EUA afirmam já ter assinado acordo com Irã de forma eletrônica; cerimônia presencial ocorrerá na sexta

AI Summary
Israeli military strikes on Beirut on Sunday prompted US President Trump to publicly rebuke the action, warning it threatened to derail a pending US-Iran peace agreement that was expected to be finalized. Trump called for both Israel and Hezbollah to cease hostilities, arguing that continued attacks risked undermining the diplomatic breakthrough. Although the strikes delayed the signing by several hours, Trump maintained that the agreement remained on schedule for completion.
Progressive: Progressive-leaning outlets emphasized Trump's direct blame of Israel, framing the military strikes as the primary threat to the emerging peace deal and highlighting the administration's frustration with Israeli action jeopardizing the diplomatic breakthrough.
Moderate: Centrist outlets reported Trump's criticism of the Israeli strikes while prominently featuring his reassurances that the deal remained viable and on track, and stressed his calls for restraint from both Israel and Hezbollah to preserve the nascent agreement.
Paquistão anuncia acordo de paz na guerra entre Estados Unidos e Irã
Os Estados Unidos e o Irã já assinaram o acordo para o fim da guerra no Oriente Médio, segundo disse uma fonte do governo dos EUA à agência de notícias Reuters.
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De acordo com a fonte, assinaram o documento o presidente dos EUA, Donald Trump, e seu vice, J.D. Vance, e o presidente do Parlamento do Irã, Mohammed Qalibaf, líder da comitiva iraniana de negociadores e figura central do governo do país.
Ainda não está claro se assinatura foi feita de forma virtual ou por intermédio de interlocutores — nesta segunda-feira (15), o vice-presidente norte-americano disse em entrevista à rede norte-americana NBC News que a assinatura foi feita de forma eletrônica.
Uma cerimônia para a assinatura presencial do acordo foi marcada para esta sexta-feira (19) em Genebra, na Suíça, mas os dois lados ainda não informaram quem comparecerá ao evento.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista ao jornal "The New York Times" que o acordo assinado entre EUA e Irã prevê que não haverá cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz. No entanto, o Irã disse nesta segunda (15) que passará a cobrar uma "taxa por serviço" de navios que cruzarem a via marítima.
➡️ O acordo foi anunciado no domingo (14) após mais de três meses de guerra, e será assinado na sexta-feira (19), em uma cerimônia em Genebra, na Suíça, segundo o Paquistão, que mediou nas negociações.
Em entrevista ao "New York Times" logo após o anúncio, Trump disse que o acordo prevê a isenção permanente de qualquer pedágio em Ormuz, como o Irã havia sugerido durante o conflito.
Nesta segunda, no entanto, o Ministério das Relações Exteriores iraniano anunciou que haverá "taxas de serviço marítimo".
"Sempre afirmamos que não pretendemos cobrar taxas de trânsito, mas serão cobradas taxas por serviços de navegação, proteção ambiental, seguro de navios e outros serviços necessários", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei.
👉 O Irã, cujo território margeia a maior parte do Estreito de Ormuz, controla, na prática, o trânsito pelo canal, por onde circulam navios transportando cerca de 20% do petróleo e gás consumidos no mundo.
O governo norte-americano ainda não havia se manifestado sobre a taxa anunciada pelo Irã até a última atualização desta reportagem.
Navios no Estreito de Ormuz
Reuters/Stringer
Trump diz ter salvado Israel 'de ataque nuclear'
Na entrevista ao "New York Times", Trump afirmou ainda que os presidentes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, ajudaram na resolução do acordo de paz com o Irã.
Ele agradeceu aos líderes dos dois países, mas criticou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Trump afirmou que, "apesar das objeções do primeiro-ministro israelense ao acordo, salvei Israel da destruição nuclear" — o norte-americano tem mostrado sinais de irritação com Netanayhu por conta dos ataques de Israel ao Líbano e disse que os dois, inclusive, chegaram a travar uma discussão acalorada ao telefone na semana passada.
O presidente norte-americano disse ainda que, caso o Irã não assinasse um acordo, ele se tornaria uma espécie de "guardião do Oriente Médio", capturando 20% das receitas geradas na região.
Donadl Trump ao lado de Melania Trump na Casa Branca, em 13 de junho de 2026.
Evan Vucci / Reuters ...
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