momento de presenciar o melhor futebol do mundo e mostrar a todos quem somos", declarou ela no ano passado, "não só um país com imenso patrimônio cultural, mas de pessoas empoderadas." Seria errado tapar o sol com a peneira, encobrindo os problemas enfrentados pelo México durante a preparação para a Copa, defende o jornalista esportivo mexicano Rafael Puente. "Espero, realmente, que os torcedores mostrem paciência e bom comportamento, frente a alguns desses problemas que não podemos esconder", destaca ele. "Só o que podemos esperar é a animação, ilusão e expectativa que o povo mexicano demonstrou no passado, particularmente sobre a participação da seleção nacional." Os objetivos do trio além do torneio Analistas indicam que os três vizinhos da América do Norte poderão atingir outras conquistas, se conseguirem sucesso no esporte nas semanas que se aproximam. O trio está em meio a uma difícil revisão do histórico acordo norte-americano de livre comércio, conhecido como USMCA, na sigla em inglês. Esta revisão trouxe incertezas sobre a parceria comercial do continente, mantida, de alguma forma, desde 1994. O México já iniciou negociações formais com os Estados Unidos, o que deverá ser seguido pelo Canadá. Os canadenses buscam fortalecer seus laços comerciais com a China, enquanto o México aumentou suas tarifas de importação sobre o país asiático. Ambos se movimentam em direções diferentes em relação ao "aumento da importância da China como preocupação primária" no governo Trump, segundo Dade. Trump, Sheinbaum e Carney posaram para uma selfie com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, durante o sorteio dos grupos da Copa do Mundo, em dezembro Getty Images via BBC A Copa do Mundo oferece uma oportunidade para a diplomacia, como pudemos observar quando Trump, Carney e Sheinbaum se reuniram, sorrindo, durante o sorteio dos grupos em dezembro. "Quando você reúne os líderes, geralmente sai algo bom", comenta Dade. Trump se vangloria frequentemente do seu país como o "mais atraente" do mundo. Ele certamente considera a Copa do Mundo como uma oportunidade de colocar os Estados Unidos sob os holofotes mundiais. Seu desejo de dominar os acontecimentos, seja comparecendo a eventos ou disparando postagens na rede Truth Social, pode alimentar ressentimentos entre os dois países vizinhos — e prejudicar as relações diplomáticas no continente a longo prazo. Por outro lado, ele investiu pesadamente no sucesso do torneio e pode se esforçar ainda mais para evitar os incidentes diplomáticos que poderiam prejudicar os eventos. O futebol é uma caixinha de surpresas, diz o velho ditado. E tão imprevisíveis quanto o próprio esporte são os possíveis resultados deste novo experimento, de reunir três países para promover uma Copa do Mundo. "Já se sabia desde o princípio que seria muito complicado, desde a definição dos países-sede", conclui Krarsnoff. A Copa do Mundo será decidida nestes gramados - como cientistas o aperfeiçoaram por décadas A revolta de torcedores com preços de ingressos da Copa do Mundo: 'Traição monumental' Portal americano aponta favorito para a Copa e coloca Brasil no top 5; veja o ranking A preocupação dos proprietários de hotéis nos EUA frente ao baixo nível de reservas antes da Copa do Mundo O que 'guru' da Copa prevê para o Brasil — e qual seleção será campeã
Mark Carney will visit Co Mayo and meet with President Catherine Connolly – the first official visit to Mayo by a Canadian prime minister.
OTTAWA — Prime Minister Mark Carney is heading to Europe on Thursday, visiting Ireland and France for the G7 summit. The summit is running from June 15 to June 17 in Evian-les-Bains and France says the focus will be on reducing global inequalities. The summit was delayed by a day after U.S. President Donald Trump […]
Canadian Prime Minister Mark Carney will make an official visit to Ireland next week.
When China’s Foreign Minister Wang Yi arrived in Canada late last month to consolidate a new economic partnership, Prime Minister Mark Carney was in New York pitching for more than US$1 trillion in investment. “The timing was almost certainly deliberate,” said Alejandro Reyes, a professor of politics and a senior fellow at the Centre on Contemporary China and the World at the University of Hong Kong. “It signals to Washington that engagement with Beijing does not come at the expense of the...
Fox News Digital reviews Lionsgate's music dramedy "Power Ballad" starring Paul Rudd, Nick Jonas, Jack Reynor and Havana Rose Liu. Directed by John Carney.
The strength of the American economy is an opportunity for Canada
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'He’s a no bullsh-t kind of person. If he says it, he means it,' described one MP
It was a speech about everything and nothing
Rising antisemitism and a weak government response have forced families to ask: “Where would we go?”
OTTAWA — One of the federal Liberals’ flagship affordability measures will land in the bank accounts of eligible Canadians starting today. First announced by Prime Minister Mark Carney in January, top-up payments for the Canada Groceries and Essentials Benefit will start going out today. The program previously was called the GST/HST credit and is usually […]
Mit einem groß angelegten Konjunkturprogramm möchte Kanada heimische KI-Firmen fördern. Premierminister Mark Carney hofft, dass so die Wirtschaftsleistung des Landes um knapp 200 Milliarden Dollar steigern wird.
Mark Carney says Canada’s slow adoption creates risks and urges a boost in domestic capacity to avoid it being 'weaponised'.
The country on Thursday released a national artificial intelligence strategy that focuses on building its sovereign capability and protecting consumers.
'There is no details in this strategy about privacy, about security, about how to keep Canadians safe,' said Conservative deputy leader Melissa Lantsman
'There is no details in this strategy about privacy, about security, about how to keep Canadians safe,' said Conservative deputy leader Melissa Lantsman
Prime Minister Mark Carney launched his AI strategy on Thursday, warning Canada’s slow adoption of the frontier technology had created risks and that domestic capacity needed a boost to avoid it being “weaponised against us”. Reducing Canada’s reliance on the US is a central part of Carney’s agenda, and his AI strategy nodded to concern about the influence of US tech giants. “We are highly dependent on foreign suppliers for the infrastructure that powers AI,” he said. “That creates real risks...
Prime Minister Mark Carney's new council to combat antisemitism draws backlash over members critics say are hostile to Israel and Jewish concerns.