Swarms of 'killer mosquitoes' released on innocent Americans reveal secret Pentagon files
Unearthed files from the Pentagon reveal the existence of a secret project aimed at turning common pests into a deadly disease-carrying army.
"COMMON" · 총 401건
필터 보기현재 지수
50.3
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 88,246건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.3(균형)입니다. 긍정 4,426건(5.0%)·중립 81,753건(92.6%)·부정 2,067건(2.3%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 15.0(중도 균형)입니다.
Unearthed files from the Pentagon reveal the existence of a secret project aimed at turning common pests into a deadly disease-carrying army.
Marcha para Jesus reúne milhares de evangélicos nas ruas de São Paulo O Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e a ONG More in Common estimaram a presença de 33,8 mil pessoas na 34ª Marcha para Jesus, iniciada na Estação da Luz, no Centro de São Paulo, nesta quinta (4). Como a margem de erro é de 12%, isso quer dizer que havia entre 29,8 mil e 37,8 mil participantes às 10h20, horário de pico entre a concentração e o deslocamento. A Marcha para Jesus terminou na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Como o destino do evento é uma área próxima ao Campo de Marte, onde não é seguro usar drones, houve registro apenas da concentração e do deslocamento, e não do público que acompanha os shows e os discursos. A contagem é feita a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial. Veja a metodologia da contagem Para avaliar o tamanho de uma manifestação de maneira científica e rigorosa, o monitor do debate político e a More in Common estabeleceram um método. O processo começa com um drone. Um operador profissional sobrevoa toda a área da manifestação e fotografa a multidão de cima para baixo, em ângulo de 90 graus. Isso é importante porque numa imagem inclinada, uma pessoa pode cobrir a outra. Essas fotos em alta definição são então montadas como um quebra-cabeça que cobre toda a área do evento. É nessa imagem que o software de inteligência artificial começa a contagem de público. A ferramenta foi treinada por pesquisadores da USP com imagens reais de manifestações brasileiras. Ela reconhece com precisão pessoas no meio de uma multidão. Cada indivíduo vira um ponto azul na imagem. A contagem final é a soma desses pontos. A contagem possui uma margem de erro. No entanto, o método é constantemente aperfeiçoado para aumentar a precisão. O software identifica cada pessoa, cabeça por cabeça. Não é uma estimativa por densidade, como era mais comum. Quando a manifestação começa, um drone sobe e é feita uma contagem inicial. O processo é repetido a cada 30 minutos até o evento terminar. No final, é divulgado maior número registrado. O pico de presença de pessoas. Todas as imagens usadas para medição ficam disponíveis em um site público. Isso permite que qualquer pessoa possa auditar, contando manualmente ou rodando outro software. É um método rigoroso, transparente e auditável. É possível conhecer as contagens de público já feitas em www.monitordigital.org e www.moreincommon.org.br. Veja a programação A caminhada começou por volta das 10h na estação da Luz, no Centro. O percurso tem cerca de 3,5 quilômetros e conta com oito trios elétricos. Na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Zona Norte da capital, serão feitas apresentações de artistas da música gospel até as 21h. Entre as atrações estão Gabriela Rocha, Aline Barros e Renascer Praise. A programação também prevê momentos de oração. (Veja programação completa abaixo). Autoridades estão presentes, entre elas o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), além do advogado-geral da União Jorge Messias, que representa o presidente Lula, e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Também está prevista a presença de Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência. Imagens aéreas mostram multidão de fiéis na Marcha para Jesus Reprodução/TV Globo LEIA TAMBÉM Faixa de cabeça '100% Jesus', escola de samba e estrelas do gospel: os personagens da Marcha Imagens aéreas mostram multidão de fiéis em São Paulo Fiéis durante a 34ª Marcha para Jesus na cidade de São Paulo . Marcello Zambrana /Estadão Conteúdo Bateria gospel Líder da bateria de samba, pastor Jorge Rafari, na Marcha para Jesus Paola Patriarca/g1 Com cerca de 100 integrantes e um repertório inspirado na fé cristã, a primeira bateria gospel do país, a Salmo 150, é uma das atrações da Marcha para Jesus deste ano. O grupo participa do evento celebrando os 30 anos da bateria e promete animar o público com sambas-enredo inspirados em passagens bíblicas. À frente da bateria está o pastor Jorge Rafari, que destaca a trajetória dos músicos e a proposta de evangelização do projeto. “A grande maioria tocava em escola de samba. Eu mesmo fiz parte de várias baterias em Itaquera, em escola da Zona Leste. Deus estava me preparando e eu não sabia. A bateria entra em lugares que poucos ministérios entram. A gente faz evangelismo através do som da bateria, do samba”, afirma. Entre os integrantes está Leleco Sampa, intérprete da bateria e ex-participante do carnaval. Segundo ele, a preparação para a Marcha para Jesus envolveu meses de ensaio e a criação de seis sambas-enredo. "Amo participar. Antes eu era do Carnaval e agora toco samba para Jesus”, diz. Tema da Marcha Marcha para Jesus reúne milhares de evangélicos nas ruas de SP Reprodução/YouTube O evento está em sua 34ª edição e, neste ano, tem como tema o versículo bíblico "Todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor", de Filipenses 2:10. O presidente da Marcha para Jesus no Brasil, Apóstolo Estevam Hernandes, destaca que a cada ano o evento ganha mais força entre os cristãos, refletindo o crescimento do Evangelho e do número de fiéis no Brasil. "A Marcha representa a união das pessoas, a comunhão de todos os que acreditam em Jesus Cristo. Foi Ele quem se sacrificou por todos nós na cruz, e é por isso que afirmamos que todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor. Saímos às ruas para expressar nossa fé e gratidão e para orar pela nossa cidade e pelo país", disse, em nota divulgada ao g1. Segundo a organização, mais de 26 mil caravanas se inscreveram para participar do evento. Ambulantes na Marcha para Jesus Paola Patriarca/g1 Acessibilidade Pessoas com deficiência poderão contar com apoio especial durante a Marcha para Jesus. A SPTrans disponibilizará o serviço Atende+, com vans que farão o transporte entre a Estação Tietê e o local de concentração do evento. As saídas ocorrerão a partir das 10h, com retorno disponível para a mesma estação após o encerramento. Também haverá uma área reservada ao lado esquerdo do palco montado na Praça Heróis da FEB. O acesso será feito pela Avenida Voluntários da Pátria, mediante apresentação da carteirinha da SPTrans. Apenas cadeirantes terão direito a um acompanhante. Os participantes surdos contarão com intérpretes de Libras durante toda a programação, desde a caminhada até os shows. O ponto de encontro será às 9h30, em frente à estação Tiradentes da Linha 1-Azul do metrô. Trânsito e transporte A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que monitorará o trânsito entre as regiões da Luz e Santana das 21h de quarta-feira (3) à 1h de sexta-feira (5). Haverá interdições em vias como Praça da Luz, Avenida Tiradentes, Avenida Santos Dumont, Ponte das Bandeiras, Praça Campo de Bagatelle e região do Campo de Marte. A CET recomenda que os participantes utilizem a estação da Luz para participar da caminhada e as estações Tietê ou Santana para acessar a área dos shows. A SPTrans também informou que diversas linhas de ônibus terão itinerários alterados devido às interdições previstas para o evento. Programação 11h25 às 11h30 – Abertura 11h30 às 11h35 – Talita Dias 11h35 às 11h40 – Apresentador / virada de palco 11h40 às 12h00 – Leandro Borges 12h00 às 12h05 – Apresentador / virada de palco 12h05 às 12h25 – Lukas Agostinho 12h25 às 12h30 – Apresentador / virada de palco 12h30 às 13h00 – Aline Barros 13h00 às 13h05 – Apresentador / virada de palco 13h05 às 13h25 – Samuel Eleotério 13h25 às 13h30 – Apresentador / virada de palco 13h30 às 13h50 – André e Felipe 13h50 às 13h55 – Apresentador / virada de palco 13h55 às 14h25 – Thalles Roberto 14h25 às 14h30 – Zoe Dance / virada de palco 14h30 às 14h45 – Maria Pita 14h45 às 14h50 – Apóstolo Esteban Acosta (Colômbia) 14h50 às 15h20 – Eli Soares 15h20 às 15h35 – Palavra apostólica 15h35 às 16h05 – Marcelo Marques 16h05 às 16h10 – Apóstolo Hugo Dias (Venezuela) 16h10 às 16h30 – Ton Carfi 16h30 às 17h00 – Governador Tarcísio de Freitas, prefeito Ricardo Nunes e momento de oração 17h00 às 17h20 – Isadora Pompeo 17h20 às 17h25 – Apresentador / virada de palco 17h25 às 17h55 – Julliany Souza 17h55 às 18h00 – Pastor Alejandro Gomez (Argentina) 18h00 às 18h30 – Anderson Freire 18h30 às 18h45 – Maldonado 18h45 às 19h15 – Maria Marçal 19h15 às 19h20 – Ronaldo Caiado 19h20 às 19h50 – Renascer Praise 19h50 às 19h55 – Apresentador / virada de palco 19h55 às 20h25 – Jefferson e Suellen 20h25 às 20h30 – Apresentador / virada de palco 20h30 às 21h10 – Gabriela Rocha 21h10 às 21h15 – Encerramento da Marcha Confira o percurso da Marcha para Jesus 2026 Arte/g1
Nos intestinos de uma múmia congelada chamada Ötzi, descoberta nos Alpes em 1991, cientistas descobriram que havia se desenvolvido uma levedura... com a qual fizeram pão. Este homem da Idade do Bronze, conhecido como "o Homem do Gelo" e que morreu atingido por uma flecha nas costas há 5.300 anos, passou por um processo de mumificação natural pouco comum: suas células, literalmente congeladas, conservaram sua umidade. O corpo, descoberto por excursionistas em 19 de setembro de 1991 em uma geleira na fronteira entre Itália e Áustria, está tão bem conservado que desde então é uma mina de informações para os pesquisadores. Ötzi, a múmia do 'homem do gelo', estava repleta de tatuagens Getty Images via BBC Seus restos, preservados no museu de Bolzano, na Itália, são mantidos na mesma temperatura em que foram encontrados: -6 °C Estas condições não impediram que microrganismos — tanto antigos quanto recentes — continuem ativos no corpo congelado, segundo um estudo publicado na quarta-feira na revista Microbiome. "O que não esperávamos era encontrar levedura", diz à AFP Mohamed Sarhan, principal autor do estudo e pesquisador no instituto Eurac Research de Bolzano. Fermento "muito bom" Os cientistas descobriram quatro tipos diferentes de levedura capazes de sobreviver a temperaturas abaixo de zero nos intestinos de Ötzi, em sua pele e em uma água "amarronzada" — resultante do descongelamento parcial da múmia. Estes fungos microscópicos só vivem em ambientes muito frios, como a Antártica ou os Alpes. A análise genética revelou "níveis de danos no DNA muito comparáveis aos dos micróbios originais" presentes nos intestinos do "Homem do Gelo", o que sugere que a levedura chegou lá pouco depois de sua morte, explica Sarhan. "Estas leveduras acompanharam Ötzi em sua longa viagem através dos milênios", observa Frank Maixner, coautor do estudo, em um comunicado. Os cientistas posteriormente reproduziram esses fungos em um refrigerador. "Quando você diz que tem levedura, logo perguntam: dá para usar para fazer pão?", comenta Sarhan. E foi exatamente isso que a equipe fez. "No começo, não funcionou", conta o microbiologista. Mas, após três meses de tentativas, "obtivemos um fermento natural realmente muito bom", afirma, acrescentando que a equipe agora cogita produzir cerveja. Ötzi, homem congelado e preservado como múmia natural South Tyrol Museum of Archaeology/Creative Commons O estudo também menciona outras finalidades mais sérias para estes micro-organismos. Quando a múmia foi descoberta, foi inicialmente tratada como um cadáver normal, com um produto químico, o fenol, usado para impedir o desenvolvimento de fungos. Mas a levedura foi capaz de degradar o fenol. Por isso, os cientistas acreditam que, no futuro, ela poderia ser usada para decompor esse produto químico em ambientes contaminados. Cientistas encontram células intactas em crânio de múmia no RS Fibras e cereais integrais Este fungo não foi a única descoberta surpreendente no corpo de Ötzi. Uma análise de sua microbiota revelou a presença de uma bactéria intestinal praticamente inexistente em seres humanos modernos. Embora tenha desaparecido dos estômagos das populações de países industrializados, ela foi detectada em algumas tribos da África e da América do Sul. Também foi encontrada em excrementos de 3.000 anos preservados em uma mina de sal em Hallstatt, na Áustria, uma das poucas outras fontes que permitem observar a microbiota humana antiga. Ötzi e esses mineiros de sal da Idade do Bronze consumiam mais fibras e cereais integrais do que os seres humanos modernos, observa Sarhan. O estudo conclui que "o Homem do Gelo não é uma cápsula do tempo biologicamente 'congelada', mas sim um ecossistema complexo". Nikolay Oskolkov, pesquisador do Instituto Letão de Síntese Orgânica, que não participou do estudo, explica à AFP que é interessante constatar que "a microbiota do 'homem de gelo' não está 'congelada'". Mas o pesquisador, que havia descoberto anteriormente fungos nos intestinos da múmia, ressalta que as amostras de levedura só foram coletadas em 2010 e 2019. Isso representa "provas muito escassas de que as leveduras tenham se multiplicado ao longo dos milênios", avalia ele, considerando que se trata de elementos "relativamente recentes no corpo da múmia".
Ahmed, 44, has been accused of assaulting his father during a domestic incident in March, ABC reported. He was charged with domestic violence, common violence, stalking, and intimidation.
Senior RSS leader, Indresh Kumar, was among those who attended the inter-faith conference.
Investing in a 'common language': Brando Benifei tells #F24Debate open-source #AI could build up Europe's tech strength and help forge global alliances➡️https://go.france24.com/59II
Marvel took a huge risk on a show that has more in common with a premium cable dramedy that swaps capes for character. It paid off.
Orange juice used to be a common breakfast staple in American households until it was demonized for its high sugar content. But did the health experts get this one wrong? Like the low-fat craze of the 1990s, certain health trends make zero sense. But when it comes to orange juice, the final verdict isn’t so ...
Under the “From Tribes to People” proposal, all students would study a common curriculum that includes Hebrew, English, mathematics, civics, Torah, and Jewish and Zionist traditions.
Urban legends about drugs that quickly knock people unconscious by skin contact are common, but implausible.
Nirmala Sitharaman was addressing a gathering after inaugurating a Farmers Training and Common Facility Centre in Baddepalli village
The Common Facility Centre has been established through funds released under the MP-LAD scheme and also financial support from NABARD
The Council of the EU working group on enlargement held an extraordinary meeting in Brussels on 4 June to prepare draft EU common positions on Cluster 1, Fundamentals, for Ukraine and Moldova so they would be ready for approval by EU ambassadors on 5 June or next week.
For most investors, the focus is often on finding the right stock, entering at the right valuation, and identifying the next multibagger. Far fewer spend time understanding what may be the more difficult aspect of investing—knowing when to sell.Speaking at the ET Alpha Wealth Summit on Thursday on "The Art of the Exit," Rajiv Thakkar, CIO and Director at PPFAS Asset Management said that successful investing is not just about buying well but also about staying invested long enough for compounding to work. In fact, before discussing reasons to sell, he spent considerable time explaining why investors should avoid selling in the first place.According to Thakkar, one of the biggest mistakes investors make is selling because a stock has not moved for a few months.Also Read | ET Alpha Wealth Summit: Future alpha may emerge from neglected markets and asset classes, says Kalpen Parekh Investors often spend significant effort researching a company, understanding management quality, assessing industry prospects and evaluating valuations. Yet after purchasing the stock, many lose patience if prices remain stagnant for six months or a year.https://youtube.com/shorts/RiLj-X02NNE?feature=share"Investments are meant for wealth creation, not entertainment," he said, cautioning against treating investing like a source of excitement or constant action.Another common trigger for unnecessary selling is reacting to news flow. Markets are constantly bombarded with information—wars, elections, crude oil fluctuations, interest-rate decisions, capital flows and economic data. Investors who react to every headline often end up making poor decisions.To illustrate this, Thakkar recounted the story of an investor who received advance information about the severity of the Covid outbreak in early 2020. Acting on that information, the investor sold his technology stocks before the market crash. While the prediction turned out to be accurate, fear prevented him from re-entering the market, and he ultimately missed one of the strongest rallies in technology stocks.The lesson, according to Thakkar, is that even correct information does not necessarily translate into successful investment outcomes. Thakkar was particularly critical of the concept of "profit booking."Investors often feel compelled to sell simply because a stock has appreciated significantly. However, he argued that wealth is created by allowing successful investments to compound rather than by repeatedly locking in gains.Frequent buying and selling may benefit brokers, exchanges and tax authorities, but it often works against long-term investors. Hyperactivity in portfolios can destroy wealth by interrupting compounding and increasing costs.Similarly, investors should avoid selling because another stock appears more attractive. This "buyer's remorse" mindset frequently causes investors to abandon good businesses prematurely in pursuit of seemingly better opportunities."If you manage to find a genuinely good business with strong management, a large opportunity set and reasonable valuations, the best course of action is often to simply stay invested," he said.Thakkar emphasised that investors in taxable jurisdictions such as India should maintain low portfolio turnover whenever possible. Unlike institutional structures such as mutual funds or investors in tax-free jurisdictions, individual investors face taxes and transaction costs every time they trade. Excessive churn can significantly reduce long-term returns.For wealthy investors, family offices and HNIs, the ability to remain invested and minimise unnecessary transactions often becomes a major source of compounding advantage.Also Read | ET Alpha Wealth Summit: India could unlock a $5 trillion export opportunity through FTAs, says Saurabh Mukherjea While most reasons for selling are flawed, Thakkar identified several situations where exiting an investment becomes necessary. The most obvious reason is the need for capital. If an investor requires money for a business opportunity, acquisition or personal objective, selling investments may be entirely justified. More importantly, investors must be willing to acknowledge mistakes.If an investment thesis turns out to be wrong because of flawed analysis, poor due diligence or changing circumstances, the best course is often to exit quickly rather than averaging down endlessly.According to Thakkar, investors who recognise mistakes early frequently outperform those who identify good opportunities but refuse to sell losing positions. Capital trapped in poor investments cannot be deployed into better opportunities. Fraud, naturally, represents an immediate reason to exit.One of the more challenging selling decisions arises when industries face structural disruption. Questions such as whether newspapers can survive the internet, whether thermal power can coexist with renewable energy or whether traditional automobile manufacturers can adapt to electric vehicles rarely have straightforward answers.Thakkar suggested that investors should not react impulsively but should continuously evaluate incoming evidence. Investment decisions should be driven by facts rather than sentiment. If the underlying business continues to deteriorate because of technological or structural change, investors must eventually acknowledge reality and exit.At the same time, distinguishing genuine disruption from temporary noise remains critical. Exceptional businesses are not immune to becoming overvalued. Thakkar pointed to situations where valuations become so excessive that future growth is already fully reflected in stock prices. In such cases, taking profits, paying taxes and reallocating capital may be sensible.He also noted that investors may sell a reasonably valued investment if a significantly superior opportunity emerges elsewhere.During the question-and-answer session, investors raised concerns about stocks that stop performing despite sound fundamentals. Examples such as Maruti Suzuki, Bharti Airtel and even silver investments highlighted a common dilemma: should investors exit after years of gains and subsequent consolidation?Also Read | MF Tracker: Can ICICI Prudential Multicap Fund sustain its strong track record in a volatile market? Thakkar's response was that even excellent businesses can spend years moving sideways. Companies such as Hindustan Unilever, Infosys and Bharat Electronics have all gone through extended periods of stagnant share-price performance despite remaining fundamentally strong businesses.Investors should therefore distinguish between stock-price performance and business performance. As long as the underlying business continues to execute well, temporary market stagnation alone is not a sufficient reason to sell.For investors worried about selling too early, Thakkar recommended a phased approach. Instead of attempting to identify exact market tops, investors can gradually reduce exposure over time. For instance, if a stock appears significantly overvalued, an investor might sell a portion every month rather than exiting entirely in one transaction.This systematic approach helps manage the emotional difficulty of selling while reducing the risk of poor timing. Another important consideration is position sizing. Addressing a question about highly successful investments such as Nvidia, Thakkar noted that even outstanding businesses can become disproportionately large components of a portfolio.When a single stock grows from a small allocation into a dominant position, investors face a different risk—wealth preservation rather than wealth creation. His solution is gradual trimming. Investors can periodically reduce oversized positions to maintain comfortable portfolio weightings while still participating in future upside.This approach may not maximise returns, but it significantly reduces the risk of catastrophic losses and helps investors sleep better during periods of volatility.Thakkar concluded by stressing the importance of diversification and long-term investing. Most individuals create wealth through a single business, profession or sector. Their financial portfolios should therefore diversify away from that concentration rather than amplify it.Whether through mutual funds, retirement vehicles such as NPS, EPF and PPF, or diversified portfolios, investors should focus on owning inflation-protected assets for long periods. "The lower the churn in a portfolio, the greater the opportunity for compounding," he said.Ultimately, successful investing is not about perfectly timing every entry and exit. It is about avoiding unnecessary activity, admitting mistakes quickly, remaining patient with good businesses and ensuring that no single investment becomes large enough to threaten long-term financial stability.(Disclaimer: Recommendations, suggestions, views and opinions given by the experts are their own. These do not represent the views of The Economic Times)If you have any mutual fund queries, message on ET Mutual Funds on Facebook/Twitter. We will get it answered by our panel of experts. Do share your questions on ETMFqueries@timesinternet.in alongwith your age, risk profile, and Twitter handle.
Jovens no Brasil são mais ou menos conservadores do que os mais velhos? O que pesquisa descobriu sobre a geração Z Adobe Stock A ideia de que a geração Z estaria se tornando mais conservadora do que os mais velhos ganhou força nos últimos anos, impulsionada por pesquisas realizadas em outros países e por fenômenos culturais como Adolescência, a segunda série mais vista da história da Netflix. Mas um novo estudo sugere que a história pode ser diferente — ao menos no Brasil. Segundo o levantamento, realizado pela Quaest a pedido do instituto More in Common, embora a maioria dos jovens brasileiros de 16 a 24 anos — faixa etária que concentra a maior parte da geração Z — se identifiquem como conservadores (68% entre os homens e 62% entre as mulheres), esses índices são menores do que os registrados entre as gerações mais velhas, como mostra o gráfico abaixo. 'Adolescência': Crise nas escolas exige medida radical para 'impedir que meninos machuquem meninas e a si mesmos', diz criador da série A pesquisa retrata uma juventude que ocupa uma posição intermediária no debate de costumes: embora demonstrem maior apoio à igualdade de direitos para as mulheres, os jovens — especialmente os homens — mantêm resistência a rótulos como feminismo e a algumas minorias sociais como travestis e mulheres trans. "Descobrimos que o conservadorismo não tem uma especificidade geracional", diz Helena Vieira, professora e gestora cultural que atuou como consultora do estudo. "Existe uma aceitação de determinados conteúdos políticos, mas uma rejeição das identidades políticas que os mobilizam." Agora no g1 Homossexualidade e feminismo A pesquisa registrou opiniões que, embora tratem de temas correlatos, podem parecer contraditórias. Um exemplo é o debate sobre a homossexualidade: cerca de 70% dos homens e 83% das mulheres jovens concordam que "casais gays devem ter o direito de adotar crianças", mas mais da metade também diz concordar com a ideia de que "a homossexualidade deve ser vivida entre quatro paredes, de maneira reservada". Helena Vieira propõe uma interpretação para essas respostas que, à primeira vista, podem soar contraditórias. Em sua avaliação, a concordância com a adoção homoparental não estaria, necessariamente, ligada à aceitação de casais gays. "A sociedade tem uma preocupação em tirar essas crianças da ausência de uma família, ou seja, em cuidar delas. É uma espécie de solidariedade com a infância, e é difícil dizer não para isso", ela explica. Paradoxos semelhantes foram observados nas perguntas sobre gênero. Embora menos de um quarto dos jovens tenha concordado que "homens são superiores às mulheres", quase metade endossou afirmações críticas ao feminismo, entre elas a de que "o feminismo promove ódio aos homens" e que "a ideologia feminista é uma ameaça à família brasileira". Os questionamentos sobre o ensino da chamada "ideologia de gênero" também despertaram respostas mais alinhadas ao conservadorismo: entre os jovens, 59% concordam que o tema, ao ser discutido nas escolas, "confunde a sexualidade das crianças", e 55% afirmam que a sexualidade "é assunto a ser tratado somente pela família, não pela escola". Para Vieira, os dados sugerem que os jovens podem até concordar com reivindicações associadas à igualdade de direitos, mas reagem de forma diferente quando elas são apresentadas sob a bandeira de algum movimento político. "Boa parte dos brasileiros é contra falar de gênero na escola, mas quando você pergunta se precisamos fazer alguma coisa contra o bullying, algo para os meninos afeminados não apanharem, aí sim, precisa. Tem um sentimento quase religioso de ser contra ver uma criança apanhar. É uma lógica protetiva mais relacionada às relações interpessoais do que às relações políticas", ela exemplifica. A pesquisa não encontrou, em nenhuma das perguntas feitas, evidência de que os jovens sejam mais conservadores do que os mais velhos. Mesmo nos casos em que uma parcela ligeiramente maior deles tenha concordado com afirmações conservadoras, a diferença é algo que tende a ser absorvido pela margem de erro do estudo, que pode ser verificada nos gráficos exibidos na reportagem. Homens jovens são mais bolsonaristas Outro achado do estudo é que o bolsonarismo é mais forte entre homens jovens do que entre os mais velhos, apesar de a identificação com a direita variar pouco entre os diferentes grupos etários. Entre os homens de 16 a 24 anos, 42% afirmam se identificar com ideias defendidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e por seus apoiadores políticos. O percentual cai para cerca de 35% entre aqueles de 25 a 54 anos, para 29% entre os de 55 a 64 e para 25% entre os maiores de 65 anos. Mesmo considerando a margem de erro, que chega a quatro pontos percentuais para mais ou para menos na última faixa etária, a distância em relação aos mais jovens se mantém. Pode mais uma vez parecer contraditório que, embora sejam menos conservadores, os jovens sejam mais bolsonaristas — afinal, o próprio Bolsonaro se diz conservador e fez inúmeras declarações contra a igualdade de gênero e o direito das chamadas minorias sociais como os homossexuais. Essa diferença é algo que os pesquisadores constataram, sem se propor a explicar, mas Vieira esboça uma hipótese, dizendo que "o voto é uma composição complexa". "Os bolsonaristas não necessariamente compraram o pacote inteiro do Bolsonaro e todas as declarações dele", ela analisa. "É possível encontrar pessoas desse universo que têm posições mais diversas, assim como podemos encontrar eleitores do Lula, talvez até a maior parte deles, que dizem ser conservadores." "O conservadorismo talvez seja a gramática política que mais organiza o brasileiro. O que a gente observou na pesquisa é que a oposição entre conservadorismo e progressismo é mais intensa do que entre esquerda e direita ou entre liberdade econômica ou economia planificada", Vieira acrescenta. Como a pesquisa foi feita A Quaest fez 14 perguntas a cerca de 10 mil brasileiros em seus domicílios. Os questionamentos ocupavam três eixos — gênero, sexualidade e política. As entrevistas aconteceram entre janeiro e fevereiro de 2025, como parte de uma pesquisa mais ampla chamada O Brasil Invisível, na qual também foram feitas perguntas sobre outras áreas controversas do debate público para conclui que o país está menos dividido do que parece. O recorte por faixa etária e gênero, porém, só está sendo divulgado agora. Os participantes do estudo responderam aos questionamentos listados abaixo. O objetivo, ressaltam os pesquisadores, não era medir suas posições sobre esses temas, mas utilizá-los como um instrumento para avaliar o grau de adesão a ideias conservadoras ou progressistas. Identidade de gênero Eu concordo, muito ou um pouco, que… Os papéis de homens e mulheres são e devem ser diferentes; Homens são superiores às mulheres; Hoje em dia os direitos das mulheres valem mais do que os direitos dos homens; O feminismo promove ódio aos homens; A ideologia feminista é uma ameaça para a família brasileira; Casais gays devem ter o direito de adotar crianças; A homossexualidade deve ser vivida entre quatro paredes, de maneira reservada; A ideologia de gênero nas escolas confunde a sexualidade das crianças; Sexualidade é assunto a ser tratado somente pela família, não pela escola; O SUS deve pagar pelas cirurgias de mudança de sexo; Travestis devem ter o direito de usar o banheiro feminino. Identidade política Eu me identifico muito ou um pouco com… A direita; O conservadorismo; O bolsonarismo. Como as perguntas foram feitas — e por que isso importa A forma como as perguntas foram formuladas também pode chamar atenção. Vieira reconhece que algumas delas podem soar até preconceituosas, mas afirma que isso foi deliberado. A consultora da pesquisa, que também é ativista transgênero, usa uma dessas questões para ilustrar seu argumento. O enunciado era: "travestis devem ter o direito de usar o banheiro feminino". Se a frase tivesse sido redigida de modo a incluir também mulheres trans, o resultado poderia ter sido diferente? Vieira diz acreditar que sim, mas afirma que a escolha do termo foi proposital. "Usamos o que mais circula socialmente: de modo geral, a sociedade brasileira olha para a mulher trans como travesti. Na verdade, travesti é até um termo educado, porque a forma como os brasileiros chamam mulheres transexuais é outra palavra mais ofensiva", ela diz. Esta, aliás, foi a questão que despertou maior resistência entre os homens jovens. Apenas 19% deles disseram concordar que travestis devam ter acesso a banheiros femininos. Vieira associa isso ao fato de o debate sobre os direitos das pessoas trans ter ganhado visibilidade mais tarde do que outras pautas igualitárias, tanto no noticiário quanto em produtos culturais de grande alcance, como as telenovelas. O que pode explicar a diferença com estudos estrangeiros Na avaliação dos pesquisadores brasileiros, a discrepância entre o estudo brasileiro e os estrangeiros se deve às metodologias adotadas — no exterior, eles têm sido feitos, em geral, a partir de entrevistas virtuais, enquanto no Brasil foram realizadas entrevistas presenciais, com um esforço para abranger diferentes perfis da população. Diretor-executivo do More in Common e professor de gestão de políticas públicas da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado diz que pesquisas virtuais podem gerar distorções — principalmente no Brasil, devido às limitações de acesso à internet em determinadas regiões e entre diferentes classes sociais — e têm maior probabilidade de alcançar públicos que já se identificam ou se interessam pelo debate, o que pode gerar respostas enviesadas. "Pela internet, são as pessoas que aceitam participar, porque querem colaborar ou até porque recebem alguma remuneração. Esse caráter mais voluntário de o entrevistado aderir ao painel, e não o contrário, pode gerar viés de seleção, porque podem ser recrutadas pessoas que estão querendo falar, com determinadas características que as distorcem em relação à população em geral", diz Ortellado. Uma das pesquisas feitas dessa maneira foi a do King's College com o Ipsos. Os próprios pesquisadores, no entanto, alertaram que suas conclusões não representavam a população em geral, mas segmentos mais conectados e urbanos — uma limitação especialmente relevante em um país com diferenças tão amplas. Publicada em março, a pesquisa do King's College ouviu 23.268 pessoas em 29 países, incluindo o Brasil, entre dezembro e janeiro. A principal conclusão foi que a geração Z está mais conservadora do que os millennials, grupo que reúne adultos de 30 a 45 anos. Embora os dados por faixa etária não tenham sido divulgados para cada país — o que impede verificar se esse padrão também se aplica ao Brasil —, os achados gerais do estudo divergem dos resultados da pesquisa da Quaest. O problema, diz Ortellado, esteve menos nos estudos e mais na forma como suas conclusões foram interpretadas e amplificadas por reportagens e fenômenos culturais. Ele cita como exemplo a série Adolescência, sobre um garoto que assassina uma colega sob influência de comunidades misóginas na internet, e a popularização da machosfera, como são chamadas as comunidades masculinistas da internet, e do movimento looksmaxxing. Tratam-se de vídeos curtos, muito comuns no TikTok, que incentivam jovens a modificar a própria aparência — por meio de mudanças de hábitos, estilo e até procedimentos estéticos — com o objetivo de se tornarem mais masculinos. Segundo Ortellado, quando esses fenômenos ganham grande repercussão na mídia, pode surgir a impressão de que a masculinidade exacerbada entre os jovens é mais disseminada do que realmente é. Isso não significa, ressalta ele, que esses movimentos não existam ou deixem de ser motivo de preocupação. Mas eles podem representar apenas uma parcela da juventude — justamente a mais conectada às redes sociais e que, por isso, tende a estar mais presente em pesquisas feitas pela internet como a do King's College. "A internet não é um retrato fiel da sociedade brasileira", ele diz. "Muitas dessas coisas são fenômenos de nicho. Não devemos menosprezá-las. Tem fenômenos muito preocupantes. Existe misoginia organizada na internet e ela é preocupante. Precisa ser monitorada e combatida. Mas os dados sugerem que isso não parece ser um fenômeno de massa." Os pesquisadores também ressaltam que a pesquisa brasileira não é definitiva sobre o tema, que ainda demanda mais estudos. Não é possível saber, por exemplo, se os brasileiros que hoje têm entre 25 e 34 anos eram menos conservadores uma década atrás, quando estavam na faixa dos 16 aos 24 anos. Essa é uma questão central para compreender se há uma mudança de valores entre os brasileiros. Ainda não se sabe se as pessoas se tornam mais conservadoras com o passar dos anos ou se as diferenças observadas entre as gerações de hoje tendem a persistir ao longo do tempo, por exemplo. Gráficos por Caroline Souza, da equipe de Jornalismo Visual da BBC News Brasil
Some of the AI industry's biggest rivals have put their many, many grievances aside for a common cause: making it harder for people to use their technology to develop biological weapons. In an open letter to US lawmakers, tech leaders are pressing Congress to enact rules closing what they say is an alarming biosecurity gap […]
The Chief Secretary to the Treasury tried to intervene as a powerful Commons committee considered the proposals.
A study found quetiapine reduced obstructive sleep apnea events but tripled attention lapses and impaired driving the next morning, researchers say.
It’s easy to notice things like cycle lanes, bakeries on every corner and the sheer number of public clocks when you first arrive in Germany. But which everyday features are conspicuous by their absence?