Wahlen in Kosovo: Regierung bleibt, die Regierungskrise auch
Die Partei von Ministerpräsident Albin Kurti bleibt bei Kosovos vorgezogenen Wahlen erneut stärkste Kraft. Stabile Verhältnisse bringt das trotzdem nicht. mehr...
"ALBIN" · 총 50건
필터 보기현재 지수
50.3
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 84,286건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 4,413건(5.2%)·중립 77,722건(92.2%)·부정 2,151건(2.6%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 15.3(중도 균형)입니다.
Die Partei von Ministerpräsident Albin Kurti bleibt bei Kosovos vorgezogenen Wahlen erneut stärkste Kraft. Stabile Verhältnisse bringt das trotzdem nicht. mehr...
PRISTINA, June 8 - Kosovo Prime Minister Albin Kurti called for cooperation from other parties to end 18 months of political deadlock after his Vetevendosje party won a parliamentary election on Sunday but failed to secure enough votes to govern alone.
Die Partei von Ministerpräsident Albin Kurti hat bei der vorgezogenen Parlamentswahl im Kosovo 43 Prozent der Stimmen erreicht. Es war die dritte Wahl in 16 Monaten.
Albin Kurti's Vetëvendosje secured 43.6% of the vote in Kosovo's third general election since February 2025.
[ANGOP] Sumbe -- At least 100 people with albinism participated on Saturday in a skin cancer screening campaign held at the Comandante Raul Arguelles General Hospital in the province of Cuanza-Sul.
Kosovo Prime Minister Albin Kurti's party emerged as the largest force in Sunday's snap election but failed to secure enough support to govern alone, setting the stage for difficult coalition negotiations. The vote, marked by low turnout and voter frustration, is unlikely to end the political deadlock that has gripped the country.
Prime Minister Albin Kurti's party won the most votes in an early parliamentary election in Kosovo on Sunday, early results showed.
Ukrainische Drohnen sollen ein Öllager der russischen Streitkräfte auf der besetzten Halbinsel Krim attackiert haben. Moskau lässt nun offenbar Treibstoff rationieren.
The rare albino buffalo's distinctive blond coiffure has turned it into one of Dhaka's most talked-about attractions.
Sunday's election in Kosovo — the third in under 16 months — is marked by a clash between former allies PM Albin Kurti and ex-President Vjosa Osmani, deadlock in the dialogue with Serbia, and obstacles to EU integration.
Apesar de ter perdido reconhecimento entre o grande público, Catulo deixou um legado importante ao registrar em livros e folhetos parte do cancioneiro popular do início do século 20. Luiz Americo Lisboa Junior/Acervo pessoal Ele ficou conhecido como o poeta do sertão e as versões da canção mais famosa que lhe é atribuída aludem à saudade da vida do campo, do meio rural, do ambiente sertanejo. O maranhense Catulo da Paixão Cearense (1866-1946), morto há 80 anos, é um dos nomes mais importantes da música popular do Brasil. "O Catulo foi o tradutor das canções ditas populares para outro tipo de escuta, que era a dos salões cariocas", afirma o historiador Kleiton de Sousa Moraes, professor na Universidade Federal do Ceará e autor do livro "Catulo da Paixão Cearense ou Como se Constrói um Autor?"."Ele circulava nos subúrbios e levava as canções para as casas da elite." 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia "Foi pioneiro na atuação artística que fez da música popular elemento central, e mutante da identidade cultural brasileira", diz o antropólogo Hermano Vianna, autor de, entre outros livros, Música do Brasil. "Sua obra, exaltando essa coisa mais idílica da vida sertaneja, é uma espécie de contraponto à contemporaneidade, com sua visão lírica de um mundo idealizado, de harmonia existencial", comenta o músico Alberto Tsuyoshi Ikeda, professor na Universidade de São Paulo e consultor da cátedra Kaapora: da Diversidade Cultural e Étnica na Sociedade Brasileira, da Universidade Federal de São Paulo. Se por um lado hoje em dia seu nome é pouco conhecido do grande público, a verdade é que quase todo brasileiro já ouviu alguma das centenas de versões da toada sertaneja Luar do Sertão, gravada por um vasto espectro que vai de Caetano Veloso a Francisco Alves, passando por Vicente Celestino, Chitãozinho e Xororó, Elba Ramalho, Luiz Gonzaga e Milton Nascimento. Autor de Da Modinha ao Sertão, livro sobre a trajetória de Catulo, o historiador e escritor Luiz Americo Lisboa Junior, pesquisador-doutorando na Universidade de Lisboa, classifica Luar do Sertão como "um patrimônio cultural brasileiro". "Sua importância é fundamental", diz o historiador. Uma das músicas mais regravadas da história do cancioneiro brasileiro, a composição é definida pelo famoso Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira como "um segundo Hino Nacional". Primeiro ministro negro do Supremo Tribunal Federal, o jurista Pedro Lessa (1859-1921) chamou a música de "hino nacional do sertanejo". Música sertaneja tem raiz nas boiadas e nas fazendas de cana e café Há uma controvérsia histórica sobre a autoria da canção, com atribuições ora a Catulo, ora ao violeiro João Teixeira Guimarães (1883-1947), o João Pernambuco. Segundo especialistas, o mais correto é atribuir ao primeiro a letra e a este último, a melodia. Mas essa questão também envolve o fato de que a noção de direitos autorais para composições populares era um tanto difusa no início do século 20. Catulo — e este parece ter sido seu grande mérito — foi hábil em resgatar canções populares que circulavam à época e publicá-las em livros e livretos com seu nome. Gradualmente, ele acabava sendo visto como o autor. Biografia Nascido em São Luís do Maranhão, Catulo da Paixão Cearense mudou-se para o Rio de Janeiro na adolescência, com os pais. Trabalhou como relojoeiro e como estivador. Mas acabou se envolvendo rapidamente com os boêmios da cidade, sobretudo os chamados chorões. "Sua geração constitui a base do que hoje chamamos de música popular brasileira", pontua Ikeda, citando pares como Francisca Neves Gonzaga (1847-1935), a Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth (1863-1934) e Joaquim Callado (1848-1880), entre outros. Ficou amigo de um livreiro, Pedro da Silva Quaresma (1863-1921), e passou a publicar com ele folhetos e livretos com compilados de modinhas que circulavam na época. "Seus livros de modinhas vendiam mais do que a literatura da época", compara Moraes. "Vindo do interior nordestino, ele conquistou a capital nacional, misturando mundos que pareciam condenados a viver para sempre separados", comenta Vianna. "Foi estivador no porto do Rio de Janeiro, mas seu talento musical, e curiosidade espantosa, logo o tornou elo mediador entre ambientes bem diferentes como o palácio presidencial e os terreiros que ainda iriam inventar o samba", complementa o antropólogo. "Fez a conexão entre os intelectuais da Academia Brasileira de Letras e quem criava a poesia popular das ruas cariocas. Também entre a canção urbana, conhecida como modinha, e os estilos rurais, ou sertanejos, de todo o país. Isso antes do rádio ou da indústria fonográfica." A primeira gravação de sua música mais famosa, Luar do Sertão, foi feita em 1914, pelo cantor Eduardo das Neves (1874-1919). Saiu em disco de 78 rotações, da Casa Edison. Ali os créditos apareceram como "versos e música de Catulo Cearense". "Luar do Sertão é algo excepcional, uma das canções mais conhecidas de toda a história da música popular do Brasil", avalia Ikeda. Concurso de Quadrilhas - Luar do Sertão Era o momento em que a ideia de gravar, por si só, consistia em novidade recente. Ikeda lembra que Catulo é personagem importante desse período histórico em que há uma transição no modelo de se ouvir música, já que as primeiras gravações permitem que tal experiência não seja necessariamente ao vivo e a partir de uma relação interpessoal. "Criou-se então um novo segmento artístico-econômico por meio dos discos", contextualiza o professor. Mas Catulo estava longe de ser homem de um só sucesso. Também foram muito conhecidas, principalmente em sua época, músicas como Talento e Formosura, Invocação a uma Estrela e Ontem ao Luar. "Produziu muitos sucessos que marcaram nosso imaginário, inclusive influenciando as novidades do carnaval", lembra Vianna. Lisboa Junior traz uma curiosidade interessante. "A primeira vez que o termo 'sambando' apareceu em uma canção foi na música A Viola Está Magoada [de Catulo], uma espécie de samba de partido alto gravado em 1914 pelos cantores Bahiano [pseudônimo de Manuel Pedro dos Santos (1870-1944)] e Júlia Martins", conta. A gravação, conforme registro nos arquivos da Biblioteca Nacional, ocorreu três anos antes de Pelo Telefone ser gravada por Donga, nome artístico de Ernesto dos Santos (1890-1974) — considerada por muitos o primeiro samba gravado. "Mais um mito da história da MPB que se desfaz pelos fatos", diz o historiador. Catulo publicou diversos livros, que eram comercializados a preços populares e tinham tiragens consideradas altas. Os mais importantes são Meu Sertão, Sertão em Flor, Poemas Bravios e Mata Iluminada. "Ele foi o primeiro grande poeta do sertão", define Lisboa Junior. "Esses livros são fundamentais para a compreensão da linguagem sertaneja do início do século 20." Para o poeta Sebastião Moreira Duarte, da Academia Maranhense de Letras, se "o lugar de Catulo no cancioneiro popular não pode sequer ser posto em dúvida", a sua literatura precisa ser olhada com ressalvas. "Ele é um gênio nas metáforas, um criador telúrico de belíssimas imagens poéticas e tem a facilidade de rimar que têm os cantadores populares", comenta. "O seu lirismo é, porém, o de um ultrarromântico temporão." Duarte também critica o idioleto comumente empregado por Catulo em suas composições. "Uma língua simplesmente fake", afirma. "Ele não conhecia o linguajar matuto e deturpava palavras só para servirem à sua necessidade de rima", aponta. O historiador Moraes afirma que Catulo transitava entre muita gente importante do meio cultural, como os poetas Manuel Bandeira (1886-1968) e Mário de Andrade (1893-1945). "Esse capital social era bem utilizado por ele em seus livros. Catulo buscava uma certa distinção a partir do letramento", analisa. Catulo foi grande amigo do poeta e diplomata português Júlio Dantas (1876-1962). "Ele fazia questão de enaltecer a qualidade literária de Catulo frequentando bastante sua casa", diz Lisboa Junior. "Quando Julio Dantas foi homenageado na Academia Brasileira de Letras, fez questão da presença de Catulo e dividiu com ele as homenagens recebidas." O "tradutor" do popular para as elites Para especialistas, o maior legado de Catulo foi esse trabalho de resgate e registro das canções que circulavam na época. "Ele circulava nos subúrbios cariocas e levava as canções de lá para as casas da elite citadina do Rio de Janeiro na época, na virada do século 19 para o 20", explica Moraes. Mas não era uma mera reprodução. Segundo conta o historiador, Catulo adaptava as canções para que se tornassem palatáveis ao gosto daquela aristocracia habituada a gêneros como valsa, tango e mazurca. "Tocava com acompanhamento musical próprio para que a música fosse consumida por essa elite", diz Moraes. "Ele tem um papel fundamental na divulgação das canções que circulavam no Rio. Como era letrado, os salões cariocas abriam espaço para ouvi-lo cantar um tipo de música considerada popular", acrescenta Moraes. Nesse movimento, de acordo com o historiador, Catulo passou a "se apropriar" de letras populares, publicando-as sob seu nome em compilados. "Foi o que ocorreu com Luar do Sertão, que já era conhecida nos meios populares do Rio", exemplifica. Outro caso do tipo foi a canção Cabocla de Caxangá. O historiador explica que o reconhecimento como criador intelectual das obras se deu por conta da relação entre autoria e texto escrito, portanto. "Como as publicava em livros, em uma época de direitos autorais inexistentes, era visto como autor", explica Moraes. Interessante, contudo, é que ele adaptava as letras. Em suas próprias palavras, "corrigia" as letras "estropiadas e bárbaras". "Nos termos dele, ele civilizava as composições", conta Moraes. "Foi um tradutor da escuta popular para os salões." Graças a esse processo, conhecemos muito do que foi produzido nessa época, cabe ressaltar. "Nas versões que são as 'correções' do Catulo", enfatiza o historiador Moraes. "O legado foi que ele colocou no papel. E o objeto escrito tem mais durabilidade do que o objeto oral", define. "Grande parte do que sabemos que havia do cancioneiro dessa época chegou até hoje porque foi efetivamente compilada por Catulo." O historiador destaca, contudo, que o poeta dava "um tom autoral dele". "Ele absorveu expressões artísticas que vinham das toadas, do cancioneiro lírico, e as transpôs para o grande público", diz Ikeda. "Além disso, tinha capacidade intelectual e artística de transitar entre grupos sociais distintos, frequentando as elites e levando para esses grupos a produção popular." "Ele foi o mediador e criador que reuniu mundos sociais e semânticos bem diferentes e distintos dentro da história da cultura e da música brasileira", destaca Ikeda. "Catulo também era um excelente violonista e responsável pela introdução do violão, instrumento considerado de vadios, nos salões de elite", afirma Lisboa Junior. O historiador cita evento de 5 de julho de 1908, quando o artista cantou modinhas em um recital no Instituto Nacional de Música, no Rio. "Na plateia estava a nata cultural, científica e política do país", comenta. O sertanejo raiz Segundo o historiador Moraes, foi a partir do sucesso de Luar do Sertão que Catulo passou a ser visto como poeta sertanejo. "Ele próprio começou a investir nessa ideia", afirma. "Antes, era conhecido como o cantador de modinhas. E já fazia muito sucesso." Com o passar do tempo, entretanto, a fama pessoal dele acabou desaparecendo do grande público. Ao menos enquanto pessoa, enquanto personagem. "Se por um lado ele não parece ter muito reconhecimento hoje em dia, pelo menos a obra fica", diz Ikeda. "E ele segue sendo cantado por muitos artistas. Até as duplas sertanejas mais jovens conhecem Luar do Sertão." Circuito Sertanejo valoriza novos talentos do gênero
Balbinos confirma primeira morte por dengue e acende alerta na região Centro-Oeste A cidade de Balbinos (SP) registrou a primeira morte por dengue na região do centro-oeste paulista em 2026. De acordo com os dados do Painel de Monitoramento da Dengue do Estado de São Paulo, a vítima é uma mulher, na faixa etária entre 35 e 49 anos, que apresentava comorbidades e não resistiu às complicações da doença. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue g1 Até a última atualização do painel, o centro-oeste paulista contabiliza cerca de 1.600 casos da doença neste ano. O panorama atual apresenta uma redução quando comparado ao mesmo período do ano passado. Em maio de 2025, a região já enfrentava uma crise sanitária com mais de 71 mil casos registrados e 101 mortes provocadas pelo vírus. Cenário no Oeste Paulista Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. Reprodução/TV Vanguarda Embora os números estejam mais controlados no centro-oeste, a situação na região do oeste paulista acende um alerta. As autoridades de saúde já confirmaram quatro mortes por dengue em 2026 ,nos municípios de: Dracena, Junqueirópolis, Narandiba e Tupi Paulista. A região oeste paulista soma, até o início de junho, cerca de 3.500 casos da doença. Vacinação disponível Vacina contra a dengue é ampliada em Bauru Instituto Butantan/ Divulgação Segundo as autoridades de saúde, o avanço da imunização é um dos principais fatores que têm contribuído para manter o número de casos graves sob controle. Desde o mês de maio, a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan foi liberada para novos grupos e está disponível para pessoas com 59 anos e trabalhadores da saúde. Além desse público, o imunizante continua sendo aplicado em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Para receber a dose, basta que o morador compareça a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) portando seus documentos pessoais. Sintomas de alerta e prevenção Apesar da melhora nos índices gerais, as equipes médicas reforçam que a população não pode descuidar e deve procurar atendimento na rede pública de saúde ao notar os primeiros sintomas preocupantes, como febre muito alta, dores pelo corpo e nas articulações, manchas vermelhas na pele e dor atrás dos olhos. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região
What are the best Steve Albini produced albums, and why do they still matter today? This explores ten key Albini albums and their lasting impact on indie rock.
Ein in Deutschland registriertes Kleinflugzeug ist über der kroatischen Halbinsel Istrien verunglückt. Es gibt keine überlebenden Insassen. Die Unfallursache wird noch ermittelt.
A buffalo at the Bangladesh national zoo resembles President Donald Trump's signature hairstyle, making him a national sensation. The post Albino Buffalo Nicknamed ‘Donald Trump’ Becomes National Sensation at Bangladesh Zoo for His Blond Hair appeared first on Breitbart.
DHAKA, Bangladesh — 4 June 2026, The Associated Press (AP) reports that a 700-kilogram albino buffalo has gone viral in the Bangladesh for its distinctive blond forelock, which resembles the hairstyle of U.S. President Donald Trump. The buffalo has become the newest star attraction at the Bangladesh National Zoo after being moved there last week. […] The post “Trump Buffalo” becomes star attraction at Bangladesh Zoo appeared first on Khaosod English.
A rare albino buffalo nicknamed "Donald Trump" has become a sensation at Bangladesh's national zoo thanks to its blond hair resembling the president.
Sete acusados são julgados pela "chacina de Juara" 38 anos após o crime Após quase 38 anos, todos os acusados foram absolvidos pelo Tribunal do Júri da Comarca de Sinop no processo conhecido como “Chacina de Juara”, ocorrido em janeiro de 1988. O julgamento foi realizado nesta terça-feira (2) e durou mais de 10 horas. O g1 tenta localizar a defesa dos envolvidos. O crime ocorreu em 1988 na cidade de Juara, a 654 km de Cuiabá. Na época, três homens foram linchados e mortos em uma praça do município. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Durante a sessão, foram ouvidas testemunhas, realizados os interrogatórios dos réus e apresentados os argumentos da acusação e da defesa. Ao final, os jurados analisaram os quesitos relacionados aos três homicídios atribuídos aos seis acusados. O Conselho de Sentença reconheceu a existência dos crimes, mas absolveu todos os réus. Em alguns casos, os jurados entenderam que não havia provas suficientes da autoria. Em outros, optaram pela absolvição por meio do chamado quesito absolutório genérico, previsto no Código de Processo Penal, que permite aos jurados absolverem um acusado mesmo após o reconhecimento da materialidade do crime e da autoria. Nesses casos, os integrantes do júri respondem se o réu deve ser absolvido, sem a necessidade de apresentar uma justificativa específica para a decisão. Veja abaixo: Donizete Aparecido Silva: os jurados concluíram que ele não foi o autor da morte de Ademir. Já em relação às mortes de Luiz e João, a absolvição ocorreu por meio do quesito absolutório genérico. Hildo Deodato Siqueira e Jonas Dante: foram absolvidos das acusações relacionadas às três vítimas por negativa de autoria. Hilton Giocondo Saporski, Agapito Generoso Batista e Sergio Gaspar Branco: absolvidos de todos os crimes, por decisão dos jurados no quesito absolutório genérico. A defesa dos acusados foi feita pela Defensoria Pública e pelos advogados Bruno Hintz, Maely Marques, Sônia Mara de Carvalho, Vanessa Cobos, Jorge Balbino, Márcio de Deus e Denner Felizardo. Entenda o caso Considerado um dos processos criminais mais antigos da região norte de Mato Grosso, o caso tramitou por quase quatro décadas até ser levado a julgamento. Ademir Marques Ramos, Luiz Carlos Andrade dos Santos e João Batista da Silva foram retirados da cadeia pública de Porto dos Gaúchos, município que fica ao lado de Juara, após serem presos sob suspeita de envolvimento em um latrocínio registrado na região. Em seguida, as vítimas foram torturadas, assassinadas e tiveram os corpos pendurados de cabeça para baixo na praça. Ao longo dos anos, o caso passou por diferentes fases processuais e envolveu 59 denunciados. Parte dos acusados foi absolvida em julgamentos anteriores, enquanto outros tiveram a punibilidade extinta ou foram impronunciados por falta de provas. 7 acusados de chacina em Juara irão a julgamento hoje em Sinop, 38 anos após crime
Búfalo 'Donald Trump' atrai curiosos em Bangladesh SALAHUDDIN AHMED / AFP Com sua cabeleira dourada e porte esguio de 700 quilos, o búfalo Donald Trump tem atraído visitantes de várias partes de Bangladesh desde que chegou ao zoológico nacional na semana passada. O raro búfalo albino virou sensação depois que um fazendeiro percebeu que seu tufo de pelos loiros lembrava o penteado característico do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Após um vídeo do mamífero de chifres claros viralizar nas redes sociais, multidões passaram a visitar a fazenda nos arredores de Daca para vê-lo de perto. O animal originalmente seria abatido durante a festividade muçulmana do sacrifício. No entanto, alegando preocupações com a segurança, o governo determinou sua transferência para o zoológico da capital, onde grandes grupos de visitantes enfrentam o calor intenso para observá-lo. Na terça-feira (2), visitantes se aglomeravam junto à cerca do recinto do búfalo, gravando vídeos com os celulares. Alguns pais colocavam os filhos pequenos nos ombros para que pudessem enxergar melhor. Búfalo parecido com Trump é salvo de sacrifício e deve ir para Zoológico Um funcionário do zoológico cuidava do animal, penteando seus pelos para o lado e jogando água sobre ele para mantê-lo refrescado, enquanto ventiladores ajudavam a amenizar o calor. "Há uma semelhança com Donald Trump nos olhos, no penteado e na cor da pele", disse Mohammed Nasim, estudante em Daca. "E, assim como Donald Trump tem uma personalidade e um estilo de vida marcantes, esse búfalo, depois de viralizar, passou a viver algo parecido, recebendo muita atenção e tratamento especial." A imprensa local informou que a atração chegou a exibir uma placa com o nome "Donald Trump", posteriormente removida. O curador do zoológico foi demitido no sábado (30), embora nenhuma justificativa oficial tenha sido divulgada para a decisão. Nem todos aprovaram a homenagem. "Dar a um animal de fazenda o nome de um dos líderes mais influentes do mundo certamente não foi a coisa certa a se fazer", afirmou o morador de Daca Mohammad Joynal Adedin, que visitou o zoológico para ver o búfalo. "Parece desrespeitoso. Acho que o fazendeiro tomou uma decisão ruim." O búfalo havia sido vendido antes do feriado de Eid al-Adha, conhecido como a "Festa do Sacrifício". Quando o ministro do Interior, Salahuddin Ahmed, ordenou que a polícia assumisse a custódia do animal, as autoridades devolveram o dinheiro ao comprador. "Antes mesmo do Eid, eu via publicações no Facebook dizendo que 'Donald Trump' seria sacrificado. Depois, ouvi dizer que, em vez disso, ele tinha sido levado para um zoológico", contou Mohammad Habibur Rahman, visitante vindo da cidade de Jashore, no sudoeste do país. "Então pensei que deveria vir ao zoológico para ver o 'Donald Trump' pessoalmente", disse.
A rare albino buffalo fondly named after Donald Trump for its distinctive blond tuft is drawing a huge crowd at the national zoo in Bangladesh’s capital