Putin Restricted the Internet. It Has Not Gone to Plan.
In destroying what remained of a relatively free internet, Vladimir Putin has broken a longstanding social contract.
정치 · "INTERNET." · 총 7건
필터 보기현재 지수
50.3
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 88,132건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 4,519건(5.1%)·중립 81,418건(92.4%)·부정 2,195건(2.5%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 15.3(중도 균형)입니다.
In destroying what remained of a relatively free internet, Vladimir Putin has broken a longstanding social contract.
HDFC Mutual Fund has restricted lumpsum investments in its gold ETF and fund of fund - HDFC Gold ETF and HDFC Gold ETF Fund of Fund with effect from June 8 and June 5 respectively.The fund house informed its unitholders that it has decided to temporarily restrict lumpsum subscriptions in HDFC Gold ETF and HDFC Gold ETF Fund of Fund until further notice.Also Read | ET Alpha Wealth Summit: India could unlock a $5 trillion export opportunity through FTAs, says Saurabh Mukherjea In HDFC Gold ETF, subscription transactions by large investors directly with HDFC Mutual Fund (i.e. investing minimum Rs 25 crore) shall not be accepted from the effective date. In HDFC Gold ETF FoF, lumpsum purchases /switch-ins into the FOF shall be processed only upto a limit of Rs 10 lakh per PAN per calendar month (at first holder level). This limit shall apply in respect of transactions received after cut-off time (3:00 PM) on June 5.It further said that all other terms and conditions of the schemes will remain unchanged. This addendum shall form an integral part of the SID / KIM of the schemes as amended from time to time.Launched on December 28, 2022, HDFC Gold ETF had an AUM of Rs 69.72 crore as of April 30, 2026. In the last one year, the fund lost 4.01% and since its inception it has given a CAGR of 8.27%.Also Read | ET Alpha Wealth Summit: Future alpha may emerge from neglected markets and asset classes, says Kalpen Parekh HDFC Gold ETF FoF was launched on November 1, 2011 and had an AUM of Rs 11,464 crore as of April 30. In the last one year, it gave a return of 57.05% and since its inception it has given a return of 11%.(Disclaimer: Recommendations, suggestions, views and opinions given by the experts are their own. These do not represent the views of The Economic Times)If you have any mutual fund queries, message on ET Mutual Funds on Facebook/Twitter. We will get it answered by our panel of experts. Do share your questions on ETMFqueries@timesinternet.in alongwith your age, risk profile, and Twitter handle.
Franceinfo a pu contacter cette étudiante qui vit dans la province d'Ispahan, au sud de Téhéran, alors que le pays a amorcé une reconnexion partielle à internet. Elle décrit la crise économique et ses espoirs déçus face à une guerre qui s'éternise.
Lula anunciou acordo no mês passado para negociar impasse sobre tarifas e investigação comercial americana Ricardo Stuckert/Divulgação Menos de um mês após os governos de Brasil e Estados Unidos terem chegado a um acordo para negociar um impasse envolvendo tarifas e uma investigação comercial americana, existe a expectativa de que a Casa Branca anuncie medidas que rompam esse acordo. Segundo fontes ouvidas pela BBC News Brasil, o governo dos EUA estaria próximo de anunciar o resultado de uma grande investigação comercial iniciada contra o Brasil em julho do ano passado — na qual acusa o governo brasileiro de uma série de práticas comerciais desleais. As acusações serviram como base para o governo americano adotar uma série de tarifas contra produtos brasileiros. Entre as acusações dos americanos estão tarifas preferenciais e injustas, proteção inadequada dos direitos de propriedade intelectual, falta de combate ao desmatamento ilegal e práticas que prejudicam a competitividade das empresas no setor de comércio digital e serviços de pagamento. O amplo pacote de acusações vai de reclamações sobre o Pix, sistema de pagamentos do Banco Central, até queixas sobre o desmatamento ilegal. Veja os vídeos em alta no g1 Agora no g1 No mês passado, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump discutiram o tema em reunião de mais de três horas na Casa Branca. Após o encontro, Lula disse que equipes dos dois governos deveriam fechar uma proposta para resolver o impasse sobre tarifas de exportação e a investigação comercial aberta pelos americanos contra o Brasil. Segundo Lula, os dois presidentes receberiam uma nova proposta para encerrar as desavenças em 30 dias — prazo que se encerraria no próximo domingo (07/06). "Eu falei assim: 'Vamos colocar um grupo de trabalho e vamos permitir que esse moço [do Ministério] da Indústria e Comércio do Brasil, junto com o teu ministro do Comércio, sentem em 30 dias e apresentem para nós uma proposta para a gente poder bater o martelo'", disse Lula a jornalistas logo após o encontro. "Quem estiver errado vai ceder. Se a gente tiver que ceder, nós vamos ceder." Na semana passada, os governos dos EUA e Brasil voltaram a entrar em atrito após o governo americano anunciar que passará a classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. A medida foi anunciada por Trump dois dias após um encontro no Salão Oval com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — pré-candidato à Presidência nas eleições de outubro e rival de Lula. "Nós não aceitamos ser tratados como moleques. Não aceitamos ser tratados como uma republiqueta", disse Lula, sobre a decisão americana. O que motivou a investigação? Segundo especialistas ouvidos pela BBC News Brasil na época em que a investigação foi lançada, a visão geral era a de que a investigação tem caráter político e de proteção a empresas americanas, ao mesmo tempo em que traz muitas alegações que são contraditórias e imprecisas — embora algumas das acusações comerciais façam sentido. "Para mim é claro que o governo Trump está tentando dar motivação econômica para que as tarifas impostas contra o Brasil não sejam ilegais", disse na época Guilherme Klein Martins, professor da Universidade de Leeds, no Reino Unido. Segundo o economista, os argumentos apresentados pelo presidente americano na carta em que anunciou oficialmente a imposição da taxa de 50% às exportações brasileiras mostram claramente que seu descontentamento é com o fato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ter se tornado réu na ação que apura a tentativa de golpe de Estado e com outras decisões do Judiciário brasileiro. Bolsonaro acabou condenado em setembro do ano passado e está atualmente cumprindo pena de 27 anos, em prisão domiciliar. A motivação puramente política, porém, "poderia gerar um problema interno nos Estados Unidos", diz Klein. Lula disse na semana passada que Brasil não aceita "ser tratado como moleque", após anúncio da Casa Branca sobre classificação de facções criminosas como organizações terroristas Ricardo Stuckert / PR Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior dos primeiros governos Lula, afirma que o descontentamento americano com algumas das políticas comerciais brasileiras já existia há anos, mas foram usados no contexto atual para justificar uma investigação nos termos da Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. Esse trecho da legislação americana permite que o USTR realize apurações sobre práticas que supostamente prejudicam o comércio internacional americano e determine se há ou não irregularidades. A intenção é punir ações consideradas discriminatórias contra empresas americanas com sanções aos países-alvo. "A relevância econômica de algumas dessas reclamações é muito pequena e boa parte, se não a maior parte delas, não têm justificativa fática nenhuma", afirma Barral. Ainda segundo o especialista em comércio exterior, Trump já argumentou no passado que as tarifas anunciadas por seu governo nos últimos meses contra diversos países seriam uma tentativa de combater o déficit comercial dos EUA com essas nações. No caso brasileiro, porém, a balança comercial é positiva para os americanos. "Usar a seção 301 é uma forma dos EUA se garantirem ao aplicar essas tarifas contra o Brasil", diz. Comércio digital e serviços de pagamento eletrônico No documento divulgado pelo USTR sobre a investigação comercial, uma das áreas apontadas como foco da apuração é a de mídia social e serviços de pagamento eletrônico. Segundo o órgão, existem evidências de que o Brasil se envolve em diferentes "atos, políticas e práticas que podem prejudicar a competitividade das empresas norte-americanas envolvidas em comércio digital e serviços de pagamento eletrônico" no país. O USTR cita um julgamento do STF sobre regulamentação das plataformas digitais no país como um exemplo. Segundo a instituição, a corte votou para "tornar as empresas de redes sociais responsáveis por postagens ilegais de seus usuários, mesmo na ausência de uma ordem judicial para remover esse conteúdo". A mudança descrita se refere ao recurso julgado pelo STF sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet. O trecho original da lei previa que as plataformas digitais só seriam responsabilizadas por danos causados por conteúdos ofensivos se, depois de uma ordem judicial específica, não tomassem providências para retirar o material do ar. A nova decisão da corte não invalidou totalmente esse entendimento, mas definiu que em casos de crimes, atos ilícitos e contas inautênticas (criadas por robôs, por exemplo), as empresas de mídia social se tornam responsáveis se, após serem notificadas extrajudicialmente (pela vítima ou advogado), não removerem o conteúdo e a Justiça considerar o material ofensivo posteriormente. STF decidiu que as empresas de mídia social podem ser responsabilizadas por conteúdos criminosos postados por terceiros Getty Images via BBC Mas em outros tipos de infração, como nos crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação), ainda é necessária uma ordem judicial para retirar o conteúdo do ar. O USTR também afirma em seus documentos que a Justiça brasileira teria emitido "ordens secretas" instruindo companhias de mídia social americanas a "censurar centenas de postagens e retirar dezenas de críticos políticos, incluindo cidadãos dos EUA, de suas plataformas por discursos legais em solo americano". A afirmação é uma referência à determinação do ministro Alexandre de Moraes para bloqueio de diversos perfis em redes sociais administrados por usuários acusados de atentar contra a democracia brasileira e o processo eleitoral, levando à invasão, em 8 de janeiro de 2023, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal. Para Bruna Martins dos Santos, gerente de políticas e advocacia da Witness, organização internacional sem fins lucrativos focada em tecnologia e direitos humanos, a União Europeia (UE) também enfrentou problemas semelhantes, quando o bloco também foi pressionado pelo governo Trump por suas regras digitais. Desde que assumiu a Casa Branca pela segunda vez, o republicano repete que a regulação das big techs pela União Europeia é uma manobra para enfraquecer os negócios americanos nos 27 países do bloco. "Vivemos em um momento de exportação de agenda doméstica dos EUA, de uma extrema proteção da atuação de empresas privadas e de relativização de obrigações que foram colocadas ao redor do mundo em torno da atuação desses atores", afirma Santos. "Por isso mesmo esses os argumentos [apresentados na investigação] não têm sentido", opina. "Diversos países ao redor do mundo, enquanto nações soberanas, dedicaram anos à elaboração de regulações em torno do ambiente digital e de serviços digitais." Ainda segundo a especialista, não houve censura na decisão judicial que determinou a retirada de postagens do ar e suspensão de contas nas redes sociais. Para Santos, os alvos das determinações eram reincidentes, possuíam seguidores fiéis envolvidos em incitação de violência e ameaçaram o próprio STF e seus ministros, levando à tomada de ações mais drásticas. Pix ameaçado? Ainda na área digital, o governo americano também colocou o Pix em sua mira, acusando o sistema de pagamentos desenvolvido pelo Banco Central de ser uma prática desleal, que prejudicaria empresas americanas que atuam no setor. "O Brasil também parece envolver-se em uma série de práticas desleais em relação aos serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a promover seu serviço de pagamento eletrônico desenvolvido pelo governo", diz um trecho do documento que não elenca a quais práticas supostamente ilegais ele se refere. Pix foi lançado em 2020 e entrou na mira de uma investigação do governo americano Getty Images via BBC Para especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, a inclusão do Pix na investigação seria uma forma de proteger as big techs e serviços de pagamentos americanos, como Whatsapp Pay, Apple Pay e Google Pay. "Estamos falando aqui de uma competição tecnológica, onde os EUA visam tirar qualquer tipo de tecnologia que possa oferecer algum tipo de inovação e que não esteja sendo gerida dentro do próprio país ou que não esteja sob controle dos EUA", diz Bruna Martins dos Santos. "A gente sabe que o Pix é um método de pagamento extremamente inovador e relevante para o contexto brasileiro, com grandes níveis de adesão. De nenhuma maneira ele deveria ser visto como uma prática desleal de serviço de pagamento eletrônico." E segundo Welber Barral, o argumento de que, por ser ligado ao Banco Central, o método de pagamento gera uma concorrência desleal, não é apropriado. Segundo o ex-secretário, a Organização Mundial do Comércio (OMC) permite em suas normas que empresas públicas atuem em setores em que há falhas de mercado. "Temos uma população desbancarizada muito grande no Brasil. O Pix foi também uma forma de integrar essas pessoas no mercado financeiro", diz. Além disso, afirma Barral, os EUA também possuem empresas públicas atuando para suprir falhas de mercado. "É o caso, por exemplo, do Serviço Postal dos Estados Unidos, que atua na área de correio. Mas isso não quer dizer que a UPS [empresa privada de transporte e logística] possa processar o governo americano", diz. "E o Pix não proíbe a concorrência, quem quiser pode usar Apple Pay, PayPal, etc. Não há nenhuma proibição de concorrência." Tarifas preferenciais O Escritório do Representante Comercial dos EUA também acusa o Brasil de reduzir tarifas de forma "injusta e preferencial" ao firmar acordos comerciais preferenciais de escopo parcial com parceiros comerciais globalmente competitivos, ao mesmo tempo em que aplica tarifas mais altas às importações americanas. O órgão americano cita especialmente a Índia e o México como países que se beneficiariam dessas tarifas preferenciais. "Este tratamento preferencial aplica-se a centenas de produtos em vários setores, como produtos agrícolas, veículos automotores e peças, minerais, produtos químicos e máquinas", diz o USTR. Segundo o ex-secretário de Comércio Exterior Welber Barral, o Brasil tem, de fato, um acordo parcial com o México, focado nos setores automobilístico e químico. Também existe, no âmbito do Mercosul, um tratado com a Índia. Em vigor desde 2009, ele prevê preferências tarifárias para 450 linhas tarifárias de cada lado. Barral explica que, com essas tarifas preferenciais, produtos comprados do mesmo fabricante, mas originários de países distintos, podem ser taxados de forma totalmente diferente. "Uma empresa como a Ford, por exemplo, tem fábricas tanto no México como nos Estados Unidos. Para exportar um modelo de carro para o Brasil, pode pagar tarifa zero se vier do México, e de 35% se vier dos Estados Unidos. É uma diferença grande", diz. "E alguns mercados envolvidos são setores de interesse para os americanos." Produção de carros no México: Brasil tem, de fato, um acordo parcial com o país, focado nos setores automobilístico e químico Getty Images via BBC Fiscalização anticorrupção Outro ponto levantado pelo governo americano diz respeito ao combate à corrupção e à ideia de que empresas americanas poderiam estar em desvantagem em um ambiente com pouca transparência. "As evidências indicam que a falta de aplicação de medidas anticorrupção e a falta de transparência no Brasil podem prejudicar empresas americanas envolvidas em comércio e investimentos no Brasil e levantam preocupações em relação às normas relativas ao combate ao suborno e à corrupção", diz a USTR. O órgão ainda cita um protocolo de entendimento para comércio e cooperação econômica assinado por Brasil e Estados Unidos, assinado em 2021, que estabelece, entre outras coisas, que os dois países buscariam promover medidas anticorrupção. Em 2024, o Brasil registrou sua pior nota e pior colocação na série histórica do Índice de Percepção da Corrupção da organização Transparência Internacional, considerado um dos principais indicadores de corrupção do mundo. Segundo a organização, o Brasil estaria falhando em reverter a trajetória "de desmonte da luta contra a corrupção", levando a um "processo de captura do Estado pela corrupção" evidente principalmente por conta da presença "cada vez maior e explícita" do crime organizado nas instituições estatais. Para Welber Barral, a ideia defendida pelos EUA em suas alegações "não está totalmente errada". O especialista afirma, porém, que a corrupção no Brasil não é uma questão que será resolvida com a aplicação de tarifas por Washington. Proteção à propriedade intelectual e rua 25 de março Os EUA ainda se queixam sobre o Brasil se envolver "em uma variedade de atos, políticas e práticas que aparentemente negam proteção e aplicação adequadas e eficazes dos direitos de propriedade intelectual". O país se baseia principalmente na alegação de que o governo brasileiro estaria falhando em combater a venda de produtos falsificados e a pirataria em áreas como streamings e jogos eletrônicos. O USTR cita também a rua 25 de Março, tradicional polo de comércio popular no centro de São Paulo, para criticar as supostas falhas na proteção e aplicação adequada e efetiva dos direitos de propriedade intelectual. Há ainda queixas sobre a demora para a análise e aprovação de pedidos de patente no país. "O impacto da atual pendência média de pedidos de patente de quase 7 anos (e 9,5 anos para patentes farmacêuticas concedidas entre 2020 e 2024) é reduzir o prazo da patente", diz o órgão comercial americano. Rua 25 de Março, tradicional polo de comércio popular no centro de São Paulo, também entrou na mira da investigação Getty Images via BBC Para Guilherme Klein Martins, da Universidade de Leeds, a inclusão das queixas sobre pirataria "servem muito mais como uma desculpa do que um fato" para sustentar as tarifas e a investigação. "Pirataria e comércio ilegal são um problema do mundo inteiro, não apenas do Brasil", diz. Um relatório de 2025 elaborado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) sobre as tendências em torno da pirataria identifica China, Bangladesh, Líbano, Síria e Turquia como as principais fontes desses produtos ilícitos. Sobre a demora para a análise dos pedidos de patentes, o vice-presidente Geraldo Alckmin — que no ano passado ocupava o ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços — afirmou que o Brasil estava se esforçando para se adequar ao padrão internacional. No Brasil, o responsável pela concessão das patentes é o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O órgão tem sido alvo de críticas e reclamações nos últimos anos. Titulares de invenções passaram a ir ao Judiciário para, caso a caso, buscar uma recomposição de prazo quando ficam anos esperando a decisão do órgão. Em maio de 2021, o STF declarou inconstitucional o parágrafo único do artigo 40 da Lei de Propriedade Industrial (LPI), que previa prazo mínimo de patentes de 10 anos da concessão, para compensar demora na análise do pedido de patente superior a 10 anos da data do depósito. "O INPI estava levando sete anos para registrar uma patente. Nós reduzimos para seis, para cinco, para quatro. No final do ano deve chegar a três. E o ano que vem, dois anos, que é o padrão internacional", disse Alckmin no ano passado, após as alegações americanas. Welber Barral afirma ainda que, apesar da demora ser uma realidade, não há discriminação contra os EUA, o que torna a queixa ilógica. "Um inventor brasileiro ou uma empresa suíça também passam por esse problema. Não é algo direcionado contra os EUA", diz. Etanol A investigação comercial americana também incluiria o comércio de etanol entre Brasil e EUA. Segundo o USTR, o Brasil abandonou o tratamento recíproco e virtualmente livre de impostos para o etanol, que promovia o comércio bilateral, e impôs tarifas de importação íngremes e injustas sobre o etanol dos EUA. O órgão comercial americano diz também que as exportações de etanol dos EUA para o Brasil caíram significativamente devido a essas tarifas, indicando uma desvantagem considerável para os produtores norte-americanos. "Essa é uma reclamação americana de muito tempo. Já houve muitas negociações, implementação de cota e postergação das decisões", diz Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior. Segundo o especialista, as taxas do Brasil ao etanol americano são, de fato, muito mais elevadas do que as encontradas pelos produtores brasileiros nos EUA. E a principal razão para isso, diz, é a necessidade de proteger as usinas no nordeste do país. "Entra muito etanol americano na região, onde a produção é menos eficiente do que nos EUA", explica. As importações do biocombustível americano estão sujeitas a uma tarifa de 18%, que é comum para todos os países membros do Mercosul. Já os EUA impõem atualmente uma tarifa de 2,5% sobre as importações de etanol brasileiro. Durante as negociações, o Brasil chegou a propor que os EUA aumentassem a cota de importação de açúcar brasileiro para o país em troca de uma redução das tarifas ao etanol, de forma a recompensar os produtores brasileiros que fazem o etanol a partir da cana-de-açúcar. Mas o plano nunca foi considerado por Washington. "Os EUA estão exigindo unilateralmente que o Brasil reduza a tarifa sem sequer responder à proposta brasileira", diz Barral. Importações de etanol americano estão sujeitas à tarifa de 18% no Mercosul. Já os EUA impõem taxa de 2,5% sobre as importações de etanol brasileiro Getty Images via BBC Especialistas afirmam ainda que o etanol americano é resultado de uma produção viabilizada por subsídios ao milho, prática que influencia diretamente o preço do combustível. Para alguns, portanto, a tarifa aplicada pelo Brasil ao etanol americano serviria como um mecanismo de defesa comercial. "O Brasil também poderia alegar que se sente injustiçado porque o etanol nos EUA é produzido de uma maneira cheia de subsídios", avalia o economista Guilherme Klein Martins. "Isso abre espaço para uma discussão mais ampla sobre o que é uma tarifa justa ou injusta." Desmatamento ilegal Os EUA também se queixam de que o Brasil não consegue aplicar suas próprias leis contra o desmatamento, prejudicando produtores agrícolas e de madeira americanos. "A conversão de terras desmatadas ilegalmente para a produção agrícola proporciona uma vantagem competitiva injusta às exportações agrícolas, reduzindo custos e expandindo a disponibilidade de insumos agrícolas", alega o governo de Donald Trump, que ainda aponta o Brasil como grande concorrente dos EUA nas vendas globais de produtos agrícolas, "incluindo carne bovina, milho e soja". O documento inicial da investigação comercial reconhece que "as taxas de desmatamento diminuíram nos últimos anos" no país, mas afirma que o patamar atual ainda é alto. O Relatório Anual do Desmatamento (RAD 2024) do MapBiomas, divulgado em maio deste ano, revelou uma redução de 32,4% na área desmatada no Brasil em 2024 em comparação com 2023. Cinco dos seis biomas brasileiros tiveram redução no desmatamento, segundo o levantamento. A área total desmatada no acumulado dos últimos seis anos (2019-2024), porém, atinge a marca alarmante de 9.880.551 hectares, uma área comparável ao tamanho da Coreia do Sul. Para o secretário executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini, o combate ao desmatamento no país tem se mostrado instável ao longo dos últimos anos, a depender do governo. O especialista faz críticas contundentes às políticas ambientais do governo de Jair Bolsonaro, que segundo ele "era omisso em relação à questão" e "impulsionou o crime ambiental". Segundo governo americano, dificuldade do Brasil em combater o desmatamento prejudica produtores agrícolas e de madeira americanos Getty Images via BBC "E Donald Trump, em seu primeiro mandato, manteve relações estreitas e de apoio com o governo Bolsonaro", aponta Astrini, que vê as acusações americanas neste momento como uma demonstração de hipocrisia. O secretário do Observatório do Clima afirma ainda que a gestão do republicano abandonou qualquer tipo de ajuda ao controle do desmatamento na Amazônia, ao contrário de outros presidentes americanos, e que a forma como o tema está sendo tratado nesse momento pode ser entendida como uma ameaça à soberania. "O combate ao desmatamento deve ser realizado única e exclusivamente pelo governo brasileiro de forma autônoma. Ajudas externas são bem-vindas, mas elas não devem ameaçar a soberania brasileira", opina ainda o especialista. Para Guilherme Klein, da Universidade de Leeds, as alegações sobre desmatamento são as que mais poderiam fazer sentido entre todas apresentadas pelo USTR. Segundo ele, aumentar tarifas de importação ou restringir a importação com base em deflorestamento ou emissões de carbono é uma tendência, com, por exemplo, a implementação de mecanismos pela União Europeia. O chamado Mecanismo de Ajustamento de Carbono nas Fronteiras (CBAM) da UE estabelece um preço para o carbono emitido durante a produção de bens com elevado teor de carbono importados para o bloco. O economista afirma, porém, que essas taxações ocorrem de maneira muito diferente da adotada pelos EUA com o Brasil. "Não cabe como justificativa para aumentar em 50% a tarifa de todas as importações", diz. "Está muito fora do tom." * Com reportagem de Julia Braun, da BBC News Brasil em Londres 'Tensão' sobre tarifas e surpresa em terras raras: os bastidores da reunião entre Lula e Trump na Casa Branca Governo Trump classifica CV e PCC como terroristas e Flávio Bolsonaro comemora: 'Grande dia' 'Crise de quê?': Flávio Bolsonaro aposta em Trump e debate sobre facções contra desgaste do caso Master
Mineiro de Nova Serrana relata rotina, medo e sobrevivência no conflito da Ucrânia O morador de Nova Serrana, no Centro-Oeste de Minas Gerais, Albert Luís, de 32 anos, deixou a cidade em novembro de 2025 para lutar na guerra da Ucrânia. Mesmo sem o apoio dos pais, ele viajou para a Europa e passou seis meses atuando no conflito. Ao retornar ao Brasil, em maio deste ano, Albert trouxe marcas físicas e emocionais da guerra, além de uma nova perspectiva sobre a vida. “O objetivo era voltar vivo para minha família”, disse o mineiro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Albert Luís em atuação na Ucrânia Arquivo pessoal Albert contou que participou de operações em regiões atingidas por ataques e chegou a ficar ferido durante o conflito. Segundo ele, o ferimento ocorreu enquanto tentava salvar dois colombianos que também atuavam na guerra. Ainda de acordo com Albert, as áreas onde esteve foram alvo de bombardeios em diversas ocasiões. “Ali eu testei meus limites muito além do que eu imaginava”, contou. Segundo Albert, a família nunca apoiou sua decisão de participar da guerra. Ainda assim, ele afirma que atuar na área militar sempre foi um sonho. O brasileiro contou que decidiu embarcar para o conflito ao lado de um grupo de amigos que também optou por ir à Ucrânia. “Minha família nunca apoiou. É muito difícil, justamente pelo medo que todos tinham de eu não voltar vivo, e eu compreendo”, disse. Mesmo diante das situações extremas vividas durante a guerra, Albert afirmou que o medo nunca o impediu de seguir em frente. “Tive várias situações de risco. Vivi momentos em que era a minha vida ou a vida do oponente". Mineiro já esteve em outra guerra A guerra na Ucrânia não foi a primeira experiência de Albert em uma área de conflito. Segundo ele, sua estreia em operações militares ocorreu em Israel, em 2025. “Essa já é a segunda guerra que participo e sem dúvidas foi a mais violenta”, afirmou. Apesar da violência e do desgaste psicológico enfrentados durante o conflito, Albert afirmou que a experiência transformou profundamente sua vida. “Hoje sei que tudo o que eu quero depende da minha fé em Deus e de mim", pontuou. O mineiro definiu a passagem pela guerra como um processo de reencontro consigo mesmo. “Foi onde consegui me reencontrar. Acredito que foi um tratamento de Deus comigo. Mesmo sendo um cenário difícil, me fez ser uma pessoa melhor, que valoriza as pequenas coisas". Guerra tecnológica e o medo dos drones Morador de Nova Serrana- guerra - Ucrânia- comida Albert Luis/Arquivo Pessoal Segundo Albert, a guerra moderna é muito diferente da imagem tradicional de combates corpo a corpo. Para ele, os drones estão entre os principais desafios enfrentados pelos soldados no front, especialmente pelo impacto psicológico que causam. “A única coisa que mexeu com a minha cabeça foram os drones. A guerra hoje é muito tecnológica. Ver um drone é sempre um pânico que precisa ser controlado. Um drone é preparado para matar. Se ele te identificar, a chance de escapar é quase mínima”, explicou. Albert explicou que o risco é constante e que o perigo pode surgir a qualquer momento. “Vários momentos pensei que não ia conseguir voltar, que seria meu fim. De repente o cenário muda.” Salários podem chegar a R$ 25 mil Segundo Albert, estrangeiros que atuam na guerra recebem remuneração, e ele também foi pago durante o período em que participou do conflito. De acordo com o mineiro, os valores variam conforme o nível de treinamento, o tipo de missão e a intensidade das operações realizadas. “A média salarial hoje é de 5 a 25 mil reais", contou. Albert afirmou que, em períodos de operações mais intensas, a remuneração pode chegar ao dobro do valor normalmente recebido. “O salário é por etapa. Contrato, treinamento e missão têm valores diferentes.” Ele também afirmou que as regras de permanência para combatentes estrangeiros foram alteradas. Segundo ele, antes os contratos tinham duração de três anos e permitiam uma pausa após seis meses de atuação. Agora, de acordo com o mineiro, os contratos passaram a ter validade de cinco anos. Nesse novo modelo, o retorno ao país de origem só é permitido após um ano de atuação. Depois de vivenciar a guerra de perto, Albert afirmou que retornou ao Brasil com uma visão completamente diferente sobre a vida. “O simples passou a ter valor", pontuou. Segundo Albert, situações simples do dia a dia passaram a ter um significado diferente após a experiência vivida na guerra. “Poder acordar sem medo de explodir alguma coisa, uma comida da mãe, estar com os filhos, com a família, ter um tempo com Deus… lá você aprende a dar valor porque falta muita coisa", disse. Alerta para brasileiros Albert também alertou brasileiros que cogitam participar do conflito para que não se deixem levar por promessas ou pela visão romantizada da guerra divulgada nas redes sociais. “Muita gente acha que é brincadeira. Tem muita mentira. Muita gente posta coisa, mas não tem coragem nem de ir para o front”, destacou. Ao comentar a experiência vivida na guerra, Albert afirmou que a realidade do conflito é muito diferente da imagem mostrada na internet. Segundo ele, sobreviver em um cenário de combate exige preparo físico, equilíbrio emocional e plena consciência dos riscos envolvidos. "Voltar vivo não é uma certeza", finalizou. Morador de Nova Serrana- guerra - Ucrânia- comida Albert Luis/Arquivo Pessoal VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas
PARIS: Iranian authorities partially restored internet connectivity on Tuesday after an almost three-month shutdown imposed after the US-Israel invasion on Feb 28. The shutdown left Iranians largely cut off from international networks, with only a domestic intranet working for daily tasks like shopping, ride-hailing and education. “Live metrics show a partial restoration to internet connectivity in Iran on day 88,” of the shutdown, monitor NetBlocks said on X, saying it was “unclear” if this meant a permanent end to the “longest nationwide internet shutdown in modern history”. Earlier during the day, Iran’s judiciary suspended a fledging presidential body that had ordered restoration of the internet. Judiciary suspends a presidential body that took the decision The Special Headquarters for Organising and Governing the Country’s Cyberspace was formed on May 12 by Pezeshkian. The body had on Monday reached a decision to “restore the internet”, according to government spokeswoman Fatemeh Mohajerani, after local media reported that Pezeshkian had decreed the measure. Vice President Mohammad Reza Aref said in a post on X that the “first step toward free and regulated access to cyberspace has been taken”, adding that the demands of Iranians “will be fulfilled”. State news agency IRNA and Fars news agency said “full international internet connectivity has been restored” for users of fixed broadband services, but this had not been confirmed by internet monitor NetBlocks. Witnesses inside Iran said mobile internet remains cut, but home internet with Wi-Fi had been restored, even though VPNs were still needed to access some social media. “A few minutes ago I could open international websites using my home internet provider,” said a 22-year-old woman from the western city of Kermanshah. A user in Tehran said the internet service for his company has been restored, but “mobile connection remained the same” without any access. Others reported that general access remained extremely patchy. Closure in January The shutdown imposed three months ago followed a similar blackout imposed on Jan 8 after the country was rocked by mass anti-government protests. Activists said that the January closure was aimed at masking the scale of a crackdown on the protests, as well as preventing more demonstrations. Published in Dawn, May 27th, 2026
Donald Trump has once again taken over the internet. No, not the president of the United States. The albino buffalo from Bangladesh. Nicknamed after the commander-in-chief, this rare animal has become a local celebrity in the city of Narayanganj and a viral sensation online because of its uncanny resemblance to Trump, particularly its blond combover. ...