"BIOSCIENCE" · 총 10건
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Superbactéria crítica para a OMS é encontrada pela 1ª vez em alimento no Brasil Adobe Stock Em agosto de 2025, pesquisadores da USP e do Instituto de Pesca de São Paulo publicaram estudo sobre a descoberta que deveria estar em todo noticiário de saúde pública: a bactéria Citrobacter telavivensis foi identificada pela primeira vez em alimentos no Brasil. Esta bactéria é classificada pela Organização Mundial da Saúde como de prioridade crítica em resistência a antibióticos. O alimento em questão eram ostras frescas, compradas em mercados de São Paulo e Santa Catarina. Nenhuma das amostras teria sido reprovada nos testes de inspeção sanitária vigentes. Uma ameaça que cresce silenciosamente A resistência antimicrobiana é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como uma das dez maiores ameaças à saúde global. Em outubro de 2025, o relatório GLASS da OMS revelou que uma em cada seis infecções bacterianas registradas entre 2018 e 2023 já apresentava resistência a antibióticos — um aumento de mais de 40% no período. Em maio de 2025, a Assembleia Mundial de Saúde aprovou um novo Plano Global de Ação para 2026–2036, em reconhecimento de que, sem intervenção, as superbactérias podem matar até 39 milhões de pessoas por ano até 2050. Esse número supera as projeções atuais de mortalidade por câncer. Agora no g1 O problema, porém, ainda é narrado quase exclusivamente como uma questão hospitalar. O que os dados de 2025 reforçam é que elas chegaram à cadeia alimentar — e que a fiscalização sanitária brasileira ainda não acompanhou essa mudança. Por que a ostra é um espelho do mar? Ostras são animais filtradores. Elas bombeiam água continuamente para se alimentar e retêm na microbiota tudo o que circula no ambiente onde crescem: vírus, metais pesados, resíduos de medicamentos e bactérias. Por isso, funcionam como sentinelas ambientais. O que está na água, está nelas. No estudo de 2025, as amostras continham não apenas a Citrobacter telavivensis — registrada pela primeira vez em um hospital israelense em 2010 — mas também cepas de Klebsiella pneumoniae e Escherichia coli resistentes a antibióticos de última geração. Além disso, 35% das amostras apresentaram concentrações de arsênio acima do limite máximo permitido pela Anvisa. Os pesquisadores identificaram um fenômeno chamado co-seleção: o arsênio e os resíduos de antibióticos presentes na água selecionam, ao mesmo tempo, bactérias tolerantes aos dois. O ambiente poluído age como uma estufa de resistência. O protocolo que não foi feito para isso Quando um peixe ou um molusco chega a uma planta de processamento no Brasil, ele é avaliado por sistemas reconhecidos internacionalmente — HACCP, APPCC, Boas Práticas de Fabricação. Esses sistemas verificam temperatura, higiene, presença de microrganismos totais, ausência de patógenos específicos como Salmonella e Listeria. O que eles não verificam é o perfil de resistência antimicrobiana das bactérias encontradas. Um lote de peixe pode conter o Staphylococcus aureus resistente à meticilina, uma das superbactérias mais perigosas conhecidas — e ainda assim ser liberado para consumo se o número total de microrganismos estiver dentro da norma. Há uma razão técnica para isso: os protocolos foram desenhados antes de a resistência antimicrobiana se tornar um problema de escala na cadeia alimentar. Eles ainda estão atualizados para o problema de ontem. Bactéria 'disfarçada' pode ainda ser confundida em exames mesmo depois de surto que matou 15 bebês Biofilme: o escudo invisível das superbactérias Há um fator que torna o cenário ainda mais complexo. Bactérias como o Staphylococcus aureus resistente à meticilina não circulam apenas nos alimentos — elas colonizam equipamentos, bancadas e tubulações das próprias plantas de processamento. E fazem isso formando estruturas chamadas biofilmes. Um biofilme é uma comunidade bacteriana encapsulada em uma matriz protetora. Dentro dele, as bactérias são entre cem e mil vezes mais resistentes a antibióticos do que quando estão isoladas — e mais resistentes aos sanitizantes químicos usados nos processos de higiene industrial. Em pesquisa publicada em 2023 no periódico Bioscience, Biotechnology, and Biochemistry, juntamente com a equipe da professora Fernanda Sampaio Cavalcante (UFRJ-Macaé) demonstramos que uma enzima produzida naturalmente pela bactéria Staphylococcus lugdunensis — a lugdulisina — é capaz de inibir a formação de biofilmes do Staphylococcus aureus resistente à meticilina e destruir biofilmes já estabelecidos em laboratório. A lugdulisina é uma metaloprotease: ela degrada a matriz proteica que sustenta a estrutura do biofilme, desprotegendo as bactérias e tornando-as vulneráveis novamente. Até o momento trata-se de um resultado experimental, mas que aponta para uma direção perseguida por pesquisadores do mundo inteiro: agentes anti-biofilme de origem biológica como alternativa ou complemento aos sanitizantes químicos. O que falta fazer? O problema não tem solução única. Ele começa no uso de antibióticos na aquicultura e na pecuária. Mais de 75% dos antibióticos produzidos no mundo vão para animais. E atravessam o saneamento básico, o descarte de medicamentos, a fiscalização ambiental e os protocolos industriais. No Brasil, o Ministério da Agricultura implementou em 2023 a segunda etapa do Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no âmbito Agropecuário. O programa monitora Salmonella em aves, suínos e bovinos. Pescado (moluscos e peixes), no entanto, ainda não estão cobertos. Três mudanças são urgentes. A vigilância de resistência antimicrobiana precisa incluir o pescado. Os protocolos de qualidade alimentar precisam ser atualizados para contemplar rastreabilidade de origem e teste de perfil de resistência. E o financiamento para pesquisa de alternativas biotecnológicas — como enzimas anti-biofilme — precisa acompanhar a velocidade com que as bactérias evoluem. A superbactéria não tem preferência por hospital. Ela vai aonde a pressão seletiva a leva. E nos últimos anos, essa pressão foi para o mar. A presença de superbactérias em alimentos não apenas ameaça a saúde pública, mas também pode comprometer exportações brasileiras de pescado, já que mercados internacionais — especialmente União Europeia e Estados Unidos — exigem padrões rigorosos de controle de resistência antimicrobiana. Isso significa que, além do risco sanitário interno, há um risco direto para a competitividade do setor pesqueiro e para a economia nacional. **Este texto foi publicado originalmente no site do The Conversation Brasil. Leonardo Vazquez é pesquisador, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, no momento, não recebe financiamento. Atualmente ele é vinculado aos laboratórios de pesquisa da UFRJ como colaborador científico. Ana Lúcia do Amaral Vendramini é professora Titular da Escola de Química, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e recebe financiamento da Faperj.
SK Bioscience said Tuesday it had been selected as a supplier of influenza vaccines to UNICEF, securing its first procurement contract with the United Nations agency and expanding its presence in the global public vaccine market. The agreement covers vaccine supplies for both the Southern and Northern Hemispheres. The company has already begun shipments to Southern Hemisphere countries and plans to start deliveries for Northern Hemisphere vaccination programs in September. SK Bioscience expects
A Chinese PhD dropout who has become a viral influencer exposing academic misconduct is building a growing army of followers eager to reveal ethical malpractice among scientific researchers. The former PhD candidate in bioscience at the prestigious Beihang University, Geng Hongwei, dropped out in 2025, and became a full-time whistle-blower with over two million followers on an online platform. Geng attracted public attention for a video in April, in which he questioned a paper from the team of...
A Texas-based firm, Colossal Biosciences, claims a breakthrough in de-extinction, developing an artificial eggshell system to potentially resurrect the extinct moa. While scientists express skepticism due to a lack of peer-reviewed data, the project is driven by ecological restoration, cultural significance for Māori, and the development of biotechnology for living endangered species.
Foreign portfolio investors (FPIs) emerged as heavy sellers in Indian equities on Friday, pulling out a net Rs 20,637 crore in a single session, recording one of the sharpest single-day selloffs in recent years, as markets grappled with the impact of the latest MSCI index rebalancing.Before this, the sharpest fall occurred last month (April 2, 2026), when FIIs pulled out Rs 19,837 crore in a single day, data from ACE Equity showed.The selloff came as benchmark indices fell 1.5%, with market participants attributing much of the late-session weakness to passive fund flows linked to the index reshuffle. The scale of foreign investor activity stood out not just because of the outflow figure, but also because of the sheer volume traded during the session.FPIs accounted for Rs 198,465 crore of trading activity out of the NSE's total turnover of Rs 287,452 crore, representing nearly 69% of the day's traded value, provisional data on the NSE showed.Despite ending the day as net sellers of Rs 20,637 crore, FPIs traded nearly 9.6 times that amount during the session. In comparison, domestic institutional investors (DIIs) were net buyers of Rs 16,260 crore and recorded total trades worth Rs 53,772 crore, or around 3.3 times their net purchase value.The high participation prompted questions over whether the activity was solely driven by MSCI-related portfolio adjustments or whether high-frequency trading (HFT) strategies amplified volumes around the index rebalance. The size of the turnover also sparked debate over how much of the reported foreign outflow reflected actual portfolio repositioning and how much may have been linked to short-term trading activity.Nilesh Shah, MD of Kotak Mahindra Asset Management, questioned whether the surge in activity was surprising given that Indian equities are currently not a key focus area for FPIs. He also asked whether Friday's volumes were driven purely by MSCI rebalancing or whether high-frequency trading (HFT) activity around the index reshuffle had amplified turnover. Shah further wondered how much of the reported net FPI outflow of Rs 20,637 crore could be attributed to HFT trades.Market expert Gurmeet Chadha also questioned the sharp rise in trading volumes, arguing that ‘speed and money muscle’ were being used to distort market moves. He further highlighted the addition of 31,000 short contracts even as Brent crude hovered around $90 a barrel and hopes of a weekend deal persisted. Calling the activity suspicious, he said ‘we need to act and trap this cartel’.According to Abhilash Pagaria, Head of Alternative and Quantitative Research at NuvamaWealth, the rebalancing led to outflows of around Rs 8,000-8,500 crore. He said the figure was somewhat higher than in previous reviews due to free-float adjustments in stocks such as Bajaj Finance, HUL and TCS, among others, describing the impact as a one-time adjustment arising from a new methodology.MSCI RejigMSCI's latest review saw Federal Bank, MCX, NALCO and Indian Bank added to the MSCI Standard Index, while Hyundai Motor India, Jubilant FoodWorks, Kalyan Jewellers and RVNL were removed. The changes took effect at the close of trade on May 29.The review also resulted in weight increases for Adani Power, BPCL, Nykaa, Trent and OFFS. Despite the reshuffle, India's overall weight in the MSCI Standard Index remained broadly stable at around 12.3%, compared with 12.4% earlier. The total number of Indian constituents in the index also remained unchanged at 165.Beyond the Standard Index, MSCI announced a broader rejig of its Small Cap Index. According to Nuvama, more than a dozen Indian stocks were excluded, reducing the India stock count to 459 from 474. New additions included IREDA, Anthem Biosciences, Fractal Analytics, Pine Labs and Emmvee Photovoltaic, while Cello World, Redtape, Raymond Lifestyle, Indigo Paints, Balu Forge and Blue Jet Healthcare were among the exclusions.Index review days typically witness elevated volumes as passive funds tracking MSCI benchmarks adjust their holdings to match the revised composition.(Disclaimer: Recommendations, suggestions, views and opinions given by the experts are their own. These do not represent the views of The Economic Times)
SK Bioscience plans to expedite the late-stage clinical trial of its pneumococcus vaccine by leveraging a 300 billion won ($200 million) government fund. The vaccine arm of SK Group said Friday that its board of directors approved an ultra-low interest loan from the Korean government-backed National Growth Fund. The decision comes after the Fund Operations Committee nominated SK Bioscience as a recipient of the fund on Thursday. The National Growth Fund refers to a public-private combined financ
SK Bioscience said Tuesday it signed an agreement with VECOL, a state-run producer of animal health and biotechnology products in Colombia, for vaccine technology transfer and local manufacturing cooperation under the country’s national vaccine localization initiative. The project, jointly led by Colombia’s Health Ministry, National Health Institute and VECOL, aims to strengthen the country’s vaccine self-sufficiency and public health preparedness through a government-backed investment plan wort
Colossal Biosciences’ artificial egg technology would deliver a useful tool for the conservation of threatened birds, but only if it’s made publicly available.
Colossal Biosciences, a Texas company trying to bring extinct species back to life, reports creating artificial eggs that would be necessary to revive extinct birds such as the dodo.