Trinamool Rajya Sabha MP Sukhendu Sekhar Ray Quits Amid Spiralling Crisis
Setback For Mamata Banerjee- Trinamool Rajya Sabha MP Sukhendu Sekhar Roy Quits Party Amid Spiralling Crisis
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Setback For Mamata Banerjee- Trinamool Rajya Sabha MP Sukhendu Sekhar Roy Quits Party Amid Spiralling Crisis
Political activist opposes the prosecution's appeal against the sessions court's 2024 acquittal.
Nova espécie de animal é descoberta no Paraná em fóssil mais antigo que os dinossauros Uma nova espécie de animal foi descoberta em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, após a análise de um fóssil de 400 milhões de anos – ou seja, mais antigo que os dinossauros, que surgiram há menos de 250 milhões de anos. Trata-se de um molusco marinho, do gênero Actinopteria. Ele foi chamado de Actinopteria grahni, em homenagem a um professor sueco que morou no Brasil e contribuiu com o estudo de fósseis na região da cidade. Saiba mais abaixo. ✅ Siga o g1 Ponta Grossa no WhatsApp A descoberta foi feita pelo professor Elvio Pinto Bosetti e pelo aluno do doutorado em Geografia Kevin William Richter, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), e publicada no Historical Biology, periódico científico de Paleobiologia do Reino Unido. Nova espécie de molusco é descoberta no Paraná em fóssil mais antigo que os dinossauros André Packer/UEPG O fóssil que permitiu a identificação da nova espécie foi encontrado em um sítio paleontológico localizado no Jardim Giana, conhecido como Curva 2 – um afloramento rico em fósseis já conhecido desde os anos 80. Os pesquisadores explicam que exemplares do Actinopteria langei – um molusco do mesmo gênero e com grande semelhança com a nova espécie – já haviam sido encontrados nesta região de Ponta Grossa. Inicialmente, a proposta era encontrar mais exemplares deste molusco. “O Kevin decidiu que faria um artigo com esses bichos. Ele falou: vou voltar lá no campo onde vocês encontraram e vou procurar mais. Ele achou mais umas 20. Nesses 20, veio uma espécie que o especialista do Museu Nacional disse: olha, isso aqui é uma espécie nova. [...] Encontrar a espécie é sorte, né? Nós mais ou menos sabemos onde procurar, mas encontrar um bicho raro é sorte”, afirma o professor Elvio. O professor complementa que a maioria dos fósseis são fruto de catástrofes, e que a região de Ponta Grossa foi fundo de mar e integrava a bacia do Paraná. Eram 1,6 milhão de quilômetros quadrados, da Argentina até o Tocantins - e, em Ponta Grossa, as camadas ficaram preservadas. "Você tem o período devoniano, de 400 milhões de anos, que é de um mar marcado por tempestades. Essas tempestades que fossilizam, matam a vida e fica o registro”, explica o professor Elvio. Nova espécie de molusco é descoberta no Paraná em fóssil mais antigo que os dinossauros UEPG Os primeiros registros de espécies Actinopteria na região foram realizados na década de 60, pelo paleontólogo Setembrino Petri. Com a nova descoberta, o número de espécimes conhecidos aumenta e, segundo os pesquisadores, permite melhor compreensão da fauna e dos padrões de dispersão entre bacias sedimentares. “Do ponto de vista paleoecológico, o estudo permitiu interpretar que essas espécies viviam em ambientes marinhos rasos e parcialmente enterradas no substrato, apresentando adaptações relacionadas a esses paleoambientes”, explica Kevin. Com o avanço da pesquisa, Elvio e Kevin decidiram reforçar a equipe. O professor Sandro Scheffer, do Museu Nacional do Rio de Janeiro, especializado em taxonomia e classificação, integrou o trabalho. Já o professor Renato Ghilardi e seu aluno de pós-doutorado Victor Rodrigues Ribeiro, ambos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru, também contribuíram na parte de paleografia e distribuição das espécies na América do Sul. O fóssil, em breve, passará a integrar o acervo do Museu de Ciências Naturais (MCN) da UEPG. Nova espécie de molusco é descoberta no Paraná em fóssil mais antigo que os dinossauros UEPG Leia também: Relembre: Obra de asfalto é paralisada em rodovia do Paraná devido a fósseis de animais mais antigos que dinossauros Veja imagens: Mais de 2,6 mil fósseis mais antigos que os dinossauros são descobertos durante obras de torres de alta tensão OVNIs no Paraná? Relembre outros casos que levantaram suspeitas de visitas de ETs no estado O trabalho dos pesquisadores Nova espécie de molusco é descoberta no Paraná em fóssil mais antigo que os dinossauros André Packer/UEPG Os pesquisadores explicam que foi possível detectar que se tratava de uma nova espécie a partir da análise e comparação entre as imagens das espécies Actinopteria langei e Actinopteria grahni. O contorno da concha, a morfologia da aurícula anterior, a expansão posterior e a ornamentação radial foram alguns dos pontos examinados em que se pôde perceber que tratava-se de um animal qu nunca havia sido catalogado. “A bem desenvolvida aurícula lobular, embora ocupe uma pequena área da margem anterior, distingue essa espécie de todas outras espécies brasileiras, particularmente da Actinopteria lancei, na qual a aurícula é muito pequena”, explica um trecho do artigo. Nova espécie de molusco é descoberta no Paraná em fóssil mais antigo que os dinossauros André Packer/UEPG De acordo com o professor Elvio, a próxima etapa da pesquisa é encontrar mais conchas do Actinopteria grahni. “Vamos voltar a esse local para encontrar mais espécies como essa. A ideia é que museus e pessoas que trabalham com isso, que tinham materiais como esse, reavaliem o que eles tinham e acreditavam ser outra espécie. Afinal, a ciência é uma constante reavaliação”, explica o professor. Outra perspectiva é o interesse que a descoberta pode gerar para o setor produtivo. “Quanto mais eu conheço esses mares antigos, maior o potencial de encontrar gás natural. Eu barateio o custo de produção, porque onde tem matéria orgânica é um indício de onde pode ter óleo ou gás”, explica. Homenagem a professor falecido Carl Yngve Grahn morreu em 2025 Reprodução/Sociedade Brasileira de Paleontologia O nome da espécie homenageou o professor sueco Carl Yngve Grahn, falecido em 2025, pelas suas contribuições na bioestatigrafia do Brasil – especialmente, na Escarpa Devoniana no Paraná. “Ele nos ajudou muito no laboratório e trabalhou 20 anos com a gente. Basicamente, foi ele quem nos colocou no meio internacional e decidimos fazer essa homenagem”, explica o professor Elvio. Ele reforça que Grahn esteve na UEPG várias vezes, faleceu aos 80 anos quando morava na Espanha, e morou por muito tempo no Brasil. “Era um sueco que não aguentava mais o frio”, brinca o professor. Segundo a Sociedade Brasileira de Paleontologia, o Dr. Grahn formou-se em Geologia pela Universidade de Lund (1976), doutorou-se pela Universidade de Uppsala (1982) e obteve o título de Livre-Docente pela Universidade de Estocolmo (1993). Sua trajetória acadêmica e profissional contou com passagens por instituições como a Ohio State University (EUA), o Serviço Geológico da Suécia, o Museu Sueco de História Natural, a Universidade de Rennes (França) e no Brasil, onde atuou como pesquisador e professor visitante na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), como consultor de longa data da Petrobras e no Grupo Palaios da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sua expertise concentrou-se na área de Paleontologia Estratigráfica, com ênfase no estudo de quitinozoários, microfósseis de grande importância para a datação e correlação de rochas paleozoicas. Dr. Grahn foi pioneiro no refinamento dos zoneamentos bioestratigráficos das bacias sedimentares brasileiras (Solimões, Amazonas, Parnaíba, Paraná e Chaco-Paraná), estabelecendo padrões de correlação regional e internacional que até hoje são referência. "Seus trabalhos foram cruciais para a datação de sequências silurianas e devonianas, a caracterização de eventos glaciais no Gondwana, e o entendimento da evolução paleogeográfica da América do Sul. Sua produtividade ímpar reflete-se em artigos científicos, capítulos de livros, relatórios técnicos e a orientação de novas gerações de paleontólogos. Dr. Grahn era um pesquisador incansável, de mente brilhante e generosa, sempre disposto a colaborar e compartilhar conhecimento. [...] Além de seu imenso contributo científico, era conhecido por seu caráter gentil, sua curiosidade intelectual incessante e seu profundo amor pela ciência". Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Veja mais notícias da região em g1 Campos Gerais e Sul
Rã que muge como boi espécie invasora perigosa é monitorada em Florianópolis Morgana Fernandes/ NSC TV Um anfíbio que emite um som semelhante ao mugido de um boi mobiliza as autoridades ambientais de Florianópolis. A rã-touro (Aquarana catesbeiana), espécie exótica invasora, passou a ser monitorada pela Fundação Municipal do Meio Ambiente (Floram) após ser identificada no bairro Ratones, no Norte da capital. A ideia é conter e acompanhar o crescimento delas. Segundo o Laboratório de Ecologia de Anfíbios e Répteis (UFSC), para onde os animais já capturados foram levados, o tamanho da rã-touro a torna uma grande predadora, "facilitando a competição com espécies nativas e a ocupação de seus nichos". Ela também pode transmitir doenças que afetam anfíbios nativos, peixes e répteis. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp 🐸 🔴 A espécie está na categoria de maior alerta (Categoria 1) na lista de invasoras de Santa Catarina, classificação que orienta o manejo da espécie no estado. Os animais passarão por análises, incluindo testagem para ranavírus e quitridiomicose. Agora no g1 “O trabalho que estamos conduzindo em Ratones segue uma estratégia de detecção precoce e resposta rápida. Quando uma espécie exótica é identificada logo no início, é possível compreender melhor a situação, mapear sua ocorrência e tomar decisões fundamentadas, em parceria com as demais instituições e com a comunidade”, explica Fábio Henrique Machado, presidente da Floram. Originária da América do Norte, a rã-touro foi trazida ao Brasil em 1935 para criação comercial em ranários. Após o fechamento dessas estruturas, escapes e solturas introduziram o animal na natureza. O primeiro registro do anfíbio em Florianópolis foi feito em outubro de 2025 em uma propriedade de Ratones. Até o momento, foram realizadas duas ações de campo, com a captura de 11 espécimes, em 10 em novembro de 2025 (três juvenis e sete adultos) e em uma em março de 2026, informou a prefeitura. A presença foi confirmada em três propriedades e relatos de moradores indicam que ela pode estar há ainda mais tempo no bairro. O que é a rã-touro? A rã-touro é uma espécie generalista, com dieta variada que inclui peixes, anfíbios, répteis e mamíferos de pequeno porte, e com alta capacidade reprodutiva. Ela também pode transmitir doenças que afetam peixes e sapos. É um anfíbio característico pelo seu tamanho e por ser utilizado na aquicultura, porém por escape e soltura acabou se espalhando por vários lugares no mundo e se tornou "uma das piores espécies invasoras do mundo", conforme o Laboratório de Ecologia de Anfíbios e Répteis. Florianópolis pede ajuda da população O foco em Florianópolis inclui atividades de educação ambiental, conduzidas pela Floram em parceria com a UFSC. O objetivo é envolver escolas, moradores e comunidades no mapeamento participativo da espécie e incentivar a população a relatar locais de ocorrência ou onde o som característico da rã for ouvido, uma vocalização grave, semelhante ao mugido de um boi, que dá origem ao nome popular do animal. A prefeitura orienta que, nesses casos, a comunicar a ocorrência à Floram pelo e-mail fdepuc.floram@gmail.com ou pelo WhatsApp (48) 3237-5660. O manejo não deve ser realizado por conta própria. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
Sukhendu Sekhar Ray, a leader of the Trinamool Congress, has stepped down from the Rajya Sabha and announced his exit from the party.
TMC's Sukhendu Sekhar Ray quits party, resigns as Rajya Sabha MP
Sukhendu Sekhar Ray also quit the Trinamool Congress, citing disagreements with the party on the RG Kar rape case investigation.
DayOne Data Centers Limited ("DayOne"), a Singapore-headquartered global digital infrastructure platform, ...
‘Let's call it quits, because I've had enough. Thank you, darling,’ Trump told Meet the Press host Kristen Welker
[SNA] KHARTOUM, June 7, 2026 (SUNA) -- The Minister of Culture, Information, Antiquities, and Tourism, Khalid Al-Eisir, commended the contribution of electronic media to the "War of Dignity," affirming that journalists' rights and national efforts are fully recognized. On behalf of the Government of Hope, he extended his gratitude to all patriotic journalists who stood by the Sudanese state.
Alambrados e bancos de reservas são demolidos no icônico estádio do Juventus em SP Iniciadas em maio pelo Clube Atlético Juventus, as obras para reformar o icônico estádio da Rua Javari, na Mooca, Zona Leste de São Paulo, ainda não foram devidamente autorizadas pela Prefeitura e pelo Conpresp (conselho municipal de defesa do patrimônio da cidade). Por se tratar de um conjunto tombado por sua arquitetura e valor histórico, o aval do órgão é obrigatório antes de qualquer intervenção. De acordo com moradores e comerciantes ouvidos pelo g1 no entorno do estádio, as obras começaram poucos dias depois de o Juventus vencer a Ferroviária na final da série A2 do Campeonato Paulista, em 13 de maio, garantindo o retorno à elite do futebol estadual após 19 anos. Desde então, a movimentação de operários e o barulho de construção se tornaram constantes. No final do mês passado, um vizinho gravou o momento em que o alambrado e bancos de reservas em concreto eram demolidos por uma máquina (veja abaixo). Uma arquibancada lateral e um ginásio de futsal próximo à entrada da Rua Javari também foram derrubados completamente. Estádio Conde Rodolfo Crespi, sede do Juventus da Mooca, antes do início da reforma. Ginásio à direita na imagem já foi demolido. Clube Atlético Juventus/Divulgação De acordo com a prefeitura, o pedido de restauro das edificações tombadas, de demolição de construções anexas não protegidas e de novas intervenções no estádio do Juventus ainda está em análise técnica pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH). Só depois de concluída a avaliação é que o Conpresp poderá autorizar ou não as obras. Um pedido de alvará para reformar o imóvel também está sendo analisado pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento. "A avaliação em curso considera se o projeto atende às exigências de restauro, conservação e requalificação do imóvel tombado, bem como a viabilidade de execução das intervenções em parceria com a SAF-Juventus", diz nota enviada ao g1 pela Secretaria Municipal de Cultura. Questionada sobre uma eventual punição ao clube pelo início das obras antes da manifestação sobre a autorização, a gestão municipal não respondeu. Procurada, a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) que dirige o Juventus não quis detalhar o projeto nem a dimensão atual das obras. Na última semana, porém, a loja oficial do time começou a vender nas redes sociais cadeiras originais numeradas e pedaços do alambrado. "Eternize um pedaço da Javari", diz o anúncio. Um dos principais objetivos da reforma é ampliar as arquibancadas para que o estádio possa receber até 15 mil torcedores, triplicando a capacidade atual. Com isso, o time vai atender o parâmetro exigido pela Federação Paulista de Futebol para receber em casa partidas da série A1 do Campeonato Paulista no ano que vem. A SAF foi questionada, mas não quis se manifestar sobre possíveis irregularidades no início antecipado das obras. SAF-Juventus começou a vender cadeiras originais e pedaços do alambrado da Rua Javari Reprodução/Instagram Estádio é patrimônio de São Paulo Inaugurado 1941, o Estádio Conde Rodolfo Crespi teve suas características arquitetônicas reconhecidas como patrimônio da cidade de São Paulo em 2016. Anos depois, uma resolução do Conpresp definiu que os muros, a entrada principal e as bilheterias da Rua Javari devem ser preservadas, assim como as arquibancadas, as gerais (setor mais baixo e próximo do alambrado) e o campo de futebol, entre outras áreas. O conselho também estabeleceu que construções erguidas no terreno depois do projeto original podem sofrer alterações e até serem demolidas, mas que é preciso haver "apreciação caso a caso". Em março, a SAF-Juventus enviou à prefeitura um projeto de restauro e reforma do complexo esportivo. Um relatório fotográfico indica uma série de danos e degradações, como rachaduras e infiltrações, que comprometem a estrutura do estádio. O documento também destaca a descaracterização arquitetônica sofrida ao longo dos anos com a construção de "edificações espúrias" que prejudicam a leitura visual do bem tombado – entre elas está o ginásio que foi demolido em maio. Projeto prevê a construção de novo edifício no lugar de ginásio demolido na Rua Javari Reprodução Para o arquiteto e urbanista Silvio Oksman, especialista em preservação de patrimônio, a reforma começou em maio de forma irregular. "Se ainda está 'em aprovação', não pode acontecer nada por lá", afirma A restrição, segundo o especialista, é geral até a decisão do Conpresp: "por mais que a resolução diga aquilo que deve ser preservado, o tombamento é feito no lote. Em princípio, tudo o que acontece lá dentro deveria passar pelo conselho", afirma o sócio do escritório Metrópole Arquitetos. Por outro lado, ele avalia que o Conpresp foi vago ao definir somente como "apreciação caso a caso" o rito para autorizar intervenções em áreas não tombadas do estádio. Para ele, o documento deveria definir mais claramente a obrigatoriedade da aprovação pelo conselho nesses casos. Estádio do Juventus na Mooca é tombado e estrutura deve ser preservada Recurso para restauro foi desviado A apresentação do projeto de restauro do estádio Conde Rodolfo Crespi marca uma virada de página para o Juventus, que, no ano passado, foi multado pela prefeitura e teve ex-dirigentes investigados pela polícia por suspeita de desvio do dinheiro que deveria custear obras de conservação e restauro do estádio. Em 2022, o clube declarou que não tinha capacidade financeira para fazer a reforma e obteve na Prefeitura de São Paulo uma autorização para vender o "potencial construtivo" não utilizado no imóvel, que tem limitações à ampliação de sua área construída por causa do tombamento. Com a operação, o Juventus arrecadou cerca de R$ 2,3 milhões que deveriam ser aplicados na conservação do patrimônio tombado, conforme termo de compromisso assinado com a gestão municipal. 🔎O Plano Diretor de São Paulo de 2014 estabelece que empreendedores precisam pagar à prefeitura uma taxa chamada "outorga onerosa" para erguer prédios mais altos. A Transferência do Direito de Construir (TDC) permite que ele compre o "potencial construtivo" adicional de proprietários de imóveis tombados, geralmente por um preço menor, em vez de pagar a taxa diretamente aos cofres públicos. Em tese, o dinheiro pago nessa transação deve ser destinado à conservação do patrimônio. Passados quase três anos, porém, o clube não havia sequer apresentado o projeto para restauração do estádio. Em 2025, a inadimplência gerou uma multa contratual calculada em R$ 2,9 milhões pela prefeitura, além da devolução integral do valor arrecadado para o Fundo de Proteção do Patrimônio Cultural (Funcap). Fachada do estádio do Clube Juventus, na Mooca, Zona Leste de São Paulo. Estádio mítico da rua Javari. Divulgação/Juventus Durante o processo de transição para a SAF, a nova diretoria encontrou indícios de desvio de finalidade dos recursos, que teriam sido usados para quitar empréstimos pessoais de ex-dirigentes. O caso se tornou alvo de uma sindicância interna e de um inquérito policial para investigar os crimes de apropriação indébita majorada, estelionato e associação criminosa envolvendo quatro ex-gestores do clube. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), atualmente o caso é investigado como lavagem de dinheiro pelo Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania. "A investigação identificou empresas suspeitas de custear repasses e diligências prosseguem para esclarecer a destinação final de tais recursos", diz nota enviada pela pasta. Diante das evidências de que a instituição foi vítima de sua própria administração, o Conpresp decidiu suspender a multa contra o Juventus enquanto analisa o projeto apresentado em março. Uma decisão definitiva sobre a punição só vai ser tomada após conclusão de análise técnica.
The government will market its new “small trader scheme” as an effort to bring retailers into the tax net and generate Rs50 billion annually. A cursory look would, however, reveal that it is less a tax reform initiative and more a negotiated settlement with one of Pakistan’s most under-taxed yet politically influential constituencies. The scheme offers traders with annual sales of up to Rs200 million a simplified one per cent turnover tax on a voluntary basis. Participants will face minimal compliance requirements and will be exempt from audits, point-of-sale systems, digital invoicing and most forms of scrutiny. Existing non-filers can join under certain conditions. The government insists this is not a tax amnesty. But exempting traders from the very documentation tools — POS [point-of-sale] systems, digital invoicing — that the state claims to be expanding elsewhere makes that position hard to sustain. If the purpose is to integrate retailers into the documented economy, the scheme does the opposite. It risks entrenching the cash-based practices that have long kept retail trade outside the tax net. This follows a familiar pattern. Whenever governments attempt to broaden the tax base, trader resistance produces a compromise — a concessionary regime that falls short of genuine documentation. The Tajir Dost Scheme, introduced last year, largely failed; at one point, only a few dozen traders had reportedly joined. The new scheme is a variation of the same scheme, not a more effective alternative. The OICCI notes that the corporate sector, representing only 6pc of GDP, accounts for nearly 60-70pc of direct tax revenues, while retailers remain under taxed The scale of what is being forgone deserves emphasis. Pakistan’s retail sector is estimated to generate annual turnover in the range of Rs10 to Rs15 trillion, yet its contribution to direct tax revenues remains negligible. The Overseas Investors Chamber of Commerce & Industry’s (OICCI) tax proposal submissions to the government note that the corporate sector, representing only 6pc of GDP, accounts for nearly 60-70pc of direct tax revenues. That concentration is not a sign of corporate wealth; it is a sign of how narrow and distorted the tax base has become. The Rs50bn target attached to this scheme, even if met, would represent a fraction of what full compliance at standard rates could theoretically yield. Every scheme that keeps retailers outside the documented economy worsens that distortion. The contrast with salaried workers and corporations is too obvious. Formal-sector employees have taxes deducted automatically at source and face progressive rates that rise sharply with income. Corporations bear some of the highest effective tax rates in the region and must meet extensive reporting requirements. The OICCI has calculated that the effective burden on large corporates, once super tax, Workers Welfare Fund and Workers Profit Participation Fund contributions are included, reaches 45-46pc. For resident shareholders, the combined burden approaches 64pc, figures that place Pakistan among the most heavily taxed corporate jurisdictions in the region. A retailer turning over hundreds of millions of rupees, meanwhile, can now settle tax liabilities through a preferential regime while avoiding audits and documentation that other taxpayers cannot escape. This is not an equitable distribution of the tax burden; it is a distortion that the scheme deepens. That this sector continues to shoulder such rates while retailers negotiate preferential arrangements is the predictable result of repeatedly choosing accommodation over enforcement. The International Monetary Fund (IMF), whose conditions explicitly include broadening the tax base and reducing reliance on withholding taxes from a narrow set of documented taxpayers, has flagged the retail and wholesale sectors as critically under-taxed. Whether this scheme satisfies or contradicts its commitments with the fund is a question the government is unlikely to answer publicly, and one the IMF is unlikely to ignore when the next review comes around. The OICCI, representing the largest foreign investors operating in Pakistan, has explicitly called for all future tax exemptions and preferential treatments to pass through a transparent policy review mechanism under the proposed Tax Policy Office. The small trader scheme announced without any such review is precisely the kind of ad hoc concession that the body was designed to prevent. That the government bypassed this process, which it has itself committed to operationalising, raises questions about whether the Tax Policy Office will have any real authority or will simply be overridden whenever political costs become inconvenient. The political logic is straightforward. Traders are an important constituency for the ruling PML-N in urban Punjab. They are well-organised and capable of mobilising quickly. Mandatory documentation, digital invoicing and strict enforcement would carry real political costs. A voluntary, audit-free arrangement does not. The political costs of confronting traders are not hypothetical. When the government attempted to impose a minimum tax of Rs3,000 per shop in FY23, the then finance minister Miftah Ismail was publicly rebuked — not by the opposition, but by PML-N leader Maryam Nawaz Sharif. The message to traders, and to any future finance minister contemplating enforcement, was unambiguous. But that calculation has consequences: every concession granted to retailers increases pressure on sectors that are already fully documented and easy to tax. Revenue collection alone is not the benchmark for sound tax policy. Effective reform must broaden the tax base, improve documentation and distribute the burden more fairly. On those standards, the Fixed Tax Asaan Scheme fails. A credible alternative roadmap is not difficult to design. The tools and the blueprint are available. The OICCI, in its taxation proposals, has outlined one: a two-year programme to bring unregistered businesses into the tax net through digitisation, integration of existing databases and expansion of digital invoicing. That this framework has been formally submitted to the government and set aside in favour of a voluntary, audit-free scheme is telling. The OICCI has warned that the continued concentration of tax burden on the formal sector has already contributed to multinational companies scaling down operations or exiting Pakistan altogether. A tax policy that drives out documented, compliant investors while offering relief to undocumented ones does not just fail on fairness grounds; it actively undermines the investment base the country needs to grow its way out of fiscal stress. Published in Dawn, The Business and Finance Weekly, June 8th, 2026
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HYDERABAD: Water crisis in Sindh and Balochistan continues to deepen with each passing day as the Indus River System Authority (Irsa) remains indifferent to their hue and cry constantly being raised over the last few weeks. The two smaller provinces have been expressing their strong reservations over “unfair” deduction in their share of the Indus water while Punjab continues to draw in excess of its allocated quantum. Kotri Barrage reported 57pc reduction in flows on June 7 as Sindh’s overall deficit in flows rose from 22pc to 39pc within the last fortnight while Punjab, through its controversial Chashma-Jhelum (CJ) link canal keeps withdrawing more water than Kotri. Balochistan has also come up with 71pc reduction in its share from Sukkur Barrage’s right bank canal on Saturday. Shortage in Sindh worsens to 39pc while Balochistan gets 71pc less flows The Balochistan irrigation department has taken up the issue with Irsa, pressing it to settle it with Sindh authorities in order to ensure its required share of 2,000 cusecs at GarangRegulator of North Western Canal (NWC). Balochistan is receiving just 571 cusecs, indicating 71pc lesser flows than its allocated share. Controversial move Irsa had recently announced that it was “adjusting excessive use of water by Sindh and trying to equalise shortages between Punjab and Sindh by June 10”. Sindh has strongly opposed the move but the issue has remained undecided in Irsa till date. Sindh argues that the “flows supplied to Sindh on account of rainfall in the river system should not be deducted from its provincial share under the Water Accord 1991. In an identical scenario, wrote an irrigation department official, such flows were utilised as ‘flood flows’ in Punjab and Sindh alike in 2024. These flows were accordingly adjusted by Irsa, instead of being deducted against share of each province, according to one assessment. Given the water flows recorded on June 7 (Sunday), Kotri barrage topped in water shortage figures with 57pc, followed by Sukkur’s 37pc and Guddu’s 27pc. When compared with shortage in Punjab’s canals downstream Chashma, Punjab had reported only 2.1pc shortage on June 4, otherwise the province got surplus water invariably between 4.5pc and 6.7pc from June 1 to 5 (barring June 4). Link canals The controversial link canals — Chashma-Jhelum (CJ) and Taunsa Panjnad (TP) — continued to draw water. It would be interesting to note that while Sindh’s water shortage trajectory continues to record an upward trend, CJ link canal alone was drawing flows more than the quantum being drawn at Kotri Barrage as of June 5. CJ Canal received 16,470 cusecs flows when Kotri got 11,645 cusecs against allocated share of 26,900 as per the 1991 Water Accord. When Sindh submitted an indent of 130,000 cusecs on May 26, Irsa was releasing 115,000 cusecs downstream Chashma till June 3. The 115,000 cusecs flow was inclusive of the share of Punjab, Sindh and Balochistan’s canals. “Out of 115,000 cusecs, Punjab received / diverted its share at Indus for Taunsa-Panjnad link canal, Muzaffargarh and Dera Ghazi Khan canals. Rest of the flows headed for Sindh’s barrages,” said an expert after analysing discharges in the system. Expert’s view Explaining the situation, he quoted one of Irsa’s flows-related communication to Sindh. He pointed out that this communication showed Punjab, Sindh and Balochistan would receive 24,000 cusecs, 90,000 cusecs and 11,000 cusecs, respectively, from June 1, taking total quantum to 125,000 cusecs whereas actual releases stood at 115,000 cusecs, showing a deficit of 10,000 cusecs. As per the fixed share, Punjab withdrew 11,894 cusecs for TP link canal, 7,300 cusecs for Muzaffargarh and 6,500 cusecs for Dera Ghazi Khan canal, totaling 25,694 cusecs till June 5 which was over and above the share (24,000 cusecs) fixed by Irsa, thus recording 7.1pc more withdrawal by Punjab. Irsa, however, increased releases from June 4 by providing 138,000 cusecs below Chashma Barrage whilst Sindh’s indent of 130,000 cusecs at Chashma remained unchanged. Out of the 138,000 cusecs, Punjab’s share was fixed at 26,000 cusecs, Sindh’s 100,000 cusecs and Balochistan’s 12,000 cusecs from June 7. Till June 7, 138,000 cusecs releases at Chashma stood unchanged and by that time Sindh submitted an increased indent of 145,000 cusecs, considering requirement of canals of three barrages in Kharif. “Irsa should have released 183,000 cusecs below Chashma to meet Sindh’s indent of 145,000 cusecs so that Balochistan’s share is also met. But shortage in Sindh keeps increasing with each passing day,” said a source. A lesser flow of 24.6pc is being released by Irsa considering indent of Sindh. Pond level at Sukkur Balochistan gets its share from Sukkur and Guddu Barrages. At Guddu, the share was released from Pat Feeder and NWC’s Kirthar Canal of Sukkur Barrage. For ensuring required flows to Balochistan, the Sukkur Barrage authorities needed a pond level of 199.5ft. It is currently 194.9ft — much below the required level. The authorities hold flows to certain level to ensure required releases from the barrages in the right bank canal including NWC, which itself is reporting a reduction of 51pc at its head. This means the situation is bound to affect the entire system of the canal when the flows reach the Garang Regulator. On June 6, Pat Feeder Canal SE Dera Murad Jamali sent a communication to the Irsa secretary complaining that arbitrary and continuous reduction in water supplies has seriously affected operational activities of Balochistan irrigation department and such actions were contrary to spirit of the Water Accord 1991. “The matter may be taken up on an urgent basis with competent authorities of Sindh government to discontinue unjustified reductions and ensure full and equitable supply of Balochistan’s allocated share at Garang at RD-102 of Kirther canal,” he said. Dams being filled While shortages continued, water was being stored in Mangla Dam by Irsa despite a severe shortage in the peak Kharif season in Sindh. The dam’s level stood at 1,170ft against maximum level of 1,242ft. Water was stored in Tarbela Dam, whose level stood at 1453.3ft against maximum storage level of 1,550ft. Tarbela is the principal source of water supply to Sindh. Published in Dawn, June 8th, 2026
US private equity giant Carlyle said Monday it has signed a stock purchase agreement to acquire Chung Ho Group, which owns Korean home and healthcare appliance rental platform Chung Ho Nais. While the companies did not disclose financial terms, industry sources estimate the transaction is worth just over 1 trillion won ($644 million). The acquisition covers a 100 percent stake in Chung Ho Nais and its affiliates, including Microfilter, a water purifier filter manufacturer, and MCM, a parts suppl
By Peter Egwuatu The Nigerian stock market reversed its upward trajectory last week with investors losing over N4.915 trillion of their investment listed on the Nigerian Exchange Limited, NGX. The development was driven by a sustained profit-taking move across major sectors. Consequently, the NGX market capitalisation, which represents the total value of stocks listed on the […] The post Equity investors lose N4.9trn, as market uptrend reverses appeared first on Vanguard News.
Educators have received quite a bit of unwanted attention lately. First came a Hong Kong school principal losing his temper during a study trip in Singapore over parking a coach bus. The man was caught on camera hurling abusive language at security guards in the presence of a busload of students. That lapse of judgment was met with a stern response. The principal eventually tendered his resignation and apologised, admitting his error and trying to use it as his last lesson to his students. The...
Asian markets plunged on Monday as investors slammed the brakes on the red-hot AI rally, while Israeli strikes on Beirut sent oil prices and the dollar higher. An 8% drop for South Korea's chip-heavy KOSPI benchmark triggered a 20-minute trading halt and has it down almost 17% from last week's record high. Japan's Nikkei fell 3.5% in early trade, though U.S. S&P 500 and Nasdaq 100 futures made small gains. The Nasdaq had dropped 4.2% on Friday, with selling concentrated in semiconductor stocks after a hot jobs report ramped up expectations for Federal Reserve interest rate hikes, putting the brakes on what has been a sparkling AI-led rally. Two-year Treasury yields rose more than 11 basis points on Friday and benchmark 10-year Treasury futures were about five ticks lower early on Monday morning in Asia. "The AI-drives-everything narrative frayed last week," said Bob Savage, head of markets macro strategy at BNY. "Whether this is a healthy pause in the nine-week equity rally or a top remains the key question. The IPO focus on SpaceX and Anthropic is part of the pause - whether to make room for the new market cap or to rethink value." INFLATION AND ECB AHEAD The week ahead is headlined by the giant SpaceX listing, expected to price on Thursday and trade on Friday, but will also have inflation in focus with U.S. consumer price data due on Wednesday and central bank meetings in Canada and Europe. Last week, bitcoin notched its heaviest weekly drop since the collapse of crypto exchange FTX in late 2022, falling about 16%. It was hovering just shy of $63,000 on Monday. SpaceX's debut is expected to be followed by other mega IPOs in the coming months from Anthropic and OpenAI, raising so much money that brokers are nervous it could draw down other assets. The Middle East situation also remains delicate, and Brent crude futures were up about 2.6% to $95.45 a barrel on Monday morning after an Israeli attack on Beirut prompted Iran to direct a salvo of missiles at Israeli targets. OPEC+ agreed on Sunday to the fourth increase in its oil output targets in as many months. In currency trade the dollar was firm and holding above 160 yen and pushed the Australian dollar to $0.7038. The euro hovered at $1.1518.
Jesse Tyler Ferguson on ‘Modern Family' costar's decision to quit acting Jesse Tyler Ferguson has spoken warmly about his former Modern Family co-star Frances Anderson's decision to leave acting and pursue a music career, and made clear he couldn't be more proud of the direction she's...