Russian teen Andreeva up two spots in newest WTA Top-10 Rankings
The Russian, who is playing under a neutral status at international tournaments, is now 6th in the WTA Rankings with 5,751 points
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The Russian, who is playing under a neutral status at international tournaments, is now 6th in the WTA Rankings with 5,751 points
Democratic Republic of Congo enter the first 48-team World Cup as Africa's ninth best side in the Fifa rankings. In the eighth instalment of a nine-part series on African squads at the 2026 tournament in the United States, Mexico and Canada, RFI looks at a nation competing for the first time in 50 years.
Alex Eala rises to No. 33 in the latest WTA rankings, putting herself in favorable position to be seeded in prestigious Grand Slam and WTA 1000 tournaments
VANCOUVER — Sports Illustrated magazine says Vancouver is the best of 16 cities hosting World Cup matches, citing transportation, walkability and mild weather for topping its ranking list released this month. In fact, both Canadian host cities fared well on the list, with Toronto ranking No. 3, just after Seattle. The magazine says Vancouver has […]
Fachada Universidade Federal de Uberlândia UFU 2024 Reprodução/TV Integração A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) ocupa a 1.283ª posição entre mais de 21 mil instituições de ensino superior avaliadas em todo o mundo pelo Center for World University Rankings (CWUR). O resultado representa um avanço de 11 colocações em relação ao ano passado e coloca a UFU como a 28ª melhor universidade do Brasil e a 46ª da América Latina. Segundo Maíra Sueco Maegava Córdula, presidente da Comissão para Acompanhamento de Lançamento de Dados Institucionais da UFU em Rankings Universitários, o compromisso com a excelência acadêmica, o desenvolvimento científico e a internacionalização da universidade podem ter contribuído para o desempenho da instituição. “A UFU vem, ao longo dos anos, empreendendo esforços institucionais na participação em editais para fomentar a internacionalização e a pesquisa em nossa instituição. Esse tipo de participação promove o desenvolvimento de atividades que podem gerar resultados positivos nos indicadores dos rankings internacionais”, detalhou a docente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo a universidade, o principal destaque foi o desempenho na produção científica. No indicador de Pesquisa, a UFU alcançou a 1.237ª colocação mundial. O critério considera o volume total de publicações, a presença de pesquisadores em periódicos de prestígio internacional, a influência dos artigos nos debates globais e o número de citações recebidas pela comunidade acadêmica. “O reconhecimento internacional é um estímulo para que a comunidade acadêmica continue desenvolvendo suas ações. Além disso, os rankings podem tornar visível o trabalho diário realizado na pesquisa, no ensino e na sociedade, demonstrando, por meio de uma avaliação global, o impacto local e internacional da nossa universidade.” Além do desempenho da UFU, o ranking revelou que, entre as 52 universidades brasileiras classificadas no levantamento, 45 perderam posições. Outras duas mantiveram suas colocações, e apenas cinco avançaram — entre elas, a instituição mineira. Apesar de não ser possível apontar uma causa específica para a queda de desempenho observada em grande parte das instituições brasileiras, Maíra avalia que a questão dos investimentos pode ser um fator relevante. “É importante salientar que o ensino, a pesquisa e a extensão de alto nível, como os realizados pelas universidades brasileiras, requerem investimento. Assim, podemos considerar que futuras oscilações podem ser prevenidas com apoio financeiro contínuo e investimentos nas instituições de ensino superior”, finalizou a docente. Confira o desempenho da UFU em números: Pontuação geral: 69,1 pontos; Percentil global: entre as 6,1% melhores universidades do mundo, entre 21.291 instituições avaliadas; Classificação mundial: 1.283ª posição; Classificação regional (América Latina e Caribe): 46ª posição; Classificação nacional: 28ª posição; Classificação no eixo Pesquisa: 1.237ª posição. Ranking global O Center for World University Rankings (CWUR) é uma organização que oferece assessoria e consultoria estratégica a governos e universidades com o objetivo de aprimorar resultados educacionais e de pesquisa. Desde 2012, a entidade publica um ranking global de universidades com base nos seguintes critérios: Educação (25%): baseado no sucesso acadêmico de ex-alunos. Empregabilidade (25%): baseado no sucesso profissional de ex-alunos em grandes empresas. Corpo docente (10%): medido por distinções acadêmicas de alto nível. Pesquisa (40%): inclui produção total, publicações em jornais de elite, influência e citações. Universidades brasileiras no ranking de 2026 Universidades Brasileiras na Lista Global 2000 LEIA TAMBÉM: 'Um Pé no Parque': UFU projeta centro pioneiro de Formação em Educação Climática de Minas Gerais Integração na Universidade: MG2 apresenta projeto da UFU que ajuda mulheres a empreender através da costura Levantamento mundial Internacionalmente, a Universidade Harvard lidera o ranking pelo 15º ano consecutivo, seguida pelo MIT e Stanford. Embora os EUA dominem o topo da lista, o país enfrenta forte concorrência: 252 instituições americanas caíram de posição nesta edição. Cerca de 98% das universidades chinesas melhoraram suas posições, lideradas pela Universidade Tsinghua (36ª). A China é agora o país mais representado no Global 2000, com 360 instituições, superando as 313 dos Estados Unidos. Na Europa, o quadro é de dificuldades, com quedas generalizadas no Reino Unido, França e Alemanha devido à competição global intensificada. Veja também: Projeto da UFU desafia estudantes a pensar soluções para a economia Projeto da UFU desafia estudantes a pensar soluções para a economia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Massachusetts was ranked as the most educated state in the US. See why the state leads national rankings for degree attainment and median income.
[Economy] : South Korea recorded the second‑highest economic growth rate among members of the Organization for Economic Cooperation and Development (OECD) in the first quarter, driven by a boom in the semiconductor industry. According to the OECD on Sunday, South Korea's real gross domestic product grew ... [more...]
Senegal enter the first 48-team World Cup as Africa's second best side in the Fifa rankings. In the sixth instalment of a nine-part series on African squads at the tournament, RFI looks at a nation making its fourth appearance fresh from heartbreak at the continent's Cup of Nations.
After defeating Senegal last weekend, the USMNT will face the No. 10 team in FIFA's rankings.
Mirra Andreeva won her first Grand Slam title on Saturday by downing Polish qualifier Maja Chwalinska in straight sets in the French Open final. The 19-year-old Russian beat Chwalinska 6-3, 6-2 to become the youngest Roland Garros women’s singles champion since Monica Seles, then aged 18, won her third straight title in Paris in 1992. With her first-ever major crown, Andreeva also became the first player, man or woman, born after 2005 to win a Grand Slam. Russia’s Mirra Andreeva reacts as she celebrates her victory over Poland’s Maja Chwalinska at the end of their women’s final singles match on day 14 of the French Open tennis tournament. — AFP The Coupe Suzanne Lenglen will now take centre spot in Andreeva’s burgeoning trophy cabinet, which already features two WTA 1000 titles. “I’ve been watching Roland Garros on TV since I was very, very young, so it’s also a big dream of mine to win this tournament and I honestly cannot believe that I’m holding this trophy right now,” Andreeva said on court, before thanking her team and notably her psychologist. “Congrats to Maja for these amazing three weeks, passing through qualies, winning so many matches, beating so many great players.” Defeat at the final hurdle brought to an end an astonishing run which started in qualifying for Chwalinska, who won nine matches in the French capital to become the first qualifier to reach the final in the Open era. “I will definitely not forget these three weeks,” she said. “Paris will stay forever in my heart.” However, the world number 114’s career will now be on a different stratosphere as she will climb to 21 in the rankings and be assured of competing regularly in tennis’ biggest tournaments. “Congrats to Mirra, you’re such an incredible player. You’re so young and talented, it’s so annoying,” Chwalinska said. “Congrats to you, congrats to your team for an amazing job, and I wish you all the best in the future. “I wish (the spectators) could see a better match today, but Mirra was just too good for me, so I guess it’s her fault.” True grit Chwalinska displayed some early nerves as she dumped two serves straight into the net on the very first point of the match. Both players seemed to be struggling with the occasion, a situation not helped by blustery conditions on centre court, as four consecutive breaks of serve started the match. Poland’s Maja Chwalinska poses with the runners up trophy on the podium at the end of her women’s final singles match against Russia’s Mirra Andreeva on day 14 of the French Open tennis tournament. — AFP First Chwalinska then Andreeva held as they continued to probe each other in their first meeting. The Russian dug in and moved back into the ascendancy as she showed the greater consistency of the pair to win the next three games. Two Andreeva errors and an unplayable drop shot gave the Pole the chance to instantly wipe out that advantage but the teen showed serious mettle to pull off a battling hold and at 3-0 the writing looked on the wall for Chwalinska. Andreeva then rattled through the next two games to move to the brink. But Chwalinska refused to give in and held to make it 5-1, before breaking Andreeva as she served for the match. However, the new world number six was not to be denied as she pounced in the very next game to claim the biggest trophy so far of her fledgling career. A backhand winner sent her crumpling to her knees as she surpassed her coach Conchita Martinez’s 2000 runner-up finish at Roland Garros. The winner of that duel, Mary Pierce, was present for the trophy ceremony, a fact not lost on Andreeva despite it taking place nearly seven years before her birth. “I don’t know if I should thank you, Mary, as you beat my coach here in the final,” she quipped. “But I’m joking of course, thank you so much! “
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Each week, The California Post will power rank MLB’s 30 teams and check in on one intriguing awards race. Here is this week’s edition (records through Thursday night): 1.) Braves (42-21) The Braves’ Ronald Acuña Jr. hit five home runs in his last seven games before Friday’s MLB action. The Dodgers are making a push...
Shane Beamer and Mike Norvell top college football hot seat rankings heading into 2026, but a brutal schedule may put Beamer in hotter water.
The fifth studio album from BTS, “Arirang,” nabbed the top spot on Billboard Japan’s main albums ranking for the first half of this year, according to the chart published on Friday. Main track “Swim” and B-side track “2.0” made the mid-year Hot 100 chart at No. 38 and No. 87, respectively. On Artist 100, BTS claimed the No. 6 spot as the only international artist in the top ten. “Arirang” logged over 750,000 shipments in the country in 11 days and earned triple platinum certification from the Re
The University of Tokyo is the only Asian institution to make the top 25 in the Center for World University Rankings’ 2026 list.
Reitoria da UFRJ Divulgação Os rankings universitários internacionais tornaram-se uma das principais ferramentas utilizadas para comparar instituições de ensino superior em escala global. Nesta primeira semana de junho, foi divulgada a edição de 2026 do Center for World University Rankings (CWUR), um dos principais rankings globais de universidades. Os resultados mostram uma tendência preocupante para o Brasil, com especial destaque para a queda de rendimento das instituições federais do Estado do Rio. A maior parte das universidades brasileiras perdeu posições em relação ao ano anterior, especialmente no componente de pesquisa, que responde por 40% da pontuação total do ranking. Uma análise dos indicadores mostra que a principal diferença entre as universidades brasileiras mais bem posicionadas e as instituições que lideram o ranking mundial não está necessariamente na produção científica, mas sobretudo nos componentes relacionados ao sucesso acadêmico e profissional de seus egressos e ao acúmulo histórico de prestígio acadêmico. Sete indicadores e quatro dimensões A metodologia desse ranking combina sete indicadores agrupados em quatro dimensões principais. Qualidade da educação (25%), medida pelo sucesso acadêmico de ex-alunos laureados; empregabilidade (25%), baseada na presença de egressos em posições de liderança nas maiores empresas do mundo são alguns dos itens. Agora no g1 Além destes, estão também a qualidade do corpo docente (10%), avaliada a partir da presença de professores agraciados com importantes distinções acadêmicas internacionais; e a pesquisa (40%), composta por indicadores de produção científica, publicações de alta qualidade, influência científica e impacto por citações. O resultado é um retrato institucional fortemente orientado por métricas de desempenho acadêmico e científico de longo prazo. Entre as três universidades brasileiras mais bem colocadas (USP, Unicamp e UFRJ), observamos perfis bem distintos. A USP destacou-se principalmente pela pesquisa, ocupando a 82ª posição mundial nesse indicador, muito à frente de seus resultados em Educação (549ª), Empregabilidade (390ª) e Corpo Docente (203ª). A Unicamp apresentou padrão semelhante, com desempenho mais forte em Pesquisa (117ª) do que em Educação (854ª), Empregabilidade (516ª) e Corpo Docente (266ª). Esse perfil reflete uma consolidação da Unicamp como uma universidade de excelência científica e tecnológica. A UFRJ, por sua vez, apresenta um perfil distinto. Embora ocupe a 407ª posição em Pesquisa, alcança colocações relativamente melhores em Corpo Docente (176ª) e Educação (504ª), enquanto figura na 489ª posição em Empregabilidade. Esses resultados refletem a importância histórica da antiga Universidade do Brasil na formação de lideranças científicas, intelectuais e acadêmicas ao longo do século XX. Mas mostra, comparativamente à USP e Unicamp, um desempenho abaixo em pesquisa. Competitividade maior é em pesquisa O contraste no histórico de evolução desses indicadores entre as duas mais bem colocadas no ranking levanta a questão de até que ponto a UFRJ tem conseguido converter sua tradição acadêmica e sua capacidade de formação de recursos humanos em competitividade científica internacional. Enquanto universidades como Harvard ocupam a primeira posição mundial em Educação, Empregabilidade, Corpo Docente e Pesquisa, as instituições brasileiras apresentam desempenho relativamente mais competitivo apenas em Pesquisa. A posição de Harvard se dá por conta dos indicadores associados à formação de laureados internacionais e à presença de ex-alunos em posições de liderança nas maiores empresas globais. Esses indicadores refletem efeitos de longo prazo e dependem de uma massa crítica ainda maior de produção científica de alto impacto para se traduzirem em reconhecimento internacional. Essa distinção é importante porque nem todos os indicadores do ranking capturam a mesma dimensão temporal do desempenho universitário. Os componentes Educação e Corpo Docente refletem, em grande medida, o legado acumulado pelas instituições ao longo de décadas. E baseiam-se no sucesso de ex-alunos e no reconhecimento internacional de seus docentes - um desafio adicional para universidades brasileiras, em geral mais jovens e ainda em consolidação. Já o componente Pesquisa está associado à capacidade contemporânea de geração de conhecimento, sendo construído a partir de indicadores de produção científica, publicações de alta qualidade e impacto por citações acumulados ao longo de aproximadamente uma década. Esses indicadores, por seu maior peso no ranking, refletem o desempenho científico das universidades e sua capacidade de sustentar protagonismo no futuro. Atenção aos resultados de 2026 Os resultados de 2026 merecem atenção e refletem uma tendência dos últimos anos. Quando se observa especificamente a classificação em pesquisa (“Research Rank”), as seis mais bem posicionadas universidades brasileiras apresentaram, em sua maioria, perda de posições acumulativa desde 2020. De 2025 para 2026, a USP recuou da 81ª para a 82ª posição mundial, a Unicamp da 327ª para a 340ª, a Unesp da 428ª para a 450ª, a UFRJ da 393ª para a 407ª, a UFRGS da 445ª para a 446ª e a UFMG da 480ª para a 484ª posição. O quadro torna-se ainda mais expressivo quando se observa o desempenho das principais instituições fluminenses. Entre 2025 e 2026, a UFRJ recuou 14 posições no item Pesquisa. A Fiocruz caiu 20, de 634º para 654º. A UERJ recuou 17, caindo do 833º para 850º lugar. E a UFF despencou 23 pontos, indo do 938º para o 961º. Embora as universidades paulistas também tenham perdido posições, a magnitude das quedas foi substancialmente menor nas instituições líderes daquele estado, com a maior queda observada na Unesp, que passou de 428ª para a 450ª posição, e UFABC de 860ª para a 1134ª posição. O contraste sugere que o enfraquecimento relativo da competitividade científica foi mais intenso no sistema de ciência e tecnologia fluminense do que em São Paulo. Ainda assim, é difícil ignorar que o desempenho relativamente mais fraco das instituições fluminenses coincide com um período de forte instabilidade no sistema estadual de financiamento à pesquisa. Enquanto a Fapesp manteve uma trajetória de crescimento, previsibilidade orçamentária e apoio continuado à pesquisa científica de longo prazo, a Faperj atravessou sucessivas mudanças institucionais e períodos de incerteza associados ao contexto fiscal e político do estado. Embora não seja possível estabelecer relações causais diretas, a experiência internacional sugere que sistemas científicos dependem de continuidade institucional, previsibilidade de financiamento e planejamento de longo prazo para sustentar sua competitividade. Os impactos dessas mudanças são difíceis de quantificar isoladamente, mas os dados sugerem que as instituições fluminenses perderam competitividade científica relativa justamente em um período no qual seus principais parceiros nacionais operaram em ambientes de financiamento mais previsíveis. Outro tema importante, nesse contexto, é a crescente priorização das políticas de inovação em face das políticas gerais de desenvolvimento científico como se houvesse um conflito entre elas. Ciência não é gasto, mas política de Estado Mais do que uma discussão sobre posições em rankings, os resultados do CWUR trazem uma reflexão importante sobre os caminhos da ciência brasileira. Os países que lideram a produção científica sustentam há décadas políticas de Estado voltadas ao fortalecimento contínuo da pesquisa básica, da pesquisa aplicada e da formação de recursos humanos altamente qualificados. A inovação não surge em substituição à ciência de excelência. Ela é consequência dela. Tecnologias transformadoras, novos medicamentos, inteligência artificial, biotecnologia e transição energética nasceram de investimentos persistentes em pesquisa de qualidade, frequentemente muito antes de qualquer aplicação comercial previsível. O Brasil conquistou uma vitória importante ao garantir o descontingenciamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Este resultado é fruto da mobilização da comunidade científica e do reconhecimento, pelo Congresso Nacional, da importância estratégica da ciência para o desenvolvimento do país. No entanto, a existência de recursos, por si só, não garante ganhos de competitividade científica. É necessário que esses investimentos fortaleçam efetivamente a pesquisa de ponta, a infraestrutura científica, os programas de bolsas e a formação de novos pesquisadores. Nos últimos anos, a Finep, principal gestora dos recursos do FNDCT, ampliou significativamente sua atuação em programas voltados à inovação, ao empreendedorismo e à interação com o setor produtivo. Trata-se de objetivos legítimos e fundamentais para o desenvolvimento nacional. No entanto, os resultados observados em rankings internacionais como o CWUR sugerem a necessidade de reflexão sobre o equilíbrio entre essas iniciativas e os investimentos direcionados à pesquisa científica básica de excelência. A experiência dos países que lideram a produção de conhecimento e a inovação tecnológica mostra que a inovação sustentável não substitui a ciência de qualidade: ela emerge dela. O desafio brasileiro não é escolher entre pesquisa básica, pesquisa aplicada ou inovação. É compreender que essas dimensões são complementares e que o desenvolvimento sustentável de um país depende do fortalecimento simultâneo de todas elas. Sem uma base científica robusta, internacionalmente competitiva e capaz de formar novas gerações de pesquisadores, dificilmente será possível sustentar, no longo prazo, a capacidade inovadora que o país almeja construir. **Este texto foi publicado originalmente no site do The Conversation Brasil. Claudia Pinto Figueiredo é professora associada do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB) e recebe financiamento da CNPq e Faperj. Abilio Afonso Baeta Neves é sociólogo, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e professor Emérito, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e recebe financiamento da CNPq. Concepta McManus é professora Titular, Universidade de Brasília (UnB) e recebe financiamento da CNPq. Marcelo Alves da Silva Mori é professor Titular do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e recebe financiamento da CNPq e Fapesp.
Ive scored No. 1 on Oricon’s Weekly and Weekly Combined Album Rankings with its fourth album in Japan, “Lucid Dream,” its agency Starship Entertainment said Thursday, citing the chart published Wednesday. This is the third time the group has topped the chart, and it did so with the highest weekly points for a female international artist this year. The mini album was released in May and consists of six tracks, three of which are new, including the title track. Meanwhile, the group is set to go li
'Jack Ryan: Ghost War' and 'Off Campus' are the No. 1 movie and series for the final week of May, the streamer says.
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Mohammad Rizwan shakes hands with Babar Azam during a Test match in Karachi. — X/PCB/File Pakistan wicketkeeper-batter Mohammad Rizwan and former skipper Babar Azam have moved up in the International Cricket Council's Test batting rankings following the latest reshuffle. In...