오픈뉴스백과
세계의 오늘한국의 오늘라이브둘러보기뉴스ONP 브리핑
뉴스로 배우기커뮤니티회사학술과학정부용어사전피드 제보내 편향
...

오픈뉴스백과

집단지성 기반 뉴스 검증 플랫폼. 다양한 시각으로 뉴스를 이해합니다.

서비스

세계의 오늘한국의 오늘라이브뉴스정부과학학술용어사전소개

법적 고지

개인정보처리방침이용약관콘텐츠 이용 안내

문의

문의하기

본 플랫폼에서 제공하는 뉴스 콘텐츠의 저작권은 각 언론사에 있으며, 무단 복제 및 배포를 금지합니다.

RSS 피드를 통해 수집된 콘텐츠는 각 원저작자의 라이선스 조건을 따릅니다. 오픈 라이선스(CC-BY 등) 콘텐츠는 해당 라이선스에 따라 출처를 표기합니다.

오픈뉴스백과는 뉴스 집계 및 검증 플랫폼으로, 개별 기사의 내용에 대한 책임은 해당 언론사에 있습니다.

이용자가 작성한 피드백, 팩트체크, 독자 제보 등의 콘텐츠에 대한 책임은 해당 작성자에게 있습니다.

콘텐츠 제거·정정이 필요하시면 문의하기에 남겨 주세요.

© 2026 오픈뉴스백과 (OpenNewsPedia). All rights reserved.

뉴스 목록
관련 뉴스79건64개 미디어
진보 성향 32%중도 성향 45%보수 성향 23%
New Zealand Government (Beehive)
진보 성향 32%중도 성향 45%보수 성향 23%
G1 (Globo)
The New York Times
Le Figaro
Daily Maverick
Variety
France Info
FAZ (Frankfurter Allgemeine)
elDiario.es
BBC World
Vanguard (Nigeria)
Forbes Business
The Jerusalem Post
Süddeutsche Zeitung
Tuko (Kenya)
Ada Derana
MyJoyOnline
Geo News (Pakistan)
ABC News (US)
El Mundo
The Guardian Culture
De Telegraaf
Il Fatto Quotidiano
The Guardian World
SVT Nyheter
NOS Nieuws
Die Zeit
New York Post
NPR Top Stories
Libération
Tagesschau
The Times of India
South China Morning Post
NZZ Recent
Il Giornale
Die Welt
Rolling Stone
Free Malaysia Today
Daily Sabah
Der Spiegel
ABC.es
Der Standard
CBS News
Sydney Morning Herald
Malay Mail
Rappler (Philippines)
Al Jazeera English
20minutos
EL PAÍS (español)
Channel News Asia
la Repubblica
Fox News
CityNews Toronto
France 24 (English)
Deutsche Welle (English)
TheJournal.ie
NBC News Top Stories
RTÉ News (Ireland)
Svenska Dagbladet
Yle News (English)
Hacker News Front Page
The Hollywood Reporter
Sky News (World)
NRK Toppsaker
New Zealand Government (Beehive)
세계
중도 성향

CAR-T: como funciona o tratamento que manteve Sam Neill livre do câncer até sua morte

G1 (Globo)
CAR-T: como funciona o tratamento que manteve Sam Neill livre do câncer até sua morte

Morre aos 78 anos o ator Sam Neill, de 'Jurassic Park' e 'O Piano'
Dias antes de morrer, aos 78 anos, o ator neozelandês Sam Neill contou que estava livre do câncer graças a um tratamento que, há pouco mais de uma década, ainda era considerado experimental.
Depois de cinco anos convivendo com um linfoma não Hodgkin e de ver a quimioterapia perder o efeito, ele entrou em remissão após receber uma terapia conhecida como CAR-T, que utiliza células de defesa do próprio paciente, modificadas em laboratório, para atacar o tumor.
Neill morreu nesta segunda-feira (13), em Sydney, na Austrália. A causa da morte não foi divulgada. No entanto, segundo comunicado divulgado pela família, ele permaneceu livre do câncer até o fim da vida.
Revolução oncológica
Considerada uma das maiores transformações recentes da oncologia, a terapia CAR-T já é utilizada em diversos países e também pode ser realizada no Brasil, onde há produtos aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para alguns tipos de câncer do sangue.
Em pacientes que esgotaram outras alternativas de tratamento, ela pode levar a remissões prolongadas e, em alguns casos, fazer o tumor desaparecer completamente.
Apesar dos resultados, o acesso continua restrito. O alto custo, a necessidade de centros altamente especializados e a incorporação ainda limitada ao sistema de saúde fazem com que muitos pacientes brasileiros não consigam chegar ao tratamento.
Terapia transforma o sistema imunológico
Ao contrário da quimioterapia, que destrói células que se multiplicam rapidamente —incluindo algumas saudáveis—, a CAR-T parte de outra estratégia: treinar o próprio organismo para reconhecer e eliminar as células cancerígenas.
O tratamento começa com a retirada dos linfócitos T, células do sistema imunológico responsáveis por identificar ameaças ao organismo.
Essas células são enviadas para um laboratório, onde passam por uma modificação genética. Os pesquisadores inserem nelas um receptor artificial, chamado CAR (sigla em inglês para receptor quimérico de antígeno), capaz de identificar proteínas presentes na superfície das células tumorais.
Depois de modificadas e multiplicadas, elas retornam ao paciente por meio de uma infusão semelhante a uma transfusão de sangue.
A partir daí, passam a procurar e destruir as células do câncer.
O oncologista Stephen Stefani, do grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, compara o processo à criação de um "super soldado" imunológico.
"Nós retiramos os linfócitos T do paciente, reprogramamos essas células para reconhecer o tumor e depois as reinfundimos no organismo já preparadas para atacá-lo", explica.

Hemocentro de Ribeirão Preto (USP)/arte g1
Quando a CAR-T é indicada
Hoje, a terapia é aprovada para alguns tipos de câncer hematológico, especialmente leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.
Em geral, ela é reservada para pacientes cujo câncer voltou após o tratamento ou deixou de responder às terapias convencionais —cenário semelhante ao enfrentado por Sam Neill.
O ator revelou que havia sido diagnosticado, em 2023, com um linfoma não Hodgkin em estágio avançado. Após a quimioterapia deixar de controlar a doença, recebeu a terapia celular e anunciou recentemente que os exames não mostravam mais sinais do câncer.
Pesquisadores também estudam o uso da CAR-T contra tumores sólidos, como os de pulmão, mama e cérebro, mas esses resultados ainda são considerados iniciais.

Divulgação
O Brasil avança na produção da própria terapia
Embora a CAR-T tenha sido desenvolvida no exterior, o Brasil vem ampliando sua capacidade de produzir a terapia dentro do próprio país. Nos últimos meses, estudos conduzidos por instituições brasileiras têm mostrado resultados considerados promissores.
Em junho deste ano, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com o Instituto Butantan, divulgaram dados preliminares de um estudo clínico em que 87,5% dos pacientes com linfoma não Hodgkin apresentaram redução significativa ou desaparecimento do tumor após receberem uma versão nacional da CAR-T desenvolvida no Hemocentro de Ribeirão Preto.
Segundo a equipe, o tratamento foi produzido integralmente no Brasil e poderá abrir caminho para uma futura incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS), caso os resultados sejam confirmados nas próximas fases da pesquisa e o produto obtenha registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Além da iniciativa da USP, outro estudo conduzido pelo Hospital Israelita Einstein mostrou resultados semelhantes. A terapia CAR-T desenvolvida na própria instituição levou 81% dos pacientes com leucemias e linfomas avançados a responderem ao tratamento, enquanto 72% entraram em remissão completa.
O projeto foi financiado pelo Ministério da Saúde por meio do Proadi-SUS e marcou a primeira produção da terapia dentro de um hospital brasileiro.
O tratamento ainda enfrenta barreiras no país
Apesar dos avanços, a realidade brasileira ainda está distante daquela observada nos grandes centros internacionais.
O tratamento comercial pode custar entre R$ 2 milhões e R$ 4 milhões por paciente e exige hospitais preparados para lidar com uma terapia altamente complexa.
Além da coleta e da modificação das células, a equipe precisa monitorar possíveis efeitos adversos, como inflamações intensas e alterações neurológicas temporárias, que costumam surgir nos primeiros dias após a infusão.
Um estudo publicado na revista Frontiers in Hematology aponta que, no Brasil, o desafio vai além do preço.
Os autores destacam a ausência de modelos específicos de financiamento, o número reduzido de centros habilitados e a necessidade, em muitos casos, de enviar as células para laboratórios no exterior antes da fabricação do produto.
Segundo Stefani, parte dos pacientes sequer consegue chegar à terapia.
"Muitos pioram clinicamente ou morrem antes de obter acesso à CAR-T."
Hoje, muitos casos acabam sendo resolvidos por meio de ações judiciais, cenário que, segundo especialistas, amplia desigualdades porque favorece quem consegue recorrer à Justiça.
O próximo passo é ampliar o acesso
Embora o Brasil tenha avançado no desenvolvimento de versões nacionais da CAR-T, especialistas afirmam que o principal desafio agora é transformar os resultados das pesquisas em uma política de acesso.
Isso passa pelo registro dos produtos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pela avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e pela definição de um modelo de financiamento capaz de sustentar uma terapia de alto custo.
Também será necessário ampliar o número de centros habilitados para produzir ou aplicar o tratamento e formar equipes especializadas em diferentes regiões do país.
Para Stefani, produzir a terapia em território nacional pode reduzir custos e diminuir a dependência de laboratórios estrangeiros, mas, sozinho, esse avanço não resolve o problema.
"A judicialização não conserta o sistema. Ela conserta o problema daquele paciente."
Enquanto esse cenário não muda, a CAR-T segue oferecendo uma nova perspectiva para pessoas com cânceres hematológicos agressivos que já esgotaram outras opções terapêuticas. O desafio, agora, é fazer com que uma tecnologia capaz de levar pacientes à remissão deixe de ser uma exceção e se torne uma alternativa disponível para quem dela precisa. ...

전문 보기

이 뉴스, 어떠셨어요?

탭 한 번으로 반응 · 로그인 불필요

공식 발표 ↔ 진영별 보도

진보 성향 32%중도 성향 41%보수 성향 27%
24건30건20건
공식 발표 (1건) — 공공 라이선스 원문 직접 열람
진보 성향24

+20

중도 성향30

+26

보수 성향20

+16

기타·국영 4
이 이슈 전체 보도 79건 보기
관련 뉴스 제보는 로그인 후 가능합니다.

'world' 카테고리 뉴스

3 dead, 6 missing in Davao Occidental flash floods

Philippine Daily Inquirer

Palace hits Baste Duterte’s claim impeach meant to derail Sara 2028 bid

Philippine Daily Inquirer

Lava fountaining recorded in Mayon Volcano

Philippine Daily Inquirer

G1 Globo의 다른 기사

Incêndio destrói apartamento em Alfenas; ex-companheiro é suspeito de atear fogo, diz Defesa Civil

G1 (Globo)

Trump recebeu US$ 1,4 bilhão com criptomoedas, mas direcionou parte dos ganhos para ações e títulos, diz agência

G1 (Globo)

Comerciante é morto em tentativa de assalto ao entregar celular vendido pelas redes sociais em Mogi Mirim

G1 (Globo)

피드백

피드백을 남기려면 로그인해 주세요.

🇳🇿New Zealand Government (Beehive)

Milestone for hunter-led conservation in NZ

🇺🇸The New York Times

Sam Neill, New Zealand Actor Known for ‘Jurassic Park,’ Dies at 78

🇿🇦Daily Maverick

'One of the greats': reactions to the death of New Zealand actor Sam Neill

🇫🇷France Info

Mort de Sam Neill : quatre films et une série inoubliables de l'acteur star de "Jurassic Park"

🇪🇸elDiario.es

Cinco películas para recordar a Sam Neill, desde ‘El piano’ hasta ‘La caza del Octubre Rojo’

🇧🇷G1 (Globo)
보는 중

CAR-T: como funciona o tratamento que manteve Sam Neill livre do câncer até sua morte

🇫🇷Le Figaro

«Je voulais produire un bon pinot noir» : Sam Neill, acteur mais aussi vigneron

🇬🇧BBC World

Hollywood blockbusters and arthouse films: Sam Neill's best-known roles in pictures

🇺🇸Forbes Business

Sam Neill, ‘Jurassic Park’ Star, Dies At 78

🇩🇪FAZ (Frankfurter Allgemeine)

Alan Grant in „Jurassic Park“: Hollywood-Star Sam Neill gestorben

🇵🇰Geo News (Pakistan)

‘Jurassic Park' star Sam Neill breathes his last at 78

🇪🇸El Mundo

Muere Sam Neill, la estrella tímida de Hollywood que enamoró a todos en Jurassic Park, a los 78 años

🇳🇱De Telegraaf

Sam Neill (78) had juist zijn grootste gevecht geleverd, toen het noodlot toesloeg: acteur was meester in rollen met ’verborgen kanten’

🇺🇸Variety

Sam Neill’s Career in Photos: ‘Jurassic Park,’ ‘The Piano,’ ‘Peaky Blinders’ and More

🇺🇸Variety

Sam Neill Remembered by ‘Jurassic World Dominion’ Director Colin Trevorrow, Karl Urban, Alan Cumming and More: ‘His Strength Gave Us All Strength’

🇺🇸Variety

Sam Neill, ‘Jurassic Park’ Star, Dies at 78

🇺🇸Hacker News Front Page

Sam Neill has died