Alarm over computer "worms" created with AI
Experts are warning about computer "worms" created with AI that can infect devices and harm users without restraint. University of Toronto professor Nicolas Papernot joins with more.
IT/기술 · "PROFESSOR" · 총 40건
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Experts are warning about computer "worms" created with AI that can infect devices and harm users without restraint. University of Toronto professor Nicolas Papernot joins with more.
Without disclosing that work has been generated using the technology, faith in existing industries will continue to be undermined Follow our Australia news live blog for latest updates Get our breaking news email, free app or daily news podcas When a university vice-chancellor this week admitted to using AI in writing an opinion piece for a major Australian masthead, but did not disclose that use prior to publication, it highlighted the growing gap between people’s use of AI and trust in the technology. Data from Roy Morgan this week showed 13.6m or 58% of the population older than 14 now use AI each month, with ChatGPT being the most popular, followed by Google’s Gemini and Microsoft Copilot. Continue reading...
AI toys could compromise children's relationships with their parents, NYU professor Jonathan Haidt said.
Professor Cath Ellis, Western Sydney University's pro vice chancellor for quality and integrity, had her piece published in the Sydney Morning Herald last month.
Life rarely offers us a straightforward choice between the right and wrong ways of doing things. But Chancellor Rachel Reeves is facing just such a choice this week.
Aluno de 12 anos é aprovado em vestibular de universidade pública no Ceará. Após passar no vestibular de Matemática com apenas 12 anos, o cearense Lucca Fontes Aragão, hoje com 13 anos, sonha em entrar em universidades prestigiadas, como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Entre os objetivos do adolescente também está participar da Olimpíada Internacional de Matemática (IMO), a mais importante competição de matemática que reúne alunos de Ensino Médio de cem países diferentes. Filho de um professor de Matemática e de uma nutricionista, Lucca recebeu diagnóstico de superdotação em 2025, após ser avaliado por uma psicóloga que identificou quociente intelectual (QI) de 136 — acima do índice de 130 usado como referência para caracterizar a condição. Lucca Fontes Aragão Arquivo Pessoal O estudante chamou atenção no ano passado ao ser aprovado no vestibular da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Ele conquistou o 29º lugar no curso de licenciatura em Matemática, com 190 pontos. A aprovação, porém, é apenas uma das conquistas acumuladas pelo adolescente Em 2025, ele ficou em 1º lugar no Nível 1 da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), com nota máxima. Também conquistou medalhas de ouro na Olimpíada Brasileira de Física (OBF) e na Olimpíada Brasileira de Informática (OBI). Para 2026, o plano de Lucca é manter um bom resultado na OBM, bem como conquistar o top 3 da Olimpíada Cearense de Matemática (OCM) e, assim, se classificar para a Olimpíada Rioplatense de Matemática. No ano passado, Lucca recebeu mdealha de ouro e ficou como 1º suplente para a olimpíada. Apesar dos holofotes, o menino se sente tímido diante da atenção da mídia. "Eu penso que é mais uma maneira de divulgar meus resultados, como reconhecimento", diz. Mas admite não ler as reportagens: "mó vergonha". Seu pai, José Aragão, lembra que, apesar de ter comportamentos de alguém mais velho, Lucca ainda é uma criança: ele gosta de brincar, colecionar figurinhas do álbum da Copa do Mundo, viajar, jogar bola e ir à praia, apesar de ter comportamento de pessoas mais velhas. Academia LED lança categoria para universitários no Prêmio Profissionais do Ano; saiba como participar José diz que o jeito "carinhoso, tranquilo e gente boa" do filho também conquistou a admiração das pessoas ao seu redor. "É uma criança, mas com um senso de responsabilidade muito forte. Às vezes, eu estou conversando com o meu filho, eu digo: 'esse menino parece ter 20 anos de idade'. Outras vezes, ele parece a criança que é", comenta. Como tudo começou A família começou a desconfiar que Lucca poderia ter altas habilidades durante o cursinho de preparação para entrar no Colégio Militar, em 2023. O garoto sempre havia tirado boas notas, mas começou a se destacar ainda mais nos simulados, em que "não saía" do primeiro lugar. Naquele ano, contudo, Lucca não conseguiu entrar no colégio com o qual sonhava. De acordo com José, o problema foi a falta de prática na administração de tempo entre questões de português e matemática. José assume a culpa: "eu, como pai, errei na estratégia, porque o resultado só vem com a família junto". A decepção de Lucca foi grande, mas, no ano seguinte, se intensificaram os simulados, eram dois por semana. No dia da prova, Lucca terminou a avaliação 1h30 antes do tempo limite, não porque deixou questões sem fazer, e sim pela facilidade em resolvê-las. Como resultado, foi aprovado em primeiro lugar, com nota máxima. Mas antes do cursinho, a família de Lucca não desconfiava da superdotação do garoto, embora houvesse algo que José estranhava: a habilidade dele no esporte. Quando ia para a escola de futebol, dos seis aos dez anos, Lucca parecia prever as jogadas. "Ele entende do posicionamento, da estratégia, do que deveria ser, como se fosse um técnico, porque ele tem essa visão espacial e até matemática do campo", relata o pai. Isso se repetiu quando Lucca largou o futebol e passou a se dedicar ao tênis de mesa. Agora, ele faz aulas de jiu-jitsu, em que, mais uma vez, demonstra grande interesse e facilidade em aprender os movimentos. Segundo a presidente do Conselho Brasileiro de Superdotação (ConBraSD), Carina Rondini, é comum os pais demorarem a identificar que filhos únicos ou primogênitos sejam superdotados, já que não têm outra criança com a qual comparar. "A gente tem dificuldade de perceber isso, porque o público em geral não estuda as fases do desenvolvimento humano, não estuda comportamentos de superdotação", avalia. Dedicação aos estudos A disciplina preferida de Lucca na escola é Matemática. "Óbvio", diz o garoto. Para estudar as matérias das quais não gosta, como Português e Biologia, ele conta com a ajuda da mãe. No domingo, o dia é livre, e Lucca relata que a mãe "sempre faz esse esforço para a gente sair de casa, fazer alguma coisa diferente". Mesmo com a notável facilidade em aprender, a rotina de estudos de Lucca é intensa. Ele assiste às aulas no Colégio Militar e, para se preparar para olimpíadas e concursos, vai como convidado à sua antiga escola, Farias Brito, onde estudava desde 1 ano de idade. Somando as horas de aulas com as horas de aprendizado individual, Lucca passa cerca de 10 a 12 horas por dia estudando. Segundo José, um dos fatores que mais tem ajudado Lucca a alcançar seus resultados é a concentração. "Ele consegue estar no meio de uma guerra e, se pegar um livro, consegue filtrar todo o ruído e ler", comenta. De acordo com a especialista em superdotação e doutora em psicologia Denise Arantes, também diretora do Núcleo Paulista de Atenção à Superdotação (Npas), a alta habilidade costuma ser caracterizada por grande engajamento e motivação intrínseca no que for relacionado à atividade de interesse. Ela destaca que a superdotação traz facilidade no aprendizado, mas que sem os devidos estímulos do meio, esse potencial não pode ser alcançado. Isso inclui dedicação e horas e estratégia de estudo. "As pessoas têm essa ideia que [o superdotado] vai aprender sozinho, que não precisa de suporte. Por isso, às vezes a escola nega o atendimento", diz Arantes. "Na verdade, essas pessoas nascem com um potencial. Mas se não for exposto àquele conteúdo, se não se dedicar àquela tarefa, esse potencial não serve de nada", completa. O papel da escola No geral, escolas no Brasil não estão preparadas para atender pessoas com superdotação, avalia Rondini. De acordo com ela, falta uma política pública forte de preparo dos professores. "Um aluno superdotado precisa de desafio, de suplementação, de enriquecimento na área em que tem habilidade superior", afirma. Os próprios colegas de classe podem trazer desafios para o superdotado por estarem em um nível diferente de desenvolvimento intelectual. A escola deve ouvir o aluno com altas habilidades e construir um plano de estudos junto a ele, defende Rondini. Isso pode incluir permitir que o aluno assista a aulas avançadas ou faça pesquisas em laboratório quando já absorveu o conteúdo na classe regular. No caso do Lucca, os pais não pretendem adiantar o menino de série, pois querem que ele viva cada fase. As demandas do garoto por um ambiente de aprendizado mais desafiador e estimulante são supridas pelas aulas avançadas de matemática na escola que frequenta como convidado. Lá Lucca também fez amigos que têm interesses e habilidades semelhantes às dele. Em outros campos, o aluno com altas habilidades pode precisar de maior auxílio, por serem exigentes consigo mesmo, pondera Rondini. "Por vezes, o raciocínio é o seguinte: 'se sou tão bom em uma área, por que não posso ser nas demais?'." Os pais de Lucca têm se atentado para que a pressão por ser sempre o melhor não seja uma questão na vida do menino. "Eu, como pai, digo: 'meu filho, se você não ficar em primeiro lugar, se você não fechar a prova, não tem problema. Ninguém é perfeito'." Ao responder como lida com um resultado que não sai como deseja, Lucca responde: "Eu tento botar as coisas na linha. Mas se não der certo, vamos para a próxima e é isso".
People-to-people exchanges are already laying the groundwork for a different kind of Belt and Road collaboration. That's on full display in Astana as Chief Executive John Lee’s delegation wrapped up the Kazakhstan leg of his Central Asian tour with a visit to Nazarbayev University (NU) on Wednesday. Two individuals on the NU campus – a Hong Kong-born engineering professor and a local Kazakh startup founder – believe the story lies not just on a government level, but also in student exchanges, educational technology innovation and a new business corridor between Astana and Hong Kong. For the past eight years, Annie Ng, an associate professor at NU’s School of Engineering and Digital Sciences, is one of the few Hongkongers working in Kazakh academia. Ng said the chief executive’s visit is a long-overdue catalyst. “I think this is a very good start. I believe there will be more MoUs and more collaborations with different university institutes in Hong Kong with NU and Kazakhstan – not just for research, but also other education programmes or short courses,” she said. Ng sees Kazakhstan as a pivotal player under the Belt and Road framework, but notes a gap in Hong Kong’s engagement compared with the mainland. While there has been a growing number of mainland tourists and entrepreneurs in Almaty and Astana, she said Hongkongers remain conspicuously absent and should explore opportunities in Kazakhstan. “Young people will be more interested here and explore something new – not a typical country to visit. Kazakhstan, Central Asia, we are also close to other Central Asian countries,” she said. For Hong Kong businesses, she said, the potential is tangible. “A lot of things are developed in Hong Kong but not here. They can find a lot of room to expand their business.” Nurken Bolatov is chief operational officer of Artisan Education, a startup based on the NU campus that produces engineering kits and a web-platform for learning robotics, programming and STEM. Bolatov’s company has already been accepted into the ideation programme at the Hong Kong Science and Technology Parks (HKSTP). “For us, I hope it’s a great opportunity and experience to try our products in another region, with other students, and get some more feedback,” he said. But his ambitions for Hong Kong go beyond market testing. He sees the city as a manufacturing gateway. “There are a lot of manufacturers in Hong Kong and in China, so probably it would be great for us to cooperate with them so we can produce a lot more of our products.” He also hopes to tap into Hong Kong’s talent pool. “As I know, there are a lot of strong universities in China and in Hong Kong. Probably it would be helpful to find some potential team members to get into our project.” His startup is already piloting its products in several countries, including South Korea, Türkiye and the UK. Edited by Edmond Fong
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A blind experiment found AI won in a matchup between 16 law professors and AI tutors.
From a draft by Stanford law professor Julian Nyarko and others: We conducted a blinded evaluation of short-answer tutoring in… The post Eventually, the Steam Drill Always Wins: "Law Professors Prefer AI Over Peer Answers" appeared first on Reason.com.
The “Leiden Declaration” is backed by over 150 professors from across the world.
Projeto Circular: Mercado do Sal, Coletivo Aparelho Otavio Henriques/Divulgação O Projeto Circular em Belém, chega à 61ª edição, neste domingo (7) ocupando os bairros da Cidade Velha, Campina e Reduto, centros histórico e comercial da capital paraense. Desta vez, são 44 espaços culturais abertos, entre insititucionais, independentes, e roteiros a pé - (veja a programação completa no menu abaixo). A programação é diversa e aberta ao público, trazendo exposições, shows, oficinas, roteiros guiados, feiras criativas, experiências gastronômicas e atrações voltadas às crianças e famílias inteiras. ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Neste mês junino, com banho de cheiro e quadrilha, o Circular destaca a memória e a contemporaneidade da cidade. Do patrimônio arquitetônico aos ateliês independentes, dos museus aos quintais criativos, das caminhadas guiadas às rodas de carimbó. Serviço 61a edição do Circular Campina Cidade Velha. Neste domingo, 7 de junho, das 8h às 20h, nos bairros da Cidade Velha, Campina e Reduto. Veja a programação completa por bairro: Campina Cidade Velha Reduto BAIRRO CAMPINA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO PARÁ – 9h às 12h – Av. Pres. Vargas, 158 (entrada pela Rua Santo Antônio) – contato: (91) 98122-9672. O Palácio do Comércio, localizado no bairro da Campina há 90 anos e sede da Associação Comercial do Pará, abre o salão nobre com duas exposições: Sobre o comércio no Pará e a história da ACP, entidade que existe há 207 anos. Sobre o trabalho do químico e geógrafo francês Paul Le Cointe — um dos fundadores da primeira escola de química da região em parceria com a ACP. No salão nobre também poderão ser apreciadas várias pinturas do artista Benedito Melo. ASSEMBLEIA PARAENSE – SEDE SOCIAL – 10h às 15h – Av. Pres. Vargas, 762 – contato: (91) 98191-6800. Exposição Na Paisagem das Coisas, com obras de Beatriz Melo, Emily Guimarães, Igor Oliveira e Samantha Salazar, com curadoria de Cristina Viviani. Lançamento do livro Diário de uma desconhecida, de Cristina Gemaque. 12h – música ao vivo, venda de comidas e bebidas. Evento aberto ao público. ASSOCIAÇÃO FOTOATIVA – 9h às 14h – Praça das Mercês – contato: (91) 99136-6479. 9h às 11h – Oficina de Câmera Escura e Desenho com Irene Almeida. Carga horária: 2 horas. Faixa etária: a partir de 7 anos. A atividade busca estimular a criatividade, a observação e o fazer manual, de forma lúdica e acessível, sem o uso de instrumentos cortantes, como tesouras. 11h às 14h – Prática em Fotografia Pinhole, com Moisés Araújo. Carga horária: 3 horas. Faixa etária: a partir de 12 anos. Propõe uma experiência prática em fotografia pinhole junto à comunidade local, utilizando câmeras pinhole e experiências com câmeras obscuras. AVINTURA VINHOS FINOS – 12h às 19h – Rua Carlos Gomes, 251 (entre Padre Prudêncio e Ferreira Cantão) – contato: (91) 98161-0144. O bar de vinhos apresenta dois pacotes especiais de degustação: um de vinhos leves e refrescantes e outro de vinhos tintos. São quatro rótulos em cada degustação. Opções de vinhos no cardápio para consumo em taça ou garrafa, entradinhas e comidas especiais, além de música ao vivo. BALATA – 11h às 20h – Rua Carlos Gomes, 241 – contato: (91) 98721-4671. 11h – Menu especial de almoço: opção 1 – moqueca com arroz de castanha-do-Pará. Opção 2 (vegetariano) – quiche de palmito com jambu acompanhado de salada marajoara. 11h – Feira Criativa. 13h – Brasilidades com DJ Nandíssima. 15h – Reggae com Cleide Roots. BIBLIOTECA DO GRÊMIO LITERÁRIO PORTUGUÊS – 8h30 às 16h – Rua Senador Manoel Barata, 483. Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Exposição de Escritores Portugueses: painéis biográficos e obras de autores como Camões, Fernando Pessoa, José Saramago, Eça de Queirós, Sophia de Mello Breyner, entre outros. Espaço de leitura com trechos selecionados. Sessões de mediação literária. Feira de artesanato: exposição e venda de peças inspiradas na cultura portuguesa, como azulejaria, bordados, miniaturas e cerâmica. Espaço gastronômico com venda de doces e salgados típicos: pastéis de nata, bolinhos de bacalhau, broas, rissóis, doces conventuais e bebidas tradicionais (não alcoólicas para área livre). CABIDE COLLAB – 9h30 às 14h – Rua Veiga Cabral, 1357, entre Padre Eutíquio e Presidente Pernambuco – contato: (91) 98133-6324. Marcas independentes, produções criativas e um ambiente que valoriza autenticidade, troca e fortalecimento coletivo. Oficina de lettering ministrada por Thassia Serra. Inauguração oficial da marca Bonezin, apresentando sua nova coleção de bonés e camisetas com referências à Copa e à cultura regional. CASA DO SOL – 8h às 14h – Rua Osvaldo Cruz, 207, em frente à Praça da República – contato: (91) 99127-2122. Vyva Mercado do Bem-Estar - Feirinha Mercado Criativo (autocuidado, bem-estar, decoração e moda consciente). Café da Manhã Solar e Almoço Iluminado. CASA IGÁ – 11h30 às 16h – Travessa Frei Gil de Vila Nova, 215, entre Manoel Barata e Ó de Almeida – contato: (91) 98581-3873. A comida é o que nos conta e nos representa. Depois de um período de recesso, o Igá reabre as portas. Te convidamos para a reabertura, no meio dessa andança dos circulares. CENTRO CULTURAL BANCO DA AMAZÔNIA – 9h às 14h – Av. Presidente Vargas, 800, esquina da Rua Carlos Gomes. 9h30 – chegada do Circuitinho Circular – visita + mastro junino. Exposições: Futebol – Exposição Nacional de Humor do Banco da Amazônia. Trabalhadores, de Sebastião Salgado. Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense (1959–2026), com visita mediada com o colecionador Eduardo Vasconcelos. CENTRO CULTURAL BIENAL DAS AMAZÔNIAS – 10h às 12h – Rua Senador Manoel Barata, 400 – contato: (91) 91980-291686. 10h – Contação de Histórias Netê Bekum e o Dilúvio, com a artista Ester Sá, no novo espaço dedicado ao público infantil. 10h – Mediação com Vânia Leal e Emmanuel Nassar na exposição Meu tema sou eu + oficinade mosaico com materiais recicláveis. 11h – Mediação com Nay Jinknss na exposição A vida não é paisagem. O Café do Rio estará aberto durante todo o dia, com uma cozinha que revisita ingredientes e saberes amazônicos em uma gastronomia contemporânea e afetiva, no 1o piso do CCBA. CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA ELEITORAL – 8h às 14h – Rua João Diogo, no 284 – contato: (91) 9320-6642. Venda de café da manhã do Ateliê Adriana Guedes, com café, doces e salgados variados. 9h às 11h – Palestra Educar para Adiar o Fim: arte, educação popular e práticas coletivas diante dos eventos climáticos extremos. Convidado: Caio Vilar Sousa da Paixão – educador popular. Em alusão ao Dia do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, propõe uma reflexão sobre o papel da arte e da educação popular diante da emergência climática. 9h às 14h – Exposição O Alvorecer da Justiça Eleitoral (1932–1937) - Foco principal na história dos primeiros anos de funcionamento da Justiça Eleitoral no Pará e na história das eleições antes da criação da Justiça Eleitoral. Curadoria e pesquisa: Equipe de História do TRE-PA. 9h às 14h – Exposição Amazônidas. Realizada pelo Instituto Mulheres Artistas da Amazônia (IMAA), em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) - Narra as muitas histórias da Amazônia contadas por mulheres artistas do território. Curadoria: IMAA e Marcelo Lobato. CIRCULAR APRESENTA – 11h30 – Rua Carlos Gomes, ao lado do Centro Cultural Banco da Amazônia. Zé Diogo faz show dançante em clima de festa junina. Nascido em Maceió (AL), seu álbum de estreia é Consertamos Disco Voador (2021), lançado no Rio de Janeiro. Integra os projetos Respeita Juliette, Amor e Samba e Fé no Batuque. CIRCUITINHO CIRCULAR – 16a edição – 8h30 às 11h - Praça da República - Ação de educação patrimonial para crianças com intervenção lúdica durante o trajeto. 8h30 Concentração – em frente ao Theatro da Paz 9h00 Início da caminhada junina Percurso: Theatro da Paz, Praça da República, Teatro Waldemar Henrique, ICA-UFPA, Centro Cultural do BASA, Rua Carlos Gomes: Mini- Arraial Circuitinho junino. Público alvo: 5 a 11 anos Importante: Levar água, sombrinha e passar protetor solar nas crianças. Gratuito - com intérprete de Libras Inscrições pelo email: circuitinhocircular@gmail.com HUN CABOCO – 11h30 às 14h30 – Travessa Dr. Moraes, 33 – contato: (91) 98118-0828. Nesta edição tem almoço com gó frita, arroz, farofa de jambu e vinagrete de abacaxi, prato para ser dividido por até 3 pessoas. 12h30 às 14h30 – Show A Canção Brasileira, com Floriano Santos. Exposição Povos do Xingu, com registros fotográficos de Alberto Ampueiro. MERCEDÁRIOS UFPA – 10h às 16h – Boulevard Castilhos França, s/n, em frente à Estação das Docas. Livraria ed.ufpa com descontos de 10% a 40% em todos os livros. GAU – Galeria de Arte da UFPA: visitação à exposição Terra Incógnita: notas amazonianas. GAU e Mercedários: Feira de impressos do Mordente, com venda de xilogravuras, calcogravuras e impressos realizados por discentes do projeto de extensão da UFPA, coordenado pela artista e professora Elaine Arruda. Sabores da Diná e Mãos de Anjo. 10h – Coral de Saxofones da EMUFPA. Coordenação: Prof. Marcos Cardoso (Puff). RESTAURANTE PURÃO VEGANO – 11h30 às 15h – Rua Padre Prudêncio, no 166 – contato: (91) 98210-5455. Almoço especial para recarregar as energias, com buffet livre e por quilo, no coração da cidade. ROTEIRO GEO-TURÍSTICO DA UFPA – 8h30 às 12h – saída na Praça das Sereias (em frente ao Cinema Olympia) – contato: (91) 98831-1480. Percorrendo e revelando paisagens da Belle Époque na cidade de Belém do Pará. Percurso: Cinema Olympia; Praça das Sereias e IEP; Ed. Manoel Pinto e Avenida Nazaré; Palacete Faciola e Rua Dr. Moraes; Palacete Bolonha e Avenida Governador José Malcher; coretos e Praça da República; Theatro da Paz; Bar do Parque; Grande Hotel e corredor das mangueiras; ICA-UFPA. Inscrição e informações: @roteirosgeoturisticos SESC VER-O-PESO – 9h às 12h30 – Boulevard Castilhos França, no 522/523. 9h às 11h – Artes visuais / vivência. Atividade artística para infância. 10h às 11h – Literatura / contação de história. Momento de mediação literária e narrativa oral com histórias voltadas ao público infantil e famílias. 11h às 12h – Audiovisual / CineSesc. Exibição dos curtas Lá na Frente (10 min), A Menina que Queria Voar (20 min) e A História de Ayana (8 min). 9h às 12h30 – Artes visuais / exposições. III Mostra Tekó – Arte, Território e Retomada. Exposição coletiva com curadoria de Cely Arikém e Marcely Gomes Feliz. Participam: Cely Arikém, Jesus Magno, Lenina Nampé, Tai Yawara, Murilo Savage e Wira Tini. Curto-Circuito – O Lugar e o Não-Lugar. A mostra reúne trabalhos das artistas Luciana Lemos e Sílvia Helena Cardoso. TAPI-ÓKA – 8h às 18h – Travessa Frei Gil de Vilanova, 223 (entre Manoel Barata e Ó de Almeida) – contato: (91) 98232-8229. O Tapi-Óka se junta à Cova da Onça e ao Bar do Matheus e faz sua festa junina na rua, no clima da Copa. Arraial da Copa: comidinhas da época, brincadeiras, feirinha artesanal e música. Um encontro de sabores, saberes e presenças, onde a comida nasce da terra e se transforma em memória. (volte ao menu) BAIRRO CIDADE VELHA BAR E RESTAURANTE BOTECO DO CARMO – 11h às 20h - Trav. Dom Bosco, 94. Contato: (91) 99341.7784. 11h30 – Almoço | Peixe frito, picanha na chapa, coxinha e unha de caranguejo, pirarucu com açaí e tacacá são as opções. 15h30 - Grupo de carimbó O Canto do Mangue BAR E RESTAURANTE DO RUBÃO – 10h às 15h – Travessa Gurupá, 312 – contato: (91) 98083-8303. Comidinhas regionais e tradicionais + bebidinhas no pedaço mais animado da Cidade Velha. BAR E RESTAURANTE NOSSO RECANTO – 11h às 20h - Rua Siqueira Mendes, 24 em frente à Praça do Carmo. Contato: (91) 98166.9812. Bebidinhas, petiscos e almoço CASA APOENA – 10h às 20h - Rua São Boaventura 171. Contato: (91) 98213-6071. CENTRO CULTURAL DO BENÉ – COLETIVO ENCANTADAS – 10h às 20h - Tv. Dom Bosco, 27 - Ao lado da Igreja do Carmo/Beco do Carmo. Contato: (91) 98809.1953. Um dia cheio de arte, música e inspiração, com uma programação especial que celebra talentos locais e a diversidade cultural. 13h - show com Mário Renan, o melhor da MPB 16h - show com Fábio Lima Exposição de artesanato com peças únicas, feitas à mão por artistas e artesãos da região. CENTRO DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO SOCIAL DA SICOOB COIMPPA - 9h às 13h - Joaquim Távora, 438. Contato: (91) 98862-9992. 2a Feira Cooperativa Espaço Gastronômico com Marília’s Buffet - Festival de Tortas e opções do cardápio junino em alusão ao mês de São João. Vitrine Cooperativa, com exposição e venda de produtos diversos (artesanato, roupas e cosméticos com insumos da Amazônia) produzidos pelas cooperadas. 10h às 12h30 - apresentação da musicista Thais Carneiro, professora da Escola de Música da UFPA - música clássica com raízes regionais do Pará. CIRCULAR APRESENTA – 18h30 às 20h – Rua Siqueira Mendes (Praça do Carmo). Alba Mariah, cantora, intérprete e compositora. A cantora traz repertório de música paraense e clássicos da MPB. Banda: Taylan (baixo), João Daibes (piano), Tomas Vieira (bateria), William Jardim (guitarra) e Tiago Amaral (clarinete). COLETIVO APARELHO – 10h às 18h – Mercado do Porto do Sal, Rua São Boaventura, próximo à Rua Gurupá, s/n. Exposição EmpoderArt – entre cores, histórias e resistência. Lojinha Aparelho durante toda a programação. 10h00 – Espaço criativo infantil. 12h00 – lanche colaborativo. 12h30 – Mercado do Choro. 14h30 – DJ Baldada. 15h30 – apresentação regional. 16h00 – Pandeiro Livre. ESPAÇO CANDEEIRO – 8h às 20h – Travessa Joaquim Távora, 172 – contato: (91) 98580-9895. 10h às 18h – visitação à exposição O Salão das Recusadas, da artista Rafaela Moreira. 9h00 – oficina de roteiro para cinema documental. 17h00 – música ao vivo com Cravo Carbono. Venda de livros novos e usados. Cafeteria aberta com canjica, bolo de macaxeira, cuscuz nordestino e outras comidinhas da terra ao longo do dia. O cardápio celebra a conexão entre o Norte e o Nordeste, oferecendo sabores que dialogam com a proposta de integração cultural do espaço. Mais informações: @espaço_candeeiro ESPAÇO CULTURAL GRUTA – 9h às 19h – Passagem Nélio Lobato, 62 – contato: (91) 98261-2135. Arte, música e experiências ao vivo. Exposição Chocadeira, dedicada ao lançamento de novos artistas, além de intervenções como retratos em aquarela produzidos na hora. O evento também conta com apresentação musical e de dança, além de momentosinterativos com o público. Venda de comida. Exposição Chocadeira junina – Giro do Carimbó. Feirinha: artesanato, aquarelas, luminárias, crochê, macramê e adesivos. Ilustrações originais à venda com Renan Ruffeil, Daniel Pina, Larissa Cristina e Letícia Álvares. 10h às 12h – retratos em aquarela. Produção ao vivo para as quatro primeiras pessoas que chegarem ao evento pela manhã. 15h às 17h – apresentação musical com Jorge Hiago. Apresentação musical ao vivo com o cantor marajoara, músico e dançarino Jorge Hiago. 17h30 às 18h – roda de carimbó com A Menina Caruana. 17h30 às 18h – lançamento do livro Lugar Algum, de Marcos Samuel. FÓRUM LANDI – 9h às 13h – Rua Siqueira Mendes, 60 – contato: (91) 98119-5287. Belém em Miniatura: visita guiada à maquete do Centro Histórico de Belém. Exposição Amazônia Violada, com pinturas e esculturas do artista plástico Jó Sales. INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO PARÁ (IHGP) – 9h às 12h30 – Rua D’Aveiro Cidade-Irmã, no 62 – contato: (91) 9827-35444. Visitas monitoradas às exposições: Águas Turvas: Paisagens Insurgentes da Adesão de 1823, que reflete sobre a Adesão do Pará no contexto do processo de Independência do Brasil. Galeria Imperial, que remonta uma galeria estatutária, ressignificada e reinterpretada, contando a história do Império Brasileiro. 10h às 12h – Oficina de Collage, do Plurais Arte e Literatura, sob coordenação da colagista Céu Passos. São 25 vagas para público a partir de 10 anos, com inscrições na bio do perfil @pluraisliteratura. MAIRI – 11h às 18h – Rua Siqueira Mendes. Festa Feira com: Jenipapo Feira de Arte Gráfica – feira independente idealizada pela artista visual Thay Petit, conectando arte gráfica, ilustração, quadrinhos, publicações independentes, oficinas e experiências culturais em diálogo com a Amazônia contemporânea. DiRocha Feira Criativa – iniciativa voltada ao artesanato, moda autoral e economia criativa, ampliando conexões entre arte impressa, fazer manual e empreendedorismo independente. PUBA BAR – 12h às 17h – Rua Veiga Cabral, 649 – contato: (91) 99196-5702. Sob o comando dos chefs Thiago Castanho e Gustavo Rodrigues, almoço com pratos especiais e vinhos em taça. Também haverá prints fotográficos de Thiago Pelaes à venda pela primeira vez. RESTAURANTE CELESTE – Rua Padre Champagnat, 302 – contato: (91) 98567-0220. SIMM/SECULT – 9h às 17h – Complexo Feliz Lusitânia e outros. Museu de Arte Sacra (MAS) – acervo histórico com mais de 400 peças sacras, entre pinturas e imaginária. Forte do Castelo – marco fundacional de Belém com acervo arqueológico e indígena. Casa das 11 Janelas – espaço de arte contemporânea em edifício histórico do século XVIII. Museu do Estado (MEP) – instalado no Palácio Lauro Sodré, reúne acervo ligado à história do Estado. Memorial da Navegação (MAN) – aborda a relação do homem amazônida com os rios e a cultura das águas. MIS-PA (Palacete Faciola) – preserva registros audiovisuais e manifestações culturais do Pará. DPHAC (Palacete Faciola) – espaço voltado à preservação do patrimônio histórico e arquitetônico. (volte ao menu) BAIRRO DO REDUTO BISTRÔ CAFÉ CLUB – Endereço: Av. Gov. José Malcher, 147. Contato: (91) 99201.1308. Horário de Funcionamento: 9h às 13h. Cardápio especialíssimo criado pela chef Fabi Soares, com Brunch Junino, embalado pela história das comidas típicas de junho. Brunch, Croque, Tostex, Toast, cafés quentes ou gelados, cappuccino, mocaccino, chocolate quente, tapiocas recheadas salgadas e doces. Sucos 100% naturais e funcionais. Espaço com música ambiente, acessibilidade, estacionamento com descontos para clientes e área externa Pet Friendly. CASARÃO RÁDIO MARGARIDA – 9h30 às 12h - Av. José Malcher, 189. Contato : (91) 993394301. O casarão histórico que abriga toda a trajetória da ONG Rádio Margarida, há mais de três décadas dedicada a projetos de educação popular 9h30 Abertura do casarão 10h Espetáculo infantil “Dona Árvore e o Passarinho”, com Gilson Araújo, Tais Sawaki e Adelson Gonzaga. Voltado a crianças de 3 a 10 anos, o espetáculo promove, de forma lúdica e sensível, reflexões sobre educação ambiental – 1 hora de duração. ESPAÇO VEM - Endereço: Rua Ó de Almeida, 1084, (Entre Rui Barbosa e Benjamin). Contato 10h as 17h Loja Autoral com mais de 50 marcas da cidade aberta durante todo evento. Lançamento da nova coleção para COPA 2026. Os quinze primeiros clientes que comprarem na loja e fomentarem a economia criativa, irão ganhar chopp artesanal da Kombreja. 13h as 16h – Set DJ Faca tocando Brasilidades, samba e black music. Cozinha Mururé - lanches, sobremesas e sucos regionais. Kombi da Kombreja com chopps de vinho e artesanais. INSTITUTO LETRAS QUE FLUTUAM - Endereço: Canto do Letras - Travessa Rui Barbosa, 257 - Sala 3 – Reduto. Horário de Funcionamento: 09h às 13h Comercialização de produtos dos Abridores de Letras - placas decorativas, livros, cadernos, camisetas, ecobags e letras em miriti. Oficinas rápidas de Abertura de Letras conduzidas por um abridor de letras associado ao Instituto. Gratuita. 9h - Abertura do Canto do Letras - Sala 3 - com venda de produtos e visita ao acervo do Instituto Letras Que Flutuam 9h30 - Primeira Oficina de abertura de letras (50 min) 10h30 - Segunda Oficina de abertura de letras (50 min) 11h30 - Terceira Oficina de abertura de letras (50 min) 13h - Encerramento das vendas de produtos no Canto do Letras VILA PRANA – Endereço: Rua vinte e oito de setembro 913, esquina com trav. Rui Barbosa. Contato: (91) 99808.0180. 9h às 14h - Bem Cafeinado e Bolo de Cristal - loja 1 entrada pela R 28 de setembro 9h às 13h - Instituto Letras que Flutuam - sala 3 - oficinas | Oficina de Abertura de Letras às 9h30, 10h30 e 11h30 e venda de produtos. 9h às 14h - Prana Tropical - loja 3 aberta com oficinas e convidados especiais
A renowned artificial intelligence researcher who spearheaded foundational AI research for TikTok owner ByteDance has announced his departure from the company. The unexpected development comes as the firm is increasingly looking to monetise its core AI offerings, including subscription plans for its flagship consumer AI app Doubao. Gu Quanquan, also an associate professor of computer science at the University of California, Los Angeles (UCLA), announced his departure from ByteDance on social...
Número de casos graves de influenza de janeiro a maio de 2026 já supera o mesmo período do ano passado. Tony Winston/Agência Brasília Há pouco mais de um mês, o auxiliar de produção Eliseu Gomes de Souza Camargo, de 46 anos, tenta encontrar forças para seguir a vida após perder o filho Bryan, de 13 anos, vítima de uma infecção causada pelo vírus influenza, responsável pela gripe. O menino apresentou os primeiros sintomas em 30 de março, quando começou a reclamar de dores no corpo e cansaço. "Inicialmente, medicamos ele em casa e ficamos acompanhando", conta Eliseu. "No dia seguinte, ele teve febre e o levamos ao pronto-atendimento, onde foi medicado e depois voltou para casa." Agora no g1 Segundo a família, nos dias seguintes, as dores no corpo — principalmente nas costas — e a falta de ar pioraram. O adolescente foi levado novamente a um pronto-socorro em Sorocaba, no interior de São Paulo. "Ele chegou debilitado, com muita falta de ar. Foi quando pediram um exame e o Bryan foi diagnosticado com Influenza A. Ele foi internado, intubado e a doença progrediu rápido demais", recorda o pai. Durante a internação, Bryan sofreu duas paradas cardíacas e, em 6 de abril, não resistiu. "A saturação dele caiu muito, e ele já não respondia mais às medicações. A partir daí, tivemos certeza de que já o tínhamos perdido. Quando ele teve a última parada cardíaca, já não havia mais o que fazer", lamenta Eliseu. O caso de Bryan está entre as 505 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) associadas aos vírus Influenza A e B registradas no Brasil de janeiro a maio deste ano, segundo dados do Ministério da Saúde. Desse total, 136 mortes, ou 27% do total, foram confirmadas apenas nas duas últimas semanas. Isso não significa, necessariamente, que os óbitos ocorreram nesse período, mas que tiveram a causa identificada recentemente. No mesmo período de 2025, entre janeiro e maio, o país registrou 776 mortes por SRAG associadas à influenza. Especialistas alertam, no entanto, que o número de óbitos relacionados ao vírus pode ser ainda maior. Isso porque 1.344 mortes por SRAG registradas neste ano não tiveram o agente causador identificado — além da influenza, a síndrome respiratória aguda grave também pode ser provocada por vírus como covid-19, rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR). Os números indicam também aumento no total de casos em relação ao ano passado. Em 2026, o Brasil já registrou até agora 7.749 casos de SRAG por influenza, sendo 256 pelo vírus H1N1, 1.903 por H3N2, 4.892 por Influenza A não subtipada e 698 por Influenza B. Em 2025, de janeiro a maio, haviam sido registrados 6.250 casos. No sábado (30/5), Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe foi concluída com número bem abaixo da meta: apenas de 38,5% do publico-alvo (crianças com menos de seis anos, idosos e gestantes) foi vacinado. A meta era vacinar 90% - uma cobertura vacinal não alcançada pelo Brasil desde 2021. Médicos entrevistados pela BBC News Brasil afirmam que o aumento de casos nesta época do ano é esperado devido à sazonalidade dos vírus respiratórios, comum durante o outono e o inverno. LEIA TAMBÉM: Tamiflu pode reduzir em 52% as hospitalizações por influenza; uso precoce é considerado essencial Ebola, hantavírus, Influenza A e mais: quais os vírus mais perigosos hoje e como eles podem afetar sua rotina? O clima mais seco e as temperaturas mais baixas favorecem a transmissão porque as pessoas passam mais tempo em ambientes fechados e as vias respiratórias ficam mais vulneráveis. Neste ano, contudo, houve uma antecipação da sazonalidade da gripe em algumas regiões do país, o que contribuiu para a ocorrência de casos graves e o aumento de internações nas últimas semanas. A antecipação da sazonalidade viral é um fenômeno que pode ser influenciado por diversos fatores, entre eles mudanças abruptas do clima, baixa imunidade da população e maior circulação de pessoas — fazendo com que o vírus circule mais. Isso pode dar a impressão de que a gripe está "mais forte" este ano, mas, segundo especialistas, não há evidências de que o vírus tenha se tornado mais letal. "A princípio, não há evidência de mudança importante no perfil viral em relação ao ano passado. As cepas circulantes permanecem semelhantes às observadas em 2025", afirma Juliana Lapa, infectologista e membro do Comitê de Infecções Respiratórias da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). De acordo com ela, os números seguem um padrão semelhante ao observado em anos anteriores, tanto em quantidade de casos quanto em gravidade. Segundo Rosana Richtmann, infectologista do Instituto Emílio Ribas e Grupo Santa Joana, o hospedeiro do vírus é um fator importante para determinar a gravidade da infecção. Crianças, idosos, pessoas com comorbidades, como diabetes e asma, ou que fazem uso de tabaco podem apresentar quadros mais graves, por exemplo. "Também podem ocorrer casos de coinfecção, quando a pessoa pega mais de um vírus ao mesmo tempo, que também contribui para o agravamento." Tipos de vírus A médica Juliana Lapa, explica que a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) ocorre quando a infecção respiratória compromete severamente os pulmões e pode levar à insuficiência respiratória. "Isso pode acontecer tanto pelo dano direto causado pelo vírus quanto por uma resposta inflamatória exacerbada do sistema imunológico. Além disso, esses pacientes apresentam maior risco de complicações secundárias, como pneumonia bacteriana", afirma. Segundo ela, embora diferentes vírus respiratórios possam causar quadros graves, a Influenza A costuma gerar maior preocupação devido à alta capacidade de mutação e disseminação. Isso dificulta a criação de anticorpos duradouros pelo organismo e favorece reinfecções, fazendo com que uma pessoa possa contrair o vírus mais de uma vez. Além disso, o Influenza A consegue circular entre humanos e diferentes espécies animais, como aves e suínos, característica que amplia a possibilidade de novas combinações genéticas. Essa recombinação genética acontece quando uma célula é infectada por dois subtipos diferentes do vírus ao mesmo tempo. Isso é possível porque o genoma do influenza A é segmentado em moléculas distintas, possibilitando que esses segmentos se misturem durante a multiplicação do vírus dentro do hospedeiro, gerando uma nova cepa com características inéditas. Foi justamente essa característica do vírus Influenza A que permitiu o surgimento de pandemias históricas, como a de gripe espanhola de 1918 e a de H1N1 de 2009. Os subtipos H1N1 e H3N2 pertencem ao grupo Influenza A e são atualmente os mais comuns entre humanos e podem provocar complicações severas, principalmente em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. O H1N1 ficou conhecido mundialmente após a pandemia de 2009, quando um vírus de origem suína se espalhou rapidamente pelo mundo. Desde então, passou a circular sazonalmente junto às demais variantes da gripe. Especialistas explicam que o subtipo costuma estar associado a inflamações pulmonares graves e rápida piora respiratória, especialmente em grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas ou com doenças crônicas. Em muitos casos, os sintomas surgem de forma abrupta, com febre alta, dores intensas no corpo e rápida piora respiratória. Já o H3N2 é conhecido pela elevada transmissibilidade e pelo impacto significativo entre idosos, já que essa população costuma apresentar um sistema imunológico mais fragilizado. Esse subtipo sofre mutações frequentes, dificultando a manutenção da imunidade coletiva por longos períodos. Surtos de H3N2 já foram associados ao aumento da mortalidade entre idosos e à pressão sobre sistemas hospitalares. Em ambientes fechados, como asilos e hospitais, a disseminação costuma ocorrer rapidamente. Embora os sintomas sejam semelhantes aos do H1N1, especialistas afirmam que o H3N2 apresenta maior capacidade de escapar parcialmente da proteção imunológica adquirida em infecções anteriores devido às mutações frequentes "A influenza A possui maior capacidade de variação antigênica, o que favorece reinfecções frequentes e o surgimento de novas variantes", detalha Lapa. O Influenza B, por sua vez, apresenta comportamento diferente. Ele circula quase exclusivamente entre humanos e sofre menos mutações do que o tipo A. Apesar de ser considerado menos agressivo e possuir menor potencial pandêmico, o vírus também pode provocar hospitalizações, complicações respiratórias e mortes. Além da síndrome respiratória aguda grave, a influenza pode causar pneumonia viral, insuficiência respiratória e agravamento de doenças cardiovasculares e metabólicas. "O vírus pode causar uma inflamação do endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos, fazendo com que qualquer placa de gordura que tenha nesse vaso sanguíneo se solte. Essa placa fica na corrente sanguínea, podendo ir para o cérebro e causar um AVC ou para o coração, causando um infarto", acrescenta Richtmann. Vacinação em baixa A redução progressiva da adesão à vacinação contra a Influenza nos últimos anos tem chamado a atenção de especialistas. A falta de vacinação favorece a circulação viral, além de deixar a população mais suscetível e, consequentemente, levar a um maior número de infectados. Segundo Lapa, a baixa procura pela vacina é um fator multifatorial, mas foi impulsionado principalmente pela desconfiança com as vacinas, que se intensificou após a pandemia de covid-19. "A desinformação fez com que muitas pessoas passassem a desconfiar das vacinas e isso vem desde a pandemia onde a vacinação foi sendo deixada de lado. Prova disso, é o sarampo, que era erradicado, mas que voltou a aparecer no Brasil devido à falta de vacinação", pontuou Lapa. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza teve início em 28 de março e seguiu até 31 de maio. A campanha era válida para as regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste – a região Norte tem um calendário próprio devido ao inverno amazônico a partir de dezembro. "Iniciamos a campanha priorizando as crianças, gestantes e idosos com 60 anos ou mais, que são os grupos mais vulneráveis. Mas ainda notamos uma baixa procura da população pela imunização", explica Ana Catarina de Melo Araújo, Coordenadora-Geral de Incorporação Científica e Imunização do Ministério da Saúde. Índice de vacinação está abaixo do esperado pelo governo. Fernando Frazão/Agência Brasil Os dados do Ministério da Saúde mostram que apenas 18,2 milhões das 47,4 milhões de doses disponíveis para o público-alvo foram aplicadas. Isso representa apenas 38,5% das pessoas vacinadas, bem abaixo da meta de 90%. O último ano que o Brasil conseguiu atingir essa taxa de cobertura vacinal foi em 2020. Na campanha de vacinação de 2025, foram aplicadas até junho 40,8 milhões de doses, o que representa 41,28% da população-alvo (idosos, crianças e gestantes). Nenhum estado atingiu a meta que era de vacinar 90% desse público. A vacinação contra a influenza é realizada anualmente, pois o vírus sofre mutações constantes e a imunidade diminui com o tempo. A campanha desenvolvida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é focada em proteger os grupos de risco contra complicações e óbitos. Inicialmente, crianças, idosos e outros grupos considerados prioritários pelo Ministério da Saúde como profissionais de saúde, professores e pessoas com comorbidades podem receber o imunizante gratuitamente. Com o passar das semanas, outros grupos podem ser adicionados para receber a vacina pelo SUS, de acordo com a demanda de cada cidade e o estoque de imunizantes. O imunizante oferecido pelo SUS é trivalente, ou seja, protege contra três cepas do influenza, duas do tipo A e uma do tipo B. Desde o dia 18 de maio, pessoas de todas as idades da cidade de São Paulo podem ser vacinada contra a influenza. Outras capitais, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campo Grande, Belém, Palmas e Porto Velho, já ampliaram o público que pode se vacinar gratuitamente. Pessoas que não pertencem aos grupos que estão recebendo a vacina gratuitamente pelo SUS podem adquirir o imunizante na rede particular. O valor varia de acordo com a cidade, mas pode ser encontrado a partir de R$ 80. Nesse caso, há duas opções: a vacina trivalente e também a quadrivalente — esta protege contra quatro cepas do influenza: duas do tipo A (H1N1 e H3N2) e duas do tipo B. Apesar de proteger contra um tipo a mais de vírus, os especialistas afirmam que a trivalente é suficiente. "Uma das cepas do tipo B que a vacina quadrivalente protege é a Yamagata que não circula mais desde a pandemia, então não há a necessidade de tomar a vacina quadrivalente. A trivalente é suficiente", explica Richtmann.
A professor at Grambling State University in Louisiana says he will fail any student caught using AI. "I get paid the same whether I pass you or fail you," he said. The post Grambling State U. Prof Vows to Fail Any Student Caught Using AI appeared first on Breitbart.
“Not in my backyard” is the rallying cry of citizens everywhere resisting projects proposed for their locality. Whether it’s affordable housing, a waste treatment plant, or a new data center, they may recognize the benefit of the activity. They just don’t want it near them. And the roots of that resistance differ from place to place. When it comes to the ongoing transition from fossil fuels to renewables, companies and policymakers need to know where, exactly, people are coming from. The Italian island of Sardinia is a textbook example. As IEEE Spectrum’s power and energy editor Emily Waltz discovered when she traveled there last October, Sardinian opposition to wind and solar projects runs deep. It spurred a quarter of the voting population to queue up in public squares in 2024 to sign a petition banning all construction of renewable energy. Waltz was surprised. She went there to see a promising new grid-scale energy storage system that uses domes inflated with carbon dioxide. While reporting on that project, she interviewed residents, engineers, activists, and professors about their attitudes toward climate change and the Italian government’s grand plans for renewable energy on the island. And Waltz soon learned of Sardinians’ profound antipathy toward renewable energy and its deep ties to a history of invasion, occupation, and exploitation stretching back 2,700 years. It started with the Phoenicians and then extended through the Romans, the Byzantines, and the Iberians. Sardinia was absorbed into a newly unified Italy in 1861, and it became an autonomous region of Italy in 1948. The island’s population is justifiably suspicious of outsiders, including the Italian government. “When you’re in Sardinia, the weight of history—you can feel it like in the air,” Waltz told me. “And it gets passed down from one generation to the next.” Now, Italy needs Sardinia to produce even more power to meet the country’s climate goals—something that Sardinians see as Rome’s problem, not theirs. “Sardinia already exports about 30 percent of its electricity. It’s not like they need more,” Waltz says. “So it’s hard to make the case to build, build, build.” The result of Waltz’s old-fashioned shoe leather reporting is this month’s cover story. She notes that the Sardinians she talked to aren’t climate-change deniers, and they don’t object to renewables per se. They just don’t like the way corporations and Italian policymakers are trying to plug into Sardinia like it’s one giant battery rather than the home of an ancient and proud people. “I think Sardinians would be more receptive to renewable projects if it was more of a ground-up, grassroots approach,” Waltz says. Indeed, this homegrown approach is already working in some places in Sardinia. She knows of more than 50 projects, called energy communities, where the residents are deploying renewables themselves. The idea also holds promise for other places struggling to get locals to buy into the renewable-energy transition. The Sardinian experience is both a cautionary tale and a blueprint. Ignore the weight of history that communities carry and your project risks failure. Meet the people where they are and you might just get somewhere. The same lesson applies whether you’re in Sulawesi or sub-Saharan Africa. You just have to show up to learn it.
Mulher tomando vacina contra a gripe em Ribeirão Preto (SP) Divulgação A vacina contra a gripe foi liberada para toda a população de Ribeirão Preto (SP) com mais de 6 meses de idade a partir desta segunda-feira (1º). São 39 salas de vacinação. A ampliação segue determinação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) para todos os municípios paulistas e tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal e reduzir a circulação do vírus Influenza. Em Ribeirão Preto, desde janeiro deste ano, já foram registrados 472 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Destes, 95 foram causados pela Influenza. O município também contabilizou três mortes pela doença. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Para receber a dose, é necessário apresentar documento com foto e, se possível, a carteira de vacinação. Agora no g1 A vacina contra a gripe protege contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B. Ela pode ser administrada simultaneamente a outras vacinas do calendário básico de imunização. Veja os postos de vacinação: UBS CENTRAL: Rua São José, 1.254 CRE CENTRAL (não vacina crianças): Rua Prudente de Moraes, 35 CSE VILA TIBÉRIO: Rua Gonçalves Dias, 790 UBS VILA TIBÉRIO: Rua 21 de Abril, 779 UBS CAMPOS ELÍSEOS: Avenida da Saudade, 1.452 UBS JOÃO ROSSI: Avenida Independência, 4.315 CSE JARDIM AEROPORTO: Rua das Palmeiras, 994 UBS MARINCEK: Rua Roberto Michellin, s/nº UBS QUINTINO I: Rua César Montagnana, 35 UBS RIBEIRÃO VERDE: Rua João Toniolli, 3.461 UBS SIMIONI: Rua Antônio Augusto Carvalho, 672 UBS VILA MARIANA: Rua Ribeirão Preto, 1.070 USF JARDIM HEITOR RIGON: Avenida Maestro Alfredo Pires, 391 UBS VALENTINA FIGUEIREDO: Rua João Felipe Elias de Andrade, 451 UBS CRISTO REDENTOR: Rua Zilda Faria, 675 UBDS CASTELO BRANCO: Rua Dom Luiz do Amaral Mousinho, 3.300 UBS SANTA CRUZ: Rua Triunfo, 1.070 UBS BONFIM PAULISTA: Rua Azarias Vieira de Almeida, 620 UBS JARDIM JULIANA: Avenida Dr. Marcos Antônio Macário dos Santos, 602 UBS SÃO JOSÉ: Rua Madre Maria Teodora Voiron, 110 UBS VILA ABRANCHES: Rua Maria Abranches de Faria, 550 UBS JARDIM ZARA: Rua Stéfano Barufi, 1.639 UBS VILA VIRGÍNIA: Rua Franco da Rocha, 1.110 UBS ADÃO DO CARMO: Rua Antônio Vicco, 201 UBS JARDIM MARIA DAS GRAÇAS: Rua Cruz e Souza, 3.170 UBS PARQUE RIBEIRÃO PRETO: Rua Guy Saad Salomão, 225 SF JARDIM MARCHESI: Rua Professor Renato Jardim, 925 CSE SUMAREZINHO: Rua Terezina, 690 CSE IPIRANGA: Avenida Dom Pedro I, 753 UBS DOM MIELLE: Rua Cecílio Elias Seba, 139 UBS JARDIM PAIVA: Rua Francisco Peixoto, 195 UBS PRESIDENTE DUTRA: Rua Carolina Maria de Jesus, 365 UBS JOSÉ SAMPAIO: Rua Elydio Vieira de Souza, 50 UBS VILA RECREIO: Rua Tabatinga, 320 USF MARIA CASAGRANDE: Rua Paulo Gerardi, 350 USF VILA ALBERTINA: Rua Apeninos, 941 USF JAMIL CURY: Rua Pedro de Freitas Alves, 340 CMSC VILA LOBATO: Rua João Alves Pereira, 175 USF PAULO GOMES ROMEO: Rua Victor João Castania, 960 Cobertura abaixo da meta Segundo dados divulgados pela Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto, a cobertura vacinal no município está em 37%, bem abaixo da meta estipulada, de 90%. A campanha de vacinação contra a gripe começou em março e focou, inicialmente, em idosos acima de 60 anos, crianças de 6 meses até 6 anos incompletos, gestantes, puérperas e pessoas com doenças crônicas, os chamados grupos prioritários. Segundo a Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto, no município, os grupos mais afetados são crianças de até 9 anos e idosos com mais de 80 anos. Vacina contra a gripe Vivian Honorato/Prefeitura de Londrina Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
Criança no celular Canva A Malásia começou a aplicar na segunda-feira (1º) regras que proíbem milhões de crianças e adolescentes menores de 16 anos de possuírem contas em redes sociais, juntando-se a um esforço global para reforçar as proteções de segurança online para usuários jovens. As regras exigem que as plataformas de mídia social implementem sistemas de verificação de idade e impeçam usuários menores de 16 anos de criarem contas. Elas se aplicam a plataformas com pelo menos 8 milhões de usuários, incluindo Facebook, Instagram, TikTok e YouTube. As empresas que não cumprirem as normas poderão enfrentar penalidades de até 10 milhões de ringgits (cerca de R$ 12 milhões). No entanto, os pais cujos filhos conseguirem burlar a lei não serão penalizados. O governo afirmou que as medidas visam proteger os menores de idade de conteúdos nocivos, do cyberbullying e de recursos das plataformas projetados para incentivar o uso excessivo. Agora no g1 Outros países, incluindo Austrália, Brasil e Indonésia, introduziram ou anunciaram restrições ou exigências baseadas na idade para o acesso de crianças às redes sociais. Países como Grã-Bretanha, França, Espanha, Dinamarca, Tailândia e Coreia do Sul também estão estudando ou desenvolvendo abordagens semelhantes. A Comissão de Comunicações e Multimídia da Malásia informou que as regras não têm o objetivo de impedir as crianças de acessarem a internet ou a tecnologia digital. Em vez disso, estabeleceram expectativas para que os provedores de serviços combatam os danos online e garantam a implementação de salvaguardas apropriadas para a idade. "Essas medidas ajudam a fortalecer a proteção das crianças no ambiente online, ao mesmo tempo em que proporcionam uma segurança adicional aos pais ao navegarem por riscos digitais cada vez mais complexos", afirmou o órgão regulador em um comunicado no mês passado. As plataformas serão obrigadas a introduzir recursos de "segurança por design" (safety-by-design), incluindo proteções contra designs manipulativos que incentivam o uso compulsivo, e a tomar medidas contra contas de menores de idade e conteúdos nocivos. LEIA TAMBÉM: ECA Digital: menores de 16 anos terão que vincular suas redes sociais com as de seus pais As empresas de tecnologia ainda não detalharam como irão cumprir as novas exigências da Malásia. O órgão regulador informou que será concedido um período de carência para que as plataformas concluam a implementação dos sistemas de verificação de idade. Clara Koh, diretora de políticas públicas da Meta para o Sudeste Asiático, alertou em abril que a proibição geral da Malásia para menores de 16 anos poderia ter o efeito inverso, afastando os adolescentes de aplicativos protegidos e levando-os para cantos não regulamentados da internet. Ela destacou que a Meta lançou "contas para adolescentes" para menores de 18 anos, as quais limitam o contato, o tempo de tela e a exposição a conteúdos inadequados. As restrições da Malásia ocorrem no momento em que os governos enfrentam uma pressão crescente para abordar as preocupações sobre o impacto das redes sociais na saúde mental e na segurança online dos jovens. Em março, um júri nos EUA ordenou que a Meta e o YouTube pagassem milhões de dólares em indenizações por danos em um caso que alegava que os recursos de design das plataformas contribuíram para os danos sofridos por um jovem usuário. Apesar do apoio de muitos pais, a medida da Malásia também levantou preocupações sobre a privacidade dos dados. "Está seguindo bastante a tendência, mas de uma forma que acende alertas devido à exigência de um documento de identidade governamental para a verificação de idade", disse Benjamin Loh, professor de ciências sociais na Universidade Monash, na Malásia. Loh afirmou que experiências em outros lugares sugerem que as restrições baseadas na idade ainda não se provaram consistentemente eficazes. Sem penalidades para os pais, segundo ele, as famílias podem facilmente burlar a lei criando contas para seus filhos. "Esta é uma lacuna importante que, a menos que os reguladores estejam dispostos a corrigir, fará com que a lei tenha pouco efeito em impedir que as crianças usem as redes sociais", acrescentou.
Companies like Wix, Snap, and Block have all recently pointed to AI to explain cuts.
O piloto Artur Rodionov diz que a falsificação de sinais de GPS se tornou uma ocorrência comum com a qual ele precisa lidar Artur Rodionov/Acervo pessoal Um avião da Força Aérea Real Britânica (RAF), que transportava o Secretário de Defesa do Reino Unido, John Healey, sobrevoava a Estônia perto da fronteira com a Rússia na semana passada quando algo estranho aconteceu. De acordo com dados de voo analisados pelo Serviço Mundial da BBC, o transponder da aeronave repentinamente começou a indicar que ela estava em território russo, a 300 quilômetros de distância de onde estava segundos antes. Supostamente, o avião estava voando a apenas 11 quilômetros por hora sobre um lago perto de São Petersburgo. Mas nada disso era verdade. O sistema de navegação da aeronave havia sido afetado por um ataque cibernético. Isso ocorre quando uma área é inundada por sinais de rádio que imitam os de GPS. Sistema de GPS de avião de chefe da UE sofre pane no ar, e há suspeita de interferência russa Como os sinais de satélite são relativamente fracos quando chegam à Terra, um transmissor terrestre pode emitir sinais falsificados mais fortes, que podem ser captados por sistemas de navegação, incluindo os de aeronaves. A prática, conhecida como spoofing, é normalmente realizada por militares que buscam reduzir a precisão de armas inimigas que usam navegação por GPS, como mísseis de longo alcance e pequenos drones. Muitas forças armadas possuem unidades especializadas que constroem transmissores em bases fixas ou os instalam em veículos. Mas voos comerciais agora estão sendo afetados por essa guerra eletrônica. Pilotos da Força Aérea Real foram forçados a guiar a aeronave usando um sistema de navegação mais antigo e menos preciso, que opera em paralelo com o GPS. O Ministério da Defesa britânico declarou que a segurança da aeronave não foi comprometida. Na verdade, não foi a única aeronave na área afetada naquele dia. Dados compartilhados com a BBC pela consultoria de aviação SkAI Data Services mostram que mais de cem aeronaves com passageiros a bordo estavam transmitindo localizações incorretas como resultado de falsificação de sinal. Os mesmos dados indicam que a falsificação e o bloqueio de sinal — outro tipo de interferência que mascara os sinais de satélite para impedir o funcionamento do GPS — estão se tornando cada vez mais comuns em áreas próximas a zonas de guerra ou onde há muita atividade militar, como a região do Mar Báltico, o Golfo Pérsico, o Mar Vermelho, a Índia, o Paquistão e a área ao redor de Mianmar. A falsificação de identidade é geralmente realizada por militares que buscam reduzir a precisão de armas inimigas que utilizam navegação por GPS, como mísseis de longo alcance e pequenos drones Getty Images No Golfo Pérsico, por exemplo, houve um aumento repentino no número de voos que relataram falsificação de GPS após o início da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. Em março, 5.381 voos relataram falsificação, um aumento em relação aos 99 de fevereiro e aos 14 de janeiro, segundo a SkAI Data Services. Os casos na região do Báltico dispararam de 17.243 em 2024 para 59.447 em 2025, ainda de acordo com a SkAI Data Services. Esse aumento coincide com o crescente uso de ataques com drones no conflito entre a Rússia e Ucrânia. Outras rotas aéreas movimentadas na Europa, no Oriente Médio e na Ásia também sofreram com falsificação ou interferência de GPS, com uma média de mais de 800 voos afetados diariamente em todo o mundo neste ano. Considerando que a tecnologia necessária para isso é facilmente encontrada na maioria dos países, especialistas temem que esse fenômeno se torne generalizado. Falsificação atrapalha mesmo pilotos experientes Este foi o problema que o piloto britânico Sam Rutherford enfrentou quando pilotava um avião de quatro lugares da Arábia Saudita para Omã no mês passado. Quando estava próximo da fronteira entre a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, os sistemas de navegação e o piloto automático pararam de funcionar. A princípio, ele pensou que poderia ser um problema com o avião, mas várias companhias aéreas na região relataram o mesmo problema. Descobriu-se que tanto a falsificação dos sinais do GPS quanto o bloqueio das ondas estavam afetando sua aeronave. Rutherford, que pilotou helicópteros no Exército Britânico por oito anos, usou a bússola magnética de seu avião e contatou o controle de tráfego aéreo para obter ajuda na navegação até seu destino. Embora tenha pousado em segurança, ele afirma: "Se eu tivesse encontrado mau tempo, pouco combustível e fosse noite, a situação teria sido muito diferente". Sistema de navegação da aeronave pode apresentar mau funcionamento devido à falsificação de sinal GPS Getty Images Os riscos da falsificação Um dos riscos da falsificação de sinais de navegação é que, ao serem levados a acreditar que estão em uma posição diferente da real, os pilotos podem acabar desativando ou ignorando os alertas dos sistemas de prevenção de colisão com o solo, afirma Tanja Harter, presidente da European Cockpit Association, entidade que representa cerca de 40 mil pilotos. Esse sistema alerta os pilotos quando identifica risco iminente de colisão com o solo ou com obstáculos, como montanhas. Harter afirma que há inúmeros relatos de pilotos recebendo alertas falsos para ganhar altitude, mesmo quando a aeronave voa a 37 mil pés (cerca de 11,3 mil metros). Sistemas de radar que ajudam as aeronaves a evitar condições climáticas adversas também podem apresentar mau funcionamento, acrescenta. Embora muitas companhias aéreas façam um bom trabalho ao fornecer informações aos pilotos, Harter diz que a combinação desses problemas "está comprometendo a segurança a bordo das aeronaves". O piloto Artur Rodionov conta que um "salto da Lituânia para o Mar do Norte" foi a maior discrepância entre a realidade e a localização exibida na tela que ele já presenciou. "São mais de 1.600 quilômetros", diz Rodionov, que pilota pequenos aviões de passageiros para a empresa de fretamento estoniana Diamond Sky Aviation. Em resposta a essas ocorrências, Rodionov conta que sua empresa desenvolveu protocolos para lidar com a falsificação de sinal, incluindo a desativação do GPS pelos pilotos ao sobrevoarem áreas conhecidas por interferências. Isso permite que o piloto monitore se os sinais da aeronave estão sendo falsificados, evitando que o restante do equipamento de navegação seja afetado. Rodionov afirma que a falsificação de sinal pode causar problemas especialmente para pilotos inexperientes ou quando as aeronaves apresentam outros problemas, como uma pane mecânica ou falha de equipamento. "Sem dúvida, isso representa uma carga de trabalho adicional", conclui. Interferências permitidas Não é ilegal que países interfiram no GPS. O órgão das Nações Unidas (ONU) que regula os sinais de radiodifusão, a União Internacional de Telecomunicações, autoriza a prática para fins de segurança ou defesa, embora tenha expressado a sua "profunda preocupação" com o fato de a sua utilização generalizada estar ameaçando a segurança das aeronaves. A instituição europeia de segurança da navegação aérea, Eurocontrol, afirma que as aeronaves têm "medidas de mitigação em vigor para garantir a manutenção da segurança" durante a falsificação de sinais e que a tecnologia de navegação aérea e o controle de tráfego em terra podem guiar a aeronave. Os fabricantes de aeronaves estão trabalhando com os fornecedores da aviação para encontrar soluções técnicas contra a falsificação de sinais, acrescenta a Eurocontrol. Mas a BBC apurou que há indícios de que as organizações da aviação, incluindo a Eurocontrol, estão mais preocupadas. Em uma apresentação identificada como "não destinada ao público geral", à qual a BBC teve acesso, há um alerta de que a falsificação de sinais "mina os princípios atuais de segurança da cabine de comando". Especialistas do setor sugerem que existe uma urgência maior em encontrar uma solução para o problema do que a reconhecida publicamente. "As companhias aéreas estão clamando por melhorias", diz Todd Humphreys, professor de engenharia aeroespacial da Universidade do Texas, nos Estados Unidos. "O que teremos que fazer é desenvolver novas tecnologias muito mais resilientes", acrescenta. A navegação por barcos e carros também pode ser afetada Getty Images Soluções possíveis Possíveis soluções incluem a atualização do software das aeronaves para filtrar interferências, o uso de antenas direcionais para que os equipamentos possam ignorar sinais falsificados vindos do solo e sistemas de navegação totalmente novos que funcionem em conjunto com o GPS. Mas implementar mudanças em equipamentos críticos para a segurança pode levar tempo. Humphreys alerta que não é apenas o transporte marítimo comercial que pode ser afetado por falsificação e bloqueio de GPS. Isso pode impactar até mesmo aplicativos de mapas para celulares. "Trata-se do tráfego marítimo, das pessoas dirigindo nas estradas", diz ele. "Sempre que um conflito eclodir no futuro, podemos esperar que o GPS seja uma das primeiras vítimas."