Slate Crossword: Head of Greens That Outlasted the Head of the Tories (15 Letters)
Ready for some wordplay? Sharpen your skills with Slate’s puzzle for June 7, 2026.
"GREENS" · 총 35건
필터 보기현재 지수
50.3
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 86,007건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.3(균형)입니다. 긍정 4,354건(5.1%)·중립 79,618건(92.6%)·부정 2,035건(2.4%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 14.9(중도 균형)입니다.
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David Shoebridge says Australia could become embroiled in a US war with China if purchase of Virginia-class attack submarines proceeds Anthony Albanese has reiterated that Aukus is “full-steam ahead” after the Greens renewed calls to cancel the nuclear-powered submarines deal, which the minor party warned could draw Australia into a potential US war with China. Debate over the security pact has resurfaced after the announcement that Australia would buy secondhand Virginia-class submarines from the US, rather than a mix of old and new vessels. Continue reading...
Greens co-founder Drew Hutton has declared the party is 'beyond reform' as he sensationally quits the movement he helped create.
Leger's latest B.C. Pulse Check shows the BC Conservatives lead with 45 per cent of decided voters, followed by the BC NDP at 41 per cent and the BC Greens at 8 per cent.
Founder of Greensill Capital says there was no finding he acted dishonestly after his company collapsed owing £1.6bn The disgraced former financier Lex Greensill has been banned from running a UK company for nine years after he was judged to be unfit because of the 2021 collapse of his £1.6bn supply chain invoicing firm. The government’s Insolvency Service said on Thursday that Greensill had signed a disqualification undertaking, bringing the case to an end before a trial was due to begin on 8 June. Continue reading...
Government hopes to rush NDIS and tax changes through parliament but opposition and crossbench push for more scrutiny Get our breaking news email, free app or daily news podcast The Greens want Labor to halt its plans to rush NDIS cuts through the Senate later this month, urging a longer inquiry process as the government seeks the minor party’s support for its contentious tax and housing changes. It opens the possibility of the Greens and Coalition teaming up in parliament to support extending separate Senate inquiries into both the changes to the national disability insurance scheme and tax proposals, thereby delaying Labor’s hopes of passing those bills before the end of June. Continue reading...
SNP ministers are planning to 'hammer' hard-working Scots with wealth taxes in a 'blatant attempt to pander' to the far-Left Scottish Greens, it has been claimed.
With a roster of athletes and celebrity fans, AG1 is the biggest name in greens powder space
Sweden’s Speaker of Parliament, Andreas Norlén, is refusing to allow a new vote in the Riksdag on transition rules for citizenship, news agency TT reports. This comes as a response to a so called "emergency motion" that was submitted by the Green Party's Annika Hirvonen last Friday asking for the vote to be re-run. The official name of this kind of motion is "a motion arising out of an occurrence of major significance" and Norlén says the unexpected outcome of a vote can not be seen as 'major', he said.
Greens support needed to pass proposed changes but party concerned it will give government sweeping discretionary powers Get our breaking news email, free app or daily news podcast Anthony Albanese has ridiculed Angus Taylor as a “Temu [Tony] Abbott” amid an increasingly bitter fight over tax changes in the budget, as the Greens raise concerns about key provisions of the government’s proposal. Labor will speed the first tranche of its budget legislation through the lower house on Thursday, and hopes to pass it through the Senate within weeks. Continue reading...
Senate estimates told it was a ‘joint idea’ to rework the nuclear submarine deal. Follow today’s news live Get our breaking news email, free app or daily news podcast The University of Melbourne (UoM) changed its wifi terms of use allowing the network to be monitored by the university to help detect “suspected unlawful behaviour” or “breaches of university policies”, a new report into campus free speech has found. The final report, released on Wednesday, was the result of a people’s inquiry into campus free speech on Palestine, initiated in 2025 by students and academics with support of the Greens. It had 150 written submissions and three public hearings. The wireless terms of use were revised after community feedback and reissued in January 2026 and now include more information on how wireless network data may be used. The harsh measures to silence dissent are quite reprehensible when universities should be upholding academic freedom and free speech. Australia is continuing to adapt our contributions to Ukraine to ensure our support remains practical, relevant, and aligned with their most urgent needs. Continue reading...
Marilyn Monroe foi encontrada morta na madrugada de 4 para 5 de agosto de 1962 Getty Images/via BBC "A verdade raramente vem à luz. Normalmente, circulam as mentiras... É difícil saber por onde começar se não for com a verdade." Estas foram as palavras de Marilyn Monroe na sua última entrevista concedida à revista Life em 1962, pouco antes da sua morte. Norma Jeane Mortenson (seu nome de solteira) nasceu 100 anos atrás, no dia 1° de junho de 2026. Monroe morreu aos 36 anos, deixando para trás uma vida repleta de contrastes. Adorada por milhões de pessoas em todo o mundo, a estrela enfrentou inúmeros problemas psicológicos e emocionais que ela própria atribuía à sua infância e, em menor escala, ao peso da fama. Sua morte em agosto de 1962, classificada oficialmente como "provável suicídio", despertou inúmeros boatos e teorias da conspiração que persistem até hoje. Sua história contém os ingredientes perfeitos para um filme de Hollywood: sexo, política, agentes secretos e até o suposto envolvimento com a máfia e com o presidente americano da época e sua família. A investigação Quando o procurador do distrito de Los Angeles, nos Estados Unidos, analisou o caso de Monroe em 1982, o jornalista Anthony Summers viajou do Reino Unido para a Califórnia, para tentar desvendar o mistério. "Logo me dei conta de que a história era muito mais ampla e complicada do que eu pensava", contou ele à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC. "Havia muito que aprender." Summers comprou um carro e começou a visitar casas e fazer ligações. Ele encontrou pessoas evasivas ou que se recusavam a falar a respeito. Mas Summers insistiu. Ele chegou a entrevistar mais de 700 pessoas, algumas delas com conhecimento íntimo dos últimos dias e horas da atriz. Uma delas foi sua governanta, Eunice Murray (1902-1994), além da família do seu último psiquiatra, Ralph Greenson (1911-1979). Marilyn Monroe foi uma das mulheres mais fotografadas da história Getty Images/via BBC Como fruto desse trabalho, Summers publicou em 1985 o livro "Marilyn Monroe, a Deusa: as Vidas Secretas" (lançado no Brasil pela Editora Best Seller, em 1987). A obra serviu de base para o documentário da Netflix "O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas" (2022). "Não encontrei nada que me convencesse de que ela foi assassinada, mas encontrei provas de que as circunstâncias da sua morte foram deliberadamente encobertas", afirma Summers. "E diria que as evidências sugerem que isso aconteceu devido às ligações da atriz com os irmãos Kennedy." Marilyn e os Kennedy No centro de todo o mistério que circunda a morte de Marilyn Monroe, encontra-se o suposto relacionamento da atriz com os irmãos John (1917-1963) e Robert "Bobby" Kennedy (1925-1968), respectivamente presidente e procurador-geral dos Estados Unidos, na época. Summers conseguiu com que fontes diretas confirmassem que Monroe e os Kennedy frequentavam, com certa regularidade, a mansão do ator britânico Peter Lawford (1923-1984), cunhado dos políticos e conhecido da atriz, na praia de Malibu, na Califórnia (Estados Unidos). Outros de seus entrevistados falaram sobre uma suposta relação sentimental entre Monroe e os dois irmãos (primeiro com John e, depois, com Bobby), o que nunca foi reconhecido pela família Kennedy. Nas gravações de Summers, detetives particulares e ex-agentes do FBI afirmam que Monroe e os Kennedy estavam sendo espionados. Investigadores diretamente envolvidos no caso contaram ao jornalista que as casas da atriz e de Lawford tinham microfones instalados pelas forças de segurança e por grupos mafiosos interessados em descobrir um possível escândalo para pressionar o procurador-geral. Além disso, Summers relatou ter tido acesso a arquivos do FBI que demonstram que o órgão investigava a atriz por sua suposta ideologia de esquerda e que seus encontros com os irmãos Kennedy eram considerados uma questão preocupante por motivos de segurança. Marilyn Monroe cantou o famoso Parabéns a Você para o presidente Kennedy em junho de 1962 Netflix/via BBC Summers afirma que isso fez com que os Kennedy rompessem todos os contatos com a atriz. O especialista em vigilância Reed Wilson contou a Summers que a gravação de uma escuta telefônica revelou que, no dia da sua morte, Monroe disse a Peter Lawford que a deixassem em paz. "Eu me sinto usada. Sinto-me um pedaço de carne. Sinto que me passaram de um para outro", teria dito Monroe. "Não é que ela estivesse com o coração partido", ressaltou Wilson. "Era mais que ela sentia que haviam se aproveitado dela, que haviam mentido para ela." Um complô para assassiná-la? A ideia de que Marilyn Monroe pudesse ter se tornado uma figura incômoda ou até perigosa para os Kennedy fez com que ganhassem força as teorias de assassinato. Mas, para Anthony Summers, não há evidências que sustentem essa hipótese. "Para sugerir que alguém foi assassinado, você precisa ter alguma prova — e essa prova não existe", segundo ele. Mas "as evidências da noite em que ela morreu indicam que foi inventada uma história e que não se contou a verdade sobre o desenrolar dos fatos", afirma o jornalista. Segundo a versão divulgada na ocasião, a governanta Eunice Murray viu uma luz [no quarto da atriz] às três horas da madrugada do domingo, 5 de agosto, e ligou para o psiquiatra Ralph Greenson. Ao chegar, ele olhou pela janela e a viu estendida na cama, aparentemente morta. Greenson então quebrou o vidro e, em seguida, ele e Murray chamaram a polícia. Mas Summers recolheu testemunhos de outras pessoas com uma versão diferente. Nathalie Jacobs, viúva do assessor de imprensa de Monroe, recordou que alguém havia avisado seu marido que havia uma emergência com a atriz perto das 22h ou 23h do sábado, 4 de agosto. Paralelamente, o médico forense que fez a autópsia, Thomas Noguchi, determinou como hora provável da morte 23h ou meia-noite, o que indicaria a data da morte como 4 e não 5 de agosto. Qual o motivo da discrepância? "Levei muito tempo para ver quais peças do quebra-cabeças poderia encontrar e verificar se elas se encaixavam", conta Summers. Ele conseguiu a informação de que uma ambulância foi mandada para a casa de Monroe, o que o ajudou a "fazer uma análise mais real dos horários". Ele se convenceu de que "houve um engano sobre o que aconteceu, mas não que ela tivesse sido morta. A autópsia não encontrou lesões físicas, nem sinais de injeções." "Encontraram comprimidos para dormir... Parecia totalmente possível que ela tivesse morrido por overdose acidental. Ou que tivesse se matado deliberadamente, como já havia tentado antes." "Acredito que o mais provável é que tenha sido um terrível acidente. Se ela quisesse se suicidar, eu esperaria que ela tivesse dito a alguém ou que houvesse deixado um bilhete, o que, aparentemente, ela não fez." Novas peças do quebra-cabeça Nas atualizações do seu livro, Summers conseguiu acrescentar peças que faltavam. Uma delas foi o testemunho do cabeleireiro e confidente de Monroe, Sydney Guilaroff (1907-1997). Guilaroff escreveu posteriormente na sua biografia que Marilyn telefonou para ele às 21h30 da noite da sua morte. Ela parecia letárgica e incomodada. Ela contou que se sentia rodeada de perigos e traída por homens poderosos. E afirmou que Robert Kennedy a visitou naquele dia e discutiu com ela. A governanta de Monroe também disse a Summers que o procurador-geral visitou a atriz naquela tarde e que houve uma discussão acalorada. Summers acredita que Kennedy precisava sair da cidade e que o atraso para informar a morte de Monroe pode ter servido para garantir que ele já tivesse ido quando surgisse a notícia. Robert Kennedy nunca reconheceu que havia estado em Los Angeles no dia da morte da atriz. Fascinação que perdura Marilyn Monroe no ano de sua morte, em 1962. AP A vida de Marilyn Monroe foi repleta de momentos gloriosos e dores profundas. E, no centenário de seu nascimento, ela permanece atraindo a fascinação de todo o mundo. Sua imagem está "em toda parte, de Connecticut [nos Estados Unidos] até o Congo", segundo Summers, "em canecas, bolsas — o que você imaginar". Ele espera que as próximas gerações a vejam como uma pessoa real, com sentimentos e inteligência. Para Summers, "ela foi muito mais do que um ícone." "Marilyn Monroe foi uma mulher brilhante e ótima atriz. Ela lia muito, sabia sobre política. Era uma mulher inteligente, submetida a uma pressão quase insuportável. No fim, pode-se dizer que essa pressão a matou." As últimas palavras da atriz ao jornalista Richard Meryman (1926-2015), que a entrevistou para a revista americana Life, também refletem esse desejo de ser levada a sério. "Por favor, não me transforme em uma piada." "Eu não me importo que façam piadas, mas não quero parecer que sou uma. Quero ser uma artista, uma atriz com integridade." *Esta reportagem foi publicada originalmente em 2022, para marcar o 60° aniversário da morte de Marilyn Monroe. Ela foi atualizada para celebrar seu centenário de nascimento.
The government's OFS in NHPC was subscribed 3.47 times on its first day, prompting the Centre to exercise the full greenshoe option and expand the stake sale to 6%.
Walgreens left the South Side because theft exceeded a million dollars a year and security costs made operations untenable, a community pastor argues.
Australian Greens should ‘take on’ Pauline Hanson’s One Nation, Polanski tells Victorian conference, just as he took on Nigel Farage’s Reform UK Get our breaking news email, free app or daily news podcast Zack Polanski, the leader of the Green party of England and Wales, has told his counterparts in Australia that they need to start “connecting with people’s anger” and learn from the “storytelling power” of populist rightwing politics. Speaking via video link at the Victorian Greens campaign conference on Saturday night, Zack Polanski said the party in Australia needed to start “taking on” Pauline Hanson’s One Nation, just as his own party had taken on Nigel Farage’s Reform UK. Continue reading...
Zack Polanski and Caroline Lucas say party must seek to understand why disenfranchised electorate were attracted to Nigel Farage’s party The current and former leaders of the Green party have warned that the party should listen to the concerns of Reform UK voters in order to tackle inequality. Zack Polanski and Caroline Lucas said on Saturday that the Greens needed to understand why voters affected by the cost of living crisis were attracted to Nigel Farage’s party. Continue reading...
The NCAA Men's Golf Championship returns to Omni La Costa, where 30 of the nation's top teams will face fast greens, thick rough and a demanding North Course in pursuit of a national title.
The Wayanad Prakrithi Samrakshana Samiti alleges that unregulated tourism continues unabated in the mountain ranges even after the devastating Puthumala landslide in 2024
Järvaveckan is underway in northwest Stockholm, and has so far seen speeches from the Left Party, the Social Democrats and the Greens. The Left Party have demanded tougher requirements for landlords while the Greens want it to be easier for young people in socioeconomically vulnerable areas to find work. Järvaveckan continues until Sunday.