Donald Trump eleva tom e cobra de Israel responsabilidade no Líbano

AI Summary
As a US-Iran nuclear deal nears finalization, tensions emerge between Washington and Israel over the prolonged conflict in Lebanon. President Trump has publicly criticized Israel's extended military campaign against Hezbollah, while Hezbollah claims Iran has conditioned the nuclear agreement on Israeli military withdrawal from Lebanese territory. These developments expose widening rifts in US-Israeli strategic interests amid continuing military operations.
Progressive: Progressive-leaning outlets emphasize Trump's public criticism of Israeli strategy and highlight growing concerns that Israel's military operations risk undermining US diplomatic negotiations with Iran, focusing on the divergence between American and Israeli strategic objectives.
Moderate: Moderate outlets report Trump's statements and the reported deal conditions factually while documenting ongoing Israeli military operations and noting widespread Lebanese skepticism about the durability of any ceasefire agreement.
Trump critica Israel por bombardeios no Líbano
Donald Trump criticou Israel pelos bombardeios no Líbano. O governo israelense alega que precisa se defender do grupo extremista Hezbollah.
Ao lado do emir do Catar, o presidente americano, Donald Trump, falou sobre o acordo de trégua assinado com o Irã. Disse que o texto deixa claro que o Irã jamais terá uma arma nuclear.
Trump cobrou mais responsabilidade do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em relação ao Líbano. Na segunda-feira (15), Netanyahu disse que a luta não acabou e que vai continuar as operações para neutralizar as ameaças do grupo extremista Hezbollah, aliado iraniano no Líbano. Nesta terça-feira (16), Trump afirmou:
“Se Israel não consegue fazer o trabalho sem matar todo mundo, eu farei o trabalho ou a Síria poderá fazer esse trabalho”.
O governo sírio nega qualquer interesse em uma intervenção no Líbano. Trump foi ainda mais duro e disse:
“Sem nós, sem os Estados Unidos, não haveria Israel”.
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Donald Trump eleva tom e cobra de Israel responsabilidade no Líbano
Jornal Nacional/ Reprodução
A guerra na Ucrânia também foi destaque na cúpula do G7, em Évian. Donald Trump classificou como ótimo um encontro com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e afirmou que a Rússia deveria fechar um acordo, porque, assim como a Ucrânia, também está perdendo milhares de soldados em combate todos os meses. O presidente ucraniano reforçou que propôs um encontro com o russo Vladimir Putin no G7. O Kremlin negou ter recebido qualquer convite.
Nos eventos paralelos, o presidente Lula se reuniu com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi. Os dois anunciaram o início das negociações sobre um acordo entre o Mercosul e o país asiático.
Com os presidentes da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do Conselho Europeu, António Costa, Lula tratou do veto do bloco à carne brasileira. Em um discurso sobre parcerias internacionais, Lula criticou o protecionismo e disse que o combate aos crimes transnacionais - entre eles, o crime organizado - deve levar em conta o respeito à soberania dos Estados.
O presidente brasileiro não teve reunião bilateral com o presidente americano. E, diante das câmeras, na foto oficial, os dois não interagiram.
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional
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