Anthropic urges AI labs to pause, warns humans risk losing control
It warned that rapid advances in technology could soon allow AI systems to improve themselves faster than human control.
IT/기술 · "FAST" · 총 88건
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It warned that rapid advances in technology could soon allow AI systems to improve themselves faster than human control.
SpaceX won’t get easy access to billions of dollars from passive investors.
Supabase, an example of an open source project becoming a fast-growing company, has greatly benefited from AI tools like Claude, Codex, and other vibe-coding platforms.
S&P Dow Jones Indices announced Thursday it will preserve its existing eligibility criteria for major benchmarks like the S&P 500, effectively closing the door on expedited inclusion for large technology IPOs such as Elon Musk's SpaceX. The post S&P 500 to Maintain Traditional Requirements, Blocking Fast-Track Entry for SpaceX, AI IPOs appeared first on Breitbart.
"The whole conversation shifted from tokenmaxxing and 'go fast' to 'we need guardrails, how do we control this?'"
Anthropic is calling on major artificial intelligence labs to consider a coordinated and verifiable pause in development, warning that rapid advances in the technology could soon allow AI systems to improve themselves faster than society can manage the risks.
At Madrid's South Summit, Europe's AI challenge showed what Japan must do: move faster, enhance control over key technologies, and define where it can compete. The post Can Japan Close the AI Gap? Insights from Europe's Premier Startup Summit first appeared on JAPAN Forward.
The very tool being counted on to decarbonise our civilisation is fast becoming one of the most power-hungry infrastructure networks on Earth. Yet dismissing AI as a climate villain is to miss one of the most consequential opportunities of the decade
Anthropic called for a coordinated slowdown in AI development, warning that AI capabilities could advance faster than society can adapt.
Caso Isis: Adolescente grávida desaparecida no Paraná O desaparecimento de Isis Victoria Mizerski completa dois anos neste sábado (6). A adolescente tinha 17 anos e estava grávida quando sumiu em Tibagi, nos Campos Gerais do Paraná, após sair para encontrar o vigilante Marcos Vagner de Souza - apontado como pai do bebê. Desde então, nunca mais houve notícias sobre o paradeiro de Isis. Apesar de o corpo dela nunca ter sido encontrado, a Polícia Civil concluiu o caso afirmando que ela foi assassinada e a Justiça aceitou a tese, reconhecendo, formalmente, a morte. ✅ Clique aqui e siga o canal do g1 Ponta Grossa e região no WhatsApp Marcos Vagner está preso desde 2024, mas não tem data para ir a julgamento. A falta de respostas da Justiça e o mistério sobre o paradeiro do corpo da filha são motivo de angústia para a mãe dela, Flávia Mizerski. "A saudade, a falta, tudo isso nunca vai passar. [...] É um pensamento de poxa vida, né, quanto tempo! Dois anos e nenhuma novidade diferente, algo diferenciado, não tem. [...] Porque eu tenho um atestado de óbito, mas eu não tenho corpo; então, aí é que entra a esperança", desabafou ela, em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná. Marcos Vagner alega inocência desde a época do desaparecimento. No entanto, uma série de provas reunidas pela polícia fizeram a equipe de investigação e a família a acreditar o contrário. Veja detalhes sobre as evidências e a cronologia do caso mais abaixo. "Se caso nós tivéssemos já encontrado [o corpo de Isis], se o Marcos já tivesse contado o que ele fez naquele dia talvez essa dor nossa diminuiria. [...] mas nós ficamos sem nada de respostas. E entendemos o lado da Justiça, como ela trabalha, mas assim: está sendo muito lento, né?! Porque faz dois anos, e são dois anos que nós não encontramos a Isis", avalia Rodrigo Mizerski, irmão de Flavia e tio de Isis. O réu responde por homicídio triplamente qualificado (por feminicídio, dissimulação e motivo torpe), ocultação de cadáver e aborto provocado sem o consentimento da gestante, tendo cometido os crimes no âmbito da violência doméstica. Assassinato sem corpo: Especialistas explicam como Justiça trata desaparecimento de adolescente grávida no Paraná como homicídio Em dezembro de 2024, após ouvir 17 testemunhas e o próprio réu, o juiz João Batista Spanier Neto decidiu que Marcos vai a júri popular. A defesa dele recorreu da decisão e, seis meses depois, o recurso foi recusado na segunda instância do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). No entanto, a defesa recorreu novamente, o caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em junho de 2025 e permanece sob análise, há um ano. Com isso, até a publicação desta reportagem, ainda não havia data marcada para o julgamento do homem. Cronologia do caso Isis Entenda a cronologia do Caso Isis em 2024, ano em que a adolescente desapareceu: 4 de junho: BUSCA POR REMÉDIOS 6 de junho: DIA DO DESAPARECIMENTO 7 e 8 de junho: LOCALIZAÇÃO DOS CELULARES 10 de junho: DEPOIMENTO DO SUSPEITO 14 de junho: MANDADO DE PRISÃO e INÍCIO DAS BUSCAS EM ÁREAS DE MATA 17 de junho: SUSPEITO SE ENTREGA À POLÍCIA 25 de junho: SUSPENSÃO DAS BUSCAS 26 de junho: RETORNO DAS BUSCAS COM NOVA ESTRATÉGIA e MAIS SUSPEITOS 27 de junho: ADVOGADOS DA FAMÍLIA ABREM INVESTIGAÇÃO PARALELA 1º de julho: INVESTIGAÇÃO TROCA DE DELEGADO 15 de julho: PRORROGAÇÃO DA PRISÃO 26 de julho: POLÍCIA DIVULGA ACREDITAR QUE ISIS ESTÁ MORTA 8 e 9 de agosto: ALTERAÇÃO NA PRISÃO, FIM DO INQUÉRITO e DENÚNCIA 11 de agosto: SUSPEITO SE TORNA RÉU NA JUSTIÇA 21 de outubro: JUSTIÇA COMEÇA A OUVIR TESTEMUNHAS 5 de novembro: FORÇA-TAREFA RETOMA BUSCAS 14 de novembro: RÉU É OUVIDO PELA JUSTIÇA 6 de dezembro: JUIZ DETERMINA QUE RÉU VAI A JÚRI POPULAR Marcos Vagner de Souza e Isis Victória Mizerski Reprodução CONTEXTO De acordo com o delegado Matheus Campos Duarte, Isis e Marcos tiveram relações sexuais entre abril e maio de 2024 e a adolescente engravidou do vigilante. Semanas depois, ela começou a desconfiar da gestação e no dia 3 de junho contou para Marcos das próprias suspeitas, afirma o delegado. As investigações apontam que ele pediu que ela fizesse um teste, ela fez e confirmou a gravidez. O delegado afirma que os dois saíram para se encontrar no dia 6 de junho - e desde então, Isis não foi mais vista. 4 de junho: BUSCA POR REMÉDIOS Vídeo mostra suspeito de desaparecimento de adolescente grávida no Paraná em farmácia Três testemunhas afirmaram, em depoimento à polícia, que no dia 4 de junho foram procuradas por Marcos, que estava tentando comprar remédios abortivos. Em depoimento, o homem afirmou que quem pediu o medicamento foi a Isis. Porém, segundo familiares, a adolescente falou para a irmã e para a prima que, apesar de Marcos querer que ela fizesse um aborto, ela tinha a intenção de ter o bebê e estava escolhendo o nome da criança. Conforme a família, Isis também disse que, no dia em que sumiu, iria sair para se encontrar com Marcos para falar sobre a gravidez. Cláudio Dalledone, advogado que representa a família de Isis, afirma que a adolescente nunca cogitou abortar. "Não há notícia nenhuma entre familiares, amigos, que falem ou indique de que ela tenha consentido com a questão do aborto, não existiu isso. Isso foi por parte dele, comprar medicamento, ir atrás de abortivo", diz Dalledone. Um trecho de uma conversa entre Isis e a prima que consta no inquérito mostra a prima aconselhando Isis a não tomar nada que o homem lhe oferecesse. "Óbvio, né", responde ela. Veja abaixo. Print da conversa entre Isis (à esq.) e a prima (à dir.) Reprodução A defesa de Marcos afirma que ele foi à farmácia somente em busca de "orientação" sobre o medicamento. "Não existe qualquer prova de que o Marcos tenha ministrado, tenha dado à Ísis esses medicamentos abortivos naquele dia e naquele momento. O Marcos nega que ele tenha feito qualquer coisa nesse sentido", afirmou o advogado Tainan Laskos. SAIBA MAIS: Vídeo mostra suspeito de desaparecimento de adolescente grávida no Paraná em farmácia, e testemunha diz que ele pediu abortivo 6 de junho: DIA DO DESAPARECIMENTO O tio de Isis, Rodrigo Mizerski, contou que a adolescente foi para a escola de manhã e passou o resto do dia em casa. A família toda iria a um culto religioso de noite e, por volta das 17h50, a mãe da jovem saiu para ir ao mercado. Nesse meio tempo, Isis disse à prima que iria sair para se encontrar com Marcos, e que depois contaria para a mãe que estava grávida. Ela também disse à prima e à irmã que, apesar de Marcos querer que ela fizesse um aborto, ela tinha a intenção de ter o bebê e estava escolhendo o nome da criança. A partir de 18h05, algumas câmeras de segurança registraram o carro de Marcos trafegando sentido PR-340. VEJA DETALHES: Vídeos mostram suspeito na região onde adolescente grávida enviou localização à mãe antes de sumir no Paraná Vídeos mostram suspeito na região onde Isis enviou localização à mãe antes de sumir Até às 18h06 a jovem estava conversando com a mãe sobre outros assuntos via aplicativo de mensagens, e às 18h15 mandou a própria localização para a mãe em tempo real. A mulher viu que a menina estava em uma região afastada do centro da cidade, na margem da PR-340, e ficou preocupada após a mensagem ter sido apagada. "Essa localização nós entendemos como um pedido de socorro", afirma o tio de Isis. Após receber a localização, a mãe enviou novas mensagens e ligou para a filha, mas não obteve mais nenhuma resposta. Veja abaixo: Adolescente grávida desaparecida no Paraná mandou localização para mãe antes de parar de responder mensagens: 'Entendemos como pedido de socorro' Reprodução A RPC teve acesso ao inquérito que apura o caso. Em documentos anexados ao processo, há um relatório que diz que imagens de câmeras de segurança apontam "imprecisões" em trechos do depoimento de Marcos sobre a noite do desaparecimento da adolescente. SAIBA MAIS: Vídeos apontam 'imprecisões' no depoimento de suspeito sobre noite do desaparecimento de adolescente grávida no Paraná, diz polícia 7 e 8 de junho: LOCALIZAÇÃO DOS CELULARES Segundo o delegado Jonas Avelar, primeiro responsável pelo caso, a quebra de sigilo dos celulares de Isis e Marcos aponta que o vigilante esteve no mesmo lugar que a adolescente nos dois dias seguintes ao desaparecimento dela. "Diante do deferimento da quebra de sigilo telemático do aparelho celular, foi possível detectar uma localização da adolescente na cidade de Telêmaco Borba, próxima a uma estrada chamada Mandaçaia. [...] Chamou a atenção também das investigações o Marcos ter ido nessa localidade nos dias 7 e 8 de junho, no mesmo local em que deu a localização do aparelho celular da vítima", diz o delegado. O local apontado pelas localizações é uma área de mata extensa, de difícil acesso, segundo o delegado. Buscas com drones e cães farejadores foram feitas no local, mas nenhum vestígio da adolescente foi encontrado. Celular de suspeito aponta que ele esteve no mesmo lugar que adolescente após ela desapare 10 de junho: DEPOIMENTO DO SUSPEITO Marcos prestou depoimento à polícia no dia 10 de junho de 2024. Segundo Avelar, ele confirmou que se encontrou com Isis no dia do desaparecimento da jovem e negou ter envolvimento em qualquer crime. O delegado afirma que o homem alegou que após conversar com a adolescente, a deixou em uma vila da cidade, mas que se contradisse durante a fala. "Alguns prints demonstram que ele estava muito insatisfeito com a gravidez dessa adolescente. Interrogado, Marcos confirmou o encontro, porém alegou que só foi deixá-la na Vila São José [...] e em seguida retornou - mas através da coleta das imagens, foi possível perceber que Marcos demorou em torno de uma hora para retornar", conta Avelar. 14 de junho: MANDADO DE PRISÃO E INÍCIO DAS BUSCAS EM ÁREAS DE MATA Marcos Vagner de Souza é considerado foragido pelo desaparecimento de Isis Victoria Mizerski Polícia Civil do Paraná Após o depoimento de Marcos, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão para avaliar celulares e notebooks dele e, no dia 14 de junho, um mandado de prisão foi expedido, mas o homem não foi mais encontrado. O tenente Luis Augusto Negoseki, do Corpo de Bombeiros, afirma que a corporação só foi informada do desaparecimento da jovem no mesmo dia e iniciou as buscas por ela em áreas de mata entre Tibagi e Telêmaco Borba. Segundo ele, o lapso temporal atrapalha o trabalho de cães farejadores, pois os indícios que poderiam ser encontrados por ele são apagados pela ação do tempo. 17 de junho: SUSPEITO SE ENTREGA À POLÍCIA Marcos Vagner se entregou à polícia no dia 17 de junho. Conforme a Polícia Civil, ele ficou foragido três dias e se apresentou na delegacia de Francisco Beltrão, no sudoeste do estado, onde possui familiares. A cidade fica a mais de 400 quilômetros de distância de Tibagi, onde ele e Isis moravam. 25 de junho: SUSPENSÃO DAS BUSCAS No dia 25 de junho o Corpo de Bombeiros anunciou que suspendeu as buscas por Isis. Segundo o tenente Luis Augusto Negoseki, o motivo para a suspensão foi a falta de indícios, tanto nas buscas, quanto nas investigações. De acordo com ele, pelo menos cinco mil hectares foram percorridos até aquele dia - área que equivale a mais de sete mil campos de futebol. O foco foram localidades em Tibagi próximas a Telêmaco Borba e também a região de Mandaçaia, onde o rastreio dos celulares da jovem e do suspeito apontam que eles estiveram. 26 de junho: RETORNO DAS BUSCAS COM NOVA ESTRATÉGIA E MAIS SUSPEITOS As buscas por Isis foram retomadas no dia seguinte à suspensão, com mudança na estratégia: enquanto antes eram feitas apenas em áreas de mata, foram alteradas para margens de rios que ficam entre Tibagi e Telêmaco Borba. O motivo foram denúncias anônimas recebidas pela Polícia Civil, segundo o delegado Jonas Avelar. No mesmo dia, o delegado afirmou suspeitar que havia mais pessoas envolvidas no desaparecimento. "A gente está fazendo levantamentos e diligências e não descarta a possibilidade de ter outras pessoas que ajudaram o suspeito no desaparecimento dessa adolescente", disse Avelar. Questionado sobre quem eram os novos suspeitos, ele disse que preferia não dar detalhes para não atrapalhar as investigações. Depois desse dia, os nomes dos possíveis suspeitos nunca foram revelados. 27 de junho: ADVOGADOS DA FAMÍLIA ABREM INVESTIGAÇÃO PARALELA No dia 27 de junho, os advogados da família de Isis concederam uma entrevista coletiva afirmando que abririam uma investigação paralela, particular, para ajudar na apuração sobre o paradeiro da adolescente. "Num primeiro momento precisamos saber se ela está viva ou morta. A partir disso que se desenvolvem caminhos para o processo. Os familiares acordam com a esperança de encontrar ela viva e adormecem com o sentimento dessa menina estar morta. A família está num turbilhão emocional muito grande”, disse o advogado Claudio Dalledone. 1º de julho: INVESTIGAÇÃO TROCA DE DELEGADO De acordo com a Polícia Civil, no dia 1º de julho a responsabilidade do caso foi passada do delegado Jonas Avelar, de Tibagi, para o delegado Matheus Campos Duarte, de Telêmaco Borba. O motivo foram as férias de Avelar, que ficou responsável pelo caso até a finalização do inquérito, em agosto. 15 de julho: PRORROGAÇÃO DA PRISÃO O prazo da prisão temporária de Marcos, de 30 dias, venceria no dia 17 de julho, mas no dia 15 a Justiça prorrogou a prisão do homem. Ao mesmo tempo, a defesa de Marcos havia pedido a soltura dele, mas o juiz João Batista Spanier Neto optou pela prorrogação do prazo. 26 de julho: POLÍCIA DIVULGA ACREDITAR QUE ISIS ESTÁ MORTA No dia 26 de julho, em nota, a Polícia Civil disse acreditar que Isis está morta e que Marcos ocultou o corpo dela. "Diligências continuam a fim de concluir o inquérito policial. O principal suspeito pela ação deve responder pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver", afirmou a corporação. 8 e 9 de agosto: ALTERAÇÃO NA PRISÃO, FIM DO INQUÉRITO e DENÚNCIA Delegado Matheus Campos Duarte foi responsável pela investigação na Polícia Civil AEN Na noite de 8 de julho a Justiça revogou a prisão temporária de Marcos Vagner de Souza. Na decisão, o juiz citou que o pedido da defesa foi baseado no argumento de que a prisão de Marcos não alterou o andamento do inquérito e afirmou que não existia fundamento para a continuação da prisão temporária. Veja detalhes e trechos Horas depois, na manhã de 9 de julho, a Justiça expediu um mandado de prisão preventiva contra o homem. Veja as diferenças entre os dois tipos de prisão Momentos depois, em coletiva de imprensa realizada em Tibagi, o delegado Matheus Campos Duarte, responsável pelo caso, disse que indiciou Marcos e comparou o caso ao de Eliza Samudio. Ela desapareceu em 2010 e nunca teve o corpo encontrado. Apesar disso, acusados de envolvimento no crime foram condenados - incluindo o ex-goleiro Bruno Fernandes. Ainda durante o dia 9 de agosto, o Ministério Público denunciou Marcos à justiça por homicídio triplamente qualificado (por feminicídio, dissimulação e motivo torpe), ocultação de cadáver e aborto provocado sem o consentimento da vítima, tendo os crimes no âmbito da violência doméstica. 11 de agosto: SUSPEITO SE TORNA RÉU NA JUSTIÇA Dois dias depois da denúncia feita pelo MP, a Justiça aceitou o documento e tornou Marcos réu no processo. 21 de outubro: JUSTIÇA COMEÇA A OUVIR TESTEMUNHAS Em 21 de outubro, a Justiça começou a ouvir 17 testemunhas. Algumas faltaram e, no dia 24, as audiências foram suspensas. 5 de novembro: FORÇA-TAREFA RETOMA BUSCAS Nova força-tarefa realizou buscas por Isis Victoria Mizerski Paulo Roberto Martins/RPC Duas semanas depois, uma força-tarefa retomou as buscas pela adolescente. Na época, a polícia disse que recebeu novas denúncias e também o resultado de um laudo da perícia feito com amostras de lama encontradas no carro do homem, mas não houve novidades sobre o paradeiro da desaparecida. 14 de novembro: RÉU É OUVIDO PELA JUSTIÇA No dia 14 de novembro Marcos Vagner de Souza foi ouvido pela Justiça. Ele negou ter cometido qualquer crime contra a adolescente, mas admitiu que tentou comprar remédios abortivos para a menina, alegando que foi um pedido dela. Veja destaques do depoimento. Réu prestou depoimento na quinta-feira (14) Reprodução 6 de dezembro: JUIZ DETERMINA QUE RÉU VAI A JÚRI POPULAR Apósas audiências de instrução e julgamento, que ouviram 17 testemunhas e o próprio acusado, o juiz João Batista Spanier Neto decidiu que Marcos Vagner de Souza vai a júri popular pelo assassinato de Isis Victoria Mizerski. No documento, o juiz afirmou que os depoimentos "fazem referência de que o acusado seja o autor dos delitos" e que as imagens das câmeras de segurança, extratos de conversas e outras provas anexadas ao processo "indicam a presença de indícios da existência do crime, além de indícios de materialidade e autoria por parte do acusado". A defesa de Marcos recorreu da decisão e o recurso foi negado. SAIBA MAIS: TJ-PR diz que há provas do crime, nega recurso e mantém júri popular de réu pelo desaparecimento de adolescente grávida no Paraná Vídeos mais assistidos do g1 PR: Leia mais notícias da região em g1 Campos Gerais e Sul.
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Ramp has nearly tripled its valuation over the past year as investors scramble to grab a part of the fast-growing startup.
As AI systems grow larger, photonics is emerging as a faster, more efficient alternative to copper connections.
For a sign of how the fierce demand for memory chips triggered by the boom in artificial intelligence (AI) is benefiting technology-driven economies, look no further than South Korea. Last month, exports from Asia’s fourth-largest economy grew at a blistering rate of 53 per cent in annualised terms, the fastest pace since 1984. Shipments of semiconductors, which are used to store and funnel the huge amounts of data for AI services, increased nearly 170 per cent to a record monthly high of...
양자컴퓨팅 연구·개발 및 양자보안 전문기업 한국퀀텀컴퓨팅(KQC, 대표 김준영)이 LS그룹 IT서비스 기업 LS ITC와 양자내성암호(PQC) 기반 보안 기술검증(PoC)을 완료했다고 4일 밝혔다. 이번 PoC는 에이전트 AI 기반 해킹과 양자컴퓨터 위협에 대비해 스마트 인프라·제조 환경이 요구하는 보안 수준을 고도화하기 위해 추진됐다. KQC는 인증·접속·운영 관리 전반에 걸쳐 양자보안 기술의 적용 가능성을 검증하는 데 중점을 뒀다. 회사는 PQC 기반 FIDO(Fast Identity Online) 인증 키로 LS그룹의 사용자 로그인 보안 체계를 강화하는 기술을 검증했다. 기존 인증 방식 대비 보안성을 강화하는 동시에 양자컴퓨팅 환경에서도 안전한 사용자 인증 체계를 확보할 수 있다는 점을 확인했다고 회사 측은 말했다....
'Todo Mundo em Pânico' entra no circuito na quinta-feira, dia 4, mas tem sessões antecipadas no dia 3 de junho. Divulgação Estreia nesta quinta-feira (4) nos cinemas brasileiros o sexto filme de "Todo Mundo em Pânico", um dos maiores fenômenos do terror-paródia dos anos 2000. Apesar de estar sendo chamado pelo público de "Todo Mundo em Pânico 6", o longa vem sendo divulgado apenas com o título original, sem o número estampado no pôster. O lançamento acontece 13 anos após o capítulo anterior e marca a volta dos irmãos Wayans após mais de duas décadas de afastamento. O hiato foi provocado por disputas de direitos autorais e divergências criativas com os antigos coprodutores da marca, os irmãos Bob e Harvey Weinstein — este último, condenado por uma série de crimes de agressão e assédio sexual em Hollywood. Marlon e Shawn se juntam a Anna Faris e Regina Hall, as eternas Cindy e Brenda, para remontar o quarteto original que deu o tom dos dois primeiros filmes da série. Justamente por tudo isso, a expectativa dos fãs não era pequena. E nem podia ser. A franquia tinha em mãos o elenco original e mais de uma década de material para trabalhar: novos filmes, novos debates, novos termos e, sobretudo, novas polêmicas. Pelo fim do 'mimimi' Os Wayans estão de volta a 'Todo Mundo em Pânico' para acabar com a cultura do cancelamento. Divulgação A premissa é a seguinte: o quarteto tenta escapar de um assassino mascarado também velho conhecido do público, o Ghostface, mas estabelecendo uma nova meta, "acabar com a cultura do cancelamento". O espectador, a essa altura do campeonato, já está cansado de saber: para assistir ao filme, não dá para se levar muito a sério. Afinal de contas, a própria franquia nunca se levou. E o novo filme faz questão de deixar isso bem claro, colocando, sem pudor, na boca de um dos personagens no início da trama: "Não é comédia com consciência social feita para branco pensar e ninguém rir. É para se divertir". É a partir desse posicionamento politicamente incorreto que os irmãos Wayans (que também assinam o roteiro) tentam desenhar uma provocativa disputa entre a velha guarda e a nova geração. Ao mirar nos dilemas geracionais, é como se os criadores — que agora já passaram da casa dos 50 anos — estivessem voltando aos holofotes para dizer: "Deixa a gente mostrar para vocês como é que se faz". Metralhadora de referências No elenco, Chris Elliott, Lochlyn Munro, Heidi Gardner, Damon Wayans Jr. e Savannah Lee Nassif, entre outros nomes. Divulgação Seguindo essa linha de ataque, o roteiro apresenta na tela um compiladão de quase tudo que bombou nas redes, nos cinemas e no noticiário nos últimos tempos. Sobra espaço para piadas envolvendo gays do Grindr, o Kanye West do Novo Testamento, a Covid-19, o ChatGPT, os relatórios de Jeffrey Epstein, a invasão do Capitólio norte-americano, a nova geração de streamers e por aí vai... Há ainda referências diretas a dezenas de outras produções, como "Wandinha", "Pecadores", "Guerreiras do K-Pop", a cinebiografia "Michael", "Saltburn", "Corra!" e mais. Muito mais. O grande problema, no entanto, é que quando tudo isso é colocado junto, em formato de uma sequência de esquetes de humor independentes, a engrenagem não dá liga. Já ouvimos isso antes 'Todo Mundo em Pânico' ironiza remakes, sequências, requels, prequels, spin-of's. Divulgação A estrutura fragmentada vai ficando bem batida à medida que o filme avança e, do meio para o final, as situações parecem sempre variações da mesma piada. Ao insistir na crítica à chamada "geração mimimi" ou, como a própria sinopse apresenta, "da cultura do cancelamento", o humor vai patinando em clichês que mais parecem uma reciclagem de milhares de outras piadas que o espectador já leu antes por aí, rolando a timeline do X, por exemplo. Tópicos como a "machosfera", questões raciais ligadas às cotas e o debate sobre pronomes neutros já foram excessivamente explorados por dezenas de outros produtos, formatos e comediantes nos últimos anos. O problema aqui, e é importante que se diga, não são os temas abordados. Mas a forma, pouco criativa (e quase nunca engraçada), com que são tratados. Um presente para os ex-viúvos Cena de 'Todo Mundo em Pânico', sexto filme da franquia que estreia nesta quinta-feira (4). Divulgação Curiosamente, os melhores momentos do filme acontecem justamente quando os atores deixam a fixação por essa "nova geração" de lado e passam a fazer piadas sobre eles mesmos e a criticar a própria indústria cinematográfica: Ironizando o Oscar, brincando com as escolhas de carreira que cada um do elenco fez no período em que estiveram afastados e expondo a própria batalha judicial que travaram nos bastidores para recuperar os direitos da marca. Felizmente, o desfecho do longa também consegue recuperar um pouco do fôlego ao entregar um final animador para os fãs, deixando evidente que os irmãos retomaram de fato o controle criativo da marca. É um belo presente para os, agora, ex-viúvos da franquia. Mas para conseguir esticar a história em uma eventual sequência sem cair no lugar-comum e no cansaço criativo que comprometem este sexto capítulo, apenas piadinhas sobre o mimimi da nova geração não vão colar. Cartela resenha crítica g1 Arte/g1
New graduates’ careers are unfolding in an era when AI is not optional. The most successful engineers treat artificial intelligence as leverage, not competition. Here are seven tips to help keep young professionals in demand no matter how quickly the field’s tools evolve. 1. Master the fundamentals first. AI tools can help you code, but you still need strong fundamentals in: Data structures and algorithms for problem-solving. Operating systems, databases, and networking for system-level understanding. Core programming languages such as C++, Java, and Python. AI can autocomplete syntax, but if you don’t understand how things work under the hood, you’re likely to struggle to debug or optimize. 2. Learn how to work with AI, not against it. The best engineers will not try to out-code AI. Instead, they will learn to: Write clear prompts to generate better code snippets. Review and debug AI-generated code for accuracy, performance, and security. Use AI for productivity boosts while still exercising judgment. Think of AI as a teammate. The real skill is knowing when to trust it and when not to. 3. Build projects that showcase end-to-end thinking. Employers increasingly look for engineers who can design and build systems, not just solve problems. Create projects that show you can: Define requirements clearly. Use AI tools responsibly within the workflow. Deliver a product that scales and is maintainable. 4. Sharpen your system design skills early. Even junior engineers are now asked questions about basic system design with AI. Expect to explain to prospective employers: How you would responsibly integrate AI into a system. How to design fallbacks when AI fails. How to ensure scalability and reliability. 5. Develop strong communication skills. Today’s engineers don’t just code in isolation. You will be expected to: Explain design choices to teammates and stakeholders. Document decisions clearly. Collaborate effectively in cross-functional teams. This is one area where AI cannot replace you. Clear communication is a career accelerant. 6. Stay curious and keep learning. The tech industry moves fast, and AI is accelerating that pace. Cultivate habits such as: Following industry news, blogs, and open-source projects. Experimenting with new AI tools, frameworks, and libraries. Engaging in communities such as GitHub, IEEE Collabratec, LinkedIn, and Medium. Employers value engineers who keep themselves sharp and relevant. 7. Think beyond coding. AI will increasingly handle routine coding tasks. The differentiators for you will be: Problem-framing: Can you take a vague idea and turn it into a solution? Architectural judgment: Can you design systems that scale and last? Ethical awareness: Can you spot risks in AI use and address them responsibly? For more career advice, subscribe to the IEEE Spectrum Career Alert Newsletter. The biweekly newsletter features the latest information on jobs, education, management, and the engineering workplace.
Compact power banks have gotten a lot faster in the past year — and it’s not just their USB-C charging speeds that have received a boost. The newest Qi2.2-certified models can wirelessly charge an iPhone 16 or later at up to 25W. Combine that with their ability to magnetically snap on via MagSafe, and you’ve […]
Idoso obrigado a trabalhar 24h por dia, dormir em caminhão e correr para conseguir comida O idoso de 69 anos de idade que era obrigado a trabalhar 24 horas por dia passou quase um ano em situação análoga à escravidão antes de ser resgatado em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. As informações são da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e da Polícia Federal (PF), responsáveis pelo flagrante. Segundo os órgãos, o homem é natural de Tibagi e morava em Ponta Grossa há alguns anos, mas vivia na empresa "em um cenário extremo de degradação" desde junho de 2025. No dia 27 de maio de 2026 (quarta-feira), ele foi resgatado do local e encaminhado a um abrigo, após receber atendimento médico e de assistência social. ✅ Siga o g1 Ponta Grossa no WhatsApp As investigações apontam que o idoso atuava como vigilante em uma empresa de venda e locações de carros e máquinas e não tinha nenhum direito à folga - nem para dormir sem a preocupação de ter a responsabilidade da segurança da empresa, que não teve o nome divulgado. Ainda de acordo com as autoridades, o homem recebia R$ 400 por semana, não tinha contrato de trabalho e nem carteira assinada. Sem quarto ou cama, ele improvisou um dormitório na cabine de um caminhão, não tinha água encanada disponível e tinha que sair correndo para comprar alimentos em um mercado próximo, já que tinha a responsabilidade de manter vigilância total na empresa. Veja detalhes mais abaixo. "O trabalhador era submetido a um cenário extremo de degradação humana, enfrentando falta de alimentação adequada, ausência de água potável, condições precárias de higiene e jornadas exaustivas sem descanso semanal remunerado. Um cenário chocante de abandono", afirma a PF. Os auditores-fiscais do trabalho afirmaram que, apesar de não terem sido constatados indícios de restrição física de liberdade ou violência direta, eles verificaram "um contexto de intensa vulnerabilidade social e exploração laboral incompatível com a dignidade humana e com os direitos mínimos assegurados pela legislação trabalhista brasileira". Agora, a empresa e os responsáveis por ela serão investigados e, segundo a PF, deverão responder pelo crime de redução à condição análoga à de escravo, previsto no Código Penal Brasileiro. A pena pode chegar a oito anos de prisão, além de multa e outras sanções trabalhistas. "O Ministério do Trabalho informou que dará sequência aos procedimentos administrativos para garantir o pagamento das verbas trabalhistas devidas ao idoso, além do encaminhamento dele para atendimento social e acompanhamento especializado. A Polícia Federal seguirá investigando o caso para apurar possíveis outras irregularidades e identificar todos os envolvidos na exploração", diz a PF. Leia também: Multa de R$ 109 mil: Imagens de satélite levam à descoberta de desmatamento ilegal e investigação de crime Veja vídeo: Levantei, abri a porta e já vi a onça', diz moradora que teve quintal invadido; felino foi afastado por cães da família Tragédia: Barranco desmorona e trabalhador morre soterrado em obras de aterro sanitário 'Condições degradantes' Idoso obrigado a trabalhar 24h por dia, dormir em caminhão e correr para conseguir comida é resgatado no PR Auditoria-Fiscal do Trabalho (SIT/MTE) A Polícia Federal afirma que o idoso estava vivendo em um ambiente considerado insalubre e incompatível com qualquer condição digna de trabalho e sobrevivência. "As equipes constataram a ausência de estrutura básica, além de sinais claros de exploração contínua. Conforme o relatório preliminar, o trabalhador realizava atividades diárias sem acesso adequado à alimentação, descanso ou assistência mínima". Entre os problemas apontados, estão a jornada de trabalho considerada exaustiva e as condições do local que era disponibilizado ao idoso. Veja, abaixo, alguns detalhes revelados pelos auditores-fiscais do trabalho: o trabalhador permanecia permanentemente à disposição para vigilância do local, sem delimitação clara de jornada ou períodos adequados de descanso; devido à falta de tempo delimitada ao descanso, ele saía muito rápido do posto de trabalho para ir comprar algum alimento em um mercado próximo, e sempre ia correndo; o idoso dormia na cabine de um caminhão (que está à venda na empresa) em condições precárias, bastante suja e com apenas algumas cobertas finas, mesmo diante das baixas temperaturas registradas durante as madrugadas na região; o acesso à cabine era extremamente difícil para sua condição física; o caminhão possuía escada elevada para acesso à cabine e a vítima apresentava limitações de locomoção e dificuldade para caminhar em razão da idade e de diversas comorbidades; embora houvesse um banheiro instalado na propriedade, não existia fornecimento de água encanada ou potável no local. Para conseguir água, o trabalhador precisava caminhar por estrada de terra até uma empresa vizinha, localizada a cerca de 100 metros do imóvel, carregando galões manualmente; ele tomava banho na empresa vizinha, esporadicamente e por solidariedade dos vizinhos. ele não tinha espaço e condições para organizar as os próprios pertences e possuía uma cozinha bastante precária, com apenas um fogão de duas bocas. "O trabalhador era submetido a um cenário extremo de degradação humana, enfrentando falta de alimentação adequada, ausência de água potável, condições precárias de higiene e jornadas exaustivas sem descanso semanal remunerado", reforçam os auditores. Idoso obrigado a trabalhar 24h por dia, dormir em caminhão e correr para conseguir comida é resgatado no PR Auditoria-Fiscal do Trabalho (SIT/MTE) Como denunciar A situação do idoso foi descoberta após o recebimento de denúncias. Casos de trabalho análogo à escravidão podem ser denunciados de forma anônima e segura por meio do Sistema Ipê, plataforma gerenciada pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT). Acesse neste link A ferramenta foi desenvolvida em parceria entre a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Inspeção do Trabalho brasileira e integra as ações permanentes da Auditoria-Fiscal do Trabalho no combate ao trabalho escravo contemporâneo. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Paraná
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