IT/기술 · "RESILIENT" · 총 10건
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최근 7일 기준 73,891건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 3,647건(4.9%)·중립 68,486건(92.7%)·부정 1,758건(2.4%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 15.1(중도 균형)입니다.
This sponsored article is brought to you by Black & Veatch. The biggest challenge facing utilities today isn’t what it seems. It’s not demand, even as load growth accelerates. It’s not extreme weather, even as “major events” become routine. It’s not cybersecurity, even as connections expand across the grid. The real challenge is this: Distribution systems were designed for a different reality. Long gone are the days of predictable demand, one-way power flow and isolated disruptions. At Black & Veatch, we see that leading utilities are no longer debating whether to modernize. They’re deciding how quickly they can do it, and how to do it at scale. Across grid modernization programs globally, three truths consistently emerge. They define what it takes to prepare the distribution system for what’s next: 1. Outage response is not a resilience strategy Resilience is being redefined in real time. A strategy centered on mobilizing crews and restoring service as quickly as possible is reactive, and increasingly insufficient. Resilience has to shift upstream into integrated system design. That starts with hardening. Stronger poles, undergrounding and structural upgrades all have a role, particularly in high-risk corridors. We’re also seeing meaningful gains from how the network is configured and how quickly it can respond without waiting on manual intervention. This is where distribution automation programs can change outcomes. Strategically placed reclosers, automated switches and fault indicators help contain disruptions before they spread. When combined with feeder reconfiguration and updated protection strategies, distribution automation investments allow utilities to set more aggressive recovery targets and achieve measurable reductions in outage duration and customer impact. 2. Future-readiness depends on DERs at scale Forecasting is less and less reliable. Only 19 percent of utilities report strong confidence in their ability to predict future load growth, according to the Black & Veatch 2025 Electric Report. Distributed Energy Resources (DERs) like solar, storage, EVs and behind-the-meter generation are exciting solutions; but they fundamentally change how the system operates. Power is no longer just delivered. It’s injected, stored and redirected in ways the system was never designed to manage. At scale, these challenges show up quickly — particularly on feeders where distributed generation is approaching or exceeding hosting capacity. Protection coordination becomes more difficult when fault current comes from multiple directions. Voltage becomes less predictable as generation fluctuates throughout the day. And planning models must now account for highly variable, location-specific behavior. Distribution modernization is fundamentally changing how the system is designed and operated so it can absorb disruption, manage bi-directional flows and respond in real time. Adapting to bi-directional power flow requires more than incremental updates. Leading utilities are responding by building flexibility into the system, moving beyond static assumptions toward dynamic hosting capacity and interconnection studies, planning that incorporates DER, EV adoption and localized load growth, and infrastructure aligned with the communications and control needed to manage it. 3. The edge must be intelligent, visible and secure As system stress and complexity increase, utilities need far greater visibility and control over the network. Historically, utilities relied on customer calls, Supervisory Control and Data Acquisition (SCADA) at the substation level and field crews to understand what was happening on the system. That model doesn’t hold up. You can’t effectively manage a system you can’t see. Plus, the most critical events are increasingly happening beyond the substation — on feeders, laterals, and at the edge where DER and customer behavior are interacting with the grid. Grid-edge technologies have become essential. Sensors, Advanced Metering Infrastructure (AMI) and automated switching provide the raw data and control needed to move from reactive to proactive operations. In more advanced deployments, utilities are creating centralized control environments that allow operators to see and manage the distribution system in near real time. That capability is enabled by: Advanced communications networks to form the backbone of real-time grid visibility Distribution Management System (DMS) and Outage Management System (OMS) to enable faster, more coordinated system response Analytics, AI and machine learning to improve situational awareness, anticipate system conditions, and support operational decision-making The same connectivity enabling this real-time visibility and control also introduces new vulnerabilities, blurring the line between physical and cyber risk, yet many utilities manage them separately. Only 22 percent have unified teams in place, even as threats continue to rise, including a 50 percent increase in substation attacks and growing exposure to malware and ransomware, according to the Black & Veatch 2025 Electric Report. Cybersecurity and resilient network design must be embedded into the architecture from the outset—not layered on after the fact. See what bolder vision looks like Distribution modernization is fundamentally changing how the system is designed and operated so it can absorb disruption, manage bi-directional flows and respond in real time. To learn about a successful program, check out Georgia Power’s recent grid modernization program. Black & Veatch partnered with the utility on large-scale infrastructure upgrades. The results? Outages are down 76 percent, restoration times have improved by more than 80 percent and communities across Georgia are powered by a grid built to meet the future head-on. When the state faced the most destructive storm in the company’s history, Hurricane Helene, Georgia Power deployed a rapid response team that utilized its “smart grid” and restored power to more than 1 million customers within days. A grid built to meet the future head-on—that’s the result of bolder vision.
Publisher do NYT, A.G. Sulzberger Damon Winter/The New York Times via AP A era da inteligência artificial anunciou sua chegada há menos de quatro anos, com o lançamento público do ChatGPT. Em poucos meses, o chatbot da OpenAI acumulou 100 milhões de usuários, tornando-se o produto de consumo de crescimento mais rápido da história. Hoje, ele é apenas um entre vários sistemas de IA cada vez mais poderosos, ao lado dos desenvolvidos por Anthropic, Google, Meta, Microsoft e X. Há poucas dúvidas de que a inteligência artificial generativa representa a próxima grande revolução tecnológica — e ela traz consigo uma série vertiginosa de questões importantes. A IA vai impulsionar um salto de produtividade? Vai eliminar categorias inteiras de empregos? Vai desbloquear avanços médicos extraordinários? Ou facilitar ataques biológicos? É possível compreender plenamente as ações dos modelos e agentes de IA? É possível controlá-los? Estou aqui hoje para falar de questões que são, reconheço, um pouco mais restritas. Mas elas importam muito para mim, para vocês e para a sociedade. Como a IA vai mudar o jornalismo? Como essas mudanças vão afetar o ecossistema de informação que funciona como a esfera pública dos cidadãos engajados ao redor do mundo? E o que as pessoas presentes nesta sala podem fazer para garantir o futuro do jornalismo baseado em fatos e reportagens em primeira mão — essencial para a saúde das nossas democracias? Os primeiros sinais nos dão razão para preocupação As empresas que lideram a IA, já entre as mais ricas e poderosas da história humana, estão consolidando um controle desproporcional sobre nossos dados e nossa atenção. Ao mesmo tempo, deixam de assumir uma responsabilidade fundamental que acompanha esse poder: garantir que o público tenha acesso a notícias e informações confiáveis. Esse sequestro da esfera pública é viabilizado pelo pecado original que move seus produtos de IA — um roubo descarado de propriedade intelectual em uma escala sem precedentes. Os gigantes da tecnologia vasculham sites de notícias sem permissão e sem compensação. Reempacotam o material roubado como se fosse seu, desviando o público e a receita que deveriam ir para as organizações jornalísticas que criaram esse trabalho. E isso não acontece apenas uma vez, durante o processo de treinamento, mas incontáveis vezes, todos os dias. Por isso, temo que estejamos caminhando rapidamente para um futuro com cada vez menos jornalistas capazes de fazer o trabalho caro e difícil da reportagem original — ir a lugares, conversar com pessoas, buscar informações, cobrir temas e eventos relevantes, oferecer contexto e análise, investigar os poderosos. Um futuro em que uma fonte essencial de uma sociedade saudável e de uma democracia estável — a verdade, a compreensão e a responsabilização proporcionadas pelo jornalismo original — continue a se esgotar. Esse dano potencial vai muito além do jornalismo. As empresas de IA saquearam todo o conjunto de obras originais da civilização — um ato que também ameaça o futuro de livros, filmes, músicas, pesquisas científicas e uma série de outros campos. Nos Estados Unidos, essas indústrias representam não apenas o coração da vida cultural e intelectual do país, mas também um pilar de sua economia e uma de suas exportações mais influentes. Globalmente, as profissões criativas empregam mais de 50 milhões de pessoas e geram cerca de US$ 12 trilhões em valor econômico por ano. As pessoas reunidas aqui hoje lideram organizações de notícias de mais de 60 países. Isso significa que já passaram por uma série de pressões que assolaram o jornalismo em todo o mundo — da queda de receitas à intermediação tecnológica e aos ataques crescentes à liberdade de imprensa. Mas diante da IA, precisamos fazer mais. Nossa profissão tem sido silenciosa demais, passiva demais e fragmentada demais diante dos abusos das empresas que lideram essa revolução. Não podemos permitir que os entusiastas da IA dominem a conversa pública sem que nos posicionemos em defesa de um futuro sustentável para o jornalismo original. Não podemos assistir enquanto empresas de IA tentam desmantelar permanentemente os direitos que nos dão controle sobre o trabalho que criamos. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto esse trabalho é usado para construir produtos substitutos que minam nossa capacidade de conquistar o público e a receita necessários para continuar fazendo jornalismo. Alguns líderes do setor tecnológico vão retratar meus comentários de hoje como sendo contra a IA. Como uma defesa do status quo. Como mais uma instituição engessada reagindo com raiva aos inovadores que impulsionam o progresso. E, para ser justo com nossos colegas do Vale do Silício, existe uma tradição de incumbentes estabelecidos — digamos, um jornal de 175 anos — reclamando de novas tecnologias e dos disruptores por trás delas. Por isso, vale dizer claramente: a organização que lidero, o "The New York Times", tem um longo histórico de abraçar a tecnologia para avançar a missão do jornalismo independente. Temos uma história de parcerias respeitosas com empresas de tecnologia para levar esse jornalismo a novos leitores, de novas formas. Enfrentar as disrupções com curiosidade, abertura e capacidade de adaptação nos ajudou a atravessar o colapso do nosso negócio impresso e sairmos mais fortes do outro lado. Hoje, meus colegas usam tecnologia de IA — de forma responsável, ética e com humanos tomando as decisões — para melhorar a forma como reportamos, editamos, distribuímos e monetizamos nosso jornalismo. Manter uma tecnologia nova e poderosa à distância é uma receita para o fracasso. E acredito plenamente que a IA tem o poder de fazer muito bem no mundo. Não estou chamando a IA — nem os gigantes tecnológicos que controlam essa tecnologia — de inerentemente ruins ou malignos. Estou alertando que as empresas de IA estão fazendo escolhas que violam leis já consolidadas, ameaçam a viabilidade do trabalho criativo e parecem destinadas a causar danos desnecessários e graves. As organizações de notícias deveriam querer os benefícios que a IA pode trazer. Mas as empresas de tecnologia deveriam também querer apoiar o fluxo saudável e sustentável de informações, ideias e criatividade que alimenta a própria IA — para garantir que suas ações não nos levem a uma tragédia dos bens comuns cívicos. Os quatro ingredientes da IA Os modelos de IA são feitos com quatro ingredientes básicos. O primeiro é o talento — as pessoas que desenvolvem os algoritmos. O segundo é o que as empresas de tecnologia chamam de "computação": a infraestrutura por trás da IA, como chips e data centers. O terceiro é a energia — a eletricidade necessária para alimentar esses produtos tão consumidores de recursos. O quarto é o que as empresas de tecnologia chamam de "dados". A própria palavra parece quase projetada para fazer o trabalho criativo e expressivo soar trivial, como uma commodity abundante. Mas "dados" é frequentemente usado, entre outras coisas, como sinônimo de livros, filmes, músicas e jornalismo — o que poderia ser descrito com mais precisão como "conteúdo protegido por direitos autorais". Talento, computação, energia e dados são todos essenciais para o sucesso da IA e, portanto, para o sucesso dos gigantes tecnológicos. Os três primeiros são pagos — porque é claro que são. Nenhum CEO de tecnologia ousaria sugerir que os engenheiros mais talentosos trabalhem de graça. Pelo contrário, eles regularmente oferecem pacotes de remuneração que chegam a dezenas ou até centenas de milhões de dólares. Tampouco considerariam roubar chips de uma fábrica da Nvidia ou fazer uma ligação ilegal em uma linha de energia. Os investidores consideram que as recompensas financeiras potenciais da IA são tão grandes que estão aceitando prejuízos na casa dos centenas de bilhões de dólares para construir data centers e usinas de energia. Em contraste, as empresas de IA tomam os "dados" sem consentimento nem compensação. As justificativas para o roubo mudam o tempo todo. Dizem que a inovação exige isso. Insistem que estão apenas usando fatos, que ninguém pode possuir. Reclamam que os acordos demoram demais e custam caro demais. Alegam que a doutrina do "uso justo" permite que tomem conteúdo de graça de qualquer jeito. Às vezes chegam até a invocar a segurança nacional — alertam que, se as empresas de IA forem obrigadas a pagar, os Estados Unidos perderão a corrida tecnológica para a China. Nenhum desses argumentos resiste ao escrutínio. Um chatbot só consegue reproduzir "fatos" porque copiou ilegalmente artigos jornalísticos inteiros, o que lhe permite tomar emprestado com a mesma liberdade a linguagem protegida e o estilo da escrita. Construir data centers e usinas de energia é muito mais caro e demorado do que contratar advogados para redigir acordos de licenciamento com organizações de notícias. O uso justo não permite esse tipo de cópia, retenção e regurgitação prejudicial e substitutiva de uma obra — quanto menos de tudo o que a humanidade já produziu. Na competição com a China, os Estados Unidos se enfraquecem ao abandonar as proteções de propriedade intelectual que alimentam a inovação e sustentam as empresas criativas americanas. A avaliação combinada das seis principais empresas de IA é de US$ 11 trilhões — mais de três vezes o PIB da França. O investimento privado em IA nos Estados Unidos chegou a quase US$ 350 bilhões em 2025 e está acelerando em 2026. Portanto, o roubo de propriedade intelectual certamente não ocorre por falta de dinheiro para pagá-la. Embora os acordos de licenciamento com editores não sejam públicos, com base no tamanho dos poucos acordos que foram divulgados, estima-se que menos de meio por cento desse investimento esteja indo para compensar as pessoas e empresas que criam os dados que alimentam a IA. Embora existam muitas fontes de dados, os próprios executivos de IA reconheceram que conteúdo original e de alta qualidade é particularmente valioso para a eficácia e confiabilidade da tecnologia. Cinco dos dez principais sites usados para treinar alguns dos modelos de linguagem mais populares pertencem a editoras de notícias. A OpenAI confessou que seria "impossível treinar os modelos de IA líderes de hoje sem usar materiais protegidos por direitos autorais". Um engenheiro da empresa escreveu que o sucesso dos modelos "não é determinado pela arquitetura, hiperparâmetros ou escolhas de otimização. É determinado pelo seu conjunto de dados, nada mais". Em outras palavras: você é o que você come. O caso do 'The New York Times' Vamos olhar de perto a experiência do "The New York Times" para entender como isso funciona. Se você quer respostas abrangentes e precisas no seu chatbot de IA, é difícil imaginar uma fonte de dados melhor do que uma organização jornalística que, por 175 anos, empregou jornalistas profissionais experientes e bem remunerados para descobrir novas informações, narrar eventos em andamento e avaliar desenvolvimentos em política, negócios, cultura, esportes, ciência e assuntos globais. Esse trabalho original é valioso para as empresas de tecnologia em grande parte porque foi cuidadosamente escrito e editado, verificado de forma independente, submetido aos mais altos padrões de justiça e precisão, e apresentado de forma distintiva e envolvente. Só no ano passado, o "The New York Times" publicou quase meio milhão dessas obras — de artigos a fotos, vídeos e podcasts —, a um custo de mais de US$ 2 bilhões. Temos jornalistas em todos os 50 estados americanos e em 155 países, e esses profissionais não raramente enfrentam situações de risco de vida. Na Ucrânia, por exemplo, tivemos mais de 70 jornalistas e equipe de apoio em campo. Tudo isso apenas em 2025. Some essas contribuições ao longo de 175 anos e 20 milhões de obras originais, e você terá uma ideia mais clara do que nossa redação contribuiu para a compreensão pública do mundo. O valor distintivo do jornalismo do "Times" — assim como o de outras fontes de jornalismo de qualidade — foi repetidamente reafirmado pela preferência que as empresas de IA demonstram por ele. Embora a maioria das empresas de IA oculte suas fontes de treinamento, o "Times" foi a maior fonte individual de dados proprietários em um conjunto de dados importante usado para treinar vários modelos diferentes, seguido por outras organizações jornalísticas, como "The Guardian" e "Los Angeles Times". As empresas de IA consideram a extração de informações de organizações jornalísticas de qualidade como um dos sinais mais confiáveis de que seus produtos estão funcionando corretamente. Como disse um vice-presidente da Microsoft: "Conteúdo premium melhora significativamente a qualidade das respostas". No entanto, os gigantes tecnológicos argumentaram de forma consistente que não deveriam ser obrigados a pedir permissão para usar — muito menos pagar por — esse tipo de propriedade intelectual. Seu argumento, como mostram suas ações, é que têm direito a ela. A Meta treinou seu modelo em um banco de dados notório de livros pirateados ilegalmente. A Perplexity desafiou abertamente a norma consolidada de que sites não podem ser rastreados às escondidas, contrariando suas objeções explícitas. A OpenAI fez lobby junto ao governo americano para obter imunidade legal pelo confisco de obras alheias. Até mesmo a Anthropic, frequentemente citada por seu compromisso com o desenvolvimento ético da IA, se recusou a pagar pelo jornalismo de alta qualidade que usa em seus produtos. Ações como essas levaram o "Times" a processar a OpenAI, sua parceira, a Microsoft e, posteriormente, a Perplexity, por violações flagrantes de nossos direitos de propriedade intelectual protegidos pela lei de direitos autorais dos Estados Unidos — tanto no treinamento de seus modelos quanto no uso contínuo de nosso trabalho em seus produtos. Assim como outras organizações jornalísticas que entraram com ações semelhantes, acreditamos que essas violações ameaçam a capacidade de longo prazo das organizações de notícias de continuar produzindo jornalismo original e confiável, do qual o público — e, como se vê, os próprios modelos de IA — depende. Mas processos judiciais são lentos e caros — o nosso já se estende por dois anos e meio e custou mais de US$ 20 milhões. Como as empresas de IA certamente sabem, a maioria das organizações jornalísticas não tem recursos para ir a tribunal defender seus direitos. Um setor já fragilizado Mesmo antes da chegada da IA, o setor global de notícias lutava para sobreviver às ondas de mudança desencadeadas pela internet, pelo smartphone e pelas redes sociais. Nas últimas duas décadas, os Estados Unidos perderam, segundo algumas estimativas, 75% de seus jornalistas e mais de 3.000 jornais. Um novo jornal fecha a cada três dias. Os veículos digitais não preencheram nem uma fração desse vazio. Grandes regiões dos Estados Unidos já não têm um único repórter fazendo perguntas na câmara municipal, cobrindo as escolas locais ou conectando sua comunidade com um conjunto comum de fatos. E quando se olha para as formas mais caras e desafiadoras de jornalismo — investigar irregularidades ou ir às linhas de frente de conflitos — percebe-se que o número de jornalistas fazendo esse trabalho caiu de forma ainda mais dramática. A disrupção provocada pela IA promete ser ainda mais devastadora. Antes da IA, havia uma troca de valor real — ainda que desequilibrada — entre as plataformas de tecnologia e os criadores de conteúdo digital, como as organizações de notícias. Esse era o pacto da chamada web aberta. As empresas de tecnologia — principalmente as plataformas de busca e redes sociais — ficavam com uma fatia crescente das receitas publicitárias que antes iam para as organizações de notícias, mas, em contrapartida, entregavam um público muito maior. Na próxima fase da disrupção, as empresas de tecnologia, ao se apropriar do próprio jornalismo, também estão tomando uma parcela crescente do público que ele conquista. Veja o caso do Google. O objetivo dos mecanismos de busca sempre foi identificar os sites mais úteis e enviar as pessoas para eles. As pessoas iam ao Google, pesquisavam um assunto e clicavam em um link para sites como o "Financial Times", "Le Monde" ou "El País" para ler a matéria. O Google ficava com a grande maioria das receitas publicitárias. Mas também enviava tráfego significativo para as organizações de notícias por meio de links, permitindo que os editores ganhassem dinheiro exibindo anúncios ou vendendo assinaturas. Na era da IA, o Google usa cada vez mais o conteúdo das organizações de notícias e de outros sites para responder às perguntas diretamente. Como resultado, fazer com que um usuário do Google clique em um link é, segundo pesquisas do setor, dez vezes mais difícil hoje do que era uma década atrás. Ainda assim, o Google mantém o padrão mais elevado em termos de envio de leitores para os editores, e só podemos esperar que esse compromisso continue. Os modelos de IA concorrentes enviam tráfego de referência a uma taxa 96% menor do que a busca do Google, segundo um estudo. Os gigantes tecnológicos têm plena consciência das implicações dessa mudança sobre os modelos de negócios já frágeis das organizações de notícias. Como escreveu o chefe de monetização de IA da Microsoft: "A web aberta foi construída sobre uma troca de valor implícita, em que os editores tornavam o conteúdo acessível e os canais de distribuição — como a busca — ajudavam as pessoas a encontrá-lo. Esse modelo não se traduz de forma limpa para um mundo orientado pela IA." Ele acrescentou: "Os editores precisam de formas sustentáveis e transparentes de controlar como seu conteúdo premium é usado." Um sentimento digno. Mas basta olhar para uma página de lançamento recente do próprio mecanismo de busca com IA da Microsoft para encontrar uma postura bem diferente: "Olá do Bing! Em vez de clicar em links, podemos conversar sobre tudo o que você quiser saber." Essa dinâmica fez, evidentemente, o tráfego para os sites de notícias despencar. Os maiores jornais acompanhados pelo Comscore registraram quedas de mais de 45%, em média, à medida que a corrida pela IA se intensificou nos últimos quatro anos. Editores de notícias globais consultados pelo "Reuters Institute" se preparam para que as quedas de tráfego significativas continuem nos próximos anos. Menos tráfego para os editores provavelmente significa menos oportunidades de publicidade, que continua sendo uma importante fonte de receita para a maioria das organizações de notícias. Nas últimas duas décadas, a receita combinada de publicidade dos jornais já caiu 80%. A Meta sozinha fatura oito vezes mais em receita publicitária do que todos os jornais do mundo juntos. Para compensar a queda da publicidade, muitas organizações de notícias recorreram a modelos de assinatura. Mas na medida em que as pessoas percebem que podem acessar trabalhos roubados gratuitamente por meio de produtos de IA, será cada vez mais difícil para as organizações de notícias desenvolver e aprofundar relações com potenciais assinantes. Esse roubo não acontece apenas porque os editores "deixam seus brinquedos no quintal"; acontece mesmo quando eles estão "trancados com segurança dentro de casa". Um estudo descobriu que cerca de 30% das varreduras por bots de IA violam restrições explícitas de acesso ao conteúdo dos sites, incluindo conteúdo protegido por paywalls. A fonte de receita com a qual alguns esperam compensar essas perdas é o dinheiro das próprias empresas de IA, por meio de licenciamento de conteúdo ou micropagamentos. Algumas organizações de notícias maiores, incluindo o "Times", assinaram acordos de licenciamento. Outras adotaram micropagamentos das empresas de IA para cada uso individual do jornalismo. Mas há boas razões para questionar se qualquer um desses modelos será suficiente para compensar a receita e os leitores perdidos para produtos de IA concorrentes. Enquanto isso, muitas organizações de notícias menores, cujo trabalho também foi tomado e usado por modelos de IA, não receberam nenhuma compensação, e a grande maioria dos editores diz não esperar receitas significativas das plataformas de IA. De forma preocupante, mesmo enquanto essas empresas de tecnologia tentam divulgar acordos e outras ações que sinalizam que valorizam o jornalismo, simultaneamente argumentam em tribunal, junto a legisladores e agências federais, que não têm nenhuma obrigação com os criadores da propriedade intelectual que usam para alimentar seus produtos. Não é concorrência — é parasitismo Para ser claro: não estou levantando essas preocupações porque as organizações de notícias deveriam temer a concorrência. Se as empresas de tecnologia estivessem destinando recursos reais para colocar seus próprios repórteres em campo para produzir jornalismo original, eu daria boas-vindas a isso. Mas não é isso que está acontecendo. As plataformas tecnológicas nunca fizeram tentativas sérias de criar o trabalho original e de base — como reportagem local, jornalismo investigativo ou testes rigorosos de produtos — do qual seus usuários, plataformas e produtos de IA dependem. E agora vão um passo além, simplesmente tomando as reportagens e coberturas de outros, muitas vezes até apresentando-as como suas. Um estudo descobriu que a OpenAI creditou as organizações de notícias que desenterraram as informações citadas em apenas 1% de suas respostas. Os líderes das transições tecnológicas anteriores pelo menos tentavam argumentar que suas plataformas seriam simbióticas com os criadores. O Spotify, por exemplo — que tem seus críticos na indústria musical — destaca os pagamentos que envia aos artistas. As empresas de IA, em contraste, adotaram uma postura mais abertamente parasitária, mais próxima à do Napster, a antiga plataforma de música pirata. Um pesquisador sênior da Microsoft escreveu que uma das "promessas centrais dos LLMs" é sua capacidade de usar "seus dados de treinamento para substituir o trabalho pago daqueles que criaram esses dados". De forma mais evocativa, a escritora de ficção científica Margaret Atwood comparou essa dinâmica a ser "assassinada pela minha réplica". É uma aposta segura que tais ações dos gigantes tecnológicos vão alimentar tendências destrutivas que já estão tensionando a sociedade. Uma queda contínua no jornalismo original. Uma onda crescente de desinformação, propaganda, teorias conspiratórias, deepfakes e lixo gerado por computador. Um público que continua a ser radicalizado por algoritmos que amplificam o medo, a raiva e a divisão. Os repórteres são os responsáveis por enriquecer o registro público com informações até então desconhecidas. Aquele fato surpreendente. Aquele detalhe revelador. Aquela citação da testemunha ocular. Aquele documento secreto. Aquela análise do especialista. Aquela foto, vídeo, gravação de áudio. Em termos simples, o jornalismo original é muitas vezes a forma como você sabe o que sabe. Os produtos de IA não conseguem fazer esse tipo de reportagem original. Eles extraem o registro público, mas têm dificuldade de acrescentar algo a ele. Mesmo a extração tem sido problemática. Uma pesquisa da "European Broadcasting Union" descobriu que os principais assistentes de IA distorceram significativamente as notícias em quase metade de todas as respostas. Tanto o Google quanto a Apple, por exemplo, cometeram erros graves ao usar ferramentas de IA para reescrever manchetes e alertas de notícias de organizações jornalísticas que aparecem em seus produtos. Como a IA tende a ser ruim em expressar incerteza, ela frequentemente não está apenas errada — está errada com confiança. E, ao contrário das organizações de notícias das quais roubam, as empresas de IA não rastreiam nem corrigem esses erros, deixando seus usuários sem qualquer forma de saber quando foram induzidos a erro. Isso importa em parte porque os produtos de IA provavelmente não vão apenas suplementar, mas substituir as relações diretas com organizações de notícias para muitas pessoas. Pesquisas sugerem que essa mudança está acontecendo muito mais rapidamente do que a maioria imagina. A Amazon Web Services, que trabalha com muitas empresas de IA, estima que a maioria do conteúdo online já é gerado por IA — um número que alguns especialistas esperam que chegue a mais de 90% nos próximos anos. Já hoje, o número de sites de notícias locais falsos é maior do que o de sites reais, pois a IA dificulta a sobrevivência dos sites verdadeiros e facilita a criação de sites falsos a baixo custo. De forma reveladora, as empresas de IA não querem dizer que os resultados de seus produtos são confiáveis. Não querem dizer que são justos ou precisos. Isso se deve em parte ao fato de não serem. Quando o ativista político americano Charlie Kirk foi assassinado no ano passado, por exemplo, o bot da Perplexity sugeriu que a declaração da Casa Branca sobre a morte de Kirk havia sido fabricada, e o Grok, do X, insistia que ele estava vivo e bem. Mas tão importante quanto isso, as empresas de IA se recusam a ser responsáveis pelo que seus chatbots dizem aos usuários numa tentativa de escapar da responsabilidade legal. A Microsoft alertou ao lançar o Copilot: "Apenas para fins de entretenimento. Pode cometer erros e pode não funcionar como pretendido. Não confie no Copilot para aconselhamento importante. Use o Copilot por sua conta e risco." Em algum nível, o público entende que isso não será bom para ele. Dois terços dos americanos estão muito preocupados com a disseminação de informações imprecisas pela IA, segundo o Pew Research Center. Mas uma porcentagem crescente de pessoas recorre à IA para notícias, informações e orientações — e algumas a consideram mais confiável do que as organizações de notícias das quais ela depende para suas respostas. Tudo isso vai agravar o alarmante declínio da saúde social e cívica. Evidências mostram que, quando uma organização de notícias local desaparece, as pessoas de uma comunidade começam a confiar menos umas nas outras e a se odiar mais. Tornam-se mais isoladas e menos tolerantes. O engajamento cívico diminui e a corrupção pública aumenta. E imagine o que acontece quando a abordagem das empresas de tecnologia em relação ao setor jornalístico chega à sua conclusão lógica. Apesar da importância do jornalismo para a tecnologia mais valiosa do mundo, as ações das empresas de tecnologia estão comprometendo sua mais importante fonte de novas notícias, novas informações, novas análises. Isso tornaria os próprios produtos de IA menos úteis e menos confiáveis — mais uma vítima desnecessária de escolhas desnecessárias e prejudiciais. O que podemos fazer Um setor jornalístico em declínio pode parecer impotente diante de algumas das empresas mais ricas que o mundo já viu. E o caminho à frente não é facilitado pela realidade de que precisamos continuar operando em um ecossistema de informação controlado de forma desproporcional por esses gigantes tecnológicos. Mas ainda há ações que podemos tomar — tanto para nos posicionar contra os abusos das empresas de IA quanto para preparar nossas próprias organizações para ter sucesso nessa nova era. Compartilharei algumas ideias para cada uma dessas frentes, com a convicção de que ideias melhores e mais numerosas surgirão das pessoas presentes nesta sala. No que diz respeito a defender seu trabalho das empresas de tecnologia, tenho quatro reflexões centrais: Defenda seus direitos. Os direitos de propriedade intelectual precisam ser mantidos se nossa profissão quiser ter um caminho à frente. No meu país, esses direitos estão ancorados na Constituição e sustentados por séculos de precedentes. Eles também são compatíveis com um entendimento ético básico de que roubar é errado. Mas seus direitos só serão mantidos se você insistir em que sejam respeitados e resistir quando não forem. Isso exigirá coragem — e às vezes recursos, que escasseiam — mas o caminho alternativo de tolerar silenciosamente o roubo sistemático do seu trabalho acabará por minar sua capacidade de continuar fazendo jornalismo. Negocie com cuidado. Organizações de notícias que assinam acordos para licenciar conteúdo para empresas de IA estão fazendo algo razoável. Mas aconselho a avaliar a viabilidade de longo prazo de cada acordo. Os gigantes tecnológicos têm uma posição de força extraordinária: já tomaram seu conteúdo e pretendem usá-lo de qualquer forma. Ainda assim, antes de aceitar uma oferta, vale perguntar se o pagamento reflete algo próximo ao valor justo — e se você está retendo algum controle significativo sobre como seu trabalho será usado. Pressione seus legisladores. A IA é cada vez mais impopular entre o público. À medida que os legisladores consideram como reagir, nossa indústria precisa se unir em torno de um conjunto pequeno e claro de pedidos. Algumas ideias iniciais: garantir que as proteções já robustas de propriedade intelectual sejam reforçadas — e não enfraquecidas — para a era da IA. Exigir que bots se identifiquem e limitar sua capacidade de vasculhar sites sem permissão. Exigir transparência para que as organizações de notícias saibam quando e como seu trabalho é usado pela IA. Garantir que as empresas de IA sejam legalmente responsáveis pelo conteúdo difamatório que geram. Una-se aos outros. Enfrentamos empresas de IA que gastam quantias inimagináveis em marketing, lobby e doações políticas para persuadir o público e cooptar políticos. A firma de capital de risco por trás de muitos investimentos em IA é hoje o maior doador político dos Estados Unidos. O único caminho da indústria jornalística para contrabalançar essa influência é trabalhar em conjunto e, igualmente importante, com outras indústrias criativas. Participe de briefs de amicus curiae e seja ativo em suas associações profissionais. Estude como nossos colegas da música e de outras profissões atravessaram seus momentos "Napster". Há também coisas que podemos fazer para tornar nossas próprias organizações de notícias mais resilientes enquanto enfrentamos esse desafio. Mais quatro ideias: Use a IA do jeito certo. As redações devem criar padrões cuidadosos para o uso responsável da IA. E então devem ser agressivas e criativas para colocar a tecnologia a serviço da melhoria do seu jornalismo e do fortalecimento de seus negócios. A IA pode trazer valor real às organizações que encontrarem as formas certas de adotá-la, e uma mudança dessa magnitude vai destruir qualquer organização que se recuse a evoluir. Não há nada de inerentemente ruim na tecnologia de IA — são as ações das empresas por trás dela que precisam ser reformadas. Seja um destino, antes de tudo. Um mundo cada vez mais intermediado por plataformas de IA deixaria as organizações de notícias ainda mais à mercê dos gigantes tecnológicos para compartilhar tráfego, crédito e dinheiro. O caminho mais claro para sustentar um jornalismo de qualidade será por meio de relações diretas com o público. Ser um destino não significa ignorar a internet mais ampla. Você ainda precisa criar novas relações onde as pessoas estão, que geralmente é uma plataforma tecnológica. Mas para aprofundar essas relações — torná-las leais, habituais e valiosas — seu público precisa aprender que é melhor se engajar diretamente com você do que por meio de um intermediário. Foque no jornalismo original. Muitas organizações de notícias se enfraqueceram e se tornaram commodities ao tentar alimentar as preferências em constante mudança dos algoritmos de busca e redes sociais com clickbait, agregação e opiniões fáceis. A economia dessa abordagem vai piorar ainda mais. Para ser um destino em um mundo intermediado pela IA, você vai precisar de um jornalismo tão diferenciado que tenha sua própria gravidade. O coração disso é o jornalismo original. O público não tem outra fonte para esse trabalho. E a IA tampouco. Explique por que o jornalismo importa. As empresas de IA têm megafones gigantescos e têm comunicado com muito cuidado — e de forma seletiva — os benefícios de seu trabalho, ao mesmo tempo em que minimizam os danos. A indústria jornalística precisa, por sua vez, mostrar que o jornalismo original é um ingrediente essencial nas sociedades saudáveis, nas nações seguras e nas democracias fortes — e demonstrar como as ações dos gigantes tecnológicos estão colocando tudo isso em risco. Informação é valiosa. Jornalismo é valioso Na última transição digital, as organizações de notícias — incluindo o "Times", por um bom tempo — compraram a afirmação repetida do Vale do Silício de que "a informação quer ser livre". Muitos nem sabiam que a citação original, do filósofo da tecnologia Stewart Brand, tinha outra parte: "A informação quer ser cara, porque é muito valiosa — a informação certa no lugar certo simplesmente transforma sua vida." Não podemos ser tão ingênuos desta vez. As organizações de notícias são coletivamente menores e mais fracas do que há duas décadas. Os gigantes tecnológicos são maiores e mais fortes — e muito mais dispostos a usar seu tamanho e poder. Enquanto isso, a própria onda da IA pode ser maior e mais veloz, à medida que a tecnologia continua a melhorar. Mesmo que as coisas pareçam estar bem por enquanto, lembre-se: essas primeiras ondas anunciam um tsunami que se aproxima. Enquanto nos preparamos, precisamos nos lembrar: a informação é valiosa. O jornalismo é valioso. A internet já está sobrecarregada de bots e lixo digital. Está cada vez mais difícil saber de onde as coisas vieram e se são verdadeiras. Isso criou uma sensação crescente de que nada pode ser confiado, exigindo de todos uma vigilância quase paranoica sobre tudo — ou, pior, um mergulho no niilismo. O efeito não é apenas que as pessoas acreditam em coisas falsas: é que deixam de acreditar em coisas verdadeiras. Essa combinação tóxica já está levando mais pessoas a se desengajarem completamente. As empresas de tecnologia acenam para essas tendências e dizem "não é culpa nossa" e, de forma ainda mais reveladora, "não é nosso problema". As organizações de notícias deveriam se posicionar como a alternativa confiável nesse caos. Notícias e informações em que se pode confiar são mais raras e mais necessárias do que nunca. O tipo produzido por equipes de profissionais experientes, apoiados por processos e padrões rigorosos. Segundo pesquisas, quando alguém quer verificar algo que encontrou e que acha que pode ser falso, a opção preferida é "uma fonte de notícias em que confio". Em último lugar na lista? Um chatbot de IA. Continuo convicto do valor criado por organizações de notícias de qualidade dedicadas ao trabalho difícil e caro do jornalismo original — para os leitores, para as comunidades, para a sociedade como um todo. E, sim, até para os modelos de IA. Quem mais irá aos lugares onde os eventos estão se desdobrando? Quem nos trará relatos em primeira mão das linhas de frente de uma guerra? Quem nos equipará com informações confiáveis em uma crise de saúde pública? Quem vai expor a empresa de sucesso ou a carreira política construídas sobre uma mentira? Quem vai garantir que os debates sobre políticas econômicas sejam informados por seus impactos sobre pessoas reais? Quem mais pode enriquecer todo esse trabalho com conhecimento especializado duramente conquistado, que acrescenta perspectiva e contexto, e com compromissos profissionais profundamente enraizados de tornar cada matéria tão justa e precisa quanto possível? A questão é se esse valor será sugado pelos gigantes tecnológicos — ou se voltará para as organizações de notícias, permitindo que continuem esse trabalho essencial. Espero que todos vocês levem essa questão a sério. Acredito que o futuro das nossas organizações de notícias e a saúde da esfera pública dependem de como responderemos. Obrigado. (c) 2026 The New York Times Company. Texto original disponível em: https://www.nytco.com/press/a-i-journalism-and-the-uncertain-future-of-the-public-square/
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O piloto Artur Rodionov diz que a falsificação de sinais de GPS se tornou uma ocorrência comum com a qual ele precisa lidar Artur Rodionov/Acervo pessoal Um avião da Força Aérea Real Britânica (RAF), que transportava o Secretário de Defesa do Reino Unido, John Healey, sobrevoava a Estônia perto da fronteira com a Rússia na semana passada quando algo estranho aconteceu. De acordo com dados de voo analisados pelo Serviço Mundial da BBC, o transponder da aeronave repentinamente começou a indicar que ela estava em território russo, a 300 quilômetros de distância de onde estava segundos antes. Supostamente, o avião estava voando a apenas 11 quilômetros por hora sobre um lago perto de São Petersburgo. Mas nada disso era verdade. O sistema de navegação da aeronave havia sido afetado por um ataque cibernético. Isso ocorre quando uma área é inundada por sinais de rádio que imitam os de GPS. Sistema de GPS de avião de chefe da UE sofre pane no ar, e há suspeita de interferência russa Como os sinais de satélite são relativamente fracos quando chegam à Terra, um transmissor terrestre pode emitir sinais falsificados mais fortes, que podem ser captados por sistemas de navegação, incluindo os de aeronaves. A prática, conhecida como spoofing, é normalmente realizada por militares que buscam reduzir a precisão de armas inimigas que usam navegação por GPS, como mísseis de longo alcance e pequenos drones. Muitas forças armadas possuem unidades especializadas que constroem transmissores em bases fixas ou os instalam em veículos. Mas voos comerciais agora estão sendo afetados por essa guerra eletrônica. Pilotos da Força Aérea Real foram forçados a guiar a aeronave usando um sistema de navegação mais antigo e menos preciso, que opera em paralelo com o GPS. O Ministério da Defesa britânico declarou que a segurança da aeronave não foi comprometida. Na verdade, não foi a única aeronave na área afetada naquele dia. Dados compartilhados com a BBC pela consultoria de aviação SkAI Data Services mostram que mais de cem aeronaves com passageiros a bordo estavam transmitindo localizações incorretas como resultado de falsificação de sinal. Os mesmos dados indicam que a falsificação e o bloqueio de sinal — outro tipo de interferência que mascara os sinais de satélite para impedir o funcionamento do GPS — estão se tornando cada vez mais comuns em áreas próximas a zonas de guerra ou onde há muita atividade militar, como a região do Mar Báltico, o Golfo Pérsico, o Mar Vermelho, a Índia, o Paquistão e a área ao redor de Mianmar. A falsificação de identidade é geralmente realizada por militares que buscam reduzir a precisão de armas inimigas que utilizam navegação por GPS, como mísseis de longo alcance e pequenos drones Getty Images No Golfo Pérsico, por exemplo, houve um aumento repentino no número de voos que relataram falsificação de GPS após o início da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. Em março, 5.381 voos relataram falsificação, um aumento em relação aos 99 de fevereiro e aos 14 de janeiro, segundo a SkAI Data Services. Os casos na região do Báltico dispararam de 17.243 em 2024 para 59.447 em 2025, ainda de acordo com a SkAI Data Services. Esse aumento coincide com o crescente uso de ataques com drones no conflito entre a Rússia e Ucrânia. Outras rotas aéreas movimentadas na Europa, no Oriente Médio e na Ásia também sofreram com falsificação ou interferência de GPS, com uma média de mais de 800 voos afetados diariamente em todo o mundo neste ano. Considerando que a tecnologia necessária para isso é facilmente encontrada na maioria dos países, especialistas temem que esse fenômeno se torne generalizado. Falsificação atrapalha mesmo pilotos experientes Este foi o problema que o piloto britânico Sam Rutherford enfrentou quando pilotava um avião de quatro lugares da Arábia Saudita para Omã no mês passado. Quando estava próximo da fronteira entre a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, os sistemas de navegação e o piloto automático pararam de funcionar. A princípio, ele pensou que poderia ser um problema com o avião, mas várias companhias aéreas na região relataram o mesmo problema. Descobriu-se que tanto a falsificação dos sinais do GPS quanto o bloqueio das ondas estavam afetando sua aeronave. Rutherford, que pilotou helicópteros no Exército Britânico por oito anos, usou a bússola magnética de seu avião e contatou o controle de tráfego aéreo para obter ajuda na navegação até seu destino. Embora tenha pousado em segurança, ele afirma: "Se eu tivesse encontrado mau tempo, pouco combustível e fosse noite, a situação teria sido muito diferente". Sistema de navegação da aeronave pode apresentar mau funcionamento devido à falsificação de sinal GPS Getty Images Os riscos da falsificação Um dos riscos da falsificação de sinais de navegação é que, ao serem levados a acreditar que estão em uma posição diferente da real, os pilotos podem acabar desativando ou ignorando os alertas dos sistemas de prevenção de colisão com o solo, afirma Tanja Harter, presidente da European Cockpit Association, entidade que representa cerca de 40 mil pilotos. Esse sistema alerta os pilotos quando identifica risco iminente de colisão com o solo ou com obstáculos, como montanhas. Harter afirma que há inúmeros relatos de pilotos recebendo alertas falsos para ganhar altitude, mesmo quando a aeronave voa a 37 mil pés (cerca de 11,3 mil metros). Sistemas de radar que ajudam as aeronaves a evitar condições climáticas adversas também podem apresentar mau funcionamento, acrescenta. Embora muitas companhias aéreas façam um bom trabalho ao fornecer informações aos pilotos, Harter diz que a combinação desses problemas "está comprometendo a segurança a bordo das aeronaves". O piloto Artur Rodionov conta que um "salto da Lituânia para o Mar do Norte" foi a maior discrepância entre a realidade e a localização exibida na tela que ele já presenciou. "São mais de 1.600 quilômetros", diz Rodionov, que pilota pequenos aviões de passageiros para a empresa de fretamento estoniana Diamond Sky Aviation. Em resposta a essas ocorrências, Rodionov conta que sua empresa desenvolveu protocolos para lidar com a falsificação de sinal, incluindo a desativação do GPS pelos pilotos ao sobrevoarem áreas conhecidas por interferências. Isso permite que o piloto monitore se os sinais da aeronave estão sendo falsificados, evitando que o restante do equipamento de navegação seja afetado. Rodionov afirma que a falsificação de sinal pode causar problemas especialmente para pilotos inexperientes ou quando as aeronaves apresentam outros problemas, como uma pane mecânica ou falha de equipamento. "Sem dúvida, isso representa uma carga de trabalho adicional", conclui. Interferências permitidas Não é ilegal que países interfiram no GPS. O órgão das Nações Unidas (ONU) que regula os sinais de radiodifusão, a União Internacional de Telecomunicações, autoriza a prática para fins de segurança ou defesa, embora tenha expressado a sua "profunda preocupação" com o fato de a sua utilização generalizada estar ameaçando a segurança das aeronaves. A instituição europeia de segurança da navegação aérea, Eurocontrol, afirma que as aeronaves têm "medidas de mitigação em vigor para garantir a manutenção da segurança" durante a falsificação de sinais e que a tecnologia de navegação aérea e o controle de tráfego em terra podem guiar a aeronave. Os fabricantes de aeronaves estão trabalhando com os fornecedores da aviação para encontrar soluções técnicas contra a falsificação de sinais, acrescenta a Eurocontrol. Mas a BBC apurou que há indícios de que as organizações da aviação, incluindo a Eurocontrol, estão mais preocupadas. Em uma apresentação identificada como "não destinada ao público geral", à qual a BBC teve acesso, há um alerta de que a falsificação de sinais "mina os princípios atuais de segurança da cabine de comando". Especialistas do setor sugerem que existe uma urgência maior em encontrar uma solução para o problema do que a reconhecida publicamente. "As companhias aéreas estão clamando por melhorias", diz Todd Humphreys, professor de engenharia aeroespacial da Universidade do Texas, nos Estados Unidos. "O que teremos que fazer é desenvolver novas tecnologias muito mais resilientes", acrescenta. A navegação por barcos e carros também pode ser afetada Getty Images Soluções possíveis Possíveis soluções incluem a atualização do software das aeronaves para filtrar interferências, o uso de antenas direcionais para que os equipamentos possam ignorar sinais falsificados vindos do solo e sistemas de navegação totalmente novos que funcionem em conjunto com o GPS. Mas implementar mudanças em equipamentos críticos para a segurança pode levar tempo. Humphreys alerta que não é apenas o transporte marítimo comercial que pode ser afetado por falsificação e bloqueio de GPS. Isso pode impactar até mesmo aplicativos de mapas para celulares. "Trata-se do tráfego marítimo, das pessoas dirigindo nas estradas", diz ele. "Sempre que um conflito eclodir no futuro, podemos esperar que o GPS seja uma das primeiras vítimas."
Die Risiken der Abhängigkeit von amerikanischer Software sind bekannt. Wer sich heute nicht resilient aufstellt, darf sich morgen nicht beschweren.
With victory in the global race to build artificial intelligence capacity heavily dependent on resilient power systems, China is urging domestic enterprises to launch pilot projects that integrate the cutting-edge technology into the energy sector. To support the plan, Beijing has released an official list of application scenarios ranging from smart grids to autonomous coal mines. Energy enterprises would be able to partner with artificial intelligence providers and jointly submit proposals for...
China is rapidly advancing an “AI Plus” revolution in electronic warfare to redefine how militaries communicate, jam and dominate the electromagnetic spectrum, according to industrial experts. In a paper published last month, they argued that by fusing artificial intelligence (AI) with the very physics of radio wave propagation, China could win a “new form of war” where communications and radars are faster, smarter and far more resilient than anything fielded today. Their findings were published...
ISLAMABAD: Pakistan and the Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB) on Tuesday signed a $320 million loan agreement for the reconstruction and improvement of critical sections of the N-5 highway — the country’s longest national highway from Karachi to Torkham near the Afghan border. The loan agreement was signed for “Reconstruction of National Highway N-5 under Pakistan’s Resilient Recovery, Rehabilitation and Reconstruction Framework Project,” amounting to $320.16 million. The project will cover critical sections of the N-5, which traverses Sindh, Punjab, and Khyber Pakhtunkhwa, serving as a backbone of Pakistan’s transport network. The loan agreement was signed by Muhammad Humair Karim Kidwai, Secretary, Economic Affairs Division, on behalf of the Government of Pakistan, and Mr Konstantin Limitovskiy, Chief Investment Officer, Public Sector & Project and Corporate Finance (Global) Clients of the Beijing-based AIIB. Federal Minister for Economic Affairs Ahad Khan Cheema also attended the signing ceremony. A separate project agreement was also signed between the AIIB and the National Highway Authority (NHA). Pakistan has appreciated its longstanding partnership with the AIIB, which has consistently supported the country’s development sector, the economic affairs minister said. The minister said the N-5 project would not only strengthen the country’s resilient infrastructure but would also play a significant role in enhancing regional connectivity, trade activities and economic growth. The EAD secretary emphasised that the N-5 project will further deepen this partnership and strengthen mutual trust and cooperation, while advancing Pakistan’s sustainable infrastructure network. The N-5 corridor holds immense importance as it connects key regions of Pakistan, enhancing regional connectivity, strengthening sustainable infrastructure, and supporting economic growth across the country, he said. The chief investment officer of the Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB) highlighted the strong development collaboration with the Government of Pakistan and stressed the strategic importance of the N-5 project, noting that it forms part of an international transport corridor. He said the N-5 reconstruction would be undertaken using modern, green, and climate-resilient design standards with state-of-the-art infrastructure, ensuring efficiency, sustainability, and long-term durability. The signing marks an important milestone in Pakistan-AIIB cooperation and reflects the shared commitment of both sides toward building resilient infrastructure, enhancing regional connectivity and promoting sustainable economic development, the EAD said in a statement. The agreement follows a number of AIIB investments in Pakistan. Most recently — supported by the AIIB and Asian Development Bank — Pakistan issued its inaugural Panda bond in China’s onshore capital market, raising $250 million. In 2019, the AIIB said it would invest over $1 billion in the country.
This sponsored article is brought to you by Ampace. As AI workloads grow to gigascale levels, the global data center industry has hit a hidden physical wall. The real bottleneck is no longer just the thermal limit of the chip or the capacity of the cooling system — it is the dynamic resilience of the power chain. Modern AI computing clusters, driven by massive GPU clusters, generate high-frequency, abrupt, and synchronized spikey pulse loads. As rack densities soar beyond 100 kW, these fluctuations are amplified into a “power paradox”: while the digital logic of AI is moving faster than ever, the physical infrastructure supporting it remains tethered to legacy response capabilities. The power usage of these gigascale sites and their drastic, high frequency, abrupt load surges from the AI GPU clusters can trigger transient voltage events and frequency instability, risking the entire local grid. The grid itself is not robust enough to support these loads. This leads to the infrastructure gap: The utility is not robust enough and traditional backup sources, such as diesel generators and gas turbines, simply cannot react to millisecond-level power spikes in output. This will often force operators into a cycle of costly infrastructure over sizing just to buffer the volatility. AI infrastructure requires energy systems capable of instantaneous response while safeguarding continuity and reliability. The industry has explored various mitigations — from rack-level BBUs to 800V DC architectures — yet the mature, high volume, traditional UPS system remains the most viable and scalable foundation for gigawatt-level facilities. Consequently, the UPS-integrated battery system has emerged as the critical “physical buffer” to neutralize these pulses at the source. At Data Center World 2026 in Washington, D.C., Ampace led a pivotal technical dialogue with Eaton during the session “Powering Giga-scale AI.” Their exchange unveiled a fundamental paradigm shift: To bridge the AI power gap, energy storage must evolve from a passive insurance policy into an active, high-speed stabilizer. By aligning Ampace’s semi-solid-state battery innovation with Eaton’s proven system intelligence, we are moving beyond simple backup to solve the physical paradox of the AI era. To move beyond simple backup and solve the physical paradox of the AI era, Ampace is aligning its semi-solid-state battery innovation with Eaton’s proven system intelligence.Ampace The “Shock Absorber” physics: semi-solid chemistry for AI pulses Conventional power systems were designed for steady-state loads, not the rapid heartbeat of a massive AI GPU cluster. When thousands of GPUs synchronize their computing cycles, they generate high-frequency, abrupt pulse loads that can lead to voltage sags, frequency oscillations, and potential interruptions of critical AI training. Ampace’s PU Series semi-solid and low-electrolyte cells address this challenge by acting as high-speed “shock absorbers.” Leveraging ultra-low internal resistance (DCR) and high cycle capability, these batteries neutralize millisecond-level power spikes at the source, stabilizing the local power loop before disturbances propagate upstream to the grid or on-site generators. These high-rate cells enable 100 kW+ racks to maintain peak performance without transmitting instability across the power chain. This capability aligns closely with Eaton’s matured UPS architectures, such as double-conversion topologies and advanced power electronics upgrades, which have long prioritized rapid load responsiveness and high system stability. Together, these approaches embody a shared industry philosophy: AI infrastructure requires energy systems capable of instantaneous response while safeguarding continuity and reliability. Ampace’s semi-solid state chemistry minimizes liquid electrolyte, greatly reducing the risk of leakage and thermal runaway under continuous AI high-load conditions.Ampace Algorithmic intelligence: synchronizing energy and control Hardware alone cannot solve the AI power paradox; the system also requires intelligent coordination between energy storage and power management. Sophisticated battery management systems (BMS) like Ampace’s high-precision design track state-of-charge (SOC) with high-speed sampling, even during rapid, shallow cycling typical in AI workloads. Complementary algorithmic approaches in modern UPS platforms — such as ramp-rate control and average power management — effectively suppress sub-synchronous oscillations and optimize load smoothing. In large-scale AI training environments, where thousands of GPUs can trigger millisecond-level power pulses, these intelligent layers ensure that batteries buffer high-frequency fluctuations without compromising the mandatory emergency backup reserves. By transforming energy storage from passive “standby insurance” into active, schedulable assets, the system simultaneously safeguards continuous AI training and maintains the long-term health of the data center infrastructure. In practical terms, this means that even during peak compute bursts, the infrastructure remains stable, training cycles continue uninterrupted, and operators avoid costly oversizing or grid stress. Eaton’s dual-layer algorithms serve as a valuable benchmark in this space, demonstrating how advanced control logic can achieve similar objectives, reinforcing Ampace’s approach and philosophy within the broader data center power ecosystem. Economic scalability: optimizing AI infrastructure efficiently One of the largest costs in deploying AI infrastructure is “oversizing”: procuring transformers, generators, and UPS systems to handle brief peak spikes. This traditional approach inflates the Total Cost of Ownership (TCO) and leads to wasted capital on underutilized hardware. Ampace’s turn-key cabinet design developed by its independent R&D is engineered for seamless compatibility with mature, high volume UPS systems. By leveraging Eaton’s double-conversion UPS topologies alongside intelligent ramp-rate and average power management algorithms, AI data centers can scale dynamically without requiring costly infrastructure redesigns. This approach allows the UPS and batteries to act as active load-shapers, smoothing AI-driven pulses while strictly maintaining mandatory emergency backup capacity. By utilizing energy storage as an active, schedulable asset, operators can right-size their infrastructure, avoid unnecessary grid upgrades, and deploy gigascale AI clusters with unprecedented efficiency. Safety First: Protecting AI Infrastructure While Enabling Innovation In high-density AI facilities, safety is non-negotiable. Ampace’s semi-solid state chemistry minimizes liquid electrolyte, greatly reducing the risk of leakage and thermal runaway under continuous AI high-load conditions. Ampace’s turn-key cabinet design developed by its independent R&D is engineered for seamless compatibility with mature, high volume UPS systems. Ampace At the same time, Eaton’s UPS design emphasizes system-level energy scheduling that never sacrifices mandatory emergency backup reserves, ensuring thermal safety and uninterrupted operation. This “safety-first” approach ensures that infrastructure can sustain aggressive performance targets without compromising the physical integrity of the facility. Coupled with over a decade of proven high-cycle life operation and design under shallow pulse conditions, these systems can extend operational lifespan, reduce replacement requirements, and provide operators with confidence that safety and reliability remain uncompromised as compute density continues to grow. To remain the scalable backbone of AI data centers As AI computing scales over the next two to three years, the industry will face stricter grid requirements and even more demanding pulse load characteristics. This evolution demands a forward-looking design philosophy that harmonizes UPS, battery, and grid compatibility. Ampace views current low-electrolyte semi-solid technologies as the optimal transitional step toward a fully solid-state future — one that promises ultimate safety and performance. Ampace remains committed to this long-term technological roadmap. We view current low-electrolyte semi-solid technologies as the optimal transitional step toward a fully solid-state future — one that promises ultimate safety and performance. Whether through rack-level BBU, integrated UPS systems, or containerized storage, the universal core of the AI era remains constant: high-speed response, long shallow-cycle life, and refined energy management. By engaging in deep technical exchanges with Eaton and leading energy innovators, Ampace ensures that its solutions not only meet today’s AI pulse challenges but also harmonize with broader infrastructure strategies and shared industry best practices. Ultimately, as traditional diesel generators gradually give way to diversified alternatives, the integrated UPS-plus-energy-storage system will become the fundamental infrastructure standard. The dialogue has just begun. Ampace will continue to engage in strategic exchanges with global industrial automation leaders and digital energy pioneers, co-authoring the playbook for a safer, more efficient, and more resilient AI-ready world.