AI heavyweights warn their tech could help terrorists develop bioweapons
Scientists and industry leaders push for mandatory DNA synthesis screening
IT/기술 · "TERROR" · 총 11건
필터 보기현재 지수
50.3
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 87,027건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.3(균형)입니다. 긍정 4,383건(5.0%)·중립 80,596건(92.6%)·부정 2,048건(2.4%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 15.0(중도 균형)입니다.
Scientists and industry leaders push for mandatory DNA synthesis screening
'Todo Mundo em Pânico' entra no circuito na quinta-feira, dia 4, mas tem sessões antecipadas no dia 3 de junho. Divulgação Estreia nesta quinta-feira (4) nos cinemas brasileiros o sexto filme de "Todo Mundo em Pânico", um dos maiores fenômenos do terror-paródia dos anos 2000. Apesar de estar sendo chamado pelo público de "Todo Mundo em Pânico 6", o longa vem sendo divulgado apenas com o título original, sem o número estampado no pôster. O lançamento acontece 13 anos após o capítulo anterior e marca a volta dos irmãos Wayans após mais de duas décadas de afastamento. O hiato foi provocado por disputas de direitos autorais e divergências criativas com os antigos coprodutores da marca, os irmãos Bob e Harvey Weinstein — este último, condenado por uma série de crimes de agressão e assédio sexual em Hollywood. Marlon e Shawn se juntam a Anna Faris e Regina Hall, as eternas Cindy e Brenda, para remontar o quarteto original que deu o tom dos dois primeiros filmes da série. Justamente por tudo isso, a expectativa dos fãs não era pequena. E nem podia ser. A franquia tinha em mãos o elenco original e mais de uma década de material para trabalhar: novos filmes, novos debates, novos termos e, sobretudo, novas polêmicas. Pelo fim do 'mimimi' Os Wayans estão de volta a 'Todo Mundo em Pânico' para acabar com a cultura do cancelamento. Divulgação A premissa é a seguinte: o quarteto tenta escapar de um assassino mascarado também velho conhecido do público, o Ghostface, mas estabelecendo uma nova meta, "acabar com a cultura do cancelamento". O espectador, a essa altura do campeonato, já está cansado de saber: para assistir ao filme, não dá para se levar muito a sério. Afinal de contas, a própria franquia nunca se levou. E o novo filme faz questão de deixar isso bem claro, colocando, sem pudor, na boca de um dos personagens no início da trama: "Não é comédia com consciência social feita para branco pensar e ninguém rir. É para se divertir". É a partir desse posicionamento politicamente incorreto que os irmãos Wayans (que também assinam o roteiro) tentam desenhar uma provocativa disputa entre a velha guarda e a nova geração. Ao mirar nos dilemas geracionais, é como se os criadores — que agora já passaram da casa dos 50 anos — estivessem voltando aos holofotes para dizer: "Deixa a gente mostrar para vocês como é que se faz". Metralhadora de referências No elenco, Chris Elliott, Lochlyn Munro, Heidi Gardner, Damon Wayans Jr. e Savannah Lee Nassif, entre outros nomes. Divulgação Seguindo essa linha de ataque, o roteiro apresenta na tela um compiladão de quase tudo que bombou nas redes, nos cinemas e no noticiário nos últimos tempos. Sobra espaço para piadas envolvendo gays do Grindr, o Kanye West do Novo Testamento, a Covid-19, o ChatGPT, os relatórios de Jeffrey Epstein, a invasão do Capitólio norte-americano, a nova geração de streamers e por aí vai... Há ainda referências diretas a dezenas de outras produções, como "Wandinha", "Pecadores", "Guerreiras do K-Pop", a cinebiografia "Michael", "Saltburn", "Corra!" e mais. Muito mais. O grande problema, no entanto, é que quando tudo isso é colocado junto, em formato de uma sequência de esquetes de humor independentes, a engrenagem não dá liga. Já ouvimos isso antes 'Todo Mundo em Pânico' ironiza remakes, sequências, requels, prequels, spin-of's. Divulgação A estrutura fragmentada vai ficando bem batida à medida que o filme avança e, do meio para o final, as situações parecem sempre variações da mesma piada. Ao insistir na crítica à chamada "geração mimimi" ou, como a própria sinopse apresenta, "da cultura do cancelamento", o humor vai patinando em clichês que mais parecem uma reciclagem de milhares de outras piadas que o espectador já leu antes por aí, rolando a timeline do X, por exemplo. Tópicos como a "machosfera", questões raciais ligadas às cotas e o debate sobre pronomes neutros já foram excessivamente explorados por dezenas de outros produtos, formatos e comediantes nos últimos anos. O problema aqui, e é importante que se diga, não são os temas abordados. Mas a forma, pouco criativa (e quase nunca engraçada), com que são tratados. Um presente para os ex-viúvos Cena de 'Todo Mundo em Pânico', sexto filme da franquia que estreia nesta quinta-feira (4). Divulgação Curiosamente, os melhores momentos do filme acontecem justamente quando os atores deixam a fixação por essa "nova geração" de lado e passam a fazer piadas sobre eles mesmos e a criticar a própria indústria cinematográfica: Ironizando o Oscar, brincando com as escolhas de carreira que cada um do elenco fez no período em que estiveram afastados e expondo a própria batalha judicial que travaram nos bastidores para recuperar os direitos da marca. Felizmente, o desfecho do longa também consegue recuperar um pouco do fôlego ao entregar um final animador para os fãs, deixando evidente que os irmãos retomaram de fato o controle criativo da marca. É um belo presente para os, agora, ex-viúvos da franquia. Mas para conseguir esticar a história em uma eventual sequência sem cair no lugar-comum e no cansaço criativo que comprometem este sexto capítulo, apenas piadinhas sobre o mimimi da nova geração não vão colar. Cartela resenha crítica g1 Arte/g1
WASHINGTON - Liz Benz still believes the distressed caller's voice was her son's -- the tone, enunciation and cadence all matched her 16-year-old.
Elderly people are particularly vulnerable, with experts warning of rising cases of “grandparent scams”.
The FBI said in April that Americans lost over US$893 million last year to AI-enabled hoaxes, including voice cloning scams.
The right-wing think tank is actively pushing “civil terrorism”—increasing penalties for minor crimes committed while people engage in constitutionally protected free speech.
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Information on funding for counterterrorism agencies in the lead up to the Bondi massacre will be shared with the royal commission.
Representações de Ethereum e Bitcoin. Reuters O Banco Central informou nesta sexta-feira (29) que o processo de autorização para prestadoras de serviços de ativos virtuais passará a exigir, a partir de junho, a apresentação de um relatório emitido por auditoria independente registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 De acordo com a autarquia, a análise passará a considerar “opinião técnica independente sobre os procedimentos adotados pelas empresas para identificar e prevenir operações suspeitas, especialmente aquelas relacionadas aos crimes de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo”. Autoridades do governo têm expressado preocupação com o mercado de ativos virtuais, com a percepção de que esses ativos podem ser usados para lavagem de dinheiro e financiamento de atividades ilícitas. Agora no g1 Na quinta-feira, por exemplo, em operação organizada pela Receita Federal e outros órgãos que mapeou seis fintechs ligadas a organizações criminosas, foi identificado o uso de criptoativos para lavagem de dinheiro. Segundo o BC, a nova exigência tem como objetivo aumentar a segurança das decisões nos processos de autorização, ao mesmo tempo em que reforça práticas de combate a crimes. “A verificação por auditoria independente contribui para maior transparência e confiabilidade nos controles adotados pelas empresas do setor”, afirmou a autarquia em nota.
PCC e CV terroristas: Alckmin diz que clã Bolsonaro pensa mais em si que no país O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), criticou nesta sexta-feira (29) integrantes da família Bolsonaro após a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Ao comentar a repercussão da decisão do governo americano, Alckmin criticou integrantes da família Bolsonaro e afirmou que o assunto estaria sendo usado para desviar o foco de outro tema. “O que lamento nesse episódio é que, infelizmente, membros do clã Bolsonaro pensam mais em si do que no país. Ficam gerando factoides para desviar a atenção do caso Master, que é gravíssimo do ponto de vista de corrupção e sonegação de tributos”, declarou. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Ainda segundo o vice-presidente, a classificação das facções como organizações terroristas pode trazer impactos negativos ao Brasil. “Isso é ruim para o Brasil. Pode ter consequência no sistema financeiro, na economia, não vai resolver nada em termos de combate ao crime e pode prejudicar a economia”, afirmou. Alckmin diz que clã Bolsonaro pensa mais em si que no país e que meta é desviar atenção do caso Master Reprodução/TV Vanguarda A declaração foi dada durante entrevista em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo, após ser questionado pela repórter Cíntia Garcia, da TV Vanguarda, sobre o tema. Segundo Alckmin, o combate ao crime organizado já vem sendo realizado pelo Brasil por meio de operações e mudanças na legislação. “O combate ao crime organizado é feito por terra, mar e água. O Congresso aprovou lei antifacção, novos crimes foram listados, aumento das penas para o crime organizado e dificuldade da progressão penitenciária”, afirmou. O vice-presidente também destacou operações recentes contra esquemas de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. “Queria destacar também a operação Carbono Oculto, com participação da Polícia Federal e Receita Federal, bilhões de sonegação em combustível e lavagem de dinheiro. Ontem foi feito um prolongamento dela, com participação do Ministério Público, Polícia Civil e Gaeco. É um trabalho permanente”, disse. Alckmin cumpriu agenda no Vale do Paraíba e Litoral Norte nesta sexta-feira para a entrega de veículos destinados a municípios das duas regiões por meio do Novo PAC Saúde. Alckmin diz que clã Bolsonaro pensa mais em si que no país e que meta é desviar atenção do caso Master Cintia Garcia/TV Vanguarda Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
Sources said the accused persons had also made rocket IEDs