Presidente da Fifa lamenta corte de árbitro da Somália, mas diz que não pode mandar nos países-sede

AI Summary
The 2026 FIFA World Cup—co-hosted by the United States, Mexico, and Canada—is set to kick off amid multiple controversies including steep ticket prices, visa and immigration restrictions preventing fans, team officials, and referees from entering the US, and questions about FIFA's political neutrality as President Gianni Infantino has become closely aligned with US President Donald Trump, who has announced plans to attend World Cup matches.
Progressive: Progressive-leaning outlets emphasize the off-field distractions and controversies surrounding the tournament, particularly the visa restrictions affecting fans, team officials, and referees, framing these barriers as significant problems that undermine the World Cup's accessibility.
Moderate: Moderate outlets provide comprehensive coverage of multiple controversies—including sky-high ticket prices and visa restrictions—while reporting on FIFA President Infantino's close alignment with President Trump and noting concerns about whether this relationship compromises FIFA's duty to maintain political neutrality.
Conservative: Conservative-leaning outlets adopt a more skeptical and ironic tone, highlighting contradictions in FIFA President Infantino's messaging, particularly the gap between his calls for focus on football and his extensive political negotiations required to make the World Cup possible.
Presidente da Fifa fala sobre as polêmicas da Copa: 'Não somos reis do mundo'
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, falou nesta quarta-feira (10) sobre as polêmicas com os vistos negados e os ingressos cortados dos torcedores do Irã.
Era inevitável tratar sobre o que já aconteceu fora de campo.
“Foi algo infeliz o que houve com o Omar. Tentamos discutir, mas não somos reis do mundo, não temos controle sobre os governos e as polícias”, lamentou Infantino, referindo-se ao árbitro da Somália Omar Abdulkadir Artan, impedido de entrar nos Estados Unidos.
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Não foi o único conflito diplomático tratado na véspera da abertura da Copa no estádio Azteca. Antes mesmo de ser perguntado, Gianni Infantino citou o caso envolvendo a seleção do Irã:
“Eu estou feliz. Quando diziam, lá atrás, que seria impossível o Irã jogar a Copa, garanti que eles jogariam", conta.
Presidente da Fifa lamenta corte de árbitro da Somália, mas diz que não pode mandar nos países-sede
Jornal Nacional/ Reprodução
Infantino não citou a guerra, que começou em fevereiro. Os vistos dos atletas iranianos saíram apenas na semana passada. Membros da delegação não foram autorizados a entrar nos Estados Unidos. O Irã reclamou de tratamento discriminatório. Ingressos destinados a torcedores iranianos foram cancelados.
“Cada país tem o seu governo. O nosso mundo é muito agressivo e a segurança é nossa prioridade máxima. Temos que respeitar", diz Gianni Infantino.
Sobre o preço dos ingressos, que tem afastado torcedores, o presidente tirou a culpa da Fifa:
“Depois que vendemos, os ingressos entram em um mercado secundário, e os preços aumentam. Estamos abertos às investigações. O mais importante é: o que arrecadamos faz a Fifa investir nos países em que ninguém quer investir”.
Infantino terminou a entrevista como começou, fazendo um pedido:
'"Vamos viver essa emoção, que é a Copa do Mundo, em comunidade. Acho que isso é fundamental''.
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