오픈뉴스백과
세계의 오늘한국의 오늘피드
뉴스
AI 브리핑전체 뉴스진영별 의제회사정부과학학술용어사전뉴스로 배우기
커뮤니티제보
...

오픈뉴스백과

집단지성 기반 뉴스 검증 플랫폼. 다양한 시각으로 뉴스를 이해합니다.

서비스

세계의 오늘한국의 오늘뉴스정부과학학술용어사전소개

법적 고지

개인정보처리방침이용약관콘텐츠 이용 안내

문의

이메일 문의

본 플랫폼에서 제공하는 뉴스 콘텐츠의 저작권은 각 언론사에 있으며, 무단 복제 및 배포를 금지합니다.

RSS 피드를 통해 수집된 콘텐츠는 각 원저작자의 라이선스 조건을 따릅니다. 오픈 라이선스(CC-BY 등) 콘텐츠는 해당 라이선스에 따라 출처를 표기합니다.

오픈뉴스백과는 뉴스 집계 및 검증 플랫폼으로, 개별 기사의 내용에 대한 책임은 해당 언론사에 있습니다.

이용자가 작성한 피드백, 팩트체크, 독자 제보 등의 콘텐츠에 대한 책임은 해당 작성자에게 있습니다.

콘텐츠 제거 요청: contact@opennewspedia.com

© 2026 오픈뉴스백과 (OpenNewsPedia). All rights reserved.

세계의 오늘
관련 뉴스126건34개 미디어
진보 성향 23%중도 성향 60%보수 성향 17%
South China Morning Post
G1 (Globo)
Le Figaro
Süddeutsche Zeitung
Die Welt
Le Monde (English)
The Independent (World)
NOS Nieuws
Die Zeit
Tagesschau
CGTN
Daily Mail (News)
The Korea Herald
TASS English
RT News
The Jerusalem Post
The Japan Times
Der Spiegel
Libération
Governo Italiano
France Info
The Times of India
taz (die tageszeitung)
Deutsche Welle (English)
The Hill
The Moscow Times
FAZ (Frankfurter Allgemeine)
CBS News
Breitbart
Meduza (English)
NBC News Top Stories
The Guardian World
France 24 (English)
CNBC Top News
South China Morning Post
세계
중도 성향

Tarifaço de Trump: reunião no G7 é aposta para reduzir ameaça comercial, arma antiga do presidente dos EUA

G1 (Globo)
조회 0
Tarifaço de Trump: reunião no G7 é aposta para reduzir ameaça comercial, arma antiga do presidente dos EUA

AI Summary

At the G7 summit in Evian-les-Bains, France, President Trump met with Ukrainian leader Zelensky and called on Russia to negotiate a peace deal with Ukraine, pledging to help facilitate an end to the conflict. The meeting took place as European allies sought to keep Ukraine central to the summit agenda, noting that discussions about Iran had recently dominated Trump's attention. The Kremlin responded by stating it had no official communication channels with Kyiv but indicated that Zelensky was welcome to visit Moscow for direct negotiations.

Progressive: Progressive-leaning outlets express skepticism about Trump's genuine commitment to Ukraine's defense, with analysts emphasizing that Europe must be prepared to support Ukraine regardless of U.S. policy direction.

Moderate: Centrist outlets frame the summit as European allies working strategically to maintain Ukraine's prominence on Trump's agenda amid competing priorities like Iran, with measured language about Trump's verbal commitments.

Conservative: Conservative-leaning outlets present Trump's call for a Russia-Ukraine peace deal as a constructive and direct leadership move, highlighting his engagement with Zelensky as a positive diplomatic initiative.

Foto de família da cúpula do G7 em Evián, na França, com residente dos EUA, Donald Trump; presidente da França, Emmanuel Macron; primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney; primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni; primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi; presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa; chanceler da Alemanha, Friedrich Merz; presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi; presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung; primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; presidente do Quênia, William Ruto; e primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, em 16 de junho de 2026.
Evelyn Hockstein/ Reuters
A negociação das novas tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no início de junho está entre as principais prioridades do governo brasileiro na reunião do G7 — grupo das sete maiores economias do mundo —, realizada na França nesta semana.
Segundo apuração da GloboNews, diplomatas brasileiros apostam em um encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Trump para destravar as negociações. A reunião bilateral, porém, ainda não foi confirmada. Além disso, o fato de os dois líderes não terem interagido ao posarem para a foto oficial do grupo pode ser um mau sinal.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
🔎 O G7 reúne algumas das principais economias desenvolvidas do mundo e discute temas globais, como economia, conflitos, clima e segurança. O Brasil não faz parte do grupo, mas pode ser convidado para participar de reuniões, como ocorreu na atual cúpula.
O Brasil tenta negociar a retirada das tarifas desde o ano passado, quando Trump anunciou as primeiras taxas de importação sobre produtos brasileiros. Houve um avanço em novembro de 2025, quando a Casa Branca decidiu eliminar a tarifa de 40% aplicada a diversos itens exportados pelo país.
Agora no g1
As novas tarifas de 25% anunciadas neste mês, segundo avaliação do governo brasileiro, é uma medida de caráter mais político do que comercial. Segundo integrantes do governo, a decisão também ignora argumentos técnicos apresentados por representantes comerciais brasileiros nos últimos meses.
Mas a medida segue um padrão adotado por Trump em outras ocasiões: utilizar tarifas como instrumento de pressão em negociações comerciais e diplomáticas.
Estratégia em favor dos EUA
Como o g1 já mostrou, a ameaça tarifária é uma estratégia antiga do presidente americano em disputas comerciais e diplomáticas. O objetivo é obter vantagens em negociações bilaterais.
Em seus dois mandatos, Trump deixou claro que uma de suas prioridades é fortalecer a atividade econômica doméstica, limitando a concorrência estrangeira.
Em 2018, por exemplo, Trump anunciou tarifas sobre as importações de aço e alumínio, produtos exportados pelo Brasil para os EUA. Pouco depois, os dois países negociaram um sistema de cotas que permitia a venda com isenção ou redução de tarifas até determinado limite.
No episódio mais recente, o governo americano afirmou que uma investigação do Escritório de Comércio (USTR, na sigla em inglês) concluiu que o Brasil adota práticas consideradas "irrazoáveis" por onerar ou restringir o comércio com o país. Como resultado, propôs uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
Por que o Brasil virou alvo da investigação?
Em um decreto posterior, Trump citou 60 países — entre eles o Brasil — que falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como consequência, propôs uma tarifa adicional de 12,5%, elevando a taxação potencial sobre produtos brasileiros para 37,5%.
Nos dois casos, porém, os EUA divulgaram uma extensa lista de exceções. No caso brasileiro, os produtos excluídos das medidas representam cerca de 60% das exportações para o mercado americano.
"Em nossa avaliação, o impacto econômico direto tende a ser limitado, uma vez que a lista de isenções permanece extensa e abrange parcela significativa das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos", afirmaram os analistas Luiza Paparounis e Francisco Lopes, do BTG Pactual, em relatório recente.
Outros exemplos pelo mundo e os efeitos para os EUA
O Brasil não é o único parceiro comercial dos EUA atingido por tarifas. União Europeia, China, Canadá, México e outros países também foram alvo de medidas semelhantes adotadas por Trump.
Além de alegar que esses países mantêm relações comerciais injustas com os EUA, Trump também recorreu a diferentes justificativas para defender as tarifas, incluindo combate ao narcotráfico, crime organizado, imigração ilegal, segurança de fronteira, comércio digital, corrupção e até o PIX brasileiro.
"Trump usa essa questão tarifária como uma arma, e já vimos isso várias vezes. No Brasil, quando houve o choque com o nosso judiciário, ou na Índia, que continuava a comprar petróleo russo", avalia a diretora da Faculdade de Relações Internacionais da PUC-Campinas, Kelly Ferreira.
"E mesmo que a Suprema Corte americana já tenha tentado derrubar as tarifas globais impostas em 2025, o Trump está sempre buscando novas formas de usar essas taxas a seu favor", completa a especialista.
Ela acrescenta que até a classificação do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas teria um componente econômico, ao dar mais flexibilidade para Trump adotar novos embargos.
Em vários dos casos, a estratégia foi semelhante: o republicano anunciou tarifas, estabeleceu prazos para negociação e buscou obter vantagens competitivas, além de maior abertura dos mercados para a indústria americana.
Trump também afirmou, em diversas ocasiões, que as tarifas serviriam como fonte de receita para o governo, ajudariam a reduzir a dívida pública e fortaleceriam a economia americana.
O republicano não conseguiu cumprir essas promessas. Dados do Tesouro dos EUA mostram que o déficit orçamentário — quando as despesas superam as receitas — cresceu 2% e atingiu US$ 164 bilhões (R$ 827,1 bilhões) em março.
A inflação ao consumidor subiu 0,5% em maio, sétimo avanço consecutivo. Em 12 meses, o índice acumulado chegou a 4,2%, mais que o dobro da meta do banco central americano. Já o PIB do país cresceu 1,6% no primeiro trimestre, abaixo da expectativa do mercado, de 2%.
A sensação de deterioração da economia americana também já se reflete na popularidade de Trump, que vem caindo desde o início do ano passado.
O que explica a crise de popularidade do presidente dos EUA
O que esperar adiante?
Mesmo sem uma definição sobre as tarifas, o governo brasileiro afirma que pretende manter as negociações. Pela legislação americana, a investigação formal ainda precisa ser concluída e consultas públicas devem ocorrer antes de qualquer medida entrar em vigor.
O presidente Lula afirmou que enviaria uma nova carta a Trump para tratar do assunto.
"A nossa luta é para que esse país não seja tratado em nenhum momento como se fosse uma republiqueta insignificante. Nós temos muita história e não podemos aceitar o tratamento que os EUA deu ao Brasil nesta semana. Não é possível", afirmou o petista após o anúncio das novas taxas.
Com uma agenda extensa e diversos temas relevantes em debate no G7, a reunião entre Lula e Trump pode não ocorrer. Ainda assim, a expectativa é que o presidente brasileiro aproveite o encontro para estreitar relações com outras grandes economias e fortalecer os laços do Brasil com a União Europeia. ...

전문 보기

이 뉴스, 독자들은 어떻게 느꼈나요?

첫 반응을 남겨보세요

로그인하면 감정 반응에 참여할 수 있어요.

관련 뉴스 제보는 로그인 후 가능합니다.

'world' 카테고리 뉴스

Legarda lauds Senate for ratifying enhanced free college law

Philippine Daily Inquirer

DepEd ensures ARAL funds go directly to teachers serving as tutors

Philippine Daily Inquirer

DOJ probes officials over Senate shooting, Dela Rosa escape

Philippine Daily Inquirer

G1 Globo의 다른 기사

Geada cobre Monte Verde, na Serra da Mantiqueira, após temperatura chegar a 0,4°C em estações locais

G1 (Globo)

Moradores da Vila Planalto, no DF, recebem ligações de ameaças de morte e cobranças de dinheiro

G1 (Globo)

Conheça o hotel de luxo em Lisboa onde Vorcaro pagou suítes para Ciro Nogueira e Hugo Motta, segundo PF

G1 (Globo)

피드백

피드백을 남기려면 로그인해 주세요.

공식 발표 ↔ 진영별 보도

진보 성향 15%중도 성향 53%보수 성향 32%
7건25건15건
공식 발표 (1건) — 공공 라이선스 원문 직접 열람
🇮🇹Governo Italiano

Comunicato stampa del Consiglio dei Ministri n. 178

진보 성향7
🇬🇧The Independent (World)

Ukraine-Russia war latest: Zelensky and Trump’s ‘very good’ meeting at G7 boosts hopes for peace

🇩🇪Die Zeit

Trump beim G7-Gipfel: Da ist doch noch Leben in diesem Westen

🇫🇷Libération

Aide à l’Ukraine au G7 : entre les puissants et Zelensky, une relation d’alter nego

🇫🇷France Info

G7 à Évian : les Européens veulent pousser Donald Trump à durcir le ton envers la Russie

🇺🇸CBS News

Trump "at great risk of losing" negotiations with Iran, expert says

🇺🇸NBC News Top Stories

Trump signals shift in focus to Ukraine, with Iran war soon in ‘rearview’

🇬🇧The Guardian World

European leaders urge Trump to host Zelenskyy-Putin talks

중도 성향25
🇧🇷G1 (Globo)
보는 중

Tarifaço de Trump: reunião no G7 é aposta para reduzir ameaça comercial, arma antiga do presidente dos EUA

🇫🇷Le Figaro

Donald Trump accepterait d’aider l’Ukraine en échange d’une aide européenne pour le déminage du détroit d’Ormuz

🇩🇪Süddeutsche Zeitung

Weltmeisterschaft: Er ist Donald Trumps Stimme am Fußballplatz

🇫🇷Le Monde (English)

Trump, buoyed by his deal with Iran, shows renewed interest in Ukraine at G7 summit

🇫🇷Le Figaro

EN DIRECT - Sommet du G7 : l’IA au programme de la dernière journée, Donald Trump à Versailles dans la soirée

🇳🇱NOS Nieuws

Wekdienst 17/6: Trump dineert in Versailles na G7-top • Engeland begint WK tegen Kroatië

🇩🇪Tagesschau

G7-Gipfel: Merz zieht bisher positives Fazit vor letztem Tag

🇰🇷The Korea Herald

G7 leaders express optimism for peace after Trump's 'very good' Zelenskyy meeting

🇮🇱The Jerusalem Post

G7 leaders express optimism for peace after Trump's 'very good' Zelensky meeting

🇯🇵The Japan Times

G7 leaders express optimism for peace after Trump’s ‘very good’ Zelenskyy meeting

🇩🇪Der Spiegel

G7-Gipfel in Évian: Merz setzt auf gemeinsames Vorgehen von Europa und USA in Ukraine-Frage

🇩🇪taz (die tageszeitung)

G7-Gipfel in Évian: Eine Einigung, eine Forderung nach Einigung

🇩🇪Der Spiegel

Friedrich Merz und Donald Trump: Kanzler setzt beim G7-Gipfel auf Geschenk-Diplomatie

🇫🇷Le Figaro

Au G7, les Européens espèrent ramener Donald Trump au chevet de l’Ukraine

🇩🇪Deutsche Welle (English)

G7: Trump says Russia should 'make a deal' on Ukraine

🇺🇸The Hill

Trump says after Zelensky meeting Russia should make peace deal

🇷🇺The Moscow Times

G7 Leaders Agree to Intensify Pressure on Russia

🇩🇪Süddeutsche Zeitung

G-7-Gipfel: Das einzige Team, dem Trump je angehörte, besteht allein aus ihm selbst

🇩🇪Süddeutsche Zeitung

G-7-Gipfel in Évian: Das Fiasko in Iran verändert den Blick auf Trump. Vielleicht hört jetzt das Hofieren auf

🇷🇺Meduza (English)

Kremlin denies receiving Zelensky’s invitation to meet on the sidelines of the G7 summit

🇫🇷France 24 (English)

Trump says Russia 'should make a deal' after G7 meeting with Zelensky

🇺🇸CNBC Top News

Trump turns his attention to Ukraine ahead of Iran deal: 'I’m going to do whatever I can’

🇩🇪Der Spiegel

G7: Merz umschmeichelt Trump

🇩🇪Der Spiegel

G7: Friedrich Merz umschmeichelt Donald Trump

🇭🇰South China Morning Post

Trump urges Russia to ‘make a deal’ with Ukraine after meeting Zelensky at G7 summit

보수 성향15
🇩🇪Die Welt

„Das ist nichts anderes, als dass man den US-Präsidenten bei Laune hält“

🇩🇪Die Welt

„Die Umschmeichelungstaktik von Macron und Merz scheint bisher funktioniert zu haben“

🇩🇪Die Welt

„Die Ukraine ist der Gewinner des G-7-Gipfels“

🇩🇪Die Welt

„Trump fuhr mit breiter Brust zum G-7-Gipfel – ‚Ich habe es wieder geschafft‘“

🇬🇧Daily Mail (News)

Donald Trump vows to do 'whatever I can' to end the conflict in Ukraine as Keir Starmer says there has been a 'mood change' with Moscow now accepting it is not winning the war

🇩🇪Die Welt

„Die ‌amerikanische militärische Überlegenheit lässt dem Iran gar keine andere Wahl“, sagt Merz

🇮🇳The Times of India

'Can always come to Moscow': Russia's open invitation to Zelenskyy for ‘serious’ dialogue

🇩🇪Die Welt

„Wir alle wissen wie irrlichternd Donald Trump ist“

🇩🇪Die Welt

Trump sieht Iran als erledigt an – und will sich wieder der Ukraine zuwenden

🇩🇪Die Welt

„Trump hat sich in der Iran-Frage verspekuliert – jetzt braucht er die Unterstützung“

🇩🇪Die Welt

„Es gibt keinen Grund, Zugeständnisse zu machen“ – Die neue Verhandlungstaktik der Europäer

🇩🇪FAZ (Frankfurter Allgemeine)

G-7-Gipfel in Évian: Merz schenkt Trump DFB-Trikot zum 80. Geburtstag

🇺🇸Breitbart

Trump Says 'Russia Should Make a Deal', His Focus on Ukraine Now Iran Deal Done, at G7 Summit

🇩🇪Die Welt

„Man kann nur hoffen, dass das ein Sinneswandel, nicht nur bei Trump, sondern auch bei Putin ist“

🇩🇪Die Welt

„Es ist eben so ein weiteres Lippenbekenntnis der Europäer, aber keine Lösung“

기타·국영 7
🇨🇳CGTN

G7 leaders express optimism for peace after Trump meets Zelenskyy

🇷🇺TASS English

G7 leaders intend to tighten sanctions pressure on Russia's oil and gas sector

🇷🇺RT News

Trump shifting focus back to Ukraine: Where do peace talks stand?

🇷🇺TASS English

Kremlin aide comments on Russia-ASEAN Summit, possibility of Putin-Zelensky meeting

🇷🇺TASS English

Russia’s top diplomat comments on Germany’s military buildup, Zelensky’s public posturing

🇷🇺TASS English

Zelensky says not considering Moscow visit for talks with Putin

🇷🇺TASS English

Russia appreciates Turkey’s diplomatic efforts in Ukrainian conflict settlement — Lavrov