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Rest of World recommends eight books that cover the history of resistance to tech, our relationship with AI companions, the danger of our dependence on Taiwan chips, and more.
IT/기술 · "RESIST" · 총 28건
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Rest of World recommends eight books that cover the history of resistance to tech, our relationship with AI companions, the danger of our dependence on Taiwan chips, and more.
As resistance to massive data centers grows on Earth, companies like SpaceX and Google are exploring AI infrastructure in orbit instead
Chinese artificial intelligence start-up DeepSeek is finalising its first external fundraising round, securing over 50 billion yuan (US$7.4 billion) at a valuation of just under US$60 billion, according to people familiar with the matter – marking a six-fold leap from its US$10 billion valuation in April. The blockbuster round highlights intensifying global competition and a shifting strategy for the AI breakout star, which had previously resisted external capital. Market-oriented investors and...
AI firms heavily use news and other creative content to provide answers — but New York Times Publisher A.G. Sulzberger says their resistance to pay for it amounts to a repackaging of “stolen goods.”
A message reading "AI artificial intelligence," a keyboard and robot hands are seen in this illustration created on January 27, 2025. — Reuters Dozens of mathematicians on Tuesday signed a declaration calling for the discipline to resist beating the drum for artificial intelligence...
Publisher do NYT, A.G. Sulzberger Damon Winter/The New York Times via AP A era da inteligência artificial anunciou sua chegada há menos de quatro anos, com o lançamento público do ChatGPT. Em poucos meses, o chatbot da OpenAI acumulou 100 milhões de usuários, tornando-se o produto de consumo de crescimento mais rápido da história. Hoje, ele é apenas um entre vários sistemas de IA cada vez mais poderosos, ao lado dos desenvolvidos por Anthropic, Google, Meta, Microsoft e X. Há poucas dúvidas de que a inteligência artificial generativa representa a próxima grande revolução tecnológica — e ela traz consigo uma série vertiginosa de questões importantes. A IA vai impulsionar um salto de produtividade? Vai eliminar categorias inteiras de empregos? Vai desbloquear avanços médicos extraordinários? Ou facilitar ataques biológicos? É possível compreender plenamente as ações dos modelos e agentes de IA? É possível controlá-los? Estou aqui hoje para falar de questões que são, reconheço, um pouco mais restritas. Mas elas importam muito para mim, para vocês e para a sociedade. Como a IA vai mudar o jornalismo? Como essas mudanças vão afetar o ecossistema de informação que funciona como a esfera pública dos cidadãos engajados ao redor do mundo? E o que as pessoas presentes nesta sala podem fazer para garantir o futuro do jornalismo baseado em fatos e reportagens em primeira mão — essencial para a saúde das nossas democracias? Os primeiros sinais nos dão razão para preocupação As empresas que lideram a IA, já entre as mais ricas e poderosas da história humana, estão consolidando um controle desproporcional sobre nossos dados e nossa atenção. Ao mesmo tempo, deixam de assumir uma responsabilidade fundamental que acompanha esse poder: garantir que o público tenha acesso a notícias e informações confiáveis. Esse sequestro da esfera pública é viabilizado pelo pecado original que move seus produtos de IA — um roubo descarado de propriedade intelectual em uma escala sem precedentes. Os gigantes da tecnologia vasculham sites de notícias sem permissão e sem compensação. Reempacotam o material roubado como se fosse seu, desviando o público e a receita que deveriam ir para as organizações jornalísticas que criaram esse trabalho. E isso não acontece apenas uma vez, durante o processo de treinamento, mas incontáveis vezes, todos os dias. Por isso, temo que estejamos caminhando rapidamente para um futuro com cada vez menos jornalistas capazes de fazer o trabalho caro e difícil da reportagem original — ir a lugares, conversar com pessoas, buscar informações, cobrir temas e eventos relevantes, oferecer contexto e análise, investigar os poderosos. Um futuro em que uma fonte essencial de uma sociedade saudável e de uma democracia estável — a verdade, a compreensão e a responsabilização proporcionadas pelo jornalismo original — continue a se esgotar. Esse dano potencial vai muito além do jornalismo. As empresas de IA saquearam todo o conjunto de obras originais da civilização — um ato que também ameaça o futuro de livros, filmes, músicas, pesquisas científicas e uma série de outros campos. Nos Estados Unidos, essas indústrias representam não apenas o coração da vida cultural e intelectual do país, mas também um pilar de sua economia e uma de suas exportações mais influentes. Globalmente, as profissões criativas empregam mais de 50 milhões de pessoas e geram cerca de US$ 12 trilhões em valor econômico por ano. As pessoas reunidas aqui hoje lideram organizações de notícias de mais de 60 países. Isso significa que já passaram por uma série de pressões que assolaram o jornalismo em todo o mundo — da queda de receitas à intermediação tecnológica e aos ataques crescentes à liberdade de imprensa. Mas diante da IA, precisamos fazer mais. Nossa profissão tem sido silenciosa demais, passiva demais e fragmentada demais diante dos abusos das empresas que lideram essa revolução. Não podemos permitir que os entusiastas da IA dominem a conversa pública sem que nos posicionemos em defesa de um futuro sustentável para o jornalismo original. Não podemos assistir enquanto empresas de IA tentam desmantelar permanentemente os direitos que nos dão controle sobre o trabalho que criamos. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto esse trabalho é usado para construir produtos substitutos que minam nossa capacidade de conquistar o público e a receita necessários para continuar fazendo jornalismo. Alguns líderes do setor tecnológico vão retratar meus comentários de hoje como sendo contra a IA. Como uma defesa do status quo. Como mais uma instituição engessada reagindo com raiva aos inovadores que impulsionam o progresso. E, para ser justo com nossos colegas do Vale do Silício, existe uma tradição de incumbentes estabelecidos — digamos, um jornal de 175 anos — reclamando de novas tecnologias e dos disruptores por trás delas. Por isso, vale dizer claramente: a organização que lidero, o "The New York Times", tem um longo histórico de abraçar a tecnologia para avançar a missão do jornalismo independente. Temos uma história de parcerias respeitosas com empresas de tecnologia para levar esse jornalismo a novos leitores, de novas formas. Enfrentar as disrupções com curiosidade, abertura e capacidade de adaptação nos ajudou a atravessar o colapso do nosso negócio impresso e sairmos mais fortes do outro lado. Hoje, meus colegas usam tecnologia de IA — de forma responsável, ética e com humanos tomando as decisões — para melhorar a forma como reportamos, editamos, distribuímos e monetizamos nosso jornalismo. Manter uma tecnologia nova e poderosa à distância é uma receita para o fracasso. E acredito plenamente que a IA tem o poder de fazer muito bem no mundo. Não estou chamando a IA — nem os gigantes tecnológicos que controlam essa tecnologia — de inerentemente ruins ou malignos. Estou alertando que as empresas de IA estão fazendo escolhas que violam leis já consolidadas, ameaçam a viabilidade do trabalho criativo e parecem destinadas a causar danos desnecessários e graves. As organizações de notícias deveriam querer os benefícios que a IA pode trazer. Mas as empresas de tecnologia deveriam também querer apoiar o fluxo saudável e sustentável de informações, ideias e criatividade que alimenta a própria IA — para garantir que suas ações não nos levem a uma tragédia dos bens comuns cívicos. Os quatro ingredientes da IA Os modelos de IA são feitos com quatro ingredientes básicos. O primeiro é o talento — as pessoas que desenvolvem os algoritmos. O segundo é o que as empresas de tecnologia chamam de "computação": a infraestrutura por trás da IA, como chips e data centers. O terceiro é a energia — a eletricidade necessária para alimentar esses produtos tão consumidores de recursos. O quarto é o que as empresas de tecnologia chamam de "dados". A própria palavra parece quase projetada para fazer o trabalho criativo e expressivo soar trivial, como uma commodity abundante. Mas "dados" é frequentemente usado, entre outras coisas, como sinônimo de livros, filmes, músicas e jornalismo — o que poderia ser descrito com mais precisão como "conteúdo protegido por direitos autorais". Talento, computação, energia e dados são todos essenciais para o sucesso da IA e, portanto, para o sucesso dos gigantes tecnológicos. Os três primeiros são pagos — porque é claro que são. Nenhum CEO de tecnologia ousaria sugerir que os engenheiros mais talentosos trabalhem de graça. Pelo contrário, eles regularmente oferecem pacotes de remuneração que chegam a dezenas ou até centenas de milhões de dólares. Tampouco considerariam roubar chips de uma fábrica da Nvidia ou fazer uma ligação ilegal em uma linha de energia. Os investidores consideram que as recompensas financeiras potenciais da IA são tão grandes que estão aceitando prejuízos na casa dos centenas de bilhões de dólares para construir data centers e usinas de energia. Em contraste, as empresas de IA tomam os "dados" sem consentimento nem compensação. As justificativas para o roubo mudam o tempo todo. Dizem que a inovação exige isso. Insistem que estão apenas usando fatos, que ninguém pode possuir. Reclamam que os acordos demoram demais e custam caro demais. Alegam que a doutrina do "uso justo" permite que tomem conteúdo de graça de qualquer jeito. Às vezes chegam até a invocar a segurança nacional — alertam que, se as empresas de IA forem obrigadas a pagar, os Estados Unidos perderão a corrida tecnológica para a China. Nenhum desses argumentos resiste ao escrutínio. Um chatbot só consegue reproduzir "fatos" porque copiou ilegalmente artigos jornalísticos inteiros, o que lhe permite tomar emprestado com a mesma liberdade a linguagem protegida e o estilo da escrita. Construir data centers e usinas de energia é muito mais caro e demorado do que contratar advogados para redigir acordos de licenciamento com organizações de notícias. O uso justo não permite esse tipo de cópia, retenção e regurgitação prejudicial e substitutiva de uma obra — quanto menos de tudo o que a humanidade já produziu. Na competição com a China, os Estados Unidos se enfraquecem ao abandonar as proteções de propriedade intelectual que alimentam a inovação e sustentam as empresas criativas americanas. A avaliação combinada das seis principais empresas de IA é de US$ 11 trilhões — mais de três vezes o PIB da França. O investimento privado em IA nos Estados Unidos chegou a quase US$ 350 bilhões em 2025 e está acelerando em 2026. Portanto, o roubo de propriedade intelectual certamente não ocorre por falta de dinheiro para pagá-la. Embora os acordos de licenciamento com editores não sejam públicos, com base no tamanho dos poucos acordos que foram divulgados, estima-se que menos de meio por cento desse investimento esteja indo para compensar as pessoas e empresas que criam os dados que alimentam a IA. Embora existam muitas fontes de dados, os próprios executivos de IA reconheceram que conteúdo original e de alta qualidade é particularmente valioso para a eficácia e confiabilidade da tecnologia. Cinco dos dez principais sites usados para treinar alguns dos modelos de linguagem mais populares pertencem a editoras de notícias. A OpenAI confessou que seria "impossível treinar os modelos de IA líderes de hoje sem usar materiais protegidos por direitos autorais". Um engenheiro da empresa escreveu que o sucesso dos modelos "não é determinado pela arquitetura, hiperparâmetros ou escolhas de otimização. É determinado pelo seu conjunto de dados, nada mais". Em outras palavras: você é o que você come. O caso do 'The New York Times' Vamos olhar de perto a experiência do "The New York Times" para entender como isso funciona. Se você quer respostas abrangentes e precisas no seu chatbot de IA, é difícil imaginar uma fonte de dados melhor do que uma organização jornalística que, por 175 anos, empregou jornalistas profissionais experientes e bem remunerados para descobrir novas informações, narrar eventos em andamento e avaliar desenvolvimentos em política, negócios, cultura, esportes, ciência e assuntos globais. Esse trabalho original é valioso para as empresas de tecnologia em grande parte porque foi cuidadosamente escrito e editado, verificado de forma independente, submetido aos mais altos padrões de justiça e precisão, e apresentado de forma distintiva e envolvente. Só no ano passado, o "The New York Times" publicou quase meio milhão dessas obras — de artigos a fotos, vídeos e podcasts —, a um custo de mais de US$ 2 bilhões. Temos jornalistas em todos os 50 estados americanos e em 155 países, e esses profissionais não raramente enfrentam situações de risco de vida. Na Ucrânia, por exemplo, tivemos mais de 70 jornalistas e equipe de apoio em campo. Tudo isso apenas em 2025. Some essas contribuições ao longo de 175 anos e 20 milhões de obras originais, e você terá uma ideia mais clara do que nossa redação contribuiu para a compreensão pública do mundo. O valor distintivo do jornalismo do "Times" — assim como o de outras fontes de jornalismo de qualidade — foi repetidamente reafirmado pela preferência que as empresas de IA demonstram por ele. Embora a maioria das empresas de IA oculte suas fontes de treinamento, o "Times" foi a maior fonte individual de dados proprietários em um conjunto de dados importante usado para treinar vários modelos diferentes, seguido por outras organizações jornalísticas, como "The Guardian" e "Los Angeles Times". As empresas de IA consideram a extração de informações de organizações jornalísticas de qualidade como um dos sinais mais confiáveis de que seus produtos estão funcionando corretamente. Como disse um vice-presidente da Microsoft: "Conteúdo premium melhora significativamente a qualidade das respostas". No entanto, os gigantes tecnológicos argumentaram de forma consistente que não deveriam ser obrigados a pedir permissão para usar — muito menos pagar por — esse tipo de propriedade intelectual. Seu argumento, como mostram suas ações, é que têm direito a ela. A Meta treinou seu modelo em um banco de dados notório de livros pirateados ilegalmente. A Perplexity desafiou abertamente a norma consolidada de que sites não podem ser rastreados às escondidas, contrariando suas objeções explícitas. A OpenAI fez lobby junto ao governo americano para obter imunidade legal pelo confisco de obras alheias. Até mesmo a Anthropic, frequentemente citada por seu compromisso com o desenvolvimento ético da IA, se recusou a pagar pelo jornalismo de alta qualidade que usa em seus produtos. Ações como essas levaram o "Times" a processar a OpenAI, sua parceira, a Microsoft e, posteriormente, a Perplexity, por violações flagrantes de nossos direitos de propriedade intelectual protegidos pela lei de direitos autorais dos Estados Unidos — tanto no treinamento de seus modelos quanto no uso contínuo de nosso trabalho em seus produtos. Assim como outras organizações jornalísticas que entraram com ações semelhantes, acreditamos que essas violações ameaçam a capacidade de longo prazo das organizações de notícias de continuar produzindo jornalismo original e confiável, do qual o público — e, como se vê, os próprios modelos de IA — depende. Mas processos judiciais são lentos e caros — o nosso já se estende por dois anos e meio e custou mais de US$ 20 milhões. Como as empresas de IA certamente sabem, a maioria das organizações jornalísticas não tem recursos para ir a tribunal defender seus direitos. Um setor já fragilizado Mesmo antes da chegada da IA, o setor global de notícias lutava para sobreviver às ondas de mudança desencadeadas pela internet, pelo smartphone e pelas redes sociais. Nas últimas duas décadas, os Estados Unidos perderam, segundo algumas estimativas, 75% de seus jornalistas e mais de 3.000 jornais. Um novo jornal fecha a cada três dias. Os veículos digitais não preencheram nem uma fração desse vazio. Grandes regiões dos Estados Unidos já não têm um único repórter fazendo perguntas na câmara municipal, cobrindo as escolas locais ou conectando sua comunidade com um conjunto comum de fatos. E quando se olha para as formas mais caras e desafiadoras de jornalismo — investigar irregularidades ou ir às linhas de frente de conflitos — percebe-se que o número de jornalistas fazendo esse trabalho caiu de forma ainda mais dramática. A disrupção provocada pela IA promete ser ainda mais devastadora. Antes da IA, havia uma troca de valor real — ainda que desequilibrada — entre as plataformas de tecnologia e os criadores de conteúdo digital, como as organizações de notícias. Esse era o pacto da chamada web aberta. As empresas de tecnologia — principalmente as plataformas de busca e redes sociais — ficavam com uma fatia crescente das receitas publicitárias que antes iam para as organizações de notícias, mas, em contrapartida, entregavam um público muito maior. Na próxima fase da disrupção, as empresas de tecnologia, ao se apropriar do próprio jornalismo, também estão tomando uma parcela crescente do público que ele conquista. Veja o caso do Google. O objetivo dos mecanismos de busca sempre foi identificar os sites mais úteis e enviar as pessoas para eles. As pessoas iam ao Google, pesquisavam um assunto e clicavam em um link para sites como o "Financial Times", "Le Monde" ou "El País" para ler a matéria. O Google ficava com a grande maioria das receitas publicitárias. Mas também enviava tráfego significativo para as organizações de notícias por meio de links, permitindo que os editores ganhassem dinheiro exibindo anúncios ou vendendo assinaturas. Na era da IA, o Google usa cada vez mais o conteúdo das organizações de notícias e de outros sites para responder às perguntas diretamente. Como resultado, fazer com que um usuário do Google clique em um link é, segundo pesquisas do setor, dez vezes mais difícil hoje do que era uma década atrás. Ainda assim, o Google mantém o padrão mais elevado em termos de envio de leitores para os editores, e só podemos esperar que esse compromisso continue. Os modelos de IA concorrentes enviam tráfego de referência a uma taxa 96% menor do que a busca do Google, segundo um estudo. Os gigantes tecnológicos têm plena consciência das implicações dessa mudança sobre os modelos de negócios já frágeis das organizações de notícias. Como escreveu o chefe de monetização de IA da Microsoft: "A web aberta foi construída sobre uma troca de valor implícita, em que os editores tornavam o conteúdo acessível e os canais de distribuição — como a busca — ajudavam as pessoas a encontrá-lo. Esse modelo não se traduz de forma limpa para um mundo orientado pela IA." Ele acrescentou: "Os editores precisam de formas sustentáveis e transparentes de controlar como seu conteúdo premium é usado." Um sentimento digno. Mas basta olhar para uma página de lançamento recente do próprio mecanismo de busca com IA da Microsoft para encontrar uma postura bem diferente: "Olá do Bing! Em vez de clicar em links, podemos conversar sobre tudo o que você quiser saber." Essa dinâmica fez, evidentemente, o tráfego para os sites de notícias despencar. Os maiores jornais acompanhados pelo Comscore registraram quedas de mais de 45%, em média, à medida que a corrida pela IA se intensificou nos últimos quatro anos. Editores de notícias globais consultados pelo "Reuters Institute" se preparam para que as quedas de tráfego significativas continuem nos próximos anos. Menos tráfego para os editores provavelmente significa menos oportunidades de publicidade, que continua sendo uma importante fonte de receita para a maioria das organizações de notícias. Nas últimas duas décadas, a receita combinada de publicidade dos jornais já caiu 80%. A Meta sozinha fatura oito vezes mais em receita publicitária do que todos os jornais do mundo juntos. Para compensar a queda da publicidade, muitas organizações de notícias recorreram a modelos de assinatura. Mas na medida em que as pessoas percebem que podem acessar trabalhos roubados gratuitamente por meio de produtos de IA, será cada vez mais difícil para as organizações de notícias desenvolver e aprofundar relações com potenciais assinantes. Esse roubo não acontece apenas porque os editores "deixam seus brinquedos no quintal"; acontece mesmo quando eles estão "trancados com segurança dentro de casa". Um estudo descobriu que cerca de 30% das varreduras por bots de IA violam restrições explícitas de acesso ao conteúdo dos sites, incluindo conteúdo protegido por paywalls. A fonte de receita com a qual alguns esperam compensar essas perdas é o dinheiro das próprias empresas de IA, por meio de licenciamento de conteúdo ou micropagamentos. Algumas organizações de notícias maiores, incluindo o "Times", assinaram acordos de licenciamento. Outras adotaram micropagamentos das empresas de IA para cada uso individual do jornalismo. Mas há boas razões para questionar se qualquer um desses modelos será suficiente para compensar a receita e os leitores perdidos para produtos de IA concorrentes. Enquanto isso, muitas organizações de notícias menores, cujo trabalho também foi tomado e usado por modelos de IA, não receberam nenhuma compensação, e a grande maioria dos editores diz não esperar receitas significativas das plataformas de IA. De forma preocupante, mesmo enquanto essas empresas de tecnologia tentam divulgar acordos e outras ações que sinalizam que valorizam o jornalismo, simultaneamente argumentam em tribunal, junto a legisladores e agências federais, que não têm nenhuma obrigação com os criadores da propriedade intelectual que usam para alimentar seus produtos. Não é concorrência — é parasitismo Para ser claro: não estou levantando essas preocupações porque as organizações de notícias deveriam temer a concorrência. Se as empresas de tecnologia estivessem destinando recursos reais para colocar seus próprios repórteres em campo para produzir jornalismo original, eu daria boas-vindas a isso. Mas não é isso que está acontecendo. As plataformas tecnológicas nunca fizeram tentativas sérias de criar o trabalho original e de base — como reportagem local, jornalismo investigativo ou testes rigorosos de produtos — do qual seus usuários, plataformas e produtos de IA dependem. E agora vão um passo além, simplesmente tomando as reportagens e coberturas de outros, muitas vezes até apresentando-as como suas. Um estudo descobriu que a OpenAI creditou as organizações de notícias que desenterraram as informações citadas em apenas 1% de suas respostas. Os líderes das transições tecnológicas anteriores pelo menos tentavam argumentar que suas plataformas seriam simbióticas com os criadores. O Spotify, por exemplo — que tem seus críticos na indústria musical — destaca os pagamentos que envia aos artistas. As empresas de IA, em contraste, adotaram uma postura mais abertamente parasitária, mais próxima à do Napster, a antiga plataforma de música pirata. Um pesquisador sênior da Microsoft escreveu que uma das "promessas centrais dos LLMs" é sua capacidade de usar "seus dados de treinamento para substituir o trabalho pago daqueles que criaram esses dados". De forma mais evocativa, a escritora de ficção científica Margaret Atwood comparou essa dinâmica a ser "assassinada pela minha réplica". É uma aposta segura que tais ações dos gigantes tecnológicos vão alimentar tendências destrutivas que já estão tensionando a sociedade. Uma queda contínua no jornalismo original. Uma onda crescente de desinformação, propaganda, teorias conspiratórias, deepfakes e lixo gerado por computador. Um público que continua a ser radicalizado por algoritmos que amplificam o medo, a raiva e a divisão. Os repórteres são os responsáveis por enriquecer o registro público com informações até então desconhecidas. Aquele fato surpreendente. Aquele detalhe revelador. Aquela citação da testemunha ocular. Aquele documento secreto. Aquela análise do especialista. Aquela foto, vídeo, gravação de áudio. Em termos simples, o jornalismo original é muitas vezes a forma como você sabe o que sabe. Os produtos de IA não conseguem fazer esse tipo de reportagem original. Eles extraem o registro público, mas têm dificuldade de acrescentar algo a ele. Mesmo a extração tem sido problemática. Uma pesquisa da "European Broadcasting Union" descobriu que os principais assistentes de IA distorceram significativamente as notícias em quase metade de todas as respostas. Tanto o Google quanto a Apple, por exemplo, cometeram erros graves ao usar ferramentas de IA para reescrever manchetes e alertas de notícias de organizações jornalísticas que aparecem em seus produtos. Como a IA tende a ser ruim em expressar incerteza, ela frequentemente não está apenas errada — está errada com confiança. E, ao contrário das organizações de notícias das quais roubam, as empresas de IA não rastreiam nem corrigem esses erros, deixando seus usuários sem qualquer forma de saber quando foram induzidos a erro. Isso importa em parte porque os produtos de IA provavelmente não vão apenas suplementar, mas substituir as relações diretas com organizações de notícias para muitas pessoas. Pesquisas sugerem que essa mudança está acontecendo muito mais rapidamente do que a maioria imagina. A Amazon Web Services, que trabalha com muitas empresas de IA, estima que a maioria do conteúdo online já é gerado por IA — um número que alguns especialistas esperam que chegue a mais de 90% nos próximos anos. Já hoje, o número de sites de notícias locais falsos é maior do que o de sites reais, pois a IA dificulta a sobrevivência dos sites verdadeiros e facilita a criação de sites falsos a baixo custo. De forma reveladora, as empresas de IA não querem dizer que os resultados de seus produtos são confiáveis. Não querem dizer que são justos ou precisos. Isso se deve em parte ao fato de não serem. Quando o ativista político americano Charlie Kirk foi assassinado no ano passado, por exemplo, o bot da Perplexity sugeriu que a declaração da Casa Branca sobre a morte de Kirk havia sido fabricada, e o Grok, do X, insistia que ele estava vivo e bem. Mas tão importante quanto isso, as empresas de IA se recusam a ser responsáveis pelo que seus chatbots dizem aos usuários numa tentativa de escapar da responsabilidade legal. A Microsoft alertou ao lançar o Copilot: "Apenas para fins de entretenimento. Pode cometer erros e pode não funcionar como pretendido. Não confie no Copilot para aconselhamento importante. Use o Copilot por sua conta e risco." Em algum nível, o público entende que isso não será bom para ele. Dois terços dos americanos estão muito preocupados com a disseminação de informações imprecisas pela IA, segundo o Pew Research Center. Mas uma porcentagem crescente de pessoas recorre à IA para notícias, informações e orientações — e algumas a consideram mais confiável do que as organizações de notícias das quais ela depende para suas respostas. Tudo isso vai agravar o alarmante declínio da saúde social e cívica. Evidências mostram que, quando uma organização de notícias local desaparece, as pessoas de uma comunidade começam a confiar menos umas nas outras e a se odiar mais. Tornam-se mais isoladas e menos tolerantes. O engajamento cívico diminui e a corrupção pública aumenta. E imagine o que acontece quando a abordagem das empresas de tecnologia em relação ao setor jornalístico chega à sua conclusão lógica. Apesar da importância do jornalismo para a tecnologia mais valiosa do mundo, as ações das empresas de tecnologia estão comprometendo sua mais importante fonte de novas notícias, novas informações, novas análises. Isso tornaria os próprios produtos de IA menos úteis e menos confiáveis — mais uma vítima desnecessária de escolhas desnecessárias e prejudiciais. O que podemos fazer Um setor jornalístico em declínio pode parecer impotente diante de algumas das empresas mais ricas que o mundo já viu. E o caminho à frente não é facilitado pela realidade de que precisamos continuar operando em um ecossistema de informação controlado de forma desproporcional por esses gigantes tecnológicos. Mas ainda há ações que podemos tomar — tanto para nos posicionar contra os abusos das empresas de IA quanto para preparar nossas próprias organizações para ter sucesso nessa nova era. Compartilharei algumas ideias para cada uma dessas frentes, com a convicção de que ideias melhores e mais numerosas surgirão das pessoas presentes nesta sala. No que diz respeito a defender seu trabalho das empresas de tecnologia, tenho quatro reflexões centrais: Defenda seus direitos. Os direitos de propriedade intelectual precisam ser mantidos se nossa profissão quiser ter um caminho à frente. No meu país, esses direitos estão ancorados na Constituição e sustentados por séculos de precedentes. Eles também são compatíveis com um entendimento ético básico de que roubar é errado. Mas seus direitos só serão mantidos se você insistir em que sejam respeitados e resistir quando não forem. Isso exigirá coragem — e às vezes recursos, que escasseiam — mas o caminho alternativo de tolerar silenciosamente o roubo sistemático do seu trabalho acabará por minar sua capacidade de continuar fazendo jornalismo. Negocie com cuidado. Organizações de notícias que assinam acordos para licenciar conteúdo para empresas de IA estão fazendo algo razoável. Mas aconselho a avaliar a viabilidade de longo prazo de cada acordo. Os gigantes tecnológicos têm uma posição de força extraordinária: já tomaram seu conteúdo e pretendem usá-lo de qualquer forma. Ainda assim, antes de aceitar uma oferta, vale perguntar se o pagamento reflete algo próximo ao valor justo — e se você está retendo algum controle significativo sobre como seu trabalho será usado. Pressione seus legisladores. A IA é cada vez mais impopular entre o público. À medida que os legisladores consideram como reagir, nossa indústria precisa se unir em torno de um conjunto pequeno e claro de pedidos. Algumas ideias iniciais: garantir que as proteções já robustas de propriedade intelectual sejam reforçadas — e não enfraquecidas — para a era da IA. Exigir que bots se identifiquem e limitar sua capacidade de vasculhar sites sem permissão. Exigir transparência para que as organizações de notícias saibam quando e como seu trabalho é usado pela IA. Garantir que as empresas de IA sejam legalmente responsáveis pelo conteúdo difamatório que geram. Una-se aos outros. Enfrentamos empresas de IA que gastam quantias inimagináveis em marketing, lobby e doações políticas para persuadir o público e cooptar políticos. A firma de capital de risco por trás de muitos investimentos em IA é hoje o maior doador político dos Estados Unidos. O único caminho da indústria jornalística para contrabalançar essa influência é trabalhar em conjunto e, igualmente importante, com outras indústrias criativas. Participe de briefs de amicus curiae e seja ativo em suas associações profissionais. Estude como nossos colegas da música e de outras profissões atravessaram seus momentos "Napster". Há também coisas que podemos fazer para tornar nossas próprias organizações de notícias mais resilientes enquanto enfrentamos esse desafio. Mais quatro ideias: Use a IA do jeito certo. As redações devem criar padrões cuidadosos para o uso responsável da IA. E então devem ser agressivas e criativas para colocar a tecnologia a serviço da melhoria do seu jornalismo e do fortalecimento de seus negócios. A IA pode trazer valor real às organizações que encontrarem as formas certas de adotá-la, e uma mudança dessa magnitude vai destruir qualquer organização que se recuse a evoluir. Não há nada de inerentemente ruim na tecnologia de IA — são as ações das empresas por trás dela que precisam ser reformadas. Seja um destino, antes de tudo. Um mundo cada vez mais intermediado por plataformas de IA deixaria as organizações de notícias ainda mais à mercê dos gigantes tecnológicos para compartilhar tráfego, crédito e dinheiro. O caminho mais claro para sustentar um jornalismo de qualidade será por meio de relações diretas com o público. Ser um destino não significa ignorar a internet mais ampla. Você ainda precisa criar novas relações onde as pessoas estão, que geralmente é uma plataforma tecnológica. Mas para aprofundar essas relações — torná-las leais, habituais e valiosas — seu público precisa aprender que é melhor se engajar diretamente com você do que por meio de um intermediário. Foque no jornalismo original. Muitas organizações de notícias se enfraqueceram e se tornaram commodities ao tentar alimentar as preferências em constante mudança dos algoritmos de busca e redes sociais com clickbait, agregação e opiniões fáceis. A economia dessa abordagem vai piorar ainda mais. Para ser um destino em um mundo intermediado pela IA, você vai precisar de um jornalismo tão diferenciado que tenha sua própria gravidade. O coração disso é o jornalismo original. O público não tem outra fonte para esse trabalho. E a IA tampouco. Explique por que o jornalismo importa. As empresas de IA têm megafones gigantescos e têm comunicado com muito cuidado — e de forma seletiva — os benefícios de seu trabalho, ao mesmo tempo em que minimizam os danos. A indústria jornalística precisa, por sua vez, mostrar que o jornalismo original é um ingrediente essencial nas sociedades saudáveis, nas nações seguras e nas democracias fortes — e demonstrar como as ações dos gigantes tecnológicos estão colocando tudo isso em risco. Informação é valiosa. Jornalismo é valioso Na última transição digital, as organizações de notícias — incluindo o "Times", por um bom tempo — compraram a afirmação repetida do Vale do Silício de que "a informação quer ser livre". Muitos nem sabiam que a citação original, do filósofo da tecnologia Stewart Brand, tinha outra parte: "A informação quer ser cara, porque é muito valiosa — a informação certa no lugar certo simplesmente transforma sua vida." Não podemos ser tão ingênuos desta vez. As organizações de notícias são coletivamente menores e mais fracas do que há duas décadas. Os gigantes tecnológicos são maiores e mais fortes — e muito mais dispostos a usar seu tamanho e poder. Enquanto isso, a própria onda da IA pode ser maior e mais veloz, à medida que a tecnologia continua a melhorar. Mesmo que as coisas pareçam estar bem por enquanto, lembre-se: essas primeiras ondas anunciam um tsunami que se aproxima. Enquanto nos preparamos, precisamos nos lembrar: a informação é valiosa. O jornalismo é valioso. A internet já está sobrecarregada de bots e lixo digital. Está cada vez mais difícil saber de onde as coisas vieram e se são verdadeiras. Isso criou uma sensação crescente de que nada pode ser confiado, exigindo de todos uma vigilância quase paranoica sobre tudo — ou, pior, um mergulho no niilismo. O efeito não é apenas que as pessoas acreditam em coisas falsas: é que deixam de acreditar em coisas verdadeiras. Essa combinação tóxica já está levando mais pessoas a se desengajarem completamente. As empresas de tecnologia acenam para essas tendências e dizem "não é culpa nossa" e, de forma ainda mais reveladora, "não é nosso problema". As organizações de notícias deveriam se posicionar como a alternativa confiável nesse caos. Notícias e informações em que se pode confiar são mais raras e mais necessárias do que nunca. O tipo produzido por equipes de profissionais experientes, apoiados por processos e padrões rigorosos. Segundo pesquisas, quando alguém quer verificar algo que encontrou e que acha que pode ser falso, a opção preferida é "uma fonte de notícias em que confio". Em último lugar na lista? Um chatbot de IA. Continuo convicto do valor criado por organizações de notícias de qualidade dedicadas ao trabalho difícil e caro do jornalismo original — para os leitores, para as comunidades, para a sociedade como um todo. E, sim, até para os modelos de IA. Quem mais irá aos lugares onde os eventos estão se desdobrando? Quem nos trará relatos em primeira mão das linhas de frente de uma guerra? Quem nos equipará com informações confiáveis em uma crise de saúde pública? Quem vai expor a empresa de sucesso ou a carreira política construídas sobre uma mentira? Quem vai garantir que os debates sobre políticas econômicas sejam informados por seus impactos sobre pessoas reais? Quem mais pode enriquecer todo esse trabalho com conhecimento especializado duramente conquistado, que acrescenta perspectiva e contexto, e com compromissos profissionais profundamente enraizados de tornar cada matéria tão justa e precisa quanto possível? A questão é se esse valor será sugado pelos gigantes tecnológicos — ou se voltará para as organizações de notícias, permitindo que continuem esse trabalho essencial. Espero que todos vocês levem essa questão a sério. Acredito que o futuro das nossas organizações de notícias e a saúde da esfera pública dependem de como responderemos. Obrigado. (c) 2026 The New York Times Company. Texto original disponível em: https://www.nytco.com/press/a-i-journalism-and-the-uncertain-future-of-the-public-square/
The women building these over-the-top, bedazzled cyberdecks aren’t in it for the glitter alone. This trend is reaching its peak at a time when people feel powerless against big tech.
Projeto Circular: Mercado do Sal, Coletivo Aparelho Otavio Henriques/Divulgação O Projeto Circular em Belém, chega à 61ª edição, neste domingo (7) ocupando os bairros da Cidade Velha, Campina e Reduto, centros histórico e comercial da capital paraense. Desta vez, são 44 espaços culturais abertos, entre insititucionais, independentes, e roteiros a pé - (veja a programação completa no menu abaixo). A programação é diversa e aberta ao público, trazendo exposições, shows, oficinas, roteiros guiados, feiras criativas, experiências gastronômicas e atrações voltadas às crianças e famílias inteiras. ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Neste mês junino, com banho de cheiro e quadrilha, o Circular destaca a memória e a contemporaneidade da cidade. Do patrimônio arquitetônico aos ateliês independentes, dos museus aos quintais criativos, das caminhadas guiadas às rodas de carimbó. Serviço 61a edição do Circular Campina Cidade Velha. Neste domingo, 7 de junho, das 8h às 20h, nos bairros da Cidade Velha, Campina e Reduto. Veja a programação completa por bairro: Campina Cidade Velha Reduto BAIRRO CAMPINA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO PARÁ – 9h às 12h – Av. Pres. Vargas, 158 (entrada pela Rua Santo Antônio) – contato: (91) 98122-9672. O Palácio do Comércio, localizado no bairro da Campina há 90 anos e sede da Associação Comercial do Pará, abre o salão nobre com duas exposições: Sobre o comércio no Pará e a história da ACP, entidade que existe há 207 anos. Sobre o trabalho do químico e geógrafo francês Paul Le Cointe — um dos fundadores da primeira escola de química da região em parceria com a ACP. No salão nobre também poderão ser apreciadas várias pinturas do artista Benedito Melo. ASSEMBLEIA PARAENSE – SEDE SOCIAL – 10h às 15h – Av. Pres. Vargas, 762 – contato: (91) 98191-6800. Exposição Na Paisagem das Coisas, com obras de Beatriz Melo, Emily Guimarães, Igor Oliveira e Samantha Salazar, com curadoria de Cristina Viviani. Lançamento do livro Diário de uma desconhecida, de Cristina Gemaque. 12h – música ao vivo, venda de comidas e bebidas. Evento aberto ao público. ASSOCIAÇÃO FOTOATIVA – 9h às 14h – Praça das Mercês – contato: (91) 99136-6479. 9h às 11h – Oficina de Câmera Escura e Desenho com Irene Almeida. Carga horária: 2 horas. Faixa etária: a partir de 7 anos. A atividade busca estimular a criatividade, a observação e o fazer manual, de forma lúdica e acessível, sem o uso de instrumentos cortantes, como tesouras. 11h às 14h – Prática em Fotografia Pinhole, com Moisés Araújo. Carga horária: 3 horas. Faixa etária: a partir de 12 anos. Propõe uma experiência prática em fotografia pinhole junto à comunidade local, utilizando câmeras pinhole e experiências com câmeras obscuras. AVINTURA VINHOS FINOS – 12h às 19h – Rua Carlos Gomes, 251 (entre Padre Prudêncio e Ferreira Cantão) – contato: (91) 98161-0144. O bar de vinhos apresenta dois pacotes especiais de degustação: um de vinhos leves e refrescantes e outro de vinhos tintos. São quatro rótulos em cada degustação. Opções de vinhos no cardápio para consumo em taça ou garrafa, entradinhas e comidas especiais, além de música ao vivo. BALATA – 11h às 20h – Rua Carlos Gomes, 241 – contato: (91) 98721-4671. 11h – Menu especial de almoço: opção 1 – moqueca com arroz de castanha-do-Pará. Opção 2 (vegetariano) – quiche de palmito com jambu acompanhado de salada marajoara. 11h – Feira Criativa. 13h – Brasilidades com DJ Nandíssima. 15h – Reggae com Cleide Roots. BIBLIOTECA DO GRÊMIO LITERÁRIO PORTUGUÊS – 8h30 às 16h – Rua Senador Manoel Barata, 483. Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Exposição de Escritores Portugueses: painéis biográficos e obras de autores como Camões, Fernando Pessoa, José Saramago, Eça de Queirós, Sophia de Mello Breyner, entre outros. Espaço de leitura com trechos selecionados. Sessões de mediação literária. Feira de artesanato: exposição e venda de peças inspiradas na cultura portuguesa, como azulejaria, bordados, miniaturas e cerâmica. Espaço gastronômico com venda de doces e salgados típicos: pastéis de nata, bolinhos de bacalhau, broas, rissóis, doces conventuais e bebidas tradicionais (não alcoólicas para área livre). CABIDE COLLAB – 9h30 às 14h – Rua Veiga Cabral, 1357, entre Padre Eutíquio e Presidente Pernambuco – contato: (91) 98133-6324. Marcas independentes, produções criativas e um ambiente que valoriza autenticidade, troca e fortalecimento coletivo. Oficina de lettering ministrada por Thassia Serra. Inauguração oficial da marca Bonezin, apresentando sua nova coleção de bonés e camisetas com referências à Copa e à cultura regional. CASA DO SOL – 8h às 14h – Rua Osvaldo Cruz, 207, em frente à Praça da República – contato: (91) 99127-2122. Vyva Mercado do Bem-Estar - Feirinha Mercado Criativo (autocuidado, bem-estar, decoração e moda consciente). Café da Manhã Solar e Almoço Iluminado. CASA IGÁ – 11h30 às 16h – Travessa Frei Gil de Vila Nova, 215, entre Manoel Barata e Ó de Almeida – contato: (91) 98581-3873. A comida é o que nos conta e nos representa. Depois de um período de recesso, o Igá reabre as portas. Te convidamos para a reabertura, no meio dessa andança dos circulares. CENTRO CULTURAL BANCO DA AMAZÔNIA – 9h às 14h – Av. Presidente Vargas, 800, esquina da Rua Carlos Gomes. 9h30 – chegada do Circuitinho Circular – visita + mastro junino. Exposições: Futebol – Exposição Nacional de Humor do Banco da Amazônia. Trabalhadores, de Sebastião Salgado. Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense (1959–2026), com visita mediada com o colecionador Eduardo Vasconcelos. CENTRO CULTURAL BIENAL DAS AMAZÔNIAS – 10h às 12h – Rua Senador Manoel Barata, 400 – contato: (91) 91980-291686. 10h – Contação de Histórias Netê Bekum e o Dilúvio, com a artista Ester Sá, no novo espaço dedicado ao público infantil. 10h – Mediação com Vânia Leal e Emmanuel Nassar na exposição Meu tema sou eu + oficinade mosaico com materiais recicláveis. 11h – Mediação com Nay Jinknss na exposição A vida não é paisagem. O Café do Rio estará aberto durante todo o dia, com uma cozinha que revisita ingredientes e saberes amazônicos em uma gastronomia contemporânea e afetiva, no 1o piso do CCBA. CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA ELEITORAL – 8h às 14h – Rua João Diogo, no 284 – contato: (91) 9320-6642. Venda de café da manhã do Ateliê Adriana Guedes, com café, doces e salgados variados. 9h às 11h – Palestra Educar para Adiar o Fim: arte, educação popular e práticas coletivas diante dos eventos climáticos extremos. Convidado: Caio Vilar Sousa da Paixão – educador popular. Em alusão ao Dia do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, propõe uma reflexão sobre o papel da arte e da educação popular diante da emergência climática. 9h às 14h – Exposição O Alvorecer da Justiça Eleitoral (1932–1937) - Foco principal na história dos primeiros anos de funcionamento da Justiça Eleitoral no Pará e na história das eleições antes da criação da Justiça Eleitoral. Curadoria e pesquisa: Equipe de História do TRE-PA. 9h às 14h – Exposição Amazônidas. Realizada pelo Instituto Mulheres Artistas da Amazônia (IMAA), em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) - Narra as muitas histórias da Amazônia contadas por mulheres artistas do território. Curadoria: IMAA e Marcelo Lobato. CIRCULAR APRESENTA – 11h30 – Rua Carlos Gomes, ao lado do Centro Cultural Banco da Amazônia. Zé Diogo faz show dançante em clima de festa junina. Nascido em Maceió (AL), seu álbum de estreia é Consertamos Disco Voador (2021), lançado no Rio de Janeiro. Integra os projetos Respeita Juliette, Amor e Samba e Fé no Batuque. CIRCUITINHO CIRCULAR – 16a edição – 8h30 às 11h - Praça da República - Ação de educação patrimonial para crianças com intervenção lúdica durante o trajeto. 8h30 Concentração – em frente ao Theatro da Paz 9h00 Início da caminhada junina Percurso: Theatro da Paz, Praça da República, Teatro Waldemar Henrique, ICA-UFPA, Centro Cultural do BASA, Rua Carlos Gomes: Mini- Arraial Circuitinho junino. Público alvo: 5 a 11 anos Importante: Levar água, sombrinha e passar protetor solar nas crianças. Gratuito - com intérprete de Libras Inscrições pelo email: circuitinhocircular@gmail.com HUN CABOCO – 11h30 às 14h30 – Travessa Dr. Moraes, 33 – contato: (91) 98118-0828. Nesta edição tem almoço com gó frita, arroz, farofa de jambu e vinagrete de abacaxi, prato para ser dividido por até 3 pessoas. 12h30 às 14h30 – Show A Canção Brasileira, com Floriano Santos. Exposição Povos do Xingu, com registros fotográficos de Alberto Ampueiro. MERCEDÁRIOS UFPA – 10h às 16h – Boulevard Castilhos França, s/n, em frente à Estação das Docas. Livraria ed.ufpa com descontos de 10% a 40% em todos os livros. GAU – Galeria de Arte da UFPA: visitação à exposição Terra Incógnita: notas amazonianas. GAU e Mercedários: Feira de impressos do Mordente, com venda de xilogravuras, calcogravuras e impressos realizados por discentes do projeto de extensão da UFPA, coordenado pela artista e professora Elaine Arruda. Sabores da Diná e Mãos de Anjo. 10h – Coral de Saxofones da EMUFPA. Coordenação: Prof. Marcos Cardoso (Puff). RESTAURANTE PURÃO VEGANO – 11h30 às 15h – Rua Padre Prudêncio, no 166 – contato: (91) 98210-5455. Almoço especial para recarregar as energias, com buffet livre e por quilo, no coração da cidade. ROTEIRO GEO-TURÍSTICO DA UFPA – 8h30 às 12h – saída na Praça das Sereias (em frente ao Cinema Olympia) – contato: (91) 98831-1480. Percorrendo e revelando paisagens da Belle Époque na cidade de Belém do Pará. Percurso: Cinema Olympia; Praça das Sereias e IEP; Ed. Manoel Pinto e Avenida Nazaré; Palacete Faciola e Rua Dr. Moraes; Palacete Bolonha e Avenida Governador José Malcher; coretos e Praça da República; Theatro da Paz; Bar do Parque; Grande Hotel e corredor das mangueiras; ICA-UFPA. Inscrição e informações: @roteirosgeoturisticos SESC VER-O-PESO – 9h às 12h30 – Boulevard Castilhos França, no 522/523. 9h às 11h – Artes visuais / vivência. Atividade artística para infância. 10h às 11h – Literatura / contação de história. Momento de mediação literária e narrativa oral com histórias voltadas ao público infantil e famílias. 11h às 12h – Audiovisual / CineSesc. Exibição dos curtas Lá na Frente (10 min), A Menina que Queria Voar (20 min) e A História de Ayana (8 min). 9h às 12h30 – Artes visuais / exposições. III Mostra Tekó – Arte, Território e Retomada. Exposição coletiva com curadoria de Cely Arikém e Marcely Gomes Feliz. Participam: Cely Arikém, Jesus Magno, Lenina Nampé, Tai Yawara, Murilo Savage e Wira Tini. Curto-Circuito – O Lugar e o Não-Lugar. A mostra reúne trabalhos das artistas Luciana Lemos e Sílvia Helena Cardoso. TAPI-ÓKA – 8h às 18h – Travessa Frei Gil de Vilanova, 223 (entre Manoel Barata e Ó de Almeida) – contato: (91) 98232-8229. O Tapi-Óka se junta à Cova da Onça e ao Bar do Matheus e faz sua festa junina na rua, no clima da Copa. Arraial da Copa: comidinhas da época, brincadeiras, feirinha artesanal e música. Um encontro de sabores, saberes e presenças, onde a comida nasce da terra e se transforma em memória. (volte ao menu) BAIRRO CIDADE VELHA BAR E RESTAURANTE BOTECO DO CARMO – 11h às 20h - Trav. Dom Bosco, 94. Contato: (91) 99341.7784. 11h30 – Almoço | Peixe frito, picanha na chapa, coxinha e unha de caranguejo, pirarucu com açaí e tacacá são as opções. 15h30 - Grupo de carimbó O Canto do Mangue BAR E RESTAURANTE DO RUBÃO – 10h às 15h – Travessa Gurupá, 312 – contato: (91) 98083-8303. Comidinhas regionais e tradicionais + bebidinhas no pedaço mais animado da Cidade Velha. BAR E RESTAURANTE NOSSO RECANTO – 11h às 20h - Rua Siqueira Mendes, 24 em frente à Praça do Carmo. Contato: (91) 98166.9812. Bebidinhas, petiscos e almoço CASA APOENA – 10h às 20h - Rua São Boaventura 171. Contato: (91) 98213-6071. CENTRO CULTURAL DO BENÉ – COLETIVO ENCANTADAS – 10h às 20h - Tv. Dom Bosco, 27 - Ao lado da Igreja do Carmo/Beco do Carmo. Contato: (91) 98809.1953. Um dia cheio de arte, música e inspiração, com uma programação especial que celebra talentos locais e a diversidade cultural. 13h - show com Mário Renan, o melhor da MPB 16h - show com Fábio Lima Exposição de artesanato com peças únicas, feitas à mão por artistas e artesãos da região. CENTRO DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO SOCIAL DA SICOOB COIMPPA - 9h às 13h - Joaquim Távora, 438. Contato: (91) 98862-9992. 2a Feira Cooperativa Espaço Gastronômico com Marília’s Buffet - Festival de Tortas e opções do cardápio junino em alusão ao mês de São João. Vitrine Cooperativa, com exposição e venda de produtos diversos (artesanato, roupas e cosméticos com insumos da Amazônia) produzidos pelas cooperadas. 10h às 12h30 - apresentação da musicista Thais Carneiro, professora da Escola de Música da UFPA - música clássica com raízes regionais do Pará. CIRCULAR APRESENTA – 18h30 às 20h – Rua Siqueira Mendes (Praça do Carmo). Alba Mariah, cantora, intérprete e compositora. A cantora traz repertório de música paraense e clássicos da MPB. Banda: Taylan (baixo), João Daibes (piano), Tomas Vieira (bateria), William Jardim (guitarra) e Tiago Amaral (clarinete). COLETIVO APARELHO – 10h às 18h – Mercado do Porto do Sal, Rua São Boaventura, próximo à Rua Gurupá, s/n. Exposição EmpoderArt – entre cores, histórias e resistência. Lojinha Aparelho durante toda a programação. 10h00 – Espaço criativo infantil. 12h00 – lanche colaborativo. 12h30 – Mercado do Choro. 14h30 – DJ Baldada. 15h30 – apresentação regional. 16h00 – Pandeiro Livre. ESPAÇO CANDEEIRO – 8h às 20h – Travessa Joaquim Távora, 172 – contato: (91) 98580-9895. 10h às 18h – visitação à exposição O Salão das Recusadas, da artista Rafaela Moreira. 9h00 – oficina de roteiro para cinema documental. 17h00 – música ao vivo com Cravo Carbono. Venda de livros novos e usados. Cafeteria aberta com canjica, bolo de macaxeira, cuscuz nordestino e outras comidinhas da terra ao longo do dia. O cardápio celebra a conexão entre o Norte e o Nordeste, oferecendo sabores que dialogam com a proposta de integração cultural do espaço. Mais informações: @espaço_candeeiro ESPAÇO CULTURAL GRUTA – 9h às 19h – Passagem Nélio Lobato, 62 – contato: (91) 98261-2135. Arte, música e experiências ao vivo. Exposição Chocadeira, dedicada ao lançamento de novos artistas, além de intervenções como retratos em aquarela produzidos na hora. O evento também conta com apresentação musical e de dança, além de momentosinterativos com o público. Venda de comida. Exposição Chocadeira junina – Giro do Carimbó. Feirinha: artesanato, aquarelas, luminárias, crochê, macramê e adesivos. Ilustrações originais à venda com Renan Ruffeil, Daniel Pina, Larissa Cristina e Letícia Álvares. 10h às 12h – retratos em aquarela. Produção ao vivo para as quatro primeiras pessoas que chegarem ao evento pela manhã. 15h às 17h – apresentação musical com Jorge Hiago. Apresentação musical ao vivo com o cantor marajoara, músico e dançarino Jorge Hiago. 17h30 às 18h – roda de carimbó com A Menina Caruana. 17h30 às 18h – lançamento do livro Lugar Algum, de Marcos Samuel. FÓRUM LANDI – 9h às 13h – Rua Siqueira Mendes, 60 – contato: (91) 98119-5287. Belém em Miniatura: visita guiada à maquete do Centro Histórico de Belém. Exposição Amazônia Violada, com pinturas e esculturas do artista plástico Jó Sales. INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO PARÁ (IHGP) – 9h às 12h30 – Rua D’Aveiro Cidade-Irmã, no 62 – contato: (91) 9827-35444. Visitas monitoradas às exposições: Águas Turvas: Paisagens Insurgentes da Adesão de 1823, que reflete sobre a Adesão do Pará no contexto do processo de Independência do Brasil. Galeria Imperial, que remonta uma galeria estatutária, ressignificada e reinterpretada, contando a história do Império Brasileiro. 10h às 12h – Oficina de Collage, do Plurais Arte e Literatura, sob coordenação da colagista Céu Passos. São 25 vagas para público a partir de 10 anos, com inscrições na bio do perfil @pluraisliteratura. MAIRI – 11h às 18h – Rua Siqueira Mendes. Festa Feira com: Jenipapo Feira de Arte Gráfica – feira independente idealizada pela artista visual Thay Petit, conectando arte gráfica, ilustração, quadrinhos, publicações independentes, oficinas e experiências culturais em diálogo com a Amazônia contemporânea. DiRocha Feira Criativa – iniciativa voltada ao artesanato, moda autoral e economia criativa, ampliando conexões entre arte impressa, fazer manual e empreendedorismo independente. PUBA BAR – 12h às 17h – Rua Veiga Cabral, 649 – contato: (91) 99196-5702. Sob o comando dos chefs Thiago Castanho e Gustavo Rodrigues, almoço com pratos especiais e vinhos em taça. Também haverá prints fotográficos de Thiago Pelaes à venda pela primeira vez. RESTAURANTE CELESTE – Rua Padre Champagnat, 302 – contato: (91) 98567-0220. SIMM/SECULT – 9h às 17h – Complexo Feliz Lusitânia e outros. Museu de Arte Sacra (MAS) – acervo histórico com mais de 400 peças sacras, entre pinturas e imaginária. Forte do Castelo – marco fundacional de Belém com acervo arqueológico e indígena. Casa das 11 Janelas – espaço de arte contemporânea em edifício histórico do século XVIII. Museu do Estado (MEP) – instalado no Palácio Lauro Sodré, reúne acervo ligado à história do Estado. Memorial da Navegação (MAN) – aborda a relação do homem amazônida com os rios e a cultura das águas. MIS-PA (Palacete Faciola) – preserva registros audiovisuais e manifestações culturais do Pará. DPHAC (Palacete Faciola) – espaço voltado à preservação do patrimônio histórico e arquitetônico. (volte ao menu) BAIRRO DO REDUTO BISTRÔ CAFÉ CLUB – Endereço: Av. Gov. José Malcher, 147. Contato: (91) 99201.1308. Horário de Funcionamento: 9h às 13h. Cardápio especialíssimo criado pela chef Fabi Soares, com Brunch Junino, embalado pela história das comidas típicas de junho. Brunch, Croque, Tostex, Toast, cafés quentes ou gelados, cappuccino, mocaccino, chocolate quente, tapiocas recheadas salgadas e doces. Sucos 100% naturais e funcionais. Espaço com música ambiente, acessibilidade, estacionamento com descontos para clientes e área externa Pet Friendly. CASARÃO RÁDIO MARGARIDA – 9h30 às 12h - Av. José Malcher, 189. Contato : (91) 993394301. O casarão histórico que abriga toda a trajetória da ONG Rádio Margarida, há mais de três décadas dedicada a projetos de educação popular 9h30 Abertura do casarão 10h Espetáculo infantil “Dona Árvore e o Passarinho”, com Gilson Araújo, Tais Sawaki e Adelson Gonzaga. Voltado a crianças de 3 a 10 anos, o espetáculo promove, de forma lúdica e sensível, reflexões sobre educação ambiental – 1 hora de duração. ESPAÇO VEM - Endereço: Rua Ó de Almeida, 1084, (Entre Rui Barbosa e Benjamin). Contato 10h as 17h Loja Autoral com mais de 50 marcas da cidade aberta durante todo evento. Lançamento da nova coleção para COPA 2026. Os quinze primeiros clientes que comprarem na loja e fomentarem a economia criativa, irão ganhar chopp artesanal da Kombreja. 13h as 16h – Set DJ Faca tocando Brasilidades, samba e black music. Cozinha Mururé - lanches, sobremesas e sucos regionais. Kombi da Kombreja com chopps de vinho e artesanais. INSTITUTO LETRAS QUE FLUTUAM - Endereço: Canto do Letras - Travessa Rui Barbosa, 257 - Sala 3 – Reduto. Horário de Funcionamento: 09h às 13h Comercialização de produtos dos Abridores de Letras - placas decorativas, livros, cadernos, camisetas, ecobags e letras em miriti. Oficinas rápidas de Abertura de Letras conduzidas por um abridor de letras associado ao Instituto. Gratuita. 9h - Abertura do Canto do Letras - Sala 3 - com venda de produtos e visita ao acervo do Instituto Letras Que Flutuam 9h30 - Primeira Oficina de abertura de letras (50 min) 10h30 - Segunda Oficina de abertura de letras (50 min) 11h30 - Terceira Oficina de abertura de letras (50 min) 13h - Encerramento das vendas de produtos no Canto do Letras VILA PRANA – Endereço: Rua vinte e oito de setembro 913, esquina com trav. Rui Barbosa. Contato: (91) 99808.0180. 9h às 14h - Bem Cafeinado e Bolo de Cristal - loja 1 entrada pela R 28 de setembro 9h às 13h - Instituto Letras que Flutuam - sala 3 - oficinas | Oficina de Abertura de Letras às 9h30, 10h30 e 11h30 e venda de produtos. 9h às 14h - Prana Tropical - loja 3 aberta com oficinas e convidados especiais
Your personal Jarvis or a end of privacy as we know it?
Some of Trump's most fervent supporters are skeptical of the new technology threatening to replace humans and upend society.
Mumbai: Information technology stocks surged on Monday, dodging a weak broader market, with the Nifty IT index closing at its highest level since April 23, as attractive valuations and recent AI-led partnerships drew investor interest and prompted traders to build some fresh long positions.The Nifty IT index advanced 2.7%, its strongest single-day gain in nearly two weeks (since May 19), even as the benchmark Nifty declined 0.7%. Tech Mahindra, Infosys and LTM rose 3.7% each, while Persistent Systems gained 3.6%. Coforge and Oracle Financial Services Software advanced 2.6% and 2.1%, respectively."Indian IT firms are following suit of American companies like Anthropic and OpenAI by taking up contracts and tie-ups which are perceived as promising by investors," said Gaurav Sharma, head of Research, Globe Capital.Wipro's expanded Agentic AI partnership with ServiceNow and Coforge's acquisition of Encora have helped ease concerns that had weighed on the sector earlier due to AI-linked disruption fears.The rebound comes after a sharp underperformance this year. The Nifty IT index has fallen over 21% so far in 2026, compared with a 10.5% decline in the benchmark Nifty. The recent momentum has turned positive, with the IT index gaining about 3% over the past week, while the Nifty has fallen 2.7%.131452365"The open interest has doubled in the past couple of months in large-cap IT stocks, indicating a huge build-up of short positions," said Jay Vora, Technical Analyst, Mirae Asset Sharekhan. "On Monday, while short positions remained as is, traders built fresh long positions in the space."Vora said that a more meaningful short covering rally would require stocks to move above key technical levels, with most large-cap names currently 2-3% below their 40-day exponential moving averages."There are short positions in the midcap IT companies as well, but it is not as significant as the large caps," he said.The rebound in IT shares is also on account of valuations falling below 10-year averages following the recent sell-off."Large-cap names like TCS and Infosys are trading at mouthwatering levels, close to 16-17 times Price to Earnings, while midcap companies like Coforge, Oracle and Mphasis are around 20-30 times PE, which are attractive," Sharma said.While near-term volatility may persist, valuations remain compelling over a two-to-three-year horizon, he said. Sharma's top picks are OFSS, Tech Mahindra, Coforge and Mphasis, and recommends IT Exchange Traded Funds for retail investors.The momentum favours IT stocks now, though the index is nearing key hurdles."Technically, the Nifty IT index has immediate support established at the 29,300-28,900 zone, while initial resistance is positioned at 30,500, with a broader multi-week position of 31,200," said Nischal Jain, Quant Researcher, Share.Market by PhonePe.Sharma said the Nifty IT index is on the verge of a breakout from an inverse head and shoulder pattern, which could extend the rally towards 31,500.
Número de casos graves de influenza de janeiro a maio de 2026 já supera o mesmo período do ano passado. Tony Winston/Agência Brasília Há pouco mais de um mês, o auxiliar de produção Eliseu Gomes de Souza Camargo, de 46 anos, tenta encontrar forças para seguir a vida após perder o filho Bryan, de 13 anos, vítima de uma infecção causada pelo vírus influenza, responsável pela gripe. O menino apresentou os primeiros sintomas em 30 de março, quando começou a reclamar de dores no corpo e cansaço. "Inicialmente, medicamos ele em casa e ficamos acompanhando", conta Eliseu. "No dia seguinte, ele teve febre e o levamos ao pronto-atendimento, onde foi medicado e depois voltou para casa." Agora no g1 Segundo a família, nos dias seguintes, as dores no corpo — principalmente nas costas — e a falta de ar pioraram. O adolescente foi levado novamente a um pronto-socorro em Sorocaba, no interior de São Paulo. "Ele chegou debilitado, com muita falta de ar. Foi quando pediram um exame e o Bryan foi diagnosticado com Influenza A. Ele foi internado, intubado e a doença progrediu rápido demais", recorda o pai. Durante a internação, Bryan sofreu duas paradas cardíacas e, em 6 de abril, não resistiu. "A saturação dele caiu muito, e ele já não respondia mais às medicações. A partir daí, tivemos certeza de que já o tínhamos perdido. Quando ele teve a última parada cardíaca, já não havia mais o que fazer", lamenta Eliseu. O caso de Bryan está entre as 505 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) associadas aos vírus Influenza A e B registradas no Brasil de janeiro a maio deste ano, segundo dados do Ministério da Saúde. Desse total, 136 mortes, ou 27% do total, foram confirmadas apenas nas duas últimas semanas. Isso não significa, necessariamente, que os óbitos ocorreram nesse período, mas que tiveram a causa identificada recentemente. No mesmo período de 2025, entre janeiro e maio, o país registrou 776 mortes por SRAG associadas à influenza. Especialistas alertam, no entanto, que o número de óbitos relacionados ao vírus pode ser ainda maior. Isso porque 1.344 mortes por SRAG registradas neste ano não tiveram o agente causador identificado — além da influenza, a síndrome respiratória aguda grave também pode ser provocada por vírus como covid-19, rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR). Os números indicam também aumento no total de casos em relação ao ano passado. Em 2026, o Brasil já registrou até agora 7.749 casos de SRAG por influenza, sendo 256 pelo vírus H1N1, 1.903 por H3N2, 4.892 por Influenza A não subtipada e 698 por Influenza B. Em 2025, de janeiro a maio, haviam sido registrados 6.250 casos. No sábado (30/5), Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe foi concluída com número bem abaixo da meta: apenas de 38,5% do publico-alvo (crianças com menos de seis anos, idosos e gestantes) foi vacinado. A meta era vacinar 90% - uma cobertura vacinal não alcançada pelo Brasil desde 2021. Médicos entrevistados pela BBC News Brasil afirmam que o aumento de casos nesta época do ano é esperado devido à sazonalidade dos vírus respiratórios, comum durante o outono e o inverno. LEIA TAMBÉM: Tamiflu pode reduzir em 52% as hospitalizações por influenza; uso precoce é considerado essencial Ebola, hantavírus, Influenza A e mais: quais os vírus mais perigosos hoje e como eles podem afetar sua rotina? O clima mais seco e as temperaturas mais baixas favorecem a transmissão porque as pessoas passam mais tempo em ambientes fechados e as vias respiratórias ficam mais vulneráveis. Neste ano, contudo, houve uma antecipação da sazonalidade da gripe em algumas regiões do país, o que contribuiu para a ocorrência de casos graves e o aumento de internações nas últimas semanas. A antecipação da sazonalidade viral é um fenômeno que pode ser influenciado por diversos fatores, entre eles mudanças abruptas do clima, baixa imunidade da população e maior circulação de pessoas — fazendo com que o vírus circule mais. Isso pode dar a impressão de que a gripe está "mais forte" este ano, mas, segundo especialistas, não há evidências de que o vírus tenha se tornado mais letal. "A princípio, não há evidência de mudança importante no perfil viral em relação ao ano passado. As cepas circulantes permanecem semelhantes às observadas em 2025", afirma Juliana Lapa, infectologista e membro do Comitê de Infecções Respiratórias da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). De acordo com ela, os números seguem um padrão semelhante ao observado em anos anteriores, tanto em quantidade de casos quanto em gravidade. Segundo Rosana Richtmann, infectologista do Instituto Emílio Ribas e Grupo Santa Joana, o hospedeiro do vírus é um fator importante para determinar a gravidade da infecção. Crianças, idosos, pessoas com comorbidades, como diabetes e asma, ou que fazem uso de tabaco podem apresentar quadros mais graves, por exemplo. "Também podem ocorrer casos de coinfecção, quando a pessoa pega mais de um vírus ao mesmo tempo, que também contribui para o agravamento." Tipos de vírus A médica Juliana Lapa, explica que a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) ocorre quando a infecção respiratória compromete severamente os pulmões e pode levar à insuficiência respiratória. "Isso pode acontecer tanto pelo dano direto causado pelo vírus quanto por uma resposta inflamatória exacerbada do sistema imunológico. Além disso, esses pacientes apresentam maior risco de complicações secundárias, como pneumonia bacteriana", afirma. Segundo ela, embora diferentes vírus respiratórios possam causar quadros graves, a Influenza A costuma gerar maior preocupação devido à alta capacidade de mutação e disseminação. Isso dificulta a criação de anticorpos duradouros pelo organismo e favorece reinfecções, fazendo com que uma pessoa possa contrair o vírus mais de uma vez. Além disso, o Influenza A consegue circular entre humanos e diferentes espécies animais, como aves e suínos, característica que amplia a possibilidade de novas combinações genéticas. Essa recombinação genética acontece quando uma célula é infectada por dois subtipos diferentes do vírus ao mesmo tempo. Isso é possível porque o genoma do influenza A é segmentado em moléculas distintas, possibilitando que esses segmentos se misturem durante a multiplicação do vírus dentro do hospedeiro, gerando uma nova cepa com características inéditas. Foi justamente essa característica do vírus Influenza A que permitiu o surgimento de pandemias históricas, como a de gripe espanhola de 1918 e a de H1N1 de 2009. Os subtipos H1N1 e H3N2 pertencem ao grupo Influenza A e são atualmente os mais comuns entre humanos e podem provocar complicações severas, principalmente em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. O H1N1 ficou conhecido mundialmente após a pandemia de 2009, quando um vírus de origem suína se espalhou rapidamente pelo mundo. Desde então, passou a circular sazonalmente junto às demais variantes da gripe. Especialistas explicam que o subtipo costuma estar associado a inflamações pulmonares graves e rápida piora respiratória, especialmente em grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas ou com doenças crônicas. Em muitos casos, os sintomas surgem de forma abrupta, com febre alta, dores intensas no corpo e rápida piora respiratória. Já o H3N2 é conhecido pela elevada transmissibilidade e pelo impacto significativo entre idosos, já que essa população costuma apresentar um sistema imunológico mais fragilizado. Esse subtipo sofre mutações frequentes, dificultando a manutenção da imunidade coletiva por longos períodos. Surtos de H3N2 já foram associados ao aumento da mortalidade entre idosos e à pressão sobre sistemas hospitalares. Em ambientes fechados, como asilos e hospitais, a disseminação costuma ocorrer rapidamente. Embora os sintomas sejam semelhantes aos do H1N1, especialistas afirmam que o H3N2 apresenta maior capacidade de escapar parcialmente da proteção imunológica adquirida em infecções anteriores devido às mutações frequentes "A influenza A possui maior capacidade de variação antigênica, o que favorece reinfecções frequentes e o surgimento de novas variantes", detalha Lapa. O Influenza B, por sua vez, apresenta comportamento diferente. Ele circula quase exclusivamente entre humanos e sofre menos mutações do que o tipo A. Apesar de ser considerado menos agressivo e possuir menor potencial pandêmico, o vírus também pode provocar hospitalizações, complicações respiratórias e mortes. Além da síndrome respiratória aguda grave, a influenza pode causar pneumonia viral, insuficiência respiratória e agravamento de doenças cardiovasculares e metabólicas. "O vírus pode causar uma inflamação do endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos, fazendo com que qualquer placa de gordura que tenha nesse vaso sanguíneo se solte. Essa placa fica na corrente sanguínea, podendo ir para o cérebro e causar um AVC ou para o coração, causando um infarto", acrescenta Richtmann. Vacinação em baixa A redução progressiva da adesão à vacinação contra a Influenza nos últimos anos tem chamado a atenção de especialistas. A falta de vacinação favorece a circulação viral, além de deixar a população mais suscetível e, consequentemente, levar a um maior número de infectados. Segundo Lapa, a baixa procura pela vacina é um fator multifatorial, mas foi impulsionado principalmente pela desconfiança com as vacinas, que se intensificou após a pandemia de covid-19. "A desinformação fez com que muitas pessoas passassem a desconfiar das vacinas e isso vem desde a pandemia onde a vacinação foi sendo deixada de lado. Prova disso, é o sarampo, que era erradicado, mas que voltou a aparecer no Brasil devido à falta de vacinação", pontuou Lapa. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza teve início em 28 de março e seguiu até 31 de maio. A campanha era válida para as regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste – a região Norte tem um calendário próprio devido ao inverno amazônico a partir de dezembro. "Iniciamos a campanha priorizando as crianças, gestantes e idosos com 60 anos ou mais, que são os grupos mais vulneráveis. Mas ainda notamos uma baixa procura da população pela imunização", explica Ana Catarina de Melo Araújo, Coordenadora-Geral de Incorporação Científica e Imunização do Ministério da Saúde. Índice de vacinação está abaixo do esperado pelo governo. Fernando Frazão/Agência Brasil Os dados do Ministério da Saúde mostram que apenas 18,2 milhões das 47,4 milhões de doses disponíveis para o público-alvo foram aplicadas. Isso representa apenas 38,5% das pessoas vacinadas, bem abaixo da meta de 90%. O último ano que o Brasil conseguiu atingir essa taxa de cobertura vacinal foi em 2020. Na campanha de vacinação de 2025, foram aplicadas até junho 40,8 milhões de doses, o que representa 41,28% da população-alvo (idosos, crianças e gestantes). Nenhum estado atingiu a meta que era de vacinar 90% desse público. A vacinação contra a influenza é realizada anualmente, pois o vírus sofre mutações constantes e a imunidade diminui com o tempo. A campanha desenvolvida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é focada em proteger os grupos de risco contra complicações e óbitos. Inicialmente, crianças, idosos e outros grupos considerados prioritários pelo Ministério da Saúde como profissionais de saúde, professores e pessoas com comorbidades podem receber o imunizante gratuitamente. Com o passar das semanas, outros grupos podem ser adicionados para receber a vacina pelo SUS, de acordo com a demanda de cada cidade e o estoque de imunizantes. O imunizante oferecido pelo SUS é trivalente, ou seja, protege contra três cepas do influenza, duas do tipo A e uma do tipo B. Desde o dia 18 de maio, pessoas de todas as idades da cidade de São Paulo podem ser vacinada contra a influenza. Outras capitais, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campo Grande, Belém, Palmas e Porto Velho, já ampliaram o público que pode se vacinar gratuitamente. Pessoas que não pertencem aos grupos que estão recebendo a vacina gratuitamente pelo SUS podem adquirir o imunizante na rede particular. O valor varia de acordo com a cidade, mas pode ser encontrado a partir de R$ 80. Nesse caso, há duas opções: a vacina trivalente e também a quadrivalente — esta protege contra quatro cepas do influenza: duas do tipo A (H1N1 e H3N2) e duas do tipo B. Apesar de proteger contra um tipo a mais de vírus, os especialistas afirmam que a trivalente é suficiente. "Uma das cepas do tipo B que a vacina quadrivalente protege é a Yamagata que não circula mais desde a pandemia, então não há a necessidade de tomar a vacina quadrivalente. A trivalente é suficiente", explica Richtmann.
“Not in my backyard” is the rallying cry of citizens everywhere resisting projects proposed for their locality. Whether it’s affordable housing, a waste treatment plant, or a new data center, they may recognize the benefit of the activity. They just don’t want it near them. And the roots of that resistance differ from place to place. When it comes to the ongoing transition from fossil fuels to renewables, companies and policymakers need to know where, exactly, people are coming from. The Italian island of Sardinia is a textbook example. As IEEE Spectrum’s power and energy editor Emily Waltz discovered when she traveled there last October, Sardinian opposition to wind and solar projects runs deep. It spurred a quarter of the voting population to queue up in public squares in 2024 to sign a petition banning all construction of renewable energy. Waltz was surprised. She went there to see a promising new grid-scale energy storage system that uses domes inflated with carbon dioxide. While reporting on that project, she interviewed residents, engineers, activists, and professors about their attitudes toward climate change and the Italian government’s grand plans for renewable energy on the island. And Waltz soon learned of Sardinians’ profound antipathy toward renewable energy and its deep ties to a history of invasion, occupation, and exploitation stretching back 2,700 years. It started with the Phoenicians and then extended through the Romans, the Byzantines, and the Iberians. Sardinia was absorbed into a newly unified Italy in 1861, and it became an autonomous region of Italy in 1948. The island’s population is justifiably suspicious of outsiders, including the Italian government. “When you’re in Sardinia, the weight of history—you can feel it like in the air,” Waltz told me. “And it gets passed down from one generation to the next.” Now, Italy needs Sardinia to produce even more power to meet the country’s climate goals—something that Sardinians see as Rome’s problem, not theirs. “Sardinia already exports about 30 percent of its electricity. It’s not like they need more,” Waltz says. “So it’s hard to make the case to build, build, build.” The result of Waltz’s old-fashioned shoe leather reporting is this month’s cover story. She notes that the Sardinians she talked to aren’t climate-change deniers, and they don’t object to renewables per se. They just don’t like the way corporations and Italian policymakers are trying to plug into Sardinia like it’s one giant battery rather than the home of an ancient and proud people. “I think Sardinians would be more receptive to renewable projects if it was more of a ground-up, grassroots approach,” Waltz says. Indeed, this homegrown approach is already working in some places in Sardinia. She knows of more than 50 projects, called energy communities, where the residents are deploying renewables themselves. The idea also holds promise for other places struggling to get locals to buy into the renewable-energy transition. The Sardinian experience is both a cautionary tale and a blueprint. Ignore the weight of history that communities carry and your project risks failure. Meet the people where they are and you might just get somewhere. The same lesson applies whether you’re in Sulawesi or sub-Saharan Africa. You just have to show up to learn it.
Hollywood studios are moving from AI resistance to AI control, as Amazon, Lionsgate, Netflix and SAG-AFTRA reshape the rules of film.
Shares of Indian IT companies, including heavyweights Infosys, Tech Mahindra, TCS and Persistent Systems jumped up to 5% on Monday as multiple tailwinds boosted investor sentiment, pushing the Nifty IT index up around 3% to emerge as the top sectoral gainer.The index rose to 29,905 in the morning trading hours of Monday, extending sharp gains for the second consecutive session. The index has now jumped nearly 4% over two days.The sharp surge in IT stocks comes after a significant decline earlier this year, following the launch of plug-ins for AI startup Anthropic's Claude Cowork agent, which could automate tasks across legal, sales, marketing, and data analysis. "We call it the ‘SaaSpocalypse,’ an apocalypse for software-as-a-service stocks," Bloomberg quoted Jeffrey Favuzza from the equity trading desk at Jefferies as saying.While doomsday prophets continue to debate the future of IT companies following fresh AI advancements, investors were quick to analyse the cheap valuations, leading to some pockets of buying. Nuvama, in its note, had highlighted that the IT sector is setting up for a powerful comeback, not a collapse after the brutal AI-driven selloff.“We see no existential threat from Gen-AI,” the brokerage writes, arguing that enterprises will still need a “system integrator” to customise plug-and-play AI and software tools for their highly complex, brownfield technology stacks and to take ownership when “the system fails at 2 am.”Also read: Reports of my death are greatly exaggerated! Why Nuvama is screaming buy on all top 10 IT stocksThe latest round of buying also comes ahead of the Federal Reserve’s policy meeting next month, which would be the first under Chair Kevin Warsh. US President Donald Trump had selected Warsh partly on expectations that he would support lower borrowing costs to stimulate economic growth. However, rising inflation raised questions over the possibility of lowering rates.Technical view on Nifty ITThe Nifty IT index has witnessed a strong rebound after taking support near its crucial support zone, indicating the possibility of a short-term recovery in the sector, Kunal Kamble, Senior Technical Research Analyst at Bonanza had said. “On the hourly time frame, the index is currently forming an inverse Head and Shoulders pattern. A decisive breakout is seen above the neckline of this pattern and has triggered further upside momentum in the index. Such a move is likely to positively impact heavyweight IT stocks that share a high correlation with the index, including Infosys, Tata Consultancy Services, and HCL Technologies,” he added.Technically, the analyst had suggested that if the index manages to sustain above the 29,650 mark, it may open the door for a further recovery towards the 31,280 zone in the near term. However, he added that the current price action appears to be a retracement within the broader trend rather than a complete trend reversal. Therefore, traders should approach the sector with a cautious outlook.“Aggressive or high-risk traders may consider short-term trading opportunities in select IT counters, provided the index maintains strength above key support levels. On the downside, a breach below 28,800 could once again invite selling pressure across the Nifty IT index and associated IT stocks, potentially weakening the ongoing recovery structure,” he said.IT stocksPersistent Systems shares were the top gainers on the Nifty IT index, jumping nearly 5%. Infosys shares followed, surging nearly 4%. Mphasis, Tech Mahindra, LTI Mindtree and Coforge shares gained over 3% each.Also read: Wockhardt shares rocket 19% after FDA approval for antibiotic targeting drug-resistant infectionsTata Consultancy Services (TCS) and OFSS shares jumped around 2% each, while HCL Technologies and Wipro shares gained around 1% each.(Disclaimer: Recommendations, suggestions, views and opinions given by the experts are their own. These do not represent the views of The Economic Times)
Jensen Huang, CEO da Nvidia, durante conferência da empresa em 17 de março de 2026 Reuters/Carlos Barria Os empresários mais influentes do setor de inteligência artificial (IA) começaram a moderar o tom de previsões alarmistas sobre um suposto desemprego em massa causado pela tecnologia, em meio ao aumento da resistência pública às transformações prometidas para o mercado de trabalho. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Os CEOs da Nvidia, Jensen Huang, e da OpenAI, Sam Altman — cujas declarações anteriores ajudaram a alimentar preocupações sobre os impactos da IA na sociedade — agora afirmam que parte dos alertas apocalípticos foi exagerada ou até oportunista. Em entrevista à Channel News Asia na segunda-feira (25), Huang criticou diretamente executivos que associam demissões recentes ao avanço da IA. “A narrativa que vincula a IA à perda de empregos, para muitos CEOs, é simplesmente conveniente demais”, afirmou. Agora no g1 “A IA acabou de chegar. Como é possível que já estejam perdendo empregos por causa dela?”, questionou Huang, que há anos defende que a tecnologia criará tantos postos de trabalho quanto eliminará. O executivo também rebateu previsões mais catastróficas do setor e disse que a recente onda de demissões em grandes empresas não foi provocada pela inteligência artificial. “Como é possível que a IA tenha se tornado realmente útil há apenas seis meses e, ainda assim, empresas digam que demitem pessoas por causa dela há dois anos? Isso não faz sentido”, declarou. “Era apenas uma forma de parecerem espertos, e eu detesto isso profundamente. Estamos assustando as pessoas de forma irresponsável”, acrescentou. Mea-culpa de Altman Na semana passada, o banco britânico Standard Chartered anunciou planos para cortar milhares de empregos até 2030, alegando que a inteligência artificial substituirá funcionários em diversas funções administrativas. Já a empresa responsável pelo Snapchat eliminou mil vagas no mês passado, afirmando que a IA aumentou a eficiência operacional enquanto a companhia busca rentabilidade. Sam Altman, CEO da OpenAI, também recuou parcialmente de previsões anteriores. Durante a conferência Accelerate AI, promovida pelo Commonwealth Bank of Australia em Sydney, ele afirmou que o avanço da IA não provocará o “apocalipse do emprego” previsto por parte da indústria — incluindo a própria OpenAI. “Eu achei que já teríamos visto um impacto maior sobre cargos executivos de nível inicial do que realmente ocorreu”, disse Altman, segundo o jornal The Australian. “Hoje entendo melhor por que isso não aconteceu — felizmente. Minhas intuições nessa área estavam erradas”, completou. O CEO da Anthropic, Dario Amodei, também suavizou o discurso. Recentemente, ele afirmou que, mesmo em um cenário em que 90% dos empregos sejam automatizados, os 10% restantes continuariam nas mãos de trabalhadores humanos, que seriam muito mais produtivos com o apoio da IA. Amodei há anos é alvo de críticas de rivais do setor, que o consideram excessivamente pessimista em relação aos riscos da tecnologia, apesar do sucesso comercial da Anthropic. No ano passado, Huang chegou a afirmar que discorda “de quase tudo o que ele diz”, em referência ao executivo. As mudanças de discurso de Altman e Amodei ocorrem em um momento em que OpenAI e Anthropic se preparam para possíveis aberturas de capital na bolsa, operações que dependem de forte apoio de investidores. Enquanto isso, o tom alarmista adotado anteriormente por parte da indústria começa a gerar reação negativa. Pesquisas de opinião indicam crescente desconforto do público — especialmente nos Estados Unidos — com a possibilidade de uma transformação profunda do mercado de trabalho impulsionada pela IA. Nesta quarta-feira (27), a governadora do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Lisa Cook, alertou que os efeitos mais profundos da inteligência artificial sobre o emprego ainda podem estar por vir. “Podemos estar nos aproximando da reorganização do trabalho mais importante em gerações”, afirmou durante discurso na Universidade Stanford. Segundo Cook, as perdas de empregos relacionadas à IA podem ocorrer antes que os ganhos prometidos pela tecnologia se concretizem, embora a perspectiva de longo prazo continue sendo considerada positiva. Até o momento, porém, a maioria das instituições econômicas — entre elas o Banco Central Europeu — avalia que os impactos da inteligência artificial sobre o emprego seguem limitados. LEIA TAMBÉM: Inteligência Artificial já reduz emprego entre jovens no Brasil e ameaça formação profissional
Electrons are great. We use them to move vehicles, illuminate cities, and, of course, compute. But computation is not confined to the world of electronics. And shifting to alternative nonelectronic realms can unlock unique advantages: Photonic chips, for instance, process information with light while generating little heat. Another compelling alternative is fluidics, which uses pressurized gases or liquids to build logic circuits. Pioneered in the 1960s but sidelined by microchips, the field reemerged in the 1990s as “microfluidics.” This approach aims to shrink laboratories onto a single chip by creating microscopic fluid channels with integrated micropneumatic control systems. Today, there is a second fluidic revival, this time in the domain of soft robotics. Scaling microfluidic designs up to the millimeter-scale range (millifluidics) enables the higher flow rates necessary to drive robotic actuators. These robots exploit the nonlinear behaviors of soft materials to create lifelike motion and safer interactions, often utilizing pressurized air. By building systems that “think” with the same air that powers them, we can drastically reduce the need for bulky electronic-to-pneumatic interfaces. This is the focus of my Soiboi Studio robotics lab. With millifluidic logic, I have steadily scaled the complexity of my designs. What began with a simple oscillator has most recently evolved into a clock featuring a soft, four-digit, seven-segment display. What Is Millifluidics? Building on microfluidics research from the early 2000s and recent developments from the Grover Lab at the University of California, Riverside, I’ve developed millifluidic devices using standard 3D printing and silicone casting. The basic architecture is simple: A flexible membrane is sandwiched between rigid layers embedded with networks of air channels. Just as electronics rely on differing voltage potentials, these fluidic circuits operate on the pressure difference between atmospheric pressure (logical 0) and a near-vacuum at around −60 kilopascals of relative pressure (logical 1). Using negative pressure means the membrane is pulled into openings. This creates robust seals that allow me to replicate electronic building blocks. A cast silicone membrane forms the face of the clock [top], while behind it sits 3D-printed millifluidic blocks [middle rows]. An Arduino Uno controls driver boards that operate solenoids, which are connected to valves that are attached to a vacuum pump [bottom row].James Provost While fluidic resistors are easily realized by adjusting the channel geometry, the heart of the system is a valve that mimics a metal-oxide-semiconductor field-effect transistor, or MOSFET. This vacuum “transistor” features a flow layer with two chambers (the source and drain) divided by a central valve seat and a control layer containing a cavity (the gate). A membrane runs between the control and flow layers and normally prevents airflow between the source and drain chambers. To switch the transistor on, a vacuum is applied to the gate chamber, sucking the membrane into the cavity and lifting it off the seat. This opens a path for airflow, equivalent to closing an electric circuit. By adding a small aperture to the membrane, I created a check valve—the fluidic equivalent of a diode. By combining transistors and resistive “pull-down” channels, I can build a full suite of logic gates. The original microfluidic designs that inspired me were fabricated from etched glass and milled acrylic. Adapting them for a standard 3D printer required reengineering the logic elements and mastering two critical fabrication techniques. First, I need airtight prints, yet printed plastic is notoriously porous. By printing at elevated temperatures, slow speeds, and slight overextrusion, I was able to fill microscopic gaps. When you’re using transparent filament, there’s a handy visual indicator: The more transparent the plastic appears, the lower its porosity. Second, I used glass for my print bed. By printing the upper and lower chambers directly against this bed, I got the interface surface to become mirror smooth. This finish is essential for creating reliable, airtight seals. A 0.3-millimeter silicone membrane is placed between the layers and secured with screws. How Does the Soft Clock Work? The clockface is a cast silicone membrane. Each digit segment is formed by a small underlying cavity. When air is evacuated from this cavity, the membrane is sucked inward to create a concave hollow; when atmospheric pressure is restored, the silicone pops back flush with the surface. The result is a mesmerizing, organic motion. The “brain” of the clock is an Arduino Uno, while the fluidics significantly reduce the hardware footprint. A four-digit, seven-segment display with two separator dots would require 29 solenoid valves to control directly. My clock needs just 11 valves. A pneumatic transistor is off when its upper control chamber is at atmospheric pressure [top]. When air is removed from the control chamber, it lifts a membrane, which allows air to flow between lower flow chambers and turns the transistor on [bottom]. James Provost To understand how it works, consider a standard electronic four-digit, seven-segment LED display. This also uses 11 pins to drive its digits. (In clockface displays, an additional pin is required to drive the separator dots.) Every digit is connected to a shared data bus with seven lines, one per segment. The four control lines select individual digits. Only one digit is illuminated at time, and strobing the digits at least 50 times per second creates the illusion that all four are simultaneously illuminated. Such high-speed switching is not possible with air. Instead, I rely on memory. Each segment acts like a capacitor: By evacuating its cavity (logic 1), you “charge” the segment; by restoring atmospheric pressure (logic 0), you discharge it. Hence, each digit acts as an independent 7-bit memory. If the system is sufficiently airtight, the segments maintain their state for several seconds. Like the electronic display, the system utilizes a seven-line data bus. Each line connects to a solenoid valve that provides either vacuum or atmospheric pressure. To selectively address the individual digits, I placed a fluidic transistor between each segment and its data line. All the transistors’ control inputs for a given digit are combined into one “write enable” line connected to its own solenoid valve. Activating this valve allows me to write data into the corresponding digit’s memory. The clock updates one digit per second, meaning a full cycle across the face takes 4 seconds. This cycle also drives the separator dots: A set of fluidic diodes connects the enable lines to the dots’ cavities. Consequently, as each digit is addressed, the dots pulse automatically. This display is more than a clock; it is a soft robot that happens to tell time. By offloading computation to the same air that powers movement, the clock approaches a new class of machines that are simpler, lighter, and more integrated. I’m now developing a guide for getting started with vacuum-powered logic and may release a refined version of this clock in the future. Watching the silicone skin morph serves as a fascinating reminder that not all logic needs silicon; sometimes, all you need is flexible silicone and a flow of air. This article appears in the June 2026 print issue as “The Soft Clock.”
Image was created by administrator in charge of station’s Facebook account who wanted to create ‘friendlier image’ It was an arresting image and an irresistible story. A group of tough Thai police officers – five men and one woman – all wearing elaborate festival-style dresses, surrounding a drug dealer they had caught while undercover. The image, released by local police, was so compelling that it found its way onto the front page of the UK’s Daily Star, as well as in picture stories in the Telegraph, the Sun and the New York Post. Continue reading...
Drug-resistant infections are a major public health threat around the world. To fight them, scientists are constantly trying to find and develop new antibiotics. Now, researchers say artificial intelligence is helping speed their search. Miles O'Brien reports.
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