My golf buddy worked as a financial adviser. Here’s how I really knew his friendship was fake.
“He always mentioned how popular I was.”
"BUDDY" · 총 13건
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50.3
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최근 7일 기준 83,335건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 4,399건(5.3%)·중립 76,801건(92.2%)·부정 2,135건(2.6%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 15.3(중도 균형)입니다.
“He always mentioned how popular I was.”
California is facing what could be “potentially one of the most volatile summers for gasoline prices” as global tensions and local supply concerns collide.
Never underestimate the power that a cheap tablet holds over a kid under six. The Skylight Buddy is a device with one job: to be a cute little guy that helps your kid track routines and chores. It's $139.99, plus an optional subscription. And to my surprise, even though it offers a pretty limited set […]
Former first lady Jill Biden defended her memoir while discussing former President Joe Joe Biden's disastrous 2024 debate performance and his aging.
The bluegrass musician literally sat-in with his friend and fishing buddy at a concert in Detroit, using a stool as he continued to recover from his skateboarding accident
It is doable for the Mets. The nice and nostalgic pregame ceremony for Bobby Valentine (and his buddy Lee Mazzilli) reminded us of that.
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História e música se encontram na 16ª edição do Bourbon Festival Paraty Foto: Divulgação/Bourbon Festival Paraty Para acompanhar a programação detalhada e atualizações em tempo real, siga o perfil oficial do evento no Instagram: @bourbon.festival.paraty Com seu conjunto arquitetônico colonial preservado, Paraty (RJ) reafirma-se como o cenário perfeito para a celebração da cultura. As famosas ruas de "Pé de Moleque", pavimentadas com pedras irregulares, e a atmosfera que une tradição e história preparam-se para acolher novos visitantes e moradores ávidos por música entre os dias 29 e 31 de maio de 2026, período em que o município sedia a 16ª edição do Bourbon Festival Paraty. O evento gratuito, idealizado, produzido e promovido pelo Bourbon Street Music Club — tradicional casa de shows paulistana —, promove nesta edição uma imersão na raiz africana como a base da música global, conectando o Jazz, o Blues, o Soul e o R&B à produção nacional contemporânea. História e música se encontram na 16ª edição do Bourbon Festival Paraty Foto: Divulgação/Bourbon Festival Paraty Neste ano, o circuito do evento se expande com palcos distribuídos pela Matriz, Santa Rita, Igreja, Quadra e Largo do Rosário, além de ocupar espaços na Praça da Bandeira, no Chafariz, na Praia do Jabaquara e na Ponte do Pontal. Uma das novidades celebradas é o retorno das apresentações musicais no Cinema da Praça, inserindo ainda mais os equipamentos culturais do município ao festival. Ao todo, serão mais de 12 horas diárias de programação conduzidas por mais de 60 atrações. "Esta edição do Bourbon Festival Paraty marca um amadurecimento na nossa relação com a cidade, ao incorporarmos talentos locais e expandirmos as fronteiras do evento para além do Centro Histórico e em itinerâncias pelas ruas e praças. A curadoria está riquíssima, promovendo o encontro de excelentes músicos paratienses com grandes nomes nacionais e internacionais vindos de New Orleans, Chicago e Nova York — berços fundamentais do gênero", afirma Edgard Radesca, diretor geral do Bourbon Street. A revolução de Miles Davis e a efervescência global do Blues O festival dedica parte central de sua programação a celebrar o centenário do trompetista norte-americano Miles Davis (1926–1991), uma das mentes mais inovadoras da história da música, que liderou as principais transições estilísticas do jazz — do bebop e cool jazz ao jazz modal e à fusão com o rock eletrificado. Para capitanear esse tributo histórico, o evento traz o guitarrista Mike Stern, indicado seis vezes ao Grammy e integrante da lendária banda do próprio Davis nos anos 1980. Stern lidera seu quinteto ao lado do baterista Dennis Chambers e convida o trompetista Sidmar Vieira para apresentar clássicos que marcaram a era elétrica de Miles. "O Miles Davis era obviamente um músico incrivelmente brilhante. E eu me senti muito honrado por ter tido a chance de tocar com ele. O que eu mais amava nele era a quantidade de alma com que ele tocava! Ele sempre tinha um 'groove' tão forte!", relembra Stern. A reverência a Davis continua com o grupo Irmãos & Brothers, que recebe no palco a vencedora do Latin Grammy Xênia França, e com o quinteto do trompetista Lucas Gomes em uma releitura de Bitches Brew, álbum revolucionário que marcou a fusão do jazz com o rock e a eletricidade lançado por MIles em 1970. Em paralelo, a cena do blues ganha um panorama robusto e transgeracional. De Chicago, chegam Carlise Guy (filha de Buddy Guy) com a The Nublu Band, e Billy Branch, mestre da harmônica mundial e premiado no Blues Music Awards 2026. O gaitista e cantor Omar Coleman junta-se ao guitarrista brasileiro Igor Prado para lançar o projeto Old, New, Funky & Blue. Personificando a busca do festival por novos talentos, o vocalista e tecladista Sonny Gullage, de 25 anos, desponta como uma das grandes revelações contemporâneas após ser acompanhado de perto pela organização em New Orleans, trazendo uma mistura enérgica de Blues, Soul e R&B. A vertente latina ganha força com os argentinos Ivan Singh — guitarrista radicado em Chicago que chama a atenção por sua guitarra artesanal de lata de quatro cordas e canções em "Spanglish" — e a baixista e cantora Jes Condado. Essa reverência aos grandes mestres do gênero estende-se aos irmãos Gabi & Gu Anias, em um tributo a Eric Clapton. O festival também celebra a regularidade de parceiros históricos, como o multi-instrumentista Vasco Faé. Conhecido como "Manoblues", ele completa 15 anos de apresentações consecutivas no festival desde sua estreia em 2011, atuando no formato de "homem-banda" ao controlar voz, guitarra, gaita e percussão simultaneamente. "A cada ano é como se eu voltasse para casa uma outra pessoa, pela vivência, pelos encontros e pela troca com tanta gente de lugares diferentes. É um privilégio voltar a Paraty. A gente se sente acolhido, parte de uma família, e o mais notável é que o público vai com sede de música, pronto para vibrar junto", comemora Faé. Vertentes da música brasileira e o protagonismo paratiense A programação nacional equilibra canções confessionais e virtuosismo instrumental. No campo das vozes, o festival recebe Chico Chico, nome de destaque da nova geração, e Ana Cañas, com seu novo espetáculo dedicado ao repertório de Rita Lee, além das performances de Jackie Carlini. No segmento instrumental, o projeto Afro Jobim promove o encontro de Nanny Assis com o ícone mineiro Toninho Horta para explorar as matrizes afro-brasileiras na obra de Tom Jobim. Sobre Horta, o próprio Jobim dizia: “Ele não é um violonista, é um orquestrador de violão". A tradição das cordas brasileiras também ganha contornos históricos com Junior da Violla no projeto "Viola Antiqua", que realiza uma imersão nas origens e na evolução da viola caipira. O grande diferencial da edição, contudo, é o espaço concedido à efervescente cena musical de Paraty. Longe de ser um mero suporte, a produção local exibe a diversidade de estilos que movimenta culturalmente a cidade o ano inteiro. A abertura oficial mobiliza a Orquestra Jazz Sinfônica Jovem de Paraty e os talentos da Orquestra de Violões, transitando entre o repertório erudito e o popular. História e música se encontram na 16ª edição do Bourbon Festival Paraty Foto: Divulgação/Bourbon Festival Paraty A pluralidade regional manifesta-se no Gypsy Jazz e no Swing do Teo Lobos Trio; na guitarra de Kris Oliveira, que acumula bagagem internacional em festivais como Montreux; e no Rhandall Trio, focado na fusão do jazz com ritmos brasileiros. O intercâmbio cultural do território é enriquecido pelo saxofonista francês Jerôme Charlemán e pelo guitarrista venezuelano Rodrigo Zambrano, ambos radicados na cidade. Os ritmos tradicionais e as homenagens também ganham roupagens exclusivas: os riffs do Plinio Blues mantêm o gênero pulsante na cidade, enquanto o duo Felipe Karam e André Pantera une violão e violino no show instrumental "2 de cordas". O ecletismo se consolida com a fusão latina do Lucas Dutra Quarteto em parceria com o grupo Candombe Paraty, e com o sóbrio tributo a Chet Baker conduzido pelo trompetista Anderson Della Vecchia e seu Della Vecchia Trio. Interatividade, intervenções urbanas e artes visuais O festival redesenha a dinâmica urbana de Paraty ao transformar a rua em palco ativo. Os palcos móveis dos projetos Jazz na Kombi e Little Beast quebram a barreira invisível entre músicos e espectadores ao se apresentarem no nível do chão. Essa proximidade se reflete no cortejo Amigos da Cacilda, fruto do projeto de inclusão Favela Brass, composto por jovens músicos que estrearam no festival em 2022 ainda adolescentes e retornam agora com uma proposta autoral. A eles somam-se os tradicionais buskers da Orleans Street Jazz Band, que emulam as tradicionais bandas de rua de New Orleans em intervenções itinerantes. A experiência cultural expande-se para as artes visuais com a exposição fotográfica “MATRIZ: frequência coletiva”. Sob as lentes de Pedro Guida e Roger Sassaki, e com curadoria de Giancarlo Mecarelli, a mostra joga luz sobre os músicos de apoio e instrumentistas de elite — os chamados sidemen —, revelando os bastidores, o virtuosismo técnico e a conexão humana indispensável que sustenta os grandes espetáculos do festival. História e música se encontram na 16ª edição do Bourbon Festival Paraty Foto: Divulgação/Bourbon Festival Paraty Sustentabilidade e legado socioambiental Paralelamente aos shows, o Bourbon Festival Paraty estrutura suas operações com foco na preservação ambiental e no impacto social no município, alinhando-se aos objetivos da Agenda 2030 da ONU. A gestão de resíduos sólidos é realizada com a Cooperativa de Paraty, e lonas promocionais são doadas para a ONG Cariátides Moda Sustentável para fins de economia circular. A neutralização das emissões de carbono é feita com a Iniciativa Verde. Para esta edição, o festival introduz o Projeto Siri, iniciativa de logística reversa que instala ecopontos pela cidade com o objetivo de garantir que a receita gerada pela reciclagem de materiais retorne diretamente como benefício financeiro para a comunidade local de catadores. Um convite aos sentidos O Bourbon Festival Paraty não é apenas um evento para ser assistido, mas para ser vivido com a alma. É o som dos instrumentos ecoando entre as paredes de pedra, o encontro espontâneo nas esquinas coloniais e a vibração compartilhada que transforma a cidade em uma grande partitura aberta. Deixe-se levar pela bossa, pelo charme e pela energia contagiante de um dos festivais mais bacanas do país! O Bourbon Festival Paraty Lei Rouanet Patrocínio: Repsol Sinopec Brasil e Secretaria de Cultura e Economia Criativa - Governo do Estado do Rio de Janeiro Idealização e Produção: Instituto Bourbon Cultural Produção: Bourbon Street Apoio Institucional: New Orleans Company Apoio: Galeria Zoom, Casa da Cultura de Paraty e Paraty Convention & Visitors Bureau Bebida Oficial: Cerveja Therezópolis e Coca-Cola Media Partner: Uol, Rolling Stone Assessoria de comunicação: Grená Agência de Criação e Passarim Comunicação e Sustentabilidade Ações sustentáveis (curadoria e execução): Silvana Cardoso do E. Santo Realização: Prefeitura de Paraty (Secretaria de Turismo) - Ministério da Cultura - Governo do Brasil - Do lado do povo brasileiro
Kids Top 20, een muziekprogramma voor kinderen, is terug en heeft een nieuwe presentatrice die via AI is gegenereerd. Op Instagram kondigt de nieuwe presentatrice Jess de terugkeer van het programma aan. In die video wordt niet vermeld dat de presentatrice niet echt bestaat. Het kinderprogramma werd 23 jaar lang gemaakt door AVROTROS en CTM, een internationale muziekuitgeverij, en was tot afgelopen december te zien bij NPO Zapp. Het kinderblok van de NPO, waar programma's van verschillende omroepen te zien zijn, stopte vorig jaar met de Kids Top 20 vanwege bezuinigingen. Sinds gisteren is het format terug op sociale media, op initiatief van CTM. Bij de Kids Top 20 stemmen kinderen wekelijks op hun favoriete muziek. Voorheen werden de twintig populairste nummers uitgezonden op televisie, nu is de hitlijst te zien op TikTok en Instagram. Bekijk hieronder de aankondigingsvideo: Jess is volledig met AI gemaakt. Dat leidt onder de video tot veel reacties. "In plaats van nieuw talent aannemen zetten jullie een AI-presentator in?", schrijft iemand. Eerder werd het programma gepresenteerd door onder anderen Kim-Lian van der Meij, Monique Smit en Buddy Vedder. Laatste trends CTM, de maker van Kids Top 20, reageert in een verklaring op de terugkeer. "Wij zijn uiteraard enorm teleurgesteld dat het door ons bedachte en al 23 jaar geproduceerde populaire muziek-tv-programma sinds begin dit jaar door AVROTROS is stopgezet door bezuinigingen." Volgens de makers wordt momenteel onderzocht hoe het programma verder kan gaan. Binnen drie maanden moet duidelijk worden in welke vorm Kids Top 20 definitief doorgaat. "Daarbij houden wij rekening met de laatste ontwikkelingen en trends die populair zijn binnen onze doelgroep", aldus de makers. "Tijdens deze testfase staan wij zeer open voor iedere vorm van kritiek en andere meningen." AVROTROS is geen onderdeel van deze vorm van het programma, laat de omroep weten. "CTM TV heeft de rechten van het programma en heeft deze nieuwe vorm en koers bepaald en uitgezet." Echtheid behouden Oud-presentator Matheu Hinzen, die in december stopte met de presentatie van het programma, zegt dat hij "twee keer moest kijken" toen hij Jess zag. "Waar gaat het heen? Het is te perfect en dat moet helemaal niet de insteek zijn van zo'n jeugdprogramma", zegt hij. "We gebruiken natuurlijk allemaal wel AI, maar een presentator maken met AI? Ik weet niet of dat een goede zet is. Die kinderen kijken daarnaar en denken dan dat ze er perfect uitziet. Ze heeft een perfecte huid, tanden en haar. Ik vind dat je bij een jeugdprogramma de echtheid moet behouden." "Ik kan me voorstellen dat het aan de ene kant een mooie manier is om een personage te maken dat kinderen aanspreekt", zegt Tessa Beinema. Zij doet onderzoek naar verantwoorde menselijke digitale interacties aan de Vrije Universiteit Amsterdam. "Daarbij moet er wel rekening mee worden gehouden dat kinderen zich er niet van bewust zijn dat Jess geen echt persoon is." Volgens Beinema zouden de makers ervoor kunnen kiezen om de presentatrice minder realistisch te maken. Of er moet duidelijk bij worden gezet dat het om AI gaat. "De grootste uitdaging is om voor kinderen duidelijk te maken dat het niet echt is."
“Friendliness alone is not a sufficient reason to trust someone with your finances.”
어린이들이 포스코가 제작한 미아방지용 호루라기 목걸이 ‘호루루’를 착용해서 살펴보고 있다. 포스코 제공포스코가 ‘실종 아동의 날(5월 25일)’ 20주년을 맞아 경기북부경찰청과 함께 아동 실종 예방을 위한 사회 안전망 확충 캠페인 ‘스틸 버디(Steel Buddy)’를 전개했다고 26일 밝혔다.‘스틸 버디’ 캠페인은 포스코 철강의 단단한 이미지와 철의 물성···
Last year I deepfaked my kid's stuffed animal to make it look like his plush deer was on vacation. It was an experiment to see if I could re-create the events depicted in a Gemini ad Google was running, and I never showed the videos of Buddy the deer on his adventures to my four-year-old. […]
This weirdly endearing show is a total mash-up of genres – espionage drama, buddy caper, retro movie. But that makes it a unique watch, with cracking chemistry and a lot of laughs I don’t know what it is, but I like it. That, I think, is the fairest summary I can give to Ponies, the weirdly joyful and bizarrely endearing espionage thriller cum female buddy caper set in 1970s Moscow – filmed like a 70s movie (wipe screen! Split screen! Yellow typing across screen!), written with a modern feminist sensibility, and split over eight parts for TV. Fans of John le Carré should be warned that this new series, from Susanna Fogel (who also directs four episodes) and David Iserson, has none of the revelling in depictions of tradecraft that stories in his tradition usually prize. The setup is almost embarrassingly absurd and dealt with as swiftly as possible – nothing to see here, just accept it and move on to the good stuff! – as the wives of two dead CIA agents persuade their husbands’ boss to take them on as spies, on the grounds that the KGB will never suspect that women have been recruited. It is my understanding that the real KGB were many things, but not as thick as mince, so I am glad our widows are fictitious. Continue reading...