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Javier Bardem steps into the character once portrayed by Robert De Niro.
IT/기술 · "ROBERT" · 총 14건
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Javier Bardem steps into the character once portrayed by Robert De Niro.
Caso Isis: Adolescente grávida desaparecida no Paraná O desaparecimento de Isis Victoria Mizerski completa dois anos neste sábado (6). A adolescente tinha 17 anos e estava grávida quando sumiu em Tibagi, nos Campos Gerais do Paraná, após sair para encontrar o vigilante Marcos Vagner de Souza - apontado como pai do bebê. Desde então, nunca mais houve notícias sobre o paradeiro de Isis. Apesar de o corpo dela nunca ter sido encontrado, a Polícia Civil concluiu o caso afirmando que ela foi assassinada e a Justiça aceitou a tese, reconhecendo, formalmente, a morte. ✅ Clique aqui e siga o canal do g1 Ponta Grossa e região no WhatsApp Marcos Vagner está preso desde 2024, mas não tem data para ir a julgamento. A falta de respostas da Justiça e o mistério sobre o paradeiro do corpo da filha são motivo de angústia para a mãe dela, Flávia Mizerski. "A saudade, a falta, tudo isso nunca vai passar. [...] É um pensamento de poxa vida, né, quanto tempo! Dois anos e nenhuma novidade diferente, algo diferenciado, não tem. [...] Porque eu tenho um atestado de óbito, mas eu não tenho corpo; então, aí é que entra a esperança", desabafou ela, em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná. Marcos Vagner alega inocência desde a época do desaparecimento. No entanto, uma série de provas reunidas pela polícia fizeram a equipe de investigação e a família a acreditar o contrário. Veja detalhes sobre as evidências e a cronologia do caso mais abaixo. "Se caso nós tivéssemos já encontrado [o corpo de Isis], se o Marcos já tivesse contado o que ele fez naquele dia talvez essa dor nossa diminuiria. [...] mas nós ficamos sem nada de respostas. E entendemos o lado da Justiça, como ela trabalha, mas assim: está sendo muito lento, né?! Porque faz dois anos, e são dois anos que nós não encontramos a Isis", avalia Rodrigo Mizerski, irmão de Flavia e tio de Isis. O réu responde por homicídio triplamente qualificado (por feminicídio, dissimulação e motivo torpe), ocultação de cadáver e aborto provocado sem o consentimento da gestante, tendo cometido os crimes no âmbito da violência doméstica. Assassinato sem corpo: Especialistas explicam como Justiça trata desaparecimento de adolescente grávida no Paraná como homicídio Em dezembro de 2024, após ouvir 17 testemunhas e o próprio réu, o juiz João Batista Spanier Neto decidiu que Marcos vai a júri popular. A defesa dele recorreu da decisão e, seis meses depois, o recurso foi recusado na segunda instância do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). No entanto, a defesa recorreu novamente, o caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em junho de 2025 e permanece sob análise, há um ano. Com isso, até a publicação desta reportagem, ainda não havia data marcada para o julgamento do homem. Cronologia do caso Isis Entenda a cronologia do Caso Isis em 2024, ano em que a adolescente desapareceu: 4 de junho: BUSCA POR REMÉDIOS 6 de junho: DIA DO DESAPARECIMENTO 7 e 8 de junho: LOCALIZAÇÃO DOS CELULARES 10 de junho: DEPOIMENTO DO SUSPEITO 14 de junho: MANDADO DE PRISÃO e INÍCIO DAS BUSCAS EM ÁREAS DE MATA 17 de junho: SUSPEITO SE ENTREGA À POLÍCIA 25 de junho: SUSPENSÃO DAS BUSCAS 26 de junho: RETORNO DAS BUSCAS COM NOVA ESTRATÉGIA e MAIS SUSPEITOS 27 de junho: ADVOGADOS DA FAMÍLIA ABREM INVESTIGAÇÃO PARALELA 1º de julho: INVESTIGAÇÃO TROCA DE DELEGADO 15 de julho: PRORROGAÇÃO DA PRISÃO 26 de julho: POLÍCIA DIVULGA ACREDITAR QUE ISIS ESTÁ MORTA 8 e 9 de agosto: ALTERAÇÃO NA PRISÃO, FIM DO INQUÉRITO e DENÚNCIA 11 de agosto: SUSPEITO SE TORNA RÉU NA JUSTIÇA 21 de outubro: JUSTIÇA COMEÇA A OUVIR TESTEMUNHAS 5 de novembro: FORÇA-TAREFA RETOMA BUSCAS 14 de novembro: RÉU É OUVIDO PELA JUSTIÇA 6 de dezembro: JUIZ DETERMINA QUE RÉU VAI A JÚRI POPULAR Marcos Vagner de Souza e Isis Victória Mizerski Reprodução CONTEXTO De acordo com o delegado Matheus Campos Duarte, Isis e Marcos tiveram relações sexuais entre abril e maio de 2024 e a adolescente engravidou do vigilante. Semanas depois, ela começou a desconfiar da gestação e no dia 3 de junho contou para Marcos das próprias suspeitas, afirma o delegado. As investigações apontam que ele pediu que ela fizesse um teste, ela fez e confirmou a gravidez. O delegado afirma que os dois saíram para se encontrar no dia 6 de junho - e desde então, Isis não foi mais vista. 4 de junho: BUSCA POR REMÉDIOS Vídeo mostra suspeito de desaparecimento de adolescente grávida no Paraná em farmácia Três testemunhas afirmaram, em depoimento à polícia, que no dia 4 de junho foram procuradas por Marcos, que estava tentando comprar remédios abortivos. Em depoimento, o homem afirmou que quem pediu o medicamento foi a Isis. Porém, segundo familiares, a adolescente falou para a irmã e para a prima que, apesar de Marcos querer que ela fizesse um aborto, ela tinha a intenção de ter o bebê e estava escolhendo o nome da criança. Conforme a família, Isis também disse que, no dia em que sumiu, iria sair para se encontrar com Marcos para falar sobre a gravidez. Cláudio Dalledone, advogado que representa a família de Isis, afirma que a adolescente nunca cogitou abortar. "Não há notícia nenhuma entre familiares, amigos, que falem ou indique de que ela tenha consentido com a questão do aborto, não existiu isso. Isso foi por parte dele, comprar medicamento, ir atrás de abortivo", diz Dalledone. Um trecho de uma conversa entre Isis e a prima que consta no inquérito mostra a prima aconselhando Isis a não tomar nada que o homem lhe oferecesse. "Óbvio, né", responde ela. Veja abaixo. Print da conversa entre Isis (à esq.) e a prima (à dir.) Reprodução A defesa de Marcos afirma que ele foi à farmácia somente em busca de "orientação" sobre o medicamento. "Não existe qualquer prova de que o Marcos tenha ministrado, tenha dado à Ísis esses medicamentos abortivos naquele dia e naquele momento. O Marcos nega que ele tenha feito qualquer coisa nesse sentido", afirmou o advogado Tainan Laskos. SAIBA MAIS: Vídeo mostra suspeito de desaparecimento de adolescente grávida no Paraná em farmácia, e testemunha diz que ele pediu abortivo 6 de junho: DIA DO DESAPARECIMENTO O tio de Isis, Rodrigo Mizerski, contou que a adolescente foi para a escola de manhã e passou o resto do dia em casa. A família toda iria a um culto religioso de noite e, por volta das 17h50, a mãe da jovem saiu para ir ao mercado. Nesse meio tempo, Isis disse à prima que iria sair para se encontrar com Marcos, e que depois contaria para a mãe que estava grávida. Ela também disse à prima e à irmã que, apesar de Marcos querer que ela fizesse um aborto, ela tinha a intenção de ter o bebê e estava escolhendo o nome da criança. A partir de 18h05, algumas câmeras de segurança registraram o carro de Marcos trafegando sentido PR-340. VEJA DETALHES: Vídeos mostram suspeito na região onde adolescente grávida enviou localização à mãe antes de sumir no Paraná Vídeos mostram suspeito na região onde Isis enviou localização à mãe antes de sumir Até às 18h06 a jovem estava conversando com a mãe sobre outros assuntos via aplicativo de mensagens, e às 18h15 mandou a própria localização para a mãe em tempo real. A mulher viu que a menina estava em uma região afastada do centro da cidade, na margem da PR-340, e ficou preocupada após a mensagem ter sido apagada. "Essa localização nós entendemos como um pedido de socorro", afirma o tio de Isis. Após receber a localização, a mãe enviou novas mensagens e ligou para a filha, mas não obteve mais nenhuma resposta. Veja abaixo: Adolescente grávida desaparecida no Paraná mandou localização para mãe antes de parar de responder mensagens: 'Entendemos como pedido de socorro' Reprodução A RPC teve acesso ao inquérito que apura o caso. Em documentos anexados ao processo, há um relatório que diz que imagens de câmeras de segurança apontam "imprecisões" em trechos do depoimento de Marcos sobre a noite do desaparecimento da adolescente. SAIBA MAIS: Vídeos apontam 'imprecisões' no depoimento de suspeito sobre noite do desaparecimento de adolescente grávida no Paraná, diz polícia 7 e 8 de junho: LOCALIZAÇÃO DOS CELULARES Segundo o delegado Jonas Avelar, primeiro responsável pelo caso, a quebra de sigilo dos celulares de Isis e Marcos aponta que o vigilante esteve no mesmo lugar que a adolescente nos dois dias seguintes ao desaparecimento dela. "Diante do deferimento da quebra de sigilo telemático do aparelho celular, foi possível detectar uma localização da adolescente na cidade de Telêmaco Borba, próxima a uma estrada chamada Mandaçaia. [...] Chamou a atenção também das investigações o Marcos ter ido nessa localidade nos dias 7 e 8 de junho, no mesmo local em que deu a localização do aparelho celular da vítima", diz o delegado. O local apontado pelas localizações é uma área de mata extensa, de difícil acesso, segundo o delegado. Buscas com drones e cães farejadores foram feitas no local, mas nenhum vestígio da adolescente foi encontrado. Celular de suspeito aponta que ele esteve no mesmo lugar que adolescente após ela desapare 10 de junho: DEPOIMENTO DO SUSPEITO Marcos prestou depoimento à polícia no dia 10 de junho de 2024. Segundo Avelar, ele confirmou que se encontrou com Isis no dia do desaparecimento da jovem e negou ter envolvimento em qualquer crime. O delegado afirma que o homem alegou que após conversar com a adolescente, a deixou em uma vila da cidade, mas que se contradisse durante a fala. "Alguns prints demonstram que ele estava muito insatisfeito com a gravidez dessa adolescente. Interrogado, Marcos confirmou o encontro, porém alegou que só foi deixá-la na Vila São José [...] e em seguida retornou - mas através da coleta das imagens, foi possível perceber que Marcos demorou em torno de uma hora para retornar", conta Avelar. 14 de junho: MANDADO DE PRISÃO E INÍCIO DAS BUSCAS EM ÁREAS DE MATA Marcos Vagner de Souza é considerado foragido pelo desaparecimento de Isis Victoria Mizerski Polícia Civil do Paraná Após o depoimento de Marcos, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão para avaliar celulares e notebooks dele e, no dia 14 de junho, um mandado de prisão foi expedido, mas o homem não foi mais encontrado. O tenente Luis Augusto Negoseki, do Corpo de Bombeiros, afirma que a corporação só foi informada do desaparecimento da jovem no mesmo dia e iniciou as buscas por ela em áreas de mata entre Tibagi e Telêmaco Borba. Segundo ele, o lapso temporal atrapalha o trabalho de cães farejadores, pois os indícios que poderiam ser encontrados por ele são apagados pela ação do tempo. 17 de junho: SUSPEITO SE ENTREGA À POLÍCIA Marcos Vagner se entregou à polícia no dia 17 de junho. Conforme a Polícia Civil, ele ficou foragido três dias e se apresentou na delegacia de Francisco Beltrão, no sudoeste do estado, onde possui familiares. A cidade fica a mais de 400 quilômetros de distância de Tibagi, onde ele e Isis moravam. 25 de junho: SUSPENSÃO DAS BUSCAS No dia 25 de junho o Corpo de Bombeiros anunciou que suspendeu as buscas por Isis. Segundo o tenente Luis Augusto Negoseki, o motivo para a suspensão foi a falta de indícios, tanto nas buscas, quanto nas investigações. De acordo com ele, pelo menos cinco mil hectares foram percorridos até aquele dia - área que equivale a mais de sete mil campos de futebol. O foco foram localidades em Tibagi próximas a Telêmaco Borba e também a região de Mandaçaia, onde o rastreio dos celulares da jovem e do suspeito apontam que eles estiveram. 26 de junho: RETORNO DAS BUSCAS COM NOVA ESTRATÉGIA E MAIS SUSPEITOS As buscas por Isis foram retomadas no dia seguinte à suspensão, com mudança na estratégia: enquanto antes eram feitas apenas em áreas de mata, foram alteradas para margens de rios que ficam entre Tibagi e Telêmaco Borba. O motivo foram denúncias anônimas recebidas pela Polícia Civil, segundo o delegado Jonas Avelar. No mesmo dia, o delegado afirmou suspeitar que havia mais pessoas envolvidas no desaparecimento. "A gente está fazendo levantamentos e diligências e não descarta a possibilidade de ter outras pessoas que ajudaram o suspeito no desaparecimento dessa adolescente", disse Avelar. Questionado sobre quem eram os novos suspeitos, ele disse que preferia não dar detalhes para não atrapalhar as investigações. Depois desse dia, os nomes dos possíveis suspeitos nunca foram revelados. 27 de junho: ADVOGADOS DA FAMÍLIA ABREM INVESTIGAÇÃO PARALELA No dia 27 de junho, os advogados da família de Isis concederam uma entrevista coletiva afirmando que abririam uma investigação paralela, particular, para ajudar na apuração sobre o paradeiro da adolescente. "Num primeiro momento precisamos saber se ela está viva ou morta. A partir disso que se desenvolvem caminhos para o processo. Os familiares acordam com a esperança de encontrar ela viva e adormecem com o sentimento dessa menina estar morta. A família está num turbilhão emocional muito grande”, disse o advogado Claudio Dalledone. 1º de julho: INVESTIGAÇÃO TROCA DE DELEGADO De acordo com a Polícia Civil, no dia 1º de julho a responsabilidade do caso foi passada do delegado Jonas Avelar, de Tibagi, para o delegado Matheus Campos Duarte, de Telêmaco Borba. O motivo foram as férias de Avelar, que ficou responsável pelo caso até a finalização do inquérito, em agosto. 15 de julho: PRORROGAÇÃO DA PRISÃO O prazo da prisão temporária de Marcos, de 30 dias, venceria no dia 17 de julho, mas no dia 15 a Justiça prorrogou a prisão do homem. Ao mesmo tempo, a defesa de Marcos havia pedido a soltura dele, mas o juiz João Batista Spanier Neto optou pela prorrogação do prazo. 26 de julho: POLÍCIA DIVULGA ACREDITAR QUE ISIS ESTÁ MORTA No dia 26 de julho, em nota, a Polícia Civil disse acreditar que Isis está morta e que Marcos ocultou o corpo dela. "Diligências continuam a fim de concluir o inquérito policial. O principal suspeito pela ação deve responder pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver", afirmou a corporação. 8 e 9 de agosto: ALTERAÇÃO NA PRISÃO, FIM DO INQUÉRITO e DENÚNCIA Delegado Matheus Campos Duarte foi responsável pela investigação na Polícia Civil AEN Na noite de 8 de julho a Justiça revogou a prisão temporária de Marcos Vagner de Souza. Na decisão, o juiz citou que o pedido da defesa foi baseado no argumento de que a prisão de Marcos não alterou o andamento do inquérito e afirmou que não existia fundamento para a continuação da prisão temporária. Veja detalhes e trechos Horas depois, na manhã de 9 de julho, a Justiça expediu um mandado de prisão preventiva contra o homem. Veja as diferenças entre os dois tipos de prisão Momentos depois, em coletiva de imprensa realizada em Tibagi, o delegado Matheus Campos Duarte, responsável pelo caso, disse que indiciou Marcos e comparou o caso ao de Eliza Samudio. Ela desapareceu em 2010 e nunca teve o corpo encontrado. Apesar disso, acusados de envolvimento no crime foram condenados - incluindo o ex-goleiro Bruno Fernandes. Ainda durante o dia 9 de agosto, o Ministério Público denunciou Marcos à justiça por homicídio triplamente qualificado (por feminicídio, dissimulação e motivo torpe), ocultação de cadáver e aborto provocado sem o consentimento da vítima, tendo os crimes no âmbito da violência doméstica. 11 de agosto: SUSPEITO SE TORNA RÉU NA JUSTIÇA Dois dias depois da denúncia feita pelo MP, a Justiça aceitou o documento e tornou Marcos réu no processo. 21 de outubro: JUSTIÇA COMEÇA A OUVIR TESTEMUNHAS Em 21 de outubro, a Justiça começou a ouvir 17 testemunhas. Algumas faltaram e, no dia 24, as audiências foram suspensas. 5 de novembro: FORÇA-TAREFA RETOMA BUSCAS Nova força-tarefa realizou buscas por Isis Victoria Mizerski Paulo Roberto Martins/RPC Duas semanas depois, uma força-tarefa retomou as buscas pela adolescente. Na época, a polícia disse que recebeu novas denúncias e também o resultado de um laudo da perícia feito com amostras de lama encontradas no carro do homem, mas não houve novidades sobre o paradeiro da desaparecida. 14 de novembro: RÉU É OUVIDO PELA JUSTIÇA No dia 14 de novembro Marcos Vagner de Souza foi ouvido pela Justiça. Ele negou ter cometido qualquer crime contra a adolescente, mas admitiu que tentou comprar remédios abortivos para a menina, alegando que foi um pedido dela. Veja destaques do depoimento. Réu prestou depoimento na quinta-feira (14) Reprodução 6 de dezembro: JUIZ DETERMINA QUE RÉU VAI A JÚRI POPULAR Apósas audiências de instrução e julgamento, que ouviram 17 testemunhas e o próprio acusado, o juiz João Batista Spanier Neto decidiu que Marcos Vagner de Souza vai a júri popular pelo assassinato de Isis Victoria Mizerski. No documento, o juiz afirmou que os depoimentos "fazem referência de que o acusado seja o autor dos delitos" e que as imagens das câmeras de segurança, extratos de conversas e outras provas anexadas ao processo "indicam a presença de indícios da existência do crime, além de indícios de materialidade e autoria por parte do acusado". A defesa de Marcos recorreu da decisão e o recurso foi negado. SAIBA MAIS: TJ-PR diz que há provas do crime, nega recurso e mantém júri popular de réu pelo desaparecimento de adolescente grávida no Paraná Vídeos mais assistidos do g1 PR: Leia mais notícias da região em g1 Campos Gerais e Sul.
Marcha para Jesus reúne milhares de evangélicos nas ruas de São Paulo O Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e a ONG More in Common estimaram a presença de 33,8 mil pessoas na 34ª Marcha para Jesus, iniciada na Estação da Luz, no Centro de São Paulo, nesta quinta (4). Como a margem de erro é de 12%, isso quer dizer que havia entre 29,8 mil e 37,8 mil participantes às 10h20, horário de pico entre a concentração e o deslocamento. A Marcha para Jesus terminou na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Como o destino do evento é uma área próxima ao Campo de Marte, onde não é seguro usar drones, houve registro apenas da concentração e do deslocamento, e não do público que acompanha os shows e os discursos. A contagem é feita a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial. Veja a metodologia da contagem Para avaliar o tamanho de uma manifestação de maneira científica e rigorosa, o monitor do debate político e a More in Common estabeleceram um método. O processo começa com um drone. Um operador profissional sobrevoa toda a área da manifestação e fotografa a multidão de cima para baixo, em ângulo de 90 graus. Isso é importante porque numa imagem inclinada, uma pessoa pode cobrir a outra. Essas fotos em alta definição são então montadas como um quebra-cabeça que cobre toda a área do evento. É nessa imagem que o software de inteligência artificial começa a contagem de público. A ferramenta foi treinada por pesquisadores da USP com imagens reais de manifestações brasileiras. Ela reconhece com precisão pessoas no meio de uma multidão. Cada indivíduo vira um ponto azul na imagem. A contagem final é a soma desses pontos. A contagem possui uma margem de erro. No entanto, o método é constantemente aperfeiçoado para aumentar a precisão. O software identifica cada pessoa, cabeça por cabeça. Não é uma estimativa por densidade, como era mais comum. Quando a manifestação começa, um drone sobe e é feita uma contagem inicial. O processo é repetido a cada 30 minutos até o evento terminar. No final, é divulgado maior número registrado. O pico de presença de pessoas. Todas as imagens usadas para medição ficam disponíveis em um site público. Isso permite que qualquer pessoa possa auditar, contando manualmente ou rodando outro software. É um método rigoroso, transparente e auditável. É possível conhecer as contagens de público já feitas em www.monitordigital.org e www.moreincommon.org.br. Veja a programação A caminhada começou por volta das 10h na estação da Luz, no Centro. O percurso tem cerca de 3,5 quilômetros e conta com oito trios elétricos. Na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Zona Norte da capital, serão feitas apresentações de artistas da música gospel até as 21h. Entre as atrações estão Gabriela Rocha, Aline Barros e Renascer Praise. A programação também prevê momentos de oração. (Veja programação completa abaixo). Autoridades estão presentes, entre elas o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), além do advogado-geral da União Jorge Messias, que representa o presidente Lula, e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Também está prevista a presença de Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência. Imagens aéreas mostram multidão de fiéis na Marcha para Jesus Reprodução/TV Globo LEIA TAMBÉM Faixa de cabeça '100% Jesus', escola de samba e estrelas do gospel: os personagens da Marcha Imagens aéreas mostram multidão de fiéis em São Paulo Fiéis durante a 34ª Marcha para Jesus na cidade de São Paulo . Marcello Zambrana /Estadão Conteúdo Bateria gospel Líder da bateria de samba, pastor Jorge Rafari, na Marcha para Jesus Paola Patriarca/g1 Com cerca de 100 integrantes e um repertório inspirado na fé cristã, a primeira bateria gospel do país, a Salmo 150, é uma das atrações da Marcha para Jesus deste ano. O grupo participa do evento celebrando os 30 anos da bateria e promete animar o público com sambas-enredo inspirados em passagens bíblicas. À frente da bateria está o pastor Jorge Rafari, que destaca a trajetória dos músicos e a proposta de evangelização do projeto. “A grande maioria tocava em escola de samba. Eu mesmo fiz parte de várias baterias em Itaquera, em escola da Zona Leste. Deus estava me preparando e eu não sabia. A bateria entra em lugares que poucos ministérios entram. A gente faz evangelismo através do som da bateria, do samba”, afirma. Entre os integrantes está Leleco Sampa, intérprete da bateria e ex-participante do carnaval. Segundo ele, a preparação para a Marcha para Jesus envolveu meses de ensaio e a criação de seis sambas-enredo. "Amo participar. Antes eu era do Carnaval e agora toco samba para Jesus”, diz. Tema da Marcha Marcha para Jesus reúne milhares de evangélicos nas ruas de SP Reprodução/YouTube O evento está em sua 34ª edição e, neste ano, tem como tema o versículo bíblico "Todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor", de Filipenses 2:10. O presidente da Marcha para Jesus no Brasil, Apóstolo Estevam Hernandes, destaca que a cada ano o evento ganha mais força entre os cristãos, refletindo o crescimento do Evangelho e do número de fiéis no Brasil. "A Marcha representa a união das pessoas, a comunhão de todos os que acreditam em Jesus Cristo. Foi Ele quem se sacrificou por todos nós na cruz, e é por isso que afirmamos que todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor. Saímos às ruas para expressar nossa fé e gratidão e para orar pela nossa cidade e pelo país", disse, em nota divulgada ao g1. Segundo a organização, mais de 26 mil caravanas se inscreveram para participar do evento. Ambulantes na Marcha para Jesus Paola Patriarca/g1 Acessibilidade Pessoas com deficiência poderão contar com apoio especial durante a Marcha para Jesus. A SPTrans disponibilizará o serviço Atende+, com vans que farão o transporte entre a Estação Tietê e o local de concentração do evento. As saídas ocorrerão a partir das 10h, com retorno disponível para a mesma estação após o encerramento. Também haverá uma área reservada ao lado esquerdo do palco montado na Praça Heróis da FEB. O acesso será feito pela Avenida Voluntários da Pátria, mediante apresentação da carteirinha da SPTrans. Apenas cadeirantes terão direito a um acompanhante. Os participantes surdos contarão com intérpretes de Libras durante toda a programação, desde a caminhada até os shows. O ponto de encontro será às 9h30, em frente à estação Tiradentes da Linha 1-Azul do metrô. Trânsito e transporte A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que monitorará o trânsito entre as regiões da Luz e Santana das 21h de quarta-feira (3) à 1h de sexta-feira (5). Haverá interdições em vias como Praça da Luz, Avenida Tiradentes, Avenida Santos Dumont, Ponte das Bandeiras, Praça Campo de Bagatelle e região do Campo de Marte. A CET recomenda que os participantes utilizem a estação da Luz para participar da caminhada e as estações Tietê ou Santana para acessar a área dos shows. A SPTrans também informou que diversas linhas de ônibus terão itinerários alterados devido às interdições previstas para o evento. Programação 11h25 às 11h30 – Abertura 11h30 às 11h35 – Talita Dias 11h35 às 11h40 – Apresentador / virada de palco 11h40 às 12h00 – Leandro Borges 12h00 às 12h05 – Apresentador / virada de palco 12h05 às 12h25 – Lukas Agostinho 12h25 às 12h30 – Apresentador / virada de palco 12h30 às 13h00 – Aline Barros 13h00 às 13h05 – Apresentador / virada de palco 13h05 às 13h25 – Samuel Eleotério 13h25 às 13h30 – Apresentador / virada de palco 13h30 às 13h50 – André e Felipe 13h50 às 13h55 – Apresentador / virada de palco 13h55 às 14h25 – Thalles Roberto 14h25 às 14h30 – Zoe Dance / virada de palco 14h30 às 14h45 – Maria Pita 14h45 às 14h50 – Apóstolo Esteban Acosta (Colômbia) 14h50 às 15h20 – Eli Soares 15h20 às 15h35 – Palavra apostólica 15h35 às 16h05 – Marcelo Marques 16h05 às 16h10 – Apóstolo Hugo Dias (Venezuela) 16h10 às 16h30 – Ton Carfi 16h30 às 17h00 – Governador Tarcísio de Freitas, prefeito Ricardo Nunes e momento de oração 17h00 às 17h20 – Isadora Pompeo 17h20 às 17h25 – Apresentador / virada de palco 17h25 às 17h55 – Julliany Souza 17h55 às 18h00 – Pastor Alejandro Gomez (Argentina) 18h00 às 18h30 – Anderson Freire 18h30 às 18h45 – Maldonado 18h45 às 19h15 – Maria Marçal 19h15 às 19h20 – Ronaldo Caiado 19h20 às 19h50 – Renascer Praise 19h50 às 19h55 – Apresentador / virada de palco 19h55 às 20h25 – Jefferson e Suellen 20h25 às 20h30 – Apresentador / virada de palco 20h30 às 21h10 – Gabriela Rocha 21h10 às 21h15 – Encerramento da Marcha Confira o percurso da Marcha para Jesus 2026 Arte/g1
Wie die FDP den Bruch der Ampelkoalition lange vorbereitete, hat Robert Pausch in seiner Recherche aufgedeckt. Dafür wurde der Journalist nun ausgezeichnet.
Mulher tomando vacina contra a gripe em Ribeirão Preto (SP) Divulgação A vacina contra a gripe foi liberada para toda a população de Ribeirão Preto (SP) com mais de 6 meses de idade a partir desta segunda-feira (1º). São 39 salas de vacinação. A ampliação segue determinação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) para todos os municípios paulistas e tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal e reduzir a circulação do vírus Influenza. Em Ribeirão Preto, desde janeiro deste ano, já foram registrados 472 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Destes, 95 foram causados pela Influenza. O município também contabilizou três mortes pela doença. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Para receber a dose, é necessário apresentar documento com foto e, se possível, a carteira de vacinação. Agora no g1 A vacina contra a gripe protege contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B. Ela pode ser administrada simultaneamente a outras vacinas do calendário básico de imunização. Veja os postos de vacinação: UBS CENTRAL: Rua São José, 1.254 CRE CENTRAL (não vacina crianças): Rua Prudente de Moraes, 35 CSE VILA TIBÉRIO: Rua Gonçalves Dias, 790 UBS VILA TIBÉRIO: Rua 21 de Abril, 779 UBS CAMPOS ELÍSEOS: Avenida da Saudade, 1.452 UBS JOÃO ROSSI: Avenida Independência, 4.315 CSE JARDIM AEROPORTO: Rua das Palmeiras, 994 UBS MARINCEK: Rua Roberto Michellin, s/nº UBS QUINTINO I: Rua César Montagnana, 35 UBS RIBEIRÃO VERDE: Rua João Toniolli, 3.461 UBS SIMIONI: Rua Antônio Augusto Carvalho, 672 UBS VILA MARIANA: Rua Ribeirão Preto, 1.070 USF JARDIM HEITOR RIGON: Avenida Maestro Alfredo Pires, 391 UBS VALENTINA FIGUEIREDO: Rua João Felipe Elias de Andrade, 451 UBS CRISTO REDENTOR: Rua Zilda Faria, 675 UBDS CASTELO BRANCO: Rua Dom Luiz do Amaral Mousinho, 3.300 UBS SANTA CRUZ: Rua Triunfo, 1.070 UBS BONFIM PAULISTA: Rua Azarias Vieira de Almeida, 620 UBS JARDIM JULIANA: Avenida Dr. Marcos Antônio Macário dos Santos, 602 UBS SÃO JOSÉ: Rua Madre Maria Teodora Voiron, 110 UBS VILA ABRANCHES: Rua Maria Abranches de Faria, 550 UBS JARDIM ZARA: Rua Stéfano Barufi, 1.639 UBS VILA VIRGÍNIA: Rua Franco da Rocha, 1.110 UBS ADÃO DO CARMO: Rua Antônio Vicco, 201 UBS JARDIM MARIA DAS GRAÇAS: Rua Cruz e Souza, 3.170 UBS PARQUE RIBEIRÃO PRETO: Rua Guy Saad Salomão, 225 SF JARDIM MARCHESI: Rua Professor Renato Jardim, 925 CSE SUMAREZINHO: Rua Terezina, 690 CSE IPIRANGA: Avenida Dom Pedro I, 753 UBS DOM MIELLE: Rua Cecílio Elias Seba, 139 UBS JARDIM PAIVA: Rua Francisco Peixoto, 195 UBS PRESIDENTE DUTRA: Rua Carolina Maria de Jesus, 365 UBS JOSÉ SAMPAIO: Rua Elydio Vieira de Souza, 50 UBS VILA RECREIO: Rua Tabatinga, 320 USF MARIA CASAGRANDE: Rua Paulo Gerardi, 350 USF VILA ALBERTINA: Rua Apeninos, 941 USF JAMIL CURY: Rua Pedro de Freitas Alves, 340 CMSC VILA LOBATO: Rua João Alves Pereira, 175 USF PAULO GOMES ROMEO: Rua Victor João Castania, 960 Cobertura abaixo da meta Segundo dados divulgados pela Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto, a cobertura vacinal no município está em 37%, bem abaixo da meta estipulada, de 90%. A campanha de vacinação contra a gripe começou em março e focou, inicialmente, em idosos acima de 60 anos, crianças de 6 meses até 6 anos incompletos, gestantes, puérperas e pessoas com doenças crônicas, os chamados grupos prioritários. Segundo a Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto, no município, os grupos mais afetados são crianças de até 9 anos e idosos com mais de 80 anos. Vacina contra a gripe Vivian Honorato/Prefeitura de Londrina Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
Pope Leo's Magnifica Humanitas addresses AI, Catholic social teaching, war and peace, and the technocratic paradigm threatening human dignity today.
Val Donato Divulgação A agenda cultural do "Qual a Boa?" traz festas, shows e outros eventos que acontecem na Paraíba neste fim de semana: sexta-feira (29), sábado (30) e domingo (31). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Entre os destaques da semana, estão Val Donato, Rammon e os Siderais e o rapper Djonga. Em véspera de São João, João Pessoa e Campina Grande também terão programação de forró. Agora no g1 Qual é a Boa em João Pessoa Sexta-feira (29) ARRAIÁ MANGABEIRA Local: Mangabeira Shopping Horário: 17h Valor: entrada gratuita LAURA TULIE Local: Café Usina Horário 20h Valor: R$ 30 DJONGA Local: Lagoon Celebration Horário: 22h Valor: a partir de R$ 70 LAMÚRIAS - FALAS FEMININAS Local: Teatro Lima Penante Horário: 20h Valor: a partir de R$ 20 SAMBA COM ELAS + DA BRASA À LABAREDA Local: Usina Cultural Energisa Horário: 20h Valor: entrada gratuita RAMMON E OS SIDERAIS Local: Tribus Bar Horário: 22h Valor: R$ 10 BANDA AVELOZ Local: Bessa Grill Praia Horário: 20h Valor: a partir de R$ 40 FORROZÃO BOM QUE SÓ Local: Sindicato dos Bancários da Paraíba Horário: 20h Valor: a partir de R$ 12,50 Sábado (30) VAL DONATO - ESPECIAL DIA DO REGGAE Local: Caravela Cultural Horário: 20h Valor: entrada gratuita OS FULANO – 9° FESTIVAL DE MÚSICA DA PARAÍBA Local: Espaço Cultural Horário: 20h Valor: entrada gratuita MÚSICA PRETA BRASILEIRA - NATHALIA BELLAR Local: Recanto Três Ruas Horário: 21h30 Valor: R$ 15 MATURAÊ Local: Atol Music Bar Horário: 19h Valor: R$ 30 NENO - O MAGNÍFICO Local: Beer Time Horário: 22h Valor: R$ 35 LAILA DUO Local: Searooftop Horário: 19h Valor: R$ 15 UM DIA MUITO ESPECIAL (ATÉ DOMINGO) Local: Teatro Paulo Pontes Horário: 20h Valor: a partir de R$ 25 Domingo (31) TITÁ MOURA - CIRCULADOR CULTURAL Local: Casa da Pólvora Horário: 16h Valor: entrada gratuita II SHOW DE TEMPORADA SCHOOL OF ROCK Local: Ville des Plantes Horário: 14h Valor: a partir de R$ 30 VAI DORMIR QUE TEU MAL É SONHO Local: Casa da Pólvora Horário: 16h Valor: entrada gratuita Qual é a Boa em Campina Grande Sexta-feira (29) PALCO DO CHORO Local: Museu dos Três Pandeiros Horário: 19h30 Valor: entrada gratuita SARAU DAS HUMANIDADES Local: CH - Universidade Federal de Campina Grande Horário: 16h Valor: entrada gratuita Sábado (30) SÃO JOÃO NA VILA DO ARTESÃO Local: Vila Artesão Horário: 10h Valor: entrada gratuita MISS E MISTER LONGEVIDADE Local: Teatro Municipal Severino Cabral Horário: 18h Valor: entrada gratuita BANDA AVELOZ E SAIA JUSTA Local: Banana Beer Horário: 21h Valor: R$ 30 ROBERTO SILVA Local: Forró Max Horário: 21h Valor: a partir de R$ 20 SEU PEREIRA E TONINHO BORBO Local: MAC Horário: 21h Valor: a partir de R$ 20 ITALLO ALVES Local: Boteco Seu Luiz Horário: 21h Valor: não informado FEIRA PARAIBANA DA AGRICULTURA FAMILIAR (ATÉ DOMINGO) Local: Vila Sítio São João Horário: 14h Valor: entrada gratuita CARIRI CANGAÇO (ATÉ DOMINGO) Local: Vila Sítio São João Horário: 9h Valor: entrada gratuita EXPOSIÇÃO ACARDUMADO (ATÉ DOMINGO) Local: MAC Horário: a partir das 10h Valor: a partir de R$ 10 Qual é a Boa em outras cidades Sexta-feira (29) ESQUENTA BODE REI Local: Cabaceiras Horário: 20h Valor: não informado SANDRA BELÊ - SÃO JOÃO NA REDE Local: Camalaú Horário: 19h Valor: entrada gratuita Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
Professor transforma lixo em biocimento e cria empresa com alunos na Bahia O que começou como uma experiência dentro de uma escola pública no interior da Bahia virou negócio, impacto social e até inspiração para outros educadores. Em Serrinha, a cerca de 180 quilômetros de Salvador, o professor de matemática e empreendedorismo Thales Nascimento reuniu alunos do ensino médio para criar um biocimento sustentável feito com papel reciclado e fibra de coco — materiais abundantes na cidade e que normalmente seriam descartados. A ideia surgiu a partir de uma inquietação prática: como transformar resíduos em algo útil para a comunidade. Depois de mais de um ano de testes, os estudantes conseguiram desenvolver blocos usados em calçadas populares de baixo custo. O produto já recebeu certificação do CREA-BA e começou a ganhar espaço fora dos muros da escola.“Nem todo sonho começa dando certo. Os primeiros blocos não ficaram bons, mas fomos aprendendo no processo”, conta Thales. Professor transforma resíduos em biocimento e cria startup com alunos de escola pública na Bahia Reprodução/PEGN Sem formação em engenharia, ele e os alunos estudaram por conta própria o funcionamento de máquinas, misturas e técnicas de construção civil até chegarem ao resultado atual. Hoje, duas famílias da comunidade já receberam calçadas produzidas gratuitamente pelo projeto. A repercussão fez moradores começarem a doar matéria-prima para a escola e procurar a equipe para entender como poderiam participar da iniciativa. Segundo Thales, o biocimento também passou a ser usado em ações de ressocialização dentro do sistema prisional da região. O reconhecimento nacional veio com o Prêmio LED — Luz na Educação, iniciativa da TV Globo e da Fundação Roberto Marinho que premia projetos inovadores na educação brasileira. Professor transforma resíduos em biocimento e cria startup com alunos de escola pública na Bahia Reprodução/PEGN Entre mais de 2,3 mil inscritos na edição deste ano, Thales venceu na categoria Educadores e recebeu R$ 200 mil para transformar o projeto em uma startup. Com o valor da premiação, a equipe pretende estruturar a empresa, comprar maquinário e iniciar a produção em escala comercial. A expectativa inicial é fabricar cerca de mil blocos por dia. Mais do que o reconhecimento financeiro, Thales diz que o projeto representa uma mudança de perspectiva para os estudantes da escola pública. “A gente está provando que dentro da escola pública existem alunos descobrindo seu potencial e colocando isso para fora”, afirma. Professor transforma resíduos em biocimento e cria startup com alunos de escola pública na Bahia Reprodução/PEGN Biocimento do Sertão 📍 Endereço: Av. Araci s/n - Cidade Nova - Serrinha – BA – CEP: 48700-000 📞 Telefone: (75) 99162-9584 📧 E-mail: admin.thales@gmail.com 📸 Instagram: https://www.instagram.com/biocimento
Dekiln to scale up its low-carbon technology with Johnson Tiles, in boost for struggling British ceramics industry A Manchester-based startup that makes ceramic-like tiles from waste without needing an energy-hungry kiln has teamed up with one of the UK’s biggest tile suppliers to launch a pilot project to scale up the technology. Dekiln, run by the biomaterials engineer Aled Roberts, is joining forces with Johnson Tiles to set up a trial manufacturing site in Stoke-on-Trent, the historic home of British ceramics. Continue reading...
On Monday, Pope Leo XIV unveiled his broad vision for the relationship between artificial intelligence and humanity in his first encyclical, a major papal letter addressed to bishops of the Roman Catholic Church. The document was presented alongside Chris Olah from Anthropic, in what appeared to be an effort to encourage dialogue between AI researchers and wider society. FRANCE 24's correspondent in Rome, Hannah Roberts, has the details.
This is The Stepback, a weekly newsletter breaking down one essential story from the tech world. For more on AI mischief, follow Robert Hart. The Stepback arrives in our subscribers' inboxes at 8AM ET. Opt in for The Stepback here. How it started Hacking the first generation of AI chatbots was a laughably simple affair. […]
In the late 1940s—when computer engineers were grappling with unreliable hardware and noisy transmission environments—a team of engineers inside a modest lab at the University of Manchester, England, confronted a problem so fundamental that it threatened the viability of digital computing itself. Machines could generate bits, but they could not reliably read them back. The inconsistent reading back of memory data did not initially present itself as a grand theoretical challenge. It showed up as something more mundane: inconsistent computing results. Engineers including Frederic C. Williams, Tom Kilburn, and G. E. (Tommy) Thomas traced the failures not to logic errors but to the physical behavior of the machines themselves. The team devised a technique for keeping a transmitter and a receiver synchronized without relying on a separate clock signal. Their innovation, known as Manchester code or phase encoding, encoded each bit with a transition in the middle of the bit period, effectively embedding timing information directly into the data stream to be a self-clocking signal. So, even if the signal degraded or the timing drifted slightly, the receiver could continually keep time based on those regular transitions. By eliminating the need for separate clocks and reducing synchronization errors, Manchester code made data transfer more robust across cables and circuits. Those qualities later made it a natural fit for technologies such as Ethernet and early data storage systems. Its self-clocking nature helped standardize how machines communicate, and it laid the groundwork for modern networking and digital communication protocols. On 13 April 2026, this breakthrough was honored with an IEEE Milestone plaque during a ceremony at the University of Manchester. Dignitaries from IEEE and the university attended the ceremony. Embedding timing in signals Those 1940s Manchester University engineers were working on systems that fed into the Manchester Mark I, one of the first practical stored-program machines. When troubles arose, they used oscilloscopes to probe signals. They found that electrical pulses did not arrive with consistent timing. Memory signals also blurred over time, making them harder to read, and when long runs of identical bits occurred, the waveform flattened into stretches with no transitions. That led to a crucial insight: The problem was not just detecting whether a signal was high or low; the system also lost track of when to sample the signal. Without reliable timing markers, even correctly formed signals were misread. Bits could effectively be lost or miscounted because the system fell out of sync. At first, the engineers tried to tame the hardware. They experimented with stabilizing circuits and more consistent pulse generation, attempting to impose a regular rhythm on an inherently unstable system. But the fixes proved fragile, and the electronics of the day could not maintain the required precision. So the Manchester group took a different approach. If the hardware could not provide a dependable clock, the signal itself would have to carry one. Instead of representing data as static levels, each bit changed state, with a guaranteed transition in the middle. Embedding timing in the signal reduced erratic behavior. Machines were suddenly able to reliably transmit, store, and read back data—an essential step toward practical stored-program computing. Making signals unmistakable The Manchester code addressed several issues at once. Regular transitions allowed continuous timing recovery. Transitions proved easier to detect than static levels, and long runs of identical bits no longer produced flat, ambiguous waveforms. Rather than fighting the imperfections of early electronics, the design worked with them. From lab curiosity to a global standard What began as a local solution in Manchester shaped digital communication systems for decades, including early Ethernet technology, for which timing and shared-medium communication were central challenges. According to Robert Metcalfe, a member of the team that built the first Ethernet system at Xerox PARC in 1973, he and his colleagues relied on Manchester code. “Manchester code solved a fundamental problem for us: timing,” Metcalfe says, explaining that each bit carried its own clock and removed the need for a global synchronized signal. That self-clocking property wasn’t the only benefit provided by the encoding scheme. On a shared coaxial cable, Manchester encoding did more than provide timing. Each transceiver left the medium undriven—effectively “off”—most of the time, allowing packets from other machines to pass without interference. Even during transmission, a station drove the signal only about half the time, leaving the line undriven during the other half of each bit cycle. This distinction—between a driven signal and an undriven line, rather than simple 1s and 0s—allowed receivers to recover both data and clock timing while also monitoring the cable for other activity. If a transceiver detected a signal when it expected the line to be undriven, the signal indicated that another station was transmitting at the same time. In other words, the system could detect collisions in real time and respond accordingly. The idea has proven durable far beyond local networks. Manchester code is being used aboard the Voyager spacecraft, which are now cruising through interstellar space—underscoring its reliability in extreme environments. The code also has found its way into everyday consumer electronics. Infrared remote controls for televisions and audio equipment commonly rely on Manchester code through protocols such as RC-5, developed by Philips in the early 1980s. The protocol encodes commands as timed infrared signals transmitted by a handset’s integrated circuit and LED, allowing devices to reliably interpret button presses even through noise and signal distortion. Manufacturers across Europe—and many in the United States—adopted the approach, extending Manchester code into the home. Why the Milestone matters An IEEE Milestone designation recognizes technologies with enduring impact. Manchester code qualifies because it solved a foundational timing problem at a critical moment in computing history. Without a way to embed timing in the data itself, early digital systems would have remained fragile and unreliable. Manchester code helped transform them into dependable machines, and it enabled much of today’s digital communication. “Manchester code solved a fundamental problem for us: timing,” —Robert Metcalfe, an Ethernet inventor Key participants at the plaque dedication ceremony included Tom Coughlin, 2024 IEEE president; Duncan Ivison, University of Manchester president and vice chancellor, and Nagham Saeed, chair of the IEEE U.K. and Ireland Section. Talks by Kees Schouhamer Immink (the 2017 IEEE Medal of Honor laureate probably best known for his work that made compact discs and other high-density digital media practical) and Peter Green (Manchester’s deputy dean for the engineering faculty) highlighted the code’s lasting impact on digital data storage and communications. The IEEE Milestone plaque for the Manchester code reads: “At this site in 1948–1949, Manchester code was invented for reliably encoding digital data stored on the Manchester Mark I computer’s magnetic drum. It became a standard for computer magnetic tapes and floppy disks and was used in digital communications, including the Voyager 1 and 2 spacecraft and early Ethernet networks. It found wide use in domestic remote controllers, radio frequency identification (RFID) tags, and many control network standards.” Administered by the IEEE History Center and supported by donors, the Milestone program recognizes outstanding technical developments worldwide. The IEEE U.K. and Ireland Section sponsored the nomination.
Editor’s note: If you’d like to pinpoint the instant when the world entered the nuclear age, 5:29:45 a.m. Mountain War Time on 16 July 1945, is an excellent choice. That was the moment when human beings first unleashed the power of the nucleus in an immense, blinding ball of fire above a gloomy stretch of desert in the Jornada del Muerto basin in New Mexico. Emily Seyl’s Trinity: An Illustrated History of the World’s First Atomic Test (The University of Chicago Press) offers hundreds of startlingly vivid photographs of the Manhattan Project that emerged from a 20-year restoration effort. This excerpt and the accompanying photos record the massive effort to capture the awesome detonation of “the Gadget.” aspect_ratioReprinted with permission from Trinity: An Illustrated History of the World’s First Atomic Test by Emily Seyl with contributions by Alan B. Carr, published by The University of Chicago Press. © 2026 by The University of Chicago. All rights reserved. In the North 10,000 photography bunker, Berlyn Brixner was listening to the countdown on a loudspeaker, his head inside a turret loaded with cameras and film. He was one of the only people instructed to look toward the blast—through his welder’s glasses—ready to follow the path of the fireball as it launched into the sky. The two Mitchell movie cameras at his station would deliver the best footage to come of the Trinity test, used by Los Alamos scientists to make some of the first measurements of the effects of a nuclear explosion. Related: New Trinity Book Uncovers Images of the First Atomic Test When the detonators fired, the cameras captured what Brixner could not have seen—the very first light of a violent, silent sea of energy unfurling into the basin. As 32 blocks of high explosives erupted all together, their incredible force surged inward toward the sleeping plutonium core, compressing the dense sphere of metal instantaneously from all sides and bringing its atoms impossibly close together. A carefully timed burst of neutrons sowed momentary, uncontrolled chaos, and then, as quickly as it began, the fission chain reaction ended. Footage from a high-speed Fastax camera in Brixner’s bunker, shot through a thick glass porthole, shows a translucent orb bursting through the darkness less than a hundredth of a second after detonation, as a rush of heat, light, and matter blew apart the Gadget. When the brightness faded enough for witnesses to make out ground zero, they saw a wall of dust rise up around a brilliant, shape-shifting, multicolored ball of flames—forming a fiery cloud that shot into the sky atop a twisting stream of debris. The camera footage tells a story no less dramatic but hundreds of times more intricate, preserving the moment for scientists to return to again and again to measure and describe the behavior of the fireball and other visible effects with exacting detail. On balance, the photography effort was a huge success, despite only 11 of the 52 cameras producing satisfactory images. By arranging those cameras at intentionally staggered distances, complementary angles, and with a broad spectrum of frame rates and focal lengths, the Spectrographic and Photographic Measurements Group was able to piece together a remarkably complete picture of their subject. On 12 July 1945, Herbert Lehr, a U.S. Army sergeant and electrical engineer assigned to Los Alamos, delivered the plutonium core to the McDonald ranch house, where the bomb was assembled. Los Alamos National Laboratory According to the group’s leader, Julian Mack, the more than 100,000 frames that were captured still “give no idea of the brightness, or of time and space scales.” Mack attributed fortune, as much as foresight, to the photographic record that was made, especially during the earliest phase of the blast. Indeed, the explosion was several times more powerful than predicted, and the intensity of its effects overwhelmed many of the cameras and diagnostic instruments. The human observers were similarly overcome. “The shot was truly awe-inspiring,” said Norris Bradbury, the physicist who would succeed Robert Oppenheimer as director of Los Alamos. “Most experiences in life can be comprehended by prior experiences, but the atom bomb did not fit into any preconception possessed by anybody. The most startling feature was the intense light.” Norris Bradbury, the physicist responsible for the final assembly of the Gadget, stands next to the partially assembled bomb at the top of the shot tower. The cables on the outside of the bomb would transmit the signals to trigger the synchronized detonations of conventional explosives, which would then create the inward-directed shock wave that would compress the bomb’s plutonium core. Bradbury would go on to succeed Robert Oppenheimer as director of Los Alamos on 17 October 1945.Los Alamos National Laboratory It is a common sentiment that words and even pictures pale in comparison to the experience of the explosion. Even so, soldiers, scientists, and many other witnesses have added their firsthand accounts—often absorbing and poetic—to complement the trove of hard data collected during the test shot. They describe an intense and blinding brightness that filled the basin with daytime; an ominous, darkening cloud rearing its head in eerie silence; the wait for the invisible wave rushing out from the heart of the Gadget; and the mighty roar that arrived at last, in a thunder, and seemed never to leave. Physicist Isidor Isaac Rabi, watching from 20 miles away, remembered, “It blasted; it pounced; it bored its way right through you.” James Chadwick, head of the British contingent of scientists who joined the Manhattan Project, later said, “Although I had lived through this moment in my imagination many times during the past few years and everything happened almost as I had pictured it, the reality was shattering.” The blast, captured with an assortment of high-speed and motion-picture cameras, shows the fireball expanding between 25 milliseconds and 60 seconds, by which time the mushroom cloud is over 3 kilometers high.Los Alamos National Laboratory And physicist George Kistiakowsky found himself certain that “at the end of the world—in the last millisecond of the Earth’s existence—the last human will see what we saw.”
I first met Robert Woo in 2011, during his third time walking in a powered exoskeleton. The architect had been paralyzed in a construction accident four years earlier, but he was determined to get back on his feet. Watching him clunk across a rehab room in an exoskeleton prototype, the technology felt astonishing. I had the same reaction when reporting on early brain-computer interfaces (BCIs), which enabled paralyzed people to move robotic arms or communicate by thought alone. Both types of bionic technology seemed to verge on magic. But that initial sense of awe, I’ve learned over many years of reporting on these technologies, is only a starting point. What matters is not what these systems can do in a carefully staged demo but how they perform in the real world. Do they work reliably? Can people with disabilities use them for their intended purposes? And what does it actually cost—in time, effort, and trade-offs—to do so? The question isn’t whether the technology looks impressive the first time but whether it holds up on the hundredth. The special report in this issue, “Cyborg Tech From the Inside” takes that perspective seriously. In my feature article on Woo, an exoskeleton super-user who has spent 15 years testing these systems, the story of the technology is inseparable from the story of its use. Woo’s relentless feedback has driven steady, incremental improvements. In Edd Gent’s reporting on the pioneers testing the earliest BCIs, the experience of these extraordinary technologies likewise resolves into something more complex. As one trial participant notes, these early adopters are like the first astronauts, who barely reached space before coming back down to Earth. Together, these stories reframe these individuals not as passive medical patients but as the ultimate beta testers and co-engineers of the bionic age. I saw the gap between demonstration and daily use firsthand when I interviewed Woo in a Manhattan showroom recently, where he was testing a new self-balancing exoskeleton from Wandercraft. The device is a striking advance that kept him upright without crutches, but it also revealed the friction of the real world. As Woo tried to walk out the door, barely an inch of slope on the Park Avenue sidewalk was enough to trigger the machine’s safety sensors and halt his progress. It was a stark reminder of how far these systems must evolve before they fit seamlessly into everyday life. For the people who use them, that seamless integration is the ultimate goal. Getting there will depend not just on technical breakthroughs but on how well these systems hold up outside controlled environments, over time, and under real conditions. Looking from the inside doesn’t make these technologies any less remarkable, but it does change how we judge them—not by what they can do once for a photo but by what they can sustain over a lifetime. That’s the standard their users have been applying all along. Our commitment to evaluating technology from the user’s perspective extends beyond this special report. To provide a necessary corrective to the “techno-solutionism” that often dominates coverage of assistive devices, IEEE Spectrum created the Taenzer Fellowship for Disability-Engaged Journalism, under which six writers with disabilities are contributing articles about the devices they rely on daily. As Special Projects Director Stephen Cass notes, these journalists “aren’t afraid to ask clear-eyed questions about the tech and are deeply aware of how it impacts humans.” You can read the fellows’ work at spectrum.ieee.org/tag/taenzer-fellowship.